Wang Shifu Ramen leva a tradição dos noodles artesanais ao CascaiShopping

O Wang Shifu Ramen abriu no CascaiShopping com uma carta centrada em noodles lamian feitos à mão e preparados à vista dos clientes.

O CascaiShopping tem um novo restaurante dedicado à gastronomia asiática. Chama-se Wang Shifu Ramen e encontra-se no piso 1 do centro comercial, integrado no espaço Cascais Kitchen. O conceito centra-se na preparação artesanal de noodles lamian, feitos à mão no momento e esticados à vista dos clientes.

A proposta do espaço passa por recriar a tradição asiática da massa fresca combinada com caldos ricos e ingredientes simples. No menu, encontram-se várias opções, como o Original, junta carne de vaca, nabo marinado, couve chinesa, ovo marinado, cebolinho e coentros; o Lamian Wonton, que é servido com estufado de vaca e caldo; ou o Clássico, que combina couve chinesa e cebolinho. Há ainda o Lamian sem caldo, também com estufado de vaca, e o Lamian Vegetais com Sésamo, preparado com cebola roxa, pimentos e amêndoas.

Cada prato é preparado no momento, com a massa fresca esticada e cozida à frente do cliente, assegurando textura e sabor típicos da técnica tradicional chinesa. O serviço é contínuo, das 10h às 23h, todos os dias.

Apple vai manter a linguagem visual Liquid Glass no iOS 27 e macOS 27

Após a maior reformulação gráfica em mais de uma década, as próximas versões dos sistemas vão-se focar na estabilidade e em novas funcionalidades.

A Apple não deverá alterar de forma significativa a linguagem visual introduzida com o iOS 26 e o macOS 26. De acordo com Mark Gurman para a Bloomberg, as versões internas do iOS 27 e do macOS 27 mantêm praticamente intacto o design Liquid Glass, que foi originalmente apresentado na WWDC 2025 como a maior renovação estética dos sistemas em 12 anos.

A nova identidade gráfica, marcada por efeitos de vidro translúcido aplicados a barras de navegação, botões, widgets e ícones, dividiu opiniões desde o lançamento. Muitos utilizadores elogiaram a modernização, enquanto outros apontaram problemas de legibilidade e excesso de transparências, sobretudo em zonas onde texto e elementos visuais se sobrepõem. Ainda assim, a Apple não parece inclinada a recuar, até porque o Liquid Glass resulta de um um investimento feito ao longo de vários anos iniciado com o visionOS, que dificilmente seria abandonado tão cedo.

O tema voltou à discussão após a saída de Alan Dye, responsável pelo design de interface humana, que deixou a empresa para integrar a Meta. No entanto, o desenvolvimento do Liquid Glass contou com o trabalho de Steve Lemay, agora à frente da equipa, bem como Billy Sorrentino e Chan Karunamuni, que ajudaram a desenhar a nova linguagem – algo que também reduz a probabilidade de uma mudança abrupta.

Entretanto, a Apple já introduziu pequenos ajustes no iOS 26.4 beta, incluindo opções para reduzir a intensidade do efeito de vidro. E a empresa chegou a testar um controlo de transparência a nível do sistema, mas a implementação final revelou‑se tecnicamente complexa.

Com o iOS 27, o foco deslocar‑se-á para outras prioridades, com a integração do Campo, uma Siri com uma abordagem mais conversacional e a incorporação dos modelos Gemini da Google nos vários sistemas operativos. A aposta, para já, parece ser consolidar a base técnica e funcional, deixando o design praticamente intocado.

Novos pacotes da NOS simplificam o acesso a dados móveis no estrangeiro

A NOS lançou novos pacotes de net roaming, com opções entre 5 e 50GB e ativação automática em 46 países, incluindo Brasil, Suíça e EUA.

A NOS introduziu novos planos de net roaming destinados a utilizadores que viajam para o estrangeiro e pretendem recorrer a dados móveis fora de Portugal. Os pacotes foram desenhados para oferecer uma utilização simples, custos previsíveis e ligação imediata em 46 destinos internacionais.

As novas modalidades incluem três opções de utilização de dados móveis: um pacote de 5GB com validade de oito dias, outro de 10GB disponível por 15 dias e um terceiro de 50GB válido durante 30 dias. A escolha de cada plano depende da duração e da intensidade de utilização prevista para a viagem.

De acordo com a operadora, o processo foi concebido para evitar configurações técnicas adicionais ou a substituição de cartões SIM, mantendo o número habitual e o serviço regular. A ativação ocorre automaticamente quando o telefone se liga à rede móvel do país de destino, permitindo o acesso imediato à internet. A aquisição pode ser feita antes da partida, através da aplicação NOS, da Área de Cliente online ou por SMS, garantindo que o utilizador chega ao destino com o serviço disponível.

Os pacotes abrangem atualmente 46 países, entre os quais o Brasil, a Suíça e os Estados Unidos da América. A lista foi recentemente alargada com seis novos destinos – Jamaica, Singapura, Sri Lanka, Paraguai, Bahrain e Barbados – e cobre, segundo dados divulgados pela operadora, mais de 70% dos clientes que utilizam serviços de roaming.

AdDP lidera projeto nacional de IA para prever qualidade da água no Douro

O H2OPTIM.AI cria um sistema preditivo para antecipar alterações na qualidade da água do Douro e otimizar o tratamento realizado na ETA de Lever.

A Águas do Douro e Paiva (AdDP) vai encabeçar um novo programa nacional que pretende aplicar inteligência artificial ao tratamento de água destinada ao consumo público. O projeto, designado H2OPTIM.AI, representa um investimento superior a 1,3 milhões de euros e deverá beneficiar diretamente cerca de 1,8 milhões de habitantes na região Norte. A iniciativa junta a AdDP, a SGS Portugal e o DataCoLAB num consórcio que irá trabalhar no desenvolvimento tecnológico e na validação científica da solução.

A proposta centra-se na criação de um sistema computacional capaz de antecipar alterações na qualidade da água captada no Douro. O foco recai sobre duas origens específicas – as captações de Abelhal e de Lever -, que fornecem matéria-prima hídrica à principal estação de tratamento gerida pela AdDP. A ideia é dotar o processo de tratamento de uma ferramenta preditiva que consiga identificar a ocorrência de fenómenos ambientais ou pressões humanas que possam comprometer a qualidade da água. A partir dessa análise, o sistema emitirá recomendações automáticas de ajuste para otimizar o funcionamento da Estação de Tratamento de Água de Lever em tempo real.

Do ponto de vista operacional, a iniciativa pretende reforçar a resiliência do sistema de abastecimento face a fenómenos extremos e melhorar a eficiência da principal ETA da região, reduzindo custos e desperdício de recursos. Ao mesmo tempo, o projeto ambiciona consolidar uma estratégia de gestão sustentável da água e gerar instrumentos científicos que possam ser aplicados por autarquias e por outras entidades responsáveis pela bacia hidrográfica do Douro.

