Ensaio ao Dongfeng Box Plus 42 kWh: Um citadino fora do comum

0

Compacto por fora, espaçoso por dentro e pensado para o dia-a-dia urbano. Assim é o Dongfeng Box Plus.

A Dongfeng Motor Corporation é uma das gigantes automóveis chinesas. Fundada em 1969, começou por produzir veículos militares e camiões, mas depressa se expandiu para o setor dos automóveis de passageiros. Hoje, é um dos maiores grupos industriais da China, com mais de 2,4 milhões de unidades vendidas em 2023, e um foco claro na mobilidade elétrica.

A chegada da marca a Portugal fez-se pela mão do Grupo Salvador Caetano, que também representa as suas submarcas premium VOYAH e M-Hero. E foi com o Box Plus 42 kWh que a Dongfeng entrou oficialmente no mercado nacional, com um objetivo ambicioso: oferecer um citadino elétrico bem equipado, confortável e acessível.

Visualmente, o Dongfeng Box Plus é um daqueles carros que cativa à primeira vista. As linhas são simples, modernas e equilibradas, com puxadores embutidos, portas sem moldura e um conjunto de óticas full LED que lhe conferem uma assinatura visual distinta. As jantes de 17″ dão-lhe um ar mais robusto e a carroçaria bicolor reforça o lado jovem e descontraído da proposta.

Com 4,02 metros de comprimento e 1,81 metros de largura, é claramente um carro pensado para a cidade: fácil de estacionar, ágil e prático. A qualidade de montagem é satisfatória e o design, ainda que discreto, não passa despercebido no trânsito urbano.

Mas é no interior que o Dongfeng Box Plus mais surpreende. O habitáculo apresenta bons materiais, tecidos suaves nas portas e no tablier e uma sensação de robustez pouco comum neste segmento. A marca chinesa mostra que está a aprender depressa e começa a preocupar os construtores europeus pela qualidade e atenção ao detalhe.

O painel central é dominado por um ecrã tátil de 12,8″ que nos dá acesso a todas as configurações do carro e às câmaras 360º, sendo complementado por um painel de bordo de 5” que nos dá todas as informações essenciais à condução. Os bancos são feitos em pele sintética e são ventilados e aquecidos nesta versão Plus. Outra coisa não muito vista em veículos deste segmento é a regulação elétrica do banco do condutor, que dispõe também da função de fácil acesso. E sim, o interior é bastante confortável e o espaço interior é notável para um citadino deste segmento. Já a bagageira, com 326 litros, é um dos trunfos deste citadino, pois cumpre na perfeição as exigências do quotidiano.

Por outro lado, o software de infoentretenimento do Dongfeng Box Plus deixa a desejar: não tem opção para português, o que poderá afastar parte do público, e é um sistema limitado, sem serviços conectados nem sistema de navegação nativo. Para agravar, o carro não dispõe de rádio FM, oferecendo apenas rádio digital DAB, tecnologia que continua sem suporte em Portugal.

Existe ainda um sistema chamado CarAuto (global) que, em teoria, permite espelhar o ecrã do smartphone, mas durante o ensaio não consegui fazê-lo funcionar corretamente. O que ainda salva tudo isto é uma pequena caixa USB incluída com o carro, que permite usar Android Auto e Apple CarPlay, devolvendo as funcionalidades essenciais: navegação, música e aplicações móveis, embora pudesse estar melhor integrada no sistema principal. Ou seja, e sem essa caixa, será impossível usar esses sistemas da Google e Apple via wireless. Claro, recorrendo a um cabo para ligar o smartphone diretamente ao carro, os problemas ficam resolvidos.

No que toca à condução, é simples, direta e confortável. Os 95 cv (70 kW) e 160 Nm de binário são mais do que suficientes para o uso urbano, e a suspensão macia garante conforto mesmo nas ruas mais irregulares. Não é um carro entusiasmante de conduzir, mas é agradável e previsível, o que o torna ideal para o dia-a-dia em cidade.

Durante o ensaio com o Dongfeng Box Plus, percorri 564 km, registando uma média geral de 15,3 kWh/100 km. Em ciclo urbano e extraurbano, o consumo foi de 12,3 kWh/100 km (a uma velocidade média de 44 km/h), enquanto em autoestrada o valor subiu para 17,9 kWh/100 km (a 95 km/h de média). São números muito próximos dos 15,6 kWh/100 km anunciados pela marca e confirmam que, com alguma moderação, o Box Plus consegue entregar autonomias reais próximas dos 300 km WLTP.

No entanto, nem tudo é perfeito. A potência do carregador CA interno deste Dongfeng Box é apenas monofásico de potência máxima de 6,6KW. Realizei vários testes em postos públicos de 11KW e numa WallBox doméstica de 4,2KW e, em momento algum, consegui que ele ultrapassasse a potência de carregamento dos 3 kWh, coisa que pode frustrar quem pretende carregar este citadino mais rapidamente em casa através de uma wallbox com potência igual ou superior a 4KW. Ainda assim, e a 3KW, foi possível levar este Dongfeng dos 40% aos 100% em 4h36, o que acabou por não ser mau de todo. No caso de se pretender obter carregamentos mais rápidos em estrada, especialmente em percursos maiores, está também à disposição um carregamento em CC, com potência máxima anunciada de 87,8KW, e que leva a bateria dos 30% aos 80% em apenas 30min.

O Dongfeng Box Plus 42 kWh é um elétrico que chega ao mercado com argumentos sólidos: design moderno, conforto surpreendente, consumos contidos e preço competitivo. É compacto por fora, espaçoso por dentro e claramente orientado para o utilização maioritariamente urbana. Em casos menos comuns, é também possível percorrer pelo menos 160Km em autoestrada a 120km/h sem qualquer tipo de ansiedade de autonomia. Em todo o caso, a disponibilidade de carregamento CC a 87.8KW dá a este veículo uma versatilidade fora da caixa, evitando que uma pessoa tenha que ter outro veículo para viagens pontuais de maior distância.

Apesar de tudo de bom o que está incluído neste pequeno citadino, ainda existem vários pontos a corrigir, tais como a potência de carregamento em AC, com carregamento um pico mais lento que o expectável, o software limitado e a ausência de rádio FM. No entanto, são falhas que podem facilmente ser corrigidas por software, e nenhuma delas compromete seriamente o propósito principal deste modelo: ser um citadino elétrico prático, acessível e eficiente.

A Dongfeng estreia-se assim em Portugal com um produto que mostra maturidade, qualidade de construção e vontade de competir de igual para igual com marcas bem estabelecidas.

O Dongfeng Box Plus é, no fundo, um elétrico fora do comum, pensado para quem quer entrar no mundo dos carros elétricos com o essencial bem feito, e sem pagar por extras que pouco usaria.

