O novo componente da Qualcomm chega aos primeiros dispositivos em breve para melhorar sistemas de robótica, automação e agentes autónomos.
A Arduinoanunciou o lançamento da plataforma Ventuno Q, com o objetivo de melhorar áreas como a robótica, automação e agentes inteligentes de forma acessível a uma comunidade mais vasta de programadores e criadores. O dispositivo, com lançamento previsto para o segundo trimestre de 2026, recorre ao processador Qualcomm Dragonwing IQ 8, combinando computação intelignete com controlo determinístico em tempo real, algo raro neste segmento.
Em forma de placa combinada com vários componentes integrados, o Ventuno Q foi concebido para aplicações exigentes, como inteligência artificial generativa, robótica avançada e sistemas de atuação capazes de interagir diretamente com o ambiente. A placa integra ainda um controlador STM32H5F, 16GB de RAM LPDDR5, 64GB de armazenamento interno e um slot M.2 para expansão, e entre as aplicações de uso destacam-se a tradução de voz em tempo real, monitorização de tráfego e rastreio visual de inventário em armazéns. O preço deverá ficar abaixo dos 300 dólares, salvo agravamentos decorrentes da atual escassez de componentes de armazenamento.
Uma das grandes promessas do Ventuno Q é permitir que possa atuar com agente autónomos de forma offline, seja para controlar robôs, executar traduções ou servir de base a sistemas de segurança. A placa pode operar como SBC independente ou integrar‑se em sistemas mais potentes, reforçando a versatilidade que sempre caracterizou o ecossistema Arduino.
O novo ID.3 Neo estreia em abril e marca a chegada da mais recente geração de software aos modelos elétricos da Volkswagen.
A Volkswagen prepara-se para renovar a sua gama elétrica com a chegada do ID.3 Neo, modelo que sucede ao atual ID.3 e cuja estreia mundial está marcada para meados de abril. O novo compacto adota a mais recente geração de software desenvolvida pela marca, integrando um conjunto alargado de funcionalidades e melhorias tecnológicas.
Entre as novidades estão um sistema de assistência à condução atualizado – o Travel Assist – agora capaz de reconhecer semáforos, e a função One Pedal Driving, que permite recuperar energia até à imobilização completa do veículo. O ID.4, ID.5 e ID.7 serão os primeiros modelos a receber este software, acompanhado do novo sistema de infotainment Innovision, e poderão ser encomendados a partir do final de abril.
Esta atualização introduz ainda a função Vehicle-to-Load, que permite utilizar a bateria do automóvel para alimentar equipamentos externos, desde pequenos eletrodomésticos a bicicletas elétricas, com uma potência máxima de 3,6 kW. A ligação é feita através de uma tomada de 230 V instalada no veículo ou, com um adaptador próprio, pela ligação Mode 3 da tomada de carregamento.
Segundo Kai Grünitz, membro do Conselho de Administração da Volkswagen responsável pelo Desenvolvimento Técnico, esta nova geração de software assegura um melhor desempenho e uma experiência de utilização mais completa. O responsável confirmou também que os futuros modelos elétricos compactos e utilitários da marca – entre eles os futuros ID. Polo, ID. Polo GTI e ID. Cross – adotarão as mesmas inovações tecnológicas, reforçando a versatilidade e a adaptação às exigências do dia a dia.
As alterações abrangem igualmente a componente regulamentar. O novo software e hardware foram desenvolvidos para cumprir as normas europeias de emissões Euro 7, a regulamentação californiana Zero Emission Vehicle (ZEV3) e a diretiva europeia GSR2, que reforça os requisitos de segurança obrigatórios nos automóveis novos.
No interior, o destaque vai para o novo sistema de infotainment Innovision, que passa a incluir uma loja digital integrada. Através desta plataforma, os utilizadores poderão descarregar aplicações dedicadas ao áudio, vídeo, estacionamento, carregamento e entretenimento, ou ativar novas funções do veículo de forma flexível, semelhante ao funcionamento de um smartphone.
Os modelos ID. passam igualmente a oferecer, como opção, uma chave digital. Este sistema permite trancar e destrancar o automóvel através de um telemóvel ou smartwatch compatível, recorrendo a comunicação sem fios semelhante à utilizada em pagamentos digitais, e sem necessidade de aplicação específica. A Volkswagen alterou também o conceito de interação com o condutor, substituindo os comandos táteis do volante por botões físicos, uma mudança motivada pela procura de maior ergonomia e facilidade de utilização.
A nível mecânico, as versões de entrada ID.4 e ID.5 Pure recebem um novo motor elétrico, designado APP 350, com 140 kW (190 cv), que substitui o anterior APP 310. Além de oferecer mais binário, promete reduzir o consumo energético e aumentar a autonomia em até 40 quilómetros no ciclo WLTP. Estes modelos passam ainda a ser equipados com uma nova bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) com capacidade líquida de 58 kWh, uma solução que privilegia a durabilidade e a eficiência.
A nova consola RØDECaster Video Core combina comutação de quatro fontes de vídeo, nove canais de áudio com APHEX e integração com os RØDECaster Pro II e Duo.
A RØDE anunciou o RØDECaster Video Core, uma nova consola de produção de vídeo que se junta à sua gama de equipamentos para criação de conteúdos, e apresentou também o RØDECaster Sync, uma funcionalidade que liga esta consola a interfaces de áudio selecionados da marca, como o RØDECaster Pro II e o RØDECaster Duo. O objetivo é aproximar, num único sistema, os fluxos de trabalho de áudio e vídeo, tanto em estúdios mais estruturados como em setups modulares ou dependentes de software, dirigidos a video‑podcasts, criadores a solo e transmissões em direto em diferentes níveis de experiência.
O RØDECaster Video Core foi pensado para quem trabalha sobretudo em ambiente modular ou com controlo a partir de software, mas quer manter, numa unidade de secretária, capacidade avançada de comutação, gravação e emissão. A consola replica o nível de processamento do modelo de topo RØDECaster Video, com um processador de vídeo e áudio octa‑core de alto desempenho, e combina a gestão de fontes de vídeo com um misturador de áudio integrado de características profissionais. Permite comutar entre até quatro fontes de vídeo e organizar até cinco cenas totalmente configuráveis, o que inclui, por exemplo, diferentes arranjos de multi‑câmara adaptados a podcasts em estúdio, transmissões em direto ou produções em ambiente controlado.
