O novo filme de Call of Duty da Paramount será realizado por Peter Berg, realizador de Hancock e Battleship.
A Activision e a Paramount anunciaram os primeiros nomes associados à sua adaptação cinematográfica de Call of Duty, que contará agora com Peter Berg como realizador e Taylor Sheridan como argumentista.
Peter Berg é conhecido por filmes comoLone Survivor e Deepwater Horizon, e é também lembrado por filmes como Hancock e uma outra adaptação muito peculiar, Battleship, inspirado no jogo de tabuleiro da Hasbro, Batalha Naval. Já Taylor Sheridan, conta na sua carreira com a assinatura de autor em Sicario e foi criador da série Yellowstone, entrando neste novo projeto também com funções de produtor executivo.
Como já havia sido revelado anteriormente, o filme de Call of Duty pretende expandir-se a novas audiências e a um público não-jogador, num formato que, de acordo com a Paramount, promete ser autêntico à ação e aos tramas encontrados nos jogos, com uma narrativa que explorará missões inspiradas em elementos recorrentes da franquia, como o trabalho de forças especiais, espionagem e conflitos globais.
Em comunicado, Peter Berg afirma que o seu objetivo é criar um filme de ação realista, sustentado por “autenticidade militar e ritmo cinematográfico intenso”. Taylor Sheridan acrescenta que o guião se foca em personagens originais, mantendo o tom e a estética que tornaram a série uma das mais populares da indústria dos videojogos.
O filme ainda não tem data de lançamento confirmada, mas a Paramount prevê iniciar as filmagens no segundo semestre de 2026, com estreia planeada para 2027 nas salas de cinema.
Tyler Joseph e Josh Dun sobem ao Palco NOS a 9 de julho de 2026, naquela que será a estreia dos Twenty One Pilots no festival NOS Alive.
Os Twenty One Pilots atuam pela primeira vez no NOS Alive, a 9 de julho de 2026, subindo ao Palco NOS para um concerto que promete ser um dos momentos mais marcantes da próxima edição do festival.
Reconhecidos pela originalidade e pela capacidade de reinventar fronteiras sonoras, Tyler Joseph e Josh Dun afirmaram-se como uma das duplas mais influentes da música contemporânea. Desde a sua formação, o grupo norte-americano soma mais de 33 mil milhões de streams em todo o mundo, vendeu mais de três milhões de bilhetes e acumula dezenas de certificações multi-Platina, figurando também no Guinness Book of World Records.
O sucesso global chegou com Blurryface, o primeiro álbum da história a ter todas as faixas certificadas Ouro ou Platina pela RIAA, um feito que o anterior Vessel viria igualmente a alcançar. Mais recentemente, a banda lançou Breach, o seu oitavo álbum de estúdio.
Quanto aos bilhetes, estão à venda nos locais habituais, com o diário a custar 84€, o passe de dois dias a custar 168€ e o passe de três dias a poder ser adquirido por 199€.
O preço do gasóleo deverá aumentar até 4,5 cêntimos por litro, enquanto que na gasolina 95 poderá subir até 2 cêntimos.
Más notícias para quem precisa de atestar o depósito, já que, a partir da próxima segunda-feira, 3 de novembro, tanto o gasóleo como a gasolina vão registar aumentos significativos nos preços. Assim, prevê-se uma subida de até 4,5 cêntimos por litro no gasóleo e de até 2 cêntimos na gasolina 95.
Os postos de marca própria, geralmente associados a hipermercados e conhecidos por praticarem preços mais baixos, não escapam à tendência. Segundo fontes do setor, estes deverão aplicar aumentos de cerca de 0,0355€ por litro no gasóleo e 0,0150€ na gasolina 95.
Desde o início de 2025, o comportamento dos preços tem sido irregular. O gasóleo registou uma ligeira descida, de 1,609 para 1,545€ por litro, uma diferença que, num depósito de 60 litros, representa uma poupança de apenas 3,84€. Já a gasolina 95 praticamente não se mexeu, passando de 1,722 para 1,685€ por litro, o que equivale a uma poupança mínima de 2,22€ por depósito.
Com este novo aumento, parte dessas pequenas poupanças será anulada, e os condutores voltam a enfrentar o dilema recorrente: encher já o depósito antes do aumento ou esperar por um alívio que, como tantas vezes, tarda em chegar.
Ridiculousness, apresentado por Rob Dyrdek, ainda terá novos episódios exibidos em 2026.
Depois de 14 anos no ar e um total de 46 temporadas, a MTV decidiu pôr fim a Ridiculousness, o programa de vídeos cómicos apresentado por Rob Dyrdek. A decisão, comunicada recentemente ao elenco e à equipa, encerra uma das fases mais longas e marcantes da história do canal.
Apesar do cancelamento, o público ainda terá acesso a episódios inéditos já gravados, que continuarão a ser exibidos até 2026. A partir daí, a MTV planeia manter as repetições na sua grelha e disponibilizar algumas temporadas na plataforma Paramount+ – que por cá “existe” enquanto SkyShowtime, agregando também conteúdos da Peacock e Sky Studios -, garantindo que o formato continuará presente, para todos os efeitos.
O fim do programa surge num momento de reestruturação profunda dentro da Paramount, empresa-mãe da MTV, que atravessa mudanças estratégicas e cortes significativos após a fusão com a Skydance. Ao que consta, o canal pretende renovar a sua identidade, apostando em conteúdos mais variados, experimentais e com novas vozes, numa tentativa de recuperar o espírito original de irreverência que marcou a MTV nos seus primeiros anos.
Lançado em 2011, Ridiculousness tornou-se rapidamente um dos pilares da programação do canal. Com um formato simples – vídeos virais de quedas e situações absurdas comentadas com humor por Dyrdek, Steelo Brim e Lauren “Lolo” Wood – o programa conquistou audiências consistentes e dominou a grelha de emissão durante anos. Houve semanas em que mais de metade da programação da MTV era ocupada por repetições do formato.
No total, foram produzidos cerca de 1.700 episódios, um número que o coloca entre as séries mais duradouras da história da MTV. O fim de Ridiculousness marca, assim, o encerramento de uma era em que o canal viveu quase exclusivamente da popularidade do programa.
Descubram como escolher o telemóvel recondicionado perfeito para o vosso perfil. Da performance do iPhone 16 Pro à versatilidade do Samsung S24 Ultra, encontrarão o modelo certo na iServices.
Comprar um telemóvel recondicionado deixou de ser um plano B. Para quem procura tecnologia fiável a um preço mais equilibrado, e quer fazê-lo de forma responsável, esta opção tornou-se a escolha certa. Hoje, marcas especializadas como a iServices mostram que é possível ter um smartphone com qualidade e garantia comparáveis às de um novo, mas com uma pegada ambiental reduzida e um custo muito mais acessível. Os equipamentos passam por testes exaustivos, recebem 3 anos de garantia e permitem uma experiência de utilização praticamente idêntica à de um modelo acabado de sair da caixa.