O DongFeng Box Plus pode ser adquirido num concessionário Dongfeng em Portugal com cinco anos de garantia geral ou 150.000km e de oito anos ou 200.000km na bateria, por um preço a começar nos 19.490€ mais IVA, despesas administrativas de legalização e transporte.

LG revela a LG Sound Suite, um sistema de som modular com Dolby Atmos

0

A LG Sound Suite é um novo sistema de áudio modular com suporte para o Dolby Atmos FlexConnect, que permite configurar e calibrar a instalação em espaços complexos.

Em antecipação à CES 2026, a LG revelou a LG Sound Suite, um novo sistema de som composto por seis colunas sem fios, concebida para uma instalação simplifica e fácil de calibrar, mantendo os padrões da certificação Dolby Atmos.

Para isso, a LG Sound Suite introduz o Dolby Atmos FlexConnect, uma funcionalidade certificada pela Dolby que permite ajustes e calibrações automáticas de cada coluna e satélite, dependendo das suas posições, formato e da acústica da sala, de forma a garantir a experiência mais envolvente e autêntica possível.

A soundbar H7 é o elemento principal da LG Sound Suite, que se faz acompanhar por colunas satélite para surround M7 e M5 e pelo subwoofer W7. Apesar do seu número reduzido de módulos, este é um sistema completo de 13.1.7 canais, capaz de projetar o som em diferentes direções. Adicionalmente, de acordo com a LG este conjunto de colunas permite até 27 configurações possíveis.

A LG Sound Suite está ainda preparada para poder ser utilizado com futuras televisões compatíveis da LG, e até alguns modelos selecionados de 2025, através de uma atualização de firmware, que serão integrados pela funcionalidade Dolby Atmos FlexConnect. Ainda assim, o conjunto de colunas LG Sound Suite será compatível com televisões de outros fabricantes apenas por uma ligação HDMI.

O lançamento da LG Sound Suite está previsto para 2026. O preço e detalhes adicionais sobre este sistema será revelado durante a CES 2026, que ocorre em Las Vegas entre os dias 6 e 9 de janeiro.

Evil Live dá sinais de vida e promete novidades na próxima semana

O Evil Live mostra que, afinal, pode muito bem ir a tempo de prendas de última hora para o Natal…

Estamos naquela altura do ano em que muitos dos festivais do verão já têm vários nomes anunciados, precisamente para potenciar vendas nesta época natalícia. Seja NOS Alive, Rock in Rio Lisboa, North Festival, MEO Kalorama, Vodafone Paredes de Coura, Primavera Sound Porto, entre outros. Depois há outros, como o Evil Live, que estão a deixar os festivaleiros impacientes devido à ausência de novidades.

Ora, e quando muitos já vaticinavam a “morte” do evento, eis que há novidades. Ou melhor, quase. É que não só as redes sociais do festival de metal foram atualizadas no que toca às imagens de perfil e de capa (no caso do Facebook), como estão prometidas novidades para a próxima terça-feira, dia 23 de dezembro, mostrando claramente que a Prime Artists está a trabalhar na realização do Evil Live 2026.

É verdade que ainda não temos datas, nem sequer nomes, mas está finalmente para breve. Aliás, em novembro, chegou a sair um leak – apagado pouco depois – da banda The Gathering, supostamente confirmada para o evento no dia 4 de julho de 2026, que é um sábado. Ora, se se repetir o caso da edição deste ano, teremos o festival nos dias 3, 4 e 5 de julho – curiosamente as mesmas datas do festival espanhol Rock Imperium -, terminando a um domingo, isto caso mantenha o formato de três dias. Ou então teremos um Evil Live de quinta a sábado, ou com apenas dois dias. Não sabemos.

Quanto a nomes, e sabendo da “partilha” de nomes do gigante festival espanhol Resurrection Fest, é bem provável que sejam confirmados nomes como Sabaton, Limp Bizkit e Marilyn Manson, só para citar alguns.

Óculos de realidade aumentada RayNeo X3 Pro já chegaram ao mercado

Os óculos RayNEO X3 Pro foram pensados para se integrarem nos nos hábitos tecnológicos já estabelecidos, tudo isto enquanto se explora a realidade aumentada.

Acabam de ficar disponíveis globalmente – o que significa que os portugueses também os podem adquirir – os óculos de realidade aumentada RayNeo X3 Pro, que prometem trazer a realidade aumentada para o dia-a-dia, mas sem interferir com o ambiente real que nos rodeia.

A estrutura dos X3 Pro é leve e resistente, pesando cerca de 76 gramas, com materiais aeroespaciais e dobradiças em liga de titânio que garantem conforto durante longos períodos de utilização. Os óculos podem ser controlados através de gestos na haste lateral, comandos de voz, o modo air-mouse do smartphone e, numa atualização futura, recorrendo ao Apple Watch. Quem precisa de correção visual pode recorrer a lentes graduadas através de um sistema de encaixe rápido, mantendo a visão clara sem comprometer o design.

O ecrã transparente é um dos elementos centrais do RayNeo X3 Pro. Apesar de discreto, projeta uma imagem que se percebe como um painel de 43 polegadas visto a cerca de dois metros, com cores vivas e contraste elevado. O sistema binocular reproduz a forma como os olhos captam profundidade, tornando a experiência mais confortável e natural.

Em termos de funcionalidade prática, os X3 Pro permitem tirar fotografias mãos-livres, traduzir conteúdos em tempo real e registar notas com apoio de inteligência artificial. A tradução funciona em 14 línguas, incluindo inglês, francês, espanhol, japonês, coreano, tailandês e vietnamita. Para lazer, o equipamento dá acesso direto a aplicações Android populares, que aparecem no campo de visão sem bloquear a perceção do ambiente.

RayNeoOS 2.0

Para gerir as funções de realidade aumentada e inteligência artificial, os RayNeo X3 Pro utilizam a plataforma Snapdragon AR1 Gen 1. Já o sistema operativo é o RayNeoOS 2.0, que adapta aplicações Android ao formato ótico e ao contexto do utilizador, permitindo uma experiência integrada e fluida.

Para fotografias, o sistema de imagem RayNeo Image Plus combina uma câmara Sony de 12MP para fotografias grande-angulares com uma câmara espacial dedicada ao mapeamento de profundidade e SLAM. Esta configuração permite captar o espaço envolvente, gravar vídeo e fornecer dados que ajudam a inteligência artificial a interpretar o ambiente e oferecer funcionalidades contextuais.

A nível de autonomia, os óculos permitem gravar áudio durante cerca de cinco horas, ouvir música por três horas ou captar aproximadamente 36 minutos de vídeo contínuo. Para tarefas mais leves, como tradução ou navegação, o tempo de uso pode ser prolongado. É possível carregar os X3 Pro enquanto estão a ser utilizados, através do cabo USB-C incluído, sendo necessária cerca de 38 minutos para uma carga completa.

