Os Franz Ferdinand têm sido presença constante por cá nos últimos anos, mas será a sua estreia no Ageas Cooljazz.
Têm sido várias as atuações dos Franz Ferdinand em Portugal nos últimos anos: Campo Pequeno em 2022, Super Bock Super Rock em 2023, Aula Magna este ano e, meses depois, no verão, no Vodafone Paredes de Coura. Pois bem, o grupo de Alex Kapranos e companhia está de regresso a Portugal, desta vez para uma atuação no Ageas Cooljazz.
O concerto está marcado para 25 de julho de 2026 e, nessa noite, os Franz Ferdinand subirão a palco para apresentar The Human Fear, o mais recente capítulo da sua discografia, num alinhamento que celebra também os grandes clássicos de mais de duas décadas de carreira. Quanto aos bilhetes, são postos à venda dia 20 de novembro.
Com esta adição, o cartaz do Ageas Cooljazz já conta com as atuações de David Byrne, Jamiroquai, Diana Krall e Scissor Sisters. Mais nomes serão anunciados em breve.
Porém, essa é uma meta que a Mercadona demorará a atingir, prevendo-se apenas que tal possa acontecer após 2030.
Em maio passado, a Mercadona anunciava, finalmente, que iria chegar à cidade de Lisboa em novembro deste ano, com os seus primeiros supermercados na cidade, localizados na Alta de Lisboa e na Quinta do Lambert (Lumiar). Mas para já, só vamos mesmo ter um supermercado.
No passado dia 13 de novembro, a cadeia espanhola abriu o seu primeiro supermercado na cidade, localizado na Alta de Lisboa, na Rua Hermínio da Palma Inácio. E até aí tudo certo. Só que, ao ler todo o texto, constata-se que a segunda loja na cidade, a da Quinta do Lambert, abrirá apenas no primeiro trimestre de 2026, e não em novembro, como inicialmente previsto. Ou seja, o novo supermercado na cidade abrira portas até ao final de março do próximo ano.
Porquê? Segundo o que disse fonte da Mercadona ao Echo Boomer, deve-se a uma alteração do projeto inicial, o que levou a um ajuste de datas de obra e abertura. Além disso, a retalhista espanhola confirmou que não irá abater nenhuma árvore existente na zona e que o novo projeto inclui a plantação de oito novos jacarandás no bairro.
Contas feitas, 2026 trará, portanto, a segunda loja Mercadona em Lisboa. Mas não serão as únicas na cidade. Em entrevista ao Jornal de Negócios, Inês Santos, diretora de relações institucionais da Mercadona em Portugal, referiu que há potencial para, a longo prazo, chegar às 11 lojas em Lisboa, incluindo as duas já confirmadas. A longo prazo leia-se para lá de 2030, e apesar de a empresa adimitir avançar para outros bairros, o modelo de loja exige áreas amplas difíceis de garantir em zonas como o Chiado, por exemplo. A responsável também não avançou quais as futuras localizações em estudo na capital portuguesa.
De facto, a Área Metropolitana de Lisboa continua a ser um dos principais motores da operação, com lojas como Corroios, Massamá e Setúbal entre as que registam maior afluência. Apesar de representar um mercado com mais de 2,5 milhões de habitantes, a região mantém uma densidade reduzida de supermercados da cadeia, com menos de duas dezenas entre os distritos de Lisboa e Setúbal.
Na mesma entrevista, Inês Santos referiu que a aposta no digital, isto é, na abertura de uma loja online, só fará sentido quando a cobertura territorial estiver completa. Portanto, será difícil de prever que seja algo que esteja para breve, uma vez que o foco da Mercadona está mesmo em abrir novos supermercados ao longo do país.
O primeiro olhar do remake live-action de Moana apresenta Catherine Lagaʻaia no papel principal e confirma o regresso de Dwayne Johnson como o semideus Maui.
A Disneylançou o primeiro trailer do remake live-action de Moana, que traz para imagem real as aventuras marítimas da personagem titular, apenas 10 anos depois do filme de animação CGI original.
Realizado por Thomas Kail, de Hamilton, o novo filme é protagonizado por Catherine Lagaʻaia aolado de Dwayne Johnson, que regressa agora para dar a voz e também o corpo. Apesar de ser considerado um filme live-action, pelo primeiro trailer podemos assumir que continuamos no reino do CGI, com muitas imagens computorizadas, para recriar ambientes, criaturas e muita da magia deste mundo.
O trailer também é acompanhado por uma nova versão do tema “How Far I’ll Go”, cantado agora por Lagaʻaia. No filme original, era Auliʻi Cravalho que emprestava a voz à protagonista e que recentemente, em 2024, regressou na sequela animada Moana 2. Cravalho, no entanto, mantém-se envolvida no projeto enquanto produtora, juntamente com Dwayne Johnson, Beau Flynn, Dany Garcia, Hiram Garcia e, claro, Lin-Manuel Miranda.
Novamente com argumento de Jared Bush, adaptado por Dana Ledoux Miller (que escreveu o segundo filme animado), o remake de Moana estreia nos cinemas em julho de 2026.
O novo trailer de Wake Up Dead Man, de Rian Johnson, promete a investigação mais arriscada de Benoit Blanc.
A Netflixrevelou um novo trailer de Wake Up Dead Man, o terceiro filme da saga Knives Out, criada por Rian Johnson e com Daniel Craig enquanto protagonista, novamente no papel do detetive Benoit Blanc.
Mantendo o seu género misterioso de “whodunit”, o novo trailer aposta num tom mais sombrio e arriscado para a investigação de Benoit Blanc, que viaja até ao norte do estado de Nova Iorque, para descobrir quem está por de trás da morte de um membro de uma paróquia, que é descrita como “perfeitamente impossível”.
Craig volta a liderar o elenco, ao lado de Josh O Connor como o jovem padre Jud Duplenticy, enviado para auxiliar o monsenhor Jefferson Wicks interpretado por Josh Brolin. A comunidade inclui Martha Delacroix, interpretada por Glenn Close, o jardineiro Samson Holt, interpretado por Thomas Haden Church, a advogada Vera Draven, interpretada por Kerry Washington, o aspirante a político Cy Draven, interpretado por Daryl McCormack, o médico Nat Sharp, interpretado por Jeremy Renner, o autor recluso Lee Ross interpretado por Andrew Scott, a violoncelista Simone Vivane interpretada por Cailee Spaeny e a chefe de polícia local interpretada por Mila Kunis.