Mas como escolher o smartphone indicado para o que pretendemos? Com este guia dedicado a telemóveis recondicionados, irão perceber o que diferencia este tipo de compra, como funcionam os “Estados” e qual o modelo que melhor se adapta às vossas necessidades.
Antes de ir às recomendações, convém esclarecer o que significa “recondicionado”. Falamos, neste caso, de iPhones e Samsung que tiveram pouco ou nenhum uso: unidades de exposição, retomas, renovações de contratos ou frotas empresariais. Na iServices, cada telemóvel é inspecionado em 40 parâmetros – câmara, som, microfones, botões, ecrã, software, conectividade, portas – e, sempre que a bateria está abaixo de 80% da capacidade máxima, é substituída por uma nova.
A embalagem não é a original do fabricante e é isso, em conjunto com eventuais marcas subtis, que distingue um recondicionado de um novo. A classificação de “Excelente”, “Muito Bom” e “Bom” apenas descreve o estado estético: no primeiro, o equipamento está como novo, com micro riscos impercetíveis a mais de 30 cm; no segundo, podem existir riscos visuais no ecrã ou no chassis sem impacto ao toque; no terceiro, há sinais de uso visíveis, que facilmente se minimizam com película e capa. Em todos os casos, o desempenho e a experiência de utilização permanecem intactos.
Se o objetivo é comprar um iPhone recondicionado com o máximo de longevidade, há uma lógica simples: escolher em função do uso real. Para gaming, por exemplo, o que conta é a combinação entre processador, taxa de atualização e autonomia. Quem quer o topo de performance gráfica encontra no iPhone 16 Pro recondicionado um aliado óbvio, graças ao chip A18 Pro, que garante folga para jogos exigentes e para os próximos grandes títulos.
Porém, se a ideia é equilibrar preço e potência, o iPhone 14 Pro continua extremamente competitivo: corre tudo o que interessa, aguenta multitarefa e tem câmaras que não envergonham em conteúdo partilhado.
Do lado Android, o Samsung Galaxy S23 Ultra mantém-se uma máquina sólida, com ecrã de 120 Hz que dá fluidez nos FPS e autonomia generosa para sessões longas. Para este perfil, o melhor telemóvel recondicionado de 2025 é o que não limita nos frames nem deixa dependente da tomada a meio do dia.
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iPhone 14 Pro
iPhone 16 Pro
Samsung S23 Ultra
O retrato muda para estudantes, onde a prioridade é o equilíbrio entre custo e funcionalidades, com boa câmara para trabalhos, chamadas, apontamentos e criação de conteúdo. O iPhone 13 e o iPhone 14 são apostas seguras por conjugarem bom desempenho com uma curva de aprendizagem praticamente inexistente para quem já vive no ecossistema Apple. A fluidez é consistente, a autonomia cumpre e o software tem anos de suporte pela frente. No universo Samsung, o Galaxy S21 Plus oferece uma experiência elegante e fluida, com ecrã generoso e câmara competente para fotografia de projetos e vídeos de apresentação. Para quem precisa de reduzir o orçamento sem sacrificar qualidade, o iPhone 12 continua a ser um ponto de entrada sensato no catálogo de recondicionados iServices, com boas bases para estudo, comunicação e criatividade.
Para profissionais das artes e criadores de conteúdo, a conversa centra-se em ecrã de alta definição, câmaras versáteis e armazenamento suficiente para lidar com ficheiros pesados. O iPhone 16 Pro Max destaca-se pelo sistema de câmaras avançado e pela fiabilidade em foto e vídeo, algo crucial quando a captação acontece em contexto imprevisível e não há margem para repetir. A alternativa Android com grande margem para edição e multitarefa é o Samsung Galaxy S24 Ultra, que combina processamento potente com um painel amplo onde timelines e camadas respiram.
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Galaxy S24 Ultra
iPhone 16 Pro Max
O Guia de Estados da iServices merece também um olhar pragmático. Se valorizam uma estética imaculada, seja para uso pessoal ou porque trabalham com imagem, faz sentido optar por “Excelente”. Se querem o melhor rácio preço/condição, “Muito Bom” tende a ser o ponto ideal, com pequenas marcas apenas visuais. Se o orçamento dita as regras e a prioridade é a funcionalidade, “Bom” permite poupar sem perdas no essencial. Em qualquer hipótese, o que determina a longevidade é o ciclo de atualizações, a saúde da bateria e o cuidado no uso; o processo de recondicionamento da iServices e a substituição de baterias abaixo dos 80% ajudam a nivelar o desempenho entre os diferentes estados.
Há ainda duas notas que clarificam expectativas. Primeiro, os iPhones recondicionados não têm garantia Apple; têm, sim, a garantia de 3 anos da iServices e uma equipa técnica com experiência em reparação pronta a intervir. Segundo, a segurança na compra é sobretudo uma questão de escolher um vendedor que teste, garanta e permita devolução. Neste contexto, o selo iServices Recondicionados, com controlo de qualidade interno e cobertura alargada, responde ao que interessa: risco baixo, transparência e suporte pós-venda.
No fim de tudo, o que interessa salientar é que devem identificar o perfil de utilização, definir o orçamento e ter em atenção as recomendações. No fim, a questão já não é se devem ou não optar por um recondicionado, mas qual o modelo que se encaixa no vosso uso.
Sindicato acusa administração de incumprimento de acordo laboral e falhas de segurança nos comboios.
Os revisores da CP – Comboios de Portugal vão cumprir uma greve parcial entre 3 e 13 de novembro, afetando os serviços de longo curso. O protesto, convocado peloSindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI), surge em resposta ao alegado incumprimento de um acordo laboral firmado há mais de dois anos e a problemas de segurança que, segundo a estrutura sindical, continuam sem solução.
O SFRCI recorda que o acordo, celebrado em 25 de julho de 2023, previa medidas destinadas à “humanização das escalas de serviço” e a uma melhor organização do trabalho dos revisores. No entanto, passados mais de dois anos, o sindicato acusa o Conselho de Administração da CP de não cumprir integralmente os compromissos assumidos. “Passados 27 meses, a empresa continua a manter práticas que contrariam o que foi acordado”, lê-se no comunicado. A estrutura sindical afirma ainda ter tentado, “ao longo de todo este período”, assegurar o cumprimento do acordo, mas denuncia uma postura de “recusa reiterada” por parte da administração em concluir o processo, o que considera um “desrespeito pelos trabalhadores”.
A greve é também motivada por questões de segurança operacional. O sindicato alerta para casos em que comboios ultrapassam o comprimento das plataformas de embarque e desembarque e para situações recorrentes de sobrelotação, que, segundo o SFRCI, “colocam em risco a segurança dos utentes e dos trabalhadores”.
