O modo pós-jogo deixa de obrigar os jogadores a completarem a porção de história de Call of Duty: Black Ops 7.
Um dos aspetos mais criticados de Call of Duty: Black Ops 7 tem sido a sua campanha, não tanto pela qualidade, mas por decisões de game design baseadas no modelo cooperativo que dececionaram os jogadores. Entre a sua natureza coop, que limita a experiência de quem quer jogar a solo, passando pela obrigatoriedade de estar constantemente online, a falta de pausas e de checkpoints regulares, muitos jogadores afirmam que a campanha de Call of Duty: Black Ops 7 está longe de ser divertida.
Por outro lado, o fim da campanha abre um novo modo de jogo, chamado Endgame, este modo leva os jogadores novamente até Avalon, a cidade onde se desenrola grande parte da narrativa, agora transformada num cenário aberto, com diferentes zonas expostas a grandes quantidades de toxinas. O modo pode ser jogado a solo ou em esquadrões de quatro, dentro de sessões que juntam até 32 jogadores, num modelo de jogo que se aproxima de algo semelhante a um extraction game, onde os jogadores entram em sessões para cumprir objetivos específicos, fortalecer o seu operador e sair vivo, garantido a sua experiência. Confrontados com a morte, os jogadores perdem todo o progresso da sessão.
Agora, a Activision prepara-se para abrir as portas a este modo de pós-campanha, retirando a obrigatoriedade de os jogadores terem que concluir o modo de história e possam, assim, desfrutar de outras dimensões do jogo.
Numa publicação oficial, a Activision e a Treyarch anunciaram que a partir desta semana, dia 21 de novembro, o Endgame fica disponível para todos os jogadores logo de início, sem necessidade de jogar a campanha.
Para quem não estiver a gostar ou sentir resistência à campanha, esta porta aberta a mais jogo é muito bem-vinda. Adicionalmente, para quem terminou a história principal e está a desfrutar do Endgame, irá receber como recompensa uma série de itens in-game adicionais, incluindo 3 tokens de XP de Nível Duplo (1 hora), 3 tokens de XP de Arma Duplo (1 hora), 3 tokens de XP de Passe de Batalha Duplo (1 hora) e ainda 3 GobbleGums Perkaholic.
Estas alterações e recompensas afetam todas as versões do jogo, disponível no PC (via Steam, Microsoft Store e Battle.net), consolas PlayStation e Xbox.
O Maleo Living inaugura no Lumiar um novo conceito de habitação corporativa pensado para profissionais em mobilidade.
A Maleo apresentou em Lisboa um novo projeto de habitação destinada a profissionais em mobilidade, colocando o corporate housing no centro das discussões sobre trabalho híbrido e gestão de talento. Chamado Maleo Living, o conceito nasce no Lumiar com a ambição de reorganizar a forma como empresas e colaboradores encaram estadias prolongadas na cidade, procurando reduzir processos burocráticos e facilitar a integração de quem chega para trabalhar.
O projeto foi desenvolvido pela própria Maleo, que já opera um ecossistema de espaços de trabalho e serviços corporativos. A proposta reúne apartamentos mobilados e equipados em três tipologias, concebidos com áreas ergonómicas dedicadas ao trabalho remoto e elementos de design alinhados com a identidade visual da marca. O arrendamento inclui consumos essenciais, ligação à internet, serviços adicionais e acesso à rede de business lounges da Maleo Offices. Entre esses espaços está o Maleo Spot, situado no mesmo edifício, pensado para quem precisa de um ambiente profissional fora do apartamento, mas sem se afastar do local onde vive.
A gestão diária das unidades ficará a cargo da GuestReady, empresa com operação internacional na área do alojamento, responsável por garantir uma utilização consistente e organizada. A parceria procura assegurar que o modelo de habitação corporativa mantém padrões elevados de manutenção e responde às expectativas de quem depende destes serviços para conciliar deslocações profissionais com rotinas pessoais.
A proposta natalícia do El Corte Inglés inclui cabazes clássicos e temáticos, disponíveis online e em loja.
O El Corte Inglés voltou a preparar uma oferta alargada de cabazes de Natal, com 38 propostas cujos valores variam entre os 15,50€ e os 889€.
Com a chegada das festividades, os cabazes surgem como solução prática para quem pretende reunir, num só conjunto, produtos pensados tanto para a consoada como para os dias seguintes. A seleção inclui sugestões tradicionais, opções internacionais e versões temáticas, entre elas propostas inspiradas na gastronomia de países como Espanha e França. A composição cruza queijos artesanais, chocolates, vinhos e artigos regionais, juntando referências clássicas a novidades preparadas para esta época.
No site da marca, é possível consultar todas as ofertas e organizá-las segundo vários critérios, além de explorar categorias como caixas, conjuntos, cestas ou baús.
Aqui no Echo Boomer recebemos um pequeno cabaz do El Corte Inglés, o Conjunto nº1 – Duende, o terceiro cabaz mais barato do leque, e inclui os seguintes produtos:
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1 Garrafa de Vinho Tinto Alentejo Versatil de 75 cl
1 Garrafa de Espumante Meio Seco Platino de 75 cl
1 Garrafa de Azeite Virgem Extra Herdade dos Coteis de 50 cl
1 Queijo Vaca Curado Herdade da Maia de 110 g
1 Embalagem de Linguiça de Porco Bisaro de 150 g
1 Frasco de Doce de Abóbora Companhia das Abóboras de 200 g
1 Embalagem de Biscoitos de Limão Duriense de 200 g
1 Embalagem de Passa de Uva Sem Grainha Secos da Aldeia de 100 g
1 Embalagem de Bombons Trufas Caixa Dourada Lacasa de 85 g.
As encomendas são entregues seis dias após a confirmação do pedido, algo a ter em conta para quem precisa de garantir uma data específica. A taxa de envio é de 6,90€ por morada em compras até 100€, deixando de ser aplicada a partir desse valor. As entregas para várias moradas exigem compras separadas.
Quem preferir evitar custos de envio pode deslocar-se às lojas de Lisboa ou Gaia Porto e levantar os cabazes imediatamente na semi-cave. Há ainda unidades disponíveis para recolha nos Supercores de Braga, Fluvial, Coimbra, Expo, Restelo e Beloura, sempre mediante o stock existente. Para mais informações, podem ligar para o 213711829 ou enviar um email. Já para pedidos online, devem ligar para o 213532020 ou enviar email em caso de dúvidas.
Noutra nota, relembrar que o El Corte Inglés e a marca A Tarte lançaram duas novas sobremesas exclusivas: Biscoff & Cheesecake Basco e Biscoff, Dulce de Leche & Pecan Nut. Ambas as criações apostam na combinação entre texturas cremosas e bases crocantes de bolacha Biscoff, numa fusão que privilegia o equilíbrio de sabores e a qualidade dos ingredientes.