Em termos físicos, a consola dispõe de três entradas HDMI em Full HD (1080p), com conversão automática da taxa de fotogramas, e de uma saída HDMI configurável que pode ser usada para monitorizar o programa final, o sinal de pré‑visualização ou um ecrã em multi‑view. Conta ainda com duas portas USB‑C flexíveis para ligação de dispositivos de vídeo e áudio compatíveis, bem como suporte para câmaras de rede, incluindo modelos com controlo PTZ, através de até quatro entradas NDI e uma saída NDI via Ethernet. Para quem trabalha também com dispositivos móveis, é possível recorrer à aplicação gratuita RØDE Capture para iOS, que permite usar um iPhone como fonte de vídeo dupla em fluxos de transmissão de duas câmaras.
No capítulo do áudio, o RØDECaster Video Core incorpora duas fichas combo Neutrik, associadas a pré‑amplificadores Revolution Preamps com elevado ganho e baixo ruído, preparadas para ligar microfones XLR, instrumentos ou outras fontes. Ao todo, estão disponíveis nove canais de áudio estéreo, cada um com processamento da marca APHEX, incluindo equalização, compressor, noise gate, filtro passa‑altos, de‑esser e efeitos Aural Exciter, Big Bottom e Compellor, orientados para dar maior controlo sobre o resultado final de voz e outros elementos sonoros. Esta integração permite que o som acompanhe o nível de controlo oferecido nas fontes de vídeo, sem depender de um misturador de áudio externo.
O ecossistema da consola é gerido através da aplicação RØDECaster App, que funciona como centro de comando para comutação de fontes, construção de cenas multi‑câmara, reprodução de media, configurações gráficas e mistura de áudio. A partir da app é possível definir cenas com várias fontes, aplicar transições, gerir keying e overlays, ajustar a mistura de som e aceder a opções avançadas de configuração. A consola suporta ainda ligação de um SSD externo via USB para gravação direta de vídeo, ou pode enviar sinal diretamente para um computador através de UVC. Para fluxos de trabalho mais complexos, permite exportar um ficheiro EDL para o DaVinci Resolve, incluindo dados de comutações, transições, gráficos e estrutura temporal, facilitando a reconstrução da linha temporal em pós‑produção.
Uma das funções destacadas é a comutação automática inteligente, que permite mudar entre fontes de vídeo e cenas com base nos sinais de áudio, tornando possível um controlo mais automático em contextos como podcasts com vários microfones ou debates. Em termos de conetividade áudio com computadores e dispositivos móveis, o RØDECaster Video Core inclui duas interfaces USB‑C em simultâneo, permitindo ligar dois sistemas ao mesmo tempo, por exemplo para separar tarefas de gravação e transmissão ou integrar chamadas externas.
Já o RØDECaster Sync surge como uma extensão desta lógica de integração, ligando o RØDECaster Video Core ao RØDECaster Pro II ou ao RØDECaster Duo por cabo USB‑C para criar um único núcleo de produção. Com esta ligação ativa, os criadores podem gerir áudio e vídeo a partir da superfície das consolas de áudio, aproveitando entradas e saídas adicionais, uma mistura mais alargada e opções de gravação partilhadas. A integração prevê também controlo direto sobre comutação de fontes, seleção de cenas, disparo de media, aplicação de gráficos e comando de funções como cortes ou fade to black, recorrendo à interface física e aos controlos habituais dos equipamentos de áudio.
No capítulo das funcionalidades de emissão e gravação, o RØDECaster Video Core permite transmitir diretamente para as principais plataformas via Ethernet e gravar em simultâneo para uma unidade de armazenamento USB, com a possibilidade de gravação ISO de cada fonte de áudio e vídeo em separado. Isto dá margem para, numa fase posterior, reconstruir o programa em edição com maior precisão, ajustando ângulos, corrigindo misturas ou refazendo transições. O equipamento é produzido nas instalações da RØDE em Sydney, na Austrália, mantendo a fabricação concentrada em unidades industriais próprias da marca.
Em paralelo com o lançamento do RØDECaster Video Core e da introdução do RØDECaster Sync, a marca anunciou atualizações de firmware significativas para a gama RØDECaster. No segmento de vídeo, as novidades incluem a exportação da linha temporal completa em formato EDL para o DaVinci Resolve, permitindo reconstruir automaticamente a produção numa sessão de edição, com preservação da estrutura de edição, tempos e disposição de clips. Há também suporte alargado para entradas UVC comprimidas, incluindo MJPEG, aumentando a compatibilidade com webcams e outras câmaras USB, e um sistema de importação mais flexível de ficheiros de vídeo em resoluções e formatos não standard, como conteúdos verticais ou quadrados, que passam a ser escalados e otimizados de forma automática.
No RØDECaster Duo, o firmware amplia o número total de canais de áudio de sete para nove, colocando‑o em linha com o RØDECaster Pro II. Outra alteração relevante é o facto de as entradas sem fios deixarem de substituir as entradas combo, o que permite combinar XLR e recetores wireless em simultâneo, alargando as possibilidades de configuração em cenários com vários intervenientes ou fontes. Estas atualizações acompanham a lógica de reforço contínuo da gama, tanto ao nível do hardware como do software, procurando responder a necessidades práticas de quem produz conteúdos de forma regular.
O RØDECaster Video Core será disponibilizado já em abril, com um preço de pré‑venda de 619.99€, e integra‑se no ecossistema mais amplo de consolas e aplicações da marca para produção de áudio e vídeo. As novas versões de firmware para os modelos suportados da gama RØDECaster podem ser obtidas através da RØDECaster App, que continua a funcionar como ponto central para atualização, configuração e controlo das consolas.
Os Redmi Buds 8 Pro oferecem som equilibrado, ANC convincente e uma experiência prática que funciona muito bem no dia a dia.
Os Redmi Buds 8 Proforam anunciados como uma das apostas mais sérias da Xiaomi no segmento de auriculares sem fios para uso diário. A ideia é combinar um som robusto, cancelamento de ruído competente e baixa latência para jogos, tudo num produto que continua a parecer acessível. Não são daqueles earbuds básicos feitos apenas para ouvir música enquanto se trabalha, já que, assim que os tiramos da caixa, percebemos que querem transmitir uma sensação de qualidade acima da média.