Quanto a preços, os RayNeo X3 Pro podem ser adquiridos no site oficial por 1.199€.

Bose lança a Desert Gold Collection com edição especial de auscultadores e auriculares

0

A Desert Gold Collection da Bose é uma edição especial dos seus produtos áudio, com um novo acabamento, mas alterações às especificações dos modelos existentes.

A Bose lançou a Desert Gold Collection, uma edição especial que abrange os equipamentos QuietComfort Ultra Headphones Gen 2, os QuietComfort Ultra Earbuds Gen 2 e os Ultra Open Earbuds, distinguindo-se exclusivamente pelo novo acabamento inspirado em tons dourados, mas sem alterações ao desempenho sonoro ou às funcionalidades dos equipamentos.

Os QuietComfort Ultra Headphones Gen 2 continuam a posicionar-se como o modelo mais completo da linha, integrando cancelamento de ruído ativo, modo Aware com ActiveSense para adaptação automática aos sons exteriores e suporte para áudio espacial através da tecnologia Bose Spatialized Audio. São capazes de atingir até 24 horas, dependendo do modo de utilização.

Já os QuietComfort Ultra Earbuds Gen 2 mantêm o formato intra-auricular com cancelamento de ruído ativo, encaixe ajustável com Stability Bands e certificação IPX4, garantindo resistência a salpicos e suor. A Bose afirma que conta ainda com melhorias na captação de voz para chamadas, uma das áreas críticas deste tipo de produto.

A coleção inclui também os Ultra Open Earbuds, de design aberto, permitindo ao utilizador ouvir música sem isolamento total do ambiente envolvente. Este modelo recorre à tecnologia OpenAudio e destina-se a contextos em que a perceção do exterior é relevante, como deslocações urbanas ou atividades ao ar livre.

Os Ultra Open Earbuds têm um preço recomendado de 379€, os QuietComfort Ultra Headphones Gen 2 custam 479€ e os QuietComfort Ultra Earbuds Gen 2 329€.

Hospital da Luz Torres de Lisboa conclui renovação do Bloco Operatório e internamento

A unidade Hospital da Luz Torres de Lisboa reabre as áreas cirúrgicas e de internamento após uma remodelação que modernizou equipamentos e espaços.

O Hospital da Luz Torres de Lisboa concluiu uma remodelação profunda que abrangeu as áreas de internamento e o Bloco Operatório, agora reorganizados e equipados com tecnologia de última geração. Durante o período de obras, a atividade cirúrgica e o internamento foram temporariamente assegurados no Hospital da Luz Lisboa, regressando à unidade de Torres de Lisboa em pleno no passado mês de novembro.

A intervenção permitiu criar um Bloco Operatório com quatro salas cirúrgicas dotadas de sistemas avançados, complementadas por uma unidade de cuidados pós-anestésicos, um Hospital de Dia Cirúrgico orientado para procedimentos de ambulatório e uma área de cuidados intermédios. O internamento médico-cirúrgico foi igualmente reconfigurado, passando a incluir quartos individuais e duplos concebidos para melhorar o conforto dos doentes e as condições de trabalho das equipas clínicas.

Com esta atualização, o Hospital da Luz Torres de Lisboa reforça a sua capacidade assistencial, oferecendo um ambiente funcional e alinhado com as exigências atuais da prática clínica.

Porque devem apostar num Domínio .PT? Protejam o vosso negócio online e ganhem credibilidade

O vosso domínio .PT é muito mais do que um endereço online: é a morada digital do vosso negócio na internet. Quando expira, abre portas a problemas graves, desde perda de clientes até riscos de segurança e reputação. Neste artigo completo, vamos explicar porque devem renovar domínio .PT, como proteger o vosso endereço online e maximizar a presença digital do vosso negócio.

O que acontece quando o vosso domínio .PT expira

Quando um domínio expira, os efeitos negativos podem ser imediatos e impactantes:

  • Site offline: clientes não conseguem aceder ao vosso site, perdendo confiança e oportunidades de negócio.
  • E-mails bloqueados: toda a comunicação profissional é interrompida, prejudicando vendas e suporte ao cliente.
  • Links partilhados deixam de funcionar: tráfego e referências externas desaparecem, afetando SEO e marketing digital.

Além disso, um domínio expirado pode ser rapidamente registado por terceiros, criando riscos de segurança e reputação.

Presença online .PT = credibilidade e confiança

Manter o domínio ativo é crucial para transmitir profissionalismo e confiança. Um domínio expirado passa uma mensagem de abandono e falta de cuidado com o negócio.

  • Mostra que o negócio está ativo e confiável.
  • Reforça a credibilidade junto de clientes e motores de busca.
  • Contribui para SEO, permitindo que os clientes encontrem facilmente o vosso site.

Empresas que mantêm os seus domínios ativos têm maior autoridade digital, o que impacta diretamente em estratégias de marketing online, como campanhas de e-mail marketing, anúncios e conteúdo orgânico.

Proteção contra roubo e abusos

Domínios expirados estão vulneráveis a diversos tipos de ameaças:

  • Concorrentes: podem registar o vosso domínio para capturar clientes.
  • Bots e revendedores: exploram domínios expirados para lucro próprio.
  • Cibercriminosos: podem usar o vosso domínio para fraudes ou phishing.

A forma mais segura de manter controlo é renovar o domínio .PT antes de expirar e ativar opções de renovação automática.

Benefícios a longo prazo de renovar o vosso domínio .PT

Renovar o domínio não é apenas evitar problemas imediatos, mas também gerar vantagens estratégicas:

  • Proteção da marca: garante que o vosso nome de marca não é usado por terceiros.
  • SEO consistente: mantém backlinks ativos e autoridade do domínio.
  • Confiança do cliente: sites ativos e e-mails funcionais aumentam a credibilidade.
  • Economia de tempo e recursos: evitar problemas futuros é sempre mais barato do que corrigir danos.

Exemplos reais de problemas com domínios expirados

  • Empresas de todos os tamanhos já sofreram com domínios expirados:
  • Um e-commerce perdeu semanas de vendas porque o domínio expirou e o site ficou offline.
  • Um consultório profissional teve e-mails bloqueados, atrasando comunicações importantes com clientes.
  • Um blog popular perdeu tráfego orgânico significativo porque links externos ficaram quebrados após o domínio expirar.

Evitar estas situações é simples com a renovação regular do vosso domínio .PT.

Impacto do domínio ativo no SEO e marketing digital

Um domínio expirado pode prejudicar diretamente o SEO e campanhas de marketing:

  • Backlinks perdem valor se o site ficar offline.
  • Perda de tráfego orgânico e visibilidade em motores de busca.
  • E-mails interrompidos prejudicam campanhas de e-mail marketing.