A ANA afirma ter sido apanhada de surpresa pelo anúncio da Ryanair, que vai abandonar os Açores em 2026, alegando custos e falta de medidas governamentais.
A decisão da Ryanair de abandonar todas as ligações com os Açores a partir de 29 de março de 2026 contrasta com o teor das conversas mantidas nas últimas semanas, diz a ANA – Aeroportos de Portugal em comunicado, que apontavam antes para um possível reforço da operação em Ponta Delgada.
A transportadora justifica a retirada com o que descreve como um agravamento das taxas aeroportuárias em Portugal e com a falta de medidas governamentais que, no seu entendimento, tornariam a operação viável. O impacto previsto envolve o desaparecimento de seis rotas e cerca de 400.000 passageiros anuais, consequência que a empresa atribui à gestão da ANA, concessionária controlada pelo grupo VINCI.
A companhia sustenta que o sistema tarifário nos aeroportos nacionais segue um rumo oposto ao de vários países europeus que têm reduzido encargos para impulsionar o tráfego. Alega que a ausência de concorrência no setor permite aumentos que acabam por penalizar regiões periféricas dependentes de ligações regulares, como o arquipélago. A isto acrescenta críticas ao regime ambiental ETS da União Europeia, por incidir apenas sobre voos intra-europeus e excluir ligações intercontinentais com maior impacto ambiental. A inclusão dos Açores neste enquadramento, enquanto países terceiros permanecem isentos, é apresentada pela empresa como mais um factor que pressiona os custos operacionais.
Jason McGuinness, diretor comercial da transportadora, aponta o aumento das taxas desde a pandemia, a criação de um imposto de 2€ por passageiro e a subida das tarifas de navegação aérea como elementos que inviabilizam a continuidade das operações. O responsável argumenta que a empresa se viu obrigada a deslocar capacidade para aeroportos europeus com encargos inferiores e sublinha que, após uma década de presença contínua, desaparecerão as ligações diretas de baixo custo para Londres, Bruxelas, Lisboa e Porto, situação que atribui à política tarifária da ANA e à ausência de resposta governamental.
Por sua vez, a ANA contrapõe que as taxas aplicadas nos Açores são as mais baixas da sua rede e que permanecem inalteradas em 2025, sem qualquer proposta de atualização para 2026. A empresa considera que, excluindo o efeito da inflação, existe até uma redução real dos custos, afastando a ideia de que a alteração anunciada pela transportadora possa ser explicada pelas tarifas.
Além disso, a ANA assegura que o diálogo com a empresa se mantém para identificar eventuais fatores novos e reafirma a colaboração com o governo regional e entidades do setor para garantir a conectividade aérea do arquipélago, recordando também que as rotas Ponta Delgada–Lisboa e Ponta Delgada–Porto são igualmente operadas pela SATA e pela TAP.
A história, os ingredientes e a técnica por trás do Pad Thai, um dos pratos mais emblemáticos do SOI, guiados pela mão do chef Maurício Vale.
O Pad Thai tornou-se, desde o primeiro dia, uma das referências do SOI, não por tradição inventada, mas porque acompanha a própria memória da Tailândia. Quem o provou no seu contexto original reconhece-o em qualquer paragem: das ruas poeirentas de Chiang Mai às cozinhas intensas de Banguecoque, sempre marcado pelo aroma quente das especiarias, pela acidez firme do tamarindo, pela textura dos amendoins torrados e pelo perfume discreto das malaguetas secas.
A história do Pad Thai tem raízes num período de reconstrução nacional. Nos anos 1940, a Tailândia enfrentava escassez de arroz e procurava um símbolo que unisse o país. O governo promoveu então a criação de um prato nacional que fosse nutritivo, simples de preparar e inequivocamente tailandês, afastando-se das influências chinesas que dominavam grande parte da gastronomia local. A receita consolidou-se nas ruas de Banguecoque: massa de arroz salteada num wok ardente, ligada pela acidez do tamarindo, pela força da malagueta, pela textura do amendoim e pelo carácter do molho de peixe. O equilíbrio entre doce, ácido, salgado e picante acabou por transformar uma solução de emergência numa expressão culinária de identidade nacional.
E embora muitos já tenham provado Pad Thai, nem todos sabem realmente cozinhá-lo. Foi por isso que me desloquei esta semana ao SOI, do Grupo Sushicafé, e também para confirmar se ali se serve mesmo o melhor Pad Thai da cidade.
A sessão esteve a cargo do chef Maurício Vale, que apresentou a sua versão de Pad Thai de camarão, a que chama “norte-americana”, fruto de décadas de adaptações e reinvenções. Antes de pôr mãos à obra, contextualizou o prato e recordou que, ao longo do século XX, o Pad Thai passou por múltiplas mutações, algumas promovidas por campanhas governamentais que incentivavam novas interpretações. Entre variações fiéis e outras mais livres, o prato tornou-se, para o chef, algo “de intenção”: molda-se tanto à sua história como às mãos que o cozinham.
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Nos ingredientes essenciais, começou pelo camarão, pelo alho e pelo gengibre, que formam a base aromática. Depois, explicou o papel das várias malaguetas: tailandesas pela fragrância, mexicanas pela profundidade e coreanas pelo impacto final. Combina-as desidratadas numa mistura própria, que descreve como “uma verdadeira explosão de sabor”. A conversa seguiu para o arroz – mais aromático no grão inicial, mais neutro nas folhas – e para a eterna busca de equilíbrio entre acidez, frescura e picante.
O tamarindo, o molho de peixe e o açúcar de palma surgiram como pilares do molho. Maurício destacou o cuidado na preparação da pasta de tamarindo, que repousa para suavizar a agressividade inicial, e sublinhou a importância de usar ingredientes autênticos, mesmo que a logística portuguesa obrigue a alguns ajustes. A partir daí, tudo se constrói no wok: o tamarindo reduz até obter uma acidez densa, as malaguetas – frescas e desidratadas – dão vitalidade, e o açúcar de palma e o molho de peixe fecham o conjunto. O calor vivo do wok fixa o sabor e mantém aquela alma de rua que o chef procura traduzir no restaurante.
As suas maiores influências vêm sobretudo da China e da Itália, onde encontrou abordagens que o marcaram. Preferiu sempre manter a carta curta, para garantir tempo e precisão em cada prato, já que servir tudo ao minuto num espaço cheio exige ritmo e consistência.
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A técnica segue um ritual bem definido. Os noodles de arroz ficam submersos em água fria até atingirem a textura certa, firmes o suficiente para aguentar o wok. Depois entra a proteína – frango ou camarão – que ganha cor em óleo bem quente, acompanhada por malagueta fresca picada, alho e gengibre ralado. O ovo desfaz-se num instante, o tofu firme dá estrutura, e a cebola roxa com os flocos de chili acrescenta aroma e ligeira caramelização. Só então chegam os noodles hidratados, que absorvem a base aromática antes de receberem o molho. Quando tudo se envolve e atinge o ponto perfeito, entra o toque final: rebentos de soja, ainda crocantes.
