Concluída a requalificação da EN103 entre Vinhais e Bragança com fundos do PRR

A intervenção na EN103, financiada pelo PRR, permitiu renovar cerca de 30 km entre Vinhais e Bragança e reforçar a mobilidade no nordeste do país.

A requalificação da Estrada Nacional 103, no troço que liga Vinhais a Bragança, foi concluída com um investimento de 16,9 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A intervenção na EN103 abrangeu cerca de 30 quilómetros e incluiu a renovação do pavimento, a melhoria do traçado, da sinalização e dos equipamentos de segurança, assim como a adequação da rede de drenagem, com o objetivo de aumentar a segurança e reduzir os tempos de percurso. Esta via, que passa próximo do IP4, tem também importância turística, garantindo o acesso ao Parque Natural de Montesinho.

A obra integra a Componente C7 do PRR, destinada a investimentos estruturais em territórios transfronteiriços, com a meta de reforçar a economia local e criar condições de apoio às empresas da região.

A Infraestruturas de Portugal, responsável pela execução da empreitada, já recebeu cerca de 374 milhões de euros de fundos europeus no âmbito do PRR. Estes recursos têm sido aplicados em conformidade com os contratos de financiamento das Componentes 7 – Infraestruturas – e 15 – Mobilidade Sustentável, cumprindo todos os objetivos e indicadores estabelecidos pela Comissão Europeia. No caso específico da EN103, o projeto de Ligações Transfronteiriças permitiu cumprir integralmente as metas previstas, superando os objetivos inicialmente definidos.

Até ao momento, 13 obras contratadas pela IP ao abrigo da Componente 7 encontram-se concluídas, enquanto os restantes projetos estão em fase avançada de execução. Na Componente 15, destacam-se intervenções ligadas à digitalização do transporte ferroviário, que continuam a decorrer no terreno.

Foto: IP – Infraestruturas de Portugal

Cristiano Ronaldo surpreende ao falar sobre Donald Trump

Cristiano Ronaldo raramente entra em temas políticos. Quando isso acontece, o mediatismo é imediato. Foi o que aconteceu quando o nome de Donald Trump surgiu numa resposta breve, num contexto informal e sem intenção política declarada. Não foi um discurso. Não foi um manifesto. Foi uma observação. Mas bastou. Porque vindo de Ronaldo, quase tudo ganha eco.

Este artigo olha para o contexto. O que foi dito. Porque surpreendeu. E como declarações de figuras globais continuam a moldar conversas muito para além do futebol. Hoje, esse impacto mediático reflete-se também na forma como muitos adeptos acompanham o jogo fora das quatro linhas, cruzando a leitura jornalística com odds, previsões e análises feitas por equipas especializadas.

É nesse contexto que surge o trabalho da equipa portuguesa da MightyTips, que reúne leituras estatísticas, tendências de mercado e enquadramento competitivo para quem procura compreender o jogo com base em dados e contexto.

Ronaldo,Trump e o peso das palavras

A combinação soa improvável. Mas aconteceu. O tema surgiu numa conversa informal, quando Ronaldo foi questionado sobre liderança e exposição mediática. A resposta não foi política. Foi pessoal. E por isso chamou a atenção. Ronaldo Trump passou rapidamente a circular como associação inesperada.

Ronaldo falou de foco, de disciplina, de pressão constante. Características que, goste-se ou não, definem também figuras públicas como Trump. A leitura foi imediata: estaria Cristiano Ronaldo a elogiar o actual presidente dos Estados Unidos?

A reação mostrou como o espaço entre desporto e política é hoje mínimo.

“Gostaria um dia de o conhecer e sentar-me com ele, porque é uma das pessoas de quem realmente gosto” – Cristiano Ronaldo

Cristiano Ronaldo elogia Trump: o contexto da frase

Importa separar boatos de conteúdo. Ronaldo não fez campanha. Não tomou posição partidária. O que fez foi algo mais simples. Reconheceu resistência à pressão mediática. Uma ideia que já repetiu sobre treinadores, empresários e atletas. Ainda assim, a leitura jornalística foi rápida: “Cristiano Ronaldo elogia Trump” começou a surgir em manchetes e redes sociais.

Donald Trump, por seu lado, já tinha falado publicamente sobre Ronaldo em ocasiões anteriores, sempre no registo típico.

Importa também esclarecer a cronologia. Na altura desta declaração, Cristiano Ronaldo ainda não tinha conhecido Donald Trump pessoalmente. Esse encontro acabaria por acontecer mais tarde, já na Casa Branca, num contexto institucional distinto.

“O Barron chegou a conhecê-lo. E acho que agora respeita um pouco mais o pai, só pelo facto de eu o ter apresentado” – Donald Trump

Não é uma novidade. Trump tende a elogiar vencedores. Ronaldo encaixa nesse perfil.

Cristiano Ronaldo sobre Trump: porque surpreendeu

A surpresa não veio do conteúdo. Veio do silêncio habitual. Cristiano Ronaldo sobre Trump não é um tema recorrente. Pelo contrário. Ronaldo sempre evitou comentários políticos diretos. Prefere falar de futebol. De família. De trabalho.

Quando quebra esse padrão, mesmo que de forma indireta, gera atenção. Não por alinhamento ideológico. Mas porque revela algo sobre a forma como vê o sucesso sob pressão.

Futebol, política e o efeito mediático

O futebol moderno já não vive isolado. Cruza-se com tudo. Quando Ronaldo fala, o impacto não é apenas desportivo. Atinge audiências, mercados, redes sociais.

Aqui entra um ponto importante. O interesse do público em grandes figuras aumenta sempre que há cruzamento de temas. Futebol e política, desporto e poder, liderança e exposição. Esse efeito é mensurável. Em audiências. Em cliques. Em tendências.

O que realmente foi dito (sem exageros)

Vale a pena resumir. Sem manchetes forçadas.

  1. Ronaldo falou de pressão e foco
  2. Não tomou posição política
  3. Reconheceu resistência mediática
  4. O contexto foi pessoal, não ideológico

Tudo o resto veio depois.

