Cowboy aponta ao regresso da produção de bicicletas elétricas em 2026

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Marca belga de bicicletas elétricas ganha nova vida após ter sido adquirida pela Rebirth.

A Cowboy, fabricante belga de bicicletas elétricas, passa oficialmente a integrar o grupo francês Rebirth, numa operação que surge após um período particularmente conturbado para a empresa. Embora o montante exato do investimento não tenha sido revelado, a entrada da Rebirth garante a continuidade da marca e a retoma da produção, colocando um ponto final, pelo menos provisório, num ciclo de más notícias.

O grupo Rebirth é proprietário de marcas históricas como a Peugeot Cycles, Gitane e Solex, reforçando agora o seu portefólio com uma empresa associada a um posicionamento mais tecnológico e urbano. Apesar da mudança acionista, as equipas de design, engenharia e desenvolvimento de software da Cowboy irão manter-se em Bruxelas, preservando a identidade e o know-how que distinguiram a marca desde a sua fundação. Em contrapartida, Adrien Roose, fundador e até agora CEO, já deixou a empresa.

A retoma da produção é um dos sinais mais concretos desta nova fase. A Cowboy planeia fabricar cerca de 1.500 bicicletas elétricas em janeiro de 2026, com o objetivo de responder aos pedidos acumulados ao longo dos últimos meses. Muitos clientes tinham enfrentado atrasos prolongados, não só na entrega de bicicletas encomendadas, mas também no acesso a reparações e peças de substituição, situação que afetou seriamente a confiança na marca.

SPC lança Orbital, uma nova linha de três colunas portáteis sem fios

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As novas colunas Orbital da SPC, prometem autonomia elevada, resistência à água e iluminação LED.

A SPC anunciou uma nova linha de colunas, a Orbital, composta pelas colunas Orbital Storm, Orbital Glow e Orbital Spark, com diferentes características, tipo de uso e preços.

As três colunas da linha Orbital oferecem uma resposta de frequência entre os 20 Hz e os 20 kHz, suporte para emparelhamento estéreo através da função TWS e possibilidade de atender chamadas em modo mãos-livres. Todas elas contam ainda com certificação IPX6, de resistência a salpicos e jatos de água, e incluem acentos com iluminação LED, que pode ser configurado para acompanhar o ritmo da música ou funcionar de forma estática.

Por 69,90€, e de formato tubular, a SPC Orbital Storm é o modelo mais caro e é capaz de atingir 60 watts de potência e até 20 horas de utilização. O modelo integra duas membranas de grandes dimensões, bateria com carregamento estimado em cerca de duas horas e meia e várias opções de ligação, incluindo Bluetooth 5.3, porta USB, leitor de cartões microSD até 64 GB e entrada de áudio por cabo.

Por 49,90€ surge a SPC Orbital Glow, equipada com 25 watts de potência e uma configuração de membrana dupla para reforçar os graves. Tem uma autonomia anunciada de até 20 horas, com um tempo de carregamento aproximado de quatro horas e meia. Nas ligações, mantém o Bluetooth 5.3 e adiciona suporte para USB, cartões microSD até 32 GB e entrada Jack de 3,5 mm.

Por fim, por 39,90€ a SPC Orbital Spark é o modelo mais compacto da gama, com 15 watts de potência e autonomia até 24 horas. O carregamento demora cerca de duas horas e meia e, à semelhança dos restantes modelos, inclui Bluetooth 5.3, reprodução de ficheiros MP3 via USB ou cartão microSD até 32 GB e entrada de áudio por cabo.

Mais dados em roaming na União Europeia a partir de 2026

Uma redução dos preços no mercado grossista vai permitir aumentar a quantidade de dados em roaming disponíveis sem custos adicionais.

A partir de 1 de janeiro de 2026, os utilizadores de serviços móveis na União Europeia vão poder contar com mais dados incluídos para utilização em roaming, sem custos extra. A mudança resulta da redução do preço máximo grossista cobrado entre operadoras, no âmbito do regulamento europeu que prolonga o regime Roaming Like At Home (RLAH) até 2032.

Com a entrada no novo ano, o valor máximo por gigabyte no mercado grossista desce dos atuais 1,30€ para 1,10€ (sem IVA). Esta descida traduz-se diretamente num aumento do volume de dados que os operadores são obrigados a disponibilizar aos clientes quando estes utilizam a Internet móvel fora do seu país de origem, mas ainda dentro do espaço abrangido pelo RLAH. Em 2027, o preço atingirá o seu valor mínimo definitivo, fixando-se em 1€ por GB até ao final da vigência do regulamento. A evolução dos preços grossistas ao longo dos últimos anos tem sido progressiva, em 2022 o teto estava fixado em 2€ por GB, descendo para 1,80€ em 2023, 1,55€ em 2024 e 1,30€ em 2025. Esta trajetória reflete o esforço da União Europeia para tornar o roaming cada vez mais próximo da utilização doméstica, tanto em custo como em experiência.

Apesar da redução nos dados, os limites máximos aplicáveis às chamadas e mensagens mantêm-se inalterados. Desde 2025, as tarifas grossistas continuam fixadas em 0,019€ por minuto para chamadas e 0,003€ por SMS, valores que não sofrem alterações com a chegada de 2026. Na prática, o aumento dos dados disponíveis é calculado através de uma fórmula definida pela regulamentação europeia. A partir de 1 de janeiro de 2026, o limite mínimo de dados em roaming passa a ser determinado da seguinte forma: (preço mensal do tarifário, sem IVA / 1,10) x 2. Este mecanismo garante que os clientes com planos mais elevados beneficiem automaticamente de maiores plafonds de dados quando viajam dentro da União Europeia.

O início de 2026 traz também novidades quanto aos países abrangidos pelo regime RLAH. A Moldávia e a Ucrânia passam a integrar oficialmente a lista de destinos para onde é possível ligar, enviar mensagens e utilizar dados como no país de origem. Num sentido inverso, o Reino Unido deixa de estar incluído de forma generalizada, tendo sido removido da lista por todas as principais operadoras. Atualmente, o Roaming Like At Home abrange a maioria dos países da União Europeia, bem como alguns territórios ultramarinos e países associados, como Noruega, Islândia e Liechtenstein. A inclusão da Suíça, contudo, continua a depender de cada operador, já que algumas operadoras já a contemplam nos seus tarifários, enquanto outras optam por ofertas específicas ou suplementos adicionais.

Os novos ténis e acessórios da coleção Outono-Inverno da Victoria Shoes são inspirados nas paisagens geladas

Os Ténis Saturno, ASTER e Olmo Barefoot fazem parte da coleção Outono-Inverno FW25 da Victoria Shoes, numa estação marcada por contrastes, detalhe e elegância casual.

A Victoria Shoes apresentou uma nova abordagem ao inverno através da sua coleção FW25, intitulada Snow Much Fun. A coleção celebra a liberdade, as aventuras de inverno e a sensação de confiança mesmo em temperaturas baixas, refletindo a relação entre natureza, moda e exploração.