O prato segue para a mesa acabado de sair do wok, rematado com coentros, cebolo laminado, amendoim torrado picado e um gomo de lima para afinar a acidez. Para o chef, o Pad Thai vive deste impulso rápido e instintivo: mais gesto do que técnica, mais ritmo do que receita.
No SOI, o clássico tailandês mantém-se como uma das referências da casa justamente por isto, não por tradição forçada, mas porque respira a memória das viagens do chef e o espírito das ruas tailandesas. A quem regressa ao restaurante, o prato continua a dar a mesma sensação de viagem servida num wok incandescente.
Uma falha estrutural na arquitetura da plataforma levanta dúvidas sobre a segurança do serviço e reabre críticas ignoradas pela Meta durante sete anos.
Investigadores da Universidade de Viena revelaram a existência de uma vulnerabilidade crítica no WhatsApp que expôs os números de telefone de 3,5 mil milhões de utilizadores a nível global. Entretanto, a Meta afirma já ter corrigido o problema em outubro do ano passado.
De acordo com informações avançadas, os investigadores conseguiram automatizar, sem qualquer entrave, consultas massivas que utilizam a funcionalidade básica do WhatsApp destinada a verificar se um número está associado a uma conta. Esta automação permitiu testar até 100 milhões de números por hora, confirmando não só a existência das contas como também tendo acesso a fotografias de perfil de 57% dos utilizadores e respetivas descrições. Os dados recolhidos atingem proporções gigantescas, e os investigadores estão a classificar o potencial impacto como “a maior fuga de dados da história”.
A reação da Meta, que reforçou os limites de verificação em outubro de 2024 após ter sido alertada na primavera desse ano, acaba por ocultar um historial mais inquietante. Esta vulnerabilidade não é recente, uma vez que em 2017 o investigador Loran Kloeze tinha reportado exatamente o mesmo problema. Na altura, a empresa descartou o alerta e limitou-se a recomendar aos utilizadores que ajustassem as definições de privacidade, permitindo que a falha permanecesse explorável durante sete anos.
O estudo agora divulgado expõe ainda outra séria ameaça à segurança das comunicações: a deteção de chaves de encriptação idênticas entre diferentes contas. Os especialistas associam esta anomalia à utilização de aplicações não oficiais do WhatsApp, que oferecem funcionalidades extra mas comprometem a integridade do sistema. O registo de 2,3 milhões de números chineses (apesar do WhatsApp ser proibido na China) reforça a utilização massiva desses clientes alternativos, capazes de facilitar a descodificação de conversas privadas. Perante estes riscos estruturais associados ao uso de números de telefone como identificadores, a Meta procura agora acelerar a implementação de um sistema de identificação pseudónima, atualmente em fase de testes. Contudo, é uma mudança que chega tarde para milhões de utilizadores cujos dados já podem ter sido expostos.
A Castelbel dá continuidade ao plano de expansão com inaugurações no Colombo, NorteShopping e Rua de Santa Catarina.
A Castelbel entrou numa nova fase de expansão em Portugal, marcada pela abertura de três espaços que reforçam a presença da marca em algumas das maiores zonas comerciais do país. Depois de apostar recentemente em pop-ups no Amoreiras Shopping Center e no Oeiras Parque, surgem agora dois quiosques: um no Centro Comercial Colombo, em Lisboa, já em funcionamento, e outro no NorteShopping, em Matosinhos, que abre a 28 de novembro. Está também na calha uma nova loja na Baixa do Porto, com abertura prevista para o início de dezembro.
Nestes novos pontos de venda, o público encontra os produtos que definem a identidade da empresa, desde os sabonetes produzidos e embalados manualmente às fragrâncias para corpo e ambiente, incluindo colecções desenvolvidas para ocasiões específicas. Cada espaço segue a estética habitual da marca, pensado para transmitir um ambiente marcado pela elegância e pela consistência visual que a distingue.
A equipa da Castelbel realça que estas inaugurações reforçam a proximidade com quem valoriza o que é feito em Portugal, mantendo o foco em experiências que combinam tradição, cuidado artesanal e atenção ao detalhe. A expansão agora concretizada cria novas oportunidades de contacto com o público, preservando o padrão de sofisticação associado à marca.
Fundada em 1999 no Castêlo da Maia, a Castelbel construiu o seu percurso a partir de métodos artesanais, design contemporâneo e fragrâncias inspiradas na paisagem e cultura portuguesas. Mantém na localidade de origem todo o processo criativo e produtivo, desde o desenvolvimento dos moldes aos acabamentos manuais que caracterizam cada sabonete. Com presença em mais de 50 países, a marca continua a levar para fora do país o mesmo rigor e atenção ao detalhe que definiram o seu caminho.
O reforço de lugares nos urbanos do Porto e na Linha de Sintra por parte da CP procura responder ao movimento acrescido associado à época festiva.
A CP decidiu aumentar a capacidade dos comboios urbanos do Porto e de Lisboa durante o período de Natal, antecipando a subida habitual de passageiros que procuram deslocar-se para as zonas centrais destas cidades. A medida entra em vigor nos últimos fins de semana de novembro, coincidindo com o acender das iluminações natalícias, e mantém-se aos sábados, domingos e feriados.
No conjunto, serão disponibilizados mais de 133.000 lugares adicionais, divididos entre cerca de 69.000 lugares nos Urbanos do Porto e mais de 64.000 na Linha de Sintra, onde está prevista a circulação de composições com maior capacidade.
Com este reforço, a empresa pretende facilitar viagens relacionadas com as compras de Natal, os programas familiares e os eventos culturais que costumam animar os centros urbanos. A época continua a atrair muitas famílias às feiras tradicionais, aos espetáculos e às iniciativas de rua, incentivando deslocações que se tornam mais simples quando existe transporte frequente e com lotação alargada.
Ao apostar num acréscimo de lugares, a CP procura igualmente responder ao interesse crescente por soluções de mobilidade que reduzam a circulação automóvel nos períodos de maior movimento, numa altura em que as cidades recebem mais visitantes do que o habitual. A oferta ferroviária reforçada apresenta-se, assim, como alternativa prática para quem prefere evitar congestionamentos e circular com maior fluidez no ambiente típico do Natal.
O Pura80 Ultra representa a determinação da Huawei que, apesar de todos os obstáculos, é um smartphone com um sistema operativo proprietário maduro e características invejáveis.