Reações e leitura pública

As reações dividiram-se. Como quase tudo hoje em dia. Houve quem visse normalidade. Houve quem criticasse. Houve quem exagerasse. Mas no final nada de novo. O que ficou claro é que Ronaldo continua a ser lido para além do que diz.

A linha ténue entre desporto e opinião pública

Há um ponto em que o atleta deixa de controlar a narrativa. Não porque fala demais. Mas porque fala pouco.

No futebol global, cada referência externa é amplificada. Não importa a intenção. Importa a leitura. Ronaldo conhece bem esse território. Por isso mede palavras. Por isso evita rótulos. Quando algo foge desse padrão, o interesse cresce. Não pelo conteúdo em si. Mas pelo que revela sobre o espaço onde o futebol já se cruza com tudo.

Quando o silêncio pesa mais do que a opinião

Há figuras que falam pouco porque sabem o peso que carregam. Ronaldo é uma delas. Num tempo em que quase tudo é opinião instantânea, o silêncio também comunica. Quando quebra esse padrão, mesmo de forma indireta, o impacto é maior.

Não porque muda posições. Mas porque expõe como o futebol moderno já não vive isolado. Cada frase é lida, ampliada, interpretada. E nem sempre como foi dita. É o preço de ser global.

Conclusão

Cristiano Ronaldo não mudou de papel. Continuou a ser o que sempre foi. Uma figura global. Observada ao detalhe. Interpretada para lá das palavras. O episódio envolvendo Donald Trump mostrou apenas isso: no futebol moderno, até o silêncio é lido como mensagem.

Este texto teve o contributo de Manuela Almeida Carvalho, especialista convidada, que ajudou a enquadrar o impacto mediático destas declarações fora do campo, com uma leitura mais fria e contextual.

McDonald’s abre o 220º restaurante em Portugal na Mealhada

Com 132 lugares no interior e 60 na esplanada, o McDonald’s Mealhada criou, também, 60 novos postos de trabalho.

Tem sido um final de ano bem interessante para a McDonald’s. Além dos restaurantes que tem vindo a remodelar até aqui, a empresa inaugurou outros em novembro e dezembro, como em Quarteira, Alta de Lisboa, Eiras e Amarante. Pois bem, a cadeia de fast food ainda tinha mais uma abertura planeada para 2025, neste caso com o restaurante que acaba de inaugurar na Mealhada.

Com capacidade para 132 clientes no interior e 60 na esplanada, o restaurante, gerido por Hugo Nascimento, que também lidera a unidade de Cantanhede, pretende integrar-se na rotina da comunidade local e dos visitantes, oferecendo opções para refeições rápidas, encontros familiares ou refeições a qualquer hora do dia.

A sustentabilidade mantém-se como um dos eixos da operação, com a instalação de painéis fotovoltaicos, postos de carregamento para veículos elétricos e ecopontos destinados à separação seletiva de resíduos.

Para além do impacto ambiental, a abertura do restaurante tem relevância económica, criando 60 empregos diretos e reforçando o envolvimento da marca com a comunidade local.

O McDonald’s Mealhada é o 220.º restaurante da cadeia em Portugal.

Petroprix inaugura posto de combustível em Vila Nova de Famalicão

A Petroprix abriu o seu primeiro posto no distrito de Braga, em Vila Nova de Famalicão, aumentando para nove o número de estações low-cost em Portugal.

A Petroprix inaugurou o seu primeiro posto de combustível no distrito de Braga, com a abertura de uma estação em Vila Nova de Famalicão, reforçando a sua expansão em Portugal e elevando para nove o número de postos low-cost no país.

Situado na Avenida Portas do Minho, em Ribeirão, o posto foi pensado para responder à intensa circulação diária de veículos na região, oferecendo gasóleo simples e gasolina 95 com preços entre 10 e 15 cêntimos mais baixos por litro do que os praticados por outros operadores, cumprindo todos os padrões legais e técnicos exigidos em Portugal e na União Europeia.

A estação funciona de forma totalmente automatizada, permitindo abastecer até quatro viaturas em simultâneo, com um sistema próprio de pagamento e controlo interno, garantindo serviço 24 horas por dia. Na fase inicial, colaboradores estão no local para apoiar os clientes na utilização da aplicação da marca, que oferece três litros gratuitos no primeiro abastecimento e permite consultar preços em tempo real, localizar postos e aceder a promoções.

A escolha de Famalicão reforça a estratégia da Petroprix no Norte do país, embora a empresa planeie também expandir a sua presença na Grande Lisboa no início de 2026. O balanço do último ano é descrito como positivo, com crescimento contínuo no número de clientes nas estações já existentes, resultado do modelo totalmente digital que proporciona poupança de tempo e dinheiro aos utilizadores.

Plenergy chega às 10 localizações em Portugal com novo posto em Abrantes

A Plenergy está a trabalhar para abrir mais estações até ao final do ano, sendo que a próxima abertura deverá ser em Loures.

Depois de, em outubro, ter aberto na Póvoa de Varzim e em Matosinhos os mais recentes postos de abastecimento de combustível, eis que a Plenergy retomou o seu plano de expansão, com a inauguração de um novo posto em Abrantes.

O novo posto situa-se na Avenida Dom João I e está disponível 24 horas por dia na vertente automática, com o apoio de um colaborador durante o horário diurno. Quanto a preços, o gasóleo simples tem um custo de 1,449€/l, enquanto a gasolina 95 simples é vendida a 1,509€/l, posicionando-se como uma das alternativas mais económicas da região. Há, ainda, Gasóleo Plus por 1,469€/l, bem como Gasolina 95 Plus por 1,529€/l.

De resto, sabe-se que a empresa está a trabalhar para abrir mais estações até ao final do ano, sendo que a próxima abertura deverá ser em Loures.

