Grupo de ativistas resgata a biblioteca inteira do Spotify

São mais de 86 mil ficheiros áudio, num pacote de 300TB, que está a começar a ser distribuído em redes P2P.

Um grupo de ativistas conseguiu resgatar os dados da biblioteca inteira do Spotify, tornando possível o seu arquivo e distribuição completa. Este feito foi descrito no motor de busca open source Anna’s Archive, com informações adicionais sobre o pacote completo de informações. De acordo com descrição, foram os dados obtidos pelo grupo totalizam 256 milhões de linhas de meta dados e 86 milhões de ficheiros áudios, representando quase a totalidade inteira da biblioteca do Spotify, aproximadamente 99,6%, num pacote com o peso de 300 TB.

Todas estas informações, dados e faixas estão a começar a ser distribuídos via torrents em redes P2P, ao longo de várias fases, algo que tornará possível que qualquer pessoa com essa capacidade de armazenamento possa efetivamente descarregar “o Spotify inteiro” para o poder aceder off-line nos seus próprios servidores locais.

Na publicação, o grupo que levou avante esta missão, explica que o seu objetivo é de “preservar o conhecimento e cultura humana”, independentemente do tipo de meio. O grupo reconhece que a música é um meio que até está bem preservado, graças aos entusiastas por todo o mundo que digitalizam as suas coleções de CDs e LPs e as arquivam e partilham de várias formas, no entanto, não consideram ser o suficiente para o futuro.

O grupo aponta três principais razões para essa limitação, mencionando que esse tipo de preservação prioriza e foca-se demasiado nos artistas mais populares; também há um foco maior na qualidade mais alta das faixas, inflacionando “o tamanho do texto e tornando difícil manter um arquivo completo de toda a música produzida pela humanidade”; e referindo que não existe nenhuma lista de torrents com o objetivo de representar toda a música alguma vez produzida.

Esta disponibilização do Spotify não irá resolver estes entraves, mas de acordo com o grupo é uma tentativa, já que o mesmo reconhece que a plataforma não tem toda a música do mundo, e dizendo até “é um ótimo início.”

Esta tornou-se assim na maior base de meta dados de música publicamente disponível, mas, como seria de esperar os constrangimentos legais são enormes. De momento, ao portal Billboard um representante do Spotify confirma a situação dizendo: “Uma investigação sobre acessos não autorizados identificou que um terceiro recolheu metadados públicos e recorreu a táticas ilícitas para contornar o DRM e aceder a alguns ficheiros de áudio da plataforma. O incidente está a ser ativamente investigado.

Governo e sindicatos acordam reformulação das carreiras da DGRSP

O Governo assinou um acordo com sindicatos para criar novas carreiras na DGRSP, extinguindo a função de Administrador Prisional e introduzindo suplementos de risco e valorização salarial progressiva.

O Governo formalizou um acordo com os representantes sindicais das carreiras de reinserção social, reeducação e da administração prisional da Direção-Geral da Reinserção e dos Serviços Prisionais (DGRSP), numa negociação que visa atualizar e reorganizar funções que, em alguns casos, não eram revistas há cerca de duas décadas. O entendimento envolve a Federação de Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (FESAP), a Frente Sindical e a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS).

O acordo estabelece a criação de duas novas carreiras – Técnico Superior de Reintegração Social e Técnico de Reintegração Social – e prevê a extinção da carreira de Administrador Prisional, com a reintegração destes profissionais na carreira geral de Técnico Superior, através de um processo gradual de reposicionamento até 2027. Nesta reorganização, os atuais técnicos superiores de reeducação, técnicos superiores de reinserção social, bem como técnicos superiores da carreira geral envolvidos em equipas de reinserção ou com funções de reeducação, transitarão para a nova carreira de Técnico Superior de Reintegração Social. Por sua vez, os técnicos profissionais de reinserção social serão integrados na carreira de Técnico de Reintegração Social, assegurando-se a clarificação dos percursos profissionais e a adequada correspondência funcional às novas estruturas.

O acordo contempla também a valorização progressiva das tabelas remuneratórias para ambas as carreiras até 2027, incluindo um regime especial de reposicionamento para profissionais com pelo menos 20 anos de serviço nesta área. Adicionalmente, será criado um suplemento de risco associado às carreiras especiais da DGRSP, com atualização anual, refletindo a especificidade e exigência das funções desempenhadas.

Primitive Reason regressam aos palcos para celebrar 30 anos de Alternative Prison

Alternative Prison, álbum de 1996 dos Primitive Reason, continua relevante e será recordado em concertos especiais da banda.

Os Primitive Reason preparam um regresso aos palcos para assinalar três décadas sobre a edição de Alternative Prison, um trabalho que deixou marca na música alternativa portuguesa e acabou por traduzir o desassossego criativo de uma geração que procurava outras vozes e outros caminhos.

A banda surgiu em Cascais, em 1993, com uma mistura sonora pouco habitual na altura, cruzando rap, punk, hardcore, reggae e ska num impulso que acabou por se tornar a sua identidade. Quando Alternative Prison saiu, em 1996, rapidamente ganhou estatuto de referência e permaneceu associado à evolução do panorama alternativo nacional, preservando até hoje um impacto invulgar para um disco dessa época.

A celebração faz-se agora em palco, através de dois concertos especiais, marcados para 12 e 13 de março, no Hard Club (Porto) e no LAV – Lisboa ao vivo, respetivamente, pensados para aproximar diferentes públicos e revisitar temas que continuam a ecoar com a mesma intensidade que tinham há 30 anos.