O que realmente me chamou a atenção nos Redmi Bus 8 Pro foi a forma como conseguem integrar funcionalidades típicas de modelos mais caros sem complicar a experiência. O sistema de três drivers é seu o grande chamariz, mas o que a Xiaomi parece realmente querer oferecer é um par de auriculares versátil, capazes de acompanhar deslocações, treinos e longas sessões de música sem exigir muito do utilizador. E por 79,99€, são difíceis ignorar.
Os Redmi Buds 8 Pro seguem aquele formato de haste que já todos conhecemos, com uma estética limpa e moderna. As linhas são suaves, o corpo intra‑auricular é compacto e a transição para a haste arredondada é bastante harmoniosa. A maior parte da superfície tem um acabamento fosco que disfarça bem as marcas de dedos e mantém o visual discreto. Na parte externa da haste, há uma pequena faixa brilhante que apanha a luz de forma subtil, acompanhada pelo pequeno logótipo da Redmi. O contraste entre o fosco e o brilho dá‑lhes um toque de sofisticação sem exageros.
E o seu estojo segue essa mesma filosofia, já que é compacto, arredondado e fácil de transportar no bolso. O acabamento semibrilhante é suave ao toque e não acumula manchas com facilidade. O logótipo Redmi e a inscrição “triple driver sound” aparecem discretamente na traseira, enquanto uma barra de LEDs na frente indica o estado da bateria e do emparelhamento sem quebrar o visual minimalista. Apesar de ter recebido para teste uma unidade na cor preta, também está disponivel em branco e em azul, mas, de modo geral, são auriculares que passam despercebidos no escritório, no ginásio ou nos transportes públicos.
Redmi Buds 8 Pro
E apesar do seu visual minimalista, os Redmi Buds 8 Pro foram claramente pensados para serem confortáveis e práticos no dia a dia. Cada auricular pesa pouco mais de 5 gramas, o que os torna leves o suficiente para longas horas de utilização sem aquela sensação de pressão que alguns modelos mais pesados acabam por causar. Naturalmente, o conforto depende sempre do formato do ouvido de cada pessoa, mas, no meu caso, encaixaram de forma segura e nunca tive aquela sensação de que iam cair, mesmo durante os movimentos mais bruscos.
As ponteiras médias vêm instaladas de origem, e a Redmi inclui também tamanhos pequeno e grande para ajustar a vedação. Mesmo a falar, a comer ou a correr, os auriculares mantiveram-se firmes e confortáveis, algo que nem todos conseguem garantir. Já o seu estojo de carregamento pesa cerca de 47 gramas, o que mantém o conjunto leve e fácil de transportar, e o formato arredondado facilita o manuseamento e a tampa fecha com um clique seguro. Os ímanes internos alinham automaticamente os auriculares com os contactos de carregamento, o que torna o processo rápido e intuitivo. No uso diário, é daqueles estojos que se leva no bolso sem pensar duas vezes, porque não ocupa espaço nem acrescenta peso nem volume.
A certificação IP54 dá aos Redmi Buds 8 Pro uma camada extra de segurança contra poeira e salpicos, o que ajuda a evitar problemas causados por suor, chuva ligeira ou pequenos acidentes do dia a dia.
Mas onde os Redmi Buds 8 Pro realmente impressionam é na vertente de áudio, que está muito acima do que normalmente se encontra nos dispositivos desta faixa de preço. A configuração coaxial de três drivers, com um driver principal de 11 mm com diafragma de titânio e dois tweeters PZT de 6,7 mm, traduz‑se num som claro, equilibrado e com graves presentes, mas sem abafarem as vozes ou os detalhes das músicas. A certificação Hi‑Res Audio Wireless e o suporte a LDAC são boas adições, mas o que realmente se nota no dia a dia é a equalização bem afinada. Há ainda Dolby Audio e Xiaomi Dimensional Audio, que ajudam a criar uma sensação de espaço mais envolvente, especialmente em filmes e séries.
E muito sinceramente, o cancelamento ativo de ruído funciona melhor do que esperava para este segmento. É verdade que não elimina totalmente o ruído de uma motorizada ou de um camião, mas reduz o suficiente para que seja possível ouvir música a volumes mais baixos. Sons mais agudos, como um de uma buzina, ainda passam, mas de forma muito menos intrusiva. E para ser sincero, numa fase inicial senti os auriculares aquecerem um pouco quando os utilizava com o ANC ligado, mas a sensação estabilizou rapidamente e deixou de ser algo que me incomodasse.
A autonomia também é muito interessante. Cada auricular tem uma bateria de 54mAh e duram cerca de oito horas com o ANC desligado. Com o cancelamento ativo e volumes mais altos, a duração baixa um pouco, como seria de esperar. O estojo tem uma bateria de 480mAh e permite prolongar para cerca de 33 horas de autonomia, o que é mais do que suficiente para vários dias de utilização moderada. Quando é necessário carregar, temos de utilizar a sua porta USB-C que está na parte inferior do estojo (cabo incluido na embalagem) e leva pouco mais de uma hora para ficar totalmente carregado. E como é habitual nos auriculares nesta faixa de preço, o carregamento sem fio não está presente.
Já os controlos por toque funcionaram sempre bem, são muito intuitivos e permitem que se evite ter de mexer no telemóvel para controlar o que quer que seja. Para além disso, todos os gestos podem ser personalizados na aplicação Xiaomi Earbuds, que também oferece perfis de som simples de escolher e um equalizador de oito bandas para quem gosta de afinar tudo ao detalhe.
Redmi Buds 8 Pro
Estes Redmi Buds 8 Pro acabam por ser uma recomendação muito simples para quem quer um desempenho interessante no dia a dia sem entrar no território dos auriculares topo de gama. O sistema de três drivers oferece um som claro e bem equilibrado, com graves fortes mas controlados, e um cancelamento de ruído ativo suficientemente eficaz para tornar a sua utilização bastante agradável. E por 79,99€, não é fácil encontrar um par de auriculares sem fios com melhor relação de qualidade e preço.
A Transavia inicia vendas para o programa de inverno 2026/27, mantendo 15 rotas entre Portugal, França, Países Baixos e Bélgica.
A Transavia iniciou as vendas para o programa de voos de inverno 2026/2027, que decorrerá entre 25 de outubro de 2026 e 27 de março de 2027. A transportadora de baixo custo do grupo Air France-KLM mantém este ano uma operação sólida em Portugal, consolidando o país como um dos principais mercados da sua rede europeia.