O Rian Johnson descreve este capítulo como o mais exigente da série e o argumento o mais difícil que escreveu, prometendo desafiar as regras habituais da investigação policial, mantendo momentos de humor característicos da série principal.
Wake Up Dead Man é uma sequela de Glass Onion: A Knives Out Mystery, de 2022 e de Knives Out, de 2019, com estreia nos cinemas norte americanos a 26 de novembro e chegada à Netflix a 12 de dezembro.
A box limitada, acompanhada por colecionáveis, reforça a ligação da McDonald’s à cultura pop e ao público fã de Stranger Things.
A iminente chegada da quinta e última temporada de Stranger Things serve de ponto de partida para uma nova ação da McDonald’s, que coloca nos restaurantes uma caixa temática dedicada ao universo da série.
Na compra de um McMenu Regular ou Grande, é possível acrescentar a Box Stranger Things – disponível até 15 de dezembro em todo o país – por mais 1€, garantindo um item colecionável inspirado no Mundo Invertido. A coleção inclui seis figuras associadas à narrativa: Eleven, Dustin, Mike, Will, Lucas e Demogorgon.
A iniciativa nasce de uma colaboração exclusiva entre as operações ibéricas da marca e os criadores da série, construída em torno das relações e do ambiente que definem Stranger Things. A criação de uma ligação emocional com várias gerações de seguidores esteve no centro do processo, numa campanha desenvolvida pela Carmelo&Willy e adaptada ao mercado português pela TBWA/BBDO, mantendo coerência com a estética visual da produção.
A temporada final da série tem estreia a 27 de novembro, com quatro episódios. Seguem-se depois três novos episódios a 26 de dezembro e o final derradeiro a 1 de janeiro de 2026.
Já são conhecidos os nomeados para os jogos do ano no The Game Awards 2025, que acontece já no início de dezembro.
Através de uma transmissão muito especial, apresentada por Geoff Keighley, fãs e curiosos dos videojogos puderam ficar a conhecer a lista completa de nomeados aos jogos do ano nos The Game Awards 2025, ao logo das suas várias categorias.
2025 foi um ano pesado em bons jogos, com imensos candidatos a ocupar uma das seis nomeações na categoria de Jogo do Ano, mas entre eles destaca-se Clair Obscur: Expedition 33, ao acumular 12 nomeações, também para Realização, Narrativa, Direção Artística, Banda Sonora, Jogo Independente, Jogo Independente de Estreia, RPG e mais três de Performance pelo seu excelente elenco, aqui representado por Ben Starr, Jennifer English e Charlie Cox.
Clair Obscur: Expedition 33 (Sandfall Interactive) é o grande candidato a jogo do ano com 12 nomeações nos The Game Awards 2025.
Na corrida à soma de vários prémios, também nomeados a Jogo do Ano, surgem dois exclusivos PlayStation 5, Death Stranding 2: On The Beach e Ghost of Yōtei, com sete nomeações cada um.
No grande prémio junta-se ainda Hades II (com seis nomeações), Hollow Knight: Silksong (com cinco nomeações)e Kingdom Come: Deliverance II (com três nomeações noutras categorias).
A lista deste ano é composta por 25 categorias dedicadas aos jogos de diferentes géneros, somando-se 89 títulos diferentes. Tal como em edições passadas, há também uma categoria dedicada às adaptações para TV e cinema, com cinco nomeados: A Minecraft Movie, Devil May Cry, The Last of Us S2, Splinter Cell: Deathwatch e Until Dawn.
Os vencedores dos The Game Awards 2025 são escolhidos através de uma mistura de votos conjunta de um júri especializado, que vale 90% da votação, e do publico, com um peso de 10%. Os jogadores poderão assim partilhar as suas preferências e opiniões, através do site oficial do evento, onde já é possível votar.
Os The Game Awards 2025 serão transmitidos na madrugada de sexta-feira, 12 de dezembro, entre as 1h00 e as 4h00 (hora de Lisboa).
Podem conhecer a lista completa dos nomeados no site, ou aqui em baixo.
O Ugly trouxe para Santos uma versão crua e autêntica dos smash burgers, com uma carta curta e foco absoluto na técnica.
A febre dos smash burgers continua a espalhar-se. Street, SmashVille, Dupe, Bullguer, VICIO e No.Sense são apenas algumas das quais já falámos aqui no Echo Boomer, mas há sempre “novos conceitos” por descobrir. E um deles dá pelo nome de Ugly Smash Burgers.
O projeto nasceu de uma obsessão antiga de Tomás Lima, que trouxe o vício dos Estados Unidos e passou anos a experimentar em casa até convencer os amigos de que aquilo tinha pernas para andar. João Sousa viu a tendência rebentar em várias cidades europeias e percebeu que estava na altura de avançarem. Juntaram forças, estudaram a concorrência, trouxeram até um consultor espanhol e, no passado mês de julho, abriram portas na Calçada do Marquês de Abrantes, na zona de Santos, em Lisboa.
Não conhecemos o espaço, mas, pelas imagens disponíveis online, dá para perceber que a loja é reduzida. Ou seja, a lógica é clara: entrar, pedir e comer, no local – até porque há um balcão precisamente para isso – ou noutra zona da cidade.
A carta é curta, bastante curta até, uma vez que apenas existem três hambúrgueres, todos duplos. O Clássico junta carne esmagada, queijo americano, cebola picada, pickles e o par inevitável ketchup–mostarda. O Bacon acrescenta bacon e o molho especial criado por Tomás. E depois há o Ugly, o que mais se afasta do que se encontra noutros sítios: a cebola vai para a chapa ao mesmo tempo que a carne e funde-se com ela, criando um aroma ligeiramente adocicado e notas de caramelização que tornam o sabor mais profundo. Leva ainda queijo americano e o molho da casa, feito com maionese japonesa, Dijon e alho.