A antiga série P há muito que faz parte do passado da Huawei, com a linha Pura a apresentar-se como uma espécie de virar da página. É dentro dessa nova geração de smartphones que encontramos o Huawei Pura80 Ultra, um smartphone concebido para quem leva a fotografia e o vídeo muito a sério, representando as ambições da marca em manter-se no topo deste segmento.
Na China, o Pura80 Ultra chega com o HarmonyOS pré instalado, já a versão internacional, que chega até nós, recorre ao EMUI 15, um sistema operativo baseado no Android 12. Este estranho aspeto, que parece tornar o equipamento ultrapassado, é uma fruto de um embargo que continua a impedir a Huawei de utilizar versões mais recentes do Android. No entanto, o EMUI 15 não surge como uma limitação, já que a marca aprendeu a contorna-la. O EMUI 15 está, então, mais maduro, fluido e suficientemente completo para que não sintamos falta do Android “puro”. Também é evidente que a Huawei já não está à espera de reconciliação com os Estados Unidos. Por isso, nos últimos anos, a empresa construiu o seu próprio ecossistema, sendo agora capaz de responder a todas as necessidades dos utilizadores, com soluções próprias.
Apesar das barreiras políticas e comerciais, a Huawei continua a surpreender, até onde sempre foi ótima, como é o caso da fotografia e do vídeo, sendo estes os grandes destaques do Pura80 Ultra. As câmaras utilizadas pela marca neste dispositivo impressionam tanto em cenários com boa iluminação como nos mais exigentes. Já a qualidade de gravação de vídeo rivaliza com a perceção do que oferecem muitos equipamentos profissionais.
Huawei Pura80 Ultra
O Huawei Pura80 Ultra apresenta dimensões muito próximas das dos restantes smartphones topo de gama da atualidade. E se houvesse duvidas que se trata de um dispositivo topo de gama, o preço elevado de quase 1500€ fala por si. Ainda assim, é difícil ignorar a questão do público-alvo – entusiasta e financeiramente capaz -, sobretudo em países como Portugal, onde a ausência dos serviços Google continua a ser um obstáculo. Existem, claro, soluções alternativas, mas é evidente que o Pura80 Ultra é pensado para um utilizador mais experiente e confortável com tecnologia, alguém que sabe o que está a comprar e como contornar certas limitações. E para quem prefere manter-se fora do ecossistema da Google, este Huawei surge como uma opção muito válida.
A qualidade de construção mantém-se exemplar, como já é tradição na marca. Tudo no Pura80 Ultra transmite robustez e cuidado no detalhe. O acabamento em vidro na traseira é particularmente elegante e dá-lhe aquele toque de sofisticação que se espera num smartphone premium. O módulo de câmara de grandes dimensões, com o seu design distinto e acabamento preciso, reforça essa sensação de luxo. O único senão é o peso, que se faz sentir no bolso ao longo do dia. O formato curvo, tanto na frente como na traseira, confere-lhe uma estética fluida, embora as bordas planas continuem, na minha opinião, a oferecer uma utilização mais prática. Ainda assim, o Pura80 Ultra é bonito, muito bonito mesmo, apenas um pouco escorregadio na mão, o que pode justificar a utilização de uma capa.
Em termos de segurança, não há reconhecimento facial 3D, mas o sensor de impressões digitais integrado no botão de energia funciona de forma rápida e fiável. E, curiosamente, a Huawei mantém o emissor de infravermelhos, um pequeno detalhe cada vez mais raro mas que muitos continuam a apreciar. Já o ecrã OLED, com excelente contraste, pretos profundos e brilho elevado, é digno de um flagship em 2025. É grande, envolvente e perfeito para ver séries, filmes ou fotografias. As margens finas e o ecrã curvo tornam a experiência ainda mais envolvente. O áudio também merece destaque, com dois altifalantes estéreo que substituem finalmente o som mono de modelos anteriores. O som é equilibrado, potente e com graves surpreendentemente presentes. Falta a tradicional entrada de 3,5 mm, mas, no geral, o desempenho sonoro está acima da média e reforça a sensação de qualidade global do equipamento.
Huawei Pura80 Ultra
Como já havia comentado, o Huawei Pura80 Ultra sai de fábrica com EMUI 15 pré-instalado – o tal sistema operativo baseado no Android 12 -, mas que, honestamente, já se distancia bastante do que costumávamos chamar de “interface personalizada”. A Huawei tem vindo a lapidar o EMUI ao longo dos anos, e nota-se que o objetivo foi aproximá-lo da fluidez e simplicidade do Android puro mas com a sua própria identidade visual. Os ícones, animações e menus têm o toque distintivo da marca, mas o conjunto é coeso e muito agradável de se utilizar. Durante os meus testes, a interface mostrou-se limpa, estável e rápida, com uma fluidez reforçada pela taxa de atualização de 120Hz. É uma daquelas experiências em que tudo parece natural, não há engasgos, nem aquela sensação de “software pesado” que ainda se sente em alguns sistemas Android.
O processador é o Kirin 9020, desenvolvido pela própria Huawei e fabricado num processo de 7 nm. Não é o chip mais avançado do mercado em termos de números, está perto daquilo que é oferecido pelo Qualcomm Snapdragon 888, mas numa utilização real isso pouco se nota. A verdade é que o desempenho diário é exemplar, com um sistema que reage de imediato, as aplicações abrem sem demoras e até o processamento de imagem, notoriamente exigente, é feito sem soluços. O único ponto que ainda deixa a desejar é a ausência de 5G, consequência direta das restrições impostas à marca. Em compensação, o desempenho de rede 4G é sólido e o equipamento não aquece, mesmo numa utilização multi-tarefa intensiva ou longas sessões de fotografia. O mais importante, é que no dia-a-dia, o Pura80 Ultra é incrivelmente fluido. Há, claro, algumas aplicações que ainda precisam de ser otimizadas para o ecossistema da Huawei, mas em momento algum tive bloqueios ou lentidão.
A autonomia é outro ponto alto, e com uma bateria de 5170 mAh e a já famosa eficiência energética da Huawei, consegui consistentemente dois dias de utilização moderada a intensa. E, quando é preciso recarregar, o SuperCharge de 100W faz magia, cerca de meia hora é o suficiente para ir dos 0 aos 100%. Há ainda carregamento sem fios rápido de 50W, o que o coloca entre os melhores do mercado nesta categoria.
Huawei Pura80 Ultra
Quando se fala em fotografia, a Huawei está, hoje, completamente por conta própria. Já lá vai o tempo das parcerias de prestígio com a Leica, mas o curioso é que, desde essa separação, a marca parece ter encontrado a sua verdadeira identidade fotográfica. O Huawei Pura80 Ultra é a prova disso, já que é um smartphone que mostra o quanto a Huawei aprendeu e evoluiu, oferecendo, mais uma vez, uma das melhores experiências fotográficas do mercado. Para o prestigiado DxOMark o Pura80 Ultra é de longe o melhor smartphone do mundo para fotografia, algo que na minha experiência de utilização, acabou por se confirmar. Durante os testes, o Pura80 Ultra surpreendeu-me pela sua versatilidade. O zoom ótico vai dos 0,5x aos 30x, e dentro dessa faixa o desempenho é simplesmente excecional. As imagens mantêm uma nitidez e riqueza de detalhe impressionantes. É verdade que, acima desse limite, surge aquele típico “efeito aguarela” que suaviza o detalhe, mas até lá os resultados são de nível, que me parecem, profissional.
