A operação de enoturismo da Quinta da Marka para a nova estação inclui quartos com vista para o rio, gastronomia regional e vinhos da família Durham Agrello
A procura por enoturismo no Douro regista um incremento com a chegada da primavera e o período de férias da Páscoa. E com isto, a Quinta da Marka, unidade de alojamento e produção vitivinícola situada na margem direita do rio Douro, junto à estação ferroviária do Ferrão, entre o Peso da Régua e o Pinhão, apresenta a sua operação turística para a nova temporada. Esta localização geográfica constitui um ponto estratégico para a exploração do turismo rural na Região Demarcada do Douro, permitindo o acesso direto a centros com relevo histórico e patrimonial, nomeadamente o Pinhão, Lamego e Sabrosa.
A infraestrutura hoteleira da propriedade disponibiliza quartos com vistas panorâmicas orientadas para o rio Douro, para a paisagem serrana circundante e para a piscina exterior. A oferta de alojamento no Douro é complementada por um programa de atividades na região, direcionado para a imersão no território. O roteiro de enoturismo inclui a possibilidade de realizar percursos pedestres em trilhos locais, provas de vinhos durienses, passeios de barco no rio e visitas a aldeias vinhateiras. A operação hoteleira integra, paralelamente, um serviço de restauração focado na gastronomia tradicional portuguesa, utilizando produtos de origem local e sazonal.
A produção de vinhos do Douro representa a atividade central e histórica da Quinta da Marka, propriedade gerida pela família Durham Agrellos desde o ano de 1991. O património agrícola da quinta é composto por vinhas velhas dispostas em socalcos tradicionais com exposição solar a sul, privilegiando o cultivo de castas autóctones. Esta matéria-prima sustenta a produção vitivinícola engarrafada sob a marca MARKA, uma designação que presta homenagem direta a Marjorie Kathleen Durham Agrellos. A identidade corporativa da quinta e do respetivo projeto enológico incorpora uma forte ligação à música, elemento que reflete o histórico e o espólio cultural da família fundadora.
Saibam como participar na nova campanha da Coca-Cola e habilitem-se a ganhar bilhetes duplos para o Rock in Rio Lisboa 2026 e vouchers Spotify.
A Coca-Cola deu início a um passatempo que vai não só atribuir bilhetes para o Rock in Rio Lisboa 2026, mas também vouchers Spotify. E para isso, basta comprar garrafas e latas… Coca-Cola.
São elegíveis todos os sabores, formatos e embalagens, sendo que, por cada embalagem adquirida, quer seja em formato de lata, vidro, bebida de pressão ou plástico, é acumulado um ponto. E já devem ter percebido a ideia: quantos mais pontos juntarem, mais fácil será trocarem por bilhetes para o festival.
Para isso, é obrigatório utilizarem a aplicação móvel Coca-Cola: Joga e ganha, onde terão de submeter fotografias das faturas ou talões de compra originais. Mas atenção: só podem submeter, no máximo, três fatura por dia, e não podem acumular mais de 20 pontos por dia.
Há 100 bilhetes duplos para o Rock in Rio Lisboa 2026 em jogo, que asseguram acesso às zonas premium da marca no recinto. No entanto, não se pense que basta juntar pontos e trocar por um bilhete duplo. Neste caso, a atribuição não se rege por sorteio, operando através de um modelo de “drops”, ou seja, momentos específicos de libertação de prémios. Estes ocorrem nos dias 9, 16, 23 e 30 de abril, sempre num intervalo de dez minutos após as 18h. Em cada uma destas datas, são disponibilizados 25 bilhetes duplos aos primeiros utilizadores que os reivindicarem, distribuídos de forma fragmentada pelos quatro dias do festival: 20, 21, 27 e 28 de junho de 2026.
Simultaneamente à distribuição dos bilhetes, a campanha aloca ainda 50 vouchers de três meses Spotify Premium, bem como 50 colunas e 50 auscultadores Coca-Cola, ou seja, aquele tipo de brindes que têm o logótipo da marca. A redenção de qualquer um destes artigos exige um total de 15 pontos e, como seria de esperar, e ao contrário dos bilhetes, estes prémios estão disponíveis de forma contínua até ao final do concurso.
Mariana Montez é a nova diretora-executiva da Música no Coração. A promotora está a reestruturar-se após o impacto da pandemia e prepara o regresso do festival Sudoeste em 2027.
Mariana Montez é a nova diretora executiva da Música no Coração, sucedendo ao fundador, Luís Montez. Numa entrevista concedida ao Observador (acesso pago), a nova responsável detalha o reposicionamento estratégico da empresa, com o pai a afastar-se da gestão diária para se focar exclusivamente na descoberta de novos talentos musicais.
Esta reestruturação ocorre num período complexo para o setor dos festivais em Portugal, marcado por fortes reveses financeiros iniciados com a pandemia de Covid-19. O acumular de dívidas a fornecedores e a necessidade de liquidez forçaram a venda de património, destacando-se a alienação de 19% da participação de Luís Montez no consórcio Arena Atlântico à multinacional norte-americana Live Nation, que assumiu assim o controlo maioritário da atual MEO Arena.
