Infraestruturas de Portugal resolveu 90% dos 346 cortes totais de estradas provocados pelas tempestades de fevereiro

De acordo com a Infraestruturas de Portugal, restam 34 situações por resolver nos distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém e Viseu.

Mais de 90% dos cortes de estradas na rede rodoviária nacional provocados pelas tempestades de fevereiro já foram resolvidos. A Infraestruturas de Portugal (IP) registou 346 cortes totais de via durante esses episódios, dos quais restam apenas 34 por reabrir, cerca de um mês após os dias de maior impacto. As situações pendentes concentram-se sobretudo nos distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém e Viseu, onde as chuvas intensas e os ventos fortes causaram mais danos na rede viária.

No total, as redes rodoviária e ferroviária nacionais registaram mais de 4.200 ocorrências ligadas às intempéries. A IP chegou a realizar cerca de 200 intervenções diárias no terreno, abrangendo desobstruções, reparações de infraestruturas, estabilização de taludes, reposição de sistemas de sinalização e restabelecimento das condições de segurança e circulação. Estas operações decorreram de forma contínua, tanto em estradas como em linhas férreas, em articulação permanente com as autarquias locais, num esforço que prossegue até à resolução total das pendências.

A resposta operacional envolveu todas as equipas da IP e prestadores de serviço, mobilizando cerca de 2.000 operacionais, 622 viaturas, 13 limpa-neves e 31 equipamentos ferroviários pesados. O setor da construção também participou de forma decisiva, permitindo uma intervenção rápida e robusta que acelerou a recuperação das vias afetadas.

O Governo autorizou, em Conselho de Ministros, uma verba extraordinária de 400 milhões de euros para a Infraestruturas de Portugal, destinada à recuperação das estradas e da rede ferroviária danificadas. Estes fundos cobrem trabalhos de requalificação, reforço de taludes, substituição de estruturas afetadas e medidas para mitigar riscos futuros em zonas vulneráveis.

Um dos incidentes mais graves foi o colapso de parte da A1 ao nível do viaduto de Casais, em Coimbra, que obrigou ao corte total de uma faixa. A circulação foi reposta em apenas 15 dias, resultado de trabalhos ininterruptos executados pela concessionária Brisa com apoio do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMT).

Na rede ferroviária, quase todas as ligações foram restabelecidas, restando interrupções no troço a sul das Caldas da Rainha, na Linha do Oeste, e entre Mouriscas A e Rodão, na Beira Baixa. Esta última foi causada por um deslizamento de talude junto ao rio Tejo, que dificulta os trabalhos. A norte das Caldas da Rainha e até Louriçal, a circulação reabriu hoje, 16 de março, e a CP garante transbordo rodoviário nos troços fechados a partir dessa data.

Imovirtual passa a permitir pesquisar casas diretamente no ChatGPT

Com a nova integração do ChatGPT, o Imovirtual permite consultar anúncios imobiliários diretamente num assistente de IA conversacional, sem recorrer a formulários.

O Imovirtual anunciou a integração de uma IA conversacional no ChatGPT, permitindo que os utilizadores iniciem pesquisas de imóveis diretamente através da interface conversacional da plataforma de inteligência artificial.

A partir de agora, quem utiliza o ChatGPT pode descrever em texto corrente o tipo de imóvel que pretende, sem necessidade de preencher formulários ou campos específicos. Uma instrução como “apartamentos T2 em Lisboa perto de parques” ou “casas com jardim na zona do Porto” é interpretada pela inteligência artificial e convertida numa pesquisa sobre imóveis listados no Imovirtual, devolvendo ao utilizador sugestões de anúncios que correspondam ao que foi descrito na conversa.

Segundo Sylvia Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual, a integração com o ChatGPT representa “um passo natural na evolução da pesquisa imobiliária”, uma vez que os utilizadores começam cada vez mais as suas pesquisas em caixas de texto abertas, onde podem descrever desejo, restrições e preferências sem se sentirem obrigados a operar um formulário predefinido. A partir das sugestões apresentadas na conversa, o utilizador pode aceder diretamente aos anúncios no site da plataforma para consultar todas as informações detalhadas sobre as propriedades, incluindo fotografias, localização e condições de venda ou arrendamento.

Para usar a nova funcionalidade, o utilizador apenas precisa de adicionar a aplicação do Imovirtual na secção de Apps do ChatGPT. Depois de ativada, é possível invocar a app através do comando @Imovirtual dentro da conversa, mantendo a interação dentro da própria interface do assistente. A partir daí, basta descrever em linguagem natural o tipo de casa, a tipologia, a localização ou qualquer outro critério que se considere relevante, deixando que a IA traduza essa descrição numa pesquisa estruturada sobre a base de dados do portal.

A integração entre o ChatGPT e o Imovirtual integra‑se numa estratégia mais ampla do grupo OLX, proprietário do portal, para explorar novas aplicações de inteligência artificial em marketplaces digitais. Em termos de investimento, a empresa anunciou recentemente, durante o evento ClaimAI, que pretende aplicar cerca de 20 milhões de euros em soluções de IA, com o objetivo de melhorar a experiência do utilizador nas suas plataformas e de alinhar os fluxos de pesquisa às novas formas como os consumidores interagem com as ferramentas digitais.

MSC Poesia é alvo de ampla remodelação à semelhança do MSC Magnifica

A renovação do MSC Poesia integra o MSC Yacht Club e novas áreas de bem‑estar e fitness antes da temporada de cruzeiros no Alasca.

O navio de cruzeiro MSC Poesia já começou a sua grande remodelação. A operação integra-se num programa mais amplo de reequipamento da frota da MSC Cruzeiros e destina‑se a reforçar a oferta de serviços e conforto à bordo.

O projeto de remodelação abrange várias áreas do navio, com destaque para a introdução do MSC Yacht Club, um conceito de “navio dentro de um navio” que será implantado pela primeira vez no MSC Poesia, o segundo navio da classe Musica a passar por intervenções de grande escala neste estaleiro. À semelhança do que já ocorreu com o MSC Magnifica, que deixou a doca seca em dezembro de 2025 e se encontra atualmente a realizar o MSC World Cruise 2026, o Poesia vai receber 69 suítes dedicadas ao MSC Yacht Club, equipadas com comodidades privadas e serviço de mordomo 24 horas.

A remodelação também inclui a requalificação das áreas de bem‑estar e de fitness. O navio será dotado de um MSC Aurea Spa e de um MSC Gym renovados, munidos de equipamento Technogym, bem como de novas funcionalidades como barbearia, múltiplos estúdios de treino, uma área Aurea exterior e o Top 15 Exclusive Solarium, espaço de lazer reservado. A previsão da companhia é de que as obras sejam concluídas em abril de 2026, a tempo do início da temporada de cruzeiros no Alasca.

O programa de remodelação e reequipamento do MSC Poesia inscreve‑se no maior plano de atualização da frota da MSC Cruzeiros dos últimos 10 anos. Em fevereiro de 2026, a MSC Cruzeiros havia já anunciado a expansão do MSC Yacht Club a mais duas unidades, o MSC Musica e o MSC Orchestra, o que fará com que os quatro navios da classe Musica passarão a integrar esse segmento de cabine premium.