No plano cromático, o bordeaux e os castanhos continuam a dominar a estação, mas o verde-azeitona surge como uma base contemporânea que ilumina a paleta tradicional de inverno. A tonalidade introduz contraste e frescor, conferindo às peças um toque inesperado sem perder sofisticação.

Entre os lançamentos destacam-se os Saturno, ténis que reinterpretam o estilo dos anos 70 a partir de um olhar contemporâneo. Inspirados nos arquivos da marca, mantêm as solas tricolores icónicas, mas com um perfil mais estreito e refinado, conferindo uma silhueta urbana. A combinação de cores contrastantes e materiais texturizados aproxima sportswear e moda, dando forma a uma elegância casual que mistura passado e presente.

Já os ASTER destinam-se ao público feminino e combinam sofisticação e carácter urbano. O modelo em camurça, com acabamento em couro texturizado, destaca-se pela atenção ao detalhe e pela qualidade, disponível em duas cores exclusivas. Versáteis, adaptam-se a looks quotidianos ou mais elaborados, mantendo o equilíbrio entre elegância e atitude urbana.

A coleção inclui ainda os Saturno Washed, um modelo premium que preserva a estética retro dos anos 70 e acrescenta um efeito lavado artesanal, tornando cada par único. Cordões duplos e um “charm” inspirado em elementos militares reforçam a personalidade do modelo, que equilibra um toque descontraído com sofisticação. Nesta estação, os cordões assumem protagonismo, com pontas metálicas, versões bicolores ou com logótipo, transformando-se em elementos de estilo.

Há também o modelo BerliM, que surge atualizado com materiais como a bombazine, que acrescentam calor e textura, sem alterar a silhueta reconhecível. O animal print mantém-se em destaque, com padrões de serpente, leopardo e vaca que tornam cada par único, explorando tons que vão do branco ao castanho intenso.

No segmento minimalista, os Olmo Barefoot oferecem uma experiência de caminhada semelhante ao andar descalço, promovendo postura natural e fortalecimento dos pés. Com design cuidado, materiais selecionados e palmilhas intercambiáveis, equilibram estética e funcionalidade. Por fim, o modelo Luna combina cordões distintos e materiais premium, aliando artesanato e sofisticação para quem procura elevar peças básicas sem perder carácter.

Para além do calçado, a FW25 da Victoria Shoes dá relevo aos acessórios, com cordas técnicas, tachas, mosquetões e charms que unem funcionalidade e design. Mochilas multifuncionais, bolsos de nylon e necessaires com fechos e cordas reforçam a coerência estética da coleção, que está disponível no site oficial da marca.

Lush e a magia do Natal: presentes feitos à mão com ingredientes sustentáveis

A Lush apresenta uma seleção de produtos de banho e fragrâncias que refletem cuidado, sustentabilidade e tradição natalícia.

À medida que o Natal se aproxima, a escolha de presentes transforma-se num ritual que vai muito além do simples ato de oferecer. Entre decorações cintilantes, aromas de canela e laranjas e o burburinho das compras, cada presente transporta uma história que se prolonga desde a sua criação até ao momento em que é desembrulhado.

É neste cenário que os produtos da Lush se destacam: mais do que artigos de banho ou de cuidado pessoal, são objetos cuidadosamente elaborados, feitos à mão e com atenção aos ingredientes e à embalagem, refletindo um percurso de criatividade e responsabilidade. Muitos destes produtos utilizam matérias-primas provenientes de agricultura regenerativa, cooperativas locais ou pequenos negócios familiares, bem como de projetos sociais espalhados pelo mundo, procurando gerar um impacto positivo na comunidade e no ambiente. Cada conjunto, dos mais elaborados aos mais simples, segue a mesma filosofia de detalhe e cuidado, incentivando a reutilização das embalagens e elementos decorativos, prolongando a sua vida útil.

O conjunto 12 Days of Christmas propõe 12 surpresas natalícias para banho, corpo e duche, incluindo um creme de mãos exclusivo, enquanto a ilustradora Charlotte Day se inspirou em aves mencionadas numa canção clássica, combinando-as com plantas sazonais e detalhes dourados que evocam o espírito festivo. O Christmas Wishes junta a loção corporal de leite de aveia ao sabonete Wreath com infusão de pinheiro, transmitindo conforto e calor, com um design assinado por Shannon Lund, inspirado na folhagem e nas decorações tradicionais do Natal.

O Cosy Christmas combina aromas de laranja e caramelo, acompanhado de uma meia de algodão orgânico pronta para receber pequenos presentes, enquanto o Season Greetings oferece flores de sabonete e produtos de banho que unem tradição e cores ousadas, inspiradas em William Morris, segundo Erin Stephen, da Lush Talent Pool. O Christmas Bathtime Favourite inclui oito estrelas efervescentes e outros artigos de banho, com um embrulho criado por idosos de Glasgow através do projeto Craft Café, coordenado pela artista Charlotte Craig.

O Snow Fairy Star reúne sete produtos aromatizados com algodão-doce, num design colorido e energético, reinterpretado por Sarah Wall de forma vibrante e pop, transmitindo fantasia e alegria visual.

Para quem procura uma solução prática na reta final das compras, os perfumes gourmand surgem como escolhas seguras. Com aromas doces, quentes e reconfortantes que evocam sobremesas e bebidas, estes produtos têm especial destaque nos meses frios, refletindo o desejo de conforto e de celebração. Lee Howes, responsável de fragrâncias na Lush, explica que estas notas acolhedoras são particularmente apreciadas no outono e inverno, associando-se naturalmente às memórias e tradições natalícias. Aromas como caramelo, baunilha ou especiarias doces destacam-se pela familiaridade e proximidade, tornando-os opções frequentes de última hora e facilmente integráveis no dia a dia e em ocasiões especiais.

Entre os perfumes e sprays corporais mais procurados, o Sticky Dates combina caramelo com resina de sândalo e benjoim, o Super Milk mistura coco, citrinos e amêndoas, inspirado num spray capilar viral, e o perfume Turmeric Latte oferece notas de cumaru e baunilha, com fragrância duradoura e reconfortante. O body spray Let The Good Times Roll evoca o aroma doce e amanteigado da pipoca, lembrando tardes de cinema e momentos festivos. Estes produtos destacam-se por criar experiências sensoriais que se associam naturalmente ao espírito e ao conforto do Natal.

Todos estes produtos e mais alguns podem ser adquiridos através do site oficial da Lush.

Nacional apresenta versão mais pequena das clássicas Marinheiras

Conheçam as Mini Marinheiras da Nacional, uma versão prática das tradicionais bolachas, produzidas com azeite virgem extra português e sem conservantes.

