PrimaPrix abre em Coimbra a sua quarta loja em Portugal

A retalhista europeia PrimaPrix passa assim a contar com quatro lojas em Portugal, oferecendo produtos internacionais a preços reduzidos.

Primeiro foi Guimarães, no passado dia 27 de maio. Dois dias depois, a 29 de maio, foi a vez do Porto. Uma semana depois, a 4 de junho, calhou Lisboa. E hoje, dia 16 de outubro, foi a vez de Coimbra. Do que é que falamos? Da chegada da PrimaPrix a Portugal, pois claro! Assim, em poucos meses, a retalhista europeia passou a contar com quatro lojas em território nacional.

Com uma rede que ultrapassa as 275 lojas na Europa e cerca de 2.500 colaboradores, a entrada da PrimaPrix em Portugal representa mais do que uma simples expansão territorial: trata-se de uma etapa importante na sua estratégia de crescimento internacional. Em pouco mais de uma década, a marca tem-se afirmado no setor, apoiada numa equipa jovem e numa cultura corporativa inclusiva, onde as mulheres ocupam 70% dos cargos de liderança.

O conceito da PrimaPrix distingue-se por funcionar como um outlet exclusivo de marcas internacionais de relevo, oferecendo uma combinação de inovação e preços reduzidos em produtos de reconhecida qualidade. A experiência proposta vai além da mera compra, permitindo aos clientes uma viagem por produtos internacionais, muitos deles populares nas redes sociais, como o TikTok.

A oferta da PrimaPrix abrange várias categorias, desde alimentação e bebidas até produtos de higiene e limpeza, com o objetivo de facilitar o quotidiano dos consumidores. O espaço de cada loja foi concebido para garantir uma experiência de compra rápida e prática, promovendo escolhas mais informadas e económicas.

Calema e NAPA no Rock in Rio Lisboa 2026

Calema e NAPA atuam a 20 de junho, dia do Rock in Rio Lisboa encabeçado pela norte-americana Katy Perry.

Hoje, num evento que decorreu em Lisboa, a organização do Rock in Rio Lisboa anunciou várias novidades para a edição do próximo ano. Começando pelos concertos, Katy Perry está confirmada no Palco Mundo, sendo headliner no dia 20 de outubro. No mesmo dia, mas no Palco Super Bock, atuarão os Calema e os madeirenses NAPA.

Para além dos concertos, a edição de 2026 do Rock in Rio Lisboa introduzirá o The Flight, um espetáculo aéreo que transformará o céu da cidade num palco adicional. Cinco aeronaves Yak-52, pilotadas pela equipa luso-espanhola Yakstars, realizarão manobras acrobáticas sincronizadas com uma banda sonora original, acompanhadas de pirotecnia e efeitos de fumo colorido, proporcionando uma experiência visual que se estenderá para além dos palcos de música. Este espetáculo, com mais de 400 disparos de pirotecnia e um enquadramento único sobre o Rio Tejo e a Ponte Vasco da Gama, pretende criar um momento coletivo de emoção e admiração, reforçando o papel do festival como ponto de encontro entre música, inovação e entretenimento de grande escala.

De resto, a Cidade do Rock será alargada em mais de 25.000 m2, oferecendo maior conforto e novas experiências para o público. Entre as novidades estão áreas premium e de hospitalidade, concebidas para proporcionar vistas privilegiadas e serviços exclusivos, como lounges, camarotes e zonas corporativas. A mobilidade e a acessibilidade ao recinto também foram reforçadas, garantindo uma experiência mais fluida e agradável para os visitantes.

Quanto aos bilhetes, estão à venda nas lojas Worten e no site oficial, bem como na Fever, custando 89€ cada. Se quiserem, aproveitem este link que vos dará 5€ de desconto na primeira compra na Fever.

Além destes bilhetes, estão ainda disponíveis os bilhetes Comfort Zone (179€), VIP (380€) e Premium (7,380€). Podem também já adquirir o passe de fim de semana para 20 e 21 de junho, por 157€.

Governo aprova novas regras para Lojas de Cidadão com horários alargados

Além disso, está prevista a criação da Loja do Cidadão virtual, para tornar todos os serviços públicos acessíveis digitalmente.

O Governo aprovou novas normas que regulamentam o atendimento nas Lojas de Cidadão, incluindo a extensão dos horários de funcionamento, anunciou Gonçalo Matias, Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, no final do Conselho de Ministros, em Lisboa. A medida insere-se num modelo de serviço público centrado nas necessidades de cidadãos e empresas, segundo explicou o responsável político.

O plano do Executivo assenta em dois eixos principais. O primeiro é a criação da Loja do Cidadão virtual, uma plataforma digital que permite aos utilizadores tratar grande parte dos assuntos administrativos a qualquer hora e a partir de qualquer lugar. Atualmente, estão disponíveis mais de 100 serviços online, mas a meta definida na Estratégia Digital Nacional até 2030 é tornar todos os serviços públicos acessíveis digitalmente, à semelhança de países como a Estónia, sublinhou Gonçalo Matias.

O Governo garante que ninguém ficará excluído. Nos casos em que os serviços digitais não estejam acessíveis ou quando existam dificuldades de utilização, o atendimento presencial continuará a ser assegurado. “Estamos a reforçar as Lojas de Cidadão, garantindo horários alargados, a presença de todos os serviços e a uniformidade no cumprimento dos horários para atender presencialmente as pessoas”, afirmou o Ministro.

As Lojas de Cidadão manterão todos os serviços públicos disponíveis durante o horário de funcionamento, permitindo atendimento sem necessidade de marcação prévia ou através de agendamento. A iniciativa começa pelas lojas que já possuem horários alargados, reforçando o papel destes espaços como portas de acesso direto aos serviços do Estado.

Sines vai receber a maior operação de GPUs da NVIDIA na União Europeia

Start Campus e Nscale unem forças em Sines para instalar 12.600 GPUs Blackwell Ultra GB300 da NVIDIA, reforçando Portugal como polo europeu de tecnologia digital e IA.

A Start Campus, sediada no Sines Data Campus, estabeleceu uma parceria com a Nscale, plataforma europeia de Inteligência Artificial (IA), para a instalação da maior operação de GPUs da NVIDIA na União Europeia. Este projeto, que envolve 12.600 GPUs Blackwell Ultra GB300, será instalado no SIN01, em Sines, e destina-se a apoiar a Microsoft na disponibilização de recursos avançados de IA em toda a Europa.

A plataforma NVIDIA GB300 NVL72 foi concebida para suportar tarefas de inferência e treino de IA de alta performance, permitindo o desenvolvimento, treino e implementação de modelos de IA mais complexos e exigentes. A implementação no Start Campus permite densidades de rack superiores a 130kW, garantindo a energia e a refrigeração necessárias para cargas de trabalho avançadas, estando preparada para acompanhar a evolução acelerada das necessidades em IA. A infraestrutura e a primeira implementação estão previstas para estarem operacionais no primeiro trimestre de 2026.