O H2OPTIM.AI foi aprovado pela Autoridade de Gestão do programa NORTE2030, que atribuiu ao projeto uma classificação técnica de 4,67 em 5 pontos e um cofinanciamento de 857.000€ num total de 1,32 milhões de investimento previsto.

Os trabalhos arrancam em abril de 2026 e prolongam-se até março de 2029.

Planet of Lana II Review: Filhos do Mesmo Planeta

Lana e Mui regressam em Planet of Lana II: Children of the Leaf para matar saudades numa sequela tão segura como as ideias e desafios que o seu antecessor nos trouxe. E isso apenas, é ótimo.

Planet of Lana II: Children of the Leaf é mais Planet of Lana. Dizer isto tem tanto de positivo, como de negativo. Se em parte é uma continuação de um jogo que nos deixou com vontade de um pouco mais, enquanto sequela corre o risco de não ser suficientemente diferente ou inovador. Ou seja, em Planet of Lana II a Wishfully voltou ao mesmo planeta com a mesma fórmula, mesmos ambientes, mesmo tipo de puzzles, no mesmo formato, sem arriscar muito.

O primeiro Planet of Lana apanhou-me completamente de surpresa em 2023. Não sou o maior fã de puzzles, mas quando o jogo se aproxima de uma categoria “contemplativa”, onde o ritmo deliberadamente lento é uma escolha estética e não uma limitação, foi difícil não me deixar levar pela jornada de Lana. E nesse projeto, a Wishfully conseguiu fazer algo que adoro quando acontece, fazer-me querer ficar mais um pouco naquele mundo. A direção de arte era extraordinária, a relação entre Lana e Mui funcionava como uma ótima âncora emocional de uma narrativa sem palavras compreensíveis, e havia uma contenção no design dos puzzles que tornava tudo mais limpo, mais honesto. Entre as suas merecidas virtudes e as inspirações de game design de jogos de Fumito Ueda, saí de Planet of Lana com vontade de mais, sabendo ao mesmo tempo que “mais” podia ser um risco.

Para reativar a memória, Planet of Lana II arranca com um pequeno resumo dos acontecimentos anteriores, ao mesmo tempo que dá um suporte adicional para quem quiser entrar na sequela sem jogar o primeiro – algo que honestamente não recomendo fazer, até porque o primeiro jogo é relativamente pequeno e o grande mistério deste mundo acaba por ser lá desvendado. Nesta sequela, o a forma de contar a história continua a ser quase inteiramente visual, sem falas percetíveis, num idioma “alien”, os personagens comunicam por sons e entoações (um pouco como The Sims), sem legendas. A emoção é transmitida pelas animações, dos gestos, dos olhares de Lana e Mui a reagirem ao que os rodeia, algo que funciona com uma incrível eficácia, e até algum realismo adorável, especialmente na interação entre os dois protagonistas.

planet of lana ii review echo boomer 2

A história também ela é familiar. Se no primeiro jogo partíamos numa aventura de salvar alguém querido a Lana, bem, a sequela repete a dose, mas desta vez em busca de ingredientes para a cura de uma criança gravemente doente. A grande diferença, é que agora partimos para novas áreas e biomas, com um mundo tecnologicamente mais desenvolvido que abre também a oportunidade para maior variedade de puzzles e sequencias de fuga. Temos zonas industrializadas, montanhas, aldeias com culturas próprias, zonas submersas, entre outras, onde a urgência não é propriamente uma prioridade, mas, novamente, a contemplação da arte e ambiência do jogo, que também se faz carregar de worldbuilding.

E se há razão para jogar Planet of Lana II sem pressas, já que é novamente um jogo pequeno, é mesmo essa, pois o jogo é extraordinariamente bonito. Não se tratam de visuais com tecnologia de ponta, mas onde a simplicidade ganha complexidade na forma e nas ideias. Visualmente o jogo é muito semelhante ao anterior, com tons pastel e uma direção reminiscente de uma tela pintada. Mas há uma sensação de mais detalhe e maior cuidado na forma como os elementos no ecrã se animam. A animação está mais fluida, mais natural, assim como a própria direção de cenas, sempre na perspetiva 2D, com um maior cuidado para momentos verdadeiramente cinemáticos. Há um cuidado consistente na forma como a iluminação integra cada elemento no ambiente, a câmara sabe sempre para onde olhar, Lana e Mui reagem subtilmente ao que está à sua volta, com esses pequenos gestos a funcionarem como dicas visuais, apontando o que importa sem nunca o dizer em voz alta.

A jogabilidade também se mantém quase inalterada e bastante familiar ao primeiro jogo. O modelo de puzzle platformer em sidescroller mantém-se com cada segmento, ou conjunto de segmentos a servir de pano de fundo para puzzles ambientais, onde controlamos Lana em escaladas e ativação de mecanismos, enquanto Mui serve de extensão das suas capacidades, interagindo com máquinas e controlando animais específicos do mundo. É quase como um jogo Co-Op onde trocamos de personagem, com uma determinada ordem de ações, muita tentativa e experimentação. A coordenação entre as duas personagens continua a ser o aspeto central do design dos puzzles, com a Wishfully continuar a fazer um bom trabalho ao tornar a lógica de cada desafio relativamente legível sem tornar as suas resoluções muito óbvias. Os elementos necessários estão sempre visíveis, a progressão de dificuldade é na maioria do tempo equilibrada e raramente são introduzidas uma mecânica nova e exige imediatamente que a dominemos sob pressão. Aliás, é nessas introduções onde passamos mais tempo a tentar entender a sua lógica na resolução dos desafios. O sistema de controlo de Mui acaba, ainda assim, por ser o aspeto mais irregular da experiência. Não só pela latência inerente ao sistema de comandos, onde vemos Mui a dirigir-se a certos pontos para atuar, e a forma como esse tempo impacta segmentos onde o timing e a urgência fazem parte da resolução. 

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As vibes e influencias dos jogos de Fumito Ueda, que mencionei anteriormente, não surgem por acaso, com Takeshi Furukawa, compositor de The Last Guardian, de regresso a assinar a banda sonora e a carregar uma grande parte do jogo, com os seus temas etéreos e cheios de emoção nos momentos certos, sejam de exploração, a chegada de um novo ambiente, ou nos momentos mais cinemáticos e íntimos, que também existem.

Outro elemento que Planet of Lana II repete é na sua duração, com um jogo igualmente curto, que se passa em menos de sete a oito horas, dependendo do tempo que demoramos a experimentar com os seus puzzles até chegar à resolução. Também é notória a falta de algo mais no que toca à sua história, deixando a sensação que a Wishfully poderia ir um pouco mais longe. Ainda assim, as emoções mantêm-se, a história é sólida, assim como a proposta nos puzzles, que se manteve consistente. Este é um daqueles casos em que talvez um pouco mais de jogo pudesse não ser benéfico à experiência. E, para além disso, quando colocamos o primeiro e o segundo jogo lado a lado, funcionam quase como duas fatias de um mesmo bolo, esse sim, talvez bem mais recheado e satisfatório se forem jogados de seguida.