A Nacional lançou recentemente as Mini Marinheiras, uma versão mais pequena das tradicionais bolachas que mantém o sabor e a autenticidade que caracterizam a marca desde 1849. Produzidas exclusivamente com ingredientes naturais, estas bolachas surgem num formato pensado para maior conveniência, mantendo os processos de fabrico que respeitam os tempos de fermentação e a qualidade da receita original.

Mais finas e estaladiças, as Mini Marinheiras apresentam uma textura leve e estaladiça, adequada para diferentes momentos do dia, desde um lanche rápido até uma refeição leve. A receita mantém a simplicidade e a autenticidade, sem açúcares adicionados, conservantes ou ingredientes de origem animal, sendo ainda fonte de fibra e elaborada com azeite virgem extra português.

As Mini Marinheiras estão já disponíveis nos super e hipermercados do costume, em embalagens de 50 gramas, com sabores Natural e Chia, a um preço recomendado de 0,79€.

Novos espumantes da Aliança reforçam a tradição vinícola da Bairrada

A Aliança lança os espumantes Bairrada Reserva Bruto e Meio Seco, refletindo a tradição da Baga e a herança vinícola da região.

A Aliança assinala a época festiva com o lançamento de dois novos espumantes, os Aliança Bairrada Reserva Bruto e Aliança Bairrada Reserva Meio Seco, que representam a continuidade de uma história que começou em 1927, altura em que a empresa iniciou a produção de espumantes na região, construindo uma reputação assente em rigor, elegância e respeito pela herança bairradina.

O Aliança Bairrada Reserva Bruto destaca-se pela expressão da casta Baga, emblemática da casa e da Bairrada, com notas de citrinos, maçã verde e massa de pão. Apresenta um perfil firme, seco e vibrante, adequado para aperitivos, pratos de peixe, carnes brancas ou para acompanhar o tradicional Leitão à Bairrada, criando uma harmonização natural. Por outro lado, o Aliança Bairrada Reserva Meio Seco oferece uma leitura mais suave da mesma tradição, preservando a autenticidade de um espumante DOC Bairrada. A sua frescura delicada, com aromas de fruta branca e uma ligeira doçura final, confere-lhe versatilidade gastronómica sem comprometer o carácter da região.

Aliança Bairrada Reserva Bruto

Estes lançamentos surgem numa altura em que a marca retoma uma presença significativa nas mesas portuguesas, mantendo o equilíbrio entre a experiência acumulada e uma visão contemporânea. Para além das normas da denominação, a Aliança prolonga o estágio em cave, conferindo aos vinhos maior cremosidade, textura e persistência aromática. Os novos espumantes foram pensados para acompanhar momentos de celebração, com uma identidade gastronómica clara e expressiva, fiel à região que os originou.

Estes dois espumantes juntam-se a referências já conhecidas da Aliança, como o Aliança Danúbio Bruto, jovem e frutado, adequado tanto a aperitivos como a refeições informais, e o Aliança Baga Bairrada Reserva Brut Nature, o primeiro “blanc de noirs” da casa, que evidencia a profundidade da casta Baga e acompanha pratos de peixe, carnes brancas ou aperitivos, revelando a pureza varietal.

Para quem pretende explorar esta tradição na origem, a Aliança disponibiliza o Aliança Underground Museum, um espaço dedicado à história dos espumantes e aguardentes envelhecidas, à arte e à memória, onde é possível conhecer estas novidades e outros vinhos diretamente na loja do museu.

Rapper americano Trippie Redd é cabeça de cartaz no Sumol Summer Fest 2026

Os portugueses Loner Jonny e Yuri NR5 também já estão confirmados na edição do próximo ano do Sumol Summer Fest.

Apenas há dias dávamos a novidade pela qual os fãs de hip hop portugueses tanto ansiavam: o festival Sumol Summer Fest tem regresso marcado para 3 e 4 de julho de 2026, junto à praia de São João, no Parque de Campismo do Inatel, na Costa da Caparica. Esta sexta-feira, 19 de dezembro, a organização anunciou os primeiros nomes que vão animar as noites de milhares de festivaleiros, junto ao mar.

O rapper norte-americano Trippie Redd assume o papel de cabeça de cartaz do primeiro dia, trazendo a sua fusão característica de rap, rock e emo trap ao Sumol Summer Fest. Além do artista internacional, o festival anunciou os artistas nacionais Lon3r Johny e Yuri NR5, reforçando a aposta nas sonoridades urbanas.

Para já, são apenas três os artistas anunciados, mas que isso não impeça de comprar bilhete. Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais entre os 45 e 67€. E porque é Natal, é a altura ideal para aproveitar o Fã Pack FNAC, em edição limitada, que custa 60€ e inclui um passe de dois dias com campismo e alguns elementos de merchandising.

Há ainda 20 unidades que garantem acesso duplo à zona VIP e ao Golden Circle do Palco Sumol, destinadas a quem pretenda acompanhar os concertos a partir de uma área mais próxima do palco.

Druni abriu lojas em Braga e Viseu

Já são três as lojas da Druni em Portugal, mas ainda falta ser inaugurado um espaço em Almada e em Lisboa.

A cadeia espanhola de perfumaria e cosmética Druni abriu, a 19 de setembro, a sua primeira loja em território português, localizada no Península Boutique Center, no Porto. A chegada ao mercado nacional insere-se na estratégia de expansão internacional da empresa, que procura consolidar a sua posição num setor cada vez mais competitivo e marcado pela presença de grandes cadeias internacionais.

A entrada em Portugal constitui um movimento estratégico que acompanha o crescimento do consumo de produtos de beleza no país e a proximidade cultural com Espanha. O espaço inaugurado tem 500 m2 e disponibiliza uma oferta abrangente de perfumaria, cosmética, maquilhagem, cuidados de cabelo, parafarmácia e higiene pessoal. Entre as opções, incluem-se marcas exclusivas e de gama premium.

O investimento neste primeiro espaço ascendeu a um milhão de euros e permitiu a criação de 12 postos de trabalho. A abertura desta loja seguiu-se ao lançamento do canal online em Portugal, no final de 2024, permitindo desenvolver uma estratégia integrada entre comércio físico e digital.

A estratégia da Druni para o mercado português previa a abertura de mais quatro lojas até ao final de 2025… mas não parece isso que vá acontecer. Estava previsto que já estivesse a funcionar uma loja no Almada Fórum, mas a verdade é que, aparentemente, a inauguração ainda não ocorreu. Mas nem tudo é mau, porque os espaços no Palácio do Gelo Shopping, em Viseu, e no Braga Parque, em Braga, estão a funcionar desde o final de novembro.

Além disso, a marca referiu, na altura da Black Friday, que estava também a chegar a Lisboa, mas não conseguimos encontrar evidências de que a loja se encontra efetivamente já a funcionar.

Antigos trabalhadores da Central Elétrica do Pego com nova garantia de rendimentos em 2026

Ex-funcionários da Central Elétrica do Pego mantêm apoios em 2026, após a decisão de prolongar o mecanismo associado à Transição Justa.