A formação anunciada junta novamente Brian Jackson, Guillermo de Llera e Jorge Felizardo, que não partilhavam palco desde 1998, desta vez acompanhados por Mark Cain e Abel Beja. A reunião promete recuperar a dinâmica que definiu os primeiros anos da banda e devolver ao público a energia que sempre caracterizou o grupo.

Os bilhetes encontram-se disponíveis na Ticketline e nos pontos de venda habituais por 25€, passando a 30€ no próprio dia do espetáculo.

Projeto residencial Riverside III integra futura renovação da frente ribeirinha de Setúbal

Empreendimento Riverside III insere-se na futura transformação da frente ribeirinha de Setúbal, com 57 apartamentos e ligação direta ao futuro Parque da Cidade.

A zona ribeirinha de Setúbal vai passar por uma mudança profunda, marcada pela criação de novos espaços verdes e por uma estratégia urbana que aproxima a cidade ao rio. É neste cenário que nasce o Riverside III, um empreendimento pensado para acompanhar esta transformação e que procura tirar partido da relação direta com a frente de água e com o futuro Parque da Cidade.

Desenhado pelo atelier Quadrante, o projeto reúne 57 apartamentos entre T1 e T4, todos com áreas exteriores privadas, estacionamento e arrecadação. A proposta aposta em linhas contemporâneas e em espaços amplos, procurando responder ao perfil de quem pretende viver num ambiente urbano, mas com acesso imediato a zonas verdes e a vistas abertas sobre o estuário. A proximidade ao novo parque – que terá mais de três hectares, integrando áreas de lazer, circuitos de manutenção, zonas de meditação, espaços para animais e áreas de co-work – reforça a ideia de um bairro que privilegia o contacto com o exterior e uma vivência mais equilibrada.

A colocação do Riverside III no mercado fica a cargo da Dils e da Cote d’Azur, que partilham a co-exclusividade do projeto.

Crescimento da Moeve marca primeiro ano após rebranding com 500 postos transformados

Portugal e Espanha recebem novos espaços modernizados da Moeve, com serviços ampliados e uma das maiores redes de carregamento rápido da Península Ibérica.

A Moeve prepara-se para iniciar 2026 com uma rede de 500 postos já ajustados à nova identidade, depois de um processo de renovação que abrange cerca de um terço da antiga Cepsa.

Esta transformação insere-se na estratégia Positive Motion, que orienta a empresa para um modelo mais digital, mais próximo do cliente e alinhado com os objetivos de transição energética definidos para 2030. No primeiro ano após o rebranding, a marca registou uma evolução consistente, com os postos convertidos a apresentarem volumes de vendas superiores.

A adaptação da rede permitiu criar espaços mais modernos, equipados com soluções energéticas de menor impacto ambiental e serviços pensados para uma utilização mais intuitiva. A presença da Moeve estende-se já por áreas urbanas e principais vias da Península Ibérica, reforçando a posição da empresa no setor. Em Portugal, 78 postos encontram-se totalmente transformados, distribuídos por diferentes regiões, de Viseu a Vila Real, com o objetivo de atingir 100 unidades no início de 2026.

A expansão da mobilidade elétrica tem assumido um papel central, com a instalação de uma das maiores redes de carregamento rápido da Península Ibérica. A infraestrutura utiliza exclusivamente energia renovável e inclui mais de 260 pontos ultrarrápidos, capazes de repor grande parte da autonomia de um veículo elétrico em poucos minutos. Em vários postos, a operação é sustentada por eletricidade gerada por painéis solares instalados no local, reforçando a aposta da empresa numa lógica de produção descentralizada.

A renovação dos espaços foi acompanhada por uma reorganização da oferta interna. Os postos incluem o Moeve Market, com produtos frescos, áreas R’SPiRO dedicadas a cafetaria e pastelaria, bem como o túnel de lavagem Moeve Wash, que utiliza produtos biodegradáveis. Estão igualmente a ser integrados serviços de encomendas e entregas, reunindo num único ponto diferentes necessidades do quotidiano. Para além disso, o programa de fidelização Moeve gow reúne cerca de 3,5 milhões de utilizadores, oferecendo vantagens dentro da rede e nos parceiros.

Volkswagen acredita que os pequenos carros a combustão têm os dias contados

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Volkswagen acredita que, apesar do alívio regulatório após 2035, a pressão ambiental e os custos empurram os segmentos A e B para a eletrificação total.

A recente clarificação da Comissão Europeia, que na prática suaviza a proibição absoluta da venda de automóveis novos com motor de combustão interna após 2035, não altera o essencial do rumo traçado para a indústria automóvel europeia. As marcas continuam obrigadas a reduzir em 90% as emissões de CO₂ e, muito antes desse prazo, terão de cumprir metas intermédias cada vez mais exigentes. É neste contexto que a Volkswagen traça um cenário pouco animador para os pequenos modelos a gasolina.

Thomas Schäfer, diretor-executivo da Volkswagen, foi claro numa conversa com a Auto Motor und Sport: os automóveis dos segmentos A e B com motor de combustão interna não têm futuro na Europa. Modelos emblemáticos como o Volkswagen Polo estão destinados, segundo o próprio, a tornarem-se exclusivamente elétricos nos próximos anos.