O módulo de câmaras do Pura80 Ultra é impossível de ignorar pela sua grande dimensão, é imponente e visualmente marcante. No total, são quatro lentes, com destaque para o sensor principal de uma polegada, algo que raramente se vê num smartphone. Junta-se a isto uma lente ultra grande angular e duas lentes tele-objetivas, que permitem cobrir um alcance de 13 mm a 212 mm – uma amplitude verdadeiramente notável. Com a ajuda da inteligência artificial, a Huawei oferece ainda um zoom híbrido até 30x e um zoom digital até 100x, embora este último já perca muita da sua definição. Em boas condições de luz, as fotografias são de uma qualidade fantástica, com cores vivas, excelente contraste e um nível de detalhe que envergonha praticamente todos os concorrentes diretos. À noite ou em ambientes de baixa luminosidade ou mal iluminados, o Pura80 Ultra continua a revelar um processamento de imagem muito rápido, com ruído bem controlado e o resultado mantém um aspeto natural. É possível sentir que a nitidez e o contraste são um pouco forçados, mas, pessoalmente, aprecio o efeito, que lhe dá toque “cinematográfico” às imagens. As fotografias com zoom continuam a ser um dos grandes pontos de destaque do equipamento. Mesmo a 10x ou 15x, a definição é tão boa que se torna difícil acreditar que estamos a utilizar um smartphone. Já o bokeh natural, também digno de mencionar, é suave, realista e agradável ao olhar.
Na parte frontal, encontramos um sensor de 13MP com abertura f/2.0, que se comporta muito bem. As capturas têm bom detalhe e tons equilibrados, e o software consegue detetar automaticamente se se trata de um retrato individual ou de grupo, ajustando a distância focal para obter o melhor enquadramento. Já em vídeo, a Huawei mostra que não anda a dormir. Mesmo sem o poder bruto dos processadores Snapdragon ou Dimensity topo de gama, o Pura80 Ultra grava vídeos muito competentes, com boa estabilização e excelente reprodução de cores. Não atinge a resolução 8K dos topos de gama da Samsung, da OPPO ou da Xiaomi, mas compensa com suporte XDR Fusion HDR, que melhora a gestão das zonas de luz e sombra, tornando as filmagens mais equilibradas e realistas. É verdade que podíamos querer um pouco mais de detalhe e nitidez, mas no geral o resultado é muito satisfatório.
Huawei Pura80 Ultra
Chegar a uma conclusão sobre este smartphone da Huawei continua a ser um exercício complicado. Por um lado, o Pura80 Ultra é um verdadeiro topo de gama, elegante, poderoso e com uma qualidade fotográfica que o coloca no topo dos melhores do mercado. Por outro, fica sempre aquela sensação de frustração, a de um equipamento que poderia ser absolutamente imbatível se tivesse acesso aos serviços Google e suporte para o 5G. É que tal como no Huawei Pura80 Pro, o Pura80 Ultra carrega o peso das tensões políticas entre a Huawei e o governo dos EUA, o que inevitavelmente condiciona a experiência do utilizador e a perceção global do produto. A falta dos serviços Google continua a ser um entrave real, especialmente para quem depende de aplicações específicas ou do ecossistema Android tradicional. No entanto, com o passar dos anos, a Huawei tem mostrado que é possível viver fora desse universo, e a cada geração essa independência parece menos um sacrifício e mais uma alternativa viável. Quanto ao smartphone em si, é difícil encontrar falhas relevantes. O desempenho é fluido, o design é requintado, a bateria aguenta confortavelmente dois dias e, claro, a fotografia é soberba. É um dispositivo pensado para quem valoriza a imagem e a experiência, e nesse campo, a Huawei continua a ser a melhor.
O que continua a surpreender, e não necessariamente pela positiva, é o preço. Num mercado como o português, o Pura80 Ultra entra diretamente no território dos iPhones, dos Galaxy Ultra, já que estamos a falar de1499€. Mesmo assim, há que reconhecer mérito onde ele existe. A Huawei demonstra uma resiliência notável e continua a inovar, a investir e a desafiar as limitações impostas. O Pura80 Ultra é um testemunho dessa determinação, um smartphone que, apesar de todos os obstáculos, mantém viva a ambição e a excelência técnica que sempre definiram a marca.
A Ryanair vai suspender todas as ligações com os Açores em março de 2026, citando taxas elevadas e falta de intervenção governamental.
A Ryanair prepara-se para abandonar todas as ligações aéreas com os Açores a partir de 29 de março de 2026, alegando que o agravamento das taxas aeroportuárias em Portugal e a ausência de medidas governamentais tornaram a operação insustentável. O anúncio, feito esta quinta-feira, traduz-se na perda de seis rotas e de cerca de 400.000 passageiros anuais para o arquipélago, impacto que a companhia atribui directamente à gestão da ANA, concessionária controlada pelo grupo francês VINCI.
A transportadora sustenta que as tarifas aplicadas nos aeroportos nacionais seguem uma tendência contrária à de vários países europeus, onde os encargos estão a ser reduzidos para incentivar o crescimento do tráfego. Em Portugal, a falta de concorrência no setor é apontada como um fator que, na visão da empresa, tem permitido à concessionária aumentar custos sem consequências, afectando sobretudo regiões periféricas que dependem de ligações regulares e acessíveis, como é o caso dos Açores.
A companhia volta ainda a contestar o enquadramento fiscal ambiental imposto pela União Europeia. Critica o facto de o sistema ETS incidir apenas sobre voos intra-europeus, deixando de fora viagens intercontinentais com maior pegada ambiental, situação que, na sua leitura, gera um desequilíbrio que penaliza especialmente territórios remotos. A inclusão dos Açores neste regime, enquanto países terceiros permanecem isentos, é apontada como mais um elemento que inflaciona os custos operacionais.
Jason McGuinness, diretor comercial da Ryanair, afirma que o aumento das taxas aeroportuárias desde a pandemia, a introdução de um imposto de 2€ por passageiro e a subida das tarifas de navegação aérea inviabilizaram a continuidade das operações no arquipélago, referindo que a companhia não encontrou alternativa a deslocar capacidade para aeroportos europeus com encargos mais reduzidos. Recorda também que, após uma década de operações contínuas, desaparecerão as ligações diretas de baixo custo para Londres, Bruxelas, Lisboa e Porto, situação que associa à política tarifária da ANA e à ausência de resposta por parte do Governo português.