O acordo materializa uma estratégia do Governo, liderada pela área das Infraestruturas e Habitação, que visa reforçar a posição de Portugal como referência internacional em tecnologia digital e Inteligência Artificial. Ao criar condições favoráveis para este tipo de investimento, o Executivo pretende atrair empresas de base tecnológica e potenciar o desenvolvimento de setores de elevado valor, incluindo centros de dados, serviços digitais, economia baseada em dados e indústria tecnológica.

O projeto insere-se numa visão de longo prazo para transformar Portugal num polo digital de relevo, aproveitando a localização geográfica e estratégica do país. Segundo o Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, trata-se de um investimento estratégico que exemplifica a importância de políticas públicas centradas em infraestruturas críticas. “É essencial que a governação considere as gerações futuras e assegure a sustentabilidade a longo prazo, sendo este um investimento alimentado por energia renovável”, afirmou o governante.

Katy Perry no Rock in Rio Lisboa 2026

Os bilhetes para este dia de Katy Perry no Rock in Rio Lisboa já estão à venda.

Depois dos Linkin Park e Pedro Sampaio, Katy Perry é a nova confirmação no Rock in Rio Lisboa 2026, sendo a headliner de 20 de junho, dia dedicado à pop.

É o regresso da cantora norte-americana ao festival, onde atuou em 2018, então no Parque da Bela Vista. Desta vez, Katy Perry estará no Parque Tejo. Na bagagem, a artista trará discos como 143, pessimamente recebido pela crítica especializa, mas, acima de tudo, os seus hits, como “I Kissed a Girl”, “Hot n Cold”, “California Gurls”, “Teenage Dream”, “Firework”, “E.T.” e “Last Friday Night”, entre outros.

Quanto aos bilhetes, estão à venda nas lojas Worten e no site oficial, bem como na Fever, custando 89€ cada. Se quiserem, aproveitem este link que vos dará 5€ de desconto na primeira compra na Fever.

Além destes bilhetes, estão ainda disponíveis os bilhetes Comfort Zone (179€), VIP (380€) e Premium (7,380€). Podem também já adquirir o passe de fim de semana para 20 e 21 de junho, por 157€.

The Weeknd marca novo concerto em Portugal

The Weeknd esteve pela última vez em Portugal em 2023, para um concerto no Passeio Marítimo de Algés.

Foi na semana passada que ficámos a saber que o Super Bock Super Rock, mítico festival de verão, ia deixar de ser conhecido como tal.  O evento abandonou o formato tradicional de três dias de verão e transforma-se agora numa série de concertos distribuídos ao longo do ano, com artistas de dimensão global. E a primeira confirmação foi, de facto, logo em grande, com o anúncio de um concerto de The Weeknd no Estádio do Restelo, em Lisboa.

Ora, o concerto foi agendado para 5 de setembro de 2026, mas dada a procura, a Live Nation resolveu confirmar um segundo concerto no mesmo local, marcado para o dia seguinte, 6 de setembro. Quanto aos bilhetes, devem, de momento, registar-se para aceder à pré-venda – hoje em dia para grandes concertos é assim…

A digressão After Hours Til Dawn Stadium Tour celebra a trilogia de álbuns de The Weeknd – After Hours (2020), Dawn FM (2022) e Hurry Up Tomorrow (2025) – e apresenta os maiores êxitos do seu catálogo de sucessos.

Recorde-se que o artista esteve pela última vez em Portugal em 2023, na altura para um concerto em nome próprio no Passeio Marítimo de Algés, no qual apresentou a tour After Hours Til Dawn. A novidade é que, desta vez, The Weeknd trará novos temas para apresentar ao vivo, graças ao mais recente disco.

SmashVille expande-se em Portugal com nova loja no CascaiShopping

Com esta nova abertura em Cascais, a SmashVille continua a expandir a sua presença em território nacional.

Depois de lojas no Atrium Saldanha, Amoreiras e Almada Forum, a SmashVille inaugurou uma nova loja no CascaiShopping, reforçando a sua presença no panorama nacional dos hambúrgueres “smash”.

Esta abertura representa a quarta da marca desde abril, confirmando uma estratégia de crescimento acelerado, assente em locais de elevada visibilidade e movimento. O novo espaço mantém a estética urbana, descontraída e contemporânea que caracteriza a identidade da SmashVille, oferecendo uma experiência gastronómica centrada na autenticidade.

Reconhecida pela técnica de confeção que lhe dá nome, a SmashVille conquistou uma legião de seguidores em Portugal. A qualidade dos ingredientes, criteriosamente selecionados, é um dos pilares do sucesso da SmashVille. A marca preserva a simplicidade e intensidade de sabor que distinguem o conceito “smash”, consolidando a sua posição como uma das principais referências no segmento.

Entre as propostas mais procuradas estão o Smashville Single, a 8,90€, e o Bacon Double, a 10,90€, assim como versões com frango e queijo, pensadas para quem procura alternativas dentro do mesmo estilo.

Com esta nova abertura, a SmashVille continua a expandir a sua presença em território nacional. A marca já tem previstas novas localizações até ao final do ano, sinal de que o ritmo de crescimento deverá manter-se firme nos próximos meses. Além disso, sabe-se que a empresa vai investir 2 milhões de euros para abrir 20 lojas até ao final de 2026.

Depois da Maia, Weber inaugura loja em Sintra

A Weber, marca líder em grelhadores, inaugurou uma nova loja em Sintra e projeta duplicar vendas em Portugal.

A Weber, reconhecida mundialmente pela produção de grelhadores e pela promoção da cultura do barbecue, inaugurou a sua primeira loja na região de Lisboa, localizada no Horto do Campo Grande, no Linhó, concelho de Sintra. Esta abertura marca um novo capítulo na presença da marca em Portugal e reforça a sua estratégia de consolidação na Península Ibérica, após o sucesso da primeira Weber Store nacional, inaugurada em 2023, na Maia.

O novo espaço em Sintra ocupa 175 m2 e apresenta-se como um ponto de encontro com o universo completo da Weber. Reúne mais de 200 produtos em exposição, incluindo modelos exclusivos e acessórios de várias gamas. Entre os destaques encontram-se as cozinhas exteriores completas e os grelhadores inteligentes Weber Smart, equipados com controlo digital de temperatura, receitas integradas e ligação à aplicação móvel da marca. Os visitantes podem ainda contar com acompanhamento técnico e aconselhamento especializado, prestado por uma equipa dedicada.

A loja integra também a Grill Academy, um conceito internacional da Weber presente em 17 países europeus e que funciona como uma escola de grelhados premium. O espaço acolherá cursos práticos de cozinha destinados a quem pretende aperfeiçoar técnicas de barbecue.

Com mais de duas décadas de atividade no país, a Weber encerrou o ano de 2024 com um crescimento de 25% e prepara-se para um 2025 que poderá ser histórico, contrariando a tendência internacional. A empresa prevê duplicar o ritmo de expansão nos próximos anos, impulsionada pela combinação entre lojas próprias, uma rede de distribuição consolidada e a crescente procura por parte dos consumidores portugueses. Atualmente, a marca dispõe de duas lojas físicas e de mais de 150 pontos de venda espalhados pelo continente e ilhas, registando já mais de 15.000 unidades vendidas anualmente.