Durante este período, a companhia vai assegurar 15 ligações diretas entre aeroportos portugueses e destinos em França, nos Países Baixos e na Bélgica. A ligação com Paris-Orly continua a ser o eixo principal da operação, com mais de 30 voos semanais a partir de Lisboa e do Porto. A oferta inclui igualmente voos a partir do Funchal, nomeadamente para Marselha, rota lançada no verão de 2025 e que será novamente retomada neste inverno, após a sua continuidade na época passada.
Segundo Julien Mallard, vice-presidente executivo de vendas e marketing da Transavia France, a transportadora mantém o foco nos passageiros de lazer e de negócios que viajam de e para Portugal, sublinhando a importância estratégica do mercado português para o grupo. Mallard referiu que a empresa pretende garantir uma rede de ligações internacionais diretas a preços competitivos, acompanhando a expansão da sua operação regional na Europa.
No total, a Transavia vai oferecer voos diretos de Portugal para três destinos em França – Paris, Marselha e Nantes -, três nos Países Baixos – Amesterdão, Eindhoven e Roterdão -, e um na Bélgica, Bruxelas. Os bilhetes estão disponíveis para compra no site oficial da companhia aérea.
A exposição Escavação Noturna, de Guilhermo Hitos, está patente no Áurea Museum, em Lisboa, reunindo obras que cruzam memória, território e identidade.
A exposição Escavação Noturna, do artista Guilhermo Hitos, está patente no Áurea Museum, em Lisboa, desde 12 de março. Organizada pela Eurostars Hotel Company, a mostra reúne um conjunto de obras concebidas a partir da relação entre memória, território e identidade, temas centrais na prática do artista brasileiro radicado em Portugal.
Nascido em São Paulo, em 2001, Guilhermo Hitos desenvolveu a sua carreira artística em Lisboa, onde se licenciou em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. O seu trabalho tem-se distinguido pela utilização de elementos cartográficos que funcionam como instrumentos de leitura pessoal do espaço e da experiência humana. Estas referências visuais, que evocam mapas ou sistemas de orientação, têm servido ao artista como base para refletir sobre a construção da identidade cultural e sobre a forma como o território influencia a memória coletiva e individual. Apesar da juventude, o artista já apresentou obras no Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC) e em várias galerias em Lisboa e Castelo Branco, integrando também a coleção privada do economista Luís Campos e Cunha.
Escavação Noturna traduz-se num percurso sensorial que convida o visitante a um exercício de introspeção. A curadora Mariana Lourenço descreve a proposta de Hitos como uma experiência em que o caminhar e o contacto com a matéria – a areia, a terra, o calor – simbolizam um processo de descoberta que parte do erro e da repetição. Cada peça funciona como um vestígio recolhido no tempo, reunindo fragmentos de experiências e memórias que o artista reorganiza em novas formas visuais. O ambiente da exposição é marcado por referências tácteis e olfativas, como o cheiro a barro, que reforçam a dimensão física da obra e o diálogo entre o corpo, o espaço e a lembrança.
As obras em exibição percorrem diferentes suportes e materiais, da fragilidade do papel à resistência do ferro. Entre os trabalhos apresentados destacam-se a peça cerâmica Sarcofago, as instalações em ferro e esmalte Rota de colisão, e as séries de desenhos Fragmento I e Fragmento II, realizadas em grafite e lápis de cor. A mostra inclui ainda o vídeo Watching transformation e imagens impressas em tecido, como a obra Caminho/deserto, que expandem o universo plástico do artista para a imagem em movimento e para a experimentação têxtil. O resultado é um conjunto coerente que associa manualidade e abstração, memória e materialidade.
A iniciativa insere-se na programação cultural da Eurostars Hotel Company, empresa do Grupo Hotusa, que desde 2005 tem vindo a acolher exposições de artistas contemporâneos nos seus espaços hoteleiros. Este programa pretende aproximar o público da criação artística recente e transformar os hotéis da marca em locais de encontro e partilha cultural. A colaboração com Guilhermo Hitos enquadra-se nesse propósito de promover novos autores e reforçar a presença da arte contemporânea nos centros urbanos onde o grupo está presente.
A exposição Escavação Noturna pode ser visitada até 24 de maio de 2026, no Áurea Museum, situado na Rua do Cais de Santarém, n.º 52, em Lisboa. A entrada é livre e aberta ao público.
O my.WordPress.net permite testar temas, plugins e escrever rascunhos num ambiente local guardado apenas no navegador.
O WordPressapresentou uma nova ferramenta que promete simplificar radicalmente o primeiro contacto com a plataforma. Chama‑se my.WordPress.net e permite criar um site de forma imediata, diretamente no navegador, sem necessidade de registo, escolha de alojamento ou aquisição de domínio. A ideia não é substituir um site público tradicional, mas oferecer um espaço privado onde qualquer pessoa possa experimentar o WordPress, escrever rascunhos, organizar ideias ou testar temas e plugins antes de avançar para uma instalação completa.
A solução assenta no WordPress Playground, tecnologia que cria uma instância funcional do WordPress inteiramente dentro do navegador, com todos os dados guardados localmente e sem envio de informação para a Internet. O ambiente disponibiliza cerca de 100MB de armazenamento, suficientes para notas, testes e pequenas ferramentas pessoais. A plataforma descreve esta abordagem como uma forma de transformar o WordPress num espaço de trabalho imediato, eliminando barreiras que antes afastavam utilizadores iniciantes.
O serviço inclui ainda um conjunto de plugins prontos a utilizar, entre os quais um leitor de RSS e um assistente baseado em inteligência artificial, permitindo explorar funcionalidades sem receio de comprometer um site real. De acordo com a própria equipa do WordPress, este modelo destina‑se a quem procura um local seguro para pensar, escrever, recolher informação ou experimentar ideias, num ambiente onde erros são facilmente reversíveis. A iniciativa pretende também apoiar quem está a aprender a trabalhar com o WordPress, oferecendo um espaço autêntico para testar temas, funcionalidades e extensões sem necessidade de configuração prévia.
Para muitos utilizadores, poderá ser o primeiro passo antes de avançar para um site público, alojado num domínio próprio.
Plataforma aproxima‑se do modelo televisivo tradicional e aumenta a pressão sobre utilizadores sem assinatura Premium.