Plenergy quer mudar o panorama do mercado de combustíveis em Portugal

A Plenergy foca-se no crescimento através dos seus próprios postos, em vez de franchisar a marca a terceiros. A sua estratégia passa por instalar-se em locais com grande volume de tráfego, o que permite oferecer preços mais baixos. Ao comprar grandes quantidades de combustível, a empresa consegue negociar melhores preços com os fornecedores. E sim, as estações da Plenergy funcionam 24 horas por dia.

A meta em Portugal é conquistar o segundo ou terceiro lugar no mercado, atualmente liderado pela Galp, que tem quase 700 postos de abastecimento. A Prio, a sua concorrente direta no segmento de baixo custo, tem atualmente mais de 250 postos a nível nacional.

Primark vai finalmente chegar a Setúbal em 2026

Tal como vários rumores indicavam, a gigante de moda Primark vai mesmo instalar-se no Alegro Setúbal, embor ainda não haja uma data concreta de inauguração.

Em junho de 2024, durante uma web meeting com a imprensa portuguesa, ficámos a conhecer os planos da Primark em Portugal, que passava não só por quatro novas lojas – Montijo, Guimarães, Viseu e Covilhã -, como uma remodelação da loja da cadeia irlandesa do Centro Colombo, que tem agora um total de 6.038m2 de área comercial, o que a torna na maior loja Primark do mundo num só piso.

E a verdade é que essas lojas já foram todas inauguradas, à exceção do espaço na Covilhã. A do Montijo foi inaugurada a 11 de outubro de 2024, ao passo que a de Guimarães e Viseu começaram a funcionar a 9 de maio e 26 de junho deste ano, respetivamente. Já a superfície comercial na Covilhã será inaugurada apenas em 2026, mais especificamente no City Center Covilhã.

No entanto, e como seria de esperar, a cadeia de moda irlandesa não vai ficar por aqui. Sabe-se, por exemplo, que a Sonae Sierra irá investir 16 milhões de euros para remodelar o GaiaShopping, numa obra que abrangerá fachadas, corredores interiores, zona de restauração e, até, os parques de estacionamento. Neste projeto estão também incluídas 20 novas lojas, entre as quais um espaço da Primark, que assumirá o papel de nova âncora.

Outro espaço será em Castelo Branco, mais especificamente no Fórum Castelo Branco, também com abertura planeada para 2026. E, sabe o Echo Boomer, a Primark vai também chegar finalmente a Setúbal.

Há algum tempo que o nome Primark circula entre aqueles que trabalham numa das lojas do Alegro Setúbal, o principal centro comercial da cidade. Aliás, vários trabalhadores chegaram mesmo a dizer-nos que o plano passava por retirar a loja d’O Gato Preto do Alegro Setúbal – ou pelo menos relocalizar a loja – e fazer aí surgir a Primark, que iria também ocupar o atual lugar da Box do Auchan. Ora, não se confirmando essa ocupação da loja d’O Gato Preto – marca que enfrenta uma grave crise financeira, com dívidas que ascendem a 50 milhões de euros -, o Echo Boomer sabe que, efetivamente, já estão a decorrer as obras para fazer nascer a Primark no espaço onde, durante anos, existiu a Box do Auchan.

Ainda nada é visível para quem passa pelo local, pois está tudo a ser feito dentro dos taipais. E não há, por agora, uma data de abertura prevista, até porque este tipo de obras costuma atrasar.

Portanto, a Primark vai ficar mesmo ao lado da entrada para o Auchan. É, no fim de contas, mais uma excelente aquisição para o Alegro Setúbal, que tem vindo a ganhar várias novidades ao longo deste ano.

Em maio, por exemplo, o centro passou a contar com novas insígnias e reconfigurações de espaços já existentes. A abertura da Delta Espresso introduziu um novo ponto de paragem para quem procura uma pausa breve, enquanto a Oro Vivo regressou com um conceito renovado e um layout alinhado com a imagem mais recente da marca, ocupando o espaço deixado vago pela Naturloja. Também a New Home Decor voltou a integrar a oferta do centro, com propostas direcionadas para a decoração de interiores.

Em junho, o destaque foi o regresso da loja Quatro Patas, retomando a ligação com o público que valoriza produtos e serviços dedicados aos animais de companhia. Já a Parfois reabriu num novo espaço – basicamente ocupou o antigo lugar da Oro Vivo e da pastelaria Aquarius – agora mais amplo e com maior visibilidade, reunindo toda a coleção da marca. A Tabak, por sua vez, apresentou-se com uma imagem atualizada, mantendo o posicionamento de conveniência que a caracteriza.

Algum tempo depois, o Alegro Setúbal passou a contar com uma pop Lpoint, que trouxe uma seleção de marcas internacionais ligadas à moda e ao calçado, incluindo nomes como Fred PerryAdidasVans e Converse, bem como com uma loja da Decenio. Já a Cidália Cabeleireiros foi relocalizada, com uma nova imagem, tudo porque, no anterior espaço, está a nascer uma loja Celeiro, cuja oferta se centra em produtos saudáveis e refeições ligeiras. O objetivo é ter esta loja de portas abertas antes do ano terminar.

Mais recentemente, o Alegro Setúbal recebeu um quiosque da Santini, levando finalmente uma proposta de ótimos gelados para o centro comercial, bem como uma loja da Fábrica dos Óculos. Mais novidades? Só mesmo em 2026…

Slow J, Bonga e Lulu Santos são os primeiros confirmados no Coala Festival Portugal 2026

O Coala Festival Portugal mantém o objetivo de explorar a relação entre música, cultura e identidade.

O Coala Festival Portugal confirmou Slow J, Bonga e Lulu Santos como os primeiros nomes para a edição de 2026, que se realizará nos dias 30 e 31 de maio no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais.

Slow J, rapper, compositor e produtor musical de ascendência luso-angolana, será uma das principais atrações do festival. O artista apresenta o concerto Afro Fado, que combina influências africanas e portuguesas, refletindo a sua identidade musical e cultural.