Goldpet inaugura nova loja em Setúbal e reforça presença na Margem Sul

A marca Goldpet inaugurou a sua 13.ª loja em Setúbal, num passo que reforça a proximidade com os clientes e o compromisso com os animais.

A Goldpet inaugurou oficialmente a sua nova loja em Setúbal no dia 4 de outubro, reforçando a estratégia de expansão que tem vindo a desenvolver nos últimos anos. Este é o 13.º espaço físico da marca e o terceiro a ser inaugurado em 2025, consolidando a presença da empresa na Margem Sul e aproximando-a dos clientes setubalenses.

A abertura coincidiu com o Dia do Animal, uma data simbólica que reforça o compromisso da Goldpet com o bem-estar dos animais e a importância de promover uma relação próxima com os tutores. A escolha de Setúbal surge como resposta direta aos inúmeros pedidos de clientes da loja online, que há muito manifestavam o desejo de contar com um ponto de venda físico na região.

Na nova loja, localizada na Avenida Mestre Lima de Freitas, Lote nº. 90, é possível encontrar uma ampla seleção de produtos destinados a diferentes tipos de animais de estimação – desde cães e gatos a aves, roedores, peixes e répteis. Portanto, irão encontrar comida, brinquedos, produtos de higiene e, claro, acessórios.

O novo estabelecimento oferece ainda serviços complementares, como a recolha gratuita de encomendas feitas online, gravação de medalhas de identificação e aconselhamento personalizado por parte de uma equipa com formação em saúde, nutrição, beleza e comportamento animal.

A loja dispõe de estacionamento nas imediações e funciona de segunda a sexta-feira, entre as 10h e as 20h, e aos sábados, das 10h às 19h.

Jeronymo reabre no Centro Colombo com conceito Coffee&Friends

A Jeronymo inaugura no Centro Colombo o primeiro quiosque com nova identidade visual e design pensado para momentos de pausa e café entre amigos.

O quiosque Jeronymo do Centro Colombo vai reabrir no próximo dia 18 de outubro, apresentando um conceito renovado designado Jeronymo Coffee&Friends. Este espaço será o primeiro da marca a refletir a nova identidade visual e o posicionamento das lojas, com um estilo mais contemporâneo e uma comunicação próxima, centrada na experiência de degustar café em boa companhia.

O interior do quiosque foi concebido para criar uma atmosfera acolhedora, com materiais naturais, como a madeira, e uma paleta de cores suave que reforça a perceção de qualidade e autenticidade associada à marca. O resultado é um ambiente pensado para oferecer momentos de pausa e descontração, mesmo no contexto de um dos centros comerciais mais movimentados do país.

Os visitantes poderão continuar a encontrar a oferta habitual de bebidas de café, acompanhadas por uma seleção de pastelaria e refeições ligeiras, adaptadas a diferentes momentos do dia. A reabertura será assinalada com a presença do novo head barista da Jeronymo, Alex Santos, que irá preparar algumas das especialidades da marca, marcando o início desta nova fase.

Desde a sua fundação em 2002, a rede Jeronymo conta atualmente com 21 pontos de venda em Lisboa e no Porto, consolidando-se como uma referência no segmento de cafetarias.

Mercadona inaugura supermercado em Frielas

Frielas acolhe a segunda loja da Mercadona em Loures, numa iniciativa que contribui para o desenvolvimento económico local e criação de emprego.

Tal como prometido, a Mercadona inaugurou hoje, dia 16 de outubro, um novo supermercado em Frielas, no concelho de Loures, situado na Rua do Bom Jardim, junto à loja da IKEA. Esta é a segunda loja da cadeia no município e a oitava no distrito, e a sua abertura trouxe consigo a criação de cerca de 90 empregos permanentes, reforçando a presença da empresa na região. Os contratos oferecidos são sem termo, garantindo estabilidade aos trabalhadores, e elevam para mais de 180 o número de colaboradores da Mercadona no concelho.

O novo espaço mantém o padrão das outras lojas da rede, oferecendo carrinhos de compras ergonómicos, corredores amplos e diversas secções dedicadas a produtos frescos e de mercearia. Entre estas destacam-se o talho, a peixaria, a charcutaria com presunto cortado à faca, a padaria e a pastelaria, assim como a secção de frutas e legumes, que inclui uma máquina de sumo de laranja espremido na hora. O supermercado integra ainda perfumaria, produtos para o cuidado do lar e artigos para animais de estimação, assim como uma garrafeira com vinhos portugueses. Para quem pretende refeições rápidas, a loja disponibiliza uma área de “Pronto a Comer”, com pratos tradicionais que podem ser consumidos no local ou levados para casa.

De resto, recorde-se que, no próximo dia 30 de outubro, começa a funcionar a loja da Mercadona em Palmela. Duas semanas depois, a 13 de novembro, será a vez da cadeia espanhola estrear-se finalmente em Lisboa.

Samsung desiste do formato ultrafino e a série Edge chega ao fim

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As vendas dececionantes e a preferência dos consumidores pelos modelos clássicos levaram a marca sul-coreana a encerrar a curta vida do Galaxy Edge.

A Samsung Electronics decidiu pôr termo à sua linha de smartphones ultrafinos Edge, apenas cinco meses depois de a lançar. A decisão deve-se às fracas vendas dos equipamentos e à clara preferência dos consumidores pelos modelos Galaxy tradicionais. Os funcionários da empresa já foram oficialmente informados de que a série Edge não terá continuidade.

O atual Galaxy S25 Edge continuará disponível até enquanto houver stock, mas o S26 Edge, cuja a pré-produção já se encontrava concluída, não chegará sequer ao mercado. A aposta da Samsung em redefinir o segmento “premium” com um design mais fino e elegante não respondeu ás expectativas da marca, com o primeiro mês de vendas do S25 Edge a registar cerca de 190 mil unidades vendidas, contra 1,17 milhões do Galaxy S25 e 2,55 milhões do modelo Ultra.

O plano original da Samsung era substituir o modelo Plus pela versão Edge a partir da série Galaxy S26, posicionando-o como o novo dispositivo de topo de gama. Esse cenário foi agora abandonado, e a empresa regressará à fórmula clássica de três variantes, que tem provado maior equilíbrio entre desempenho e procura.

Amadora ganha novo ícone hoteleiro com a inauguração do Moxy Alfragide Lisboa

Com 63 milhões de euros investidos, o Moxy Alfragide Lisboa reforça o turismo e a modernização da Amadora.

Foi no final do mês passado, mais especificamente a 29 de setembro, que teve lugar a inauguração oficial do Moxy Alfragide Lisboa, que promete marcar o panorama hoteleiro da região da Grande Lisboa. O evento, no qual o Echo Boomer esteve presente, reuniu membros do grupo Mercan Properties, representantes da Câmara Municipal da Amadora, parceiros internacionais e dezenas de convidados, tendo-se destacado tanto pela celebração simbólica de um investimento de 63 milhões de euros, como pela afirmação de uma visão partilhada: transformar Alfragide e a Amadora em territórios de inovação, dinamismo e oportunidades.