Os acompanhamentos seguem a mesma filosofia de simplicidade. As batatas podem ser normais ou cobertas com uma mistura caseira de especiarias que lhes dá um toque picante. Para fechar a refeição, há dois salames d’O Lisboeta, servidos bem frios, em versão chocolate de leite ou caramelo salgado.
CMTV e NOW passam a fazer parte da DIGI TV, ampliando a diversidade de conteúdos disponíveis no serviço.
A DIGI Portugal passou a integrar na sua grelha televisiva os canais CMTV e NOW, uma entrada aguardada pelos assinantes e que reforça a presença do grupo Medialivre na oferta nacional. A operadora mantém assim a estratégia de consolidar a sua posição no mercado, acrescentando conteúdos que ampliam a diversidade já existente no serviço.
A inclusão da CMTV e da NOW não implica qualquer custo adicional para quem já subscreve a DIGI TV, cujo pacote de televisão permanece fixado em 12€ mensais. Com esta atualização, o serviço reúne agora mais de 80 canais, alargando as possibilidades de escolha num momento em que a concorrência entre operadoras se intensifica.
Os dois canais estão disponíveis nas posições 8 e 9 da grelha, respetivamente, integrando-se de forma direta numa oferta pensada para responder às expectativas de quem procura um leque mais abrangente de conteúdos televisivos.
A Logitech garante que as operações e os produtos não foram afetados, mas quase 1,8 TB de informação foram divulgados pelo grupo Clop.
A Logitech confirmou ter sido alvo de um ataque informático que resultou no acesso e roubo de um volume significativo de dados. O incidente foi reivindicado pelo grupo de ransomware Clop, que afirma ter obtido perto de 1,8 terabytes de informação alegadamente extraída de sistemas associados à empresa.
Numa comunicação dirigida à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), a empresa indica que o incidente não teve impacto nos produtos, na produção nem no funcionamento das operações diárias. A Logitech explica que a violação teve origem na exploração de uma vulnerabilidade zero-day num fornecedor externo, entretanto corrigida após a disponibilização de uma atualização para o software afetado. Embora a empresa não identifique o fornecedor, o caso coincide com uma falha crítica no Oracle E-Business Suite que tem sido explorada pelo grupo Clop em várias intrusões recentes, entre as quais as que atingiram a Universidade de Harvard e o jornal The Washington Post.
De acordo com a Logitech, a fuga de dados inclui informação limitada sobre colaboradores e clientes, bem como elementos relativos a utilizadores e fornecedores. A empresa afirma não acreditar que dados sensíveis de utilizadores tenham sido comprometidos, visto que não eram armazenados nos sistemas afetados. Permanece, no entanto, difícil determinar o alcance exato da fuga de informação, uma vez que não foram fornecidos detalhes adicionais.
Entretanto, a vulnerabilidade identificada como CVE-2025-61882, já recebeu uma atualização de emergência.
Atualmente, são vários os operadores que já estão a aplicar mecanismos extra de segurança nos seus postos de carregamento, de modo a evitar o furto de cabos.
Nos últimos meses, a criminalidade dirigida aos postos de carregamento elétrico tem vindo a ganhar escala e a revelar um impacto que ultrapassa largamente o valor dos componentes furtados. A crescente procura pelo cobre, cuja revenda atinge montantes atrativos no mercado paralelo, transformou os cabos de carregamento num alvo frequente, deixando equipamentos inoperacionais e condutores sem alternativa imediata.
A deterioração observada em numerosos postos deixou de ser associada apenas a falhas técnicas ocasionais. Têm-se multiplicado situações em que o corte deliberado dos cabos obriga à interrupção prolongada do serviço, enquanto as equipas técnicas tentam repor as condições normais de funcionamento. A Associação Portuguesa de Operadores e Comercializadores de Mobilidade Elétrica tem sublinhado o peso económico destas ocorrências, lembrando que os custos não se limitam à substituição do material furtado, mas incluem deslocações, medidas adicionais de segurança e perda de receita durante o período de inoperância.
Para além do impacto financeiro, o fenómeno mina a confiança de quem depende da rede pública para garantir deslocações diárias. As autoridades recomendam a instalação de sistemas de alarme e de identificação dos cabos, embora persistam entraves legais à expansão da videovigilância, já que estas infraestruturas ainda não são classificadas como críticas.
Em Portugal, são vários os operadores que já estão a aplicar mecanismos extra de segurança nos seus postos de carregamento, como CCTV direto aos postos, sensores e alarmes, e proteções de cabos com tinta, traking GPS, kevlar e malha de aço. Muitos dos postos já estão protegidos com tecnologia CableGuard, da Formula Space, que surgiu no mercado como uma das respostas tecnológicas para contrariar a escalada de furtos de cabos em estações de carregamento elétrico, apresentando um sistema de proteção que combina resistência física, capacidade de rastreamento e adaptação a diferentes tipos de operação.
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A solução assenta num revestimento reforçado concebido para atrasar de forma significativa tentativas de corte, prolongando o tempo necessário para uma intrusão e dificultando a atuação criminosa. Testes realizados em contexto real indicam que este tipo de proteção pode multiplicar mais 25 vezes o tempo de resistência face a um cabo comum. O objetivo passa por preservar a integridade da infraestrutura sem interferir na experiência do utilizador, mantendo o manuseamento familiar e sem acrescentar volume ou peso relevantes.
Para além disso, o sistema integra um mecanismo de marcação forense que se ativa quando ocorre manipulação indevida. Esta tecnologia projeta um líquido sob pressão que adere ao equipamento utilizado no crime e aos próprios autores, deixando um identificador único visível sob luz UV. Especialistas apontam este método como particularmente eficaz na associação de suspeitos a ocorrências registadas, reforçando a capacidade de investigação e sustentando decisões judiciais em vários casos.