Estaria a mentir se dissesse que Planet of Lana II me surpreendeu. O jogo mantém-se igualmente forte em todas as suas dimensões em relação ao primeiro, é uma ótima sequela com imensa segurança, emoções e divertido de se jogar. Contudo, o que tornava o primeiro jogo ainda melhor, como a exploração e descoberta dos mistérios do seu mundo, já não são tão cativantes. No fundo, Planet of Lana II acaba por responder ao pedido que o jogo original nos deixou, mais uma oportunidade para visitar e ficar naquele planeta.

reviews 2021 recomendado

Cópia para análise (versão PC & Xbox Series X|S) cedida pela Xbox.

One Battle After Another domina os Óscares de 2026 com seis prémios

O filme de Paul Thomas Anderson foi o grande vencedor da 98ª cerimónia dos Óscares, levando para casa Melhor Filme, Realização e mais quatro estatuetas.

A gala dos Óscares de 2026 (a 98ª cerimónia) decorreu esta madrugada, com Conan O’Brien a regressar ao palco pela segunda vez consecutiva para animar as audiências, mas também para confirmar o que esta temporada de prémios já antecipava: o domínio de One Battle After Another nesta edição.

Paul Thomas Anderson, nomeado pela primeira vez em 1997, tornou-se finalmente realizador vencedor de um Óscar, três vezes numa só noite, ao somar também a estatueta para Argumento Adaptado e Montagem. O filme deu direito também ao prémio de Melhor Casting a Cassandra Kulukundis, e a Sean Penn pela sua atuação enquanto Ator Secundário, que não esteve presente, sendo Kieran Culkin, vencedor do ano anterior, a aceitar a estatueta em seu nome.

Sinners, de Ryan Coogler, que entrou na cerimónia com um recorde de 16 nomeações e acabou por não conquistar o prémio maior, saiu com várias vitórias significativas. Michael B. Jordan ganhou como Melhor Ator, Coogler levou a melhor no Argumento Original, Ludwig Göransson venceu na Banda Sonora e Autumn Durald Arkapaw tornou-se a primeira mulher a vencer na categoria de Fotografia. Jessie Buckley recebeu o Óscar de Melhor Atriz por Hamnet, numa primeira vitória histórica para a Irlanda nesta categoria, enquanto Amy Madigan venceu Atriz Secundária por Weapons, no papel da aterrorizante Gladys.

Vencedores da 98ª cerimónia dos Óscares:

Melhor Filme

  • One Battle After Another

Melhor Realização

  • Paul Thomas Anderson, One Battle After Another

Melhor Ator Principal

  • Michael B. Jordan, Sinners

Melhor Atriz Principal

  • Jessie Buckley, Hamnet

Melhor Ator Secundário

  • Sean Penn, One Battle After Another

Melhor Atriz Secundária

  • Amy Madigan, Weapons

Melhor Argumento Original

  • Ryan Coogler, Sinners

Melhor Argumento Adaptado

  • Paul Thomas Anderson, One Battle After Another

Melhor Filme de Animação

  • KPop Demon Hunters

Melhor Filme Internacional

  • Sentimental Value (Noruega)

Melhor Documentário – Longa-metragem

  • Mr. Nobody Against Putin

Melhor Documentário – Curta-metragem

  • All the Empty Rooms

Melhor Curta-metragem de Animação

  • The Girl Who Cried Pearls

Melhor Curta-metragem

  • The Singers e Two People Exchanging Saliva (empate)

Melhor Banda Sonora Original

  • Ludwig Göransson, Sinners

Melhor Canção Original

  • “Golden” – KPop Demon Hunters

Melhor Fotografia

  • Autumn Durald Arkapaw, Sinners

Melhor Montagem

  • Andy Jurgensen, One Battle After Another

Melhor Som

  • F1

Melhor Design de Produção

  • Frankenstein

Melhor Caracterização

  • Frankenstein

Melhor Guarda-roupa

  • Kate Hawley, Frankenstein

Melhores Efeitos Visuais

  • Avatar: Fire and Ash

Melhor Casting

  • Cassandra Kulukundis, One Battle After Another

Penafiel recebe a primeira loja ALDI, a 25ª no distrito do Porto

Com 870 m² de área de vendas e 70 lugares de estacionamento, a nova loja ALDI em Penafiel reforça a presença da marca no distrito do Porto.

A ALDI vai inaugurar na próxima sexta-feira, dia 20 de março, a sua primeira loja no concelho de Penafiel, reforçando a presença da marca no Norte do país. Com esta abertura, a insígnia atinge as 25 lojas no distrito do Porto e soma a segunda inauguração do ano, integrada no plano de expansão previsto para 2026.

O novo espaço situa-se na Rua Tenente Valadim (N15), número 317, a curta distância do centro da cidade e junto à N106, uma das principais vias de ligação da região. A localização foi escolhida pela sua acessibilidade e pelo movimento diário registado naquela zona. A intervenção incluiu adaptações na envolvente urbana, com o objetivo de facilitar o acesso e melhorar as condições de circulação.

A loja ocupa uma área de vendas aproximada de 870 m2 e dispõe de 70 lugares de estacionamento, incluindo três reservados a pessoas com mobilidade reduzida e quatro pontos de carregamento para veículos elétricos. O edifício será ainda equipado com painéis solares, medida enquadrada na estratégia de eficiência energética da empresa.

A abertura do novo espaço implicou a criação de novos postos de trabalho, com prioridade dada ao recrutamento local. Em paralelo, a ALDI estabeleceu uma parceria com a Associação para o Desenvolvimento da Freguesia de Guilhufe, à qual irá doar excedentes alimentares. A instituição, que atualmente apoia cerca de 90 famílias, prevê aumentar o número de beneficiários para 150 já no próximo mês.

Mercadona Covilhã ganha finalmente data de abertura

A Mercadona abre a primeira loja na Covilhã, no City Center, já em abril, integrando o plano de 12 aberturas da cadeia espanhola para 2026.

A Mercadona vai abrir uma nova loja na Covilhã, na Alameda Pêro da Covilhã, n.º 68, integrada no City Center Covilhã. A inauguração está prevista para 16 de abril e marca a entrada da cadeia de supermercados no distrito de Castelo Branco.

Com esta abertura, foram criados cerca de 65 novos postos de trabalho, com contratos sem termo desde o primeiro dia, numa aposta declarada em emprego estável e com condições consideradas de qualidade. A loja dispõe de uma área de vendas de aproximadamente 1.900 m2, organizada com corredores amplos, e inclui as secções de Charcutaria, Peixaria, Pastelaria e Padaria, Perfumaria, Talho, Frutas e Legumes e Pronto a Comer.