A cerimónia, marcada por intervenções de representantes institucionais e do setor privado, sublinhou o impacto social e económico do novo hotel, o primeiro do grupo Mercan Properties em Lisboa. O projeto, apoiado por 180 investidores de países tão diversos como os Estados Unidos, a Tailândia, a Nigéria e o Canadá, simboliza a confiança internacional no potencial da região e reforça o compromisso com o turismo nacional. Com a criação de mais de 80 empregos diretos, o Moxy Alfragide Lisboa representa um contributo significativo para a dinamização local e para o fortalecimento da marca Amadora enquanto cidade moderna e aberta ao investimento.

O design do hotel, assinado pelo gabinete S+A, liderado pelo arquiteto Miguel Saraiva, foi amplamente elogiado pelos presentes. Com um conceito arrojado e inclusivo, o espaço aposta numa atmosfera vibrante, marcada por detalhes que rompem com o convencional – como o check-in feito no bar – e por uma identidade pensada para viajantes jovens de espírito e nómadas digitais. O Moxy propõe-se, assim, redefinir a experiência de hospitalidade em Portugal, combinando irreverência, conforto e um espírito cosmopolita que reflete o ADN da marca Marriott International.

Com 218 quartos de diversas tipologias – incluindo quartos twin, queen, suites e unidades adaptadas a pessoas com mobilidade reduzida -, o hotel combina funcionalidade e design com identidade própria. De resto, o Moxy Alfragide Lisboa conta com uma piscina interior aquecida, ginásio e quatro salas de reuniões com 394 m², capazes de acolher até 500 participantes. O ponto central do hotel é o pátio-jardim interior, com capacidade para 200 pessoas, oferecendo um espaço versátil e iluminado naturalmente, adequado para eventos corporativos, festas privadas e encontros sociais.

Nas palavras do presidente da Câmara Municipal da Amadora, Vítor Ferreira, o novo hotel “é um investimento que acrescenta valor, dinamiza a vida local e contribui para a criação de emprego e riqueza”. O autarca destacou ainda o papel estratégico da Amadora enquanto “território de oportunidades para quem acredita no seu futuro”, reforçando o compromisso da autarquia em continuar a apoiar iniciativas privadas que tragam desenvolvimento e qualidade de vida ao concelho.

Moxy Alfragide Lisboa

A localização do Moxy, próxima do centro de Lisboa e de importantes polos de inovação tecnológica, foi apontada como um dos fatores-chave do projeto. A combinação entre a proximidade urbana e o contexto empresarial de Alfragide posiciona o hotel como uma referência para turistas, profissionais em mobilidade e visitantes em busca de experiências autênticas.

Durante o evento, Daniel Flores, da Marriott, sublinhou a importância estratégica de reforçar e expandir a presença da marca Moxy em Lisboa, destacando o potencial do Moxy Alfragide para atrair novos públicos e integrar-se no ecossistema turístico da região. Sublinhou também o papel do programa de fidelização da cadeia, com mais de 280 milhões de membros, como fator de valorização para o destino e motor de crescimento para o turismo urbano.

Entre brindes e conversas informais, ficou evidente o consenso entre todos os presentes: o projeto é mais do que um investimento hoteleiro. É um símbolo de confiança no futuro da Amadora e um exemplo de como a colaboração entre entidades públicas e privadas pode gerar impacto real na vida das comunidades.

Com este novo hotel, a marca Moxy soma já 15 unidades em Portugal, reforçando a presença da Marriott no país e consolidando uma década de atuação marcada pela modernização e inovação no setor. O Moxy Alfragide Lisboa surge, assim, não apenas como um espaço de alojamento, mas como um ponto de encontro entre culturas, gerações e ideias.

União Europeia vai impor a porta USB-C nos carregadores

O Regulamento de Ecodesign de 2025 vai obrigar que todas as fontes de alimentação contem com pelo menos uma porta USB-C.


A Comissão Europeia deu mais um passo decisivo na uniformização dos carregadores, ao anunciar um novo Regulamento de Ecodesign para 2025. Após ter tornado obrigatória a porta USB-C nos dispositivos eletrónicos (como smartphones), a União Europeia estende agora esta exigência ao próprio carregador.

O novo texto, que será publicado em breve, vai determinar que o carregadores terão de incluir, pelo menos, uma porta USB-C no seu corpo. Mais importante, a regulamentação proíbe a utilização de cabos fixos, exigindo que os carregadores funcionem com cabos destacáveis, transformando-os em componentes separados. Esta medida visa padronizar todo o ecossistema de carregamento e aumentar a interoperabilidade. A Comissão Europeia estima que os novos requisitos de eficiência energética e design irão gerar uma poupança anual de cerca de 100 milhões de euros aos consumidores europeus e uma redução de 3% no consumo de energia dos carregadores até 2035.

As novas regras, que vão abranger todas as fontes de alimentação, sejam elas de smartphones, computadores portáteis, routers e monitores, entrarão em vigor no final de 2028, dando às fabricantes cerca de três anos para se adaptarem.

Aproveita preços baixos em grandes lançamentos na Instant Gaming

A temporada dos grandes jogos fica mais preenchida e com a Instant Gaming é mais fácil ir a todos.

Com a temporada mais recheada de jogos ainda a começar, nem sem sempre é fácil estar a par de todos os grandes lançamentos. Felizmente a Instant Gaming, juntamente com o Echo Boomer, apresenta-se como o melhor sítio para escolher os melhores jogos, aos melhores preços, com descontos imperdíveis em jogos como Pokémon Legends: Z-A, Ninja Gaiden 4, Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2 e muitos mais.

Para além dos descontos em jogos, na Instant Gaming também podem encontrar os melhores preços em cartões presentes para subscrições do Xbox Game Pass Ultimate, do Nintendo Switch Online e créditos para a PlayStation Store.

Em baixo, podem conhecer alguns dos lançamentos mais aguardados do ano, assim como descontos imperdíveis de jogos já bem conhecidos.

football manager 26 sega
Football Manager 26 (PC & Mac)

Lançamentos de destaque de outubro na Instant Gaming:

hell is us
Hell is Us Deluxe Edition (PC)Lê a nossa análise, aqui.

Mais grandes jogos:

Para além destes lançamentos, o Instant Gaming conta com outras promoções também a não perder de jogos aclamados, tais como:

Estas são apenas algumas escolhas no catálogo sempre expansivo da Instant Gaming, que para além de jogos, de cartões presente e subscrições, também conta com descontos na compra de licenças oficiais softwares como o Windows 11, Office ou o popular 3DMark para benchmark dos vossos PCs.

Todos os artigos são enviados aos clientes através de chaves oficiais e autênticas, fornecidas diretamente das marcas, com a Instant Gaming a comprometer-se com um suporte contínuo 24/7. De realçar que estes descontos em destaque estão em vigor por tempo e stock limitado.