Já Bonga, aos 83 anos, mantém-se como uma referência incontornável da música lusófona e da história cultural angolana. Reconhecido pelo seu envolvimento na luta pela independência de Angola, o cantor e compositor é uma figura central do semba. Em 1972 lançou o álbum Angola 72, um marco da música africana com significado político e cultural, e conta atualmente com quase 40 discos publicados ao longo da sua carreira.

Por sua vez, o músico brasileiro Lulu Santos, conhecido por sucessos como “Apenas Mais Uma de Amor” e “Um Certo Alguém”, completa este primeiro anúncio. Iniciou a sua carreira na banda Vímana e tornou-se, desde a década de 1980, um dos nomes mais influentes da música popular brasileira, reconhecido pelo seu trabalho enquanto compositor, guitarrista e produtor.

A curadoria da próxima edição do Coala Festival Portugal é assegurada por Gabriel Andrade, sócio-fundador do festival, e pelo músico e escritor angolano Kalaf Epalanga, apresentando uma programação que privilegia a diversidade estética e o diálogo entre Brasil, Portugal e África. O evento mantém o objetivo de criar pontes entre gerações, explorar a relação entre música, cultura e identidade, e reforçar o papel da língua portuguesa como elemento central de ligação.

Os bilhetes já estão à venda para os dois dias, com o passe geral a custar 80€. Há, ainda, a vertente VIP, disponível por 150€.

Governo lança novo apoio para compra de veículos elétricos

O Governo lançou um novo Aviso que apoia a compra de veículos elétricos e de baixa emissão, promovendo a descarbonização do setor dos transportes em Portugal.

O Governo anunciou a abertura do novo Aviso para incentivos à aquisição de veículos com emissões reduzidas, com um orçamento global de 17,6 milhões de euros. As candidaturas terão início a 29 de dezembro e permanecerão abertas até 12 de fevereiro de 2026, ou até que a dotação seja totalmente utilizada.

Tal como nos avisos anteriores, mantém-se a exigência de abate de veículos a combustível fóssil com mais de 10 anos, bem como a majoração do apoio para Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), Autoridades de Transportes e Autarquias Locais.

Uma novidade deste Aviso é a extensão do apoio a veículos de emissões reduzidas já adquiridos, desde que a compra tenha ocorrido a partir de 1 de janeiro de 2025. Ficam, porém, excluídos os veículos ligeiros de mercadorias 100% elétricos, que serão abrangidos por um Aviso específico devido às suas particularidades nas emissões de gases.

O apoio contempla várias tipologias de veículos e equipamentos. Ligeiros de passageiros 100% elétricos podem receber até 4.000€ de incentivo para pessoas singulares e 5.000€ para IPSS, Autoridades de Transportes e Autarquias Locais, exigindo-se o abate de veículos a combustível fóssil com mais de 10 anos e existindo limites de preço de aquisição, incluindo IVA e despesas associadas, de 38.500€, ou 55.000€ para veículos com mais de cinco lugares. Bicicletas de carga, elétricas ou não, têm apoio correspondente a 50% do valor de compra, com um teto máximo de 1.500€ para as elétricas e 1.000€ para as restantes.

Bicicletas convencionais e elétricas recebem também 50% do valor de aquisição, com limite de 750€ para elétricas e 500€ para as restantes. Motociclos, ciclomotores, triciclos e quadriciclos elétricos podem beneficiar de um incentivo de 50% do preço de compra, até ao máximo de 1.500€. Adicionalmente, estão contemplados carregadores para veículos elétricos em condomínios multifamiliares, com um incentivo de 80% do custo do equipamento até 800€ por lugar de estacionamento, acrescendo 80% da instalação elétrica até 1.000€, limitado a um carregador por condómino e a um máximo de 10 por condomínio.

O apoio é válido em todo o território nacional e cada pessoa coletiva pode submeter até quatro candidaturas, enquanto cada pessoa singular está limitada a uma candidatura, conforme a tipologia do veículo. Após aprovação, os beneficiários têm 90 dias para efetuar a aquisição, caso ainda não o tenham feito, e entregar a documentação exigida, incluindo comprovativo de abate de veículo antigo, através do formulário disponibilizado pelo Fundo Ambiental.

Porto de Lisboa recebe escala do Star Seeker, novo navio de cruzeiros de expedição português

Construído nos Estaleiros West Sea, o Star Seeker chegou a Lisboa antes de seguir para Málaga e, depois, Miami, onde será oficialmente batizado.

O Porto de Lisboa recebeu, a 17 de dezembro, a primeira escala do Star Seeker, o mais recente navio de cruzeiros de expedição construído em Portugal. Desenvolvido nos Estaleiros Navais West Sea, em Viana do Castelo, o navio fez a sua estreia precisamente no porto da capital portuguesa, consolidando Lisboa como o primeiro destino internacional a acolher a nova embarcação.

O navio integra a frota da Windstar Cruises, composta por oito embarcações, e teve um investimento aproximado de 70 milhões de euros. Originalmente encomendado pela Mystic Cruises, do empresário português Mário Ferreira, para a marca Atlas Ocean Voyages, o Star Seeker junta-se aos seus navios gémeos, entre os quais se destacam o Star Explorer, primeiro cruzeiro construído em Portugal, e o World Navigator, World Voyager, World Traveller, World Discoverer e World Adventurer, todos produzidos nos Estaleiros West Sea.

O Star Seeker apresenta 131,5 metros de comprimento, uma arqueação bruta de 9.315 toneladas e capacidade para 224 passageiros distribuídos por 112 cabines, em quatro dos oito decks, suportados por uma tripulação de 135 profissionais. Classificado como navio de expedição, dispõe de reforços para navegação em gelo, aumentando a sua versatilidade em diferentes rotas.

Após a escala em Lisboa, o navio seguiu para Málaga, de onde partirá a 28 de dezembro para a viagem inaugural rumo a Miami, onde será oficialmente batizado.