O impacto financeiro estendeu-se aos principais eventos da promotora. O festival Sudoeste registou um prejuízo de dois milhões de euros na sua última edição, uma consequência direta da perda do patrocínio principal da MEO. Para além disso, a Música no Coração perdeu a organização dos eventos associados à marca Super Bock, nomeadamente o Super Bock Super Rock e o Super Bock em Stock, por decisão estratégica da cervejeira, estando o primeiro formato agora entregue à concorrência direta da Live Nation.
Apesar deste cenário adverso, a promotora detém o registo da marca Sudoeste e metade da Herdade da Casa Branca, na Zambujeira do Mar. A ambição revelada ao Observador passa por recuperar o histórico festival no verão de 2027, assinalando o seu 30º aniversário. A concretização deste regresso exige, contudo, a captação de novos parceiros comerciais para garantir a acessibilidade dos bilhetes, num mercado inflacionado pela tendência global dos preços dinâmicos, impulsionada por plataformas como a Ticketmaster, e pela quebra de interesse do público nas experiências de campismo.
Para 2026, a estratégia da Música no Coração foca-se na consolidação financeira e na rentabilização do portefólio ativo, adaptando a oferta às novas dinâmicas de consumo cultural. O Sumol Summer Fest, agendado para 3 e 4 de julho na Costa da Caparica, aposta num conceito de proximidade a Lisboa que dispensa o alojamento em tendas, apresentando um cartaz com nomes como Trippie Redd, Yuri NR5 e o português T-Rex. Em Oeiras, o festival Jardins do Marquês decorre entre 26 de junho e 8 de julho, destacando-se por uma curadoria eclética que integra The Stranglers, Baco Exu do Blues e atuações de stand-up. No panorama lisboeta, o festival Caixa Alfama mantém a sua posição consolidada na promoção do fado.
Face à crescente competitividade no mercado da música ao vivo em Portugal, Mariana Montez disse ao Observador que a criação de eventos com uma identidade singular é a via para assegurar a sustentabilidade perante a entrada de novos e grandes operadores internacionais.
A Royal Caribbean confirmou o lançamento do Hero of the Seas para agosto de 2027. O novo navio da classe Icon fará rotas pelas Caraíbas a partir de Miami.
A Royal Caribbean confirmou o lançamento do navio de cruzeiro Hero of the Seas para agosto de 2027, com partidas a partir de Miami. Sendo a quarta embarcação da frota da classe Icon, o navio destina-se a itinerários de sete noites pelas Caraíbas Ocidentais e Orientais, integrando paragens obrigatórias no destino privado Perfect Day at CocoCay, nas Bahamas. Os percursos pelas Caraíbas Ocidentais englobam passagens por Roatán (Honduras), Cozumel e Costa Maya (México), enquanto as rotas orientais contemplam Philipsburg (São Martinho) e Charlotte Amalie (São Tomás).
A infraestrutura do Hero of the Seas encontra-se dividida em oito zonas e totaliza nove piscinas, o que representa o maior número de equipamentos aquáticos numa embarcação de cruzeiro. O complexo integra a nova Coconut Cove, uma piscina adjacente ao bar The Lime and Coconut com vista para a vegetação da área Central Park, e a zona Hideaway, um espaço de acesso exclusivo a adultos agora equipado com duas piscinas, o maior bar aquático no mar e uma cabina de DJ. O projeto estrutural contempla ainda a expansão do recinto para adultos Swim & Tonic e a renovação do parque aquático infantil Splashaway Bay, localizado na zona familiar Surfside.
No segmento de entretenimento e desporto, o navio introduz novos equipamentos no parque aquático Category 6, nomeadamente dois escorregas em jangada para famílias – incluindo o primeiro escorrega em formato de funil instalado no mar – e atualizações na pista de corrida em tapete Storm Chasers. A oferta de lazer estende-se à Crown’s Edge, uma estrutura que funde passadiço e slide a 46 metros de altura sobre o oceano, ao simulador de surf FlowRider e à parede de escalada Adrenaline Peak. O recinto disponibiliza também o campo de minigolfe Lost Dunes e diversas áreas desportivas para a prática de basquetebol, futebol e pickleball.
A vertente gastronómica do cruzeiro é composta por 28 espaços de restauração. As inovações do Hero of the Seas incluem o Orleans Parish Supper Club, um estabelecimento centrado na culinária cajun e crioula com atuações de jazz ao vivo, e o Royal Railway – Hero Station, que simula uma viagem numa carruagem de comboio através da conjugação de tecnologia imersiva e alimentação. Já a zona Surfside passa a disponibilizar aulas práticas de culinária para diferentes faixas etárias, enquanto que o mercado AquaDome regressa com quatro novas bancas, às quais se juntam o espaço de sobremesas Crème de la Crêpe e os sumos do Simply Pressed. A embarcação mantém em funcionamento os restaurantes padrão da Royal Caribbean, tais como o Izumi, Giovanni’s Italian Kitchen & Wine Bar, Chops Grille, Hooked Seafood, Basecamp, El Loco Fresh e Sorrento’s.