Huawei Watch Ultimate 2 – Review: Para quem procura o melhor

Com o Watch Ultimate 2 a Huawei volta a provar que sabe construir smartwaches a sério.

O Watch Ultimate 2 é, sem dúvida, o smartwatch mais ambicioso da Huawei, já que é grande, imponente e com um design que transpira luxo. Neste novo modelo, a marca apostou forte nos materiais de topo e num conjunto de sensores de última geração, capazes até de acompanhar os amantes de mergulho. É um relógio feito para impressionar, tanto no pulso como nas especificações. No entanto, nem todas as suas funcionalidades farão sentido para o utilizador comum, e o preço elevado acaba por colocá-lo fora do alcance da maioria dos interessados.

O Watch Ultimate 2 é, acima de tudo, uma afirmação de estilo e engenharia. Com uma caixa em metal líquido à base de zircónio, detalhes em cerâmica e vidro de safira, este relógio transpira luxo e solidez. A inspiração nos relógios de mergulho de alta gama é evidente, e à primeira vista quase que nos esquecemos que se trata de um smartwatch. Ainda assim, é um equipamento pronto para desafios sérios, já que conta com resistência à água de até 20 ATM, certificações IP68 e IP69, e capacidade para mergulhos até uns impressionantes 150 metros. Mais uma vez, a marca soube combinar robustez e sofisticação, ao oferecer ainda várias opções de braceletes, que vão desde o titânio ao fluoroelastómero, e até uma versão mais comprida para quem usa fato de mergulho. O tamanho, no entanto, não passa despercebido. Com cerca de 48 mm, o Watch Ultimate 2 impõe-se no pulso, que em alguma momentos me pareceu em demasia.

Disponível em duas versões, em azul com 47,5mm (a cor que testei) e preto com 48,5mm, ambas com cerca de 80 gramas sem bracelete, o que o coloca na categoria dos relógios “pesados”. No dia-a-dia nota-se esse peso, e durante o exercício, por exemplo no ginásio, o volume pode tornar-se incómodo. É um relógio feito para quem aprecia um design marcante e com forte presença no pulso. Já para quem prefere algo mais leve e discreto, a minha sugestão é que procure outra solução.

Huawei Watch Ultimate 2
Huawei Watch Ultimate 2

O ecrã OLED LTPO de 1,5 polegada é um verdadeiro ponto alto do Watch Ultimate 2. Com um brilho que chega aos 3500 nits, a leitura é confortável em qualquer ambiente, mesmo sob luz solar direta ou debaixo de água. A resolução é excelente e as cores são vivas e bem calibradas, o que valoriza tanto mostradores cheios de informação como designs analógicos mais clássicos. E como tem vindo a ser habitual, o HarmonyOS 5.1 mostra-se fluido e muito rápido, e a interação com a coroa rotativa e os botões laterais torna a navegação prática e agradável, seja durante a realização de exercício físico, como na consulta de mapas ou somente a navegar pelos menus. A interface em si é visualmente apelativa, com animações suaves e uma lógica de navegação fácil de compreender. O ponto menos positivo continua a ser o ecossistema, que apesar da sua interface bem otimizada o suporte a aplicações de terceiros ainda está muito longe do que encontramos nos seus rivais, como o watchOS da Apple ou no Wear OS da Google. É uma limitação que acaba por restringir o potencial do relógio, sobretudo para os utilizadores mais exigentes.

Já em termos de autonomia, a Huawei voltou a fazer um trabalho irrepreensível e temos uma nova célula de silício com 867mAh. A marca promete até 4,5 dias de utilização quando emparelhado com um equipamento Android e cerca de 3,5 dias com o iOS, podendo chegar aos 11 dias em modos mais leves. Em mergulho, aguenta cerca de 18 horas, ou 12 se o sonar estiver ativo. No meu caso, emparelhado com um smartphone Android e com uso equilibrado com muitas notificações, GPS, treinos e monitorização de saúde, consegui de forma consistente perto de quatro dias de utilização com apenas uma carga. Não é o melhor do mercado, e nem da própria Huawei, mas tendo em conta o nível de tecnologia oferecida, parece ser um resultado francamente bom, muito acima daquilo que é oferecido pelos melhores smartwatches com Wear OS ou watchOS. Já o seu carregamento ocorre através de uma dock de carregamento sem fio magnético, que vem incluído, que é bastante rápido, e permite ir dos 0 aos 100% em pouco mais de uma hora. Um excelente resultado, considerando a alta capacidade da bateria e o consumo de energia de um ecrã tão exigente. O sistema também é compatível com outros docks de carregamento Qi, mas a velocidade de carregamento pode variar.

A Huawei equipou o Watch Ultimate 2 com um conjunto impressionante de ferramentas de saúde, e o destaque vai claramente para o sistema de sensores X-Tap, que já tinha adorado quando testei o Huawei Watch 5. Basta pousar um dedo sobre a caixa do relógio para obter medições fiáveis de frequência cardíaca, SpO₂, ECG, variabilidade da frequência cardíaca e até rigidez arterial. Com uma tosse rápida, o relógio avalia ainda algumas estatísticas respiratórias. Tudo isto é integrado na plataforma TruSense, que reúne num minuto um retrato completo do nosso estado físico. No uso diário, as medições mostraram-se consistentes e bastante precisas, comparáveis às de equipamentos dedicados. A diferença está na acessibilidade, o sistema do Watch Ultimate 2 é incrivelmente simples e imediato. As leituras são apresentadas com clareza, acompanhadas por explicações úteis e bem escritas. Obviamente que não é um dispositivo médico, nem é isso que a Huawei pretende, mas é difícil não achar futurista e genuinamente prático para avaliações rápidas de bem-estar.

No campo do fitness, o relógio é igualmente completo. A Huawei expandiu o seu catálogo de modos de treino, incluindo agora opções avançadas como rastreio profissional de golfe, novos exercícios ao ar livre e uma maior granularidade nos tipos de treino. As modalidades clássicas como corrida, ciclismo, natação continuam muito bem cobertas, mas as novas adições tornam o Ultimate 2 especialmente interessante para atletas de nicho e aventureiros que exigem mais detalhe e precisão nos seus registos. Isto porque o GPS é outro dos seus pontos fortes. O sistema de dupla banda da Huawei mostrou-se rápido e extremamente preciso. Mesmo em caminhadas em matas com cobertura densa de árvores, o rastreio manteve-se estável e fiel ao percurso, o que é essencial num relógio voltado para atividades ao ar livre.

E, claro, há o lado mais especializado, dedicado ao mergulho. O Watch Ultimate 2 suporta profundidades de até 150 metros e funcionalidades que o colocam à frente de muitos concorrentes, como monitorização de profundidade, alertas de velocidade de subida e até um sistema de mensagens por sonar para comunicação subaquática. Por questões óbvias não testei essas ferramentas, mas parecem pensadas de forma séria e não apenas como curiosidades técnicas. No fundo, estas funcionalidades mostram até onde a Huawei quer levar o conceito de smartwatch de aventura. Para mergulhadores, o Watch Ultimate 2 pode ser uma alternativa credível a um computador de mergulho dedicado. Já para o utilizador comum, é mais provável que estas ferramentas sirvam apenas de demonstração tecnológica, mas não indispensáveis.