A lógica apresentada pelo CEO é essencialmente económica. Desenvolver um novo automóvel a combustão para estes segmentos, capaz de cumprir as futuras normas ambientais europeias, implicaria custos de desenvolvimento tão elevados que tornariam o produto final incomportável para o cliente típico deste mercado. O inevitável aumento de preços retiraria competitividade a carros que sempre viveram da acessibilidade e da simplicidade. Na prática, a margem de manobra desaparece, e ou se eletrificam, ou deixam de fazer sentido comercial.

A atual estratégia da Volkswagen já reflete esta visão. O novo ID. Polo, totalmente elétrico, deverá ser apresentado no próximo ano, enquanto a atual geração do Polo a combustão receberá apenas uma atualização estética e técnica de transição. As palavras de Schäfer deixam poucas dúvidas de que se trata de um canto do cisne para este tipo de mecânica no segmento B. O mesmo raciocínio aplica-se ao segmento A, sendo que um eventual regresso de um citadino a gasolina inspirado no antigo Up! está, para já, fora de hipótese.

Em contrapartida, a marca alemã prepara o lançamento, em 2027, da versão de produção do conceito ID. Every1, um elétrico urbano do segmento A, com preço anunciado a rondar os 20.000€. A criação de uma nova categoria de veículos elétricos, recentemente promovida pela Comissão Europeia, poderá ainda acelerar o aparecimento de pequenos elétricos mais simples e acessíveis.

Apesar desta orientação clara, a transição não será imediata. A Volkswagen garante que a atual gama de pequenos modelos a combustão não será descontinuada de forma abrupta. Durante alguns anos, versões elétricas e a gasolina irão coexistir nos concessionários, acompanhadas por atualizações pontuais de produto. Ainda assim, o destino parece traçado, e nos segmentos mais pequenos, o motor de combustão interna na Europa está a entrar na sua fase final.

Viajar nos comboios da CP vai ficar mais caro em 2026

À semelhança do ano passado, o aumento para o novo ano não afeta o Passe Ferroviário Verde da CP, nem os passes Navegante e Andante.

Tal como acontece todos os anos, a CP, à semelhança de outras empresas do setor de transportes, vai aumentar os seus preços já a partir de 1 de janeiro de 2026. Assim, de acordo com um comunicado, os novos preços terão um aumento médio de 2,26%.

Por exemplo, os utilizadores que habitualmente viajam com a CP entre Lisboa e o Porto no Alfa Pendular irão passar a pagar 35,70€ por viagem, um aumento de 1,10€ face aos 34,60€ atualmente cobrados. Já se o percurso for efetuado no Intercidades, o valor a pagar será de 28,05€, um aumento de 0,65€ relativamente aos 27,40€ cobrados este ano. Isto, claro, caso não adquiram bilhetes com antecedência, pois é possível ter descontos na ordem dos 50%.

Já nos comboios Urbanos de Lisboa, o bilhete simples de 1 zona passa a custar 1,50€ por viagem, enquanto o de 2 zonas vê o seu preço aumentar de 1,80€ para 1,85€. O mesmo acontece com o bilhete de 3 zonas, aumentando de 2,15€ para 2,20€. Portanto, aumentos de 0,05€.

Além da CP, outras empresas como a Fertagus e Metropolitano de Lisboa já anunciaram aumento de preços para 2026.

CEO da iRobot afirma que a falência não é o fim

O processo judicial da iRobot abre caminho a nova fase sob controlo da Picea Robotics, numa abordagem mais centrada no consumidor.

A iRobot, empresa norte-americana que criou e popularizou o aspirador robô Roomba, avançou recentemente com um pedido de recuperação judicial após falhar a última tentativa de encontrar um comprador. A decisão surge depois de meses de alertas por parte do seu CEO, Gary Cohen, sobre a iminente falta de liquidez.

Apesar do impacto da notícia, a administração afirma que este não é o fim da empresa. Pelo contrário, a recuperação judicial é apresentada como uma forma de garantir a sobrevivência da marca, proteger cerca de 500 postos de trabalho e assegurar a continuidade das suas operações. De acordo com Cohen, não são esperadas interrupções para os clientes, e o suporte e as garantias manter-se-ão ativos.

No âmbito do processo, a iRobot será adquirida pela Picea Robotics, fabricante chinesa que já era a sua principal parceira industrial e maior credora. A transação colocará a empresa sob controlo total da Picea, mantendo, pelo menos formalmente, a atual estrutura operacional. As equipas de engenharia, investigação e desenvolvimento e software continuarão a operar a partir da sede da empresa, para a qual foi recentemente assinado um contrato de arrendamento de longo prazo. A colaboração com a Picea permitiu à iRobot lançar este ano oito novos modelos, incluindo robôs com navegação por lidar e versões combinadas de aspiração e lavagem, áreas onde a empresa chegou tarde face à concorrência chinesa. Ainda assim, a receção do mercado foi moderada, num segmento cada vez mais pressionado por preços baixos e ciclos de inovação rápidos.

A atual gestão reconhece que a tentativa falhada de aquisição pela Amazon teve um impacto negativo, ao travar decisões estratégicas e atrasar o desenvolvimento de novos produtos. Com esta reestruturação, a iRobot procura agora acelerar o ritmo, adotar uma abordagem mais centrada no consumidor e preparar o lançamento de uma nova geração de produtos a partir de 2026. O futuro da liderança da empresa permanece em aberto, mas o CEO da iRobot pretende manter a empresa relevante num mercado altamente competitivo, mesmo que isso implique uma mudança profunda na sua identidade e modelo de operação.

Nova vida para o IP3? Governo aponta 2034 para o fim das obras

Plano para transformar o IP3 numa autoestrada segue para 2034, com parte das ligações ainda sem calendário definido.