Os antigos trabalhadores da Central Elétrica do Pego têm assegurado um novo período de estabilidade financeira em 2026, após a autorização de uma medida que prolonga o modelo aplicado no ano anterior e retoma as bases do mecanismo de compensação criado para a denominada Transição Justa, em vigor até 2024. O financiamento continuará a ser garantido pelo Fundo Ambiental, que preserva o limite máximo de dois milhões de euros destinado a assegurar a continuidade dos pagamentos.

A decisão resulta do encerramento da central termoelétrica a carvão, em novembro de 2021, um processo que provocou impactos diretos no emprego e na economia local. Para atenuar essas consequências, o Governo aprovou um conjunto de apoios plurianuais formalizados através de várias portarias, com o objetivo de proteger os profissionais afetados pela desativação da infraestrutura.

Em 2025 tinha já sido aplicada uma medida transitória para acelerar a chegada dos apoios e evitar que os trabalhadores ficassem sem os rendimentos previstos, mantendo-se agora a mesma lógica durante o próximo ano. A tutela procura garantir continuidade e previsibilidade num momento em que o país aprofunda os seus compromissos de redução de emissões.

Ensaio ao Dongfeng Box Plus 42 kWh: Um citadino fora do comum

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Compacto por fora, espaçoso por dentro e pensado para o dia-a-dia urbano. Assim é o Dongfeng Box Plus.

A Dongfeng Motor Corporation é uma das gigantes automóveis chinesas. Fundada em 1969, começou por produzir veículos militares e camiões, mas depressa se expandiu para o setor dos automóveis de passageiros. Hoje, é um dos maiores grupos industriais da China, com mais de 2,4 milhões de unidades vendidas em 2023, e um foco claro na mobilidade elétrica.

A chegada da marca a Portugal fez-se pela mão do Grupo Salvador Caetano, que também representa as suas submarcas premium VOYAH e M-Hero. E foi com o Box Plus 42 kWh que a Dongfeng entrou oficialmente no mercado nacional, com um objetivo ambicioso: oferecer um citadino elétrico bem equipado, confortável e acessível.

Visualmente, o Dongfeng Box Plus é um daqueles carros que cativa à primeira vista. As linhas são simples, modernas e equilibradas, com puxadores embutidos, portas sem moldura e um conjunto de óticas full LED que lhe conferem uma assinatura visual distinta. As jantes de 17″ dão-lhe um ar mais robusto e a carroçaria bicolor reforça o lado jovem e descontraído da proposta.

Com 4,02 metros de comprimento e 1,81 metros de largura, é claramente um carro pensado para a cidade: fácil de estacionar, ágil e prático. A qualidade de montagem é satisfatória e o design, ainda que discreto, não passa despercebido no trânsito urbano.

Mas é no interior que o Dongfeng Box Plus mais surpreende. O habitáculo apresenta bons materiais, tecidos suaves nas portas e no tablier e uma sensação de robustez pouco comum neste segmento. A marca chinesa mostra que está a aprender depressa e começa a preocupar os construtores europeus pela qualidade e atenção ao detalhe.

O painel central é dominado por um ecrã tátil de 12,8″ que nos dá acesso a todas as configurações do carro e às câmaras 360º, sendo complementado por um painel de bordo de 5” que nos dá todas as informações essenciais à condução. Os bancos são feitos em pele sintética e são ventilados e aquecidos nesta versão Plus. Outra coisa não muito vista em veículos deste segmento é a regulação elétrica do banco do condutor, que dispõe também da função de fácil acesso. E sim, o interior é bastante confortável e o espaço interior é notável para um citadino deste segmento. Já a bagageira, com 326 litros, é um dos trunfos deste citadino, pois cumpre na perfeição as exigências do quotidiano.

Por outro lado, o software de infoentretenimento do Dongfeng Box Plus deixa a desejar: não tem opção para português, o que poderá afastar parte do público, e é um sistema limitado, sem serviços conectados nem sistema de navegação nativo. Para agravar, o carro não dispõe de rádio FM, oferecendo apenas rádio digital DAB, tecnologia que continua sem suporte em Portugal.

Existe ainda um sistema chamado CarAuto (global) que, em teoria, permite espelhar o ecrã do smartphone, mas durante o ensaio não consegui fazê-lo funcionar corretamente. O que ainda salva tudo isto é uma pequena caixa USB incluída com o carro, que permite usar Android Auto e Apple CarPlay, devolvendo as funcionalidades essenciais: navegação, música e aplicações móveis, embora pudesse estar melhor integrada no sistema principal. Ou seja, e sem essa caixa, será impossível usar esses sistemas da Google e Apple via wireless. Claro, recorrendo a um cabo para ligar o smartphone diretamente ao carro, os problemas ficam resolvidos.

No que toca à condução, é simples, direta e confortável. Os 95 cv (70 kW) e 160 Nm de binário são mais do que suficientes para o uso urbano, e a suspensão macia garante conforto mesmo nas ruas mais irregulares. Não é um carro entusiasmante de conduzir, mas é agradável e previsível, o que o torna ideal para o dia-a-dia em cidade.

Durante o ensaio com o Dongfeng Box Plus, percorri 564 km, registando uma média geral de 15,3 kWh/100 km. Em ciclo urbano e extraurbano, o consumo foi de 12,3 kWh/100 km (a uma velocidade média de 44 km/h), enquanto em autoestrada o valor subiu para 17,9 kWh/100 km (a 95 km/h de média). São números muito próximos dos 15,6 kWh/100 km anunciados pela marca e confirmam que, com alguma moderação, o Box Plus consegue entregar autonomias reais próximas dos 300 km WLTP.

No entanto, nem tudo é perfeito. A potência do carregador CA interno deste Dongfeng Box é apenas monofásico de potência máxima de 6,6KW. Realizei vários testes em postos públicos de 11KW e numa WallBox doméstica de 4,2KW e, em momento algum, consegui que ele ultrapassasse a potência de carregamento dos 3 kWh, coisa que pode frustrar quem pretende carregar este citadino mais rapidamente em casa através de uma wallbox com potência igual ou superior a 4KW. Ainda assim, e a 3KW, foi possível levar este Dongfeng dos 40% aos 100% em 4h36, o que acabou por não ser mau de todo. No caso de se pretender obter carregamentos mais rápidos em estrada, especialmente em percursos maiores, está também à disposição um carregamento em CC, com potência máxima anunciada de 87,8KW, e que leva a bateria dos 30% aos 80% em apenas 30min.

O Dongfeng Box Plus 42 kWh é um elétrico que chega ao mercado com argumentos sólidos: design moderno, conforto surpreendente, consumos contidos e preço competitivo. É compacto por fora, espaçoso por dentro e claramente orientado para o utilização maioritariamente urbana. Em casos menos comuns, é também possível percorrer pelo menos 160Km em autoestrada a 120km/h sem qualquer tipo de ansiedade de autonomia. Em todo o caso, a disponibilidade de carregamento CC a 87.8KW dá a este veículo uma versatilidade fora da caixa, evitando que uma pessoa tenha que ter outro veículo para viagens pontuais de maior distância.