A estas preocupações juntam-se as condições do material circulante. O sindicato denuncia deficiências nas carruagens dos serviços Intercidades, atribuídas a “acompanhamento oficinal deficiente” e ao “uso excessivo” das composições. Critica ainda o recurso a carruagens Arco, que, afirma, “não são compatíveis” com as carruagens Corail e EMEF habitualmente utilizadas neste tipo de serviço.
Sobre os efeitos da greve, a CP indica que os passageiros com títulos já emitidos para os serviços Alfa Pendular e Intercidades podem optar pelo reembolso do valor total do bilhete ou pela troca gratuita por outro comboio da mesma categoria e classe.
As operações de reembolso ou de troca podem ser realizadas em myCP, na área “Os seus bilhetes” – sempre que os títulos tenham sido comprados na Bilheteira Online ou na App CP -, até 15 minutos antes da partida do comboio na estação de origem do cliente, ou nas bilheteiras. Decorrido esse limite, mantém-se a possibilidade de solicitar o reembolso até 10 dias após o fim da greve, através do formulário online Reembolso por Atraso ou Supressão, mediante o envio da digitalização do bilhete original.
Golden Ria é o novo investimento da Hoti Hotéis em Aveiro, um complexo de uso misto que une hotelaria e habitação num único espaço.
O Grupo Hoti Hotéis anunciou a expansão da sua atividade para o setor imobiliário com o lançamento do Golden Ria, um projeto de uso misto que será construído em Aveiro, junto ao Meliá Ria. O investimento, estimado em 80 milhões de euros, marca uma nova fase na estratégia de diversificação do grupo, que pretende responder à crescente procura por soluções residenciais e de estadia integradas num único espaço.
O Golden Ria será composto por quatro edifícios distintos. Dois deles destinam-se exclusivamente a habitação, com um total de 134 apartamentos, distribuídos por tipologias que vão do T1 ao T4. Um terceiro edifício acolherá o Golden Residence Aveiro, uma unidade residencial com serviços hoteleiros, composta por 49 fracções. O quarto edifício será ocupado por um hotel de conceito lifestyle, que integrará duas vertentes complementares: o Star inn, com 90 quartos, e o Star Studios, com 72 estúdios.
O projeto inclui ainda cerca de 450 lugares de estacionamento subterrâneo, dos quais aproximadamente 20% serão destinados a reforçar o estacionamento público da zona, contribuindo para melhorar a mobilidade em torno do Meliá Ria e do Centro Cultural e de Congressos de Aveiro. Cerca de 10% das vagas será afeta à componente hoteleira, ficando o restante reservado aos residentes.
O primeiro projeto português de microdramas apresenta cinco séries curtas em formato vertical, com estreia prevista em 2026 na RTP, TikTok e Instagram.
A RTP e a SPi anunciaram o lançamento do primeiro projeto português de microdramas, um formato de ficção concebido especificamente para visualização em dispositivos móveis. Esta iniciativa marca um novo passo na experimentação narrativa em Portugal, ao introduzir produções pensadas desde a origem para o consumo digital e para o formato vertical, consolidando o papel da RTP como impulsionadora de novas formas de criação audiovisual.
Segundo José Fragoso, diretor da RTP1, esta aposta representa a abertura de um novo caminho na ficção televisiva nacional, alinhando-se com uma tendência internacional em rápido crescimento: a produção de séries curtas, estruturadas para o ecrã dos telemóveis. Cada microdrama será composto por episódios com menos de dois minutos, propondo uma experiência fragmentada e dinâmica. Fragoso sublinha que este formato constitui um desafio criativo para todas as áreas envolvidas, desde a escrita ao trabalho de atores, realização e produção, ao mesmo tempo que oferece ao público total liberdade sobre como, quando e onde acompanhar as histórias.
O projeto, produzido pela SPi, inclui cinco microdramas com 20 episódios de um minuto e meio cada, abrangendo géneros que vão do thriller à comédia. A ideia original pertence a Pedro Lopes e conta com argumento de Inês Gomes, Susana Romano e Marina Ribeiro. As gravações estão previstas para decorrer entre dezembro e janeiro de 2026, com estreia em formato vertical nas plataformas TikTok, Instagram eRTP Play.
O novo capítulo de Animal Crossing: New Horizons chega a 15 de janeiro de 2026 com uma grande atualização e versão nativa para a Nintendo Switch 2.
A Nintendo prepara-se para levar Animal Crossing: New Horizons, para uma nova fase com o lançamento da versão 3.0 e de uma edição nativa para a Nintendo Switch 2, ambas agendadas para 15 de janeiro de 2026. A atualização gratuita chega à versão atual do jogo, enquanto a edição Nintendo Switch 2 Edition será vendida por 64,99€, ou como atualização paga de 4,99€ para quem já tiver o jogo original.
A nova versão para a Nintendo Switch 2 foi concebida para tirar partido das capacidades do novo hardware, prometendo uma resolução 4K no modo televisão, utilização do microfone integrado e sessões online para até doze jogadores. Inclui ainda o modo CameraPlay, que permite ligar uma câmara USB compatível para ver as reações dos amigos enquanto exploram as ilhas em conjunto. E o Joy-Con 2 passa também a permitir o uso de controlos por rato para decorar interiores, criar designs personalizados e escrever mensagens à mão no quadro de avisos.
Tanto a nova edição como a atualização gratuita vão introduzir várias novidades jogáveis. Entre elas está o Resort Hotel, um novo espaço gerido pela família de Kapp’n, situado no cais, onde os jogadores poderão decorar quartos, receber visitantes e adquirir novos conjuntos de mobiliário e roupa.
Outras adições importantes incluem o Reset Service de Resetti, que facilita reorganizar a ilha de forma mais prática, e uma ampliação significativa da capacidade de armazenamento doméstico, que passa a suportar até nove mil itens, incluindo árvores, arbustos e flores.
Os subscritores do Nintendo Switch Online terão acesso à Slumber Island, um novo modo que permite desenhar e guardar até três ilhas diferentes, convidar amigos, construir em conjunto e transferir habitantes entre ilhas. Este modo inclui também ferramentas colaborativas e a possibilidade de definir o tamanho e o formato das ilhas antes da construção.
A atualização introduz também colaborações especiais, com objetos inspirados noutras séries da Nintendo como The Legend of Zelda e Splatoon, compatibilidade com amiibo dessas franquias e até um conjunto de peças LEGO temáticas. E há certos itens inspirados em consolas clássicas da Nintendo que permitirão jogar títulos retro diretamente dentro do jogo.
Tanto a atualização gratuita como Animal Crossing: New Horizons – Nintendo Switch 2 Edition chegam no dia 15 de janeiro de 2026, com pré-reservas já disponíveis na My Nintendo Store e na Nintendo eShop.