A partir de maio e até setembro de 2026, o MSC Poesia vai operar itinerários de sete noites pelo Alasca, com partida de Seattle, navegando para alguns dos principais destinos da região. Após a conclusão da temporada no Alasca, o navio será reposicionado para o inverno de 2026/2027, oferecendo cruzeiros de ida e volta pelas Caraíbas com partida de Miami. Os roteiros incluirão escalas em países como a Jamaica, a Colômbia, a Costa Rica, Aruba, Curaçao e Belize, antes de o navio regressar ao Alasca no verão de 2027, com escalas em portos como Ketchikan, Icy Strait Point, Tracy Arm e Juneau, além de Victoria, na Colúmbia Britânica, Canadá.

As suítes dedicadas ao MSC Yacht Club a bordo do MSC Poesia já estão disponíveis para reserva, integrando‑se nas ofertas comerciais da companhia para as temporadas de 2026 e 2027.

Pingo Doce renova parceria com Casa Leonor Rosa da Silva para edição especial de Pão de Ló de Margaride

A mais antiga fábrica de Pão de Ló de Margaride mantém a produção artesanal, agora com nova edição especial disponível em lojas do Pingo Doce por todo o país.

O Pingo Doce mantém, esta Páscoa, a parceria com a Casa Leonor Rosa da Silva e disponibiliza uma edição especial do Pão de Ló de Margaride, produzido pela empresa fundada em 1730 e reconhecida como a mais antiga fábrica ainda ativa dedicada a este doce na região de Margaride. O produto está à venda em lojas por todo o país, inserido numa lógica de continuidade com a campanha realizada no ano anterior, que registou uma resposta considerável por parte dos clientes.

O Pão de Ló de Margaride caracteriza‑se por uma textura simultaneamente firme e fofa, com sabor rico e ligeiramente adocicado e uma crosta fina de cor dourada. É elaborado segundo um método artesanal que remonta a cerca de 300 anos, entretanto preservado pela Casa Leonor Rosa da Silva, que continua a produzir o doce com base numa receita herdada de geração em geração. A fase de divisão do bolo é feita manualmente, mantendo o processo como se fazia historicamente.

Em declarações citadas pela empresa, André Duarte, Diretor Comercial de Perecíveis do Pingo Doce, refere que, no ano passado, o Pão de Ló de Margaride foi “um verdadeiro sucesso”, com a autenticidade e a tradição do produto a serem destacadas como fatores decisivos na aceitação junto dos consumidores. Neste contexto, a renovação da parceria com a Casa Leonor Rosa da Silva é apresentada como uma forma de reforçar o compromisso do Pingo Doce com a valorização de produtos de pastelaria tradicionais nacionais, sem perder de vista a procura de referências reconhecíveis e associadas a momentos festivos como a Páscoa.

A Casa Leonor Rosa da Silva, fundada em 1730, é referida como a mais antiga fábrica de Pão de Ló de Margaride ainda em funcionamento, mantendo um processo produtivo que combina ingredientes tradicionais com um método de confeção artesanal. A empresa foi oficialmente reconhecida como Fornecedora da Real e Ducal Casa de Bragança em 1888 e, posteriormente, como Fornecedora da Casa Real Portuguesa em 1893, marcadores que sublinham a continuidade da relação com o circuito real e institucional. Segundo a administração, o doce é feito “tal como nos foi ensinado pelas gerações que nos antecederam”, com foco em rigor, tradição e dedicação ao saber‑fazer secular.

Na mesma nota, Guilherme Lickfold, gerente da Casa Leonor Rosa da Silva, realça que a colaboração com o Pingo Doce facilita a distribuição do Pão de Ló de Margaride por todo o território nacional, aproveitando o período da Páscoa como momento de maior visibilidade. Para este ano, a edição especial do Pão de Ló de Margaride é disponibilizada em dois formatos, mantendo o de 600 gramas, por 7,99€, e acrescentando a referência de 1 quilo, vendida por 12,99€, com o objetivo de diversificar a oferta sem alterar a forma de produção nem a receita artesanal historicamente associada ao produto.

BYD apresenta Blade Battery 2.0 e FLASH Charging para reduzir as barreiras à mobilidade elétrica

O primeiro modelo europeu com Blade Battery 2.0 e FLASH Charging será o DENZA Z9GT, um grand tourer de topo do BYD Group.

A fabricante chinesa BYD deu um novo passo no desenvolvimento da mobilidade elétrica com a introdução da segunda geração da BYD Blade Battery e do sistema de carregamento ultrarrápido denominado FLASH Charging. Estas tecnologias surgem com o objetivo de reduzir ou eliminar, na prática, algumas das principais barreiras que ainda condicionam a adoção generalizada dos carros elétricos: a velocidade de carregamento, o desempenho em temperaturas baixas e a atenção excessiva dos consumidores à capacidade da bateria e à autonomia.

A BYD Blade Battery 2.0 resulta de cerca de seis anos de investigação intensiva, tendo sido concebida para ser a base tecnológica que suporta o novo sistema de carregamento ultrarrápido FLASH Charging. A segunda geração da Blade Battery mantém o foco nas baterias de fosfato de ferro‑lítio (LFP), que já se distinguem pela segurança e durabilidade, mas incorpora uma série de melhorias estruturais e de gestão iónica que permitem aumentar a densidade energética e, ao mesmo tempo, acelerar significativamente o processo de carregamento. A densidade energética da nova bateria registou um acréscimo de cerca de 5% face à geração anterior, o que se traduz, em termos de utilização prática, em autonomias superiores com uma única carga, podendo superar os 1.000 km segundo o ciclo de testes CLTC, utilizado na China.

Para conciliar maior densidade energética com carregamento ultrarrápido sem comprometer a segurança, a BYD desenvolveu um sistema denominado FlashPass Ion Transport, que trabalha na forma como os iões de lítio se deslocam entre o cátodo e o ânodo. Um dos elementos centrais passa pelo cátodo Flash‑Release, que adota uma arquitetura multinível com partículas de diferentes dimensões e orientação controlada, permitindo uma elevada densidade energética e uma libertação mais rápida de iões. A outra parte do sistema é o eletrólito Flash‑Flow, otimizado com recurso a inteligência artificial, de forma a garantir uma condutividade iónica elevada e uma mobilidade rápida dos iões dentro da célula.

No ânodo, a solução da BYD baseia‑se no conceito Flash‑Intercalate, que recorre a uma estrutura tridimensional com múltiplos pontos de inserção de lítio, permitindo que os iões de lítio sejam intercalados em alta velocidade, em 360°, o que reduz a resistência interna e diminui a geração de calor. Há ainda uma inovação adicional a nível do ânodo, com a reestruturação de elétrodos de elevado débito e partículas de grafite alinhadas perpendicularmente ao plano do elétrodo, de forma a reduzir ainda mais a resistência ao transporte de iões e permitir uma intercalação mais rápida e eficiente, mantendo ao mesmo tempo a durabilidade e a estabilidade da bateria.

A nova camada SEI (Solid Electrolyte Interphase), que se forma na superfície do ânodo em qualquer bateria de iões de lítio, foi também revista na Blade Battery 2.0. A solução da BYD combina engenharia molecular e otimização estrutural macroscópica para criar uma camada ultrafina, que permite maior condutividade iónica, mas ao mesmo tempo é densa e quimicamente estável. O sistema integra ainda tecnologia dinâmica de autorreparação, que contribui para manter o equilíbrio entre uma espessura reduzida e uma elevada resistência, ajudando a prolongar a vida útil da bateria.