O desenvolvimento técnico procurou igualmente garantir que o dispositivo pudesse ser instalado tanto em novos postos como em infraestruturas já existentes, evitando substituições completas ou interrupções prolongadas no serviço. Para isso, foi adotada uma arquitetura modular, fornecida em kits completos e compatíveis com a maioria dos modelos de carregadores e sistemas de gestão de cabos em circulação. Esta abordagem permitiu a expansão do sistema em diferentes geografias, com centenas de implementações operacionais em diversos operadores.
O Lisboa Games Week regressa à FIL com mais de duzentos postos de jogo, simuladores e várias áreas temáticas.
O Lisboa Games Week, volta a realizar-se na FIL, em Lisboa, já esta semana, entre os dias 20 e 23 de novembro, naquela edição que irá marcar o décimo aniversário do evento. Ao longo dos quatro dias, que incluem o fim-de-semana, será possível encontrar a presença de estúdios de jogos, criadores de conteúdos, marcas tecnológicas, e equipas académicas, espalhados ao longo dos pavilhões da FIL, com várias zonas dedicadas aos videojogos e às suas vertentes sociais associadas.
Ao todo, a organização afirma que irá contar com mais de duzentos postos de jogos recentes, onde se incluem mais de trinta simuladores, para além de áreas de realidade virtual, espaços de esports, zonas de retrogaming, espaços de cultura pop, cosplay e jogos de tabuleiro. O programa inclui também iniciativas educativas com a participação de várias instituições de ensino nacionais e internacionais.
Para os amantes dos videojogos, destaca-se a presença da Nintendo, que terá um dos espaços de maior dimensão, onde será possível experimentar Metroid Prime 4Beyond antes do seu lançamento oficial, marcando a primeira demonstração pública em Portugal do exclusivo para a Nintendo Switch 2. O stand contará ainda com outros jogos jogáveis do catálogo da nova consola, entre eles estão Mario Kart World, Donkey Kong Bananza, Super Mario Party Jamboree Nintendo Switch 2 Edition, Super Mario Galaxy 1 + 2, Hyrule Warriors: Age of Imprisonment, Cyberpunk 2077, Hollow Knight Silksong, Hades II, Star Wars Outlaws, Street Fighter VI e Hogwarts Legacy.
A simulação desportiva, é outra vertente de peso nesta edição, com destaque para a zona Sim Racing, que vai contar com a final ao vivo do Campeonato Portugal Gran Turismo Road to Lisboa Games Week, e a arena dedicada a EA Sports FC 26.
Nas vertentes tangentes aos videojogos, o cosplay está de regresso, com a presença de nomes internacionais, como Yuji Koi e Neko Yona, e a qualificações para a International Cosplay League no sábado e um concurso aberto no domingo. A cultura do retrogaming, também volta com a exposição de mais de cinquenta arcades clássicas e o Museu LOAD ZX Spectrum. E na vertente educativa o evento irá contar com a presença de instituições como a Universidade de Lisboa, Universidade de Aveiro, Universidade Lusíada, ISEL, Instituto Piaget e vários politécnicos.
Os bilhetes para o Lisboa Games Week 2025 podem ser comprados na bilheteira online da FIL com preços que começa nos 15€ por pessoa para quinta ou sexta-feira.
O MACAM Hotel abriu em Lisboa como o primeiro hotel europeu integrado num museu de arte contemporânea, reunindo coleções, alojamento e espaços culturais.
O MACAM Hotel abriu as portas em Lisboa como uma estrutura invulgar no panorama europeu, ao reunir num único complexo um hotel de cinco estrelas e um museu de arte contemporânea. A abertura segue-se à inauguração do Museu de Arte Contemporânea Armando Martins, instalado no renovado Palácio Condes da Ribeira Grande, na zona que liga Alcântara a Belém, reforçando a ambição de criar um polo artístico de referência. A estreia do restaurante Contemporâneo – Food&Wine completa o projeto, explorando a gastronomia portuguesa a partir de inspirações retiradas da coleção do museu.
O conjunto ocupa 13.000 m2 reconfigurados pelo atelier MetroUrbe, que procurou conciliar a herança arquitectónica do palácio com uma ampliação marcada por linhas modernas. A fachada da área dedicada às exposições temporárias distingue-se por um trabalho tridimensional em azulejo assinado por Maria Ana Vasco Costa, evocando o imaginário cerâmico nacional. A intervenção foi distinguida com o Prémio Gulbenkian Património 2025 – Maria Tereza e Vasco Vilalva, reconhecimento que sublinha a qualidade do restauro.
Criado pelo colecionador português Armando Martins, o museu expõe mais de 600 obras reunidas ao longo de cinco décadas, desde o final do século XIX até à produção contemporânea. Sob o lema A Casa das Coleções Privadas, acolhe também acervos de outros colecionadores, oferecendo ao público acesso a núcleos que anteriormente se mantinham em circuitos mais restritos.
O MACAM Hotel, dirigido por Vera Cordeiro, reúne 64 quartos distribuídos entre o edifício histórico e a ala recente. A coleção estende-se pelos corredores, pelos quartos e pelos terraços, reforçando a continuidade entre museu e alojamento. A dupla Andrez&Andrez concebeu interiores detalhados, enquanto a Lightware tratou da iluminação, pensada para acentuar a presença das peças. As tipologias variam entre quartos no Palácio com vistas para jardins ou para a Rua da Junqueira, unidades com terraços privados voltados para a Ponte 25 de Abril, espaços amplos com elementos arquitectónicos originais e um quarto panorâmico na torre, que domina Alcântara e o Tejo. Existem ainda studios com entrada independente e kitchenettes, bem como quartos de estética minimalista na ala contemporânea, alguns adaptados a famílias.
A biblioteca D. João da Câmara, situada no Palácio, oferece um ambiente de leitura tranquilo com livros da coleção pessoal de Armando Martins. No topo do edifício, o Rooftop Pool Bar abre a vista sobre o Tejo, com piscina e serviço de refeições leves. Há também um ginásio equipado para quem quiser manter a rotina durante a estadia.