Em terra firme, o Watch Ultimate 2 tem os seus próprios argumentos. A navegação por GPS é um dos seus pontos mais fortes, graças ao suporte para mapas offline, navegação por trilhos e importação de rotas, o que o torna um companheiro fiável para caminhadas, corridas ou qualquer aventura fora de estrada. Estas funcionalidades têm ainda mais valor quando combinados com o GPS de dupla banda altamente preciso e com as ferramentas de segurança integradas, como a deteção de quedas e os alertas SOS, que acrescentam uma camada de confiança em atividades mais exigentes.

E como não podia deixar de ser, o Huawei Watch Ultimate 2 é mais do que um simples rastreador de fitness, é um verdadeiro smartwatch de luxo com ambições muito sérias. Para isso, a marca equipa-o com chamadas independentes através de eSIM, permitindo atender e fazer chamadas diretamente do pulso, sem depender de qualquer smartphone. A experiência de voz no HarmonyOS é muito boa, e o cancelamento de ruído que é assistido por inteligência artificial faz um excelente trabalho em manter a clareza mesmo em ambientes ruidosos. Para além disso, o relógio permite enviar mensagens, controlar e armazenar música, receber notificações e até reproduzir áudio localmente. No essencial, oferece praticamente tudo o que esperamos de um bom smartwatch para utilizar no dia-a-dia, e que nos permite deixar o smartphone em casa quando vamos praticar exercício físico (e não só).

Huawei Watch Ultimate 2
Huawei Watch Ultimate 2

O Huawei Watch Ultimate 2 é um smartwatch premium pensado para quem gosta de ir ao extremo. É um relógio impressionante em quase todos os aspetos, desde a construção luxuosa e materiais de topo até às especificações que parecem querer provar, mais uma vez, que a Huawei sabe fazer engenharia de alto nível. As ferramentas de saúde X-Tap continuam a destacar-se pela precisão e facilidade de utilização, o rastreio GPS é de excelente qualidade e as funções de mergulho colocam este modelo numa liga própria, abrindo caminho para uma nova geração de smartwatches orientados para a aventura. Ainda assim, o Ultimate 2 não é para todos os utilizadores, e desde logo a começar pelo preço, que é de 899€, para a versão preta, e de 999€ para a versão colorida em tons de branco e azul que testei. Para além disso, as suas generosas dimensões, e o peso elevado, tornam-no menos confortável para quem prefere algo discreto, e o ecossistema de aplicações continua a ser o calcanhar de Aquiles da Huawei, que ainda está um pouco longe da maturidade que se encontra nos seus rivais. Ainda assim, a grande maioria dos utilizadores não vai sentir necessidade de utilização de aplicações de terceiros, já que o equipamento conta com praticamente tudo o que é necessário, e muito bem acompanhado pela aplicação Saúde, da própria Huawei.

Recomendado - Echo Boomer

Este produto foi cedido para análise pela Huawei

Battlefield 6 (Campanha) – Review: Desperdício de talento

Battlefield 6 comete o pecado capital de oferecer uma campanha tão insossa como descartável. Mas nunca insignificante, pois a sua existência tem um impacto real na forma como a Electronic Arts decidiu desperdiçar tanto talento e experiência.   

Enquanto toda a gente tem estado a divertir-se naquela que parece ser uma extraordinária experiência multijogador, os meus olhos e energias concentraram-se exclusivamente na campanha de Battlefield 6, o mais recente capítulo da longa série de jogos militares da Electronic Arts, que este ano concentrou as forças e a experiência dos maiores estúdios do grupo. Desde o seu anúncio que fiquei francamente entusiasmado com Battlefield 6, a um nível que não era muito comum. Um entusiasmo assombrado por algum nervosismo, porque a campanha não parecia ser apenas “mais um modo opcional” ou um tutorial. A promessa era gigante. Afinal de contas, foi com a sua campanha que Battlefield 6 foi apresentado ao público, revelação que também foi marcada pela confirmação dos estúdios envolvidos na sua produção, agora designados como Battlefield Studios. Este super grupo é compostos pela a DICE (criadora da franquia) e pela Ripple Effect (um antigo ramo do estúdio em Los Angeles, agora dirigida por Vince Zampella), que ficariam a cargo da componente multijogador. A quem se juntam ainda a britânica Criterion (responsável por sagas como Burnout e Need For Speed), em conjunto com a Motive (que nos trouxe jogos como Star Wars: Squadrons, a campanha de Star Wars: Battlefront 2 e o recente remake de Dead Space), para se dedicarem à campanha.

Juntar a Criterion e a Motive para se dedicarem à campanha – e até darem uma perninha de suporte ao resto do jogo –, parecia uma excelente ideia. Pois teríamos aqui uma ótima divisão de tarefas, em que temos equipas do multijogador ficariam dedicadas ao seu modo e a experiência conhecida destes dois estúdios mencionados, poderia resultar em algo especial, único, substancial, com uma história minimamente solida e emocionante, e com mecânicas de jogo que só em ambiente off-line (a solo) é que seriam possíveis. Infelizmente todas essas expectativas saíram furadas, naquele que é um dos jogos mais frouxos que joguei este ano.

Pior que um mau jogo, é um jogo medíocre. Aquele que se joga e não oferece nada, que não nos marca para lá do desejo de voltar atrás no tempo para recuperarmos as poucas horas passadas na sua experiência. Um jogo cuja memória dos seus eventos evapora-se mais rápidamente do que um cubo de gelo ao sol. Um jogo que nos faz questionar a sua existência. Battlefield 6, no seu conjunto completo, pode não ser esse jogo, mas a sua campanha em particular é definitivamente esse “jogo“. Uma campanha que após seis horas se revelou desnecessária e que me irritou ao relembrar-me do desperdício de talento apresentado no ecrã. Isto porque a Criterion poderia ter continuado a produzir novos Need For Speed e a Motive poderia estar a criar novas experiências, remakes, sequelas, tudo o que não fosse esta campanha. E para meter ainda mais o dedo na ferida, ao revelar-se desnecessária, a campanha também sabe ainda pior em contexto dos cortes estratégicos na Electronic Arts, que decidiu colocar todas as fichas em Battlefield 6.