O YouTube iniciou a implementação global de um novo formato publicitário destinado às televisões conectadas, consolas e dispositivos de streaming, com anúncios de 30 segundos que não podem ser ignorados. O habitual botão “Saltar anúncio” após cinco segundos desapareceu para muitos utilizadores, que agora são obrigados a assistir ao anúncio completo, a menos que tenham subscrição Premium.
A mudança foi anunciada pela Google no seu blog para anunciantes e não se trata de um teste limitado, mas sim de uma implementação contínua e mundial. A distribuição destes anúncios não é uniforme, e um sistema baseado em inteligência artificial decide, em tempo real, qual o formato mais adequado para cada utilizador e para cada conteúdo. Entre as opções estão anúncios curtos de 6 segundos, formatos tradicionais de 15 segundos e, agora, os novos blocos de 30 segundos exclusivos para grandes ecrãs. Há relatos de que formatos de 60 segundos já estão em fase de testes.
Esta estratégia reforça a ambição do YouTube de se posicionar como a nova televisão da sala de estar. Com o rápido crescimento da visualização em TVs, a plataforma procura replicar o modelo publicitário da televisão linear, apostando em anúncios longos e não‑puláveis que maximizem o impacto das campanhas.
Linha 5D, que revolucionou a fotografia e o vídeo digital, dá lugar definitivo ao sistema mirrorless.
A Canon encerrou oficialmente a produção da EOS 5D Mark IV, colocando um ponto final numa das séries mais emblemáticas da história da fotografia digital. No site japonês da marca, o modelo surge agora como descontinuado, confirmando que a linha 5D, que durante anos foi o símbolo máximo das DSLR full‑frame acessíveis, chega ao fim num mercado hoje dominado pelas câmaras mirrorless.
A primeira Canon EOS 5D, lançada em 2005, democratizou o formato full‑frame, até então reservado a profissionais com orçamentos elevados. Mas foi a EOS 5D Mark II, em 2008, que se tornou verdadeiramente histórica, já que foi a primeira DSLR capaz de gravar vídeo Full HD com qualidade cinematográfica. Este modelo transformou a produção audiovisual independente e marcou profundamente a indústria. As gerações seguintes melhoraram esse conceito, com a 5D Mark III a trazer melhorias no autofoco, enquanto a 5D Mark IV consolidou‑se como uma das câmaras mais versáteis do mercado, equilibrando fotografia e vídeo com um desempenho sólido em praticamente todas as áreas. Para muitos fotógrafos, tornou‑se na câmara completa.
O fim da produção não surpreende, uma vez que a Canon, tal como outras marcas, concentra agora todos os seus esforços no sistema mirrorless, que oferece vantagens em velocidade, tamanho, estabilização e capacidades de vídeo. Ainda assim, a descontinuação da 5D Mark IV tem um peso simbólico. Para milhares de fotógrafos que cresceram com as DSLR, representa o encerramento de um capítulo marcante, um período em que a 5D figurava no topo das listas de desejos e acompanhava trabalhos profissionais em todo o mundo.
Entre os dias 19 e 22 de março, o Jardim da Parada celebra o Dia Mundial da Poesia com cinema, apresentações e conversas.
O Jardim da Parada, no coração de Campo de Ourique, volta a celebrar a beleza da poesia com uma iniciativa dedicada ao género literário. Organizada pela Casa Fernando Pessoa em parceria com a Junta de Freguesia de Campo de Ourique, a Feira do Livro de Poesia acontece entre os dias 19 e 22 de março, e conta com uma programação gratuita que se estende à Biblioteca/Espaço Cultural Cinema Europa.
O evento afirma-se como “a única feira do livro dedicada em exclusivo à poesia“, reunindo quase duas dezenas de editores e livreiros que disponibilizam um vasto catálogo de autores contemporâneos e consagrados ao ar livre. O programa divide-se entre cinema, apresentações literárias e conversas com vários autores, e a 21 de março, Dia Mundial da Poesia, a entrada é livre na Casa Fernando Pessoa, incluindo uma visita orientada pelas 16 horas. O público poderá ainda participar em oficinas, sessões de leitura e apresentações de livros, como a obra O grande pão, da autoria do poeta e ficcionista João Pedro Porto (no dia 20), ou Velas de Ignição do poeta e ensaísta alemão Durs Grünbein (dia 21).
Ao longo dos quatro dias, as fachadas do bairro vão estar decoradas com bandeiras coloridas onde poderão ser lidos versos de autores como Manuel António Pina, Gisela Casimiro, Ana Paula Tavares e Fernando Pessoa. Além disso, a poesia dos autores selecionados vai poder ser lida em pequenas bandeiras que vão ser oferecidas no museu e na biblioteca, entre as 11h do dia 19 e as 19h do dia 22. A iniciativa é do projeto Poesia Estendida.
A perda da licença da Auto Viação Cura obrigou à substituição imediata do operador. A Courense assegura agora o serviço público de passageiros no Alto Minho.
O Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) revogou, com efeito imediato, a Licença Comunitária n.º 200073 da empresa Auto Viação Cura, decisão formalizada através da Deliberação IMT-CD/2026/326, datada de 4 de março de 2026. A medida foi comunicada à Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho e implicou a cessação imediata da atividade de transporte público rodoviário de passageiros exercida pela referida empresa.
A perda da licença, requisito obrigatório para a prestação deste tipo de serviço, obrigou a CIM do Alto Minho, enquanto Autoridade de Transportes, a agir de forma imediata para evitar a interrupção do transporte público na região. Foi, assim, lançado um procedimento de contratação urgente que resultou na adjudicação dos serviços à Empresa de Transportes Courense, cuja operação teve início no dia 10 de março de 2026.
Segundo informação da CIM, a passagem de responsabilidades entre operadores decorreu de forma globalmente estável, não tendo sido registadas paragens significativas nem falhas prolongadas. Ainda assim, a entidade admite que possam ocorrer pequenas perturbações pontuais durante o processo de adaptação, apelando à colaboração e compreensão dos utilizadores.
A Comunidade Intermunicipal assegura estar a realizar todas as diligências necessárias para reduzir ao mínimo os impactos provocados pela alteração de operador e restabelecer a normalidade do serviço o mais rapidamente possível.