Sobre as opções de alojamento, foram projetadas para acomodar diferentes configurações familiares. O principal destaque incide sobre a Ultimate Family Treehouse, uma suíte de três pisos equipada com terraço, banheira de hidromassagem privada, um espaço de dois andares desenhado para adolescentes e dois quartos principais com instalações sanitárias e varandas independentes. O catálogo habitacional integra igualmente as tipologias Ultimate Family Townhouse com acesso direto à zona Surfside, Surfside Family Suites, Family Infinite Ocean View Balconies, Royal Loft Suites, Icon Loft Suites, Interior Plus e Sunset Suites.
O navio preserva os elementos arquitetónicos característicos da classe Icon, incluindo a escultura cinética The Pearl, o espaço ao ar livre Central Park com mais de 30.500 plantas naturais e os recintos de espetáculos Royal Theater, AquaTheater e a pista de gelo Absolute Zero.
O período de reservas antecipadas para membros da Crown & Anchor Society inicia-se a 1 de abril, ficando a comercialização disponível para o público em geral a 2 de abril.
O concelho de Gouveia recebeu uma intervenção ambiental que resultou na plantação de milhares de árvores e na devolução de fauna selvagem ao habitat
A Água Serra da Estrela (ASE) promoveu, a 20 de março, para assinalar o Dia Mundial da Árvore, uma operação florestal no concelho de Gouveia, distrito da Guarda, que culminou na plantação de 1200 novas árvores. A iniciativa enquadra-se no projeto corporativo Para que nunca acabe, focado na conservação da natureza e na proteção da biodiversidade local.
O trabalho de campo em Gouveia mobilizou cerca de 50 voluntários, incluindo trabalhadores da marca pertencente à Sumol Compal, parceiros institucionais e residentes da região. O grupo concluiu a plantação das 1200 árvores num período de duas horas, com o objetivo de acelerar a regeneração do ecossistema da Serra da Estrela. Em simultâneo, a marca de águas assegurou a plantação de um lote adicional de 6000 árvores, abrangendo uma área de cinco hectares de terreno que se encontra sob a sua gestão de apadrinhamento no centro de Portugal.
A intervenção ambiental integrou a devolução de um animal selvagem ao seu habitat natural, um procedimento técnico executado sob a orientação do Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens (CERVAS). A concretização destas iniciativas de preservação ambiental derivou de uma parceria estabelecida com o Município de Gouveia e a Associação Cuidar, registando a presença de representantes do Instituto de Gouveia, do Instituto Politécnico da Guarda, do Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE), da organização 2BForest e da corporação de bombeiros local.
Com Dark Scrolls, a doinksoft continua a explorar os géneros e mecânicas nostálgicas em mais um regresso à ambiência 8 bits, mas agora numa tentativa de adaptar a experiência roguelike aos jogos de ação e plataformas com uma novidade que poderá encontrar os seus fãs.
Enquanto os roguelikes se assumem como um dos géneros fortes da indústria dos videojogos, com mais e mais estúdios a procurarem a experiência de “morte e recomeço” que popularizou títulos como Hades e Slay the Spire junto do público, levanta-se a questão: para onde levar o género? Esta é uma questão pertinente e que parece mover alguns dos nomes mais sonantes do género, que procuram testar os limites de adaptabilidade dos roguelikes a novos formatos, mecânicas e sistemas que nem sempre associaríamos ao género. Loot River, por exemplo, quis repensar a forma como nos movimentamos em campo e como controlamos o espaço para criar novas oportunidades de combate. Dead Cells foi dos primeiros a associar o género aos metroidvanias, com mundos exploráveis e habilidades que desbloqueiam novas zonas, sem alterar a forma que popularizou os roguelikes. Desde combates em arenas, cartas, carros, até roleta russa e jogos na primeira, segunda e terceira pessoa, até onde poderão ir os roguelikes?
A bolha certamente está no horizonte e a indústria irá encontrar um novo género de estimação para recomeçar o processo de popularização e produção que já vitimizou os battle royale no passado, mas, até lá, a doinksoft quis dar os seus dois tostões. Novamente ao lado da Devolver Digital, o estúdio norte-americano volta a apostar no saudosismo e nas referências nostálgicas em Dark Scrolls, só que, ao contrário de Gato Roboto e Gunbrella, decidiram abandonar os metroidvanias em favor de um roguelike diferente, mas igualmente familiar. Dark Scrolls é um sidescroller de ação em 2D, com excelente pixel art e animações que seriam impossíveis na era dos 8 bits, mas as referências ao passado não se escondem e o novo jogo da doinksoft parece ser um elo perdido entre Castlevania e Rastan. No fundo, Dark Scrolls é um beat em up, com níveis curtos, separados por zonas de descanso e com um boss no final de cada fase, onde podemos até escolher o caminho que queremos seguir – tal e qual Castlevania III: Dracula’s Curse.