O Governo voltou a pegar no eterno dossiê do IP3 e apresentou, no Entroncamento, o traçado que pretende finalmente transformar a ligação entre Coimbra e Viseu numa via com perfil de autoestrada. O anúncio foi feito pelo ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, que levou o mapa final da solução e um cronograma que coloca o fim das obras no início de 2034, mais de duas décadas depois das datas sucessivamente apontadas ao longo dos últimos governos.

A solução agora assumida resulta do entendimento com as comunidades intermunicipais de Coimbra e Viseu Dão Lafões e envolve um investimento de 502 milhões de euros, repartido por várias fases. A primeira deverá ficar concluída no final de 2027 e a última sete anos depois. Ficam, porém, fora deste calendário duas ligações que os autarcas continuam a reivindicar: a extensão entre Souselas e a A13, no nó de Ceira, e os acessos a Góis, Arganil e Vila Nova de Poiares. O ministro classificou estas ligações como essenciais para a justiça territorial, mas não lhes atribuiu qualquer prazo.

A questão das portagens continua igualmente em suspenso. Pinto Luz voltou a insistir na ideia de que quem utiliza deve contribuir, sublinhando o impacto das isenções aprovadas no Parlamento. Coube à Infraestruturas de Portugal a missão de apresentar o modelo de exploração do futuro IP3, deixando em aberto todas as hipóteses, ou seja, PPP, concessão, cobrança direta ou ausência de portagens. Ainda assim, a forma como o ministro reforçou o princípio que orienta o Executivo deixa claro que a gratuitidade total não é uma expectativa realista.

Entretanto, a estrada segue marcada pelos mesmos problemas que a transformaram numa das vias mais perigosas da rede nacional. O IP3 carrega décadas de promessas falhadas: o IC12 de António Guterres, a Autoestrada do Centro lançada por José Sócrates e os compromissos repetidos por ministros posteriores. Apesar disso, continua a ser o único troço entre Figueira da Foz e Chaves que não dispõe de perfil de autoestrada, mesmo com as obras em curso entre Viseu e Santa Comba Dão, previstas para terminar em 2027.

Resta perceber se desta vez o plano se traduz realmente em obra. Depois de 35 anos de utilização e 25 de promessas, o IP3 continua a travar a fluidez entre Coimbra e Viseu.

Grundig abandona definitivamente o mercado europeu de televisores em 2026

A marca histórica não resiste à pressão dos preços e à concorrência num setor cada vez mais dominado por Samsung, LG e outros fabricantes asiáticos.

A Grundig prepara-se para sair definitivamente do mercado de televisores a partir de 1 de janeiro de 2026. A decisão marca o fim de um percurso longo e atribulado para uma marca que, em tempos, chegou a liderar o setor na Europa, mas que nunca conseguiu recuperar relevância num mercado profundamente transformado.

Fundada por Max Grundig, a empresa alemã foi durante décadas sinónimo de inovação e sucesso industrial. Contudo, a incapacidade de antecipar a ascensão das fabricantes asiáticas acabou por ditar o seu declínio. O que restou da antiga gigante foi, durante anos, essencialmente uma marca sem produção própria, integrada na Beko. Nos últimos tempos, a Beko tentou relançar a Grundig no segmento televisivo, apostando em modelos OLED com Google TV e com um posicionamento atualizado. Ainda assim, os esforços não foram suficientes para inverter uma tendência de perda de competitividade. De acordo com um porta voz da marca ao portal alemão Süddeutsche Zeitung, a saída do mercado aplica-se a toda a Europa. A partir de 2026, apenas serão comercializadas as unidades já produzidas, mas o apoio ao cliente continuará ativo e todas as obrigações de garantia serão cumpridas.

A justificação apresentada para o abandono dá conta de uma concorrência extremamente agressiva e uma dinâmica de preços em constante mudança. O mercado dos televisores tornou-se uma exceção no setor tecnológico, com preços a cair de forma consistente nos últimos anos, em vez de aumentarem. Esta erosão das margens tornou-se insustentável para marcas sem escala global ou sem capacidade para competir em preço com gigantes asiáticos.

Samsung revela o Exynos 2600, o processador que vai equipar o Galaxy S26

O Exynos 2600 é o primeiro chip da marca a ser fabricado no processo de 2 nm e promete ganhos em desempenho na ordem dos 39% e melhor eficiência energética.

A Samsung revelou oficialmente o Exynos 2600, o seu novo processador topo de gama, que marcará presença na próxima geração de smartphones Galaxy S26. Trata-se de um lançamento particularmente relevante para a empresa sul-coreana, uma vez que é o primeiro chip da marca produzido com tecnologia de 2 nanómetros, recorrendo ao processo GAA (Gate-All-Around).

De acordo com a Samsung, este processador representará um aumento significativo de desempenho e eficiência face a gerações anteriores, suportado também por uma nova solução de dissipação térmica. Ao nível da arquitetura, o novo processador integra dez núcleos ARM v9.3. O conjunto é liderado por um núcleo C1 Ultra, capaz de atingir frequências até 3,8 GHz, acompanhado por três núcleos C1 Pro de alto desempenho a 3,25 GHz e seis núcleos adicionais C1 Pro a 2,75 GHz. Em comparação com o Exynos 2500, a Samsung fala em ganhos de desempenho na ordem dos 39%.