A cozinha do restaurante Contemporâneo – Food&Wine fica a cargo do chefTiago Valente e da chef de pastelaria Lara Figueiredo, que procuram reinterpretar sabores portugueses a partir de produtos sazonais, muitos provenientes da horta instalada no próprio complexo. O percurso de Valente passa pela Escola de Hotelaria e Turismo do Porto e por experiências em hotéis e restaurantes dentro e fora do país, incluindo trabalho em iates privados, e as suas criações procuram conciliar tradição e técnicas actuais. Já Lara Figueiredo traz experiência adquirida em Lisboa e em cozinhas distinguidas com estrelas Michelin, desenvolvendo sobremesas que combinam memória e experimentação. O MACAM Café, num registo mais descontraído, funciona como ponto de paragem para refeições ligeiras, petiscos e pastelaria, com pão de fermentação natural preparado diariamente.
No interior do antigo oratório do Palácio surge o àCapela – Live Arts & Bar, espaço que mantém a imponência original e integra uma instalação de Carlos Aires. Ali apresentam-se concertos e performances acompanhados de cocktails e pequenos pratos. O local pode ser reservado para eventos, enquanto o Capela Lounge, situado na parte superior, disponibiliza aos hóspedes um ambiente de acesso livre com serviço self-service.
O Museu MACAM, dirigido por Adelaide Ginga, reforça o diálogo entre criação portuguesa e produção internacional. A exposição permanente ocupa o piso térreo do Palácio e reúne obras de artistas como Amadeo de Sousa Cardoso, Paula Rego, Júlio Pomar, Helena Almeida, Ernesto Neto, Marina Abramović ou Thomas Struth. O edifício contemporâneo acolhe um calendário de mostras temporárias ao longo de todo o ano.
O complexo está preparado para receber casamentos e eventos, tirando partido da capela dessacralizada, dos terraços com vistas sobre Lisboa e da oferta gastronómica desenvolvida pelo restaurante. Disponibiliza ainda salas para encontros corporativos, incluindo um auditório com capacidade para 55 pessoas e o espaço àCapela, que suporta eventos de maior dimensão.
As mexicanas The Warning trarão ao NOS Alive o seu mais recente disco, Keep Me Fed, editado em 2024.
A edição de 2026 do NOS Alive passa a contar, a 10 de julho, com a presença das The Warning, trio mexicano que tem vindo a ganhar expressão no rock internacional. Daniela, Paulina e Alejandra Villarreal irão subir ao Palco NOS para uma estreia aguardada, marcada pela força que consolidaram ao longo de anos de estrada e pelo reconhecimento crescente dentro e fora do seu país de origem.
Formadas em Monterrey, as três irmãs transformaram a relação familiar numa colaboração musical coesa, aliando técnica, intensidade e um sentido melódico que lhes tem garantido projeção global. Após um percurso inicial independente, o álbum ERROR, editado em 2022, funcionou como ponto de viragem, abrindo portas para palcos de maior dimensão e aproximando-as de públicos muito distintos. Desde então, cruzaram-se com nomes como Muse, Foo Fighters, Guns N’ Roses, Royal Blood, The Pretty Reckless e Three Days Grace, além de terem marcado presença num dos momentos mais comentados dos MTV VMAs de 2023. O impacto cultural crescente não passou despercebido a grandes marcas, que passaram a associar-se à identidade da banda no México.
O ano de 2024 trouxe Keep Me Fed, álbum que aprofundou a maturidade artística das três irmãs e reuniu vários temas que ganharam destaque nas plataformas digitais, entre eles “MORE”, “S!CK”, “Hell You Call A Dream”, “Qué Más Quieres” e “Automatic Sun”. As novas canções reforçaram a veia energética da banda e contribuíram para solidificar a sua presença nos circuitos internacionais.
Quanto aos bilhetes, estão à venda nos locais habituais, com o diário a custar 84€, o passe de dois dias a custar 168€ e o passe de três dias a poder ser adquirido por 199€.
Clientes podem acumular selos por cada 20€ em compras e trocá-los por artigos de mesa de aço polido da SMEG.
O Continente lançou uma nova coleção de selos que permite aos clientes aceder a uma linha de artigos de mesa desenvolvida em parceria com a SMEG. A iniciativa está disponível em todas as lojas da insígnia até 22 de fevereiro de 2026 e introduz um faqueiro criado em exclusivo para esta campanha, combinando o reconhecimento da marca italiana com a procura por peças funcionais e com identidade visual marcada.
A coleção reúne cinco artigos distintos, produzidos em aço polido e pensados para diferentes momentos de refeição. Inclui talheres de uso diário, facas de carne, utensílios de servir e conjuntos dedicados a saladas. Junta-se ainda um suporte de talheres, disponível em creme, azul ou preto, com uma pega integrada que facilita o transporte e adequa o conjunto a refeições partilhadas.
O acesso aos artigos faz-se através da atribuição de selos: por cada 20€ em compras, é entregue um selo que pode ser trocado pelos produtos da campanha. Todos os selos são relevantes, já que o conjunto de duas facas de carne pode ser obtido sem qualquer custo adicional mediante a entrega de 20 selos.
A acumulação pode ser acelerada com a compra de produtos de marcas como Lays, Sumol, Neoblanc, Oikos, Compal da Horta, Damm, Airwick e Merci. As encomendas realizadas através do serviço Click&Go, com recolha gratuita em loja, também oferecem selos adicionais por cada 20€.
No entanto, é preciso ter em atenção que, por exemplo, precisam de 20 selos para um conjunto de duas peças de Facas de Carne, ou de 20 selos e 0,99€ para um conjunto de quatro peças de talheres de refeição. Caso pretendam um Suporte de Talheres, precisarão de 10 selos e de pagar 39,99€, ou de cinco selos e 79,99€…
A nova série animada Death Stranding Isolations é um novo projeto original de Hideo Kojima integrado no universo dos jogos.
A Kojima Productions e o estúdio japonês E&H Production anunciaram Death Stranding Isolations, uma nova série anime, inspirada nos jogos de Hideo Kojima, com estreia exclusiva no Disney Plus, em 2027.
A nova série será realizada por Takayuki Sano na E&H Production, estúdio fundado em 2021 por Sunghoo Park e conhecido por títulos como Ninja Kamui e Red Cat Ramen. Hideo Kojima, o criador de Death Stranding e da sua sequela Death Stranding 2: On The Beach, será o produtor executivo desta nova série, que funcionará como uma expansão canónica desse universo, apresentando novas personagens e conflitos do seu mundo fragmentado e pós-apocalíptico.