Sete novas linhas de autocarros da Unir entram em operação em janeiro

A expansão da rede de autocarros Unir inclui novas ligações rápidas entre Santa Maria da Feira, Espinho, Maia, Matosinhos e outras cidades da Área Metropolitana do Porto.

A rede de autocarros Unir vai expandir-se com a introdução de sete novas linhas a partir de 5 de janeiro de 2026, numa iniciativa destinada a melhorar a mobilidade intermunicipal e facilitar o acesso a zonas residenciais, empresariais e universitárias. Esta expansão surge como resposta às necessidades identificadas junto das câmaras municipais e aos pedidos dos cidadãos, refletindo a aposta da Transportes Metropolitanos do Porto (TMP) numa oferta de transportes públicos mais diversificada e fiável.

Entre os percursos que passam a estar disponíveis estão ligações rápidas como a 2046, entre Santa Maria da Feira e a Casa da Música, via autoestrada, e a 5023, entre Matosinhos e Maia, via Leça do Balio. Outras linhas incluem a 2059 (Aveiro–Santa Maria da Feira), a 3534 (Vila do Conde–Maia via Castelo), a 8042 (Gondomar–Parque Nascente, via autoestrada e S. Roque), a 9088 (Lourosa/Fiães–Pólo Universitário via Carvalhos) e a 9511 (Espinho–Casa da Música, ligação direta e rápida).

Para suportar esta expansão, a rede aumentou os recursos disponíveis, com a aquisição de 12 novos autocarros e a contratação de 20 motoristas. O presidente da TMP, Marco Martins, revelou que a intenção é, no segundo semestre de 2026, redesenhar a rede com base em dados de procura mais precisos, considerando que a Área Metropolitana do Porto evoluiu desde a implementação inicial da Unir em dezembro de 2023.

O ano de 2025 serviu como fase de estabilização, com 31 milhões de validações registadas, e projeta-se que 2025 feche com cerca de 39 milhões. A rede está organizada por zonas operadas por diferentes empresas: Norte Nascente (Santo Tirso, Valongo, Paredes e Gondomar) pela Nex Continental; Norte Poente (Póvoa de Varzim e Vila do Conde) pela Porto Mobilidade; Norte Centro (Maia, Matosinhos e Trofa) pela Vianorbus; Sul Poente (Vila Nova de Gaia e Espinho) pela Transportes Beira Douro; e Sul Nascente (Santa Maria da Feira, São João da Madeira, Arouca, Oliveira de Azeméis e Vale de Cambra) pela Xerbus.

Eh Pá Food: A nova food truck que mistura sabores do Brasil e Portugal em Ponta Delgada

A food truck histórica e colorida do Eh Pá Food levou para o Parque Atlântico opções que vão do pequeno-almoço aos lanches e sobremesas, combinando influências do Brasil e Portugal.

No exterior do Parque Atlântico, em Ponta Delgada, uma nova proposta gastronómica tem vindo a conquistar atenção: o Eh Pá Food. Esta food truck apresenta uma oferta que combina sabores do Brasil com influências portuguesas, numa abordagem que vai além do tradicional conceito de “comida para levar”, permitindo aos clientes sentarem-se e usufruírem da esplanada disponível.

O menu do Eh Pá Food abrange todas as refeições do dia, desde pequenos-almoços a lanches e sobremesas. De manhã, surgem opções como tostas simples ou com queijo, croissants variados, bolos tradicionais açorianos e panquecas com diferentes coberturas. Para o almoço ou lanche, a food truck disponibiliza cachorros-quentes preparados com ingredientes selecionados, coxinhas de frango, pregos no pão e empanadas, complementados por snacks como batatas fritas com bacon e molho especial, aros de cebola ou palitos de queijo.

A vertente doce é igualmente extensa, com brigadeiros de vários sabores, bolos em pote, brownies e pudins, bem como açaí, cada vez mais procurado e servido com diferentes complementos.

A carrinha azul que acolhe esta proposta tem uma história própria, remontando à Segunda Guerra Mundial, e distingue-se visualmente no espaço exterior do centro comercial. O projeto nasceu de um convite do Parque Atlântico a Leandro Barros, responsável pelo conceito, para criar uma oferta que acrescentasse dinamismo à zona exterior do centro. Desde a sua instalação, o Eh Pá Food tem vindo a afirmar-se como um ponto de encontro para quem procura variedade e sabores distintos em Ponta Delgada.

Bombons de Pistacho da Mercadona destacam-se nas vendas de Natal

Bombons de Pistacho com chocolate branco, Gianduja, avelãs e pistachos tornam-se sucesso nas lojas da Mercadona em Portugal, superando as 60.000 unidades vendidas.

Por esta altura, muitos são aqueles que procuram levar para a mesa de Natal alguns bombons mais “fora da caixa”, com sabores pouco habituais. Já outros arriscam menos e optam por um dos ingredientes do momento, o pistácio. E é aqui que entra a Mercadona, neste caso com os seus Bombons de Pistacho, que se tornaram rapidamente populares em Portugal, com mais de 60.000 unidades vendidas desde o lançamento.

O produto combina chocolate Gianduja – uma mistura cremosa de chocolate e pasta de avelã – com chocolate branco, avelãs e pistachos, incorporando ainda raspas destes frutos secos que realçam o sabor do pistacho e acrescentam crocância. O contraste entre a suavidade do chocolate, a intensidade do pistacho e a textura das avelãs é apontado como um dos fatores que mais agradam aos clientes.

Diogo Barbosa, responsável pela categoria de Chocolates na Mercadona, explica que o lançamento foi desenvolvido com base numa análise aos hábitos de consumo em Portugal. O objetivo foi criar um produto versátil, adequado para acompanhar um café, oferecer como prenda ou degustar sozinho, respondendo à procura por doces que se adaptem a diferentes ocasiões e ao espírito de convívio que caracteriza o Natal.

FlixBus lança nova linha que liga a Figueira da Foz a Coimbra, Tomar e Santarém

FlixBus aumenta frequências entre cidades portuguesas e reforça viagens para França, Suíça e Luxemburgo numa época marcada por maior procura.