Os jogadores já podem pré-reservar Resident Evil Requiem, que tem lançamento em fevereiro de 2026.
A Capcom revelou novos detalhes sobre Resident Evil Requiem, abrindo também o período de pré-reservas do jogo em todas as plataformas. Com lançamento agendado para 27 de fevereiro de 2026, o jogo será lançado na PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC (via Steam e Epic Games Store) e também na Nintendo Switch 2, marcando a estreia da série na loja digital da Epic. Todas as pré-reservas incluem como bónus, um fato alternativo para a protagonista Grace, chamado Apocalypse.
No que toca às diferentes versões, a Capcom anunciou a edição Standard, que incluirá o jogo base, e a edição Deluxe que acrescenta um conjunto de conteúdos adicionais com cinco fatos, quatro skins para armas, dois filtros de ecrã e dois porta-chaves de armas, entre outros extras.
Edição Standard de Resident Evil Requiem
Haverá ainda uma ediçãoSteelbook Deluxe, que reúne o jogo e os conteúdos da versão Deluxe numa caixa metálica de coleção. Para além disso, a Capcom relembrou que Resident Evil 7: Biohazard Gold Edition e Resident Evil Village Gold Edition chegarão à Nintendo Switch 2 no mesmo dia, ambos com os modos adicionais e conteúdos pós-história incluídos. Estas versões também farão parte de um pacote exclusivo chamado Resident Evil Generation Pack, que reúne os três títulos — Biohazard, Village e Requiem — numa única coleção dedicada à nova consola da Nintendo.
Edição Deluxe de Resident Evil Requiem
Estas edições foram anunciadas na transmissão Road to Requiem, apresentado por Maggie Robertson, voz de Lady Dimitrescu em Resident Evil Village, onde foram também reveladas várias colaborações e produtos associados ao lançamento. Entre as novidades ficou-se a conhecer uma colaboração com Fortnite, que oferecerá itens inspirados em Resident Evil a quem comprar o jogo através da Epic Games Store. Estes conteúdos serão distribuídos após o lançamento de Requiem, incluindo uma skin da personagem Grace.
Comando Pro para Nintendo Switch 2 de Resident Evil Requiem
Outra novidade, está novamente ligada à Nintendo, que vai lançar um Comando Pro daNintendo Switch 2 temático, com acabamentos metálicos inspirados no jogo, com lançamento no mesmo dia. E pela primeira vez, a saga também receberá um amiibo oficial, dedicado a Grace, previsto para o verão de 2026.
Por fim, a Capcom revelou que um novo Resident Evil Showcase será transmitido no início de 2026, oferecendo um olhar mais aprofundado sobre Requiem e o processo de criação deste novo capítulo da série.
O novo trailer de Stranger Things revela um pouco mais o ambiente vivido em Hawkins, com o fim das aventuras cada vez mais próximo.
A Netflix lançou um novo trailer oficial da quinta e última temporada de Stranger Things, que chega à plataforma dividida em três partes. Quatro episódios a 27 de novembro, três a 26 de dezembro e o episódio final a 1 de janeiro.
Criada pelos irmãos Duffer, a nova temporada regressa ao outono de 1987, com Hawkins isolada sob quarentena militar após os acontecimentos da quarta temporada. Os jovens protagonistas estão focados em encontrar Vecna, agora desaparecido, enquanto o governo intensifica a procura pela Eleven, novamente forçada a esconder-se.
De acordo com Ross Duffer, esta temporada promete começar “a todo o vapor”, sem a habitual introdução ao quotidiano dos personagens. O co-criador explica que, após a derrota do grupo, a narrativa avança de imediato para o caos.
O elenco principal regressa completo, reunindo Winona Ryder, David Harbour, Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Sadie Sink, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Joe Keery e Maya Hawke, entre outros. A quinta temporada contará ainda com Linda Hamilton no papel da Dra. Kay, uma das novas personagens introduzidas neste capítulo final.
Stranger Things é produzida pela Upside Down Pictures e pela 21 Laps Entertainment, com os irmãos Duffer, Shawn Levy e Dan Cohen como produtores executivos.
O novo conjunto de periféricos inclui um teclado mecânico, um rato sem fios e um tapete de rato com elementos visuais de The Witcher 3.
A Corsair revelou uma nova coleção de periféricos inspirada em The Witcher 3: Wild Hunt, criada em parceria com a CD Projekt RED para assinalar o 10º aniversário do aclamado jogo. A Corsair x The Witcher 3: Wild Hunt 10th Anniversary Collection é uma edição limitada composta por três produtos que reinterpretam o design e o simbolismo do RPG polaco num conjunto de acessórios para PC.
O destaque vai para o K65 Plus Wireless, o teclado mecânico de formato compacto (75%) com retroiluminação RGB e ligação sem fios. Inclui detalhes personalizados, como teclas decoradas com os sinais mágicos do jogo, uma tecla Esc com o logótipo de The Witcher 3 e o medalhão do Lobo gravado no corpo do teclado. Está equipado com interruptores mecânicos MLX e foi concebido para oferecer a mesma robustez e precisão associadas às gamas topo de gama da marca.
Corsair x The Witcher 3: Wild Hunt 10th Anniversary Collection
A acompanhar o teclado, a coleção inclui o M75 Wireless, um rato ultraleve com iluminação RGB e uma ilustração de Eredin, o líder da Wild Hunt. A Corsair refere que o modelo mantém as mesmas especificações técnicas da sua versão padrão, oferecendo baixa latência e autonomia elevada, agora numa estética diretamente inspirada no universo do jogo.
O conjunto fica completo com o tapete de rato MM300 2XL, que exibe o mapa astral do mundo de The Witcher 3 e os símbolos mágicos usados por Geralt. A superfície em tecido e as margens reforçadas pretendem garantir durabilidade e uma base estável para utilização intensiva.
A Corsair x The Witcher 3: Wild Hunt 10th Anniversary Collection já está disponível individualmente em quantidades limitadas no site oficial da Corsair e na loja online da CD Projekt RED. O lançamento aconteceu a 28 de outubro, data que marcou a celebração de uma década desde o lançamento original de The Witcher 3: Wild Hunt.
A partir de 4 de novembro, os subscritores do PlayStation Plus terão mais três jogos para guardar na sua biblioteca digital.
A PlayStationanunciou as ofertas mensais do PlayStation Plus para novembro, disponíveis em todas as modalidades do serviço. Os jogos poderão ser adicionados à biblioteca já no dia 4 de novembro e ficam disponíveis enquanto a subscrição estiver ativa.
Entre os jogos do mês encontra-se Stray, para PlayStation 4 e PlayStation 5, que regressa ao Plus, mas desta vez como oferta permanente para quem resgatar. Nesta aventura na terceira pessoa, controlamos um gatinho numa que tenta regressar à superfície depois de ficar preso numa cidade subterrânea habitada por robots. O jogo combina exploração, pequenas sequências de plataformas e resolução de puzzles, num cenário urbano iluminado por néons.