De acordo com a descrição oficial, a série decorre na América do Norte, durante os eventos do primeiro jogo, acompanhando novas personanges que tentam lidar com as suas histórias e problemas. Entre elas estão um homem que procura uma salvação, desligado da Bridges; uma combatente que procura instaurar um ciclo permanente de violência; um rapaz com rancor em relação a Bridges; e uma rapariga que vive na solidão. Tratando-se assim de um conjunto de histórias que contraria a premissa e a missão dos jogos, de ligar o mundo.
Death Stranding Isolations é o segundo projeto animado inspirado nos jogos de Kojima. Recentemente, foi revelada uma longa-metragem animada, chamada Death Stranding Mosquito, realizada por Hiroshi Miyamoto e escrita por Aaron Guzikowski, e atualmente em produção, encontra-se também o live-action produzido pela A24 com realização de Michael Sarnoski.
Até à estreia destes novos projetos, os fãs e curiosos podem jogar o mais recente capítulo da série, Death Stranding 2: On The Beach, por enquanto, exclusivo da PlayStation 5.
Os Anthrax vão abrir o concerto dos Iron Maiden a 7 de julho de 2026, no Estádio da Luz, num reencontro que recorda a histórica data de 1990.
A reunião entre duas instituições do metal volta a ganhar forma em Lisboa, com a confirmação dos Anthrax como convidados especiais do concerto dos Iron Maiden marcado para 7 de julho de 2026, no Estádio da Luz. A presença dos norte-americanos acrescenta à Run For Your Lives Tour uma ligação direta aos tempos em que ambas as bandas partilharam o palco em Cascais, no início dos anos 90, durante a No Prayer On The Road Tour, recuperando uma combinação que marcou várias gerações.
A atuação chega num momento simbólico para os britânicos, que regressam ao país depois de terem enchido a MEO Arena no Verão de 2025 com um espetáculo centrado no período que moldou a sua identidade artística. A digressão atual prolonga essa viagem às raízes, revisitando o repertório que cimentou o estatuto dos Iron Maiden como referência mundial do género.
Quanto aos Anthrax, o reencontro com o público português acontece quase uma década após a última atuação em território nacional, numa fase em que a banda prepara o sucessor de For All Kings. Formados em Nova Iorque em 1981, integram o histórico Big Four ao lado de Metallica, Slayer e Megadeth e deixaram marca na década de 80 com discos como Spreading The Disease e Among The Living. A velocidade característica, a intensidade rítmica e a persistência de figuras como Scott Ian e Charlie Benante continuam a sustentar o peso do nome Anthrax no universo do thrash.
Para quem quiser, os bilhetes ainda estão disponíveis nos locais habituais, variando entre os 65 e os 90€.
O Grupo Royal Terberg abre novas instalações em Mafra, com um centro de inovação e formação dedicado ao setor dos resíduos.
O Grupo Royal Terberg prepara-se para inaugurar esta quarta-feira, dia 19 de novembro, as novas instalações na Venda do Pinheiro, Mafra, resultado de um investimento superior a quatro milhões de euros. O espaço passa a concentrar toda a operação da Terberg Resitul em Portugal e inclui um polo dedicado ao desenvolvimento tecnológico e à formação especializada no setor dos resíduos, pensado para aproximar equipas, equipamentos e conhecimento técnico num único local.
O edifício, com cerca de 3.800 m² distribuídos entre área coberta e exterior, reúne zonas administrativas, áreas técnicas e locais concebidos para demonstração. Entre estes destaca-se o Terberg Resitul Lab, criado para testar soluções operacionais em contexto real e permitir a experimentação de tecnologias orientadas para maior eficiência na limpeza urbana e na gestão de resíduos.
A administração da empresa indica que esta infraestrutura foi desenhada para funcionar como ponto de encontro entre conhecimento técnico e aplicação no terreno, facilitando o desenvolvimento de soluções ajustadas às necessidades atuais de municípios e operadores.
Com esta expansão, o Grupo Royal Terberg reforça o seu posicionamento no mercado nacional, consolidando a Terberg Resitul como elemento central na estratégia de inovação da marca. A operação da empresa estende-se hoje a diversas regiões do país, entre as quais Porto, Gaia, Coimbra, Lisboa, Cascais, Seixal, Santiago do Cacém, Serpa, Albufeira, Portimão, Tavira e Lagoa.
A Bluetti Elite 10 é uma estação de energia portátil que se destaca pela leveza, portabilidade e versatilidade, que seria perfeita por um preço mais acessível.
Após utilizar a Elite 30 V2, o que salta logo a vista com a estação de energia Bluetti Elite 10 é o quão semelhante elas são, com exceção das dimensões, as quais tornam o mais recente modelo mais compacto e leve, com apenas 1,7Kg, revelando-se muito fácil de transportar. Essa combinação de tamanho reduzido, leveza e portabilidade é, a meu ver, um dos grandes trunfos deste modelo. Capaz de se encaixar, na perfeição, em qualquer espaço.
Estes fatores tornam, imediatamente, a Bluetti Elite 10 numa fantástica alternativa à Elite 30 V2, que uso para viagens longas. Apesar desse modelo até ter mais potencia, as dimensões e peso, já me fazem considerar a troca face as minhas necessidades. Se a concessão é a potencia, que a Elite 10 já oferece o suficiente, a diferença na facilidade de transporte é mesmo enorme.
Bluetti Elite 10
A estrutura da Bluetti Elite 10 é de plástico resistente e transmite também uma boa sensação de solidez. Parece robusto o bastante para aguentar alguns toques ou riscos ocasionais. Tem uma pega está embutida na parte lateral direita, o topo é plano e a base tem pequenos pés que lhe dão estabilidade. A maior parte dos controlos e ligações está na parte frontal, embora a entrada de corrente alternada se encontre no lado direito. Já o seu ecrã frontal é particularmente bom, nítido, com excelente resolução e fácil de ler, mesmo sob luz forte. Às vezes apanha algum reflexo, dependendo do ângulo, mas nada de problemático. No geral, é bastante legível e fornece todas as informações essenciais para acompanhar as tensões de entrada e saída.