A aproximação do Natal e do Ano Novo está a provocar um aumento considerável na deslocação de passageiros nas principais ligações rodoviárias do país, levando a FlixBus a reforçar a operação para acompanhar a procura crescente. A empresa ajustou horários e frequências nas rotas internas e internacionais, antecipando deslocações mais intensas nesta quadra.

No serviço doméstico, a procura subiu cerca de 12% face ao ano passado, o que motivou um reforço das ligações entre Porto, Coimbra e Lisboa, bem como das viagens para o Algarve. Entre Lisboa e Porto serão disponibilizadas cerca de 180 circulações diárias, repartidas pelos dois sentidos, representando um aumento de 8% em relação a 2024.

O Algarve continua entre os destinos mais procurados, com um crescimento de 11% nas viagens em comparação com o período homólogo. Vila Real de Santo António, Vilamoura, Tavira e Olhão mantêm-se entre as escolhas mais comuns para celebrar a passagem de ano, confirmando a importância da região mesmo fora da época alta.

No Centro do país, a rede da FlixBus passa a incluir uma ligação direta entre Figueira da Foz, Coimbra, Tomar e Santarém. A nova rota arranca com quatro horários diários, dois em cada direção, permitindo deslocações mais diretas e ampliando as alternativas de mobilidade.

Nas ligações internacionais, o anúncio de greves em vários aeroportos europeus, incluindo em Portugal, está a levar muitos viajantes a optar por alternativas menos vulneráveis a perturbações. As rotas para França, Suíça e Luxemburgo registam aumentos expressivos, obrigando a ajustes adicionais na operação. As ligações com a Suíça e o Luxemburgo apresentam subidas próximas dos 30%, enquanto Paris regista um dos aumentos mais acentuados: cerca de 50% a partir de Lisboa e 25% a partir do Porto. Para a empresa, o impacto destas perturbações estende-se tanto ao mercado português como aos países com comunidades portuguesas significativas.

A procura reforçada não se explica apenas pelas greves. As ligações para a Galiza mantêm-se entre as mais populares, impulsionadas pelo habitual interesse nas iluminações natalícias de Vigo. As viagens com partida de Lisboa cresceram mais de 20%, enquanto as do Porto registaram cerca de 40%.

FIFA tem um terceiro jogo de futebol dentro do Roblox, o FIFA Super Soccer

A FIFA fez um rebranding a Super League Soccer do Roblox, em mais uma tentativa de regressar aos videojogos.

Super League Soccer do Roblox é agora FIFA Super Soccer, um rebranding do popular jogo dentro do Roblox, que resulta de uma colaboração oficial entre o Gamefam e a FIFA.

Em comunicado no LinkedIn, a FIFA descreve esta colaboração como mais uma expansão da sua marca nos videojogos. “A iniciativa faz parte da expansão da presença da FIFA no sector dos videojogos, garantindo que a organização dá continuidade ao trabalho em curso com as principais plataformas de jogos para entusiasmar e envolver a próxima geração de adeptos de futebol em todo o mundo.

De acordo com o comunicado, o jogo desenvolvido pela Gamefam regista uma média de 9.5 utilizadores ativos, com mais de 1.5 milhões de sessões diárias, números irão certamente colocar a FIFA nas mãos de mais jogadores. Este será o terceiro projeto da FIFA no campo dos videojogos e certamente o mais interessante, na medida que não se trata de um jogo completamente novo, mas sim apenas da apropriação de um projeto já existente e extremamente popular.

Esta colaboração foi tornada oficial, dias depois da FIFA revelar uma colaboração com a Netflix para o lançamento de um novo jogo de futebol em antecipação do Campeonato do Mundo FIFA 2026, que se junta também a outro projeto móvel para os mais novos, FIFA Heroes.

A FIFA continua assim a tentar atrair as atenções dos jogadores com vários projetos, depois de ter abanado o espaço que permaneceu dominado pela EA Sports, a antiga produtora dos jogos oficiais da FIFA, que continuou o a apostar na modalidade com EA Sports FC.

Sandfall Interactive, o estúdio de Clair Obscur: Expedition 33, não tem intenção de se expandir

O CEO da Sandfall Interactive não acha tentador a ideia de expandir o seu estúdio, mesmo após o sucesso de Clair Obscur: Expedition 33.

Apesar do sucesso comercial e critico de Clair Obscur: Expedition 33 que poderia refletir-se em oportunidades para expandir os recursos da sua produtora, a Sandfall Interactive, para Guillaume Broche, o seu CEO, essa ideia não é muito “tentadora”.

Em entrevista ao portal EDGE, para a newsletter Knowledge, Broche, que assina o jogo também como criador diretivo considera que “é bom ter limitações quase és um criativo.” Reforçando aquela ideia de que os limites moldam as possibilidades, ajudam no foco e na procura de soluções interessantes para os obstáculos.

Acho que é a melhor maneira se seres a tua melhor versão. Podíamos aumentar a escala agora que temos mais dinheiro, mas eu acho que isso não é tentador para nós, porque mesmo a equipa de gestão e eu próprio, temos que colocar as nossas próprias mãos naquilo que estamos a fazer. Nós gostamos de fazer jogos maios do que gerir, por isso queremos continuar a fazer isso. Estes últimos cinco anos foram os melhores da minha vida e quero continuar a ser feliz assim novamente.” Explica Broche, afirmando que mesmo com mais recursos monetários, ele e a sua equipa não têm vontade de alterar a sua forma de trabalhar.

Na mesma entrevista, Broche é questionado sobre a “receita de sucesso”, que parece ter resultado com Clair Obscur: Expedition 33 e com esta ideia de um fluxo de trabalho eficaz que não pretende mudar. E para Broche a resposta é relativa e depende obviamente de equipa para equipa. “Cada equipa é diferente e nós construímos os nossos processos pela fora como trabalhamos, dependendo dos talentos que temos ao nosso dispor.”