Apesar de tudo de bom o que está incluído neste pequeno citadino, ainda existem vários pontos a corrigir, tais como a potência de carregamento em AC, com carregamento um pico mais lento que o expectável, o software limitado e a ausência de rádio FM. No entanto, são falhas que podem facilmente ser corrigidas por software, e nenhuma delas compromete seriamente o propósito principal deste modelo: ser um citadino elétrico prático, acessível e eficiente.

A Dongfeng estreia-se assim em Portugal com um produto que mostra maturidade, qualidade de construção e vontade de competir de igual para igual com marcas bem estabelecidas.

O Dongfeng Box Plus é, no fundo, um elétrico fora do comum, pensado para quem quer entrar no mundo dos carros elétricos com o essencial bem feito, e sem pagar por extras que pouco usaria.

O DongFeng Box Plus pode ser adquirido num concessionário Dongfeng em Portugal com cinco anos de garantia geral ou 150.000km e de oito anos ou 200.000km na bateria, por um preço a começar nos 19.490€ mais IVA, despesas administrativas de legalização e transporte.

LG revela a LG Sound Suite, um sistema de som modular com Dolby Atmos

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A LG Sound Suite é um novo sistema de áudio modular com suporte para o Dolby Atmos FlexConnect, que permite configurar e calibrar a instalação em espaços complexos.

Em antecipação à CES 2026, a LG revelou a LG Sound Suite, um novo sistema de som composto por seis colunas sem fios, concebida para uma instalação simplifica e fácil de calibrar, mantendo os padrões da certificação Dolby Atmos.

Para isso, a LG Sound Suite introduz o Dolby Atmos FlexConnect, uma funcionalidade certificada pela Dolby que permite ajustes e calibrações automáticas de cada coluna e satélite, dependendo das suas posições, formato e da acústica da sala, de forma a garantir a experiência mais envolvente e autêntica possível.

A soundbar H7 é o elemento principal da LG Sound Suite, que se faz acompanhar por colunas satélite para surround M7 e M5 e pelo subwoofer W7. Apesar do seu número reduzido de módulos, este é um sistema completo de 13.1.7 canais, capaz de projetar o som em diferentes direções. Adicionalmente, de acordo com a LG este conjunto de colunas permite até 27 configurações possíveis.

A LG Sound Suite está ainda preparada para poder ser utilizado com futuras televisões compatíveis da LG, e até alguns modelos selecionados de 2025, através de uma atualização de firmware, que serão integrados pela funcionalidade Dolby Atmos FlexConnect. Ainda assim, o conjunto de colunas LG Sound Suite será compatível com televisões de outros fabricantes apenas por uma ligação HDMI.

O lançamento da LG Sound Suite está previsto para 2026. O preço e detalhes adicionais sobre este sistema será revelado durante a CES 2026, que ocorre em Las Vegas entre os dias 6 e 9 de janeiro.

Evil Live dá sinais de vida e promete novidades na próxima semana

O Evil Live mostra que, afinal, pode muito bem ir a tempo de prendas de última hora para o Natal…

Estamos naquela altura do ano em que muitos dos festivais do verão já têm vários nomes anunciados, precisamente para potenciar vendas nesta época natalícia. Seja NOS Alive, Rock in Rio Lisboa, North Festival, MEO Kalorama, Vodafone Paredes de Coura, Primavera Sound Porto, entre outros. Depois há outros, como o Evil Live, que estão a deixar os festivaleiros impacientes devido à ausência de novidades.

Ora, e quando muitos já vaticinavam a “morte” do evento, eis que há novidades. Ou melhor, quase. É que não só as redes sociais do festival de metal foram atualizadas no que toca às imagens de perfil e de capa (no caso do Facebook), como estão prometidas novidades para a próxima terça-feira, dia 23 de dezembro, mostrando claramente que a Prime Artists está a trabalhar na realização do Evil Live 2026.

É verdade que ainda não temos datas, nem sequer nomes, mas está finalmente para breve. Aliás, em novembro, chegou a sair um leak – apagado pouco depois – da banda The Gathering, supostamente confirmada para o evento no dia 4 de julho de 2026, que é um sábado. Ora, se se repetir o caso da edição deste ano, teremos o festival nos dias 3, 4 e 5 de julho – curiosamente as mesmas datas do festival espanhol Rock Imperium -, terminando a um domingo, isto caso mantenha o formato de três dias. Ou então teremos um Evil Live de quinta a sábado, ou com apenas dois dias. Não sabemos.

Quanto a nomes, e sabendo da “partilha” de nomes do gigante festival espanhol Resurrection Fest, é bem provável que sejam confirmados nomes como Sabaton, Limp Bizkit e Marilyn Manson, só para citar alguns.

Óculos de realidade aumentada RayNeo X3 Pro já chegaram ao mercado

Os óculos RayNEO X3 Pro foram pensados para se integrarem nos nos hábitos tecnológicos já estabelecidos, tudo isto enquanto se explora a realidade aumentada.

Acabam de ficar disponíveis globalmente – o que significa que os portugueses também os podem adquirir – os óculos de realidade aumentada RayNeo X3 Pro, que prometem trazer a realidade aumentada para o dia-a-dia, mas sem interferir com o ambiente real que nos rodeia.

A estrutura dos X3 Pro é leve e resistente, pesando cerca de 76 gramas, com materiais aeroespaciais e dobradiças em liga de titânio que garantem conforto durante longos períodos de utilização. Os óculos podem ser controlados através de gestos na haste lateral, comandos de voz, o modo air-mouse do smartphone e, numa atualização futura, recorrendo ao Apple Watch. Quem precisa de correção visual pode recorrer a lentes graduadas através de um sistema de encaixe rápido, mantendo a visão clara sem comprometer o design.

O ecrã transparente é um dos elementos centrais do RayNeo X3 Pro. Apesar de discreto, projeta uma imagem que se percebe como um painel de 43 polegadas visto a cerca de dois metros, com cores vivas e contraste elevado. O sistema binocular reproduz a forma como os olhos captam profundidade, tornando a experiência mais confortável e natural.

Em termos de funcionalidade prática, os X3 Pro permitem tirar fotografias mãos-livres, traduzir conteúdos em tempo real e registar notas com apoio de inteligência artificial. A tradução funciona em 14 línguas, incluindo inglês, francês, espanhol, japonês, coreano, tailandês e vietnamita. Para lazer, o equipamento dá acesso direto a aplicações Android populares, que aparecem no campo de visão sem bloquear a perceção do ambiente.