Manter o domínio ativo fortalece a presença digital e maximiza o retorno das suas estratégias online.

ÁreaImpacto Imediato (0-7 dias)Impacto de Longo Prazo (+30 dias)
SEOQueda nas posições de palavras-chave.Remoção total do Google e perda de autoridade de domínio.
E-mailInterrupção total de comunicação.Blacklist de IPs e perda de leads históricos.
AnúnciosCampanhas de Google/Meta Ads são pausadas por “URL de destino inválida”.Aumento no Custo por Clique (CPC) devido ao baixo índice de qualidade.

Perguntas frequentes sobre renovação de domínios

Quanto tempo antes de expirar devo renovar o domínio?

Recomenda-se renovar pelo menos 30 dias antes do vencimento para evitar qualquer interrupção.

Posso perder o meu domínio se não renovar a tempo?

Sim. Um domínio expirado pode ser registado por concorrentes, bots ou cibercriminosos.

É seguro usar renovação automática?

Sim. É a forma mais prática de garantir que o vosso domínio .PT permanece seguro e ativo.

O que acontece se o domínio expirar por poucos dias?

Mesmo alguns dias de expiração podem causar problemas de SEO, perda de e-mails e risco de roubo do domínio. A prevenção é sempre melhor.

Não deixem que o vosso domínio .PT expire. Renovar garante que o vosso negócio permanece ativo, seguro e confiável. Com a Amen.pt, o processo é rápido, seguro e económico. Mantenham o vosso domínio sob controlo, protejam a vossa marca e maximizem os resultados das vossas estratégias digitais. Acedam a amen.pt e descubram porque devem escolher um domínio .PT.

Cibercrime ganha terreno com o aumento das compras natalícias

A intensificação das compras de Natal coincide com um aumento expressivo das fraudes online, potenciadas por engenharia social e novas ferramentas de IA.

Com a corrida às compras de Natal a intensificar-se na Internet, cresce também a atividade dos grupos que exploram este período para enganar consumidores menos atentos. A Stratesys, multinacional tecnológica que atua como ponte digital entre a Europa e a América Latina, tem vindo a alertar para o aumento das fraudes online, para a forma como estas tiram partido da inteligência artificial e para os cuidados essenciais a adotar antes de finalizar qualquer compra.

A manipulação emocional mantém-se como a técnica preferida dos burlões, que recorrem a mensagens alarmistas, como avisos de contas bloqueadas ou suposta atividade suspeita, para desencadear decisões apressadas. Perante comunicações deste tipo, torna-se decisivo olhar com atenção para elementos que possam denunciar uma tentativa de fraude, desde discrepâncias entre o nome exibido e o endereço real do remetente até hiperligações que conduzam a domínios estranhos ou subdomínios enganadores. Mesmo com ataques cada vez mais sofisticados, muitos continuam a trair-se pela fraca qualidade da escrita, pela utilização de logótipos degradados ou pela aparência pouco profissional das páginas. Também pedidos de credenciais completas, palavras-passe ou códigos PIN constituem sinais claros de que está em marcha uma tentativa de phishing.

Entre as táticas em crescimento destaca-se o smishing, em que uma mensagem SMS leva a vítima a ligar para um número supostamente associado a assistência técnica. A elevada taxa de sucesso deve-se à perceção do SMS como um canal mais pessoal e fiável, normalmente usado para notificações bancárias ou códigos de autenticação, levando quem recebe a iniciar o contacto para resolver um problema que, na realidade, não existe.

Os atacantes aproveitam ainda vários comportamentos instalados. A rotina digital leva muitos a clicar de forma automática em hiperligações ou notificações, o que facilita a instalação de cargas maliciosas disfarçadas de avisos de entrega ou outros processos quotidianos. A reutilização de palavras-passe multiplica os danos: um incidente num serviço de baixo risco pode abrir caminho a acessos indevidos a plataformas de maior valor, através de ataques de “credential stuffing”. A exposição excessiva nas redes sociais fornece mais matéria-prima para esquemas personalizados, já que informações aparentemente inofensivas – aniversários, nomes de familiares, locais de trabalho ou hábitos – permitem construir mensagens difíceis de distinguir das legítimas. A resistência em aplicar atualizações de software mantém os dispositivos vulneráveis a falhas já corrigidas pelos fabricantes, mas que continuam ativas para quem não atualiza.

Nas compras feitas através do telemóvel, o nível de segurança depende tanto das medidas tecnológicas como do comportamento de quem utiliza o dispositivo. As plataformas móveis recorrem a ambientes isolados que limitam a ação de aplicações maliciosas e “e são sujeitas a controlo das próprias lojas digitais, que atuam como primeira barreira contra aplicações maliciosas. No entanto, a dimensão reduzida dos ecrãs dificulta a verificação rigorosa de URLs ou certificados, abrindo espaço a sites falsos que parecem legítimos. O recurso frequente a redes Wi-Fi públicas aumenta o risco de interceção de tráfego e ataques “Man in the Middle”. Técnicas como o smishing e o vishing revelam-se ainda mais eficazes nos telemóveis, já que se misturam com as funções normais de chamadas e mensagens.

Se alguém for vítima de fraude, a rapidez é determinante. O cancelamento imediato do cartão utilizado e o contacto com o banco podem impedir novos débitos e iniciar processos formais de disputa. A recolha de todas as provas – e-mails, capturas de ecrã, registos de conversas e comprovativos de pagamento – torna-se essencial para documentar o sucedido, tal como a denúncia às autoridades. Caso tenha sido introduzida uma palavra-passe num site falso, importa alterá-la sem demora, bem como qualquer outra que dependa das mesmas credenciais. A possibilidade de recuperar dinheiro varia consoante o método usado: cartões de crédito ou serviços como o PayPal oferecem proteções superiores, enquanto transferências ou operações com criptomoedas deixam margem reduzida para recuperar valores.

A proliferação de modelos de inteligência artificial generativa ampliou significativamente o alcance dos ataques. A criação de campanhas de phishing personalizadas, a utilização de deepfakes de áudio e vídeo, o desenvolvimento de malware que se adapta para contornar defesas tradicionais e a automação da cadeia de ataque criaram um cenário onde operações antes complexas estão hoje ao alcance de atores com conhecimentos mínimos. Estes sistemas conseguem identificar vulnerabilidades, explorá-las, escalar privilégios e extrair dados com uma eficiência inédita.

As empresas não escapam a este contexto. A pressão sazonal aumenta a probabilidade de incidentes que não se limitam a prejuízos imediatos. Ataques de negação de serviço podem derrubar websites em períodos de maior tráfego, enquanto operações de ransomware têm capacidade para paralisar sistemas de stock, logística ou pontos de venda. Vulnerabilidades em componentes de e-commerce podem permitir o roubo de dados de cartões sem que a organização se aperceba, e qualquer incidente que exponha informação de clientes pode deixar marcas reputacionais prolongadas.