Broche explica também a forma como os projetos são abordados com aquilo que considera ser o ingrediente secreto. “Acho que o segredo é adaptar o jogo à equipa que tens e não ao contrário. E nem sempre é sobre os processos, mas sim sobre fazer o jogo que queres jogar. É contraditório, mas (tentar) não pensar demasiado nos jogadores, porque se te preocupas com o teu jogo, acabas por te preocupar com os jogadores. Para mim, a melhor forma de me preocupar com as pessoas é fazer algo que seja sincero. Se parecer humano, (mesmo) que tenha pequenas falhas aqui e ali, isso é perdoável. Só precisa de ter uma alma e uma identidade fortes.”

Nesta reta final do ano, Clair Obscur: Expedition 33 já foi o protagonista de várias celebrações dos melhores jogos do ano, onde se destacam os Golden Joystick Awards 2025, onde ganhou em todas as categorias, e os The Game Awards 2025,onde acumulou nove prémios e se tornou no jogo mais condecorado numa única edição do evento.

Dacia Sandero é o carro mais vendido na Europa em 2025

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O Dacia Sandero é o carro mais popular de 2025 na Europa, com o Renault Clio a liderar as tabelas de vendas em novembro.

De acordo com os dados mais recentes da da Dataforce, divulgados pela Autonews, o Renault Clio e o Dacia Sandero são os dois grandes lideres de vendas em 2025 na Europa. Com 225.862 unidades vendidas, os Dacia Sandero surge no topo da tabela como o automóvel mais vendido na Europa. O Renault Clio surge em segundo lugar com um total de 206.583 unidades vendidas, e um terceiro lugar ocupado pelo Volkswagen T-Roc com 196.213 unidades vendidas.

Na lista seguem-se outros modelos com um desempenho comercial muito próximo entre si, como o Volkswagen Tiguan e o Volkswagen Golf, seguindo-se o Toyota Yaris Cross, o Peugeot 208, o Peugeot 2008, o Dacia Duster e o Opel Corsa, completam assim um Top 10 onde todos os modelos atingiram um volume de vendas acima das 150 mil unidades, até ao novembro.

Apesar do Dacia Sandero se assumir como o carro mais vendido do ano, o Renault Clio, mesmo com menos 19 mil unidades vendidas, aproxima-se do pódio ao registar um desempenho de vendas superior no último mês do ano registado. Os dados apresentam precisamente 19,213 unidades vendidas em novembro para o modelo da Renault, enquanto que o Dacia registou 18.932 unidades vendidas. Já o terceiro lugar anual, também surge aqui no mesmo lugar, com o Volkswagen T-Roc a registar 17.064 unidades vendidas.

Estes números mantém o Dacia Sandero novamente no primeiro lugar em comparação a 2024, embora o volume tenha descido consideravelmente dos 268 mil carros vendidos anteriormente. Dados que poderão ser atualizados em janeiro com novembro já contabilizado. O Renault Clio também mantém a posição, podendo, no entanto, ultrapassar o volume de vendas do ano anterior. Ainda nos dados preliminares de novembro, destaca-se ainda a ausência da Tesla, com o seu Tesla Model Y, que no ano passado foi o quarto carro mais vendido do ano com 209,214 mil unidades, ao passo que este ano, até novembro, não passa das 150 mil unidades.

Xiaomi inaugura laboratório com meio hectare para melhorar a precisão dos wearables

O novo centro da Xiaomi com cinco mil metros quadrados promete obter dados mais fiáveis em métricas como sono, calorias e saúde cardiovascular.

A Xiaomi anunciou a conclusão da construção de um novo Laboratório de Desporto e Saúde. Trata-se de um centro de investigação com mais de cinco mil metros quadrados dedicado à investigação e estudo de dados recolhidos pelos seus smartwatches e pulseiras fitness, de forma a melhorar a precisão dos seus produtos e serviços.

O laboratório é composto por 23 áreas de teste, correspondentes a diferentes modalidades desportivas, e está equipado com instrumentação científica e médica profissional. O objetivo destes espaços passam por simular condições reais de utilização, recolhendo grandes volumes de dados biométricos e aperfeiçoando os algoritmos responsáveis por métricas como gasto calórico, sono e VO₂ máximo. De acordo com a empresa, os primeiros resultados já revelaram uma precisão do cálculo de calorias a ser melhorada em 17%, a estimativa do VO₂ máximo aumentou 15% e o rastreio do sono registou melhorias de até 14% na identificação das fases de sono. A Xiaomi afirma que, embora não substituam dispositivos médicos, estes dados aproximam-se cada vez mais de padrões clínicos.

O centro funciona também como ponte entre a indústria e a educação académica, com colaborações com universidades e hospitais chineses em áreas como saúde do sono, monitorização cardíaca e bem-estar feminino. Para além disso, estas novas instalações já receberam certificação da TÜV SÜD e da SGS-CSTC.

Instagram vai impor limite de 5 hashtags por publicação

A medida propõe que os utilizadores melhorem a experiência de utilização sem recorrer a hashtags genéricas.

Numa publicação no Instagram, a rede social anunciou que implementou um limite de hashtags por publicação, juntamente com dicas para uma utilização mais eficaz da funcionalidade. Numa atualização que será implementada de forma gradual, o Instagram irá permitir apenas até 5 hashtags por publicação, colocando um fim a publicações que abusam da funcionalidade com hashtags genéricos que afetam diretamente o algoritmo com conteúdos invasivos nos feeds dos utilizadores.

Na publicação, a equipa do Instagram afirma que a utilização de poucas hashtags (até 5), que tenham maior foco e que não sejam tão genéricas, podem melhorar tanto o desempenho da plataforma como a experiência dos utilizadores.

Adicionalmente, a publicação conta com dois conselhos uteis na utilização das hashtags. Uma apela à intenção, convidando os utilizadores usarem palavras relevantes e referentes à publicação, levando os utilizadores até conteúdos com os quais se interessam. A segunda, apela ao descarte de hashtags genéricas, referindo exemplos como #reels e #explore, afirmando que estes tipos de hashtags na verdade não ajudam a que o conteúdo surja nesses feeds, antes pelo contrário.