A componente gráfica também recebeu uma atualização substancial. O novo GPU Xclipse 960 sucede ao Xclipse 950 e promete duplicar a capacidade de processamento gráfico. Em jogos, as melhorias de renderização com ray tracing ronda os 50%, enquanto a tecnologia Exynos Neural Super Sampling (ENSS) recorre a inteligência artificial para geração de frames, permitindo FPSs elevados com menor consumo energético. Outro dos destaques do Exynos 2600 é o NPU integrado, que estreia mecanismos avançados de segurança, como virtualização dedicada e criptografia pós-quântica (PQC).

No campo da imagem, o novo ISP suporta sensores até 320MP e permite capturas a 108MP sem atraso do obturador. Em vídeo, o Exynos 2600 é capaz de gravar em 8K a 30FPS ou em 4K a 120FPS com HDR, para além de suportar o codec APV desenvolvido pela própria Samsung. Apesar destas capacidades, a fabricante afirma que o consumo energético neste segmento foi reduzido em cerca de 50% face à geração anterior. E para controlar temperaturas em cenários de carga elevada, a Samsung introduziu o sistema Heat Path Block (HPB), um novo método de dissipação de calor pensado para manter o desempenho estável durante utilizações prolongadas. O chip suporta ainda memória LPDDR5X, armazenamento UFS 4.1 e ecrãs com resolução até 4K e taxa de atualização de 120 Hz, com compatibilidade para conteúdos HDR10+ e jogos HDR.

O Exynos 2600 já se encontra em produção em massa e deverá fazer a sua estreia comercial no início do próximo ano, integrado na linha Galaxy S26.

Cowboy aponta ao regresso da produção de bicicletas elétricas em 2026

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Marca belga de bicicletas elétricas ganha nova vida após ter sido adquirida pela Rebirth.

A Cowboy, fabricante belga de bicicletas elétricas, passa oficialmente a integrar o grupo francês Rebirth, numa operação que surge após um período particularmente conturbado para a empresa. Embora o montante exato do investimento não tenha sido revelado, a entrada da Rebirth garante a continuidade da marca e a retoma da produção, colocando um ponto final, pelo menos provisório, num ciclo de más notícias.

O grupo Rebirth é proprietário de marcas históricas como a Peugeot Cycles, Gitane e Solex, reforçando agora o seu portefólio com uma empresa associada a um posicionamento mais tecnológico e urbano. Apesar da mudança acionista, as equipas de design, engenharia e desenvolvimento de software da Cowboy irão manter-se em Bruxelas, preservando a identidade e o know-how que distinguiram a marca desde a sua fundação. Em contrapartida, Adrien Roose, fundador e até agora CEO, já deixou a empresa.

A retoma da produção é um dos sinais mais concretos desta nova fase. A Cowboy planeia fabricar cerca de 1.500 bicicletas elétricas em janeiro de 2026, com o objetivo de responder aos pedidos acumulados ao longo dos últimos meses. Muitos clientes tinham enfrentado atrasos prolongados, não só na entrega de bicicletas encomendadas, mas também no acesso a reparações e peças de substituição, situação que afetou seriamente a confiança na marca.

SPC lança Orbital, uma nova linha de três colunas portáteis sem fios

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As novas colunas Orbital da SPC, prometem autonomia elevada, resistência à água e iluminação LED.

A SPC anunciou uma nova linha de colunas, a Orbital, composta pelas colunas Orbital Storm, Orbital Glow e Orbital Spark, com diferentes características, tipo de uso e preços.

As três colunas da linha Orbital oferecem uma resposta de frequência entre os 20 Hz e os 20 kHz, suporte para emparelhamento estéreo através da função TWS e possibilidade de atender chamadas em modo mãos-livres. Todas elas contam ainda com certificação IPX6, de resistência a salpicos e jatos de água, e incluem acentos com iluminação LED, que pode ser configurado para acompanhar o ritmo da música ou funcionar de forma estática.

Por 69,90€, e de formato tubular, a SPC Orbital Storm é o modelo mais caro e é capaz de atingir 60 watts de potência e até 20 horas de utilização. O modelo integra duas membranas de grandes dimensões, bateria com carregamento estimado em cerca de duas horas e meia e várias opções de ligação, incluindo Bluetooth 5.3, porta USB, leitor de cartões microSD até 64 GB e entrada de áudio por cabo.

Por 49,90€ surge a SPC Orbital Glow, equipada com 25 watts de potência e uma configuração de membrana dupla para reforçar os graves. Tem uma autonomia anunciada de até 20 horas, com um tempo de carregamento aproximado de quatro horas e meia. Nas ligações, mantém o Bluetooth 5.3 e adiciona suporte para USB, cartões microSD até 32 GB e entrada Jack de 3,5 mm.

Por fim, por 39,90€ a SPC Orbital Spark é o modelo mais compacto da gama, com 15 watts de potência e autonomia até 24 horas. O carregamento demora cerca de duas horas e meia e, à semelhança dos restantes modelos, inclui Bluetooth 5.3, reprodução de ficheiros MP3 via USB ou cartão microSD até 32 GB e entrada de áudio por cabo.

Mais dados em roaming na União Europeia a partir de 2026

Uma redução dos preços no mercado grossista vai permitir aumentar a quantidade de dados em roaming disponíveis sem custos adicionais.

A partir de 1 de janeiro de 2026, os utilizadores de serviços móveis na União Europeia vão poder contar com mais dados incluídos para utilização em roaming, sem custos extra. A mudança resulta da redução do preço máximo grossista cobrado entre operadoras, no âmbito do regulamento europeu que prolonga o regime Roaming Like At Home (RLAH) até 2032.