Dito tudo isto, manter atenção redobrada e adotar práticas básicas de verificação pode ser determinante para evitar problemas num dos períodos mais movimentados do ano.

Governo lança programa Floresta Azul para recuperar pradarias marinhas

Aprovado pelo Governo, o Floresta Azul define ações de restauro, criação de viveiros e sensibilização para proteger as pradarias marinhas.

O Governo decidiu implementar o programa Floresta Azul, uma iniciativa dedicada ao restauro ecológico das pradarias marinhas, destacando a relevância destes habitats e a necessidade de travar as pressões que têm acelerado a sua perda. A decisão resulta da cooperação entre o Ministério do Ambiente e Energia e o Ministério da Agricultura e Mar, enquadrando-se nas prioridades nacionais de recuperação da natureza e nos compromissos ambientais assumidos pelo país.

O programa desenvolve-se em várias frentes, desde o mapeamento das áreas onde estas pradarias subsistem até à realização de intervenções diretas de restauro, que incluem plantação e a criação de viveiros específicos. Integra também uma dimensão de sensibilização dirigida às comunidades costeiras, procurando reforçar o envolvimento local no processo. Será ainda avaliado o contributo destas pradarias para o sequestro de carbono, com o objetivo de integrar esse valor no Mercado Voluntário de Carbono.

A execução do Floresta Azul será garantida através de contratos-programa celebrados entre a Agência para o Clima, o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, a Agência Portuguesa do Ambiente, a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos e várias entidades com atuação na conservação e restauro das pradarias marinhas, entre centros de investigação e organizações ambientais.

As pradarias marinhas permanecem essenciais para o equilíbrio ecológico, assegurando sequestro de carbono azul, sustentando uma elevada diversidade biológica, estabilizando sedimentos e contribuindo para a proteção natural da linha de costa, fatores que reforçam a urgência de uma intervenção consistente.

Cibersegurança doméstica: cinco práticas essenciais para travar acessos indevidos aos dispositivos

A crescente dependência de dispositivos conectados dentro de casa tem vindo a expor utilizadores de várias idades a riscos que nem sempre são evidentes. À medida que smartphones, tablets e outros equipamentos assumem um papel central no quotidiano, aumenta também a probabilidade de intrusões digitais, sobretudo quando não são aplicadas medidas básicas de proteção.

A vulnerabilidade é ainda mais evidente entre crianças e idosos. Os mais novos enfrentam um ambiente digital complexo, onde a navegação passa por redes sociais, plataformas de entretenimento e até pesquisas comuns relacionadas com temas populares – incluindo referências a áreas muito procuradas, como os melhores casinos online -, o que exige uma atenção redobrada para garantir que interagem apenas com conteúdos fidedignos e adequados à idade. Entre os mais velhos, as chamadas fraudulentas continuam a destacar-se como uma das maiores preocupações, muitas vezes explorando fragilidades tecnológicas e algum distanciamento face às funcionalidades mais recentes.

Os números mais recentes do relatório Microsoft Digital Defense Report ajudam a traçar o cenário: no primeiro semestre do ano, o país figurava na 12.ª posição entre as regiões europeias mais visadas, representando cerca de 2,4% dos utilizadores afetados. A nível mundial, surgia na 32.ª posição. A maioria dos ataques tem origem em fugas de informação que permitem descodificação de palavras-passe e acesso a dados sensíveis, frequentemente com fins financeiros. Este panorama contrasta com o aumento constante de dispositivos conectados no lar, tornando essencial a adoção de práticas mais atentas.

Vários especialistas sublinham que proteger o ecossistema digital doméstico é menos complicado do que parece. Um dos pilares fundamentais passa por garantir que todos os equipamentos se mantêm atualizados. As atualizações não apenas corrigem vulnerabilidades detetadas como reforçam a capacidade do sistema para bloquear acessos indevidos. Em equipamentos móveis, a verificação é simples e pode ser feita diretamente nas definições. O mesmo se aplica às aplicações, cuja atualização periódica assegura que beneficiam das melhorias de segurança mais recentes.

Outra medida determinante consiste em rever as permissões atribuídas a cada aplicação. Com o passar do tempo, muitas delas acumulam acessos desnecessários – desde localização a contactos – expondo mais informação do que o utilizador possa imaginar. Ajustar estas permissões ajuda a recuperar controlo e reduz a superfície de ataque.

A ligação a redes públicas continua a ser um ponto crítico. Serviços Wi-Fi gratuitos encontrados em cafés, estações ou centros comerciais podem não apresentar salvaguardas suficientes para proteger dados pessoais. Em vários dispositivos é possível desativar a deteção automática deste tipo de redes, evitando ligações impulsivas que comprometam informação sensível.

Os mecanismos de proteção nativos dos equipamentos também desempenham um papel relevante. Muitas ferramentas internas analisam aplicações, sinalizam comportamentos estranhos ou alertam para riscos antes de estes se tornarem efetivos. Confirmar que estas funcionalidades estão ativas adiciona uma camada de segurança sem necessidade de instalar soluções externas. Paralelamente, manter cópias de segurança regulares – na cloud ou em armazenamento físico – garante que a informação essencial permanece acessível mesmo perante falhas técnicas ou perdas acidentais.

A proteção digital doméstica depende igualmente de acompanhar quem está mais exposto. Com crianças, a prioridade passa por transmitir noções básicas de navegação segura, identificar sinais de conteúdos suspeitos e evitar partilha desnecessária de dados pessoais. No caso de pessoas idosas, explicar como reconhecer contactos legítimos ou chamadas potencialmente fraudulentas continua a ser uma ajuda valiosa. Criar listas de contactos fiáveis, organizar números suspeitos com designações claras e simplificar o acesso às funcionalidades do dispositivo contribui para reforçar a autonomia e diminuir riscos.

Num ambiente em que as ameaças evoluem rapidamente, pequenos gestos regulares tornam-se determinantes. A adoção de rotinas de verificação, aliada a uma cultura de atenção e literacia digital dentro da família, permite encarar a tecnologia com maior tranquilidade e reduz significativamente a probabilidade de incidentes.

Pressão aumenta para integrar ligação Setúbal–Troia no Passe Navegante

Parlamento aprovou recomendações que reacendem o debate sobre a inclusão da travessia Setúbal–Troia no Passe Navegante e a revisão do contrato de concessão.

A discussão sobre a travessia fluvial Setúbal–Troia regressou ao centro das atenções depois de o parlamento ter aprovado uma recomendação para que o Governo avalie a inclusão deste percurso no Passe Navegante. A decisão coincidiu com o debate de uma petição com 8.000 assinaturas que reivindica a integração da ligação no sistema tarifário da Área Metropolitana de Lisboa, colocando fim a uma situação que muitos residentes consideram desigual face ao resto da região.