O segundo jogo é EA Sports WRC 24, para PlayStation 5. Trata-se da mais recente edição do jogo com licença oficial do Campeonato Mundial de Ralis. Este título marcou o fim da série de ralis da Electronic Arts, que este ano cancelou planos para suporte e futuros jogos do género.
Por fim, chega Totally Accurate Battle Simulator, para PlayStation 4 e PlayStation 5. Trata-se de uma experiência de estratégia e simulação onde o jogador pode criar exércitos e assistir às batalhas em tempo real, baseadas num sistema de física exagerado e imprevisível.
As ofertas de novembro ficam disponíveis até 1 de dezembro. Entretanto, até 3 de novembro, ainda é possível resgatar Psychonauts 2, Stardew Valley e Viewfinder, que pertencem às ofertas de outubro.
A nova versão do Tor Browser abandona o suporte a sistemas de 32 bits e introduz abas verticais, grupos e autenticação biométrica no Android.
O Projeto Tor lançou o Tor Browser 15, a nova versão do seu navegador, agora baseado no Firefox 140 ESR, que integra mais de um ano de atualizações da Mozilla adaptadas às exigências de anonimato e segurança da plataforma.
Esta versão marca o fim do suporte a sistemas Linux de 32 bits, mantendo apenas as arquiteturas de 64 bits a partir da próxima atualização. O mesmo se aplica à versão Android, que passa a exigir o Android 8 como requisito mínimo, deixando de fora as versões 5, 6 e 7.
Entre as principais alterações, no desktop encontram-se as abas verticais, os grupos de abas e o botão de pesquisa unificado. As abas podem agora ser movidas para uma barra lateral, libertando espaço vertical, enquanto os grupos permitem organização por cor, nome e ordem. Há um novo botão de pesquisa que centraliza o acesso aos motores de pesquisa e permite consultar simultaneamente favoritos e abas abertas. Já o funcionamento central do navegador mantém-se inalterado, ao ser encerrado, todas as abas e histórico são automaticamente apagados.
No Android, a versão 15 introduz abas fixadas com autenticação biométrica, que requer confirmação por impressão digital ou outro método compatível para reabrir sessões protegidas depois de alternar entre aplicações. Este sistema é opcional e todas as abas continuam a ser eliminadas ao fechar o navegador.
A atualização inclui também melhorias de desempenho e correções técnicas resultantes do trabalho conjunto entre o Projeto Tor e a Mozilla. O Tor Browser 15 já pode ser transferido a partir do site oficial do Projeto Tor.
O objetivo é, depois, reduzir o tempo de viagem na nova linha ferroviária Lisboa–Madrid para apenas três horas… em 2034.
A ligação ferroviária entre Lisboa e Madrid deverá concretizar-se até 2030, fruto de um entendimento entre Portugal e Espanha que define um conjunto de ações coordenadas para aproximar as duas capitais ibéricas. O plano prevê uma viagem direta com duração aproximada de cinco horas até ao final da década e uma ligação de alta velocidade, com cerca de três horas de percurso, até 2034.
O calendário estabelecido contempla a conclusão das obras da nova linha de alta velocidade entre Évora e Caia até 2025, com entrada em operação prevista para 2026. O troço Plasencia–Talayuela deverá estar concluído até 2028, enquanto a construção da segunda via entre Poceirão e Bombel terá início em 2026 e deverá ficar finalizada em 2029, entrando em funcionamento em 2030. Paralelamente, até 2027 deverão estar concluídos os estudos da nova linha Lisboa–Évora, incluindo a Terceira Travessia sobre o Tejo.
A segunda fase do projeto, com horizonte até 2034, inclui a construção da nova linha de alta velocidade Lisboa–Évora, a eventual duplicação do troço Évora–Caia e a implementação do sistema europeu de gestão de tráfego ferroviário (ERTMS) em vários segmentos do percurso. Está igualmente em estudo o desenvolvimento de um novo troço de alta velocidade entre Caia e Badajoz, bem como a criação de uma estação internacional na fronteira entre Elvas e Badajoz.
A futura ligação ferroviária entre Lisboa e Madrid surge como uma alternativa competitiva aos mais de 40 voos diários que atualmente ligam as duas capitais, oferecendo vantagens económicas e ambientais. A redução do tempo de viagem para cerca de três horas até 2034 deverá incentivar a transferência de passageiros para o transporte ferroviário, diminuindo a dependência do transporte aéreo e contribuindo para uma mobilidade com menor impacto carbónico.
No domínio da interoperabilidade, Portugal e Espanha comprometeram-se a avaliar, até 2027, a viabilidade técnica, económica e social da migração da atual bitola ibérica para a bitola europeia padrão. Caso o resultado seja favorável, será elaborado um plano conjunto para assegurar uma transição coordenada, garantindo a compatibilidade com as redes ferroviárias do resto da Europa.
O novo modelo assinala o regresso da Nothing ao design transparente, agora adaptado a uma gama de preço mais baixa.
A Nothing apresentou o Phone (3a) Lite, um smartphone que mantém a estética transparente da marca num segmento mais acessível. Embora partilhe a base técnica e as proporções do CMF Phone 2 Pro, o novo modelo distingue-se pelo regresso ao estilo característico da Nothing, com traseira em vidro transparente, protegida por Panda Glass, que expõe parte dos componentes internos, e com o LED do sistema Glyph, reduzido nesta versão a um elemento funcional simples.
O Phone (3a) Lite vem equipamento com processador MediaTek Dimensity 7300 Pro, acompanhado por 8 GB de RAM e até 256 GB de armazenamento interno. O ecrã AMOLED de 6,77 polegadas tem taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 3000 nits, com escurecimento PWM para reduzir a fadiga ocular. E a bateria é de 5000 mAh e suporta carregamento rápido de 33 W, capaz de repor metade da carga em cerca de vinte minutos.
Na fotografia, o Phone (3a) Lite integra uma câmara principal de 50 MP, outra ultra-angular de 8 MP e um sensor macro de 2 MP. A Nothing afirma que esta configuração foi pensada para equilibrar o custo e o desempenho, embora o sensor adicional tenha utilidade limitada.
Já no que toca a software, o dispositivo apresenta-se com o Nothing OS 3.5 (Android 15) pré-instalado e inclui três atualizações principais de sistema operativo e seis anos de correções de segurança.
Já disponível na loja online da Nothing, o Phone (3a) Lite surge com um preço de 249€.
O novo supermercado da Mercadona em Palmela representa 90 novos postos de trabalho e melhorias nas infraestruturas locais.