Com a entrada no novo ano, o valor máximo por gigabyte no mercado grossista desce dos atuais 1,30€ para 1,10€ (sem IVA). Esta descida traduz-se diretamente num aumento do volume de dados que os operadores são obrigados a disponibilizar aos clientes quando estes utilizam a Internet móvel fora do seu país de origem, mas ainda dentro do espaço abrangido pelo RLAH. Em 2027, o preço atingirá o seu valor mínimo definitivo, fixando-se em 1€ por GB até ao final da vigência do regulamento. A evolução dos preços grossistas ao longo dos últimos anos tem sido progressiva, em 2022 o teto estava fixado em 2€ por GB, descendo para 1,80€ em 2023, 1,55€ em 2024 e 1,30€ em 2025. Esta trajetória reflete o esforço da União Europeia para tornar o roaming cada vez mais próximo da utilização doméstica, tanto em custo como em experiência.

Apesar da redução nos dados, os limites máximos aplicáveis às chamadas e mensagens mantêm-se inalterados. Desde 2025, as tarifas grossistas continuam fixadas em 0,019€ por minuto para chamadas e 0,003€ por SMS, valores que não sofrem alterações com a chegada de 2026. Na prática, o aumento dos dados disponíveis é calculado através de uma fórmula definida pela regulamentação europeia. A partir de 1 de janeiro de 2026, o limite mínimo de dados em roaming passa a ser determinado da seguinte forma: (preço mensal do tarifário, sem IVA / 1,10) x 2. Este mecanismo garante que os clientes com planos mais elevados beneficiem automaticamente de maiores plafonds de dados quando viajam dentro da União Europeia.

O início de 2026 traz também novidades quanto aos países abrangidos pelo regime RLAH. A Moldávia e a Ucrânia passam a integrar oficialmente a lista de destinos para onde é possível ligar, enviar mensagens e utilizar dados como no país de origem. Num sentido inverso, o Reino Unido deixa de estar incluído de forma generalizada, tendo sido removido da lista por todas as principais operadoras. Atualmente, o Roaming Like At Home abrange a maioria dos países da União Europeia, bem como alguns territórios ultramarinos e países associados, como Noruega, Islândia e Liechtenstein. A inclusão da Suíça, contudo, continua a depender de cada operador, já que algumas operadoras já a contemplam nos seus tarifários, enquanto outras optam por ofertas específicas ou suplementos adicionais.

Os novos ténis e acessórios da coleção Outono-Inverno da Victoria Shoes são inspirados nas paisagens geladas

Os Ténis Saturno, ASTER e Olmo Barefoot fazem parte da coleção Outono-Inverno FW25 da Victoria Shoes, numa estação marcada por contrastes, detalhe e elegância casual.

A Victoria Shoes apresentou uma nova abordagem ao inverno através da sua coleção FW25, intitulada Snow Much Fun. A coleção celebra a liberdade, as aventuras de inverno e a sensação de confiança mesmo em temperaturas baixas, refletindo a relação entre natureza, moda e exploração.

No plano cromático, o bordeaux e os castanhos continuam a dominar a estação, mas o verde-azeitona surge como uma base contemporânea que ilumina a paleta tradicional de inverno. A tonalidade introduz contraste e frescor, conferindo às peças um toque inesperado sem perder sofisticação.

Entre os lançamentos destacam-se os Saturno, ténis que reinterpretam o estilo dos anos 70 a partir de um olhar contemporâneo. Inspirados nos arquivos da marca, mantêm as solas tricolores icónicas, mas com um perfil mais estreito e refinado, conferindo uma silhueta urbana. A combinação de cores contrastantes e materiais texturizados aproxima sportswear e moda, dando forma a uma elegância casual que mistura passado e presente.

Já os ASTER destinam-se ao público feminino e combinam sofisticação e carácter urbano. O modelo em camurça, com acabamento em couro texturizado, destaca-se pela atenção ao detalhe e pela qualidade, disponível em duas cores exclusivas. Versáteis, adaptam-se a looks quotidianos ou mais elaborados, mantendo o equilíbrio entre elegância e atitude urbana.

A coleção inclui ainda os Saturno Washed, um modelo premium que preserva a estética retro dos anos 70 e acrescenta um efeito lavado artesanal, tornando cada par único. Cordões duplos e um “charm” inspirado em elementos militares reforçam a personalidade do modelo, que equilibra um toque descontraído com sofisticação. Nesta estação, os cordões assumem protagonismo, com pontas metálicas, versões bicolores ou com logótipo, transformando-se em elementos de estilo.

Há também o modelo BerliM, que surge atualizado com materiais como a bombazine, que acrescentam calor e textura, sem alterar a silhueta reconhecível. O animal print mantém-se em destaque, com padrões de serpente, leopardo e vaca que tornam cada par único, explorando tons que vão do branco ao castanho intenso.

No segmento minimalista, os Olmo Barefoot oferecem uma experiência de caminhada semelhante ao andar descalço, promovendo postura natural e fortalecimento dos pés. Com design cuidado, materiais selecionados e palmilhas intercambiáveis, equilibram estética e funcionalidade. Por fim, o modelo Luna combina cordões distintos e materiais premium, aliando artesanato e sofisticação para quem procura elevar peças básicas sem perder carácter.

Para além do calçado, a FW25 da Victoria Shoes dá relevo aos acessórios, com cordas técnicas, tachas, mosquetões e charms que unem funcionalidade e design. Mochilas multifuncionais, bolsos de nylon e necessaires com fechos e cordas reforçam a coerência estética da coleção, que está disponível no site oficial da marca.