A recomendação aprovada aponta para a necessidade de enquadrar a travessia no passe que permite deslocações ilimitadas a preços controlados, algo que milhares de utilizadores reclamam há bastante tempo. No mesmo plenário foi igualmente aprovada a sugestão de reavaliar e renegociar o contrato de concessão da ligação sobre o Sado, tendo em conta o impacto que as tarifas atuais têm no orçamento de quem depende do barco para trabalhar, frequentar serviços públicos ou aceder às praias de Troia.

Durante o debate, vários deputados destacaram que os valores cobrados – que há mais de uma década eram pouco superiores a 1€ e hoje ultrapassam os 9€ – se tornaram incomportáveis para muitos residentes. Houve quem frisasse que esta ligação sempre funcionou como uma ponte natural entre as margens do Sado e que não pode ser encarada como um serviço de luxo. Outros alertaram para aquilo que encaram como uma discriminação em relação ao restante território metropolitano, onde o passe já inclui travessias de natureza semelhante.

Apesar de a maioria ter mostrado abertura para avançar, também se ouviu quem defendesse que o momento ideal para tratar do assunto será o fim do contrato de concessão, previsto para os próximos anos, apostando numa renegociação mais abrangente. Houve ainda quem considerasse que um eventual passe nacional, que está a ser estudado, poderá resolver a situação sem necessidade de medidas intermédias.

Com a aprovação destas recomendações, abre-se espaço para que o Governo e as entidades regionais avaliem a integração da travessia no Passe Navegante e ponderem alterações ao contrato atualmente em vigor.

Ligação Boavista–Império do metroBus já tem data prevista para arrancar

Serviço metroBus prepara-se para arrancar entre a Boavista e o Império após assinatura do memorando que define os últimos passos do projeto.

O Governo, a Câmara do Porto, a Metro do Porto e a STCP concluíram esta quinta-feira, dia 18 de dezembro, o acordo que coloca o metroBus na fase final antes da estreia. A assinatura do memorando confirmou o calendário previsto e reforçou que a ligação Boavista–Império deverá entrar em operação no final de fevereiro, coincidindo com a disponibilização do abastecimento de hidrogénio para a nova frota.

O entendimento agora fechado estabelece as condições que faltavam para o arranque do serviço na Área Metropolitana do Porto. Emídio Gomes, presidente do Conselho de Administração da Metro do Porto, adiantou que a inversão de marcha na Boavista será feita contornando a Rotunda pela via mais próxima do centro, solução que recupera o traçado inicial pensado para o projeto. O responsável explicou ainda que a segunda fase, entre o cruzamento da avenida da Boavista com a avenida de Antunes Guimarães e o Castelo do Queijo, será realizada em canal rodoviário partilhado, mantendo intacta a ciclovia existente no corredor central.

O metroBus junta a regularidade associada ao Metro às características operacionais dos autocarros de emissões reduzidas. A prioridade semafórica, o canal dedicado e a integração no sistema Andante colocam o Porto em sintonia com práticas já testadas noutras cidades europeias que procuram reorganizar a mobilidade urbana com menor impacto ambiental.

O percurso entre a Boavista e a Praça do Império estende-se por oito quilómetros ao longo das avenidas da Boavista e Marechal Gomes da Costa, incluindo sete paragens de superfície: Casa da Música, Guerra Junqueiro, Bessa, Pinheiro Manso, Serralves, João de Barros e Império. Em simultâneo, continua em execução a obra que prolongará a rede até à zona da Anémona, em Matosinhos, ligando as duas rotundas.

O investimento total do projeto do MetroBus é de 76 milhões de euros, financiado sobretudo pelo PRR, com apoios complementares do Fundo Ambiental e do Orçamento do Estado.

Viajar no Metro de Lisboa vai ficar mais caro em 2026

Os aumentos não são significativos no caso do Metro de Lisboa, mas a verdade é que tudo pesa na carteira…

Estamos prestes a entrar em 2026, o que significa que iremos entrar no novo ano a pagar mais pelas coisas. Sim, é verdade que o salário mínimo vai subir 50€, de 870 para 920€, mas esse aumento acaba por servir para pagar tudo o que fica mais caro. É o caso dos transportes públicos.

Depois do Fertagus ter avançado com a sua nova tabela de tarifas para 2026, é agora vez da Metropolitano de Lisboa, que irá encarecer os seus serviços. Quer isto dizer que, a partir de 1 de janeiro de 2026, andar de metro em Lisboa vai ficar mais caro.

Por exemplo, se o Bilhete Carris/Metro custa atualmente 1,85€, esse custo sobe para os 1,90€ em 2026. Já o bilhete Zapping passa dos 1,66€ para 1,71€. Portanto, temos aumentos de 0,05€, tal e qual como há um ano.

Relativamente aos bilhetes diários (24h) Carris/Metro, Carris/Metro/Transtejo (Cacilhas) e Carris/Metro/CP, os aumentos são de 0,25€, 0,35€ e 0,40€, respetivamente.

De resto, e à semelhança do que aconteceu no ano passado, o preço dos passes mensais e de 30 dias não será alterado.

Aeroporto de Faro regista ano histórico com mais de 10 milhões de passageiros

Em ano de 60.º aniversário, o Aeroporto de Faro ultrapassa pela primeira vez os 10 milhões de passageiros.

O Aeroporto de Faro ultrapassou, pela primeira vez, a marca dos 10 milhões de passageiros, consolidando 2025 como o ano mais movimentado da sua história. Este crescimento representa um aumento de 6% em relação a 2024 e coincide com a celebração dos 60 anos do Aeroporto Gago Coutinho. A expansão da conectividade internacional foi um dos fatores determinantes, com a abertura de seis novas rotas para destinos como Newark, Helsínquia, Reiquiavique, Funchal, Riga e Cracóvia, além de nove novas operações para cidades como Berlim, Bournemouth, Londres, Zurique e Amesterdão. O número de companhias aéreas a operar regularmente em Faro subiu para 33, reforçando a ligação do aeroporto a 22 países e 77 destinos.

O mercado britânico continua a dominar o tráfego, representando 46% do total de passageiros, seguido pela Alemanha, Irlanda, França e Países Baixos. O inverno de 2024/25 registou níveis recorde de movimento, contribuindo para reduzir a tradicional sazonalidade do aeroporto, cujo tráfego invernal mais do que duplicou na última década.

A modernização e a eficiência operacional têm sido prioridades da ANA|VINCI Airports em Faro, com a renovação integral da cobertura do terminal, atualização do sistema de climatização e implementação de soluções tecnológicas, como a biometria e o self-service bag drop. A frota de veículos do aeroporto também foi renovada, com modelos de baixas emissões e novas viaturas de socorro e salvamento.

