O grupo Água Hotels vai transformar o antigo Seminário Diocesano de Vila Real num hotel de quatro estrelas, num investimento de 7 milhões de euros que criará 40 postos de trabalho.
O grupo Água Hotels vai reforçar a sua presença em Trás-os-Montes com a abertura de um novo hotel de quatro estrelas no coração de Vila Real, num investimento estimado em sete milhões de euros. A futura unidade vai nascer no antigo Seminário Diocesano, um edifício emblemático construído em 1930, que será integralmente requalificado, preservando a sua traça original e devolvendo-lhe um novo propósito.
O projeto, assinado pelo arquiteto Emanuel Cardoso, já recebeu luz verde da Câmara Municipal de Vila Real. As obras deverão arrancar em 2026 e a abertura ao público está prevista cerca de um ano e meio depois. No total, o novo hotel contará com 80 quartos, restaurante, wine bar com acesso direto ao exterior, spa e várias salas de reunião, posicionando-se para responder tanto ao turismo de lazer como aos segmentos de bem-estar e negócios.
O investimento prevê ainda a criação de cerca de 40 postos de trabalho diretos, contribuindo para o dinamismo económico local. Parte do edifício continuará afeta à Diocese de Vila Real, mantendo-se em funcionamento o seminário e alguns serviços diocesanos.
Com sede no Algarve e seis unidades em operação – cinco em território nacional e uma em Cabo Verde -, o grupo Água Hotels mantém assim o foco em projetos de reabilitação urbana e valorização patrimonial, aliando retorno económico a impacto social positivo.
Este novo café da Delta é cultivado na floresta de Galyani Vadhana, uma das zonas mais emblemáticas da Tailândia em biodiversidade e produção de arábica.
A Delta Coffee House Experience voltou a expandir a coleção Impossible Coffees com uma nova origem: O Café da Floresta do Toki, proveniente das montanhas de Chiang Mai, no norte da Tailândia. Depois do lançamento do primeiro e único café português, nos Açores, do Café Catoninho de São Tomé e Príncipe e do Café Amboim de Angola, esta edição reforça o compromisso da marca em valorizar produtores locais e regiões pouco exploradas.
O novo lote distingue-se pela sua qualidade reconhecida internacionalmente, com uma pontuação de 84,25 pontos na escala da Specialty Coffee Association (SCA) – classificação que identifica cafés especiais acima dos 80 pontos, avaliados por provadores certificados segundo critérios rigorosos de aroma, sabor, acidez, corpo e equilíbrio. Esta distinção confirma o Café da Floresta do Toki como um café de elevada qualidade, com perfil sensorial distinto e origem rastreável.
Produzido nas encostas de Chiang Mai, o café nasce numa região marcada pela transição agrícola iniciada há mais de sessenta anos, quando missionários cristãos e o antigo Rei da Tailândia incentivaram a substituição das plantações de ópio pelo cultivo de café arábica. Essa mudança transformou a economia local e criou novas oportunidades de desenvolvimento para as comunidades montanhosas.
Entre essas comunidades está a família de Toki, que há gerações cultiva café e hoje vê neste produto não apenas uma herança, mas também um meio de garantir sustentabilidade e futuro. A Delta Coffee House Experience destina 10% das vendas desta edição à família de Toki, apoiando a modernização dos processos agrícolas e a adaptação às alterações climáticas que afetam a produção.
O café é cultivado na floresta de Galyani Vadhana, uma das zonas mais emblemáticas da Tailândia em biodiversidade e produção de arábica. Esta edição limitada está disponível a partir de hoje nas lojas Delta Coffee House Experience em Lisboa, Porto e Paris, e também estará disponível brevemente através da loja online.
O Moita Retail Park ainda não tem data de abertura prevista, mas promete ser o novo ponto de encontro da população em redor.
Um novo projeto comercial está a ser desenvolvido na Margem Sul. Falamos do Moita Retail Park, que terá uma área de construção de 8.213,90 m² e um total de 13 novas lojas. De acordo com a Europar, responsável pelo projeto, o espaço foi planeado para integrar uma variedade de marcas e serviços, com o objetivo de satisfazer tanto os consumidores da região como os visitantes.
O empreendimento incluirá 283 lugares de estacionamento e uma zona verde de cerca de 4.600 m², proporcionando uma experiência mais confortável e equilibrada para quem visitar o local. Com foco na sustentabilidade, o retail park será equipado com painéis solares para geração de energia limpa e pontos de carregamento para veículos elétricos, reforçando a aposta na mobilidade sustentável e na redução do impacto ambiental.
Com este Moita Retail Park na Margem Sul do Tejo, o grupo brasileiro Europar irá, assim, reforçar a sua presença em Portugal, sendo responsável, por exemplo, pelo NovaTerra Felgueiras Retail Park, inaugurado este ano, pelo Évora Center Retail e por várias lojas Action e KiK em Portugal.
Nova infraestrutura de 10.500 m² da Aviludo irá aumentar a capacidade operacional e consolidar a presença da empresa no mercado nacional.
A Aviludo, empresa portuguesa especializada na indústria, comércio e distribuição de produtos alimentares, está a avançar com a construção de um novo centro logístico na Zona Industrial da Maia, no distrito do Porto. O projeto foi confiado à construtora nacional Garcia Garcia em regime Design & Build, com um prazo de execução estimado em 12 meses, e tem como objetivo reforçar a capacidade operacional da empresa e a eficiência das entregas no Norte do país.