A FNAC Almada apresenta-se agora um novo espaço, reorganizado para melhorar a experiência de visita e acolher dezenas de iniciativas culturais.
A partir de amanhã, dia 21 de novembro, a FNAC Almada volta a receber o público com um espaço completamente renovado, pensado para quem procura cultura, tecnologia e momentos de lazer num ambiente mais cuidado e funcional. A remodelação alterou de forma profunda a organização da loja, da estrutura arquitetónica ao modo como os produtos estão distribuídos, criando um percurso mais natural e uma atmosfera mais acolhedora para quem circula.
A entrada foi alvo de uma atualização completa, dando maior destaque aos serviços essenciais. As zonas de caixas e levantamento de encomendas passaram a estar integradas no interior, enquanto a bilheteira e o balcão de apoio ao cliente ganharam maior visibilidade, facilitando o acesso logo à chegada.
Já a zona dedicada ao universo Apple surge agora reformulada de acordo com o conceito mais recente da marca, com uma disposição que reforça a sensação de amplitude e imersão. Todo o trajeto da loja foi também reorganizado para acompanhar o movimento habitual dos visitantes, tornando a deslocação entre áreas mais fluida e direta.
Quanto ao Fórum FNAC, regressa num ponto diferente da loja, agora situado junto ao Café FNAC e próximo da secção infantil. Ambos os espaços foram modernizados para oferecer melhores condições de conforto e equipamentos adequados à realização de iniciativas culturais. Há também um novo espaço de leitura, pensado para quem quiser fazer uma pausa mais tranquila. Por último, Clínica FNAC apresenta-se reorganizada, com um balcão interior que procura tornar o atendimento mais simples e direto.
A transição de Forum Barreiro para Barra Shopping acompanha obras, novas insígnias e um investimento superior a três milhões de euros.
O Forum Barreiro passou a apresentar-se como Barra Shopping, marcando uma etapa mais ampla na evolução do centro comercial. A nova designação surge acompanhada por uma identidade visual renovada, intervenções estruturais e a confirmação de futuras aberturas, entre as quais a Normal e a H3, previstas para 2026.
A mudança de nome procura acompanhar o ritmo urbano do Barreiro, que se tem afirmado como zona residencial e cultural em expansão. Nos últimos meses, o centro acolheu várias insígnias reconhecidas nas áreas de bem-estar, restauração e consumo diário, como a Wells, a Portugália, A Padaria Portuguesa e o Celeiro, reforçando a oferta procurada por quem vive ou trabalha na cidade. A estratégia de crescimento continuará nos próximos anos, com novas operações que pretendem beneficiar do aumento de visitantes.
A identidade gráfica agora apresentada acompanha essa transformação. O logótipo combina tons associados ao território – o vermelho ligado à história local e um roxo de inspiração contemporânea – numa composição que sugere a inicial do novo nome e recupera referências do passado industrial, reinterpretadas numa linha visual atual. A escolha de Barra Shopping segue a lógica de uma designação simples e de assimilação imediata, pensada para entrar naturalmente no quotidiano dos moradores.
A renovação resulta de um investimento superior a três milhões de euros, aplicado em diferentes frentes. Entre as intervenções realizadas contam-se a instalação da Loja do Cidadão, melhorias no conforto térmico e na circulação interior, obras essenciais para receber novos lojistas e a atualização de várias infraestruturas técnicas.
A evolução acompanha também o contexto mais amplo da cidade, marcado por projetos públicos e privados, pela valorização da frente ribeirinha e pela presença crescente de equipamentos culturais. O objetivo passa por afirmar o Barra Shopping como espaço de encontro, consumo e fruição quotidiana, articulando comércio, gastronomia e iniciativas artísticas com a vida local.
A Google lança o Gemini 3 com melhorias no desempenho multimodal e na capacidade de raciocínio, ampliando a utilização da IA no seu ecossistema de produtos.
A Google anunciou o Gemini 3, apresentado como o novo modelo de referência da empresa na área da inteligência artificial e como o avanço mais recente da família Gemini.
Sundar Pichai, CEO da Google e da Alphabet, recorda que a era Gemini começou há quase dois anos, num esforço que considera ter sido um dos mais amplos da empresa em matéria científica e de produto. Desde então, segundo a Google, a utilização da IA no seu ecossistema disparou: a Vista Geral de IA na Pesquisa conta com cerca de dois mil milhões de utilizadores mensais, a aplicação Gemini ultrapassa os 650 milhões de utilizadores mensais, mais de 70% dos clientes Cloud recorrem a ferramentas de IA da empresa e cerca de 13 milhões de programadores trabalharam com os modelos generativos disponibilizados.
Cada geração Gemini acrescentou funcionalidades novas à anterior. O Gemini 1 aumentou o alcance multimodal e as janelas de contexto; o Gemini 2 introduziu fundamentos para agentes mais avançados e elevou o raciocínio em tarefas complexas, culminando no Gemini 2.5 Pro, que liderou o LMArena durante mais de seis meses. O Gemini 3 surge agora como a continuação desse percurso, com a Google a apresentar o modelo como a consolidação das capacidades já existentes e como um reforço claro na compreensão de contexto, intenção e estrutura dos pedidos.
Segundo a empresa, o Gemini 3 distingue-se sobretudo pela capacidade de interpretar nuances em problemas técnicos e criativos, reduzindo a necessidade de comandos sucessivos e respondendo de forma mais precisa ao enunciado inicial. O lançamento coincide ainda com a entrada imediata do modelo no Modo de IA na Pesquisa, algo que a Google nunca tinha feito no próprio dia de apresentação de um novo sistema.
A aprendizagem é uma das áreas em que o modelo pretende oferecer maior versatilidade. A análise de texto, imagens, vídeo, áudio e código é combinada com uma janela de contexto de um milhão de tokens, permitindo integrar informação extensa com maior coerência. Entre os exemplos avançados pela empresa estão a digitalização e tradução de receitas manuscritas para criar livros de cozinha familiares, a transformação de artigos académicos e vídeos longos em materiais interactivos ou a análise de imagens de jogos desportivos para gerar planos de treino personalizados.
O Modo de IA na Pesquisa passa agora a usar o Gemini 3 para criar esquemas visuais, ferramentas interativas e simulações geradas em tempo real a partir das consultas, numa tentativa de tornar o processo de pesquisa mais contextual e visual.
O Gemini 3 já começou a ser implementado para todos os utilizadores da aplicação Gemini, bem como para subscritores Google AI Pro e Ultra no Modo de IA na Pesquisa.
A renovação da CasaNova Farmhouse revela um conjunto rural reorganizado para alojamento, mantendo o espigueiro, a eira e os lagares como parte integrante da identidade do espaço.