A segurança continua a ser um dos pilares centrais da plataforma Blade Battery. A segunda geração não só manteve os níveis de proteção da primeira, como foi submetida a novos testes de referência, incluindo o que a BYD descreve como o primeiro teste simultâneo de carregamento FLASH e perfuração por prego (Nail Penetration Test) realizado no mundo. Neste tipo de teste, uma bateria é intencionalmente perfurada por um objeto metálico pontiagudo, simulando um impacto grave, e a presença de fuga térmica, fumo ou incêndio é um dos principais indicadores de risco. A Blade Battery 2.0 passou esse teste sem registar fuga térmica, fumo ou incêndio, mesmo após 500 ciclos de carregamento FLASH, o que evidencia a robustez da solução em cenários extremos.

A bateria também foi testada em condições de curto‑circuito forçado em quatro células em simultâneo, situação capaz de gerar temperaturas que ultrapassam os 700 °C. Mesmo nesse cenário, não ocorreram incêndios nem explosões, o que reforça a ideia de que a nova geração da Blade Battery não sacrifica a segurança em nome do aumento de desempenho ou da velocidade de carregamento. Ainda em termos de durabilidade, a BYD indica que a segunda geração reduz a degradação da capacidade global em cerca de 2,5% face à primeira, o que significa que a bateria mantém uma parte maior da sua capacidade nominal ao longo de um número elevado de ciclos, o que é relevante para o uso quotidiano por parte dos clientes.

O segundo pilar desta estratégia é o sistema de carregamento FLASH Charging, que atinge até 1.500 kW de potência através de um único conetor, na versão definida para o mercado chinês. Trata‑se de um carregador ultrarrápido de produção em série, pensado para funcionar em conjunto com a Blade Battery 2.0, de forma a permitir tempos de carregamento muito reduzidos, mesmo em condições atmosféricas adversas. Em condições normais, a BYD indica que é possível passar de 10% para 70% de carga em cerca de cinco minutos e de 10% para 97% em aproximadamente nove minutos.

Em temperaturas extremas, a diferença face a sistemas de carregamento convencionais tende a ser mais evidente. A BYD afirma que, mesmo a -30 °C, o tempo necessário para levar a bateria de 20% para 97% é de cerca de 12 minutos, o que sugere um esforço considerável de otimização térmica, tanto na gestão da bateria como no funcionamento do carregador. A redução do tempo de carregamento em condições tão frias é um dos aspetos que mais pesam na decisão de compra de muitos consumidores, sobretudo em mercados europeus e de clima continental, onde o inverno traz temperaturas negativas prolongadas.

O design do FLASH Charger também foi pensado para responder a algumas das criticas frequentes às estações de carregamento convencionais, sobretudo em termos de ergonomia e higiene. O sistema adota um design suspenso em forma de T, que mantém o conector e o cabo afastados do chão, evitando o contacto direto com poeira, sujidade ou água. O conector é mais leve do que muitos dos modelos existentes, enquanto o cabo é integrado num sistema com roldana e calha deslizante, facilitando a ligação ao veículo independentemente da posição da tomada de carregamento, o que pode ser particularmente útil em veículos com tomadas em locais pouco acessíveis.

Para suportar a expansão do FLASH Charging, a BYD recorreu a um sistema de armazenamento de energia com descarga ultrarrápida, integrado nas estações de carregamento. Este sistema utiliza uma bateria que é carregada gradualmente, em momentos de menor exigência sobre a rede elétrica, e que, quando necessário, funciona como reservatório energético e como amplificador de potência, permitindo disponibilizar grandes quantidades de energia em curtos períodos. Essa abordagem ajuda a mitigar limitações locais da rede elétrica, reduzindo o risco de sobrecargas e facilitando a instalação de estações em locais onde uma ligação direta de alta potência seria tecnicamente mais complexa.

A entrada desta tecnologia no mercado europeu será liderada pelo DENZA Z9GT, um veículo de topo da marca premium DENZA, integrada no BYD Group. O Z9GT é um grand tourer de estilo shooting brake, posicionado como um modelo de alta gama, e será o primeiro veículo comercializado na Europa equipado com a BYD Blade Battery 2.0 e com compatibilidade para o sistema FLASH Charging.

Novo trailer de Star Wars: Maul – Shadow Lord antecipa vingança e novos aliados

O segundo trailer da nova série Star Wars focada em Maul vem carregado de revelações.

A Lucasfilm lançou um novo trailer de Star Wars: Maul – Shadow Lord, a nova série animada da saga, com estreia marcada para 6 de abril no Disney Plus. O trailer aprofunda a premissa já conhecida: Maul está a reconstruir o seu império criminoso após os eventos de The Clone Wars e revela que o palco principal da ação é Janix, um planeta fora do alcance direto do Império, onde o ex-Sith tenta reunir forças suficientes para se vingar do seu antigo mestre, Darth Sidious.

O trailer clarifica também a relação entre Maul (Sam “Starkiller” Witwer) e Devon Izara (Gideon Adlon), confirmada agora como uma jovem Padawan Twi’lek que sobreviveu à Ordem 66 ao lado do seu mestre, Eeko-Dio-Daki (Dennis Haysbert), com Maul a propor a Devon uma aliança para destruir o Império, que é um inimigo comum de ambos. Devon parece hesitar, ciente de que Maul nunca poderá ser de confiança, mas a oferta é difícil de recusar.

O trailer também introduz dois Inquisidores imperiais, o Décimo Primeiro Irmão e Marrok, figuras já conhecidas dos fãs de The Clone Wars e Rebels, que surgem agora em confronto com Brander Lawson, o capitão local de Janix interpretado por Wagner Moura. Também se veem guerreiros Zabrak armados em combate contra forças imperiais, numa referência que aponta para os Nightbrothers, os guerreiros do mesmo clã de Maul, que poderão ter um papel na reconstrução do seu grupo criminoso. Com um elenco que conta também com a participação das vozes de Richard Ayoade, Dennis Haysbert, Chris Diamantopoulos, Charlie Bushnell, Vanessa Marshall, David C. Collins, A.J. LoCascio e Steve Blum, Star Wars: Maul – Shadow Lord estreia com dois episódios no dia 6 de abril, no Disney Plus, com o final da série agendado para 4 de maio.

Wallapop club: novo programa de fidelização dá descontos no envio de produtos

O novo programa de fidelização Wallapop Club promove o uso habitual da segunda mão e premeia a participação ativa dos utlizadores, com o objetivo de impulsionar um modelo de consumo mais sustentável.

A Wallapop, que alega ser a plataforma líder de compra e venda de artigos de segunda mão na Península Ibérica, viu-se confrontada com a crescente necessidade de reforçar a retenção de utilizadores num mercado onde a fidelização passa cada vez mais por recompensas tangíveis além da simples conveniência da transação. Neste contexto, e após um período de testes internos, a empresa lançou oficialmente o Wallapop Club, um programa de fidelização que atribui pontos a cada transação realizada na plataforma.

A adesão ao Wallapop Club é automática e gratuita para qualquer utilizador com conta ativa na aplicação, ou seja, não há necessidade de registo separado. Os pontos são creditados sempre que um utilizador compra ou vende um artigo através da Wallapop, bem como quando completa os desafios propostos dentro do clube. O valor base do produto serve de referência para a atribuição: cada euro gasto corresponde a cinco pontos, enquanto os custos de envio e as taxas de Proteção Wallapop são excluídos do cálculo. A atribuição ocorre no momento em que a transação é considerada concluída – quando o comprador confirma a receção ou quando o sistema confirma automaticamente a operação.