Então qual é a novidade? Dark Scrolls é um auto scroller. Seja a solo ou com amigos, o jogo de ação move-se automaticamente para a direita enquanto atira todo o tipo de inimigos e armadilhas contra os jogadores. A doinksoft utiliza a câmara automática para surpreender sempre que pode para obrigar os jogadores a adaptarem-se a qualquer surpresa, uma escolha que casa perfeitamente com os elementos roguelike de Dark Scrolls. Os níveis nunca são totalmente idênticos, os inimigos podem aparecer de qualquer lado e não existem propriamente padrões para decorarem – é tudo uma questão de reflexos. Dark Scrolls desdobra-se entre jogo de ação e assumidamente um bullet hell, segundo a própria doinksoft, e é possível sentir esta aposta assim que começamos a jogar – especialmente se jogarmos a solo.
Não tive a oportunidade de experimentar Dark Scrolls com outros jogadores, mas é possível sentir como a doinksoft vê o modo cooperativo como a verdadeira experiência do seu jogo e basta olharmos para as personagens para percebermos porquê. Nesta preview, pude experimentar os três heróis principais e compreender as suas vantagens e desvantagens a solo. Pigeon, a ladra do grupo, é a personagem mais rápida e com um ataque de médio alcance, perfeita para desvios de emergência e para contra-ataques. Depois temos o bárbaro, Grizz, que atira machados de um ponto do ecrã até ao outro, como se os seus músculos não fossem já suficientemente inchados. Grizz é mais lento, não é capaz de dar um duplo salto, como Pigeon, mas tem a habilidade de saltar em cima dos inimigos e aproveitar a projeção para alcançar plataformas superiores. Por fim, temos o mágico do grupo, Emerys, que parece ter-se perdido no caminho até às terras de Final Fantasy. O seu ataque não é tão rápido como Pigeon e nem é tão ágil como poderia ser, então compensa estes entraves com ataques de longo alcance, que ricochetam pelo cenário, e é capaz de fazer um dash que serve de ataque secundário.
Só com um dos heróis, sem falar ainda no elenco que poderá ser desbloqueável na versão final, senti que existem limites na sua performance em combate. A dificuldade é uma constante, como seria de esperar, e é preciso tirar partido das habilidades únicas das personagens para evitarmos as hordas de inimigos, mas não fiquei satisfeito com os padrões de ataque dos protagonistas. A minha personagem favorita, sem surpresas, foi Pigeon devido à sua velocidade e destreza, mas há um limite na forma como se consegue defender de ataques aéreos. O pico de dificuldade que surge assim que alcançamos no segundo nível é tão acentuado que os problemas nos padrões, na mobilidade algo flutuante das personagens e a falta de habilidades mais reativas ficaram ainda mais claros para mim. Se combinarmos as três personagens, temos certamente a melhor experiência de Dark Scrolls. Fica o aviso.
A progressão de Dark Scrolls também demonstra algum potencial e divide-se em duas fases. A primeira é a temporária, a experiência basilar de qualquer roguelike, mas que Dark Scrolls adapta muito bem à jogabilidade imediata e caótica dos brawlers e shooters. Cada personagem tem um contador de estrelas, que vai até ao nível cinco. Quando atingimos o número máximo, temos acesso a um ataque especial, que nos obriga a voltar ao zero quando é utilizado. Isto seria pouco e a doinksoft sabia-o bem, então adicionou outro elemento. A meio dos níveis, depois de desfazermos aranhas, sapos, zombies em moedas, nós visitamos a loja para adquirir novas habilidades temporárias. O que torna Dark Scrolls mais singular no género é que podemos equipar estas habilidades aos vários níveis das estrelas. Por exemplo, nós podemos definir que temos acesso a ataques de fogo no nível 1, mas quando chegamos ao nível 3 já desbloqueamos a possibilidade de ficarmos mais rápidos. Este sistema incentiva à utilização ponderada dos ataques especiais e à gestão das estrelas para que possamos tirar partido das habilidades temporárias. Uma boa decisão, muito simples, e que não pára a ação do jogo para obrigar o jogador a fazer grandes loadouts, mas consegue, ainda assim, dar espaço para que exista alguma estratégia.
A segunda forma de progressão é a permanente, como seria de esperar nesta nova era dos roguelikes. Dark Scrolls avalia a nossa prestação ao longo de cada tentativa, mesmo que percamos antes de chegarmos ao final (e nesta versão de preview, seria impossível ir até ao fim), e traduz os números de monstros derrotados, moedas colecionadas e a zona a que chegámos em pontos de experiências. De 100 em 100 pontos, nós temos acesso a um cristal, que podemos utilizar para desbloquear permanentemente emotes, habilidades (como atacar inimigos quando sofremos dano) ou então personagens. Por exemplo, Nezumi requer algum trabalho e exige a utilização de 100 cristais para a desbloquearmos. Isto são muitas horas que precisamos investir no jogo, mas também pude descobrir que é possível encontrar novas personagens ao longo dos níveis. Como o adorável Biscuit, um cão que salvamos durante o combate contra o boss da primeira zona, onde temos de ser suficientemente rápidos para quebrar a sua jaula.