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Battlefield 6 (Electronic Arts)

A série Battlefield não é estranha a campanhas e a sua qualidade flutuou ao longo dos anos. Bad Company e Bad Company 2 contaram com sólidas e divertidas campanhas, apresentando um elenco de personagens bem caracterizado e interessantes de conhecer e acompanhar; Hardline trocou os ambiente bélicos por uma história de investigação policial cheia de ação e variedade; já os restantes Battlefield 3, 4 e 1 e V, apesar de apostarem em missões de diferentes cenários, como vinhetas de guerra que serviam de tutoriais para o multijogador, eram preenchidos por uma grande variedade de ambientes e de situações dedicadas a diferentes mecânicas de jogo. Estas missões representavam também show-offs técnicos e, acima de tudo, deixavam-nos com água na boca por mais, a salivar até por uma maior dedicação a um fio narrativo. E, para ser franco, Battlefield 6 chega para colmatar essa falta, com uma história e uma narrativa com um fio condutor em busca de algo que a concorrência – a série Call of Duty – nos seus melhores anos, tão bem tem conseguido. Mas não conseguiu executar essa ambição da melhor forma ao apresentar uma narrativa superficial, genérica e apolítica, sem emoções, peso ou risco. Numa campanha vazia em segmentos cinemáticos, mecanicamente repetitiva e linear, incapaz de traduzir a experiência multijogador nas suas missões, e com decisões de storytelling e de direção artística extremamente baratas.

Em Battlefield 6 somos então apresentados à PAX Armada, uma força militar privada que cresce nas sombras de um colapso político, causado por um ataque direto à NATO, e que ganha dimensão suficiente para desafiar qualquer aliança global. A campanha divide-se em várias perspetivas, com o jogador a assumir o papel de diferentes soldados do mesmo grupo, o Dagger 1-3, espalhados por diversos pontos do mundo, à medida que perseguimos o mercenário Kincaid, apontado como o principal responsável pelo atentado que deu inicio à destruição da NATO. Cada personagem controlável é um arquétipo básico, representado por uma das classes principais do jogo, por exemplo, Lopez é o suporte, Gecko atua como sniper e faz reconhecimento, Murphy é o engenheiro e Carter o sargento de assalto. E cada episódio é apresentado através de flashbacks, permitindo-nos controlar cada uma das classe em missões dedicadas, mas sem grande esforço para caracterizar as personagens ou explorar as suas diferenças de forma significativa.

Com uma premissa de enorme potencial para estabelecer interessantes paralelos evidentes com o mundo real – como o cenário de desordem global, de alianças frágeis e de fronteiras políticas e morais difusas – Battlefield 6 raramente explora isso de forma aprofundada, optando por uma leitura simplificada e excessivamente americanizada, que coloca os Estados Unidos como força heroica e moralmente indiscutível. A narrativa tenta ganhar profundidade através de ideias de infiltração inimiga, conspirações internas e redes paramilitares secretas, mas tudo isso acaba por ser pouco original e previsível. O resultado é uma história que podia ser provocante e relevante, mas que se limita a repetir clichés de guerra sem questionar nada do que representa, sendo usada apenas como pano de fundo para mais uma sucessão de missões de bons contra maus, ou, neste caso, para o aspeto central do seu pacote – os confrontos online.

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Battlefield 6 (Electronic Arts)

As missões são maioritariamente lineares, com objetivos claros e caminhos bem delimitados, cheios de barreiras invisíveis que impõem um “volta para traz ou falhas a missão” sempre que nos afastamos do seu contido perímetro ou trajeto previsto. Essa estrutura limita qualquer sensação de liberdade ou experimentação, tornando a campanha uma sequência previsível de combates. Essa sensação de limitação continua na sua variedade de armas, também superficial, e no uso de veículos que são opcionais, restritos ou totalmente scripted, quase sempre em espaços controlados e em pequena escala (com exceção de uma das suas nove missões). Com isto, também se faz sentir a ausência de missões maiores, onde se poderia usar aviões ou helicópteros, que estão completamente ausentes da campanha.

Há também uma falta evidente de visão criativa no uso das mecânicas centrais de Battlefield, em particular na destruição dos cenários. A série que sempre viveu dessa dimensão imprevisível, aqui é usada com timidez e de forma quase decorativa. Quando tenta ser mais espetacular, fá-lo através de sequências pre-renderizadas de qualidade duvidosa, ou corta o controlo ao jogador com cenas em primeira pessoa, muito caóticas e mal realizadas, a metade do frame-rate do jogo (passando de 60FPS para 30FPS). Uma decisão estranha, dissonante e muito irritante.

E continuando na apresentação do jogo, no geral, também é algo que desilude. Desde a direção artística militar genérica e sem alma, passando pela apresentação técnica com visuais pouco impressionantes e pela menção de bugs e glitches reminiscentes de uma falta de polimento de jogos infames como Mass Effect Andromeda (que na altura também usou o Frostbite Engine). Battlefield sempre se posicionou como um novo patamar visual no género, mas aqui não aproveita a sua campanha para tirar partido das capacidades visuais dos avanços do seu motor gráfico. E não é pela falta consciente de técnicas como o ray-tracing para reflexos e sombras, mas sim pela sua apresentação geral que pouco ou nada grita a “next-gen”. Não faltam elementos de baixa resolução ou geometria no ecrã, animações robóticas, expressões faciais irrealistas e sem vida, ou ambientes estáticos. Battlefield consegue ser muito melhor do que isto, mais rico, dinâmico e imersivo.

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Battlefield 6 (Electronic Arts)

Apesar do desempenho do jogo ser excelente, com os seus 60FPS em consola (jogado na PlayStation 5 Pro), fui confrontado com alguns problemas que impactaram a experiência. Coisas como falhas de ligação à Internet que deitam o jogo abaixo, loadings lentos que apresentam o ecrã de espera aos servidores, bugs visuais com personagens e elementos no ecrã que desaparecem milagrosamente, inimigos que entram num estado de bloqueio e obrigam a reiniciar o checkpoint para serem eliminados, e animações, que, para além de serem robóticas, também se apresentavam quebradas. A lista é grande e inclui também uma falta de polimento na própria direção do jogo quando as passagens de jogo com sequencias de ação mais automatizadas não colam de forma seamless.

O modo de campanha de Battlefield 6 apresenta-se assim como um modo de jogo descartavél, que pode ser ignorado por todos os jogadores. É certo que a maior parte deles está a pensar no modo multijogador, mas é uma enorme pena que este modo não tenha sido mais bem trabalhado. Não é uma porção de jogo completamente horrível, mas com tão pouco para dizer e fazer, afirmar que é um enorme desperdício é a única coisa que me apetece comentar. Não é só um desperdício de potencial, como mencionei várias vezes ao longo do texto, é também um desperdício de talentos, de ideias e de projetos que transcendem Battlefield. O jogadores merecem mais e melhor, assim como as suas equipa e, por extensão, a indústria.  Esta campanha é um claro exemplo de que se não sabiam o que queriam fazer, mais valia estarem quietos e apostar em algo diferente.

Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Electronic Arts.

Silent Hill 2 entra no PlayStation Plus a tempo do Halloween

O catálogo do PlayStation Plus vê a chegada de jogos assustadores em outubro, com Silent Hill 2, Until Dawn e mais.

A equipa da PlayStation revelou as novidades do PlayStation Plus para outubro, com destaque para a entrada de Silent Hill 2, Until Dawn e, para os subscritores do Premium, Tekken 3. Os jogos ficam disponíveis a partir de 21 de outubro para todos os subscritores dos escalões Extra e Premium.