Existem limites estabelecidos: não é possível obter mais de 12 .500 pontos numa única transação nem ultrapassar 52. 500 pontos num mesmo dia. Os pontos adquiridos têm validade de um ano a partir da data em que são atribuídos e, nesse período, podem ser trocados por descontos nos portes de envio ou, exclusivamente em Espanha, por reduções no custo dos serviços de Destaque que aumentam a visibilidade dos anúncios. Essa última vantagem não se aplica a veículos, máquinas, ofertas de emprego, serviços ou imóveis.

Os pontos podem ser resgatados no próprio momento de pagamento: os descontos aparecem de forma automática no ecrã de confirmação do envio ou, em Espanha, no ecrã de pagamento do Destaque. O número de pontos necessário varia conforme a oferta e os descontos obtidos podem ser combinados com outras promoções em curso. Caso uma compra seja cancelada, os pontos que foram utilizados nessa transação são devolvidos ao saldo do utilizador.

Os pontos não possuem valor monetário direto, não podem ser levantados como dinheiro nem transferidos para outras contas, e o seu uso está limitado aos benefícios previstos no regulamento do clube. Essa estrutura pretende incentivar a repetição de compras e vendas através do serviço de envios, ao mesmo tempo que oferece uma forma de reduzir custos associados às transações na plataforma.

Há também desafios – que no fundo são tarefas de duração limitada – que concedem pontos adicionais quando concluídos. Todos os membros podem participar, salvo indicação em contrário, e novos desafios são acrescentados regularmente na secção Wallapop Club do perfil.

Hotel do Albói inaugura rooftop Maré Alta com vista sobre a Ria de Aveiro

O novo rooftop do Hotel do Albói, designado Maré Alta, fica obviamente localizado no topo do edifício e oferece uma vista sobre a Ria de Aveiro e menu com tapas e brunch.

O Hotel do Albói, situado no centro histórico de Aveiro, vai abrir ao público o seu novo rooftop bar, designado Maré Alta, no próximo sábado, dia 21 de março. O espaço fica localizado no topo do edifício do hotel e oferece uma vista panorâmica sobre a Ria de Aveiro e sobre o centro histórico da cidade.

Segundo a informação divulgada pelo empreendimento, o objetivo do Maré Alta é proporcionar a hóspedes e visitantes um ponto de observação privilegiado da cidade, adequado para finais de tarde, encontros informais ou momentos de celebração.

A proposta gastronómica do rooftop apresenta-se como contemporânea e descontraída, tendo como inspiração os sabores da região e sendo pensada para ser partilhada. A carta inclui petiscos de marisco, pratos leves e tapas de inspiração mediterrânica, todos confecionados com ingredientes frescos e sazonais. Entre as sugestões destacam‑se o Berbigão da ria, o Tártaro de atum com avocado e algas estaladiças, as Gambas ao alho e tábuas com produtos selecionados. Para acompanhar a comida, o Maré Alta dispõe de uma carta de cocktails que combina criações criativas, versões reinterpretadas de clássicos e bebidas premium, de modo a corresponder ao ambiente descrito como informal e sofisticado.

Para além do serviço ao longo da semana, o rooftop vai funcionar também com um brunch aos domingos e feriados, entre as 11h30 e as 16h. Essa modalidade pretende transformar as manhãs de fim de semana em ocasiões de convívio descontraído, voltada para famílias, grupos de amigos e visitantes que queiram desfrutar da cidade com mais tempo e tranquilidade, mantendo a vista sobre a ria como pano de fundo.

O Hotel do Albói foi inaugurado em outubro do ano anterior e classifica‑se como uma unidade hoteleira de quatro estrelas, com uma identidade que assenta na combinação de arte, design e sustentabilidade. Nesse sentido, o espaço integra obras de artistas portugueses de reconhecimento, nomeadamente Bordalo II, Vanessa Barragão e Iva Viana, reforçando a ligação do projeto à cultura e à criatividade nacionais.

A experiência proporcionada pelo hotel estende‑se a diversos ambientes distintos. O Restaurante Salineira apresenta uma proposta de gastronomia de autor que tem como base a sazonalidade e os produtos locais, enquanto a Cafetaria Maré Baixa foi concebida para servir como local de pausa e partilha. Já o Salinas Harmony é uma área dedicada ao relaxamento e ao bem‑estar dos hóspedes.

O Hotel do Albói representa o projeto mais recente do Grupo Albói, que detém o Hotel das Salinas e o Hotel Aveiro Center. Ambos os hotéis encontram‑se instalados no tradicional bairro do Albói, considerado uma das zonas mais emblemáticas da cidade e um ponto de partida privilegiado para quem pretende explorar o canal central da Ria de Aveiro, os edifícios de Arte Nova, a Sé Catedral, os museus, a Universidade de Aveiro e a icónica Praça do Peixe.

Novo Centro de Operações e pista renovada reforçam capacidade do Aeroporto do Porto para futuro

Na cerimónia do 80.º aniversário, foram inaugurados o Centro de Coordenação de Operações e a pista totalmente renovada, enquanto o Aeroporto do Porto prepara expansão do terminal e novos projetos de carga e mobilidade.

O Aeroporto Francisco Sá Carneiro assinalou 80 anos de atividade com a inauguração oficial do novo Centro de Coordenação de Operações e da pista totalmente renovada.

As obras de renovação da pista, concluídas após 19 meses e com um investimento de 50 milhões de euros – o maior alguma vez realizado no aeroporto – incluem a repavimentação completa, a modernização do sistema de drenagem, a substituição da iluminação do aeródromo por tecnologia LED e a instalação de um Sistema de Aterragem por Instrumentos (ILS) de Categoria II, que permite operações em condições de baixa visibilidade.

Para além disso, a ANA|VINCI Airports está também a implementar um programa de modernização no Aeroporto Francisco Sá Carneiro que já contemplou a remodelação da área de partidas, a ampliação e renovação do lounge (800 m², 200 lugares), a modernização dos serviços Fast Track e do canal prioritário para famílias e pessoas com mobilidade reduzida, a instalação do serviço de self‑bag‑drop de bagagem, a modernização da loja Duty Free e a criação de novas áreas de espera, lazer e zonas para animais de estimação.

Foi igualmente apresentado ao Governo um Plano Diretor para o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, que inclui a expansão do terminal e a construção de novas portas de embarque. Estão em estudo outros projetos, como um novo terminal de carga, um novo hangar de manutenção a ser construído pela TAP e a ligação à futura linha ferroviária de alta velocidade.

Em 2025, o aeroporto do Porto registou 16,9 milhões de passageiros, o número mais elevado de sempre, correspondente a um aumento de 6,3% face a 2024. O aeroporto dispõe atualmente de mais de 120 destinos diretos, ligando o Norte de Portugal à Europa, às Américas e a África.

Uber Eats e Hamburgueria do Bairro lançam hambúrguer exclusivo no Burger Fest

Novo hambúrguer Urban Rush marca a colaboração entre Uber Eats e Hamburgueria do Bairro no Burger Fest, disponível até 29 de março.

O Uber Eats associou-se à Hamburgueria do Bairro para o lançamento de um novo hambúrguer no âmbito do evento Burger Fest, que decorre até 29 de março. O resultado da colaboração é o Urban Rush, um hambúrguer criado em exclusivo para estar disponível na aplicação do Uber Eats durante o período da iniciativa.