O centro logístico terá uma área total de cerca de 10.500 m², organizada de forma a maximizar a funcionalidade e a conservação dos produtos. A infraestrutura inclui 2.400 m² de zona de congelados, com temperaturas entre -20 °C e -22 °C, 2.000 m² de câmara frigorífica entre 0 °C e 3 °C, 1.800 m² de armazém de temperatura ambiente e 1.200 m² destinados a escritórios e áreas sociais. A gestão térmica será independente por zonas, assegurando a manutenção ideal das condições de armazenamento em conformidade com os padrões de Higiene e Segurança Alimentar.
A logística da unidade foi desenhada para permitir operações ágeis e seguras, contando com seis cais de carga para camiões e 11 para carrinhas, antecâmaras de temperatura controlada com 1.400 m² e 900 m² na zona de congelados, além de acessos nivelados e um estacionamento com capacidade para 140 viaturas ligeiras. A localização estratégica, próxima dos principais eixos rodoviários do Grande Porto, permitirá reduzir tempos de transporte e otimizar a distribuição para toda a região Norte e restante território nacional.
A Aviludo, que integra o Grupo Internacional Metro AG, conta com mais de 750 colaboradores e serve cerca de 15.000 clientes em todo o país, oferecendo uma vasta gama de produtos frescos, refrigerados, congelados, ultracongelados e secos.
O novo lounge da Enable Mobility na Abrunheira combina 18 pontos de carregamento com zonas de descanso, Wi-Fi e snacks.
Sintra acaba de ganhar o seu primeiro espaço exclusivo dedicado à mobilidade elétrica, criado pela startup portuguesa Enable Mobility. Localizado na Abrunheira, o novo hub oferece 18 lugares de carregamento rápido e ultrarrápido, permitindo que os utilizadores relaxem, trabalhem ou socializem num lounge moderno enquanto o seu veículo recarrega.
O espaço está disponível todos os dias, 24 horas por dia, e inclui zonas climatizadas para descansar ou trabalhar, cabines para reuniões, Wi-Fi rápido, além de snacks e bebidas, tornando a espera mais confortável.
Mariana Martins, CEO da Enable Mobility, sublinha que a ideia vai além de fornecer energia: “Queremos criar um espaço pensado para quem utiliza mobilidade elétrica, onde cada minuto de carregamento seja produtivo ou agradável. Este lounge pioneiro em Portugal é um passo importante para mostrar que inovação e conveniência podem andar de mãos dadas neste sector em expansão.”
A Enable Mobility já conta com pontos de carregamento em Sintra, Odivelas, Figueira da Foz e Viana do Castelo, e tem planos ambiciosos para 2025 e 2026, incluindo a abertura de 10 hubs próprios e múltiplos pontos em parceria com outros espaços. Este ano, a startup pretende também lançar a sua aplicação móvel e um cartão de carregamento, simplificando ainda mais a experiência dos utilizadores de veículos elétricos.
A TRIONDA, a bola oficial do Mundial de 2026, surge com um design inspirado no Canadá, México e Estados Unidos.
A FIFArevelou oficialmente a bola que será utilizada no Mundial de 2026, a adidas TRIONDA, marcando mais um passo na preparação para o evento que vai unir, pela primeira vez, três países anfitriões: Canadá, México e Estados Unidos.
O nome TRIONDA, que se pode traduzir do espanhol como “três ondas”, reflete a colaboração histórica entre as nações e inspira o seu design, onde a geometria fluida da construção em quatro painéis cria um triângulo no centro, simbolizando a união dos anfitriões. As cores vermelho, verde e azul representam cada país, enquanto ícones como a folha de bordo do Canadá, a águia do México e a estrela dos Estados Unidos se combinam com elementos dourados que remetem ao troféu da FIFA, reforçando a importância da competição.
A TRIONDA integra ainda, como seria de esperar,várias inovações de desempenho. Os painéis profundos e cuidadosamente desenhados garantem estabilidade em voo, equilibrando a resistência do ar de forma uniforme, enquanto ícones em relevo melhoram a aderência durante remates ou dribles em condições húmidas. A tecnologia de bola conectada mantém-se, com um sensor de movimento de 500Hz capaz de fornecer dados precisos ao sistema de árbitro assistente de vídeo, contribuindo para decisões mais fiáveis em tempo real, incluindo situações de fora de jogo.
Mas como seria de esperar, não irão encontrar neste espaço da Aldi produtos perecíveis, uma vez que o objetivo é escoar stock de produtos que sobraram das prateleiras.
A cidade de Felgueiras passou a contar com o primeiro espaço outlet da Aldi, localizado no Nova Terra Felgueiras Retail Park, em Portugal. A abertura surge como parte de uma estratégia mais ampla da marca em Portugal, destinada a tornar produtos de marcas próprias mais acessíveis, sem comprometer a qualidade reconhecida pelo público.
O novo espaço, inserido dentro da loja de Felgueiras, funciona de sexta-feira a domingo e oferece descontos que podem chegar aos 50%. Entre os produtos disponíveis encontram-se utensílios de cozinha, artigos de bazar, produtos para a casa e jardim, bem como eletrodomésticos.
Segundo a Aldi, a inauguração representa um passo importante no reforço da presença da cadeia no país. A marca tem vindo a consolidar a sua posição no mercado português através de lojas que combinam variedade de produtos com preços competitivos, procurando atender às necessidades de famílias que valorizam qualidade e poupança.
Já para quem também quiser experimentar um outlet do Lidl, tem o Lidl Outlet Seixal – Paivas que, tal como esta do Aldi, não é uma loja comum, pois destina-se a escoar artigos que já não estão disponíveis nas lojas convencionais, mas a preços bem mais baixos.