Lush e a magia do Natal: presentes feitos à mão com ingredientes sustentáveis

A Lush apresenta uma seleção de produtos de banho e fragrâncias que refletem cuidado, sustentabilidade e tradição natalícia.

À medida que o Natal se aproxima, a escolha de presentes transforma-se num ritual que vai muito além do simples ato de oferecer. Entre decorações cintilantes, aromas de canela e laranjas e o burburinho das compras, cada presente transporta uma história que se prolonga desde a sua criação até ao momento em que é desembrulhado.

É neste cenário que os produtos da Lush se destacam: mais do que artigos de banho ou de cuidado pessoal, são objetos cuidadosamente elaborados, feitos à mão e com atenção aos ingredientes e à embalagem, refletindo um percurso de criatividade e responsabilidade. Muitos destes produtos utilizam matérias-primas provenientes de agricultura regenerativa, cooperativas locais ou pequenos negócios familiares, bem como de projetos sociais espalhados pelo mundo, procurando gerar um impacto positivo na comunidade e no ambiente. Cada conjunto, dos mais elaborados aos mais simples, segue a mesma filosofia de detalhe e cuidado, incentivando a reutilização das embalagens e elementos decorativos, prolongando a sua vida útil.

O conjunto 12 Days of Christmas propõe 12 surpresas natalícias para banho, corpo e duche, incluindo um creme de mãos exclusivo, enquanto a ilustradora Charlotte Day se inspirou em aves mencionadas numa canção clássica, combinando-as com plantas sazonais e detalhes dourados que evocam o espírito festivo. O Christmas Wishes junta a loção corporal de leite de aveia ao sabonete Wreath com infusão de pinheiro, transmitindo conforto e calor, com um design assinado por Shannon Lund, inspirado na folhagem e nas decorações tradicionais do Natal.

O Cosy Christmas combina aromas de laranja e caramelo, acompanhado de uma meia de algodão orgânico pronta para receber pequenos presentes, enquanto o Season Greetings oferece flores de sabonete e produtos de banho que unem tradição e cores ousadas, inspiradas em William Morris, segundo Erin Stephen, da Lush Talent Pool. O Christmas Bathtime Favourite inclui oito estrelas efervescentes e outros artigos de banho, com um embrulho criado por idosos de Glasgow através do projeto Craft Café, coordenado pela artista Charlotte Craig.

O Snow Fairy Star reúne sete produtos aromatizados com algodão-doce, num design colorido e energético, reinterpretado por Sarah Wall de forma vibrante e pop, transmitindo fantasia e alegria visual.

Para quem procura uma solução prática na reta final das compras, os perfumes gourmand surgem como escolhas seguras. Com aromas doces, quentes e reconfortantes que evocam sobremesas e bebidas, estes produtos têm especial destaque nos meses frios, refletindo o desejo de conforto e de celebração. Lee Howes, responsável de fragrâncias na Lush, explica que estas notas acolhedoras são particularmente apreciadas no outono e inverno, associando-se naturalmente às memórias e tradições natalícias. Aromas como caramelo, baunilha ou especiarias doces destacam-se pela familiaridade e proximidade, tornando-os opções frequentes de última hora e facilmente integráveis no dia a dia e em ocasiões especiais.

Entre os perfumes e sprays corporais mais procurados, o Sticky Dates combina caramelo com resina de sândalo e benjoim, o Super Milk mistura coco, citrinos e amêndoas, inspirado num spray capilar viral, e o perfume Turmeric Latte oferece notas de cumaru e baunilha, com fragrância duradoura e reconfortante. O body spray Let The Good Times Roll evoca o aroma doce e amanteigado da pipoca, lembrando tardes de cinema e momentos festivos. Estes produtos destacam-se por criar experiências sensoriais que se associam naturalmente ao espírito e ao conforto do Natal.

Todos estes produtos e mais alguns podem ser adquiridos através do site oficial da Lush.

Nacional apresenta versão mais pequena das clássicas Marinheiras

Conheçam as Mini Marinheiras da Nacional, uma versão prática das tradicionais bolachas, produzidas com azeite virgem extra português e sem conservantes.

A Nacional lançou recentemente as Mini Marinheiras, uma versão mais pequena das tradicionais bolachas que mantém o sabor e a autenticidade que caracterizam a marca desde 1849. Produzidas exclusivamente com ingredientes naturais, estas bolachas surgem num formato pensado para maior conveniência, mantendo os processos de fabrico que respeitam os tempos de fermentação e a qualidade da receita original.

Mais finas e estaladiças, as Mini Marinheiras apresentam uma textura leve e estaladiça, adequada para diferentes momentos do dia, desde um lanche rápido até uma refeição leve. A receita mantém a simplicidade e a autenticidade, sem açúcares adicionados, conservantes ou ingredientes de origem animal, sendo ainda fonte de fibra e elaborada com azeite virgem extra português.

As Mini Marinheiras estão já disponíveis nos super e hipermercados do costume, em embalagens de 50 gramas, com sabores Natural e Chia, a um preço recomendado de 0,79€.

Novos espumantes da Aliança reforçam a tradição vinícola da Bairrada

A Aliança lança os espumantes Bairrada Reserva Bruto e Meio Seco, refletindo a tradição da Baga e a herança vinícola da região.