Dark Scrolls encontrou um novo nicho no género roguelike e louvo a dedicação da doinksoft em expandir o seu catálogo com um jogo inesperado. No entanto, Dark Scrolls não foi tão cativante quanto esperava e admito que me cansei da fórmula ao fim de umas horas. Apesar de adorar o estilo visual, as animações e até a aposta numa câmara automática, o sistema de combate precisa de maior variedade e os controlos, ainda que responsivos, necessitam de maior feedback para perder a flutuação que emanam, algo que acredito que vá ser aprimorado até ao lançamento. Como experiência a solo, Dark Scrolls parece incompleto e as personagens foram feitas para colaborarem entre si e nem tanto para assumirem o manto de heróis solitários. Mesmo com as minhas críticas, Dark Scrolls terá certamente os seus fãs e vejo aqui potencial para algo melhor, mas não consigo esconder que não fiquei desejoso de me atirar para a versão final.
A nova ligação da easyJet une o Aeroporto Francisco Sá Carneiro a São Vicente às segundas e sextas-feiras.
A easyJet inaugurou uma nova rota de voos diretos entre o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, e a ilha de São Vicente, em Cabo Verde. Esta operação aérea, estruturada para fortalecer a conectividade entre a região norte de Portugal e o arquipélago cabo-verdiano, realiza-se duas vezes por semana, com partidas agendadas para as segundas e sextas-feiras.
Com o lançamento das viagens para São Vicente, a transportadora alarga a sua oferta aeroportuária no Porto, passando a disponibilizar voos diretos para um total de quatro ilhas em Cabo Verde: Sal, Boa Vista e Praia e agora São Vicente. Esta expansão permite igualar a capacidade de transporte já existente a partir de Lisboa, criando um equilíbrio na oferta nacional e promovendo o acesso a tarifas competitivas no mercado de viagens de lazer.
A programação dos voos da easyJet do Porto para o território cabo-verdiano apresenta variações de frequências consoante o destino e o calendário. As viagens para a ilha do Sal contam com quatro frequências semanais até ao dia 30 de abril, registando um aumento para seis voos semanais a partir de 2 de maio, com operações diárias à exceção de sexta-feira. Relativamente à ilha da Boa Vista, a companhia efetua duas ligações por semana, às terças-feiras e aos sábados, até ao final do mês de abril. A partir de 2 de maio, a oferta para a Boa Vista expande-se para três frequências semanais, com partidas calendarizadas para as terças-feiras, quintas-feiras e sábados.
A operação para a cidade da Praia processa-se através de ligações regulares às quartas-feiras e aos domingos, completando o quadro de rotas juntamente com os voos de segunda e sexta-feira para São Vicente. Os passageiros já podem efetuar as reservas para a nova rota Porto-São Vicente, bem como para todas as operações agendadas para a temporada de verão de 2026.
A aquisição de bilhetes encontra-se disponível através do site oficial e da aplicação móvel da transportadora.
A cadeia Celeiro inaugurou a sua 57.ª loja no Alegro Setúbal, disponibilizando alimentação biológica, produtos naturais e zona de restauração.
Depois de muita antecipação, até porque se sabia da iminente estreia há vários meses, a nova loja Celeiro em Setúbal abriu ao público a 28 de março, reforçando a oferta de produtos naturais e de alimentação biológica na região. Localizado no centro comercial Alegro Setúbal, este espaço comercial constitui o 57.º estabelecimento da marca em Portugal, assinalando a continuidade da expansão da cadeia de retalho no mercado nacional.
O sortido da loja Celeiro no Alegro Setúbal concentra-se na disponibilização de artigos de saúde e bem-estar. A superfície abrange secções de alimentação biológica, frutas e legumes frescos, e uma oferta de vinhos selecionados. O estabelecimento comercializa, de igual modo, suplementos alimentares, produtos de cosmética natural e uma gama de artigos formulados para o segmento infantil, englobando bebés e crianças.
Para além da vertente de supermercado, a infraestrutura do Celeiro Setúbal incorpora uma área de restauração e bar, vocacionada para o consumo de refeições no próprio local. Em complemento a este serviço, o espaço dispõe de uma zona de expositores de frio destinada em exclusivo à venda de refeições acondicionadas em formato take-away.
No que diz respeito ao horário do Celeiro em Setúbal, a operação decorre todos os dias da semana. De domingo a quinta-feira, a loja encontra-se aberta das 09h às 22h. Às sextas-feiras, sábados e nas vésperas de feriados, o período de funcionamento é alargado, com o atendimento ao público a realizar-se entre as 09h e as 23h.
Com o X300 Ultra, a vivo aposta em lentes ZEISS com teleobjetiva de 200MP e gravação 4K a 120 FPS para conquistar os entusiastas.
A vivorevelou o X300 Ultra, um novo smartphone topo de gama, desenhado para entusiastas da fotografia móvel. O novo smartphone apresenta-se equipado com um conjunto de lentes ZEISS Master, com distâncias focais que vão dos 14 mm aos 85 mm, para além de uma teleobjetiva capaz de alcançar os 400 mm.