Com Trails in the Sky 1st Chapter, a Falcom decidiu regressar ao início da série Trails e dar aos fãs um dos melhores remakes do ano.
A popularidade e longevidade da série Trails são atualmente as suas maiores inimigas. A extensa saga da Falcom, equipa também responsável pela série Ys, é um marco no género ao expandir-se por vários capítulos diferentes, desde sub-séries a spin-offs ou a duologias que, noutra franquia, existiriam independentemente uma das outras, mas não em Trails. Cada capítulo é, de facto, uma nova entrada na prolongada narrativa que cobre toda a mitologia de Trails e dos seus continentes em guerra, alterando constantemente de ponto de vista com novas personagens, mas mantendo um coeso e admirável fio condutor ao longo de mais de 20 anos de existência.
É uma consistência admirável, sim, mas também intimidante. Afinal, por onde começar com a série Trails? Podemos abraçar o classicismo das versões originais de Trails in the Sky ou saltar diretamente para os lançamentos mais recentes, como Trails Through Daybreak, com melhores mecânicas e um motor de jogo que modernizou finalmente a saga da Falcom? Os fãs certamente terão as suas respostas, mas algo me diz que nem todas serão unânimes e a questão manteve-se: qual o melhor ponto de entrada para a série Trails? Com o remake de Trials in the Sky, agora apelidado de 1st Chapter, a questão ficou resolvida: este é o ponto perfeito para entrarem na série da Falcom.
Trails in the Sky 1s Chapter é um excelente remake porque moderniza e melhora sem destruir o que já tinha tornado o título original num nome sonante do género RPG. A modernização é sobretudo visual, com Liberl a renascer através do novo motor gráfico da Falcom, com cenários mais detalhados e diversificados, tanto exteriores, como interiores, conseguindo estabelecer uma maior sensação de liberdade e expansividade até nos campos que interligam as zonas principais da região. Ainda que sintamos alguma falta de polimento e texturas menos modernas em alguns casos, a verdade é que a Falcom soube como e onde atacar neste revivalismo da saga e sentimos isso especificamente no design das personagens e nos seus modelos coloridos, detalhados e ricos em animação.
O que me surpreendeu neste remake foi a forma como a Falcom expandiu o sistema de combate, agora dividido em duas frentes que se complementam perfeitamente. O primeiro é um sistema de combate mais ativo, quase como um RPG de ação, onde temos à nossa disposição um leque limitado de ataques e habilidades, mas que servem para eliminar hordas pequenas de monstros ou então atordoar as criaturas mais imponentes. A qualquer momento, podemos alterar o sistema de combate e assumir um estilo mais familiar para os fãs da série Trails, onde a ação passa a dividir-se por turnos, com uma ordem de ataques e um maior foco na estratégia. Aqui Trails in the Sky segue o esquema basilar e familiar do género, com vários comandos à disposição, desde magias a habilidades e ataques combinados. Com um sistema de evolução centrado na utilização de Ornaments e Quartz, que determinam as magias e atributos para cada personagem, Trails in the Sky 1st Chapter é muito mais profundo e desafiante do que esperava, ainda que sem grandes novidades. Mas o que importa é que se assume como um excelente RPG e como a porta de entrada que faltava para limpar a intimidação que muitos jogadores ainda sentiam sobre a série da Falcom.
Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Acttil.
A Multinacional espanhola Restalia, proprietária do 100 Montaditos, The Good Burger e La Sureña, pretende duplicar restaurantes em Portugal nos próximos anos.
A Restalia anunciou um plano de expansão ambicioso em Portugal, prevendo um investimento de 30 milhões de euros até 2030. A multinacional espanhola, proprietária de marcas como 100 Montaditos, The Good Burger, Pepe Taco e La Sureña, pretende aumentar significativamente a sua presença no país, projetando atingir 75 restaurantes até ao final de 2025 e duplicar este número nos anos seguintes, consolidando Portugal como um dos mercados estratégicos do seu portefólio internacional.
No entanto, este é um número bastante inferior ao avançado em maio, quando a multinacional referia que tinha a ambição de chegar às 100 unidades em território nacional até final de 2025. Portanto, ficará bastante distante dessa meta… pelo menos para já.
Em todo o caso, esta expansão em Portugal deve-se a dois fatores. Em primeiro lugar, uma maior diversificação e oferta empresarial com a presença das suas cinco marcas, de tal forma que, não só a 100 Montaditos liderará a expansão, mas também a The Good Burger e A Sureña, a última marca a chegar, mas na qual a empresa está a depositar uma grande parte da sua confiança devido ao interesse demonstrado pelos portugueses na gastronomia espanhola.
Por outro lado, o crescimento assenta também numa maior regionalização, com aberturas não só nas grandes cidades de Lisboa e Porto, mas também noutras de menor dimensão, confirmando a confiança que clientes e franchisados depositam nas marcas.
Para dar resposta aos seus planos de crescimento, a Restalia abriu recentemente novos escritórios em Lisboa. Estrategicamente localizado na Alameda dos Oceanos, na zona do Parque das Nações, um dos mais importantes pontos financeiros da capital, este novo espaço situa-se num edifício de dois pisos com uma área superior a 270 m2.
A Manteiga de Amendoim em Pó – com Whey da Prozis é indicada para melhorar pequenos-almoços, bolos, bebidas ou snacks.