Como parte da campanha, os pedidos efetuados através da aplicação beneficiam de uma oferta 2×1, válida numa seleção de restaurantes especializados em hambúrgueres. A Hamburgueria do Bairro, conhecida pelas combinações criativas e pelo enfoque na qualidade dos ingredientes, aceitou o convite para desenvolver uma receita pensada sobretudo para apreciadores de bacon.

O Urban Rush é preparado com 160 gramas de carne, queijo cheddar, bacon, cebola roxa picada e um molho caseiro. A receita foi criada com o objetivo de oferecer um sabor equilibrado e uma experiência que se distancia das opções tradicionais da marca. O hambúrguer está disponível unicamente através do Uber Eats durante o Burger Fest.

A campanha integra ainda um passatempo dirigido aos utilizadores da aplicação. Quem fizer pedidos em restaurantes parceiros entre as datas do evento fica habilitado a ganhar 500€ em vales promocionais, utilizáveis na loja Worten através da app do Uber Eats. Para participar, é necessário seguir o perfil do Uber Eats no Instagram, responder à questão “O que para ti é uma Ultimate Burger Night?” usando apenas emojis e identificar três pessoas. O vencedor será selecionado pelo júri do Uber Eats com base na criatividade e originalidade da resposta.

Huawei lança o Curve Pay em alguns dos seus smartwatches

O Curve Pay introduz em alguns smartwatches da Huawei uma nova forma de fazer pagamentos.

A Huawei lançou o Curve Pay na AppGallery para vários modelos de smartwatches, permitindo a realização de pagamentos por aproximação apenas com o relógio. A funcionalidade fica assim disponível em equipamentos como o Huawei Watch GT Runner 2, a série Watch GT 6, a série Watch Fit 4 e a série Watch GT 5.

Com o Curve Pay, os utilizadores pode optar por fazer pagamentos contactless, bastando aproximar o smartwatch de um terminal compatível para concluir uma compra, tal como acontece com outros sistemas de pagamento móvel. A parceria entre a Huawei e a Curve não é nova, uma vez que a plataforma foi uma das primeiras a suportar pagamentos contactless nos smartphones da marca, desempenhando um papel importante na consolidação do ecossistema baseado nos Huawei Mobile Services. A chegada desta tecnologia aos relógios surge apoiada pela integração com o Huawei Wallet, que centraliza a gestão de cartões e transações.

O Curve Pay distingue‑se pela flexibilidade que oferece. Entre as funcionalidades mais relevantes estão a possibilidade de alterar o cartão utilizado numa compra até 120 dias após a transação, taxas de câmbio em tempo real sem custos adicionais, compatibilidade com cartões Visa e Mastercard e até suporte para contas PayPal, algo muito pouco comum em sistemas de pagamento para smartwatches.

Microsoft recua na integração profunda do Copilot no Windows 11

Os planos da Microsoft anunciados em 2024 foram abandonados (ou adiados) e as novas funções de IA surgem agora sem ligação direta ao assistente.

A Microsoft pode ter mudado a sua estratégia de implementação do Copilot no Windows 11, abandonando os planos de transformar o assistente num elemento omnipresente do sistema operativo. As funcionalidades anunciadas em 2024, que prometiam integrar o Copilot em áreas como as Definições, o Centro de Notificações e até no Explorador de Ficheiros, acabaram por ser arquivadas ou adiadas indefinidamente.

Esta mudança representa um alívio para muitos utilizadores que não viam com bons olhos a ideia de ter o assistente espalhado por várias partes do sistema. Na altura do anúncio dos primeiros Copilot+ PCs, os responsáveis da Microsoft chegaram a demonstrar publicamente algumas dessas integrações, garantindo que chegariam ainda em 2024. No entanto, o ano terminou sem qualquer lançamento, nem sequer em versões de teste, e quase dois anos depois, os recursos continuam ausentes.

Agora, fontes próximas do desenvolvimento indicam que o adiamento do controverso Windows Recall foi um ponto de viragem. A polémica em torno do recurso obrigou a empresa a reorganizar prioridades internas, levando vários projetos relacionados com inteligência artificial a ficarem temporariamente em segundo plano. Com o tempo, a Microsoft retomou parte dessas iniciativas, mas sem as associar diretamente ao nome Copilot. Em vez disso, outras novas funções de IA começaram a surgir de forma discreta e independente dentro de aplicações e componentes do sistema. O menu Definições, por exemplo, recebeu uma pesquisa semântica capaz de sugerir ajustes relevantes, enquanto o Explorador de Ficheiros passou a incluir ações inteligentes contextuais.

A diferença está na forma como estas funcionalidades atuam. A visão inicial do Copilot previa que o assistente executasse tarefas diretamente no sistema, substituindo passos manuais. Já a atual implementação limita‑se a encaminhar o utilizador para aplicações externas ou para áreas específicas do Windows, sem assumir o papel centralizado que antes lhe era atribuído.

Outro projeto que parece ter perdido força envolve sugestões inteligentes nas notificações, com um elemento que permitiria ao Copilot surgir em alertas de aplicações com atalhos rápidos para responder mensagens ou abrir ficheiros. De acordo com as mesmas fontes, dificilmente esta funcionalidade será lançada com a marca Copilot, embora possa regressar futuramente sob outra abordagem e a própria nomenclatura interna do Windows reflete esta mudança de rumo. O antigo Windows Copilot Runtime passou a chamar‑se Windows AI APIs, refletindo que que a empresa está mais focada em criar uma infraestrutura de IA transversal do que em promover um assistente unificado.

Cyberpunk 2077 vai receber atualização para a PlayStation 5 Pro

A atualização de Cyberpunk 2077 promete tirar partido das capacidades da PlayStation 5 Pro.

A PlayStation 5 Pro começou a receber uma série de atualizações em alguns jogos, graças ao lançamento da nova versão do PSSR, que foi originalmente introduzido com o lançamento de Resident Evil Requiem.

Agora, entre os vários títulos que se preparam para ser atualizados, confirma-se também Cyberpunk 2077, o ambicioso jogo futurista da CD Projekt Red, que anteriormente tinha afirmado que não haveria atualizações prometidas para o efeito.

O anúncio feito nas redes sociais serviu apenas de confirmação de que Cyberpunk 2077 irá, em breve, receber uma nova atualização que será exclusivamente técnica, ou seja, sem a adição de novos conteúdos. A mesma publicação também alude ao facto de esta atualização ser exclusiva à PlayStation 5, focando-se especificamente na PlayStation 5 Pro.

Sem detalhes para já, nem uma data concreta de lançamento, espera-se que esta atualização venha beneficiar o jogo com resoluções 4K (via imagens reconstruídas) melhor fluidez e, talvez, novos efeitos de Ray-Tracing, que na versão atual do jogo apenas melhoram as sombras do ambiente, com impacto na taxa de frames.

Cyberpunk 2077 foi originalmente lançado em 2020 com uma otimização negativa nas consolas PlayStation 4, algo que obrigou na altura a produtora a remover o jogo das lojas digitais. Desde então o jogo recebeu dezenas de atualizações, uma versão nativa para as consolas atuais e uma expansão, tornando-o num dos melhores RPGs da atualidade.

Cyberpunk 2077 também pode ser jogado no PC, na Nintendo Switch 2 e na Xbox Series X|S, e ficou também disponível recentemente no Xbox Game Pass.