Recorde-se que a empresa entrou no mercado português em 2019, com a abertura da primeira loja em Canidelo, Vila Nova de Gaia. Desde então, passou a contar com 70 lojas em Portugal e um total de 7.500 trabalhadores, todos com contrato sem termo desde o primeiro dia.

Em 2025, a Mercadona investiu 140 milhões de euros em Portugal e atingiu um volume de vendas de 2.092 milhões de euros, mais 18% do que no ano anterior. Nesse mesmo ano, registou um lucro líquido de 26 milhões de euros. Através da empresa Irmãdona Supermercados, com sede em Vila Nova de Gaia, contribuiu com 273 milhões de euros em impostos, somando879 milhões de euros em impostos pagos desde 2019.

A empresa mantém uma relação estreita com cerca de mil fornecedores nacionais, a quem comprou 1.500 milhões de euros em produtos. Para 2026, prevê abrir 12 novas lojas, o que fará subir a rede para um total de 81 unidades em Portugal, apoiada por um investimento de 150 milhões de euros ao longo do ano.

O arranque de 2026 ficou marcado pela abertura da loja da Quinta do Lambert, em Lisboa, à qual se segue a inauguração da loja de Viseu e, dias depois, a da Covilhã, a primeira no distrito de Castelo Branco. Até ao final do ano, está ainda prevista a chegada da Mercadona aos distritos de Vila Real, Beja e Faro (com lojas em Portimão e Faro), bem como novas aberturas em Amarante, Esposende, Sintra, Maia e Moita.

Mercadona Viseu, a segunda loja na região, ganha data de abertura

Nova loja da Mercadona em Viseu cria 75 empregos e reforça a presença da cadeia no distrito, somando 71 lojas em Portugal.

A Mercadona vai reforçar a sua presença no distrito de Viseu com a abertura de uma nova loja, a segunda na região e a 71.ª em território nacional. O novo espaço, localizado na Estrada Nacional 229, reforça a estratégia de expansão da empresa em Portugal, que tem vindo a consolidar a sua rede de supermercados desde a estreia no mercado português, em 2019.

A mais recente unidade da cadeia espanhola gerou cerca de 75 novos postos de trabalho, todos com contratos sem termo desde o primeiro dia. A empresa sublinha que este modelo laboral integra a sua política de estabilidade e valorização dos trabalhadores, prática que mantém desde o início da operação em Portugal.

Com uma área de vendas de cerca de 1.900 m2, a loja de Viseu foi concebida com corredores amplos e integra as secções que caracterizam o conceito da marca: charcutaria, peixaria, pastelaria e padaria, perfumaria, talho, frutas e legumes e pronto a comer. A inauguração está marcada para o dia 9 de abril.

Desde a primeira abertura, em Canidelo (Vila Nova de Gaia), há seis anos, a Mercadona soma atualmente 70 lojas e 7.500 trabalhadores no país. Em 2025, o investimento total alcançou 140 milhões de euros, com vendas de 2.092 milhões de euros – mais 18% face ao ano anterior – e um lucro líquido de 26 milhões. Através da Irmãdona Supermercados, com sede em Vila Nova de Gaia, a cadeia pagou 273 milhões de euros em impostos ao Estado português, valor que eleva o total de contribuições fiscais desde 2019 para 879 milhões de euros.

A empresa mantém ainda uma relação estreita com cerca de mil fornecedores nacionais, a quem comprou produtos no valor de 1.500 milhões de euros no último ano.

No plano de expansão para 2026, a marca prevê a abertura de 12 novas lojas, o que deverá elevar o número total para 81, apoiado num investimento de cerca de 150 milhões de euros. O calendário anual começou com a inauguração da loja da Quinta do Lambert, em Lisboa, à qual se seguirão as de Viseu e Covilhã, esta última a primeira no distrito de Castelo Branco. Até ao final do ano, estão também previstas aberturas em Vila Real, Beja, Portimão, Faro, Amarante, Esposende, Sintra, Maia e Moita.

Rede Expressos reforça ligações entre Lisboa, Santarém e Figueira da Foz

A partir de abril, a Rede Expressos introduz novos horários entre Lisboa, Santarém e Figueira da Foz, reforçando a oferta na região Centro.

A Rede Expressos vai reforçar, a partir de 1 de abril, as ligações entre Lisboa Oriente, Santarém e Figueira da Foz, introduzindo três novos horários nesta rota. A empresa pretende, com esta medida, aumentar a frequência de serviços entre o Ribatejo, o centro do país e a capital.

Com o reforço anunciado, passam a existir dez horários diários entre Lisboa e Santarém e oito entre Lisboa e a Figueira da Foz. O novo esquema de circulação cria ainda mais possibilidades de ligação a destinos intermédios, como Leiria e Fátima, e facilita o prolongamento da viagem para o norte do país, com correspondências para o Porto, Braga, Vila Real e Bragança.

Entre as novidades está também a criação de um serviço direto entre Figueira da Foz e Coimbra. A ligação, há muito solicitada, responde às necessidades de deslocação diária de estudantes e trabalhadores durante a semana e deverá contribuir para reforçar os movimentos de lazer e de turismo ao fim de semana, sobretudo num eixo que liga uma cidade universitária a um destino balnear de referência na região Centro.

A ampliação de horários insere-se na estratégia de crescimento e de reorganização da rede nacional que a Rede Expressos tem vindo a implementar. O objetivo passa por otimizar tempos de viagem e oferecer maior flexibilidade na escolha de horários, ajustando a operação à procura e aos novos hábitos de mobilidade.

Os bilhetes para os novos percursos já se encontram disponíveis nos pontos de venda habituais e no site oficial da operadora.

Netflix confirma sequela de KPop Demon Hunters

O universo de KPop Demon Hunters vai expandir-se: a sequela vem aí e há muitos mais projetos na calha.

O filme de animação KPop Demon Hunters vai ter uma sequela, novamente realizada por Maggie Kang e Chris Appelhans. A nova longa-metragem será a primeira a resultar do acordo de colaboração multianual entre a dupla de realizadores e a Netflix, destinado a desenvolver novas obras de animação em parceria com a Sony Pictures Animation.

Estreado em junho de 2025, KPop Demon Hunters tornou-se um fenómeno internacional. O filme ultrapassou os 500 milhões de visualizações na plataforma de streaming e alcançou o estatuto de título mais visto de sempre na Netflix. Recebeu ainda duas nomeações para os Óscares, nas categorias de Melhor Longa-Metragem de Animação e Melhor Canção Original, com o tema “Golden”. A música, interpretada pelo grupo fictício HUNTR/X, fez história ao conquistar um Grammy, tornando-se o primeiro tema de K-pop a vencer a categoria. O mesmo grupo alcançou o primeiro lugar no Billboard Hot 100, outro marco inédito para o género.