A Prozis lançou uma nova versão da sua manteiga de amendoim, agora disponível em pó com whey, mantendo o sabor característico do produto original, mas com melhorias no perfil nutricional. Com 97% menos gordura e 74% menos calorias em relação à manteiga de amendoim tradicional, esta versão permite aumentar a ingestão de proteína sem recorrer a aromas artificiais, conservantes ou açúcares adicionados. É também uma fonte de fibra, com baixo teor de gorduras saturadas e adequada para vegetarianos, destacando-se como uma alternativa mais equilibrada para quem procura reforçar a dieta com proteína.
A manteiga de amendoim em pó com whey da Prozis distingue-se pela versatilidade, podendo ser incorporada em diversas preparações, desde pequenos-almoços e bolos a snacks e smoothies. A mistura é rápida e fácil de preparar, permitindo adicionar proteína de forma prática a receitas diárias, sem comprometer o sabor intenso e característico do amendoim. O produto destina-se tanto a pessoas ativas e atletas como a apreciadores da manteiga de amendoim.
Como seria de esperar, a escolha dos ingredientes é essencial na nova manteiga de amendoim em pó da Prozis. Apenas uma pequena selecção de amendoins inteiros da variedade Runner, conhecida pelo elevado teor de ácido oleico, entra na produção. Estes amendoins contêm entre 70 e 80% de ácido oleico na totalidade da gordura e apresentam cerca de 47% mais gorduras monoinsaturadas do que os amendoins comuns, aproximando-se do perfil de alimentos como o azeite ou o abacate. O resultado é um pó que mantém o sabor intenso do amendoim, com uma composição nutricional equilibrada e uma textura consistente, refletindo a atenção à qualidade que caracteriza a marca.
Para quem quiser experimentar, saibam que cada embalagem de 400g desta Manteiga de Amendoim em Pó – com Whey custa 9,99€. Podem, no entanto, ter 10% de desconto. Basta que, para isso, insiram o nosso cupão ECHOBOMER, que este mês também dá direito a alguns miminhos, tais como:
Além de tudo isto, ainda juntam ProzisPoints com cada encomenda, que são pontos que ganham na compra de qualquer produto – cada produto tem atribuído um determinado número de pontos. Cada ProzisPoint vale 0,01€. E sim, caso tenham ProzisPoints para utilizar, também os podemos redimir com esta encomenda.
A Nespresso assinala o outono com dois cafés de edição limitada: o clássico Pumpkin Spice Cake e o novo Maple Pecan, inspirados nos sabores da estação.
A Nespresso assinala a chegada do outono com dois cafés de edição limitada que evocam o conforto e os sabores característicos da estação. O regresso do Pumpkin Spice Cake marca o reencontro com um clássico muito aguardado, enquanto o lançamento do novo Maple Pecan apresenta uma combinação inédita que alia a suavidade do xarope de ácer ao sabor intenso da noz pecan.
O Pumpkin Spice Cake, já reconhecido como um dos cafés sazonais mais apreciados da marca, volta a celebrar os aromas do outono. A mistura harmoniosa de especiarias quentes e a doçura da abóbora resulta numa bebida que traduz o espírito acolhedor da época.
Na linha Original, esta edição especial é composta por Arábicas da América do Sul, oferecendo uma textura suave e notas doces que remetem para um bolo de abóbora. As nuances de canela e cravinho acrescentam profundidade ao perfil aromático. A preparação ideal é em formato Lungo (110 ml), perfeita para momentos mais prolongados. Quando preparado com leite, o café revela notas adicionais de gingerbread, caramelo e biscoito. Já na gama Vertuo, o Pumpkin Spice Cake adapta-se a uma chávena maior (230 ml), combinando a doçura da abóbora com especiarias numa fusão equilibrada de Arábicas provenientes da América Latina e de África. A adição de leite frio suaviza as especiarias, acentuando o lado mais cremoso e adocicado da bebida.
Além do consumo tradicional, o Pumpkin Spice Cake pode integrar receitas inspiradas na estação, como a Pumpkin Spice Treat, preparada com leite quente, xarope de Pumpkin Spice e uma cobertura de chantilly.
Já a novidade deste outono da Nespresso surge com o Maple Pecan, um café que conjuga a doçura caramelizada do xarope de ácer com o sabor tostado e elegante da noz pecan. Inspirado nas paisagens das florestas de ácer da América do Norte, este lançamento presta homenagem à riqueza natural e aos aromas que definem a temporada.
De resto, relembrar que também está disponível o Lisbon Bica, um café parte da gama World Explorations. Neste blend predominam os grãos Robusta – com uma torra mais escura -, vindos sobretudo da Nicarágua, que se juntam a grãos Arábica – levemente torrados e têm uma moagem fina -, provenientes de El Salvador. No final de tudo? Um café intenso com notas a especiarias e a frutos secos, com um toque final a amêndoa torrada.
O novo Maple Pecan e o conhecido Pumpkin Spice Cake, assim como o adorado Lisbon Bica, podem ser degustados em todas as boutiques Nespresso e comprados nas boutiques e online.
A nova campanha digital da McDonald’s Portugal permite aos consumidores criar combinações únicas, obter descontos e participar em concursos de cupões.
Há novos motivos para regressar a um restaurante McDonald’s. A conhecida cadeia de fast food acaba de lançar a campanha digital Fan Favorites, uma iniciativa exclusiva da aplicação móvel da marca que convida os consumidores a criarem os seus próprios cupões personalizados.