Entre as margens rurais de Braga e a paisagem tranquila de Parada de Tibães, uma antiga casa agrícola do século XVII foi alvo de uma reabilitação que procurou preservar o carácter original e recuperar a relação da propriedade com o território minhoto. Dessa intervenção resulta a CasaNova Farmhouse, um conjunto onde a eira, o espigueiro e os lagares mantêm o seu lugar, agora integrados numa estrutura pensada para acolher visitantes sem afastar o espaço da sua identidade de origem.
A reabilitação, conduzida pela família que assumiu o projeto, resultou em 19 unidades de alojamento distribuídas entre quartos e apartamentos. Todos se organizam em torno da eira de grandes dimensões, onde antigamente se debulhava o milho e que hoje funciona como ponto central de circulação. O espigueiro mantém-se preservado e cumpre a função tradicional de guardar as espigas durante a época apropriada. No patamar inferior, a piscina permite observar a extensão de verde que acompanha a propriedade, rodeada por espreguiçadeiras e áreas de descanso.
A intervenção incluiu ainda uma sala de tratamentos de pequena escala, onde as massagens decorrem num ambiente marcado pela presença da salamandra. O cuidado aplicado em cada detalhe reflete a linha seguida desde o início da reabilitação: recuperar, preservar e reintroduzir elementos antigos sem lhes retirar autenticidade. Ferramentas, peças de lavoura e mobiliário tradicional foram restaurados e incorporados no conjunto, num processo de upcycling que procurou evitar a substituição desnecessária.
A distribuição dos vários edifícios denuncia a função original da casa, estruturada em torno dos lagares de azeite e vinho. No exterior, fardos de palha e máquinas agrícolas antigas mantêm a ligação visual ao passado e convidam a uma leitura mais próxima das práticas rurais de outros tempos. Um dos edifícios acolhe uma pequena capela familiar, preservada e convertida em espaço expositivo com retratos que narram parte da história dos proprietários. O antigo confessionário permanece no local como peça testemunhal. Nos quartos, amplos e iluminados, surgem elementos recuperados que reforçam a sensação de continuidade entre passado e presente.
O segundo edifício alberga apartamentos equipados com cozinha e sala, pensados para estadias prolongadas ou momentos de convívio ao final do dia, muitas vezes no exterior, onde o pôr do sol domina o horizonte.
A localização da CasaNova Farmhouse permite alcançar em poucos minutos o Mosteiro de Tibães, as praias fluviais de Merelim e Adaúfe, o centro histórico de Braga, a Sé e o Santuário do Bom Jesus. A partir da propriedade, o território minhoto revela-se com facilidade, seja em passeios curtos, seja em deslocações mais longas até à Peneda-Gerês. Em cada recanto da CasaNova Farmhouse permanecem sinais da herança agrícola que moldou o lugar, agora reorganizada para receber quem procura uma leitura contemporânea do espaço rural.
A Zalando escolheu os CTT para assegurar entregas e devoluções na Península Ibérica, reforçando a rede collectt e a capacidade logística.
A Zalando, que se lançou recentemente em Portugal, passou a contar com os CTT como operador responsável pelas entregas na Península Ibérica.
A capacidade instalada dos CTT garante à Zalando um serviço de entrega regular em Portugal e Espanha, incluindo o tratamento de devoluções em território português. A colaboração acrescenta flexibilidade ao processo, ao combinar entregas ao domicílio com opções fora de casa, recorrendo à rede collectt presente nos dois países.
A collectt agrega mais de 20.000 pontos de recolha e entrega distribuídos pela Península Ibérica. Em Portugal, integra Lojas e Pontos CTT, Agentes Payshop e mais de 1100 cacifos Locky. Em Espanha, assenta em redes parceiras com forte presença no território, complementadas pelos primeiros cacifos Locky já operacionais e com expansão em curso.
Com a aproximação da época de maior procura, os CTT estão a reforçar o tratamento e a distribuição de encomendas, preparando milhares de rotas adicionais para absorver o aumento de tráfego. As previsões internas apontam para um crescimento entre 15% e 30% no volume processado, que poderá atingir cinco milhões de envios nas semanas mais intensas.
A mais recente versão beta do WhatsApp para iOS passa a permitir o uso de várias contas na mesma aplicação.
A Metalançou uma nova versão beta do WhatsApp para iOS, que introduz a capacidade de usar a aplicação com várias contas no mesmo dispositivo iPhone. A funcionalidade, que já tinha surgido em testes anteriores, vai começar agora a ser ativada de forma gradual e preparada para o uso de todos.
A mudança entre contas é feita nas definições da aplicação, sem necessidade de terminar sessão. Cada perfil poderá manter o seu histórico de conversas, notificações e outras definições individuais, incluindo privacidade, sons, descarregamento de multimédia e horários de backup. Nesta fase, a versão beta suporta duas contas por instalação, podendo esse número aumentar numa atualização futura.
A nova opção surgirá na secção “Lista de Contas” ou através de um botão junto ao ícone do código QR. A partir daí, será possível adicionar uma conta existente ou configurar uma nova utilizando um número ainda não associado ao serviço. O processo pode incluir transferência de conversas e definições através de código QR.
As notificações serão também ajustadas para identificar a origem de cada mensagem, mesmo quando a conta correspondente não está ativa, permitindo distinguir rapidamente a que perfil pertence cada alerta.
O Formoso Marvila destaca-se pela reabilitação arquitetónica, 49 frações e localização próxima do eixo ribeirinho e da estação de Braço de Prata.
A Krest Investments apresentou na Musa um novo projeto habitacional em Marvila, revelando o Formoso Marvila como o mais recente condomínio fechado da capital. O edifício ergue-se na Rua Vale Formoso, a poucos passos da estação de Braço de Prata, numa zona marcada pela efervescência criativa e por uma dinâmica urbana que tem impulsionado o interesse imobiliário na área oriental de Lisboa.
O conjunto integra 49 apartamentos, entre T1 e T4 Duplex, concebidos para maximizar conforto e eficiência, privilegiando a entrada de luz natural, a amplitude das varandas e soluções que favorecem a ventilação cruzada em grande parte das frações. O desenho contemporâneo do arquiteto Ricardo Bak Gordon resulta da reabilitação de um antigo armazém de vinhos, convertendo a estrutura existente num projeto residencial de carácter singular, onde a herança industrial se combina com uma abordagem arquitetónica atual.
O empreendimento inclui diversos espaços comuns pensados para acompanhar o ritmo urbano. Entre eles destacam-se um rooftop com piscina aquecida e vista aberta sobre Lisboa e o Tejo, ginásio, sauna, clubhouse, zonas ajardinadas com obras de arte, estacionamento para automóveis, bicicletas e motas, além de pontos de carregamento elétrico em todas as frações.