Mercado dos jogos para PC pode ultrapassar as consola em receitas até 2028

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A empresa de dados de mercado Newzoo projeta que as receitas de jogos em PC vão superar as da consola até 2028, impulsionadas pela expansão na Ásia e por maior dinâmica de preços.

Um novo relatório, divulgado esta semana durante o Game Developers Conference, aponta para uma taxa de crescimento anual composta de 6,6% no PC entre 2025 e 2028, contra 4,4% nas consolas. O mercado combinado dos dois segmentos cresceu 7% em 2025, para 88,3 mil milhões de dólares, e deverá atingir os 103,7 mil milhões em 2028, o que a Newzoo, autora do relatório, descreve como a primeira expansão notável desde a desaceleração pós-pandemia.

De acordo com o relatório, prevê-se que a base de jogadores de PC deverá ultrapassar os mil milhões em 2028. Ben Porter, diretor de consultoria da Newzoo, menciona o mercado japonês nesta expansão, enquanto um mercado historicamente focado nos jogos móveis e de consolas, estando agora a descobrir a Steam de forma mais expressiva. Em contraste, encontra-se a China, onde o crescimento é em volume, com um gasto médio por utilizador mais baixo.

No que toca a números concretos, no PC os jogos premium representaram 29% das receitas totais em 2025 e foram o principal motor de crescimento, com uma subida de 11,8% entre lançamentos AAA, AA e independentes, num contexto em que o envolvimento fora dos 20 títulos mais jogados subiu de 33% em 2022 para 42% em 2025, sinalizando uma base de consumo mais distribuída. Nesse enquadramento, os títulos abaixo dos 30 dólares ganharam força considerável, com os novos lançamentos nessa faixa a crescerem 156%.

Já nas consolas, os jogos premium acima dos 50 dólares representaram cerca de 80% das receitas premium, que cresceram 12% face ao ano anterior, enquanto as micro-transações caíram ligeiramente – um reflexo de alguma pressão nos ecossistemas de jogos-enquanto-serviço -, e as receitas de subscrições cresceram de forma modesta, sobretudo por via de aumentos de preço e migrações para escalões superiores. A Newzoo conclui que o segmento continua mais dependente de lançamentos blockbuster e de ciclos de hardware do que o PC.

Transversalmente aos dois segmentos, a faixa entre os 30 e os 50 dólares emerge como o de crescimento mais rápido entre os premium. Entre os títulos mais jogados, Roblox liderou em 2025 com um aumento de 52% no tempo de jogo, seguido de Fortnite e de Call of Duty.

Warhammer 40,000: Space Marine 2, Persona 5 Royal e Blasphemous 2 entre os destaques do PlayStation Plus em março

Para além de Space Marine 2 e Persona 5 Royal, o catálogo do PlayStation Plus recebe também Metal Eden, Astroneer e Lord of the Rings: Return to Moria, entre outros, já a 17 de março.

A PlayStation revelou as novidades que chegam ao catálogo do PlayStation Plus para os subscritores Premium e Extra em março, com uma seleção variada que tem em Warhammer 40,000: Space Marine 2 o seu maior destaque. O jogo da Saber Interactive coloca os jogadores na pele do lendário Space Marine Titus numa campanha de ação na terceira pessoa intensa e espetacular, onde centenas de inimigos em simultâneo preenchem o ecrã, com missões cooperativas para três jogadores e modos PvP para seis contra seis.

Persona 5 Royal é outra entrada de peso. A versão expandida e reajustada do aclamado RPG da Atlus convida os jogadores a voltarem a juntar-se aos Phantom Thieves numa aventura enriquecida com novos personagens, novas histórias e localizações, um arco narrativo inédito e uma banda sonora também nova do compositor Shoji Meguro, que assinou a original.

Há espaço também para Blasphemous 2, que dá continuidade à saga de Penitente numa nova terra misteriosa, com um mundo labiríntico para explorar repleto de inimigos grotescos e chefes retorcidos, e para Metal Eden, um FPS em ambiente sci-fi que transporta a unidade avançada Aska numa missão suicida pela cidade monolítica Moebius.

Para quem prefere algo mais tranquilo, Astroneer oferece uma sandbox de exploração e construção em planetas deformáveis, com modo cooperativo online incluído. Por sua vez, Lord of the Rings: Return to Moria leva os jogadores de volta às minas de Moria como um grupo de Anões a tentar recuperar a sua lendária morada, em aventuras proceduralmente geradas que podem ser feitas a solo ou em grupo. E, por último, EA Sports Madden NFL 26 traz a mais recente edição do simulador de futebol americano da EA Sports, com um novo sistema de inteligência artificial treinado com dados de quase uma década de jogos da NFL.

Exclusivo para os subscritores da modalidade Premium, o mês de março traz Tekken Dark Resurrection, a versão expandida e enriquecida de Tekken 5, com novos personagens como Lili e Dragunov, modos clássicos de luta e o popular sistema de personalização da série.

Todas estas novidades ficam disponíveis no catálogo do PlayStation Plus a partir de 17 de março.

Xbox revela os primeiros detalhes técnicos do Project Helix na GDC

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A Microsoft falou pela primeira vez sobre o hardware da sucessora da Xbox Series X|S, que promete ray-tracing melhorado, uma parceria aprofundada AMD e com os primeiros devkits a chegarem aos estúdios em 2027.

Durante a Game Developers Conference, a conferência anual dedicada a profissionais da indústria de videojogos, Jason Ronald, vice-presidente de próxima geração da Xbox, aproveitou para apresentar publicamente os primeiros detalhes concretos do Project Helix, o nome de código interno da próxima consola da Microsoft.

Numa publicação no Xbox Wire, é referida que a base técnica do novo hardware resulta numa parceria de vários anos com a AMD – à semelhança do que é esperado para a próxima geração de consolas da PlayStation. O Project Helix terá, assim, um chip personalizado desenvolvido em conjunto pelas duas empresas, desenhado especificamente para tirar partido da próxima geração do DirectX e do FSR Next – a suite de sistemas de reconstrução de imagem da AMD. Estas tecnologias serão, segundo Ronald, responsáveis por dar aos produtores as capacidades de apresentarem nos seus jogos mundos mais dinâmicos, mais realistas e com uma fidelidade considerável mais elevada, com desempenho melhorado de aplicação de técnicas como o ray-tracing, que simula o comportamento da luz nos jogos.

Estas promessas serão postas à prova já a partir do próximo ano, com os primeiros kits de desenvolvimento a chegarem aos estúdios a partir de 2027, o que poderá significar que uma apresentação ao público da nova consola e dos seus jogos possa acontecer apenas em 2028.

A equipa da Xbox aproveitou também o momento para clarificar a sua visão de futuro, confirmando aquilo que já havia anunciado com o teaser do Project Helix. A nova consola será capaz de correr tanto jogos de Xbox como jogos de PC, numa tentativa de aproximar os dois ecossistemas e facilitar a vida dos estúdios que desenvolvem para as duas plataformas. O catálogo Xbox Play Anywhere, que permite comprar um jogo uma vez e jogá-lo tanto em consola como em PC, será uma das grandes vantagens e aspetos a ter em conta nesta estratégia, já que cada vez mais títulos são lançados neste modelo, ultrapassando atualmente os 1.500 títulos disponíveis.