Dirigida aos membros do programa de fidelização MyM, a campanha permite criar combinações únicas compostas por um McMenu e um complemento, entre sobremesas ou snacks. Cada participante pode ainda adicionar o seu nome, apelido, um estilo gráfico próprio e uma imagem de fundo à sua escolha. O resultado transforma-se num cupão digital com desconto, que pode ser utilizado pelo seu criador e partilhado publicamente através da “Wall of Favorites”, uma galeria digital onde outros utilizadores podem também resgatar o mesmo cupão. De acordo com os termos e condições da campanha, os descontos variam entre os 25 e os 35%.
Semanalmente, os cinco cupões mais populares – isto é, aqueles que registarem maior número de utilizações – garantem aos seus criadores prémios semanais, como bilhetes duplos para o concerto de Bad Bunny em Portugal, consolas Nintendo Switch 2, auriculares Apple AirPods Pro 3, colunas Marshall Stanmore III e, anda, gift cards de óculos Fora no valor de 250€ cada.
No final da campanha, o participante que tiver criado o cupão mais utilizado em todo o país receberá ainda 500 pontos MyM, atribuídos diretamente na aplicação.
A iniciativa disponibiliza 14 McMenus e 16 complementos, com opções emblemáticas como Big Mac, CBO, McFlurry e Sundae. Os cupões podem ser utilizados até 10 de novembro em todos os restaurantes aderentes da McDonald’s Portugal, com exceção do serviço McDelivery.
O novo smartphone da Sony parece ser o primeiro dispositivo do género a chegar às lojas sem qualquer acessório incluído.
De acordo com uma publicação no Reddit o novo smartphone Xperia 10 VII começou a ser vendido sem carregador nem cabo, levantando questões sobre uma possível mudança no modelo de distribuição dos smartphones da Sony. A própria embalagem do produto informa que o utilizador deverá recorrer a acessórios próprios, justificando a decisão como forma de reduzir o impacto ambiental, nomeadamente a redução de resíduos eletrónicos e o uso de embalagens mais compactas. Argumentos nobres e conscientes, não obrigassem os utilizadores a adquirir estes assessórios essenciais à parte e por valores acrescidos.
Esta decisão da Sony reacende um debate iniciado há alguns anos, quando a Apple deixou de incluir carregadores na caixa do iPhone 12. Decisão essa que foi seguida por outras fabricantes que seguiram o exemplo, apresentando a medida como um gesto de sustentabilidade.
A Sony assume esta decisão, mesmo sem ocupar uma posição dominante no mercado móvel. E o gesto, ainda que pontual, tal como aconteceu com a Apple, poderá abrir caminho a práticas semelhantes por parte de outras marcas. Atualmente, a compatibilidade entre cabos e carregadores também se mantém uma questão sensível, já que normas e potências de carregamento distintas podem afetar o desempenho e a segurança do processo, o que significa que muitos dispositivos ainda requerem cabos e carregadores próprios ou otimizados para o seu funcionamento ideal.
A Microsoft começou a bloquear soluções que permitiam configurar o Windows 11 sem ligação à Internet ou acesso uma conta Microsoft.
A Microsoft tornou obrigatória a utilização de uma conta Microsoft durante a instalação do Windows 11. Numa versão de teste recente, a empresa começou a bloquear todas as soluções alternativas que permitiam contornar este requisito, forçando os utilizadores a ligar-se à Internet e a autenticar-se com uma conta oficial para concluir o processo de configuração do sistema operativo.
A decisão foi anunciada pela própria Microsoft através de uma nota de lançamento, onde explica que está a remover mecanismos conhecidos para a criação de uma conta local na Experiência de Configuração Fora do Escritório (OOBE), como é oficialmente designado o ecrã inicial de instalação. De acordo com a empresa, estas soluções representam riscos, uma vez que podiam ignorar inadvertidamente etapas críticas de configuração, incapacitando os dispositivos de utilizarem o sistema operativ na sua totalidade. Entre os métodos que evitavam a associação de uma conta online, encontravam-se o comando “ignore nro”, já desativado anteriormente, e a instrução “start ms-cxh:localonly”, que nos últimos meses permitia aos utilizadores criar uma conta local. A partir de agora, tentarem utilizar esse comando o processo de instalação é reiniciaddo, sem qualquer efeito prático.
Estas soluções eram particularmente populares entre utilizadores avançados que preferiam manter a sua experiência off-line ou pretendiam simplesmente personalizar o nome da pasta do utilizador, algo que o Windows 11, por padrão, define com base no endereço de e-mail da conta Microsoft, recuperando um controlo mais pessoal do sistema operativo. Reconhecendo essa limitação, a Microsoft fez uma pequena concessão, já que será possível atribuir manualmente o nome da pasta através de um comando específico durante a instalação. No entanto, esta opção continua escondida da maioria dos utilizadores e só poderá ser ativada através de linha de comandos, sem qualquer alternativa gráfica visível no processo de configuração.
Inspirado na tradição portuguesa, o novo preparado da Guloso junta conveniência, sabor e simplicidade numa só receita.
A Guloso apresentou um novo produto que pretende simplificar um clássico da gastronomia nacional: o Preparado para Arroz de Tomate Guloso. A marca portuguesa, reconhecida pela sua longa ligação ao tomate e pela aposta em produtos naturais, traz para o mercado uma solução prática que preserva o sabor tradicional do arroz de tomate caseiro.
Com esta novidade, a Guloso procura responder à crescente procura por opções que conciliem conveniência e autenticidade. O preparado foi desenvolvido para que qualquer pessoa possa confeccionar, em poucos minutos, um arroz de tomate cremoso e rico em sabor, bastando adicionar água, arroz e sal. A marca sublinha que o produto mantém o sabor genuíno do tomate Guloso, sem conservantes, sal ou açúcar adicionados.