Depois de nos oferecer Alan Wake 2 no início deste mês, a PlayStation continua no campo do horror, com propostas no PlayStation Plus perfeitas para o ambiente assustador do Halloween. Com Silent Hill 2, os jogadores poderão revisitar as memórias de outras eras, naquele que é considerado um dos melhores remakes dos últimos anos. Também refeito, chega a experiência cinemática de Until Dawn, onde todas as escolhas contam e definem a sobrevivência do seu elenco. E para continuar com experiências de arrepiar, destaca-se também Poppy Playtime: Chapter 1, um jogo de puzzles numa fábrica de brinquedos abandonada.

Em baixo poderão conhecer a lista completa de adições ao PlayStation Plus, onde se encontra também um dos maiores clássicos da PlayStation, o lendário jogo de lutas da PlayStation 1 Tekken 3, para subscritores do Premium.

PlayStation Plus Extra e Premium | Catálogo de Jogos

  • Silent Hill 2 | PS5
  • Until Dawn | PS5
  • V Rising | PS5
  • Yakuza: Like a Dragon | PS5, PS4
  • Poppy Playtime: Chapter 1 | PS5, PS4
  • As Dusk Falls | PS5, PS4
  • Wizard with a Gun | PS5

PlayStation Plus Premium | Clássicos

  • Tekken 3 | PS5, PS4

Wolf Alice confirmados no NOS Alive 2026

Os Wolf Alice juntam-se um cartaz composto até ao momento pelos Buraka Som Sistema, Pixies, Florence + The Machine, Nick Cave & The Bad Seeds e Lorde.

Depois de, ontem, a Everything is New ter confirmado a presença de Lorde no NOS Alive 2026, eis que hoje temos nova confirmação: Wolf Alice, banda que irá subir ao Palco NOS no dia 10 de julho.

Este regresso do grupo a Portugal, após um concerto em nome próprio no Coliseu de Lisboa em 2022, tem como mote a apresentação do novo disco The Clearing. É, também, o regresso da banda ao NOS Alive, onde tocaram pela última vez em 2018.

Desde a estreia em 2013 com My Love Is Cool que os Wolf Alice se têm afirmado como uma das formações mais consistentes da cena alternativa contemporânea. Com Visions of a Life (2018), conquistaram o prestigiado Mercury Music Prize, consolidando a sua reputação, e com Blue Weekend (2022) atingiram o topo das tabelas britânicas, além de arrecadarem o BRIT Award para Melhor Grupo.

O mais recente disco, The Clearing, lançado a 29 de agosto de 2025, assinala uma nova fase na trajetória da banda. Produzido em Los Angeles por Greg Kurstin, vencedor de um Grammy, e escrito em Seven Sisters, no norte de Londres, o álbum revela um som confiante e maduro, onde se cruzam ambição, introspeção e emoção.

Descrito como um trabalho de pop e rock intemporal, The Clearing equilibra leveza e seriedade, ironia e sinceridade. O disco reflete a evolução natural de uma banda que há mais de uma década explora temas como o amor, a perda e o crescimento pessoal, traduzindo as experiências de uma geração. As influências dos anos 70 estão presentes, mas reinterpretadas com uma sensibilidade moderna. Se os Fleetwood Mac criassem hoje um álbum em Londres, o resultado poderia soar próximo desta coleção de canções distintas, marcadas por uma produção depurada e melodias precisas.

A banda junta-se, assim, a um cartaz composto até ao momento pelos Buraka Som SistemaPixiesFlorence + The MachineNick Cave & The Bad Seeds e Lorde.

Quanto aos bilhetes, estão à venda nos locais habituais, com o diário a custar 84€, o passe de dois dias a custar 168€ e o passe de três dias a poder ser adquirido por 199€.

Foto: Rachel Fleminger Hudson

Five Guys pede ajuda para instalar-se em Portugal, que pode não acontecer em 2025

A Five Guys pretende lojas com pelo menos 300 m2 de área, que estejam localizadas em zonas com muito movimento. E sim, quer pelo menos lojas em Lisboa e Porto.

Estávamos no verão de 2018. Nessa altura, em declarações ao Okdiario, o diretor-geral da Five Guys em Espanha e Portugal, Daniel Agromayor, anunciava que a Five Guys, cadeia de restaurantes especializada em hambúrgueres, estava a preparar a sua entrada em Portugal.

Uma vez que a marca não investe em publicidade, isso significava que, por cá, o objetivo seria encontrar uma localização de excelência, de modo a garantir a afluência. Porém, e seis anos depois, não há quaisquer vestígios de um restaurante Five Guys em Portugal.

É verdade que a pandemia de COVID-19 não ajudou. Aliás, e em declarações exclusivas ao Echo Boomer em março de 2024, Daniel Agromayor referiu que, desses seis anos, quase três foram impactados pela pandemia, não tendo sido a melhor altura para iniciar um novo mercado. “Durante esses anos, concentrámo-nos em proteger o nosso staff e a nossa atividade em Espanha, bem como no resto do mundo. Aliás, durante mais de 20 meses, congelámos a nossa expansão em Espanha.”

Ao Echo Boomer, Daniel Agromayor disse que, uma vez que as coisas voltaram ao normal há algum tempo, estavam a “trabalhar arduamente numa abertura em PortugalSei que a espera parece longa, mas, por vezes, há condicionamentos nos nossos planos. Gostava que já estivéssemos abertos!”.

A marca tinha como objetivo abrir uma uma localização de excelência algures em Lisboa, tal como fez nas cidades espanholas onde possui estabelecimentos. Eu tenho um sonho: 2025 deve ser o nosso ano!”, disse-nos Daniel Agromayor, algo esperançoso, mas certo que uma abertura da Five Guys em Portugal acontecerá mais cedo ou mais tarde.

Essa vontade foi depois reforçada numa entrevista durante o programa The Pulse with Francine Lacqua, da Bloomberg, em agosto de 2024, com John Eckbert, CEO da Five Guys na Europa, a referir que a cadeia de hambúrgueres e milkshakes iria abrir uma loja em Portugal no próximo ano.

“Vamos abrir uma loja em Lisboa em 2025. Queremos sempre abrir um local de referência, por isso estamos à procura do local perfeito”, adiantou o responsável. Mas não parece ser esse o caso.

Até ver, não há qualquer vislumbre da instalação de uma loja do Five Guys em Lisboa, tanto que a marca nem sequer está a contratar. E tendo em conta que estamos a dois meses e meio de terminar o ano, torna-se difícil acreditar que teremos uma hamburgueria Five Guys na capital portuguesa até final de 2025.

Em todo o caso, a Five Guys quer mesmo vir para o nosso país, não só para Lisboa, mas também para o Porto. Através do LinkedIn, a marca pede ajuda para instalar-se em vários locais na Península Ibérica, entre os quais as cidades de Lisboa e Porto, procurando espaços com pelo menos 300 m2 que estejam localizados nas ruas mais movimentadas da cidade, preferencialmente em esquinas, ou em áreas de grande tráfego pedonal, deixando também a possibilidade poder construir lojas em terrenos com capacidade para serviço drive-thru.