No que respeita aos títulos de transporte, os passes mensais emitidos pela Auto Viação Cura mantêm-se válidos até ao final de março e podem continuar a ser utilizados nos autocarros agora explorados pela nova transportadora. A partir de abril, os passageiros deverão solicitar novos passes, com cartão físico, junto das bilheteiras ou instalações da Courense, pertencente ao Grupo AVIC.
Os custos associados à emissão deste novo cartão serão suportados integralmente pela CIM do Alto Minho, medida que se aplicará apenas durante o período de transição entre março e abril.
A intervenção no Crowne Plaza Porto abrangeu todos os quartos e suites, reforçando o posicionamento do hotel no segmento urbano de cinco estrelas.
O Crowne Plaza Porto completou a renovação integral dos seus quartos, num projeto que abrangeu as 232 unidades de alojamento da propriedade, incluindo 42 suites. A intervenção insere-se na estratégia de reforço do posicionamento do hotel no segmento da hotelaria urbana de cinco estrelas da cidade do Porto.
Conduzido sob o mote “Um novo capítulo começa agora”, o processo de requalificação visou melhorar o conforto, a funcionalidade e a experiência global dos hóspedes. O projeto envolveu a atualização do design interior, do mobiliário e dos equipamentos tecnológicos, com a introdução de novas televisões de 55 polegadas e sistemas de climatização ligados a mecanismos de otimização energética. A unidade indica que esta modernização pretende também contribuir para uma gestão mais eficiente do consumo de energia.
O redesenho dos espaços procurou combinar uma estética contemporânea com elementos intemporais, recorrendo a uma paleta cromática inspirada na cidade do Porto. O resultado, segundo a administração, traduz-se em ambientes equilibrados e visualmente harmoniosos, concebidos para proporcionar conforto e tranquilidade aos hóspedes.
Com 42 suites totalmente renovadas, o Crowne Plaza Porto passa a oferecer uma das maiores disponibilidades deste tipo de unidade no setor hoteleiro de cinco estrelas da Invicta. O hotel dispõe igualmente de quartos comunicantes e tipologias ajustadas a famílias e grupos, de forma a responder a diferentes perfis de viajantes.
Os quartos apresentam áreas amplas – no caso das tipologias standard, cerca de 34 m2 – e uma seleção de materiais e texturas orientada para o conforto e a longevidade do espaço. O design aposta em linhas simples e tons suaves, procurando criar uma atmosfera acolhedora e coerente com o caráter cosmopolita da cidade.
A novidade foi encontra na segunda versão beta do Android 17 e aproxima o sistema operativo do modelo de segurança já utilizado nos Chromebooks.
O Android 17 Beta 2inclui referências a um novo sistema de segurança inspirado diretamente no ChromeOS, concebido para limitar o acesso direto à memória do sistema por dispositivos ligados através de portas Thunderbolt e USB 4. A descoberta surgiu através de análises ao código da versão de testes do mais recente sistema operativo da Google para dispositivos móveis e aponta para a introdução de um mecanismo semelhante ao que já é utilizado nos Chromebooks.
No ChromeOS, este tipo de ligação é tratado de forma atenta porque as portas de alta velocidade podem permitir acesso direto à memória do sistema. Esse acesso pode ser explorado por acessórios maliciosos ou em ataques físicos ao dispositivo. No novo código do Android 17 aparece uma opção chamada “Proteção de acesso a dados”, que descreve exatamente esse cenário, que dispositivos Thunderbolt e USB podem aceder à memória para obter o máximo desempenho, mas isso representa um risco de segurança e deve ser limitado a acessórios confiáveis.
As mesmas referências indicam também a existência de controlos destinados a ambientes empresariais. Ferramentas de gestão poderão permitir a administradores de TI definir ou bloquear esta configuração remotamente, algo semelhante ao modelo já usado no ChromeOS para proteger dispositivos corporativos.
Apesar de já aparecer no código do Android 17 Beta 2, a opção ainda não está acessível aos utilizadores, incluindo nos dispositivos Pixel que participam no programa beta. Trata-se, para já, de uma funcionalidade em desenvolvimento que ainda não foi ativada publicamente, pelo que a sua inclusão final deverá depender de futuras versões do sistema ou de comunicações oficiais da Google.
O Andaz Lisbon, primeiro hotel da marca Andaz em Portugal, abriu na Baixa de Lisboa. A unidade da Hyatt combina design contemporâneo com elementos da tradição portuguesa.
A cadeia hoteleira Hyatt Hotels Corporation anunciou a abertura do Andaz Lisbon, o primeiro hotel da marca Andaz em Portugal. Esta nova unidade assinala a estreia da insígnia no país e representa um passo na estratégia de expansão da Hyatt na Europa, centrada no segmento dos hotéis de estilo de vida.
Localizado na Baixa de Lisboa, o hotel ocupa uma posição central na zona histórica da capital, junto à Praça do Comércio e com vistas sobre o rio Tejo. A envolvente inclui cafés, lojas e espaços culturais que caracterizam esta área da cidade. Segundo a Hyatt, o objetivo é que o Andaz Lisbon ofereça uma experiência de estadia que reflita o contexto local e o património da cidade.
O edifício conta com 170 quartos e suites, concebidos com inspiração em elementos da tradição portuguesa. Materiais como a cortiça, a pedra e o mosaico cerâmico estão integrados num design que procura equilibrar referências artesanais com uma estética contemporânea. As unidades dispõem de tecnologia integrada, produtos de banho da marca Byredo e vistas panorâmicas sobre Lisboa.
O Andaz Lisbon inclui ainda diferentes espaços de restauração. O restaurante e terraço Luzzi, localizado no topo do edifício, propõe uma cozinha que combina referências da gastronomia portuguesa com influências internacionais. Já o Andaz Lounge, situado na zona central do hotel, apresenta uma interpretação moderna de pratos e petiscos inspirados nos quiosques tradicionais lisboetas.
Na área do bem-estar, o hotel oferece um ginásio equipado com aparelhos Technogym e serviços de spa. A inauguração do spa está prevista para uma fase posterior e contará com tratamentos concebidos para promover o relaxamento e o equilíbrio físico. Também serão disponibilizados serviços de bem-estar nos quartos, mediante reserva.
O CachyOS recebeu a segunda atualização de 2026 com um instalador renovado que passa a mostrar pré-visualizações animadas dos ambientes de desktop.