A história acompanha as três cantoras do grupo HUNTR/X – Rumi, Mira e Zoey – que, para lá da fama e dos concertos esgotados, assumem identidades secretas como caçadoras de demónios. Unidas por essa missão paralela, enfrentam ameaças sobrenaturais para proteger os fãs. No enredo, o trio vê-se confrontado com o seu maior desafio: os Saja Boys, uma banda rival que esconde uma verdadeira natureza demoníaca.

Enquanto não surgem mais detalhes sobre a sequela, podem sempre (re)ver KPop Demon Hunters na Netflix.

Xiaomi Watch 5 Review: O segredo está na autonomia

O Xiaomi Watch 5 redefine a autonomia dos smartwatches com Wear OS.

Anunciado no final do mês de fevereiro, o Xiaomi Watch 5 é o mais recente smartwatch topo de gama da fabricante chinesa que chega equipado com o Wear OS, combinando um design elegante com um desempenho eficiente, e que está atualmente a ser vendido por 299,99€.

Ao experimentar o Xiaomi Watch 5, a primeira coisa que me chamou a atenção foi a combinação entre materiais e um design claramente pensado ao detalhe. A estrutura em aço inoxidável 316L, com certificação 5 ATM, transmite uma sensação de solidez e qualidade, enquanto o acabamento mantém aquele ar sofisticado que normalmente só encontramos em relógios mais premium. A proteção em cristal de safira, aplicada em ambas as faces, reforça essa impressão, já que resiste muito bem a riscos e ao desgaste diário, algo que valorizo bastante num smartwatch que deve ser utilizado em todo o tipo de situações. O design quase sem molduras, com margens de apenas 2,6 mm, dá-lhe um aspeto moderno e muito limpo, tornando a utilização mais imersiva. Senti que funciona igualmente bem no ginásio ou no escritório, porque adapta-se tanto a roupa desportiva, como a algo mais formal. Nota‑se que a Xiaomi quis criar um dispositivo que fosse realmente útil, mas também um acessório que complementa o estilo de quem o utiliza.

O ecrã AMOLED circular de 1,54 polegadas, com a resolução de 480×480 pixeis, é outro ponto que me surpreendeu. As cores são vivas, os pretos são profundos e o texto fica extremamente nítido. Mesmo ao ar livre, onde muitos smartwatches falham, o brilho máximo de 1500 nits permite que se veja tudo sem esforço, mesmo sob sol direto. A fluidez também é evidente graças à taxa de atualização de 60Hz, que torna as animações e transições muito mais suaves. Já a funcionalidade Always‑On Display revelou‑se prática no dia a dia, permitindo consultar a hora ou notificações sem ter de rodar o pulso. E mais interessante é que não senti um impacto muito significativo na autonomia, já que o sistema de gestão energética parece estar bem otimizado. Outro detalhe que apreciei foi a variedade de mostradores disponíveis, que me permitiu ajustar o relógio ao meu estado de espírito ou ao tipo de dia que tinha pela frente.

Xiaomi Watch 5
Xiaomi Watch 5

Ao utilizar o Xiaomi Watch 5 no dia a dia, percebi que o Wear OS 6, o sistema operativo da Google, dá-lhe a versatilidade que só esse sistema operativo consegue oferecer. Ter acesso direto ao Google Maps no pulso é extremamente prático, sobretudo quando estamos a caminhar ou a conduzir e não queremos estar sempre a olhar para o telemóvel. As notificações chegam em tempo real, a agenda está sempre sincronizada e até os pagamentos contacless tornam a utilização do relógio extremamente útil. E esses são só alguns exemplos, já que, com este sistema operativo, até podemos ter acesso ao Gemini diretamente no pulso, e sem ter de recorrer ao smartphone.

Com um smartphone Android emparelhado (também funciona com iOS), tudo funciona de forma fluida, com chamadas, mensagens e alertas de aplicações a aparecer no ecrã sem atrasos. A arquitetura de duplo processador faz‑se notar, porque as aplicações abrem rapidamente e o relógio lida bem com várias tarefas ao mesmo tempo. Para quem utiliza os serviços Google com frequência, senti que o Watch 5 funciona quase como uma extensão natural do telemóvel.

A área da saúde é onde o relógio mostra o seu lado mais completo. A monitorização contínua da frequência cardíaca é fiável e avisa quando os valores sobem ou descem para níveis anormais. O sensor SpO₂ mede a saturação de oxigénio no sangue e o sistema de monitorização de stress ajuda a perceber como o corpo reage ao longo do dia. O acompanhamento do sono também é bastante detalhado, distinguindo entre sono leve, profundo e REM, o que nos permite perceber melhor os nossos padrões de descanso. Para as utilizadoras, o relógio inclui ainda previsões do ciclo menstrual e lembretes associados. Na parte desportiva, o Xiaomi Watch 5 oferece mais de 150 modalidades, desde corrida e ciclismo até natação e musculação. O GNSS de dupla frequência revelou‑se muito preciso nos treinos ao ar livre, algo que valorizo bastante quando quero analisar percursos e ritmos com um pouco mais de rigor.

A autonomia foi, provavelmente, a maior surpresa deste smartwatch. A bateria gigante de silicon-carbon com 930mAh, aliada aos modos inteligentes de poupança de energia, permitiu‑me chegar aos cinco dias de utilização relativamente intensa, enquanto a autonomia mais comum neste tipo de dispositivo ronda os dois ou três dias… na melhor das hipóteses. Para conseguir isso, o sistema alterna entre dois processadores, em que o Qualcomm Snapdragon W5 Gen 1 é utilizado para as tarefas mais exigentes, e um segundo processador é utilizado para a monitorização contínua, mas com baixo consumo energético. É esse o segredo para o equilíbrio entre desempenho e a excelente autonomia do Xiaomi Watch 5. A verdade é que o relógio opera em modo normal ou em modo de poupança de forma automática, adaptando‑se ao nosso tipo de utilização naquele instante, e sem nunca comprometer a experiência de utilização. O resultado final é algo “anormal”, no bom sentido, quando se fala de autonomia. Foi a primeira vez que testei um smartwatch com Wear OS que ofereceu até 5 dias de utilização regular. Isso só não é bom, como é excelente.

E se tudo soa interessante, então fiquem a saber que, ativando o modo de poupança de bateria, a Xiaomi Watch 5 consegue oferecer duas semanas de utilização. Contudo, nesse modo o smartwatch oferece uma interface mais simples e sem grandes recursos adicionais. A parte menos boa é o facto da Xiaomi continuar a apostar no carregamento efetuado através de um cabo proprietário com dois pinos. Não é que seja a pior coisa do mundo, mas está na altura da marca optar pelo carregamento padrão sem fios.