O destaque vai para a câmara teleobjetiva de 200MP, com estabilização ótica e um sistema de foco automático capaz de seguir sujeitos a 60 FPS. Todas as câmaras traseiras suportam gravação 4K a 120 FPS, 10‑bit Log e Dolby Vision, consideradas funcionalidades raras num smartphone. O desempenho é assegurado pelo processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, acompanhado por uma bateria de 6.600 mAh, carregamento rápido de 100W e um ecrã 2K com 6,82 polegadas e brilho máximo de 4.500 nits. Já o sistema operativo é o OriginOS 6, baseado no Android 16.
O X300 Ultra tem um lançamento numa configuração única de 16GB de RAM e 1TB de armazenamento interno e certificações IP68 e IP69. As pré‑encomendas na Europa decorrem entre 16 e 23 de abril, com lançamento marcado para 24 de abril, com o seu preço apenas a ser revelado no início do período de pré‑venda.
A easyJet retoma a operação sazonal no Aeroporto de Faro com 18 rotas e 1,7 milhões de lugares.
A companhia aérea easyJet retomou a operação da sua base no Aeroporto Gago Coutinho, em Faro, para a temporada de verão de 2026. A oferta de voos da easyJet para o Algarve regista um aumento de 3% na capacidade instalada face ao ano anterior, totalizando 1,7 milhões de lugares. A estrutura algarvia mobiliza quatro aeronaves estacionadas localmente durante a época estival, apoiadas por outros cinco aparelhos que operam rotas na região durante todo o ano.
A rede de voos a partir do sul de Portugal engloba 18 rotas com destino a quatro países. A operação para França assegura ligações a Lyon, Paris Orly, Bordéus e Nantes. Nos Países Baixos, a oferta abrange Amesterdão, e a conectividade com a Suíça garante voos para Genebra e Basileia. O Reino Unido é o mercado com mais rotas para Faro, num total de 11 trajetos. A rede britânica inclui Londres Gatwick, Londres Luton, Bristol, Belfast, Liverpool, Manchester, Glasgow, Birmingham, Southend, Southampton e Newcastle.
A rota de voo entre Faro e Newcastle é a principal novidade da easyJet no Algarve para 2026. A primeira viagem ocorreu a 29 de março, reforçando a conectividade entre o sul de Portugal e o mercado emissor britânico na época de maior procura turística. O diretor-geral da empresa em Portugal, José Lopes, referiu o quinto aniversário da base de Faro, aberta em 2021, salientando o impacto da operação na economia e no turismo algarvios.
As operações da easyJet no Aeroporto de Faro começaram em 1999, somando mais de 26 milhões de passageiros transportados. A presença algarvia insere-se na estratégia nacional para o verão de 2026, que atinge sete milhões de lugares em Portugal. A programação global abrange 93 rotas para 14 países, com estreias nos percursos Lisboa-Newcastle, Lisboa-Liverpool, Porto-São Vicente e Funchal-Nice.
Os bilhetes para os voos de verão encontram-se disponíveis no site oficial da transportadora.
A Xbox volta a fazer uma apresentação dupla este verão, com destaque ao regresso de Gears of War, que se confirma para 2026.
A Xbox confirmou que o seu Xbox GamesShowcaseanual vai acontecer dia 7 de junho, a partir das 18h (hora de Lisboa), com transmissão através do YouTube, Twitch e Facebook. Como já é habitual, o evento apresentará anúncios exclusivos, outras novidades e atualizações de jogos tanto dos estúdios first-party., como de parceiros terceiros. Mas em destaque, agora, é a transmissão que acontece imediatamente a seguir, com a The Coalition a apresentar novos detalhes de Gears of War: E-Day, numa apresentação dedicada ao jogo que se confirma, assim, com lançamento já este ano.
Gears of War: E-Day é uma prequela oficial do jogo original que recua ao Dia da Emergência, o momento em que os humanos do planeta Sera foram surpreendidos por uma invasão vinda do subsolo pelos Locust. O jogador voltará a controlar Marcus Fenix 14 anos antes dos eventos do primeiro Gears of War, acompanhado por Dom Santiago, cujo vínculo com Marcus constitui uma das relações mais marcantes de toda a saga.
A The Coalition fala deste jogo como uma entrada principal da série, em vez de um “spin-off”, e promete voltar a ser uma nova demonstração tecnológica, construída com as mais recentes novidades do Unreal Engine 5, que deveremos conhecer melhor com o novo olhar ao jogo, que será o primeiro desde o anúncio original em 2024.
A edição de 2026 do Xbox Games Showcase vai ficar ainda marcada pelo regresso do Xbox FanFest, inserido nas celebrações do 25º aniversário da consola.
Druni abre nova loja de 381 m2 no Barra Shopping, com um espaço onde é possível descobrir as últimas tendências em perfumaria árabe, K-Beauty e marcas de luxo.