O CachyOS recebeu uma nova atualização, a sua segunda de 2026, que traz várias mudanças ao instalador e ao próprio sistema. A nova versão introduz uma interface mais clara durante o processo de instalação, incluindo pré-visualizações animadas em formatos .GIF ou .WebP, para quem escolhe instalar um ambiente de desktop. Isto permite ver rapidamente o aspeto de opções como KDE Plasma, GNOME, Niri ou COSMIC antes de finalizar a escolha.
A organização das opções também foi alterada. Ambientes de desktop mais populares aparecem agora no topo da lista, enquanto gestores de janelas mais avançados surgem mais abaixo, simplificando a navegação para novos utilizadores.
O sistema também recebeu melhorias técnicas. O processo de instalação de microcódigo foi ajustado para identificar o hardware com maior precisão, instalando apenas os componentes necessários em vez de aplicar tudo e remover depois o que não é utilizado. Para além disso, a cache de atualização passa a estar ativa por defeito nas edições GNOME e KDE.
Entre as novidades está também a integração do Winboat no ecrã de boas-vindas através de um novo atalho, pensado para quem utiliza containers Windows e quer configurar rapidamente ambientes Docker. A edição destinada a dispositivos portáteis recebeu igualmente alterações e passa a usar um sistema de gestão de sessões baseado numa versão modificada da utilizada pela Valve, permitindo atualizações de firmware para dispositivos como a Steam Decke o Lenovo Legion Go.
A atualização introduz ainda o Limine como carregador de arranque padrão, com suporte para snapshots automáticos. O systemd-boot continua disponível como alternativa. A versão inclui também várias correções de erros identificados nas versões anteriores.
Um ano após a aprovação da Estratégia Nacional Água que Une, o Governo contabiliza projetos concluídos e em execução num investimento global de cerca de mil milhões de euros, com obras no Algarve, Alentejo e outras regiões do país.
Um ano depois de aprovada, a Estratégia Nacional Água que Une transitou da fase de planeamento para a execução efetiva de obras. O Governo contabiliza já projetos concluídos, em curso ou com procedimentos lançados, com um investimento global que ronda os 1.000 milhões de euros.
A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, participou a 9 de março na conferência “Água que Une – O primeiro ano e próximos passos”, organizada pela Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP). Na ocasião, a governante afirmou que a estratégia “já é uma realidade no terreno” e reiterou o propósito de acelerar a concretização dos investimentos previstos.
A estratégia assenta em três eixos – eficiência, resiliência e inteligência – e integra cerca de 300 medidas orientadas para a gestão dos recursos hídricos, com execução prevista até 2050. Entre essas medidas contam-se a construção de novas infraestruturas de armazenamento, a redução de perdas nos sistemas de abastecimento e a interligação de bacias hidrográficas.
No Algarve, região que regista maior pressão sobre os recursos hídricos, decorrem obras de aumento do volume morto da barragem de Odelouca. Estão também em execução projetos de Água para Reutilização (APR) no valor de 60 milhões de euros. Algumas dessas unidades já entraram em funcionamento – em Lagoa e na Quinta do Lago -, tendo sido igualmente concluída a intervenção em Vilamoura.
No Alentejo, avança o sistema de abastecimento de Santa Clara, com um investimento de 56 milhões de euros. Este projeto inclui a Estação de Tratamento de Água (ETA) de São Teotónio, a captação de Santa Clara e a conduta que liga essa captação a Odemira.
Noutras regiões do país, estão previstas intervenções de maior dimensão: a construção da barragem de Fragilde, o Empreendimento de Fins Múltiplos de Girabolhos e a barragem do Alvito. Estas iniciativas visam reforçar a capacidade de resposta a períodos de seca prolongada e a eventos climáticos extremos.
O campo de tiro de Alcochete vai ser transferido para Alter do Chão, no distrito de Portalegre, para permitir a desmilitarização dos terrenos onde será construído o novo aeroporto de Lisboa, Luís de Camões.
O campo de tiro de Alcochete vai ser transferido para Alter do Chão, no distrito de Portalegre.
A mudança decorre da necessidade de desmilitarizar os terrenos de Alcochete para permitir a construção do novo aeroporto de Lisboa, designado Luís de Camões, que irá substituir o Aeroporto Humberto Delgado. A localização do futuro aeroporto havia sido aprovada pelo Governo de Luís Montenegro em maio de 2024.
Alter do Chão é um concelho com cerca de 3.000 habitantes. Com a transferência do campo de tiro, estima-se que cerca de duzentos militares e os respetivos agregados familiares se fixem no território. O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, considerou que essa fixação de população pode ter impacto direto na economia local, nomeadamente no comércio, nos serviços e nas escolas da região.
O ministro adiantou ainda que o concelho receberá investimentos compensatórios associados à instalação da infraestrutura, embora não tenha especificado valores ou prazos concretos. Nuno Melo ressalvou que a conclusão do novo campo é considerada prioritária, dado que as instalações de Alcochete são utilizadas pelos vários ramos das Forças Armadas e pelas forças de segurança. Ainda assim, reconheceu que o processo implica “um conjunto de procedimentos deliberativos e administrativos”, incluindo estudos de impacto ambiental e outros exigidos por lei, antes de se avançar para a obra.
O Governo vai aplicar 111 milhões de euros na recuperação do litoral continental após os danos das tempestades de outubro de 2025 a fevereiro de 2026.
O Governo vai investir 111 milhões de euros na recuperação e reforço da proteção do litoral continental, depois dos danos causados pelo mau tempo entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026. O plano foi apresentado pela ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, com base num relatório da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) que inventariou os impactos das tempestades na faixa costeira e estabeleceu as medidas de mitigação previstas.
O relatório identificou 749 ocorrências ao longo do litoral, das quais 571 foram classificadas como críticas, distribuídas por 45 municípios. Os danos incluem erosão de praias, recuo da linha de costa e deterioração de estruturas de defesa costeira, acessos, passadiços e equipamentos balneares. A quase totalidade das praias do continente registou uma redução significativa do volume sedimentar na zona emersa. A erosão costeira representa 36,7% dos danos identificados, enquanto a instabilidade em arribas corresponde a 30,6% das ocorrências. Quase metade dos registos – 43,3% – está associada a acessos às praias.
A região Centro concentrou o maior número de ocorrências, com 257 registos. O concelho de Ovar foi o mais afetado, com 204 danos reportados.