Essa visão de unificação será fortalecida já a partir de abril, quando o Windows 11 receber o chamado Xbox mode, uma interface otimizada para comandos e em fullscreen que já tinha sido testada nas máquinas portáteis ROG Xbox Ally. O conceito passa por entregar a quem joga no PC uma experiência mais próxima da consola, mas sem perder a abertura habitual do Windows, embora por agora a funcionalidade arranque apenas em algumas regiões.

A Xbox, que celebra este ano 25 anos, já começou com muitas alterações, a começar com a mudança de liderança. Ao longo do ano são esperadas outras novidades mais orientadas para os consumidores, entre elas, de acordo com Ronald, novidades sobre formas de jogar títulos clássicos do catálogo histórico da marca, mantendo a compatibilidade com jogos de quatro gerações de consolas, uma promessa que muitos assumem como a chegada de jogos da Xbox, Xbox 360 e da Xbox One aos PCs.

Afinal todos adoram o Concord

Apesar da sua aparente má fama e péssima receção, Concord é afinal um dos videojogos mais amados na indústria dos videojogos, que o diga a comunidade de jogadores que se recusa a deixar o hero shooter da Firewalk Studios morrer.

Instalou-se uma moda na indústria dos videojogos que teima em morrer. Talvez esta moda esteja destinada ao panteão dos memes, daquelas modas que gerações inteiras irão partilhar e republicar até que o contexto se evapore com os anos, mutando-se a uma nova existência. Neste momento, esta moda eterna, o meme dos memes, chama-se Concord. Produzido pela defunta Firewalk Studios, Concord foi um hero-shooter, lançado em 2025 e assassinado 11 dias depois contra todas as expectativas do estúdio e da PlayStation. 200 Milhões de euros depois (e aqui colocamos um “alegadamente” para manter a seriedade jornalística), Concord viu a máquina desligada e o “piiii” agudo assinalou o final da sua vida. Um flop tão grande, tão desastroso que Concord é agora alvo de chacota por uma comunidade que continua a querer sangue.

É necessário estudar o falhanço aparatoso de Concord porque representa alguns dos problemas maiores da indústria dos videojogos. A cultura está podre, algo não está a funcionar e os altos valores de produção ameaçam limitar a indústria a propriedades intelectuais reconhecíveis e a sequelas que procuram alimentar uma comunidade que quer mais do mesmo. Concord tentou perseguir uma moda, os live service, e falhou redondamente. Primeiro, porque se trata de um género difícil de vender aos jogadores, cujo ciclo de retenção nem sempre funciona, e, segundo, porque foi alvo de ataques constantes por uma comunidade conservadora que viu em Concord os valores que continua hoje a repudiar. Os problemas de Concord não devem ser desculpados pelos ataques que recebeu de jogadores que passam demasiado tempo nas redes sociais, muito porque a Sony e a Firewalk Studios quiseram lançar primeiro um produto e depois um projeto minimamente artístico, como se Concord tivesse sido produzido num laboratório para cumprir as quotas dos acionistas. No entanto, não podemos descartar completamente o efeito da opinião pública e das campanhas de ataque que o exclusivo da PlayStation sofreu até ao lançamento.

Com Concord morto, a comunidade celebrou. A celebração continua até hoje, contra tudo e contra todas. Não importa que a indústria dos videojogos continue a despedir milhares de profissionais por ano, se a IA permanece como uma ameaça à criatividade dos seus artistas e que os valores de produção cresçam a um ritmo alarmante, ao ponto da cultura AA estar a morrer. Também não importa que o mercado esteja sobrelotado e que até os indies canibalizem-se porque já não é tão fácil encontrar uma comunidade de jogadores fiéis. O que importa é que Concord morreu e que a PlayStation foi castigada. Antes de Concord, Bleeding Edge, Lawbreakers, Battleborn, Babylon’s Fall, entre outros, também foram casos extremos de flops que prejudicaram as suas produtoras, mas o título da Firewalk Studios foi um ponto de ebulição. A comunidade precisava de um vilão, de um estandarte para abanar, e quis Concord ser esse mártir.

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Highguard (Wildlight Entertainment)

Os ataques contra Concord escudavam-se sobre o manto da responsabilização de uma indústria que continuava a não ouvir a sua comunidade. Para muitos jogadores, o boicote de Concord foi um voto com a carteira, um “basta” ensurdecedor, com o objetivo de mudar a direção da indústria. Só que, ironicamente, nada mudou. Os live service continuam a ser lançados, a indústria continua a tropeçar e a demonstrar como pode ser artisticamente pobre quando os zeros e sifões pisoteiam as equipas de produção. Ninguém ganhou. E como ninguém ganhou, a comunidade quis sangue novo. O sangue não pode deixar de fluir. A comunidade precisava de Concord 2 e assim começou a procura. Hoje é impossível acompanhar o lançamento de um novo jogo sem encontrar um comentário que aluda à sequela espiritual de Concord. Seja um jogo online, cooperativo, single player ou casual, a comunidade corre para fazer a piada e desejar a morte de mais uma produção. “O Dark Souls dos jogos enquanto-serviço andou para Concord 2 poder correr”.

O lançamento de Highguard foi o cimentar da moda, deste meme perpétuo, porque demonstrou, mais uma vez, os problemas que ninguém quer resolver na indústria dos videojogos. Highguard foi novamente vítima de uma indústria que procura modas e rentabilidade fácil. Perante todas as expectativas, Highguard foi lançamento sem uma forte fase de testes, o feedback comunitário foi quase inexistente e o lançamento revelou-se imaturo devido à falta de melhor game design e gameplay loop. Isto tornou Highguard num alvo perfeito e o título de Concord 2 não demorou a chegar. Assim que o título é dado, o jogo está condenado. Então a comunidade desinteressa-se, critica, goza, ataca e elimina as vozes positivas do diálogo para perpetuar a piada. A argumentação desaparece e deixamos de perceber o porquê de Highguard não funcionar para os fãs do género. O diálogo não importa nesta indústria porque vive-se de absolutismo: ou tudo é mau ou tudo é bom. Assim dita a opinião pública.

Marathon chegou este mês ao PC e consolas depois de um ano atribulado repleto de mau feedback, testes nem sempre positivos e mais uma polémica que denegriu a imagem do título da Bungie até hoje. No entanto, a PlayStation e a Bungie decidiram adiar Marathon, retrabalhar as mecânicas e flow da jogabilidade, retirar qualquer material plagiado e ouvir a comunidade. Apesar dos seus problemas, Marathon procurou aproximar-se dos jogadores e dar-lhes a experiência que procuravam. Com o tempo, a opinião mudou, mas durante meses, e ainda hoje podemos ouvir, Marathon foi o “Concord 2, 3, 4, ad infinitum”. Ninguém está ileso, nem mesmo quando o trabalho é bem feito e há uma busca por redenção. O que teria acontecido a No Man’s Sky se fosse lançado em 2026? Existiria espaço para a Hello Games redimir a sua imagem ou o jogo teria morrido durante o lançamento?

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Marathon (Bungie)

A revolta proporcionada por Concord e o seu cancelamento devia ter unido a comunidade contra as más práticas da indústria dos videojogos, mas o efeito foi o oposto. Os problemas continuam, pouco ou nada mudou, e a comunidade não tem sequer um objetivo para as críticas que lança diariamente. É uma revolta vazia que se move pelas redes sociais por humor e pouco mais, pedindo a participação de jogadores que nunca iriam experimentar um jogo para perpetuar os ataques constantes aos novos lançamentos que não satisfazem a mentalidade de grupo. Isto enoja-me. Há tanto para criticar e Concord foi um sintoma de algo muito maior, mas a discussão perdeu-se com o tempo. Vivemos numa era de absolutismo, não há intermédios e não há espaço para pensar sobre o que estamos a ver e a jogar.