Xiaomi Watch 5
Xiaomi Watch 5

De uma forma geral, o Xiaomi Watch 5 apresenta-se como uma proposta muito interessante para este ano de 2026, equilibrando a estética, funcionalidade e a excelente autonomia ao preço. Para quem procura um smartwatch com Wear OS, com aspeto premium e autonomia de topo, os 299,99€ que são pedidos pelo equipamento parecem-me realmente ajustados. Este é, provavelmente, o melhor smartwatch que a Xiaomi já fabricou.

Recomendado - Echo Boomer

Este produto foi cedido para análise pela Xiaomi

Tu Mataste-me Primeiro: Sandra May vai andar pelo país a mostrar por que é a rainha dos thrillers nacionais

Por agora, as loucuras de Serena Humble em Tu Mataste-me Primeiro vão andar pelo centro e norte do país.

Já por cá falámos bastante de Sandra May e do best-seller Tu Mataste-me Primeiro, livro lançado originalmente de forma independente em 2024 e agora editado numa nova versão pela Euforia, chancela da editora Guerra e Paz. No entanto, ainda há muito por falar. A tour de apresentação do thriller psicológico que catapultou Sandra May para o título de “escritora independente de maior sucesso em Portugal” já está marcada e, por agora, vai passar por várias lojas FNAC do centro e norte do país.

Os fãs das loucuras de Serena Humble, a personagem principal do livro, vão poder saber mais e estar com a autora pessoalmente já a partir deste mês, com a primeira sessão de apresentação a acontecer no norte do país, mais propriamente na FNAC do GaiaShopping, pelas 17 horas de 28 de março. Segue-se Aveiro (11 de abril), Leiria (18 de abril), Sintra (25 de abril), e a primeira parte da digressão termina no Fórum Coimbra, a 19 de maio.

As sessões de apresentação não vão servir apenas para dar o livro a conhecer. Como a autora, já considerada por vários a “rainha dos thrillers nacionais“, escreve nas redes sociais, vai haver “conversas profundas e curiosidades a serem reveladas“, e os fãs ainda podem contar com “avanços do que será o próximo livro“.

No livro Tu Mataste-me Primeiro, que nasceu de um sonho que a própria autora teve no qual matava o marido, acompanhamos o interrogatório feito a Serena Humble pelo homicídio do marido e somos, por vezes, levados ao passado para percebermos o que se passa no presente. Na versão original, já havia muita raiva feminina, reviravoltas e uma mente perturbada. E nesta nova edição, como a própria nos confidenciou, há mais qualquer coisa na história. A edição especial está quase a esgotar, mas a edição normal já está disponível nas livrarias nacionais e online.

Fotografia: Instagram

Samsung explica como combate a apneia do sono com ajuda do Galaxy Watch

Nova pesquisa revela que quase 1 em cada 4 utilizadores apresenta risco de apneia e que o distúrbio afeta profundamente a qualidade do sono.

A apneia do sono afeta milhões de pessoas em todo o mundo, mas cerca de 80% dos casos permanecem sem diagnóstico. Trata‑se de uma condição séria, marcada por pausas na respiração durante o sono, que reduzem a oxigenação, prejudicam o descanso e aumentam o risco de problemas como hipertensão e AVC. O diagnóstico tradicional costuma exigir exames laboratoriais caros e pouco práticos, o que contribui para que o distúrbio passe despercebido.

Para assinalar o Dia Mundial do Sono de 2026, a Samsung divulgou um estudo global com utilizadores do Samsung Health que revela a verdadeira dimensão do problema. De acordo com o relatório, 23% dos participantes apresentavam risco de apneia do sono. A cientista comportamental Vanessa Hill explica que microdespertares provocados por pausas respiratórias impedem o cérebro de permanecer nas fases REM e de sono profundo, essenciais para a recuperação física e cognitiva.

O estudo mostra que esses episódios têm impacto direto na qualidade do sono. Pessoas com sinais de apneia registaram menos minutos de sono REM e de sono profundo, acordaram mais vezes durante a noite e permaneceram acordadas por mais tempo. No total, dormiram cerca de 12 minutos a menos por noite, uma redução aparentemente pequena, mas que, segundo Hill, amplifica ainda mais a perda de qualidade, tornando o descanso menos reparador.

Durante anos, a dificuldade de diagnóstico esteve associada à necessidade de exames hospitalares. A Samsung tenta reduzir essa barreira com o recurso de deteção de apneia do sono no Galaxy Watch. O relógio monitoriza o sono durante duas noites, dentro de um período de 10 dias, usando o sensor BioActive para medir oxigenação e identificar pausas respiratórias ou respiração superficial. Com esses dados, estima o Índice de Apneia‑Hipopneia, que indica a gravidade do distúrbio. A funcionalidade, inicialmente lançada na Coreia, recebeu aprovação da FDA e já está disponível em 78 mercados.

Para além da deteção, o Galaxy Watch oferece ferramentas para melhorar os hábitos de sono, como o Treino do Sono e a Orientação para Dormir, que sugerem horários ideais e ajudam a criar rotinas mais saudáveis.

EstouGrávida: a plataforma portuguesa que nasceu de uma urgência real

O EstouGrávida nasceu em Portugal para responder à falta de informação acessível sobre urgências obstétricas e reunir apoios digitais à gravidez.

Foi no verão passado que a ideia de Rui Farinha Pereira começou a tomar forma. As notícias sucediam-se com uma regularidade inquietante: grávidas a dar à luz em ambulâncias, noutros casos dentro do próprio carro, apanhadas de surpresa por uma rede de informação fragmentada que não lhes permitia saber, em tempo útil, quais as unidades de saúde com urgência obstétrica em funcionamento. Foi esse cenário – concreto, urgente e repetido – que serviu de ponto de partida para o EstouGrávida, uma plataforma digital desenvolvida em Portugal para responder a necessidades práticas que, apesar de transversais a milhares de mulheres, continuavam sem uma resposta centralizada e acessível.

A constatação foi simples, mas reveladora: existe uma quantidade enorme de informação sobre gravidez disponível na internet, mas as ferramentas verdadeiramente úteis no quotidiano encontram-se dispersas por dezenas de sítios diferentes, muitas vezes incompletas ou de difícil acesso. Calcular a data prevista do parto, acompanhar a evolução da gravidez semana a semana, preparar a mala para a maternidade ou encontrar conteúdos organizados por fase gestacional são tarefas que, na prática, obrigam as grávidas a saltar entre aplicações, fóruns e páginas web sem qualquer coerência entre si. O EstouGrávida nasce precisamente para eliminar essa dispersão.