Na frente estão praticamente todas as entradas e saídas, incluindo:
Saídas:
Capacidade: 128Wh
Tipo de inversor: onda sinusoidal pura
Potência de pico: 200W
Potência de saída: 200W no total, 230V, 3 A
Portas USB
2 USB-C: 1 × 100W máx., 1 × 15W máx.
2 USB-A: 2 × 15W (5 V/3 A)
Tomadas DC
1 × tomada de carro 12 -28V, 8A, 100W Máx.
1 × portas DC5521 de 12V/5A
Entradas:
Entrada CA: 150W máx.
Tempo de carregamento CA: 80% em 45 minutos (a 25 °C)
A Bluetti Elite 10 conta com portas mais do que suficientes para manter duas pessoas ligadas durante uma viagem. Ainda assim, gostava que tivesse mais portas USB-C, já quase todos os meus dispositivos já migraram para esse padrão, e as portas USB-A começam a ser menos utilizadas. Não é nada de grave, claro, as duas portas de 15W dão perfeitamente conta do recado para smartphones e auscultadores. Mas a conveniência do USB-C já se tornou difícil de dispensar.
Para além disso, na parte traseira temos uma lanterna LED com diversos níveis de intensidade, que é suficiente para iluminar uma assoalhada sem grande dificuldade e que pode ser especialmente útil quando existem falhas no fornecimento elétrico, com a Bluetti Elite 10 a conseguir alimentar essa lanterna durante 39 horas, na intensidade máxima. Adicionalmente, esta lanterna de alta intensidade conta ainda um modo de perigo, em que a lanterna dá “três piscares rápidos, mais três piscares rápidos, mais um piscar longo e um piscar rápido”, o sinal de S.O.S. padrão que, por exemplo, pode ser utilizado para alertar outros condutores da presença de uma situação anormal na via, como um acidente ou uma paragem inesperada.
Bluetti Elite 10
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Bluetti Elite 10
Bluetti Elite 10
Bluetti Elite 10
Lanterna da Bluetti Elite 10
Utilizar a Bluetti Elite 10 não podia ser mais simples, é basicamente ligar e utilizar. Antes de tudo, convém carregar completamente a bateria. No meu caso, utilizei uma tomada doméstica, mas também é possível carregá-lo no carro. Após esse processo, basta começar a ligar os seus equipamentos à bateria e transferir energia para o que precisar. É simplesmente intuitivo e muito simples.
Longe de ser indispensável, a Bluetti Elite 10 conta com suporte da aplicação Bluetti, capaz de mostra dados de desempenho e estatísticas em tempo real que podem ser úteis para quando se está mais longe da estação. Já algo que considero importante é conhecer a potência de carregamento dos dispositivos e utilizar as portas certas para esse efeito. Por exemplo, ligar um computador portátil a uma porta USB-A de 15W e uns auscultadores à porta USB-C de 100W não faz muito sentido. Por isso, escolher as portas adequadas é fundamental para tirar o máximo partido do aparelho e garantir um carregamento eficiente, e nesse aspeto considero que aplicação ajuda bastante.
Quanto ao desempenho e à duração da bateria, a Bluetti Elite 10 cumpre exatamente com aquilo que promete. O desempenho é bom, sem surpresas desagradáveis, e todas as entradas e saídas funcionam conforme as especificações anunciadas. A autonomia, no entanto, é mais difícil de quantificar, já que depende totalmente do tipo de dispositivos que se ligam e da quantidade de energia que consomem. No meu caso, a duração da bateria foi mais do que suficiente para o uso que lhe dei. Durante as viagens, conseguiu alimentar todos os equipamentos necessários sem esforço, e só precisei recarregá-la antes do regresso. Claro que tudo depende da duração da viagem e da intensidade de utilização, mas, de um modo geral, deixou-me bastante satisfeito, já que apenas foi necessária para carregar a bateria dos meus smartphones, a bateria da minha máquina fotográfica DSLR e do computador portátil.
Aplicação Bluetti
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Aplicação Bluetti
Modos de carregamento da Elite 10
Aplicação Bluetti
No modo de carregamento Turbo
Aplicação Bluetti
No modo de carregamento silencioso
Aplicação Bluetti
Por 159€, a Bluetti Elite 10 não é propriamente barata, mas também está longe de ser cara para aquilo que oferece. Além disso, temos um miminho extra: se inserirem o código BLUETTIECHO no checkout, conseguem um desconto de 5% no valor desta estação de energia portátil. Aliás, está já a decorrer o período de Black Friday da Bluetti, durante o qual têm descontos que podem chegar aos 73%.
Ainda assim, e de um modo geral, a Bluetti Elite 10 funciona muito bem. É o tipo de equipamento que se torna indispensável em viagens em família, quando há sempre telemóveis, consolas portáteis, computadores e tablets a precisar de energia extra. Também é perfeito para campistas ou para quem passa algum tempo ao ar livre, longe das tomadas elétricas. Pode ser recarregado através de uma tomada doméstica ou através de uma entrada de 12V no carro. É, no fundo, uma ferramenta prática para ter por perto, inclusive em casa, para pequenas falhas de energia, já que é suficiente para manter algumas luzes acesas durante alguns minutos, ou alimentar alguns dispositivos essenciais.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Bluetti.
Nova colecção Montblanc transforma o universo dos Queen em instrumentos de escrita de edição limitada.
A Montblanc voltou a olhar para a história da música e escolheu os Queen como protagonistas de uma nova série dedicada a figuras cuja influência atravessa gerações. O conjunto de instrumentos de escrita – leia-se canetas -, dividido em cinco edições distintas, recupera momentos decisivos de uma das bandas mais marcantes do século XX, recorrendo a detalhes visuais que evocam discos, concertos e símbolos que moldaram a identidade do grupo.