RayNeoOS 2.0

Para gerir as funções de realidade aumentada e inteligência artificial, os RayNeo X3 Pro utilizam a plataforma Snapdragon AR1 Gen 1. Já o sistema operativo é o RayNeoOS 2.0, que adapta aplicações Android ao formato ótico e ao contexto do utilizador, permitindo uma experiência integrada e fluida.

Para fotografias, o sistema de imagem RayNeo Image Plus combina uma câmara Sony de 12MP para fotografias grande-angulares com uma câmara espacial dedicada ao mapeamento de profundidade e SLAM. Esta configuração permite captar o espaço envolvente, gravar vídeo e fornecer dados que ajudam a inteligência artificial a interpretar o ambiente e oferecer funcionalidades contextuais.

A nível de autonomia, os óculos permitem gravar áudio durante cerca de cinco horas, ouvir música por três horas ou captar aproximadamente 36 minutos de vídeo contínuo. Para tarefas mais leves, como tradução ou navegação, o tempo de uso pode ser prolongado. É possível carregar os X3 Pro enquanto estão a ser utilizados, através do cabo USB-C incluído, sendo necessária cerca de 38 minutos para uma carga completa.

Quanto a preços, os RayNeo X3 Pro podem ser adquiridos no site oficial por 1.199€.

Bose lança a Desert Gold Collection com edição especial de auscultadores e auriculares

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A Desert Gold Collection da Bose é uma edição especial dos seus produtos áudio, com um novo acabamento, mas alterações às especificações dos modelos existentes.

A Bose lançou a Desert Gold Collection, uma edição especial que abrange os equipamentos QuietComfort Ultra Headphones Gen 2, os QuietComfort Ultra Earbuds Gen 2 e os Ultra Open Earbuds, distinguindo-se exclusivamente pelo novo acabamento inspirado em tons dourados, mas sem alterações ao desempenho sonoro ou às funcionalidades dos equipamentos.

Os QuietComfort Ultra Headphones Gen 2 continuam a posicionar-se como o modelo mais completo da linha, integrando cancelamento de ruído ativo, modo Aware com ActiveSense para adaptação automática aos sons exteriores e suporte para áudio espacial através da tecnologia Bose Spatialized Audio. São capazes de atingir até 24 horas, dependendo do modo de utilização.

Já os QuietComfort Ultra Earbuds Gen 2 mantêm o formato intra-auricular com cancelamento de ruído ativo, encaixe ajustável com Stability Bands e certificação IPX4, garantindo resistência a salpicos e suor. A Bose afirma que conta ainda com melhorias na captação de voz para chamadas, uma das áreas críticas deste tipo de produto.

A coleção inclui também os Ultra Open Earbuds, de design aberto, permitindo ao utilizador ouvir música sem isolamento total do ambiente envolvente. Este modelo recorre à tecnologia OpenAudio e destina-se a contextos em que a perceção do exterior é relevante, como deslocações urbanas ou atividades ao ar livre.

Os Ultra Open Earbuds têm um preço recomendado de 379€, os QuietComfort Ultra Headphones Gen 2 custam 479€ e os QuietComfort Ultra Earbuds Gen 2 329€.

Hospital da Luz Torres de Lisboa conclui renovação do Bloco Operatório e internamento

A unidade Hospital da Luz Torres de Lisboa reabre as áreas cirúrgicas e de internamento após uma remodelação que modernizou equipamentos e espaços.

O Hospital da Luz Torres de Lisboa concluiu uma remodelação profunda que abrangeu as áreas de internamento e o Bloco Operatório, agora reorganizados e equipados com tecnologia de última geração. Durante o período de obras, a atividade cirúrgica e o internamento foram temporariamente assegurados no Hospital da Luz Lisboa, regressando à unidade de Torres de Lisboa em pleno no passado mês de novembro.

A intervenção permitiu criar um Bloco Operatório com quatro salas cirúrgicas dotadas de sistemas avançados, complementadas por uma unidade de cuidados pós-anestésicos, um Hospital de Dia Cirúrgico orientado para procedimentos de ambulatório e uma área de cuidados intermédios. O internamento médico-cirúrgico foi igualmente reconfigurado, passando a incluir quartos individuais e duplos concebidos para melhorar o conforto dos doentes e as condições de trabalho das equipas clínicas.

Com esta atualização, o Hospital da Luz Torres de Lisboa reforça a sua capacidade assistencial, oferecendo um ambiente funcional e alinhado com as exigências atuais da prática clínica.

Porque devem apostar num Domínio .PT? Protejam o vosso negócio online e ganhem credibilidade

O vosso domínio .PT é muito mais do que um endereço online: é a morada digital do vosso negócio na internet. Quando expira, abre portas a problemas graves, desde perda de clientes até riscos de segurança e reputação. Neste artigo completo, vamos explicar porque devem renovar domínio .PT, como proteger o vosso endereço online e maximizar a presença digital do vosso negócio.

O que acontece quando o vosso domínio .PT expira

Quando um domínio expira, os efeitos negativos podem ser imediatos e impactantes:

  • Site offline: clientes não conseguem aceder ao vosso site, perdendo confiança e oportunidades de negócio.
  • E-mails bloqueados: toda a comunicação profissional é interrompida, prejudicando vendas e suporte ao cliente.
  • Links partilhados deixam de funcionar: tráfego e referências externas desaparecem, afetando SEO e marketing digital.

Além disso, um domínio expirado pode ser rapidamente registado por terceiros, criando riscos de segurança e reputação.

Presença online .PT = credibilidade e confiança

Manter o domínio ativo é crucial para transmitir profissionalismo e confiança. Um domínio expirado passa uma mensagem de abandono e falta de cuidado com o negócio.

  • Mostra que o negócio está ativo e confiável.
  • Reforça a credibilidade junto de clientes e motores de busca.
  • Contribui para SEO, permitindo que os clientes encontrem facilmente o vosso site.

Empresas que mantêm os seus domínios ativos têm maior autoridade digital, o que impacta diretamente em estratégias de marketing online, como campanhas de e-mail marketing, anúncios e conteúdo orgânico.

Proteção contra roubo e abusos

Domínios expirados estão vulneráveis a diversos tipos de ameaças:

  • Concorrentes: podem registar o vosso domínio para capturar clientes.
  • Bots e revendedores: exploram domínios expirados para lucro próprio.
  • Cibercriminosos: podem usar o vosso domínio para fraudes ou phishing.

A forma mais segura de manter controlo é renovar o domínio .PT antes de expirar e ativar opções de renovação automática.

Benefícios a longo prazo de renovar o vosso domínio .PT

Renovar o domínio não é apenas evitar problemas imediatos, mas também gerar vantagens estratégicas:

  • Proteção da marca: garante que o vosso nome de marca não é usado por terceiros.
  • SEO consistente: mantém backlinks ativos e autoridade do domínio.
  • Confiança do cliente: sites ativos e e-mails funcionais aumentam a credibilidade.
  • Economia de tempo e recursos: evitar problemas futuros é sempre mais barato do que corrigir danos.