A retalhista espanhola Druni reforçou a sua presença em território nacional com a abertura de uma nova unidade no Barra Shopping, assinalando a segunda localização da marca na Margem Sul do Tejo e a quinta em Portugal. O novo espaço, situado no Piso 1 do referido centro comercial, ocupa uma área de 381 m2 e apresenta uma organização segmentada por categorias de beleza e bem-estar, abrangendo áreas que vão desde a perfumaria de luxo à parafarmácia e cosmética coreana.
A estrutura da loja foi desenhada para integrar marcas de prestígio internacional e segmentos de mercado distintos num único ambiente contemporâneo. No setor da perfumaria e maquilhagem, a oferta inclui insígnias como Tom Ford, Prada, Yves Saint Laurent, Loewe e Lancôme, complementadas por uma seleção de perfumaria árabe, segmento que tem registado uma procura crescente no mercado global. A diversidade do catálogo estende-se ainda a marcas consolidadas como Estée Lauder e Clinique, coexistindo com a tendência da K-Beauty, focada nas rotinas de cuidados de pele de origem sul-coreana.
Um dos elementos distintivos desta unidade é a inclusão de espaços dedicados a experiências técnicas e consultoria. A loja dispõe de um “mask bar”, uma área especificamente concebida para a exposição e escolha de produtos faciais adaptados a diferentes tipologias cutâneas, bem como de um serviço de diagnóstico capilar personalizado. Na categoria de cuidados de cabelo, o portefólio integra marcas profissionais como L’Oréal Professionnel e Kérastase.
O segmento de parafarmácia e cuidados dermatológicos é outro dos pilares do novo espaço, contando com a presença de marcas como ISDIN, CeraVe e SVR. A Druni incorporou também uma seleção de produtos de cariz ecológico, visando responder a uma fatia de consumidores que privilegia soluções de consumo consciente.
Com esta inauguração, o Barra Shopping amplia o seu mix comercial no setor da cosmética, consolidando a sua posição como polo de consumo de referência na região através da introdução de conceitos de retalho que combinam a venda de produtos premium com serviços de diagnóstico especializado.
No Intemporal, o chef António Simões assina um Menu de Primavera focado na passagem do tempo.
O restaurante Intemporal, localizado em Paço de Arcos, tem em vigor um novo Menu de Primavera assinado pelo chefAntónio Simões. A oferta gastronómica, estruturada em 11 momentos, assenta numa narrativa em torno da passagem do tempo e resulta da conjugação de produtos sazonais, técnicas contemporâneas e vivências pessoais do cozinheiro natural de Vila Franca de Xira.
A refeição é dividida em diferentes atos concetuais. O primeiro, designado por Prelúdio, introduz os Ovos Rotos, uma conjugação de toro, batata crocante e gema curada que acrescenta elementos marítimos a uma base tradicional. O menu prossegue com o prato Do Jardim ao Mar, que une o morango verde à salinidade do caviar, e com o Coscorão, elaborado com bacalhau, poejo e pimento fumado, uma referência direta às memórias ribeirinhas do chef na região do Alentejo.
Na fase de Passagem, o foco incide sobre a interseção entre a produção local e a influência internacional. O Lírio dos Açores é servido com cenoura, kumquat e tamarindo, evocando o produto outrora cultivado pelo avô paterno de António Simões. De seguida, o prato Desde 1543 cruza a tradição ibérica com a cultura asiática, incorporando presunto de bolota, ervilha lágrima e um caldo dashi de cogumelos, refletindo o interesse do autor pela gastronomia do Japão. Antes dos pratos principais, a etapa de Permanência materializa-se num pão de fermentação lenta acompanhado de sementes, azeite e manteiga de cabra, recriando o serviço associado aos tradicionais fornos a lenha.
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O peixe e a carne integram a fase denominada Demora. O Goraz é apresentado como uma alusão à tradição familiar de consumir peixe na quadra pascal, originalmente uma alternativa à carne que se consolidou como hábito. O momento de maior complexidade do menu, assumido pelo próprio chef como o principal desafio desta carta, é o Khao Soi. Trata-se de uma recriação de uma receita típica do norte da Tailândia, consumida pelo cozinheiro numa viagem à região. Esta versão mantém o picante e as especiarias originais, sendo executada com tagliatelli de lula curada, caldo khao soi, noodle de ovo frito, pele de frango crocante insuflada e couve chinesa fermentada. A secção de pratos principais encerra com o Cordeiro de leite, desenvolvido através de abordagens técnicas que remetem para clássicos portugueses como o cabrito estonado ou o leitão à Bairrada.
A etapa final, intitulada Eternidade, engloba duas propostas de doçaria. A sobremesa Morango integra gengibre e faz alusão às visitas do chef ao mercado na companhia da avó. A refeição culmina com a composição Amazonas, confecionada com chocolate negro, maracujá e caju.
O Menu de Primavera tem um custo fixo de 120€ por pessoa. O restaurante Intemporal disponibiliza ainda uma alternativa mais curta, o Menu Passageiro, que reúne seis pratos selecionados da carta original. Esta opção foi estruturada para refeições com maior restrição temporal, sendo direcionada aos períodos de almoço, e apresenta o valor de 75€ por cliente. Em ambos os menus, o serviço de bebidas não está incluído no preço final.