O Preparado para Arroz de Tomate Guloso chega às prateleiras em embalagens Tetra Pack, concebidas para serem práticas e sustentáveis. A marca acredita que o produto se tornará uma presença habitual nas cozinhas portuguesas, ideal tanto para refeições em família como para dias mais apressados, mantendo a ligação aos sabores caseiros e evitando desperdícios.
Com mais de oito décadas de história, a Guloso pertence ao Sugal Group, um dos maiores produtores mundiais de tomate para a indústria, com operações em Portugal, Espanha e Chile. Líder no mercado nacional de produtos à base de tomate, a marca distingue-se pela utilização de ingredientes 100% portugueses e naturais, sem corantes nem conservantes.
Com uma abordagem minimalista, mas igualmente filosófica, Dreams of Another, o novo projeto de Baiyon (PixelJunk Eden) poderá ser um dos lançamentos mais divisivos do ano e também um dos mais inesquecíveis.
Para Pablo Picasso, qualquer ato criativo exige destruição. A criação é um processo de transformação, onde um objeto é trabalhado até ganhar uma nova forma. Nesse processo, o que poderia ser considerado como um objeto mundano, igual a tantos outros, transforma-se assim numa obra de arte. O mármore, a tela, a tinta e a película desaparecem neste processo e dão lugar a algo novo, único e até pessoal. O que perdura é a destruição do objeto original, ao ponto de conseguir existir enquanto obra independente do processo que a criou.
Com Dreams of Another, Baiyon procura retratar este processo de destruição e criação através de um meio interativo. Esta é uma escolha única, desafiante e filosófica que brinca com as mecânicas e sistemas que tanto associamos aos videojogos para criar uma experiência diferente, mais humana e tematicamente desafiante. O surrealismo de Dreams of Another e dos seus trechos narrativos, às vezes desconexos, não procura uma abordagem acessível, nem sempre preocupado em encaminhar os jogadores ao longo da sua narrativa desconexa, mas a emoção nunca se dissipa e com o tempo, as histórias tornam-se reconhecíveis. Os fragmentos ganham ordem, as pequenas histórias assumem um rumo temático e o que era um mundo aparentemente absurdista, pintado como se fosse uma pintura pontilhista, transforma-se numa história pessoal sobre a relação entre o artista e a sua arte.
O que acho fascinante em Dreams of Another é a sua determinação em assumir-se como um objeto artístico num meio interativo ao apropriar-se de convenções mecânicas para dar aos jogadores uma experiência mais familiar. O que poderia ser apenas um jogo narrativo com momentos de exploração, focado quase exclusivamente na beleza surreal e abstrata de um mundo tecido por sonhos, constrói-se aqui como um paralelismo entre a identidade dos videojogos enquanto peças artísticas e a forma como jogamos. Desde a sua conceção que os videojogos nos colocam atrás de veículos armados ou então com uma arma na mão, prontos para disparar, eliminar e destruir. O processo de disparar é-nos natural e existe uma desassociação entre a realidade e o virtual que nasce desta longa relação com os videojogos. Então Dreams of Another abraça essa desassociação e questiona-nos sobre o valor de uma bala, sobre o ato de disparar e sobre a nossa própria relação com a arma virtual que pensamos controlar.
Dreams of Another (Q-Games)
O processo de destruição é assim invertido em Dreams of Another e reapropriado para criar. O nosso Homem de Pijamas, ou o sonhador, se preferirem, viaja entre mundos sempre com a sua metralhadora nas costas e até tem acesso a novas armas e granadas para o auxiliar na exploração. No entanto, não existem inimigos. Não temos de eliminar ciborgues do futuro, soldados de outra fação ou goblins assassinos que estão a invadir os nossos sonhos. A nossa arma serve apenas para dar vida aos cenários, para desbravar a confusão dos sonhos e materializar estes conceitos na nossa própria mente enquanto tentamos perceber onde estamos e com quem devemos interagir. A arma transforma-se num pincel de metal ou então num martelo mágico que serve para concertar os cenários, objetos e personagens que estavam a perder a sua forma.
A exploração só é possível através do disparo. A progressão narrativa, a descoberta de novas personagens, os objetos que partilham os seus pensamentos connosco e até os colecionáveis só se materializam se dispararmos sobre eles. É uma dissonância temática e motora tão forte que o ato de apontar e depois pressionar o gatilho transforma-se à medida que desbravamos o mundo de Dreams of Another. Este processo de descoberta é eficaz e é mecanicamente satisfatório porque somos constantemente recompensados pelas nossas ações – os cenários ganham forma, os caminhos tornam-se acessíveis, as personagens recuperam a sua voz. No entanto, não somos pintores, escultores ou até realizadores que utilizam um pincel, martelo ou câmara para dar vida a estes mundos virtuais. Nós somos, como em tantos outros videojogos, um ser humano que se vê perante uma realidade desconhecida, onde o seu poder é disparar e procurar ordem e significado neste ato de violência.