A Mercadona inaugurou hoje um novo supermercado em Palmela, localizado na Rua de São Julião, reforçando a sua presença no distrito de Setúbal. Este é o sexto espaço da cadeia na região e representa a criação de 90 novos postos de trabalho permanentes, todos com contratos sem termo desde o primeiro dia. Desde a abertura da primeira loja em Setúbal, em 2022, a empresa já criou mais de 500 empregos no distrito, consolidando o seu impacto económico na zona.
A abertura deste supermercado implicou também um investimento significativo na melhoria das infraestruturas locais. O projeto incluiu a requalificação da rede viária e dos acessos, a modernização do sistema de saneamento, a atualização da infraestrutura elétrica e da iluminação pública, bem como a execução de novos passeios e a repavimentação da Rua de São Julião. A intervenção abrangeu ainda a criação de zonas verdes junto à loja, contribuindo para a valorização do espaço urbano envolvente.
Com este novo espaço, a Mercadona mantém o modelo que caracteriza todas as suas lojas, concebidas para proporcionar uma experiência de compra prática e cómoda. O supermercado dispõe de carrinhos ergonómicos, que não requerem moeda, corredores amplos e uma organização por secções que inclui Talho, Peixaria, Charcutaria, Padaria e Pastelaria, bem como as áreas de Frutas e Legumes, Perfumaria, Cuidado do Lar e Cuidado de Animais de Estimação.
A loja de Palmela conta igualmente com uma Garrafeira com vinhos nacionais e um espaço de Pronto a Comer, que oferece pratos tradicionais, como o arroz de pato, disponíveis em regime de self-service para consumo no local ou para levar para casa.
De resto, relembrar que é a 13 de novembro que a Mercadona chega finalmente à cidade de Lisboa. E duas semanas depois irá inaugurar uma loja no Amial.
Em breve, os utilizadores do ChatGPT vão poder fazer compras diretamente das conversas com recurso ao PayPal.
A OpenAI e a PayPal anunciaram uma parceria que vai introduzir pagamentos diretos no ChatGPT a partir de 2026. Através de uma nova função será possível efetuar compras e concluir transações sem sair da janela de conversas, com o PayPal responsável pelo processamento e segurança das operações.
A integração baseia-se no Agent Commerce Protocol, um formato aberto desenvolvido pela OpenAI que uniformiza a apresentação de catálogos e serviços em aplicações de inteligência artificial. O sistema recorre ainda a um método de pagamento instantâneo introduzido em setembro, que valida dados de envio e de faturação numa única conversa.
O PayPal fica responsável pelo tratamento das transações através das carteiras digitais dos utilizadores, mantendo garantias de proteção. E haverá também suporte para cartões de crédito e débito através de uma API própria. Já do lado dos comerciantes, a nova função promete dispensar integrações diretas, com o PayPal a gerir também a parte técnica e regulamentar. As primeiras categorias de produtos a serem integrados na plataforma incluem moda, eletrónica e artigos domésticos.
Esta iniciativa segue outros acordos recentes da PayPal no campo da inteligência artificial, nomeadamente com a Perplexity e com a Google, reforçando o objetivo de se tornar o intermediário de preferência em novos modelos de comércio digital.
O sistema será lançado de forma gradual a partir de 2026, começando por mercados de teste antes de uma expansão mais ampla.
Testei recentemente a manta de sofá e os lençóis da Blanky, e descobri o que é conforto de verdade.
Falar da Blanky é mencionar uma marca que nasceu de uma conversa entre dois amigos que tinham algo em comum: noites mal dormidas. O Pedro Caseiro, depois de anos a dormir mal, descobriu por acaso o poder de um cobertor pesado. De repente, dormia profundamente e acordava com uma sensação de descanso que já nem lembrava existir. Contou ao Ricardo Parreira, que apesar de adormecer facilmente, passava a noite entre despertares. Decidiu experimentar. O resultado foi imediato e, pela primeira vez em muito tempo, dormiu sem interrupções até de manhã.
Foi a partir daí que perceberam que tinham encontrado algo especial. Um simples cobertor estava a mudar a forma como dormiam as suas noites e, no fundo, como viviam durante o dia. E assim decidiram partilhar essa experiência com mais pessoas e transformar o sono numa verdadeira fonte de bem-estar.
A Manta de sofá Blanky é uma versão mais leve e versátil do clássico cobertor pesado, perfeita para momentos de descanso, sobretudo agora que começam a chegar os dias mais frios. A sua mais-valia está nos seus 3 kg, conseguidos graças à utilização de microesferas de vidro, do tamanho de grãos de areia, que se moldam naturalmente ao corpo e distribuem a pressão de forma equilibrada. Outro detalhe simples, mas muito bem conseguido no seu design, é o sistema de atilhos internos, que permite fixá-la à capa, evitando que se mova durante o uso.
Esta manta utiliza ainda o princípio da Deep Touch Pressure (DTP), uma forma de pressão uniforme e constante que estimula a libertação natural de serotonina e melatonina (substâncias que promovem o relaxamento e a regulação do sono), enquanto reduz os níveis de cortisol, a hormona associada ao stress. O resultado é uma sensação real de calma e descanso, uma alternativa natural a métodos artificiais para aliviar a ansiedade ou induzir o sono. Aliás, há mais de 15 anos que este tipo de cobertor é usado em contextos clínicos para ajudar pessoas com autismo, perturbação obsessivo-compulsiva, défice de atenção e ansiedade. Existem até estudos que demonstram 88% dos utilizadores relatam uma melhoria significativa na qualidade do sono, com a ajuda de um cobertor pesado. Noutro estudo, mais de metade das pessoas com insónia crónica conseguiram recuperar o descanso.
Com tudo isto, a manta de sofá oferece uma sensação de abraço constante e envolvente, mas sem se tornar excessiva. O tecido é macio e fofo, com um toque que transmite aconchego imediato, tanto a zona exterior, que é de cor cinza, como o interior, com uma imitação muito fofinha de pelo de ovelha. Ao deitar-me com ela, senti o corpo a relaxar gradualmente, como se o peso equilibrado ajudasse a libertar a tensão acumulada ao longo do dia. A manta molda-se ao corpo, criando uma sensação de que o frio por ali não entra de maneira nenhuma.
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Já o Jogo de lençóis de algodão orgânico branco surpreende logo ao toque. Produzidos no nosso país por artesãos têxteis especializados, o jogo é composto por um lençol de cima, um lençol de baixo com elástico e duas fronhas, produzidos em diversos tamanhos. São feitos de algodão 100% orgânico certificado GOTS, o que significa que é produzido sem químicos e de forma sustentável, garantindo suavidade, pureza e segurança para a pele. O tecido, em cetim de 400 fios, tem um brilho leve e um toque sedoso, mas sem escorregar. A sensação ao deitar é de conforto imediato. Durante as noites de teste, percebi que mantinham um bom equilíbrio térmico: suficientemente quentes para as noites frias, mas sem provocar sobreaquecimento.