O que o EstouGrávida oferece

O EstouGrávida cresceu a partir de uma tentativa inicial de agregar num único espaço um conjunto de ferramentas de apoio à gravidez. Hoje, a plataforma disponibiliza já várias funcionalidades em funcionamento. Entre as consideradas ativas encontram-se um contador de movimentos fetais, um cronómetro de contrações, uma calculadora da data provável do parto e um registo de consultas que permite organizar notas e próximos passos clínicos. Também já disponível está o controlo de peso ao longo da gravidez, e em estreia recente surge o diário da gravidez, que agrega numa linha temporal o peso, as consultas e a evolução geral da gestação. Está também disponível uma checklist da mala da maternidade, pensada para ser impressa e usada de forma prática.

Uma das funcionalidades centrais é a localização de urgências obstétricas próximas, que responde diretamente ao problema que motivou a criação da plataforma. A ideia é que uma grávida consiga saber, de forma rápida e georreferenciada, quais os serviços de urgência disponíveis perto de si – o tipo de informação que, nos casos noticiados no verão, fez a diferença entre chegar a tempo ou não.

Distinção entre dado oficial e conteúdo informativo

O EstouGrávida estabelece uma separação clara entre dois tipos de informação que disponibiliza. Por um lado, os dados oficiais, que provêm de entidades públicas e de conjuntos de dados de referência. Por outro, os conteúdos informativos, que correspondem a uma síntese editorial destinada a facilitar a compreensão de determinados temas, mas que não substituem em caso algum a consulta médica. Esta distinção é assumida de forma transparente pela plataforma, que reforça que todo o seu conteúdo tem carácter informativo e de apoio, e que em situação de emergência o número a marcar continua a ser o 112.

O que está a caminho

O EstouGrávida encontra-se numa fase de desenvolvimento ativo, com a aplicação para Android em testes iniciais e um conjunto de funcionalidades já planeadas para versões futuras. Entre as novidades previstas está um sistema de alertas por SMS que enviará automaticamente a localização e o contexto da emergência para contactos previamente definidos – uma funcionalidade que, a concretizar-se, poderá ter impacto direto em situações de urgência. Está também planeada a possibilidade de partilha rápida com o médico, através de um resumo exportável que inclui o registo de contrações, consultas e sinais de alarme. Para o diário da gravidez, a ideia é evoluir para um formato multimédia, com a possibilidade de adicionar fotografias e vídeos de ecografias. Futuramente também estará disponível uma área para troca de equipamentos e roupas relacionadas com a maternidade, entre as Mães e futuras Mães, bem como um diretório de serviços relacionados com a gravidez e pós gravidez, como amas, infantários, etc.

A missão declarada da plataforma é ajudar as grávidas em Portugal a aceder a informação prática, a localizar serviços próximos e a dispor de ferramentas digitais úteis no dia a dia. Num país onde as falhas na cobertura das urgências obstétricas continuam a gerar situações de risco, uma ferramenta que centralize e simplifique o acesso a essa informação pode ser, para muitas mulheres, muito mais do que uma conveniência.

Foto: freestocks/Unsplash

Google apresenta o Groundsource, nova metodologia para prever desastres naturais

O Groundsource transforma milhões de registos públicos em inteligência preditiva hiperlocal para governos, empresas e comunidades.

A Google revelou o Groundsource, uma metodologia de inteligência artificial criada para transformar dados públicos dispersos em modelos preditivos úteis para a preparação e resposta a desastres naturais. O anúncio, feito por Yossi Matias, vice‑presidente de pesquisa da Google, posiciona o sistema como um avanço estrutural na forma como informações de crise são recolhidas e utilizadas.

É certo e sabido que milhões de documentos públicos, como relatórios municipais, mapas, dados de infraestrutura, registos de serviços públicos, contêm pistas valiosas sobre riscos locais, mas estão espalhados, desorganizados e praticamente inacessíveis em larga escala. Ora, o Groundsource automatiza a extração e a síntese desse material, convertendo-o numa base de conhecimento estruturada que alimenta modelos preditivos. Trata‑se de uma evolução natural da infraestrutura já utilizada no FloodHub, que fornece previsões de cheias em 80 países e beneficia cerca de 460 milhões de pessoas.

O novo sistema da Google utiliza IA para processar textos não estruturados, mapas e históricos que levariam meses para serem analisados manualmente. A diferença em relação à mineração de dados tradicional está no foco comunitário, com o objetivo a ser identificar padrões práticos e hiperlocais. Um aumento repentino de obras numa zona propensa a inundações, combinado com dados antigos de drenagem e histórico de chuvas, pode gerar alertas antecipados que ajudam a proteger vidas e património.

As implicações económicas são significativas. Só em 2024, desastres climáticos custaram mais de 280 mil milhões de dólares à economia global. Governos, seguradoras, urbanistas e operadores de infraestrutura enfrentam há anos o problema do último quilómetro, com modelos globais que existem, mas que faltam dados locais. O Groundsource promete preencher exatamente essa lacuna.

Abrantes vai acolher unidade de apoio à futura gigafábrica de IA de Sines

A nova gigafábrica de Inteligência Artificial terá redundância em Abrantes, cidade apontada como polo estratégico pela proximidade ao centro do país.

Abrantes foi escolhida para receber a estrutura de suporte da futura gigafábrica de Inteligência Artificial que terá o seu núcleo principal em Sines, diz o Jornal Económico. A cidade ribatejana passa assim a integrar o projeto ibérico de computação avançada que está a ser desenhado no âmbito da iniciativa europeia EuroHPC, destinada à instalação de cinco grandes centros de cálculo de inteligência artificial na União Europeia.

A unidade de Abrantes funcionará como redundância da gigafábrica de Sines, garantindo capacidade operacional e segurança em caso de falhas de serviço. Esta escolha resulta de fatores técnicos e logísticos: a proximidade ao centro geográfico do país, o rápido acesso a eixos de transporte e a disponibilidade de energia renovável. O consórcio responsável descreve Abrantes como “um polo secundário de excelência”, capaz de complementar a infraestrutura principal e assegurar continuidade numa rede de computação distribuída.

A localização foi validada no encontro realizado esta semana em Lisboa que marcou o arranque formal do projeto português. A reunião reuniu representantes de cerca de 80 empresas e instituições de Portugal, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos, num esforço conjunto entre parceiros tecnológicos, financeiros e científicos. O Banco Português de Fomento lidera a componente nacional do consórcio que, em conjunto com o parceiro espanhol, apresentou a candidatura a Bruxelas. No total, foram 76 as propostas submetidas para as cinco gigafábricas previstas em território europeu.

Recorde-se que, no ano passado, a Start Campus, sediada no Sines Data Campus, estabeleceu uma parceria com a Nscale, plataforma europeia de Inteligência Artificial (IA), para a instalação da maior operação de GPUs da NVIDIA na União Europeia. Este projeto, que envolve 12.600 GPUs Blackwell Ultra GB300, está a ser instalado no SIN01, em Sines, e destina-se a apoiar a Microsoft na disponibilização de recursos avançados de IA em toda a Europa.