A conclusão das obras está prevista para o final de 2027, com um investimento global estimado em cerca de 30 milhões de euros.
A Koei Tecmo continua a expandir timidamente a mitologia de The Legend of Zelda com spin-offs de alta qualidade. Hyrule Warriors: Age of Imprisonment a dá-nos um olhar mais emocional sobre o passado de Hyrule sem perder o que torna esta sub-série tão especial: a ação em larga escala, a jogabilidade e simplificada e acessível, e um mundo por reconquistar com várias missões individuais.
Com o minimalismo narrativo de The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, Hyrule Warriors: Age of Imprisonment surge como um complemento importante para a série da Nintendo. Enquanto Link explora uma Hyrule destruída pela guerra e descobre mais sobre o seu passado, a narrativa tornou-se mais visual, abandonando as cinemáticas e a estrutura clássica da série para abraçar a solidão do seu protagonista. Esta aposta na jogabilidade, em detrimento da narrativa clássica, criou lacunas na campanha e levantou perguntas que ficaram por responder. Com Hyrule Warriors, a Nintendo teve a oportunidade de revisitar a backstory dos seus jogos, expandir a narrativa anteriormente minimalista e introduzir novas personagens e plot points que procuraram resolver os problemas dos novos jogos – nem sempre com o resultado esperado.
Age of Imprisonment volta a olhar para o passado de Hyrule, onde seguimos a viagem de Zelda e a luta de Rei Rauru contra o exército de Ganon. Através das cinemáticas de Tears of the Kingdom, a Koei Tecmo reconstruiu os acontecimentos que levaram ao aprisionamento de Ganon, criando um fio condutor mais visível e lógico, ainda que longe de estar munido de verdadeiras surpresas. No entanto, o conceito, em si, é interessante e é uma forma eficaz de dar mais vida e propósito a um spin-off que poderia ser apenas mais um Musou. Age of Calamity iniciou esta transformação e, agora, Age of Imprisonment solidificou esta expansão da backstory com grande sucesso, apresentando novas personagens e respondendo a algumas questões que ficaram por responder em Tears of the Kingdom.
Apesar deste foco na narrativa e no passado de Hyrule, Age of Imprisonment continua a ser um Musou e grande parte da campanha é passada em campos de batalha, a lutar contra hordas de monstros e bosses enquanto combinamos ataques, exploramos fraquezas, utilizamos tecnologia Zonai – uma das novidades deste jogo e que funciona muito bem com as mecânicas sistémicas – e ativamos novas técnicas. Com um desempenho sólido, sem soluços na Nintendo Switch 2, o novo Hyrule Warriors é deliciosamente viciante devido ao sistema de combate acessível e à sensação de reconquista de Hyrule. Através do mapa, nós podemos escolher várias missões, concluir quests, evoluir as personagens e ver Ganon a perder território enquanto enfrentamos o seu exército numa guerra aberta.
Se os jogos anteriores já foram sucessos, ao conseguirem conciliar a alma da série The Legend of Zelda com uma viagem pelo passado e uma jogabilidade mais assente na ação, acredito que Age of Imprisonment seja o culminar desta trilogia. É um jogo que nos mantém investidos até ao fim, com missões constantes, novas personagens, a possibilidade de utilizarmos os itens que recolhemos para melhorarmos as personagens e ainda a presença das três realidades de Hyrule, com a introdução do submundo e ilhas voadoras. Esta foi uma surpresa agradável e espero que Hyrule Warriors continue presente no futuro de The Legend of Zelda.
Cópia para análise (versão Nintendo Switch 2) cedida pela Nintendo Portugal.
Ricky Gervais apresentou Mortality em fevereiro deste ano na MEO Arena, em Lisboa. Agora, e para quem não teve possibilidade de assistir, poderá apreciar no conforto do sofá.
Ricky Gervais, o criador de séries como The Office (UK), Extras, Derek e After Life, é um stand up comedian de excelência e um dos maiores nomes do humor das últimas décadas, sendo fonte de inspiração para tantos outros humoristas, argumentistas e guionistas em todo o mundo.
Em 2023, o humorista estreou-se finalmente em Portugal com o solo Armageddon, disponível para ver na Netflix. Já em fevereiro deste ano, Gervais regressou ao nosso país para apresentar Mortality, num espetáculo totalmente esgotado, à semelhança das outras datas da tour.
Como seria de esperar, muita gente ficou de fora, pelo que não puderam assistir ao espetáculo. Mas, e à semelhança dos outros solos de stand up comedy de Ricky Gervais, também Mortality vai estrear na Netflix. E já há data: 30 de dezembro. É como uma prenda de fim de ano.
O especial de stand-up, gravado este ano no London Palladium, em Londres, no Reino Unido, acompanha o humorista, argumentista e ator enquanto explora a própria finitude através de um olhar mordaz, onde o humor negro serve de fio condutor. A atuação mergulha nas inquietações sobre vida, morte e no clima social que o rodeia, temas que o artista já tinha abordado de forma insistente na série After Life, também disponível na Netflix, agora revisitados num registo mais direto e introspetivo.
O novo sistema de proteção de conteúdo do Facebook passa a identificar cópias quase em tempo real, oferecendo mais controlo aos criadores.
A Meta começou a implementar uma nova ferramenta concebida para a combater o roubo de conteúdo no Facebook, através de um reforço de proteção de Reels publicados por criadores e profissionais.
Esta funcionalidade, chamada Content Protection, permite que todos os novos Reels, incluindo alguns mais antigos e previamente selecionados, fiquem automaticamente protegidos assim que o utilizador inicia sessão.
De acordo com a Meta, o sistema monitoriza continuamente o Facebook e o Instagram em busca de segmentos que considere cópias integrais ou parciais dos vídeos, reportando potenciais infrações quase em tempo real. A partir do painel profissional, os utilizadores podem decidir se pretendem fazer apenas um rastreio ao conteúdo detetado, bloquear as visualizações do vídeo ou permitir que se mantenham públicos nas diferentes plataformas da Meta. Existe ainda a possibilidade de adicionar contas específicas a uma lista de permissões, evitando bloqueios indevidos.
Estas novas ferramentas estão otimizadas e adaptadas a dispositivos móveis, com emissão de automáticos, reduzindo o risco de partilha não autorizada e de apropriação indevida de trabalhos originais. A Meta irá começar por disponibilizar a nova funcionalidade aos participantes do Programa de Monetização de Conteúdos do Facebook e aos utilizadores do Gestor de Direitos, embora outros utilizadores possam candidatar-se posteriormente.
A Meta alerta ainda que qualquer uso abusivo da Proteção de Conteúdo poderá resultar no bloqueio do utilizador, já que apenas vídeos originais podem ser protegidos, e formatos como reações ou compilações estão excluídos deste sistema.