O que importa reter sobre esta discussão é que Concord, contra todas as expectativas, foi imortalizado pela própria comunidade que o procurou destruir. Apesar do seu cancelamento ter levado ao encerramento da Firewalk Studios, a centenas de despedimentos e de uma mudança de estratégia pela Sony e a marca PlayStation, Concord continua a existir como um espetro sobre a indústria dos videojogos. Concord é um jogo imortal, um ponto de viragem, um mártir que se ergueu sobre as ruínas de um género e uma moda que continuam a levantar críticas duras pela comunidade. Para muitos, este foi um ponto de viragem, um enorme e gritante “já chega” que vai ser ouvido durante décadas. Defendo que Concord não poderá ser esquecido porque Concord é agora um adjetivo, um ponto de comparação. O seu pico de jogadores em simultâneo não ultrapassou os 697 jogadores na Steam, mas basta abrir qualquer rede social e podemos confirmar que Concord está vivo e vai permanecer vivo enquanto a comunidade continuar a utilizar o seu nome para derrubar futuros jogos. E sabem que mais? Isto é poético.

Oeiras International School cresce com novo campus dedicado ao ensino secundário

O novo campus da Oeiras International School irá acolher os alunos dos Years 10 a 13 e integra soluções sustentáveis de energia e aprendizagem prática.

A Oeiras International School (OIS) completa 15 anos de atividade e prepara-se para abrir um novo campus no concelho de Oeiras, destinado aos alunos das fases finais do ensino secundário. A inauguração está prevista para setembro, numa expansão que pretende acomodar o crescimento gradual da comunidade escolar e reforçar a sua capacidade de resposta ao aumento de procura.

Fundada em 2010 como instituição sem fins lucrativos, a OIS acolhe atualmente mais de 460 alunos com idades entre os 6 e os 18 anos, representando 48 nacionalidades, e emprega mais de uma centena de colaboradores. As turmas são de dimensão reduzida – em média, 16 estudantes por grupo, com um limite máximo de 18 – característica que, segundo a escola, continua a orientar o modelo de ensino centrado no aluno. O plano de crescimento prevê que, até 2030, a escola atinja cerca de 700 alunos e um corpo de 150 colaboradores.

O novo campus ficará localizado a cerca de sete minutos do atual espaço, conhecido como Quinta Campus, e acolherá exclusivamente os alunos dos Years 10 a 13, correspondentes ao ensino secundário. O edifício foi recentemente renovado, com adaptações pensadas para responder às exigências pedagógicas da instituição. É energeticamente autossuficiente devido à instalação de painéis solares e dispõe de uma área exterior com horta biológica, concebida para integrar atividades de aprendizagem prática e projetos ligados à sustentabilidade ambiental.

Este passo marca uma nova fase na evolução da escola, que mantém a aposta em turmas pequenas e na proximidade entre docentes e alunos. A expansão visa consolidar a capacidade de ensino e reforçar as condições oferecidas para os últimos anos do percurso académico, numa preparação mais direcionada para o ensino superior e para a vida profissional.

Em paralelo, a OIS prevê alterações na organização do atual campus principal. A partir do próximo ano letivo, o espaço passará a concentrar os primeiros níveis do ensino primário. As turmas equivalentes ao 2.º e 3.º ano (Years 3 e 4) serão transferidas para o Quinta Campus em 2026, seguindo-se o 1.º ano (Year 2) no ano seguinte. A escola pretende, desta forma, dedicar o campus original às primeiras etapas de aprendizagem, oferecendo aos alunos mais novos um ambiente em contacto com a natureza e condições adequadas ao desenvolvimento das bases do seu percurso educativo.

Continente alarga Ecospots a todas as lojas até final de 2026

O Continente vai ter Ecospots em todas as lojas até 2026, espaços dedicados à recolha de resíduos para reciclagem e preparados para integrar o Sistema de Depósito e Reembolso.

O Continente vai alargar a todas as suas lojas, até final de 2026, o conceito Ecospot, um espaço integrado dedicado à recolha e separação de resíduos para reciclagem. A iniciativa insere-se na estratégia de sustentabilidade da MC e visa facilitar o encaminhamento de diferentes tipos de resíduos, reforçando práticas de consumo mais responsáveis.

Os Ecospots concentram num único local várias possibilidades de depósito, desde materiais habitualmente difíceis de reciclar – como cápsulas de café ou rolhas de cortiça – até resíduos mais comuns. Cada ponto está preparado para receber, também, as máquinas do Sistema de Depósito e Reembolso (SDR), que entra em funcionamento a 10 de abril e permitirá aos consumidores devolver embalagens de bebidas e recuperar o valor do depósito associado.

Além disso, os espaços destinam-se à recolha de óleos alimentares usados e de roupa em fim de vida, e poderão ser adaptados para ações sazonais como campanhas de regresso às aulas, dedicadas à recolha de cadernos e outros materiais escolares.

Atualmente disponíveis em mais de 150 lojas, os Ecospots serão gradualmente implementados em todos os formatos da insígnia – Continente, Continente Modelo e Continente Bom Dia – garantindo cobertura nacional, incluindo ilhas.

Sigur Rós regressam a Portugal em setembro com concertos em Lisboa e no Porto

Os Sigur Rós trazem a Portugal a sua digressão com orquestra, num alinhamento que cruza temas de ÁTTA com momentos emblemáticos da carreira.

A banda islandesa Sigur Rós regressa a Portugal em setembro de 2026 para dois concertos inseridos na sua atual digressão mundial. O grupo atua a 13 de setembro no Coliseu Porto AGEAS e a 17 de setembro no Sagres Campo Pequeno, em Lisboa. Em ambas as datas, o trio sobe ao palco acompanhado pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa e pelo Coro Ricercare.

Os espetáculos integram uma série de atuações especiais em que os Sigur Rós se apresentam com orquestras locais, interpretando o repertório do seu mais recente trabalho de estúdio, ÁTTA, editado após um longo intervalo entre álbuns. O programa inclui ainda um percurso pelas diferentes fases da carreira da banda, com destaque para o álbum Takk…, lançado em 2005 e que assinala este ano duas décadas sobre o seu lançamento.

Numa nota divulgada pela banda, o teclista Kjartan Sveinsson sublinha o entusiasmo do grupo com o regresso a este formato sinfónico: “É sempre uma experiência única tocar rodeado de tantos músicos talentosos, algo que temos vindo a fazer com grande prazer nos últimos quatro anos”, afirmou.

Desde 2022, os Sigur Rós incorporaram o acompanhamento de orquestra como elemento central das suas atuações ao vivo, levando esta abordagem a teatros e salas emblemáticas da Europa e da América do Norte. O regresso a Portugal insere-se, assim, num ciclo de concertos em que o grupo explora uma vertente mais orquestral e expansiva do seu som característico, cruzando as texturas do pós-rock com arranjos sinfónicos.

Quanto aos bilhetes, são postos à venda dia 20 de março, mas haverá uma pré-venda para os subscritores da newsletter da Everything is New. Os preços variam entre os 40 e os 140€ para o Porto e entre os 35 e os 140€ para Lisboa.

Foto: Chloe Kritharas