A cada lavagem, o tecido tornou-se ainda mais macio, o que confirma a qualidade das fibras longas utilizadas. É preciso, claro, ter alguns cuidados essenciais durante a lavagem, nomeadamente nunca lavar a mais de 30ºC, e não podem ser colocados na máquina secadora. E até as fronhas revelaram um benefício adicional: ajudam a reduzir o frizz do cabelo e a manter a hidratação da pele, algo que se nota especialmente após várias noites de uso. São ideais para peles sensíveis, graças às propriedades hipoalergénicas do algodão orgânico.
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Outro beneficio ainda é que, de facto, por serem antibacterianos e hipoalergénicos, têm-me ajudado um pouco mais com a questão das alergias, uma vez que sofro de alguma urticária e sinto que, com estes lençóis, ajuda a acordar de manhã com um pouco menos de comichão.
A experiência com os produtos da Blanky mostrou-me que o conforto pode, de facto, transformar o quotidiano. Tanto a Manta de sofá como os Lençóis de algodão orgânico refletem uma atenção rara ao detalhe e uma compreensão profunda do que significa descansar bem. São peças pensadas para durar, feitas com materiais que respeitam o corpo e o ambiente. No fim, percebi que dormir melhor não é apenas uma questão de tempo – é também uma questão de escolha. E a Blanky torna essa escolha fácil.
Pokémon Legends: Z-A não é um mero spin-off da saga, é um vislumbre do seu futuro, que aproveita a oportunidade para entregar um jogo divertido, sólido e é, acima de tudo, o mais refrescante e inovador dos últimos anos.
Dos jogos Pokémon lançados para a Nintendo Switch, o meu favorito sempre foi Let’s Go Pikachu. Uma preferência algo peculiar, eu sei, mas sou um tipo simples e continuo preso ao formato mais tradicional da série e ao seu Pokédex mais contido, que sempre ressoou melhor com aquilo que me era familiar e confortável. Dos restantes jogos dessa geração, ignorei Pokémon Brilliant Diamond e Pokémon Shining Pearl, sem grande curiosidade sequer para lhes pegar. O que joguei de Pokémon Sword e Pokémon Shield bastou para me fazer perder o interesse na série, e Pokémon Legends: Arceus também pouco fez para me agarrar como eu desejava. Dei uma nova oportunidade à série com Pokémon Scarlet e Pokémon Violet, numa tentativa de reacender a chama e perceber se a fórmula ainda mantinha o seu encanto, mas senti muita resistência. As decisões de design no formato de mundo aberto e a direção técnica duvidosa transformaram esta aposta da Game Freak num verdadeiro meme sobre o estado atual da série e sobre os limites da Nintendo Switch, e nem o patch otimizado para a Nintendo Switch 2, que deixou o jogo finalmente no ponto, foi suficiente para me fazer lá voltar.
Serve este breve diário de bordo para dois propósitos. Para chegarmos a Pokémon Legends: Z-A e para poder afirmar, de consciência tranquila, que me diverti à brava com esta experiência da Game Freak, não só por questões de otimização, como pelo foco de direção e por finalmente sentir que é o culminar de todas a novidades iterativas do passado, ao mesmo tempo que arrisca com um estilo de jogo novo que pode ser adotado e melhorado em futuros jogos principais.
Pokémon Legends: Z-A surge num ano particularmente interessante para mim, que nunca fui grande fã de jogos por turnos, sendo a única grande exceção precisamente da série Pokémon. Este ano chegou-nos Clair Obscur: Expedition 33, que adota este formato por turnos com um sistema de combate mais ativo e envolvente, aliado a outras das suas qualidades, lançando-me depois numa jornada de descoberta por polos da saga Final Fantasy que ainda não tinha tocado. Foi um jogo que várias vezes me fez pensar em Pokémon – não por um dos temas remeter à icónica música da Route 1 – mas porque sentia que o sistema de Pokémon ainda podia aprender algo com o jogo da Sandfall Interactive. Queria, assim, um pouco de Clair Obscur no meu Pokémon. Uma prece que foi respondida de alguma forma, não na jogabilidade como eu pretendia, mas sim com um jogo muito, mas muito francês.
Pokémon Legends: Z-A (Game Freak)
Largando o formato de mundo aberto expansivo de Pokémon Sword e Pokémon Shield, mas também afastando-se de outras aventuras mais lineares, Pokémon Legends: Z-A é uma espécie de meio termo, concentrando a sua aventura numa cidade, agora mais contida e semi-aberta – que poderia ser um simples HUB num outro jogo -, chamada Lumiose e claramente influenciada pela capital francesa, Paris, com elementos como: uma torre central que evoca a icónica Torre Eiffel, influências arquitetónicas e culturais, expressões francesas utilizadas pelas personagens, muitas lojas com muita roupa para personalizar o nosso treinador, a existência de muitos croissants, e a possibilidade de nos aventurarmos por ruas apertadas onde se esconde alguém para andar à porrada. É definitivamente um jogo muito francês.
Mas numa nota mais séria, este pano de fundo é perfeito para ser uma ótima e divertida caixa de areia experimental, que quebra com a tendência de mundos extensos, com áreas que são por vezes muito vazias e que obrigam a deslocações aborrecidas. Lumiose é particularmente pequena em dimensão, mas com muito para explorar, conhecer e caminhos por desbloquear, com áreas que vão evoluindo e ganhando mais coisas para fazer à medida que avançamos na história – como as áreas de captura que se vão multiplicando no mapa – e até com alguma verticalidade, onde podemos explorar o topo dos edifícios para apanhar itens, capturar Pokémon e até fazer algumas lutas quando é necessário.
A sua dimensão acaba por concentrar muitas atividades próximas e mesmo quando temos que navegar de uma ponta a outra da cidade, é uma aventura de oportunidades para capturar novas criaturas, fazer algum grind e, dependendo da altura do dia, lutar contra outros treinadores. Adicionalmente Pokémon Legends: Z-A conta com uma surpreendente quantidade de missões secundárias com histórias legitimamente interessantes e com uma grande diversidade de objetivos, que nos motivam ativamente a cumpri-las. Um aspeto relativamente raro, especialmente em RPGs onde este tipo de atividades se sente por vezes como entulho, já aqui, enriquecessem a nossa jornada.