Dreams of Another (Q-Games)
Talvez seja esta subordinação ao conceito que torna Dreams of Another numa vítima das suas próprias intenções. Apesar de adaptar e confrontar mecânicas que damos como garantidas, e procurar reinterpretá-las sobre o conceito de criação artística, Baiyon ignorou o impacto psicológico da gamificação. O ato de disparar continua a ser divertido, talvez propositadamente, mas inseparável das décadas de experiência em cenários de guerra virtuais, espaciais ou mais realistas na sua abordagem, que são partilhadas por milhões de jogadores anualmente. A intenção pode ser dar aos jogadores a possibilidade de separarem o ato de disparar da sua intenção violenta, incutindo-lhe uma natureza mais criativa e pacifista, mas o ato em si continua a ser o mesmo e a diversão é inseparável da experiência. Então Dreams of Another corre o risco de perder os jogadores devido à sua jogabilidade, onde alguns poderão ficar presos à vontade de materializar os cenários devido à satisfação visual e tátil desse processo – é fascinante ver as bolhas coloridas a ganharem forma e o cenário a materializar-se devido à nossa ação – e pouco interessados sobre as questões filosóficas que nascem devido à nossa interação com objetos inanimados, que contam as suas histórias e partilham pensamentos, ou sobre os efeitos dessas mesmas ações na forma como percecionamos o que é um videojogo.
Esta dissonância talvez seja propositada e Baiyon ambicione o caos antes da reflexão. Como qualquer peça de arte, é preciso que Dreams of Another seja desafiante, nem sempre passivo, dificultando não só a sua mensagem e propósito, como capaz de abraçar estas particularidades do meio em que se insere. Para Baiyon, ambas as experiências, a filosófica e a mecânica, são ambas válidas na forma como abordam a narrativa de Dreams of Another, ainda que sinta pessoalmente que faltou ser-se ainda mais arrojado neste processo de desconstrução e reconstrução do que é um sonho e do que é um videojogo em igual medida. Mesmo que não concordemos com a sua abordagem, Baiyon quer que pensemos sobre estes temas e discrepâncias de design, onde interagimos com o mundo através do cano de uma arma, mas também ouvimos as histórias de uma toupeira que foi obrigada a abandonar o seu berço, um soldado que se vê incapaz de disparar até mesmo numa situação de vida ou morte ou quando somos questionados sobre o valor de um objeto quebrado. Dreams of Another desafia-nos assim, sorrateiramente, um pouco de cada vez, introduzindo novas ideias enquanto disparamos contra as bolhas de tinta. Entre disparos, a mensagem fica connosco e pensamos mais ponderadamente sobre o motivo pelo qual “podemos deitar fora algo que ainda é funcional e que retém o seu valor” e somos incapazes de “nos livramos de um objeto quebrado, sem remendo, só porque tem um valor emocional enorme”. Enquanto pensamos, o Homem de Pijama dispara contra tudo, materializa o que pode e até participa em batalhas contra bosses, que o são até na sua forma – ao ponto de terem pontos de fraqueza de temos de acertar para vencermos.
Dreams of Another (Q-Games)
Não consigo abandonar a ideia que me escapou muito do simbolismo de Dreams of Another, talvez por me prender às convenções dos videojogos na sua forma e apresentação, mas apreciei imenso a forma arrojada com que Baiyon decidiu abraçar o conceito de criação e destruição, relevância e protecionismo, arte e realidade sem nunca abandonar as mecânicas que movem estas experiências interativas. É uma escolha peculiar que talvez não mereça ser tão dissecada como eu queria, antes sentida e experienciada sem condicionantes – e podemos compreender isso até pela inclusão de um modo VR-, mas fica também uma sensação de ausência e de falha de comunicação plena que me manteve afastado de Dreams of Another à medida que a história avançava e se moldava. Não aprecio a tutela de “não é um jogo para todos”, mas Dreams of Another é certamente uma experiência muito subjetiva que dependerá da forma como decidirem abraçar a sua jogabilidade e a mensagem que nasce desta relação entre arte e destruição.
Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Pirate PR.
O novo teste fechado de Marathon vai permitir avaliar as melhorias implementadas desde a versão Alpha, e tem inscrições abertas até 16 de outubro.
A Bungieconfirmou que vai realizar um novo teste técnico fechado de Marathon, que irá decorrer entre 22 e 28 de outubro na PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (via Steam). O período de testes arranca às 18h00 de 22 de outubro e termina à mesma hora no dia 28 (hora de Lisboa).
As inscrições para participar neste teste já estão disponíveis no site oficial da Bungie e terminam a 16 de outubro, às 23h00. No caso do PC, as candidaturas através da Steam só abrem a 13 de outubro, às 18h00, e os convites serão enviados em várias vagas durante o período do teste. Para participar é necessário associar uma conta Bungie.net e indicar o utilizador de Discord, que servirá para aceder ao servidor reservado aos participantes.
De acordo com o estúdio, esta nova fase representa “um ponto de verificação importante” na evolução do projeto, permitindo testar as alterações introduzidas desde a versão Alpha. A versão de testes inclui três mapas, cinco Runner Shells, chat de proximidade, um novo equilíbrio no ritmo dos combates, modo a solo e uma abordagem mais profunda à narrativa ambiental.
A Bungie afirma também que o conteúdo desta versão é limitado ao início da experiência Marathon e que, como seria de esperar, ainda se encontra em desenvolvimento, o que significa que pode não presentar o produto final. Este teste irá decorrer sob acordo de confidencialidade, pelo que não será permitido transmitir, gravar ou divulgar imagens. Todo o feedback deverá ser enviado através dos fóruns oficiais da Bungie ou das secções reservadas do Discord, sendo o acesso atualizado até 24 horas após a inscrição.
O novo teste surge após o adiamento indefinido de Marathon, anunciado em junho, quando a Bungie confirmou precisar de mais tempo para transformar o jogo na experiência “intensa e estratégica” que ambiciona. Desde então, a equipa tem vindo a ajustar vários sistemas centrais, com destaque para o loot, o comportamento da inteligência artificial e a direção artística mais sombria e coerente com o universo do jogo.