A plataforma NVIDIA GB300 NVL72 foi concebida para suportar tarefas de inferência e treino de IA de alta performance, permitindo o desenvolvimento, treino e implementação de modelos de IA mais complexos e exigentes. A implementação no Start Campus permite densidades de rack superiores a 130kW, garantindo a energia e a refrigeração necessárias para cargas de trabalho avançadas, estando preparada para acompanhar a evolução acelerada das necessidades em IA.

Revolut quer tornar-se o banco principal dos portugueses

O Revolut quer consolidar-se como banco principal em Portugal, ao mesmo tempo que expande o negócio empresarial.

A Revolut tem como meta para 2026 deixar de ser encarada apenas como uma alternativa digital e passar a ocupar o lugar de banco primário dos clientes em Portugal. A ambição foi declarada por Rúben Germano, general manager da empresa em Portugal, durante o painel Frente a Frente – Protagonistas Digitais, integrado no Fórum Banca 2026, organizado pelo Jornal Económico e realizado na passada terça-feira no Hotel Ritz, em Lisboa.

“Não criamos um produto a pensar na banca. Pensamos num produto para competir com as necessidades dos clientes. Claramente o objetivo é ser o banco principal dos clientes em Portugal”, afirmou Germano. O responsável reconheceu que a Revolut enfrenta concorrência tanto dos bancos tradicionais como de outras fintechs, mas desvalorizou essa pressão, considerando-a um estímulo à melhoria dos produtos oferecidos. “Gostamos da concorrência, faz-nos ser melhores e termos um melhor produto”, disse.

Para atingir esse objetivo, a empresa aposta num reforço do segmento empresarial. O Revolut Business representa atualmente 15% da atividade total da empresa e regista um crescimento assinalável: no ano passado, o número de empresas integradas nesta vertente aumentou 40%, com um ritmo de integração de 20 mil novas empresas por mês. “O grande foco da Revolut tem sido no retalho e em pagamentos, mas queremos crescer no segmento empresarial”, sublinhou Germano.

Em Portugal, a empresa conta com dois escritórios – em Lisboa e no Porto – e um total de 1.300 trabalhadores. Rúben Germano admitiu que um dos principais desafios internos tem sido garantir uma experiência coerente e não fragmentada para os clientes nos vários países onde a Revolut opera. Quanto à relação com o Banco de Portugal, o responsável foi direto: “Tem sido bastante positivo”, afirmando não sentir qualquer diferença no tratamento relativamente a outros reguladores europeus.

Philips revela os novos Fidelio L4SE com foco na autonomia

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Nova edição dos Fidelio L4SE promete até 50 horas de bateria e preço competitivo.

A TP Vision, a empresa responsável por televisores e áudio da marca Philips, colocou discretamente no mercado um novo modelo de auriculares supra‑auriculares, o Philips Fidelio L4SE, sucessor direto do Fidelio L4, que foi lançado em 2023.

O nome SE significa Second Edition, mas ainda não está claro o que mudou em relação ao modelo anterior. As especificações divulgadas por diferentes fontes, e algumas mencionam Bluetooth 5.4, enquanto outras chegam a citar Bluetooth 6.0. O que parece confirmado é o suporte a SBC, AAC, LDAC e LC3, garantindo boa compatibilidade e qualidade de transmissão. No design, o Fidelio L4SE mantém a estética premium da linha, com arco arredondado, almofadas de espuma viscoelástica, anéis de alumínio e detalhes em couro Muirhead. O cancelamento ativo de ruído aparece na versão Noise Cancelling Pro+ e chamadas contam com microfones com beamforming e redução eletrónica de ruído.

A autonomia continua a ser um ponto forte, sendo que a marca promete até 50 horas de utilização, com carregamento rápido através do USB‑C capaz de fornecer cerca de 14 horas de reprodução em apenas 15 minutos.

Portugal perde metros de costa após inverno de tempestades extremas

Sucessivas tempestades fizeram recuar a costa até 20 metros, destruindo dunas, acessos e estruturas. APA prevê 27 milhões em obras de emergência.

Portugal está a perder território ao longo da sua faixa costeira, com vários troços do litoral continental a recuar de forma acelerada neste inverno, diz o Expresso (acesso pago) na sua edição impressa desta semana. As sucessivas tempestades dos últimos meses provocaram recuos da linha de costa que chegaram aos 20 metros em vários locais, com particular gravidade na praia de São Pedro de Maceda, no concelho de Ovar. As ondas fortes e a agitação marítima contínua destruíram dunas, instabilizaram arribas, danificaram acessos e estruturas de proteção e deixaram diversas praias praticamente sem areia.

De acordo com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), entre 1958 e 2021 Portugal perdeu 13,5 km² de território costeiro, valor a que se somam mais 0,3 km² até 2025. No total, trata‑se de uma área equivalente à soma de 1380 campos de futebol “comida” pelo mar ao longo de 66 anos. Ainda não existem contas atualizadas para 2026, mas o relatório apresentado esta semana pela APA descreve um verdadeiro “comboio de tempestades” neste inverno, com ondas que atingiram 15 metros e mais de 20 dias seguidos de forte agitação marítima. Este conjunto de episódios extremos provocou danos em pelo menos 147 locais ao longo do litoral português.

Para responder às 86 situações consideradas mais urgentes, estão previstas obras de emergência no valor de 27 milhões de euros até ao final de 2026, dos quais 15 milhões até maio. As intervenções incluem reparação de estruturas de proteção, reposição de areia e limpeza de praias, reconstrução de acessos e estabilização de arribas. Paralelamente, estão programados 147 milhões de euros para ações no litoral a curto e médio prazo até 2027, algumas já em execução ou prestes a arrancar.

A prioridade, sublinha o presidente da APA, José Pimenta Machado, é “intervir imediatamente onde há perigo direto para populações, infraestruturas ou arribas instáveis”. Entre os casos mais críticos, destaca acessos e muros colapsados em zonas como Moledo (Caminha, no Norte) ou Maceda, em Ovar, que exigem intervenção rápida. O princípio é “responder ao imediato e preparar o longo prazo”. Pimenta Machado insiste que a melhor defesa das praias “é colocar areia”, lembrando que as chamadas obras “duras”, como esporões, têm limites na capacidade de travar a erosão.

O litoral centro surge como a zona mais afetada. Os concelhos de Ovar, Ílhavo, Figueira da Foz e Leiria concentram uma parte importante dos impactos, segundo o relatório Síntese das ocorrências no litoral e medidas imediatas de minimização do risco, elaborado com base na monitorização do programa COSMO, coordenado pela APA. Praticamente todas as praias do continente perderam sedimentos, sendo os efeitos mais graves registados em litorais baixos e arenosos já vulneráveis, com destaque para a faixa costeira de Maceda, Furadouro e Cortegaça, em Ovar.