Exemplos reais de problemas com domínios expirados

  • Empresas de todos os tamanhos já sofreram com domínios expirados:
  • Um e-commerce perdeu semanas de vendas porque o domínio expirou e o site ficou offline.
  • Um consultório profissional teve e-mails bloqueados, atrasando comunicações importantes com clientes.
  • Um blog popular perdeu tráfego orgânico significativo porque links externos ficaram quebrados após o domínio expirar.

Evitar estas situações é simples com a renovação regular do vosso domínio .PT.

Impacto do domínio ativo no SEO e marketing digital

Um domínio expirado pode prejudicar diretamente o SEO e campanhas de marketing:

  • Backlinks perdem valor se o site ficar offline.
  • Perda de tráfego orgânico e visibilidade em motores de busca.
  • E-mails interrompidos prejudicam campanhas de e-mail marketing.

Manter o domínio ativo fortalece a presença digital e maximiza o retorno das suas estratégias online.

ÁreaImpacto Imediato (0-7 dias)Impacto de Longo Prazo (+30 dias)
SEOQueda nas posições de palavras-chave.Remoção total do Google e perda de autoridade de domínio.
E-mailInterrupção total de comunicação.Blacklist de IPs e perda de leads históricos.
AnúnciosCampanhas de Google/Meta Ads são pausadas por “URL de destino inválida”.Aumento no Custo por Clique (CPC) devido ao baixo índice de qualidade.

Perguntas frequentes sobre renovação de domínios

Quanto tempo antes de expirar devo renovar o domínio?

Recomenda-se renovar pelo menos 30 dias antes do vencimento para evitar qualquer interrupção.

Posso perder o meu domínio se não renovar a tempo?

Sim. Um domínio expirado pode ser registado por concorrentes, bots ou cibercriminosos.

É seguro usar renovação automática?

Sim. É a forma mais prática de garantir que o vosso domínio .PT permanece seguro e ativo.

O que acontece se o domínio expirar por poucos dias?

Mesmo alguns dias de expiração podem causar problemas de SEO, perda de e-mails e risco de roubo do domínio. A prevenção é sempre melhor.

Não deixem que o vosso domínio .PT expire. Renovar garante que o vosso negócio permanece ativo, seguro e confiável. Com a Amen.pt, o processo é rápido, seguro e económico. Mantenham o vosso domínio sob controlo, protejam a vossa marca e maximizem os resultados das vossas estratégias digitais. Acedam a amen.pt e descubram porque devem escolher um domínio .PT.

Cibercrime ganha terreno com o aumento das compras natalícias

A intensificação das compras de Natal coincide com um aumento expressivo das fraudes online, potenciadas por engenharia social e novas ferramentas de IA.

Com a corrida às compras de Natal a intensificar-se na Internet, cresce também a atividade dos grupos que exploram este período para enganar consumidores menos atentos. A Stratesys, multinacional tecnológica que atua como ponte digital entre a Europa e a América Latina, tem vindo a alertar para o aumento das fraudes online, para a forma como estas tiram partido da inteligência artificial e para os cuidados essenciais a adotar antes de finalizar qualquer compra.

A manipulação emocional mantém-se como a técnica preferida dos burlões, que recorrem a mensagens alarmistas, como avisos de contas bloqueadas ou suposta atividade suspeita, para desencadear decisões apressadas. Perante comunicações deste tipo, torna-se decisivo olhar com atenção para elementos que possam denunciar uma tentativa de fraude, desde discrepâncias entre o nome exibido e o endereço real do remetente até hiperligações que conduzam a domínios estranhos ou subdomínios enganadores. Mesmo com ataques cada vez mais sofisticados, muitos continuam a trair-se pela fraca qualidade da escrita, pela utilização de logótipos degradados ou pela aparência pouco profissional das páginas. Também pedidos de credenciais completas, palavras-passe ou códigos PIN constituem sinais claros de que está em marcha uma tentativa de phishing.

Entre as táticas em crescimento destaca-se o smishing, em que uma mensagem SMS leva a vítima a ligar para um número supostamente associado a assistência técnica. A elevada taxa de sucesso deve-se à perceção do SMS como um canal mais pessoal e fiável, normalmente usado para notificações bancárias ou códigos de autenticação, levando quem recebe a iniciar o contacto para resolver um problema que, na realidade, não existe.

Os atacantes aproveitam ainda vários comportamentos instalados. A rotina digital leva muitos a clicar de forma automática em hiperligações ou notificações, o que facilita a instalação de cargas maliciosas disfarçadas de avisos de entrega ou outros processos quotidianos. A reutilização de palavras-passe multiplica os danos: um incidente num serviço de baixo risco pode abrir caminho a acessos indevidos a plataformas de maior valor, através de ataques de “credential stuffing”. A exposição excessiva nas redes sociais fornece mais matéria-prima para esquemas personalizados, já que informações aparentemente inofensivas – aniversários, nomes de familiares, locais de trabalho ou hábitos – permitem construir mensagens difíceis de distinguir das legítimas. A resistência em aplicar atualizações de software mantém os dispositivos vulneráveis a falhas já corrigidas pelos fabricantes, mas que continuam ativas para quem não atualiza.

Nas compras feitas através do telemóvel, o nível de segurança depende tanto das medidas tecnológicas como do comportamento de quem utiliza o dispositivo. As plataformas móveis recorrem a ambientes isolados que limitam a ação de aplicações maliciosas e “e são sujeitas a controlo das próprias lojas digitais, que atuam como primeira barreira contra aplicações maliciosas. No entanto, a dimensão reduzida dos ecrãs dificulta a verificação rigorosa de URLs ou certificados, abrindo espaço a sites falsos que parecem legítimos. O recurso frequente a redes Wi-Fi públicas aumenta o risco de interceção de tráfego e ataques “Man in the Middle”. Técnicas como o smishing e o vishing revelam-se ainda mais eficazes nos telemóveis, já que se misturam com as funções normais de chamadas e mensagens.

Se alguém for vítima de fraude, a rapidez é determinante. O cancelamento imediato do cartão utilizado e o contacto com o banco podem impedir novos débitos e iniciar processos formais de disputa. A recolha de todas as provas – e-mails, capturas de ecrã, registos de conversas e comprovativos de pagamento – torna-se essencial para documentar o sucedido, tal como a denúncia às autoridades. Caso tenha sido introduzida uma palavra-passe num site falso, importa alterá-la sem demora, bem como qualquer outra que dependa das mesmas credenciais. A possibilidade de recuperar dinheiro varia consoante o método usado: cartões de crédito ou serviços como o PayPal oferecem proteções superiores, enquanto transferências ou operações com criptomoedas deixam margem reduzida para recuperar valores.