No campo ambiental, o Aeroporto de Faro registou uma redução superior a 80% nas emissões diretas e indiretas em 2025, apoiando-se em medidas como a eletrificação da frota, utilização de combustíveis sustentáveis, instalação de iluminação LED e produção de energia através de uma central fotovoltaica que cobre cerca de 30% das necessidades do terminal. Estas iniciativas integram uma estratégia de descarbonização que alia eficiência energética e mobilidade sustentável.

Metroid Prime 4: Beyond Review: Além das Expectativas

Apesar dos seus problemas e de apresentar novas mecânicas e sistemas que ficaram por apurar, o regresso da Retro Studios em Metroid Prime 4: Beyond trouxe-nos uma excelente sequela que poderá ser o início de algo maior.

Independentemente da vossa opinião sobre 2025 e o estado atual da indústria dos videojogos, dois milagres aconteceram este ano. Uma estrelinha viajou pelo céu e o impossível tornou-se realidade. Primeiro foi o regresso de Routine, o jogo de terror e sobrevivência da Lunar Software, anunciado em 2012, mas perdido durante mais de uma década entre trailers, problemas de produção e uma luta constante contra as exigências do público. O segundo milagre foi Metroid Prime 4: Beyond, uma impossibilidade dentro de outra impossibilidade, que chegou há semanas ao mercado quando o cancelamento parecia inevitável. O regresso à saga Prime e ao mundo criado pela Retro Studios estava tão distante que os fãs sofreram primeiro com o anúncio, depois com a incerteza da direção do jogo e, por fim, com o lançamento que muitos consideram ter ficado aquém do esperado. Independentemente da vossa opinião, repito, dois milagres aconteceram.

No entanto, é impossível separar os lançamentos destes jogos da cruel expectativa dos fãs, especialmente se a espera apurou, aqueceu e arrefeceu a opinião pública durante 10 ou mais anos. Quando a única prova de existência de um videojogo é um logótipo ou um trailer, a mente viaja, sonha, acredita e inventa. Se a espera for avultada, então a mente aprende a duvidar e a odiar. O lançamento nunca é acompanhado de alegria e alívio plenos, mas de medo e ressentimento. Não quero justificar os problemas de Metroid Prime 4: Beyond apenas como um caso de expectativas injustas e infundadas, não só porque estamos a falar de um jogo que tem problemas que merecem ser criticados, mas também porque se trata de uma das séries mais emblemáticas e acarinhadas pela crítica especializada. Mas é impossível não ponderar sobre os efeitos desta longa espera por algo idealizado e como isso afeta a longevidade de uma experiência que parecia impossível.

Talvez esteja mais confortável no meu canto, a gozar de uma sabedoria que só os cabelos brancos nos ensinam, mas as duas balas passaram ao lado. Se Routine é um dos melhores jogos que joguei em 2025, Metroid Prime 4: Beyond não fica muito atrás. Mesmo com os seus problemas de ritmo, um mapa mal desenhado (mas não tão vazio como a internet diz), backtracking constante e uma clara tentativa de suavizar a experiência Metroid para um público mais vasto, Metroid Prime 4: Beyond acerta onde mais importa: em ser Metroid. Muitos fãs discordam e acreditam que a Retro Studios falhou o alvo hipotético, mas custa-me aceitar esta negatividade desenfreada quando a jogabilidade nunca foi tão completa e acessível, o combate tão desafiante, mas recompensante, a direção de arte e a fidelidade visual tão memoráveis, e a sensação de explorarmos um mundo alienígena tão gratificante. Os problemas não podem ser ignorados, mas é difícil encaixotar este jogo e determinar que é apenas um projeto falhado e o fim da série Prime. Será que estou a ficar mais simpático e permissivo? Ou será que Metroid Prime 4: Beyond é um bom jogo? Podem ouvir mais na minha análise.

reviews 2021 recomendado

Cópia para análise (versão Nintendo Switch 2) cedida pela Nintendo Portugal.

Instaleap e Bolt Food firmam parceria para modernizar encomendas de mercearia online

Parceria entre Instaleap e Bolt Food simplifica processamento de encomendas de mercearia, com visibilidade em tempo real e eficiência operacional.

A Instaleap e a Bolt Food firmaram uma parceria estratégica destinada a mudar a forma como os retalhistas europeus recebem, preparam e enviam encomendas de mercearia através de plataformas digitais. A primeira implementação ocorreu com um supermercado em Malta e funciona como ponto de partida para uma expansão que deverá abranger vários mercados da região, oferecendo maior rapidez, supervisão e controlo operacional aos retalhistas.

O acordo junta a expansão do marketplace de mercearia da Bolt Food à solução da Instaleap que centraliza e coordena todo o processo de preparação e envio de encomendas, criando um fluxo de trabalho unificado capaz de lidar com grandes volumes de forma consistente. A solução agora introduzida permite que as lojas recebam, preparem e enviem pedidos da Bolt Food e de canais diretos ao consumidor num único sistema.

A centralização reduz etapas manuais, melhora a precisão da preparação de encomendas, acelera os tempos de execução e oferece uma visão em tempo real do desempenho, tanto ao nível das lojas como da gestão central. Para os retalhistas omnicanal, o modelo demonstra como é possível oferecer uma experiência consistente aos clientes, independentemente do canal utilizado.

À medida que a Bolt Food reforça a sua presença no segmento de mercearia e retalho, esta parceria ganha relevância para os retalhistas que pretendem alcançar novos públicos e gerar receitas adicionais através dos marketplaces. A Instaleap passa a gerir e automatizar a preparação de encomendas, facilitando o trabalho das equipas de loja e permitindo um acompanhamento contínuo do ritmo operacional, mesmo nos períodos de maior procura. O objetivo é tornar o processo mais fiável, reduzindo erros e garantindo uma preparação mais rápida e regular.

Após a implementação inicial em Malta, as empresas preparam-se para levar o modelo a outros mercados da EMEA, como por exemplo Portugal.

Locomotiva 0186 da CP completa 100 anos e mantém-se em circulação histórica

A locomotiva a vapor 0186 celebra 100 anos e continua a circular entre Porto e Ermesinde, mantendo viva a memória da ferrovia portuguesa.

O apito da locomotiva voltou a ressoar na estação de São Bento, no Porto, enquanto o vapor se espalhava pelo espaço, envolvendo quem chegava para observar a histórica máquina. Como acontece sempre que a 0186 é colocada em circulação, uma multidão de curiosos e entusiastas da ferrovia reuniu-se, com câmaras e telemóveis prontos, para ver uma locomotiva que atravessou um século de história e que, nesta época, se apresenta adornada com luzes de Natal. A CP – Comboios de Portugal assinalou o centenário da locomotiva com uma cerimónia simbólica que precedeu as primeiras viagens do Comboio Histórico a Vapor de Natal, que liga o Porto a Ermesinde.