O novo projeto da Yacht Club Games precisa de mais tempo antes de chegar às consolas e PC.
O lançamento de Mina the Hollower, o próximo jogo da Yacht Club Games, foi adiado para uma data ainda por definir. A equipa reconhecida por Shovel Knight, confirmou que o novo jogo já se encontra praticamente terminado, mas requer um período adicional de desenvolvimento para ajustes técnicos e polimento.
Inicialmente previsto para 31 de outubro, o jogo encontra-se numa fase final de testes internos em que, de acordo com o comunicado oficial, a equipa o joga integralmente de forma diária, afinando animações, equilíbrio de combate e desempenho entre plataformas. O estúdio prefere não avançar para já com uma nova data até o processo de submissão estar concluído, optando por garantir estabilidade e consistência antes da certificação final.
Mina the Hollower mantém o estilo retro e old school que tornou o estúdio reconhecido com Shovel Knight, mas aposta numa abordagem mais sombria e atmosférica, com referências à estética pixel-art da Game Boy Color e à literatura vitoriana de horror. A protagonista, Mina, é uma aventureira que utiliza um chicote e diversas armas secundárias para explorar uma ilha amaldiçoada, atravessando túneis subterrâneos e enfrentando criaturas grotescas num ambiente pixelizado meticulosamente animado. Para além da vertente nostálgica, o jogo incorpora elementos modernos como controlos adaptados, animações detalhadas e suporte para ecrã panorâmico, complementados por uma banda sonora chiptune composta por Jake Kaufman, colaborador habitual do estúdio.
Mina the Hollower está a ser desenvolvido para a PlayStation 5, Xbox Series, Switch 2, PlayStation 4, Xbox One e PC (Steam).
O novo conteúdo Valley of Memory é gratuito e acrescenta cerca de seis horas de história a Assassin’s Creed Mirage, o jogo lançado originalmente em 2023.
A Ubisoftanunciou a expansão gratuita Valley of Memory para Assassin‘s Creed Mirage, com lançamento marcado para 18 de novembro e disponível para todos os jogadores que possuam o jogo base.
Esta adição de conteúdos para o jogo de 2023, coloca os jogadores um pouco antes final da aventura principal e acompanha Basim numa viagem até AlUla, onde surgem indícios de que o seu pai, desaparecido há muito, poderá ainda estar vivo. A investigação conduz os jogadores a um vale ameaçado por um grupo de salteadores, obrigando-o a intervir.
A expansão introduz toda uma nova região para explorar, com uma missão principal completamente nova, cuja duração aponta para 6 horas de jogo. O conteúdo inclui novos alvos de assassínio, missões secundárias, contratos e desafios de exploração que estendem em cerca de seis horas a duração total da narrativa. A atualização promete ainda alterar também várias mecânicas do jogo, incluindo o acesso a missões rejogáveis a partir do Animus; melhorias na locomoção através de parkour; um novo esquema de controlos; e adições à árvore de habilidades.
Valley of Memory foi desenvolvida pela Ubisoft Bordeaux e pela Ubisoft Paris, com o apoio dos estúdios de Bucareste, Da Nang e Montpellier. Alegadamente, o projeto também terá contado com colaboração da Savvy Games, o grupo de investimento ligado ao fundo soberano da Arábia Saudita.
Assassin’s Creed Mirage está disponível na PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, Amazon Luna, iOS e PC através da Ubisoft Store, Steam e Epic Games Store.
O encerramento do estúdio sueco, The Outsiders, segue-se à vaga de despedimentos que atingiu a Funcom e a sua equipa em Estocolmo.
A Funcom confirmou o encerramento do The Outsiders, o estúdio sueco responsável por Metal: Hellsinger, na sequência de uma reestruturação interna que levou a despedimentos em várias equipas do grupo. A informação foi divulgada por David Goldfarb, fundador e diretor criativo do estúdio, através de uma publicação na rede Bluesky.
“Não tive muito tempo para processar a notícia, mas todos nós na The Outsiders e na Funcom Estocolmo fomos afetados pelos despedimentos na Funcom, e o nosso estúdio de dez anos irá encerrar”, começou por escrever Goldfarb. O criador recordou ainda que a equipa sobreviveu anteriormente ao cancelamento de Darkborn, projeto interrompido em 2020, e que dessa experiência nasceu Metal: Hellsinger.
“Será sempre um ponto alto para mim, e estarei eternamente grato por termos conseguido fazê-lo, graças à equipa e às parcerias que o tornaram possível”, acrescentou. Apesar do encerramento, o diretor criativo afirmou que pretende continuar a trabalhar na área e apelou a contactos que possam ajudar os antigos membros do estúdio a encontrar novas oportunidades.
O fecho de The Outsiders surge poucos dias depois de a Funcom, sediada em Oslo e detida pela Tencent, ter anunciado despedimentos ligados à transição de Dune: Awakening para a fase de suporte contínuo. O MMO, lançado em junho, tornou-se o maior sucesso comercial da produtora, mas a reestruturação implicou a redistribuição de equipas e o corte de postos de trabalho, afetando também a filial de Estocolmo.
Com este encerramento, o número de profissionais afetados por despedimentos na indústria dos videojogos em 2025 ultrapassa os 4400, embora o valor real seja provavelmente superior, uma vez que várias empresas não divulgam números concretos. Goldfarb reconheceu que “a mudança é sempre difícil, e neste momento estamos todos a sofrer”, mas garantiu que “não vamos desistir”.