A proliferação de modelos de inteligência artificial generativa ampliou significativamente o alcance dos ataques. A criação de campanhas de phishing personalizadas, a utilização de deepfakes de áudio e vídeo, o desenvolvimento de malware que se adapta para contornar defesas tradicionais e a automação da cadeia de ataque criaram um cenário onde operações antes complexas estão hoje ao alcance de atores com conhecimentos mínimos. Estes sistemas conseguem identificar vulnerabilidades, explorá-las, escalar privilégios e extrair dados com uma eficiência inédita.

As empresas não escapam a este contexto. A pressão sazonal aumenta a probabilidade de incidentes que não se limitam a prejuízos imediatos. Ataques de negação de serviço podem derrubar websites em períodos de maior tráfego, enquanto operações de ransomware têm capacidade para paralisar sistemas de stock, logística ou pontos de venda. Vulnerabilidades em componentes de e-commerce podem permitir o roubo de dados de cartões sem que a organização se aperceba, e qualquer incidente que exponha informação de clientes pode deixar marcas reputacionais prolongadas.

Dito tudo isto, manter atenção redobrada e adotar práticas básicas de verificação pode ser determinante para evitar problemas num dos períodos mais movimentados do ano.

Governo lança programa Floresta Azul para recuperar pradarias marinhas

Aprovado pelo Governo, o Floresta Azul define ações de restauro, criação de viveiros e sensibilização para proteger as pradarias marinhas.

O Governo decidiu implementar o programa Floresta Azul, uma iniciativa dedicada ao restauro ecológico das pradarias marinhas, destacando a relevância destes habitats e a necessidade de travar as pressões que têm acelerado a sua perda. A decisão resulta da cooperação entre o Ministério do Ambiente e Energia e o Ministério da Agricultura e Mar, enquadrando-se nas prioridades nacionais de recuperação da natureza e nos compromissos ambientais assumidos pelo país.

O programa desenvolve-se em várias frentes, desde o mapeamento das áreas onde estas pradarias subsistem até à realização de intervenções diretas de restauro, que incluem plantação e a criação de viveiros específicos. Integra também uma dimensão de sensibilização dirigida às comunidades costeiras, procurando reforçar o envolvimento local no processo. Será ainda avaliado o contributo destas pradarias para o sequestro de carbono, com o objetivo de integrar esse valor no Mercado Voluntário de Carbono.

A execução do Floresta Azul será garantida através de contratos-programa celebrados entre a Agência para o Clima, o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, a Agência Portuguesa do Ambiente, a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos e várias entidades com atuação na conservação e restauro das pradarias marinhas, entre centros de investigação e organizações ambientais.

As pradarias marinhas permanecem essenciais para o equilíbrio ecológico, assegurando sequestro de carbono azul, sustentando uma elevada diversidade biológica, estabilizando sedimentos e contribuindo para a proteção natural da linha de costa, fatores que reforçam a urgência de uma intervenção consistente.

Cibersegurança doméstica: cinco práticas essenciais para travar acessos indevidos aos dispositivos

A crescente dependência de dispositivos conectados dentro de casa tem vindo a expor utilizadores de várias idades a riscos que nem sempre são evidentes. À medida que smartphones, tablets e outros equipamentos assumem um papel central no quotidiano, aumenta também a probabilidade de intrusões digitais, sobretudo quando não são aplicadas medidas básicas de proteção.

A vulnerabilidade é ainda mais evidente entre crianças e idosos. Os mais novos enfrentam um ambiente digital complexo, onde a navegação passa por redes sociais, plataformas de entretenimento e até pesquisas comuns relacionadas com temas populares – incluindo referências a áreas muito procuradas, como os melhores casinos online -, o que exige uma atenção redobrada para garantir que interagem apenas com conteúdos fidedignos e adequados à idade. Entre os mais velhos, as chamadas fraudulentas continuam a destacar-se como uma das maiores preocupações, muitas vezes explorando fragilidades tecnológicas e algum distanciamento face às funcionalidades mais recentes.

Os números mais recentes do relatório Microsoft Digital Defense Report ajudam a traçar o cenário: no primeiro semestre do ano, o país figurava na 12.ª posição entre as regiões europeias mais visadas, representando cerca de 2,4% dos utilizadores afetados. A nível mundial, surgia na 32.ª posição. A maioria dos ataques tem origem em fugas de informação que permitem descodificação de palavras-passe e acesso a dados sensíveis, frequentemente com fins financeiros. Este panorama contrasta com o aumento constante de dispositivos conectados no lar, tornando essencial a adoção de práticas mais atentas.

Vários especialistas sublinham que proteger o ecossistema digital doméstico é menos complicado do que parece. Um dos pilares fundamentais passa por garantir que todos os equipamentos se mantêm atualizados. As atualizações não apenas corrigem vulnerabilidades detetadas como reforçam a capacidade do sistema para bloquear acessos indevidos. Em equipamentos móveis, a verificação é simples e pode ser feita diretamente nas definições. O mesmo se aplica às aplicações, cuja atualização periódica assegura que beneficiam das melhorias de segurança mais recentes.

Outra medida determinante consiste em rever as permissões atribuídas a cada aplicação. Com o passar do tempo, muitas delas acumulam acessos desnecessários – desde localização a contactos – expondo mais informação do que o utilizador possa imaginar. Ajustar estas permissões ajuda a recuperar controlo e reduz a superfície de ataque.

A ligação a redes públicas continua a ser um ponto crítico. Serviços Wi-Fi gratuitos encontrados em cafés, estações ou centros comerciais podem não apresentar salvaguardas suficientes para proteger dados pessoais. Em vários dispositivos é possível desativar a deteção automática deste tipo de redes, evitando ligações impulsivas que comprometam informação sensível.

Os mecanismos de proteção nativos dos equipamentos também desempenham um papel relevante. Muitas ferramentas internas analisam aplicações, sinalizam comportamentos estranhos ou alertam para riscos antes de estes se tornarem efetivos. Confirmar que estas funcionalidades estão ativas adiciona uma camada de segurança sem necessidade de instalar soluções externas. Paralelamente, manter cópias de segurança regulares – na cloud ou em armazenamento físico – garante que a informação essencial permanece acessível mesmo perante falhas técnicas ou perdas acidentais.

A proteção digital doméstica depende igualmente de acompanhar quem está mais exposto. Com crianças, a prioridade passa por transmitir noções básicas de navegação segura, identificar sinais de conteúdos suspeitos e evitar partilha desnecessária de dados pessoais. No caso de pessoas idosas, explicar como reconhecer contactos legítimos ou chamadas potencialmente fraudulentas continua a ser uma ajuda valiosa. Criar listas de contactos fiáveis, organizar números suspeitos com designações claras e simplificar o acesso às funcionalidades do dispositivo contribui para reforçar a autonomia e diminuir riscos.

Num ambiente em que as ameaças evoluem rapidamente, pequenos gestos regulares tornam-se determinantes. A adoção de rotinas de verificação, aliada a uma cultura de atenção e literacia digital dentro da família, permite encarar a tecnologia com maior tranquilidade e reduz significativamente a probabilidade de incidentes.