Um aspeto interessante de Pokémon Legends: Z-A é a sua abordagem a momentos de captura e de luta com outros treinadores, num modelo que me faz lembrar de Need For Speed: Heat! Sim, o jogo de corridas da Electronic Arts, onde durante o dia os jogadores faziam corridas legais e acumulavam créditos para atualizar os seus carros, enquanto que de noite participavam em corridas ilegais, onde créditos e experiência acumulavam, juntamente com o nível de procura, onde caso fossem apanhados pela polícia, perdiam tudo. Pokémon Legends: Z-A faz algo semelhante, na medida em que nos incentiva a capturar Pokémon nas Wild Areas e missões durante o dia, ao passo que durante a noite, Lumiose dá lugar a áreas de combate onde o objetivo é lutar com outros treinadores e acumular dinheiro e pontos para subir na leaderboard. É uma ideia interessante e que apesar de tudo dá a Pokémon uma estranha liberdade que ainda não tinha sido aprimorada na série, pois tirando momentos de história, só nestas áreas é que somos apanhados de surpresa para o combate por outros treinadores e apenas se não tivermos cuidado, até porque podemos evitar confrontos furtivamente até fazermos o primeiro ataque. Uma diferença clara de jogos passados, onde a interação não consentida com outros treinadores, podiam condicionar a exploração.
Esta vertente de furtividade, que já vem de Pokémon Scarlet e Pokémon Violet, é também aplicada nas capturas de Pokémon, que podem ser apanhados com Pokébolas sem se aperceberem, ou ser atacados de surpresa, iniciando os combates, que são a maior evolução mecânica deste novo jogo.
Pokémon Legends: Z-A (Game Freak)
Eu só pedia mesmo combates por turnos mais dinâmicos do que tínhamos até agora, mas a Game Freak foi mais longe, de uma forma que nenhum vídeo ou trailer me conseguiu mostrar com eficácia. Foi quase como um “experimentar para perceber”. Os turnos quase que saltaram da janela e deram entrada a um sistema de combate dinâmico e ativo, na terceira pessoa, ao controlo do treinador, que define as ações dos seus Pokémon, com se evocasse ataques mágicos. Durante as batalhas é possível mover a nossa personagem para posicionar as criaturas, fazer lock in, dar cambalhotas para um lado e para o outro para evitar levar com ataques de Pokémon selvagens enfurecidos, tudo numa cadência de ações com um sistema de ataque e cooldown semelhante ao ATB usado em Final Fantasy. Talvez o mais emocionante seja vermos os Pokémon a lutarem ativamente em campo, dando cabeçadas e murros uns nos outros e ativando os seus poderes elementais de forma muito mais animada. Tudo isto resulta num sistema de combate muito satisfatório, envolvente e divertido, por vezes até imprevisto e cómico, como por exemplo temos mais do que um Pokémon inimigo a perseguir-nos e a atacar, ou quando há objetos que se colocam na nossa frente, quando o alvo são os treinadores e não os nossos Pokémon, entre outras situações.
As “evoluções” de game design continuam com um leque enorme de mecânicas revistas que eliminam muita da fricção de jogos anteriores. Exemplos disso temos a facilidade de gerir a nossa party, a possibilidade de evoluir criaturas ao nosso ritmo, trocar os quatro ataques por Pokémon a partir de uma lista individual que vai crescendo, tal como a recuperação de Pokébolas perdidas perto dos Pokécenters, entre muitas outras coisas que me fizeram largar um “bolas, até que enfim, assim é tão melhor!”
A história de Pokémon Legends: Z-A também é interessante e envolvente o quanto basta, pelo menos dentro daquilo que pretende fazer enquanto “projeto experimental”. O jogador assume o papel de um treinador cujo objetivo é subir nos ranks, começando no Z e terminando no A, numa história que espelha o conceito do Mestre Pokémon dos jogos originais – enquanto acumulava crachás em ginásios -, aqui numa vertente muito próxima de uma Tournament Arc de um anime, onde subimos de rank ao combater com treinadores específicos, depois de acumularmos um valor definido de pontos após vários combates. E para complicar esse progresso, existem mistérios para resolver, que envolvem um estranho fenómeno que deixa criaturas raivosas, com um toque de mistério ancestral.
Com um elenco de personagens de suporte bastante divertidas de conhecer e interagir, a apresentação do jogo no geral, e em particularmente na narrativa, só fica a pecar mesmo com a ausência de vozes. As personagens continuam mudas nas suas interações e cinemáticas, o que é lamentável, especialmente quando estas são extremamente bem animadas e realizadas, cheias de vida e animações expressivas, que tornam a sua visualização algo estranha, como se alguém tivesse carregado num botão de silêncio. E já os sons e rugidos das criaturas, também já podiam ser mais como nos animes.
Pokémon Legends: Z-A (Game Freak)
Apesar de todos estes elogios – e uma breve critica à falta de voice-acting –, a verdade é que Pokémon Legends: Z-A só revela as suas qualidades graças a uma fantástica otimização técnica. Em termos de gráficos e de direção artística, estamos perante um jogo bastante semelhante aos seus antecessores, com muitos elementos que poderiam ser atualizados, quiçá, com gráficos mais modernos e ambientes mais detalhados. Felizmente, a direção de arte do jogo com o seu aspeto animado é bastante sólido, coeso e sem grandes distrações vergonhosas, ao contrário de Pokémon Scarlet e Pokémon Violet, onde as paisagens pareciam saídas de jogos de há várias gerações atrás. Aqui não é o caso, a menos que estejamos à procura dessas falhas. Para além disso, o desempenho do jogo é fantástico. Na Nintendo Switch original corre perfeitamente a uns satisfatórios 30 FPS com uma resolução aceitável e à altura do melhor que se encontra nessa plataforma. Mas o destaque vai para a Nintendo Switch 2 na sua edição nativa, onde o jogo flui suavemente a 60 FPS, com uma resolução aumentada que permite uma imagem clara e sem artefactos visíveis, tanto na TV como no modo portátil. Não tenho mesmo nada de errado ou de mal a apontar neste campo.
Numa última nota, Pokémon Legends: Z-A também teve um efeito pessoal interessante, nomeadamente no que toca aquilo que sentia em relação a Pokédexes modernos. Pela primeira vez em muitos anos, a existência de novas criaturas para lá das primeiras gerações deixaram de me irritar, com o jogo a colocar-me numa posição de descoberta e aprendizagem como não sentia há muito, onde cada Pokémon que aparecia no ecrã, fosse ele ou não familiar à minha memória, dava-me vontade de apanhar, conhecer e usar imediatamente, cativando o meu desejo não só de me tornar no melhor treinador de Lumiose, mas também o maior colecionador.
É caso para dizer que Pokémon Legends: Z-A foi uma surpresa muito agradável, da qual não estava nada a espera de gostar tanto. Muitas gerações e formas depois, sinto que desta vez a série trouxe novidades e mudanças tão suficientes como necessárias para refrescar a série que nos últimos anos, mesmo com as suas conquistas, deixaram os fãs da série preocupado e menos entusiasmados. Não sei se Pokémon está realmente de volta, ou se alguma vez foi a algum lado – isto é apenas uma mera sensação -, mas sei definitivamente que Pokémon Legends: Z-A representa a direção mais interessante e promissora que podíamos pedir à série, sem olhar para o passado.
Cópia para análise (versão Nintendo Switch 2) cedida pela Nintendo Portugal.