A Aliança assinala a época festiva com o lançamento de dois novos espumantes, os Aliança Bairrada Reserva Bruto e Aliança Bairrada Reserva Meio Seco, que representam a continuidade de uma história que começou em 1927, altura em que a empresa iniciou a produção de espumantes na região, construindo uma reputação assente em rigor, elegância e respeito pela herança bairradina.

O Aliança Bairrada Reserva Bruto destaca-se pela expressão da casta Baga, emblemática da casa e da Bairrada, com notas de citrinos, maçã verde e massa de pão. Apresenta um perfil firme, seco e vibrante, adequado para aperitivos, pratos de peixe, carnes brancas ou para acompanhar o tradicional Leitão à Bairrada, criando uma harmonização natural. Por outro lado, o Aliança Bairrada Reserva Meio Seco oferece uma leitura mais suave da mesma tradição, preservando a autenticidade de um espumante DOC Bairrada. A sua frescura delicada, com aromas de fruta branca e uma ligeira doçura final, confere-lhe versatilidade gastronómica sem comprometer o carácter da região.

Aliança Bairrada Reserva Bruto

Estes lançamentos surgem numa altura em que a marca retoma uma presença significativa nas mesas portuguesas, mantendo o equilíbrio entre a experiência acumulada e uma visão contemporânea. Para além das normas da denominação, a Aliança prolonga o estágio em cave, conferindo aos vinhos maior cremosidade, textura e persistência aromática. Os novos espumantes foram pensados para acompanhar momentos de celebração, com uma identidade gastronómica clara e expressiva, fiel à região que os originou.

Estes dois espumantes juntam-se a referências já conhecidas da Aliança, como o Aliança Danúbio Bruto, jovem e frutado, adequado tanto a aperitivos como a refeições informais, e o Aliança Baga Bairrada Reserva Brut Nature, o primeiro “blanc de noirs” da casa, que evidencia a profundidade da casta Baga e acompanha pratos de peixe, carnes brancas ou aperitivos, revelando a pureza varietal.

Para quem pretende explorar esta tradição na origem, a Aliança disponibiliza o Aliança Underground Museum, um espaço dedicado à história dos espumantes e aguardentes envelhecidas, à arte e à memória, onde é possível conhecer estas novidades e outros vinhos diretamente na loja do museu.

Rapper americano Trippie Redd é cabeça de cartaz no Sumol Summer Fest 2026

Os portugueses Loner Jonny e Yuri NR5 também já estão confirmados na edição do próximo ano do Sumol Summer Fest.

Apenas há dias dávamos a novidade pela qual os fãs de hip hop portugueses tanto ansiavam: o festival Sumol Summer Fest tem regresso marcado para 3 e 4 de julho de 2026, junto à praia de São João, no Parque de Campismo do Inatel, na Costa da Caparica. Esta sexta-feira, 19 de dezembro, a organização anunciou os primeiros nomes que vão animar as noites de milhares de festivaleiros, junto ao mar.

O rapper norte-americano Trippie Redd assume o papel de cabeça de cartaz do primeiro dia, trazendo a sua fusão característica de rap, rock e emo trap ao Sumol Summer Fest. Além do artista internacional, o festival anunciou os artistas nacionais Lon3r Johny e Yuri NR5, reforçando a aposta nas sonoridades urbanas.

Para já, são apenas três os artistas anunciados, mas que isso não impeça de comprar bilhete. Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais entre os 45 e 67€. E porque é Natal, é a altura ideal para aproveitar o Fã Pack FNAC, em edição limitada, que custa 60€ e inclui um passe de dois dias com campismo e alguns elementos de merchandising.

Há ainda 20 unidades que garantem acesso duplo à zona VIP e ao Golden Circle do Palco Sumol, destinadas a quem pretenda acompanhar os concertos a partir de uma área mais próxima do palco.

Druni abriu lojas em Braga e Viseu

Já são três as lojas da Druni em Portugal, mas ainda falta ser inaugurado um espaço em Almada e em Lisboa.

A cadeia espanhola de perfumaria e cosmética Druni abriu, a 19 de setembro, a sua primeira loja em território português, localizada no Península Boutique Center, no Porto. A chegada ao mercado nacional insere-se na estratégia de expansão internacional da empresa, que procura consolidar a sua posição num setor cada vez mais competitivo e marcado pela presença de grandes cadeias internacionais.

A entrada em Portugal constitui um movimento estratégico que acompanha o crescimento do consumo de produtos de beleza no país e a proximidade cultural com Espanha. O espaço inaugurado tem 500 m2 e disponibiliza uma oferta abrangente de perfumaria, cosmética, maquilhagem, cuidados de cabelo, parafarmácia e higiene pessoal. Entre as opções, incluem-se marcas exclusivas e de gama premium.

O investimento neste primeiro espaço ascendeu a um milhão de euros e permitiu a criação de 12 postos de trabalho. A abertura desta loja seguiu-se ao lançamento do canal online em Portugal, no final de 2024, permitindo desenvolver uma estratégia integrada entre comércio físico e digital.

A estratégia da Druni para o mercado português previa a abertura de mais quatro lojas até ao final de 2025… mas não parece isso que vá acontecer. Estava previsto que já estivesse a funcionar uma loja no Almada Fórum, mas a verdade é que, aparentemente, a inauguração ainda não ocorreu. Mas nem tudo é mau, porque os espaços no Palácio do Gelo Shopping, em Viseu, e no Braga Parque, em Braga, estão a funcionar desde o final de novembro.

Além disso, a marca referiu, na altura da Black Friday, que estava também a chegar a Lisboa, mas não conseguimos encontrar evidências de que a loja se encontra efetivamente já a funcionar.