Sobre o uso e o impacto de hashtags no Instagram, no passado Adam Mosseri, CEO da plataforma, já tinha comentado que esta funcionalidade não ajuda a melhorar realmente a visibilidade das publicações, pelo menos da forma como os utilizadores assumem. À luz da nova medida, o que se pode concluir é que as hashtags podem ser úteis para a organização de conteúdos na plataforma e ajudam a levar os conteúdos às pessoas certas.

Esta decisão de limitar o uso de hashtags, alinha-se com o que já foi aplicado no Threads, onde apenas uma pode ser usada de forma a fomentar uma interação genuína nas suas comunidades.

Firefox vai permitir que os utilizadores desliguem as funcionalidades inteligentes

O navegador da Mozilla será um dos primeiros navegadores com IA a permitir que os utilizadores desativem as suas funcionalidades.

Depois de entrar no campo da Inteligência Artificial, abrindo as portas a funções de sumário, chatbots e motores de busca inteligentes de terceiros, a Mozilla prepara-se para dar aos utilizadores um maior controlo daquilo que querem nos seus navegadores, nomeadamente no Firefox.

Numa publicação de introdução do novo CEO da Mozilla, Anthony Enzor-Demeo apresentou a sua visão para o futuro do navegador, dando especial atenção às estratégias de introdução da IA, reconhecendo a forma como as ferramentas existentes já estão a moldar a forma como as pessoas interagem com conteúdo, procuram informações e tomam decisões, de formas que são “difíceis de ver e ainda mais difíceis de entender”.

Enzor-Demeo refere que pretende aproveitar este embalo tecnológico, afirmando mesmo que a IA vai ter um papel central na companhia. “O nosso trabalho deve avançar a nossa missão e ter sucesso no mercado. Nos próximos três anos, isso significa investir em IA que se reflita no Manifesto da Mozillla. Isso significa diversificar as receias para além de procura.

Como seria de esperar, estas declarações foram interpretadas de forma negativa pela comunidade, numa altura em que funcionalidades inteligentes são adicionadas a todo o tipo de produtos e serviços, sem real valor prático para os seus utilizadores e consumidores, por vezes limitando as capacidades de utilização.

Confrontada com este tipo de reação, a Mozilla assegurou, que apesar de tudo, o controlo continuará no lado dos utilizadores. Numa publicação no Mastodon, a Firefox garante que irá oferecer uma opção no seu navegador para desativar todas as suas opções inteligentes. Essa função chama-se “AI Kill Switch” (Interruptor Assassino de IA), um nome para já interno e que a companhia admite ser até um pouco forte, mas que representa a forma séria de como estão a abordar a situação. Adicionalmente, todas as opções baseadas em inteligência artificial que forem adicionadas ao longo do tempo ao navegador serão opcionais.

Com estas declarações a Firefox espera manter a confiança dos utilizadores, ao mesmo tempo que explora as capacidades de potencial das novas tecnologias de uma forma relativamente sensata. Ao avançar com este interruptor, que tem data prevista de lançamento para o início de 2026. o Firefox poderá tornar-se assim no primeiro navegador com funcionalidades inteligentes a permitir que os utilizadores desativem toda essa vertente.

Revolut regista crescimento significativo no mercado português com 2,1 milhões de clientes

Em 2025, a Revolut abriu sucursal em Portugal, lançou IBAN nacional, integrou-se com Multibanco e MB Way e ultrapassou 2,1 milhões de clientes.

Em 2025, a Revolut registou um ano de crescimento e consolidação no mercado financeiro português. A empresa abriu oficialmente a sua sucursal em Portugal, disponibilizou IBAN nacional, integrou-se plenamente com a rede Multibanco e MB Way e lançou as Poupanças de Acesso Imediato, com juros pagos diariamente. Estas alterações refletiram-se num aumento considerável da sua base de clientes, que ultrapassou os 2,1 milhões, representando mais de 20% de penetração no mercado e colocando Portugal na 10.ª posição entre os maiores mercados globais da Revolut. Pelo segundo ano consecutivo, a aplicação manteve-se como a mais descarregada no país, indicando a crescente adesão dos portugueses a soluções financeiras digitais.

O crescimento em Portugal acompanha a expansão global da empresa, que ultrapassou os 65 milhões de clientes, entrou em novos mercados como o México, obteve licença bancária na Colômbia e reforçou a sua avaliação, fixada em 75 mil milhões de dólares. O setor de investimento em Portugal registou um desempenho expressivo: o número de investidores mais do que duplicou, o valor médio investido aumentou 82%, e mais de metade dos montantes aplicados destinou-se a Money Market Funds, evidenciando um interesse crescente em instrumentos de gestão de património acessíveis.

O segmento empresarial também registou evolução significativa, com o volume de transações mensais da Revolut Business a ultrapassar os 500 milhões de euros, um aumento de 35% face ao ano anterior. O número de clientes empresariais cresceu 36%, reforçando a utilização da plataforma nas operações financeiras das empresas portuguesas e consolidando este segmento como estratégico para a presença da Revolut no país.

A ligação da marca à cultura contemporânea portuguesa também se manteve em destaque. A Revolut regressou ao Primavera Sound Porto 2025 como parceiro oficial de pagamentos, oferecendo descontos e experiências exclusivas, incluindo merchandising e bilhetes para a edição de 2026, reforçando a relação com as novas gerações. A empresa aumentou também a acessibilidade dos seus serviços com a instalação de máquinas de venda automática de cartões de débito nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, permitindo levantamento imediato e gratuito.

No plano interno, a Revolut manteve um foco na valorização do talento e na cultura corporativa, contando com mais de 1.000 colaboradores em Portugal. A certificação como Best Place to Work no país, atribuída juntamente com outros 13 mercados, evidencia o compromisso com equipas diversificadas, globais e orientadas para a inovação.