O investimento está faseado no tempo. Até maio, data de início da época balnear, serão aplicados 15 milhões de euros nas situações mais urgentes, seguindo-se mais 12 milhões até ao final de 2026. Entre 2026 e 2027, está prevista a aplicação de 31 milhões de euros adicionais, e a partir de 2028 serão mobilizados os restantes 53 milhões, num esforço de adaptação estrutural da costa.
Entre as intervenções identificadas constam 86 obras urgentes a concluir ainda este ano, 40 intervenções de curto e médio prazo com horizonte de dois anos, e 18 operações já em execução. Os trabalhos abrangem a reconstrução de acessos às praias, o reforço de cordões dunares, a estabilização de arribas, a recuperação de passadiços e operações de alimentação artificial de praias. As obras mais imediatas serão financiadas pelo Fundo Ambiental, enquanto as restantes serão integradas no programa Sustentável 2030.
O Governo prevê ainda elaborar um plano equivalente para a recuperação das margens de rios e ribeiras afetados pelas intempéries, incluindo a reabilitação de diques, no âmbito do programa PTRR – Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência.
A 14.ª Esquadra da PSP de Marvila foi inaugurada após dois anos de obras faseadas. A intervenção custou cerca de 113.000€ e incluiu a criação de uma Sala de Apoio à Vítima de violência.
As novas instalações da 14.ª Esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Marvila, em Lisboa, foram inauguradas esta quinta-feira pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, acompanhado pelo secretário de Estado da Administração Interna, Telmo Correia.
As obras de requalificação do edifício ficaram concluídas a 11 de março de 2026, após cerca de dois anos de intervenções faseadas. A primeira fase arrancou em março de 2024 com a requalificação da cozinha. Em setembro de 2025 teve início uma segunda fase, mais abrangente, que contemplou a reestruturação das restantes áreas do edifício. O custo total da intervenção ascendeu a cerca de 113 mil euros, suportados pela Gebalis — Gestão do Arrendamento da Habitação Municipal de Lisboa — e pela Junta de Freguesia de Marvila.
Entre as obras realizadas contam-se a criação e requalificação de balneários e instalações sanitárias, a construção de uma rampa de acesso para pessoas com mobilidade reduzida e a criação de uma Sala de Apoio à Vítima. Este último espaço destina-se a prestar assistência imediata a vítimas de violência doméstica, dotando os agentes de condições específicas para um atendimento mais especializado logo no primeiro contacto.
As obras melhoraram igualmente as condições gerais de trabalho dos agentes colocados na esquadra, bem como as condições de atendimento ao público. O financiamento das intervenções resultou de uma articulação entre o executivo nacional, a autarquia local e a empresa municipal de gestão do parque habitacional.
21 Savage, Central Cee e Rema atuam a 28 de junho no Rock in Rio Lisboa, num dia dedicado à música urbana que junta ainda Matuê, Filipe Ret, Dennis, Carlão, Irina Barros e Lola Índigo.
O Rock in Rio Lisboa confirmou 21 Savage, Central Cee e Rema para o dia 28 de junho de 2026, apontado pela organização como o dia mais urbano da história do festival, dedicado maioritariamente ao público jovem. Nesse dia, os três artistas assumem o destaque no Palco Mundo, com 21 Savage como cabeça de cartaz, fechando as últimas 12 horas da 11.ª edição do evento em Portugal.
O reforço do cartaz insere-se numa aposta clara nas sonoridades associadas à música urbana, num alinhamento que, para além de 21 Savage, Central Cee e Rema, inclui também Matuê, Filipe Ret, Dennis, Carlão, Irina Barros e Lola Índigo. O programa para 28 de junho combina hip hop, trap, rap, funk, afropop e outros ritmos próximos deste universo, num dia pensado para refletir a linguagem musical dominante entre as novas gerações.
No plano artístico, 21 Savage chega ao Rock in Rio Lisboa como um dos nomes centrais do hip hop contemporâneo, com carreira marcada por álbuns que chegaram ao topo das tabelas, colaborações com figuras de referência e passagens por grandes digressões internacionais. O percurso recente inclui distinções de relevo, entre elas vitórias e nomeações para prémios de grande peso na indústria, bem como projetos que afirmaram o artista como presença constante nas principais listas de êxitos.
Por sua vez, Central Cee, que atuou no Primavera Sound Porto 2025, apresenta-se como uma das figuras de maior projeção do rap britânico atual, com origem em Shepherd’s Bush, Londres. A notoriedade internacional consolidou-se a partir de 2020, com singles que ajudaram a levar o drill britânico ao circuito mainstream e com dois primeiros projetos que entraram diretamente nos lugares cimeiros das tabelas de álbuns do Reino Unido. Várias das suas faixas atingiram números expressivos de audições em plataformas digitais, incluindo temas que se tornaram casos de sucesso sem precedentes para o rap britânico.
Quanto a Rema, apontado como um dos principais representantes da nova vaga de afrobeats, estreia-se também no Rock in Rio Lisboa no dia 28 de junho. O percurso internacional ganhou impulso a partir de 2018, quando um freestyle divulgado nas redes sociais o levou a assinar com a editora Mavin Records.
Para lá do dia dedicado à música urbana, o Rock in Rio Lisboa 2026 estende-se por quatro datas no mês de junho. A 20 de junho, o programa inclui atuações de Katy Perry, Charlie Puth, Pedro Sampaio, Calema, Audrey Nuna, Nena, Maninho, NAPA e Sofia Camara. No dia seguinte, 21 de junho, o cartaz apresenta Linkin Park, Cypress Hill, Kaiser Chiefs, Grandson, The Pretty Reckless, Hoobastank, Blasted Mechanism, Tara Perdida, Sepultura e P.O.D.
A 27 de junho, o foco desloca-se para artistas com carreiras consolidadas e forte ligação à memória coletiva de várias gerações. Nessa data estão anunciados concertos de Rod Stewart, Cyndi Lauper, Shaggy, 4 Non Blondes, Joss Stone, The Wailers, Belo e, no plano nacional, Xutos & Pontapés, GNR, UHF, SYRO e Táxi.
A edição de 2026 do Rock in Rio Lisboa decorre nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho, estando os bilhetes para as três primeiras datas já disponíveis nos locais e plataformas de venda habituais. Se quiserem, aproveitem 5€ de desconto na primeira compra na Fever (não se esqueçam de adicionar o código ALEXANDREL9676).