A presença dos Queen na cultura popular não se explica apenas pela longevidade da carreira, mas pela forma como transformaram o panorama musical. A banda construiu um som que atravessou géneros e fixou temas capazes de resistir ao tempo. “Bohemian Rhapsody”, “A Kind of Magic”, “Under Pressure” ou “The Show Must Go On” continuam a ecoar como testemunhos de uma criatividade pouco comum. A química entre Freddie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor foi o motor de uma obra que marcou o rock e permanece influente meio século depois.
A edição especial inspirada em Greatest Hits II parte da estética do álbum para recriar uma peça dominada por resina azul-escura e apontamentos dourados. As referências a cada um dos quatro membros surgem gravadas no corpo e na tampa: o microfone de Mercury, o baixo de Deacon, a guitarra de May e a bateria de Taylor. O clip assume a forma do suporte de microfone inseparável das atuações de Mercury, enquanto o topo da tampa recorda a coroa utilizada ao som de “God Save the Queen”. O cone retoma elementos da guitarra de May e o aparo, em ouro, exibe o brasão criado pelo vocalista, reunindo os signos dos músicos sob uma fénix.
A edição limitada a 1.975 exemplares recupera o imaginário de A Night at the Opera, álbum que consolidou o grupo como caso sério de inovação. O padrão losangular do corpo remete para um dos fatos mais conhecidos de Mercury, enquanto a tampa, em preto, apresenta retratos estilizados dos quatro músicos, num claro diálogo com as capas de Queen II e Hot Space. Detalhes ligados aos botões da guitarra reforçam o vínculo ao trabalho de estúdio, e o aparo inclui a silhueta de Mercury numa pose que ganhou novo significado com Made in Heaven, o disco póstumo de 1995.
A edição limitada a 95 peças centra-se no concerto do Live Aid, em 1985, momento que reforçou a reputação dos Queen como força incontornável em palco. A estrutura em ouro remete para a energia dessa actuação, com os títulos das seis músicas tocadas no evento gravados sobre a filigrana dourada que envolve a laca preta. O topo da tampa evoca a coroa usada por Mercury nas últimas atuações, e o aparo, também em ouro, fixa a figura do vocalista sobre o logótipo da banda. O design frontal reflecte o palco montado em Wembley nesse verão.
A edição limitada a 30 exemplares assinala as três décadas de Made in Heaven. A tampa recebe uma estrutura em ouro branco com referências a três faixas do álbum, enquanto a laca azul recorda o vinil original. O corpo, revestido a platina, apresenta um padrão arlequim que combina elementos metálicos e lacados. A peça distingue-se ainda pelas safiras que ornamentam a tampa e a liga com o cone, cujo formato retoma os controlos de uma guitarra elétrica. No extremo surge um detalhe raro: madeira das baquetas de Roger Taylor entrelaçada com cordas tocadas por Brian May. O aparo mostra novamente a pose triunfante de Mercury, enquanto a secção frontal reúne as assinaturas dos quatro músicos.
A edição final, limitada a oito unidades, remete para o lado mais teatral dos Queen, inspirado no traje de coroação usado por Mercury na Magic Tour. A construção em ouro amarelo com guilloché coberto por laca carmim recria a atmosfera cerimonial que acompanhava os concertos dessa digressão. Bandas de diamantes e safiras representam a bainha em arminho, enquanto motivos de flor-de-lis percorrem o corpo e o cone. O topo da tampa recebe um anel de madrepérola com detalhes que voltam a evocar a bainha, coroado pelo emblema Montblanc cravejado com diamantes. O aparo apresenta uma coroa com diamante, numa alusão à estética régia que Mercury projectava em palco. O número oito antecipa os 80 anos do nascimento do vocalista, celebrados em 2026.
Estes instrumentos de escrita já estão disponíveis através do site oficial da Montblanc, mas os preços só estão ao alcance dos milionários.
A nova vaga de despedimentos acontece durante mais uma reorganização interna da Crystal Dynamics, mas mantém ativo o desenvolvimento de Tomb Raider.
A Crystal Dynamicsconfirmou nova redução de equipa, ao anunciar que cerca de 30 trabalhadores foram despedidos no decorrer de uma reorganização interna. O estúdio explicou que a medida ocorre enquanto ajusta estruturas e projetos atuais.
No comunicado divulgado, a equipa refere, como já é hábito, que tomou “uma decisão difícil” ao separar-se de funcionários de vários departamentos, justificando o ato com base numa reorganização pretende enquadrar a próxima fase de desenvolvimento do novo Tomb Raider, cuja produção decorre desde 2022 em parceria com a Amazon Games. A empresa agradeceu o contributo dos profissionais afetados e indicou que lhes irá prestar apoio durante o período de transição, como podem ler em baixo:
“Hoje tomámos a decisão difícil, mas necessária, de reorganizar os estúdios e equipas da Crystal Dynamics. Como resultado, cessámos a colaboração com cerca de 30 membros da equipa, oriundos de vários departamentos e projetos, enquanto reestruturamos a empresa para a próxima etapa. A Crystal agradece profundamente a todos os afetados pelo talento, dedicação e trabalho árduo que contribuíram para moldar o estúdio de tantas formas. Estamos empenhados em oferecer todo o apoio e recursos possíveis durante esta transição.
Aos nossos jogadores, à medida que a realidade da indústria continua a mudar, tomámos estas decisões difíceis para garantir o desenvolvimento contínuo do nosso jogo principal, Tomb Raider, bem como para preparar o resto do estúdio para criar novos títulos no futuro.
Agradecemos o apoio contínuo dos nossos jogadores, colegas e parceiros durante esta fase e esperamos partilhar o novo trabalho da equipa com o mundo num momento oportuno.”
Esta é a terceira vaga de despedimentos na Crystal Dynamics registada este ano. Em março, já tinham sido dispensados 17 trabalhadores e, em agosto, foi confirmada mais uma redução de um número incerto. Para além disso, em 2023, dez pessoas tinham já sido afetadas por cortes decorrentes de uma reestruturação na antiga proprietária Embracer.
Recentemente, a Crystal Dynamics chegou a trabalhar no reboot de Perfect Dark, desenvolvido em conjunto com a The Initiative, projeto que acabou cancelado após encerramento do estúdio da Xbox.