A locomotiva 0186 é reconhecida como um ícone da ferrovia nacional e faz parte da série 0181-0190, construída pelo fabricante alemão Henchel & Sohn e incorporada nos caminhos-de-ferro portugueses entre 1924 e 1925, como parte das indemnizações alemãs após a Primeira Guerra Mundial. Estas máquinas a vapor circularam por todo o país até finais da década de 1970, garantindo ainda ligações importantes como Porto–São Bento a Viana do Castelo e Porto–São Bento à Régua, até à extinção da tracção a vapor em via larga, em 1977.

Entre os anos 1990 e os primeiros anos de 2000, a CP 0186 foi restaurada para integrar serviços especiais e comboios históricos, incluindo o Comboio Histórico do Douro e o Comboio Histórico a Vapor de Natal.

Até 4 de janeiro de 2026, a 0186 continuará a percorrer o trajeto entre Porto e Ermesinde aos fins de semana, em viagens que combinam o som inconfundível do apito, o vapor que se eleva pelo ar e a decoração natalícia, convidando todas as gerações a reviver a história a bordo de um verdadeiro símbolo da ferrovia portuguesa.

Foto: CP – Comboios de Portugal

Lisbon Marriott investe seis milhões na renovação de quartos e em eficiência energética

O Lisbon Marriott aposta na modernização e eficiência energética, renovando quartos, suítes e a suite presidencial, e reforçando práticas sustentáveis.

O Lisbon Marriott, primeiro hotel da marca Marriott em Portugal, realizou uma renovação de seis milhões de euros destinada à modernização das suas instalações e à melhoria da eficiência energética. O projeto incluiu a renovação de 120 quartos, 12 suítes júnior e a suite presidencial, com um design contemporâneo e soluções que reforçam a sustentabilidade do edifício.

Uma das intervenções mais relevantes foi a substituição integral da rede hidráulica do hotel, que garante maior fiabilidade no abastecimento, reduz perdas de água e consumo de energia e permite uma gestão mais eficiente dos recursos. Os materiais e acabamentos foram escolhidos de forma criteriosa, combinando qualidade e durabilidade, enquanto os quartos e suítes foram decorados em tons claros, criando uma atmosfera acolhedora e amplificando a sensação de espaço. As varandas privadas oferecem vista para o jardim tropical, a piscina ou para a cidade.

O Lisbon Marriott mantém o seu carácter singular no centro de Lisboa, destacando-se pelo jardim tropical, um espaço verde que contrasta com o ritmo urbano da cidade e proporciona momentos de tranquilidade aos hóspedes.

Lidl investe 9,5 milhões de euros em nova loja em Santarém

Além de ser o segundo Lidl do país com o novo conceito de loja da retalhista alemã, foram também feitas obras no espaço público.

O Lidl abriu um novo supermercado em Santarém, na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, acrescentando ao concelho um segundo ponto de venda e um investimento que ascende a 9,5 milhões de euros. A operação abrange não só a construção da loja como também intervenções significativas na área envolvente, que foi remodelada para integrar o novo espaço.

Com mais de 1.500 m² dedicados à venda, o edifício adota o modelo mais recente da cadeia, pensado para tornar a circulação mais fluida e a experiência de compra mais direta. A organização interna privilegia corredores amplos e uma orientação visual clara, marcada pelas cores habituais da insígnia. A zona de frescos recebe quem entra no edifício, enquanto a padaria, o serviço de bacalhau a corte e o frango assado ocupam áreas próprias ao longo do percurso. O funcionamento diário é apoiado por seis caixas de pagamento rápido.

O parque de estacionamento oferece 120 lugares e integra carregamento rápido para dois veículos eléctricos, suportes para bicicletas, cacifos de recolha de encomendas e um ponto de lavandaria. No interior e no exterior, a aposta em soluções de baixo consumo energético é evidente na iluminação LED e nos painéis solares instalados.

A abertura da loja implicou obras no espaço público, que incluíram a construção de duas rotundas, a renovação de parte da Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro e a criação de passeios com ciclovia, para além da requalificação dos que já existiam. Houve igualmente a instalação de novas luminárias, a actualização da sinalização rodoviária, a criação de pequenos espaços verdes e a colocação de um novo abrigo de transportes públicos.

A unidade integra o programa Realimenta, através do qual passará a apoiar o núcleo de Santarém da ReFood, contribuindo para a redução de desperdícios alimentares e para o apoio à comunidade local.

A nova loja funciona diariamente entre as 8h e as 21h.

Lisboa recebe o primeiro Residence Inn by Marriott na Península Ibérica

O Residence Inn by Marriott Lisbon estreia-se em Lisboa com 71 suites totalmente equipadas e um modelo pensado para estadias prolongadas no centro da cidade.

Há mais um hotel a integrar o cenário lisboeta. Chama-se Residence Inn by Marriott Lisbon, abriu a 16 de dezembro no centro do Campo Pequeno e introduz na cidade um modelo focado em estadias prolongadas, assinalando também a estreia da marca na Península Ibérica. A unidade surge em parceria de franquia com a Estoril Living e pretende responder a quem permanece vários dias na capital, oferecendo autonomia sem afastar o ambiente característico da hotelaria tradicional.

O edifício apresenta vistas amplas sobre Lisboa e um ambiente contemporâneo inspirado no quotidiano local. As 71 suites foram concebidas para funcionar como espaços independentes, equipadas com cozinhas completas e zonas de trabalho, mantendo ao mesmo tempo acesso a áreas comuns e serviços pensados para o conforto de quem se instala por períodos alargados. A localização, numa zona com forte presença empresarial e boa ligação ao resto da cidade, contribui para captar clientes em deslocações profissionais ou quem procura um ponto de base temporário na capital.

Residence Inn by Marriott Lisbon

O conceito de design segue a abordagem “City Maximizer”, que procura interpretar a identidade lisboeta através de referências gráficas e materiais associados à herança arquitetónica da cidade. O projeto de interiores, desenvolvido pelo atelier Broadway Malyan, combina azulejaria a preto e branco com mobiliário de tons quentes e elementos de inspiração vintage, criando um ambiente que pretende equilibrar modernidade e tradição.

A oferta do Residence Inn by Marriott Lisbon integra pequeno-almoço, ginásio, sala de reuniões e um mercado disponível 24 horas, concebido para apoiar rotinas prolongadas. O pequeno-almoço resulta de uma colaboração com a cadeia francesa Marie Blachère, introduzindo produtos de padaria frescos na experiência matinal. Já o The Market aposta num sistema de self-service que disponibiliza bebidas, snacks e opções leves, permitindo ao hóspede servir-se de forma autónoma e recorrendo a tecnologia que simplifica todo o processo.