Baseado num OnlyOffice, o Euro‑Officeéopen‑source compatível com formatos da Microsoft e de gestão totalmente europeia.
O Euro‑Office foi oficialmente apresentado em Berlim enquanto uma nova suite de aplicações de escritório alternativa ao Microsoft Office. O novo projeto reúne empresas e comunidades como IONOS, Nextcloud, Eurostack, XWiki, OpenProject, Soverin, Abilian e BTactic, e já conta com uma versão de teste técnica, enquanto a versão final está prevista para o verão.
Esta iniciativa nasce de uma tensão crescente entre a dependência generalizada do Microsoft Office em administrações públicas, empresas e instituições de ensino, e a pressão crescente para que ferramentas essenciais não fiquem totalmente nas mãos de fornecedores não europeus, em particular os Estados Unidos. Para além de surgir como alternativa, o objetivo desta solução também passa por manter compatibilidade com formatos da Microsoft, por oferecer uma interface familiar aos utilizadores e, ao mesmo tempo, garantir soberania digital e independência tecnológica. Como tal, o Euro‑Office foi projetado para se integrar naturalmente ao fluxo de trabalho de documentos de texto, folhas de calculo e apresentações, abrindo e editando ficheiros do Office sem fricções. A interface segue uma apresentação conhecida, reduzindo a curva de aprendizagem e facilitando a adoção em larga escala.
Um dos aspetos centrais deste projeto é o compromisso com o código aberto, uma vez que todo o software é distribuído sob licença livre, sem restrições de marca registada e com gestão transparente. As contribuições externas são bem‑vindas e o desenvolvimento é pensado para ser previsível e independente de um único fornecedor. O conjunto de aplicações, no entanto, não foi criado do zero já que se trata de um ramo do OnlyOffice, escolhido por ser open‑source, mas também por levantar preocupações devido às suas ligações com a Rússia. O Euro‑Office procura justamente oferecer uma alternativa europeia confiável e auditável.
A renovada loja da MultiOpticas no centro comercial Forum Aveiro otimizou a disposição comercial e integra agora soluções óticas com tecnologia auditiva.
A MultiOpticas reabriu a sua loja localizada no centro comercial Forum Aveiro, apresentando uma atualização do espaço físico. A intervenção no local incidiu sobre a componente visual e funcional da loja, que mantém a dimensão e a localização originais. A reestruturação da arquitetura interior teve como diretriz simplificar o percurso dos utentes, facilitando as etapas operacionais desde a escolha das armações até ao acesso aos serviços clínicos de saúde visual.
A organização interna sofreu modificações diretas, assentes numa nova disposição das coleções de óculos. Esta alteração logística visa garantir uma circulação mais fluida dentro do estabelecimento e permitir uma análise mais rápida dos produtos por parte dos consumidores. A estrutura de recursos humanos permanece inalterada, mantendo-se a equipa afeta ao atendimento presencial e ao respetivo acompanhamento técnico.
O portefólio de serviços clínicos continua ativo nas instalações, englobando a realização de consultas de optometria e a prestação de aconselhamento especializado. O espaço comercializa adicionalmente o plano +MultiOpticas, vocacionado para o acesso regular a cuidados óticos. Ao nível do equipamento, a loja disponibiliza os produtos do grupo EssilorLuxotica, com destaque para os dispositivos Nuance Audio, que consistem em óculos equipados com tecnologia auditiva, fundindo as vertentes visual e sonora numa única peça.
A retoma da atividade da loja no Forum Aveiro assinala a continuidade da operação da empresa no distrito, englobando a prestação de consultas gratuitas e o fornecimento de soluções óticas.
Os mais recentes cortes na Meta voltam a afetar a Reality Labs e surgem após a empresa ter aprovado compensações de até 921 milhões de dólares para seis altos executivos.
A Meta despediu mais cerca de 700 funcionários no passado dia 25 de março, de acordo com o The New York Times, uma porção pequena dentro do universo de 78 mil trabalhadores, mas que afetam diretamente a divisão Reality Labs, bem como áreas de recrutamento, vendas, operações e o Facebook. De acordo com o Bloomberg, os cortes afetam colaboradores nos Estados Unidos e noutros mercados, tendo a maioria sido notificada no próprio dia.
O timing contrasta com um novo programa de ações para seis altos executivos, anunciado menos de 24 horas antes, que poderá aumentar a compensação de cada um em até 921 milhões de dólares ao longo dos próximos cinco anos. A Meta justificou a iniciativa como uma forma de reter talento numa era marcada pela inteligência artificial. Adicionalmente, a empresa enfrenta ainda pressão judicial depois de um júri em Los Angeles a ter considerado responsável por danos causados a uma jovem utilizadora através de funcionalidades alegadamente viciantes do Instagram.
Ao The New York Times, um representante da Meta afirmou que as equipas procedem regularmente a reestruturações para garantir que estão na melhor posição para atingir os seus objetivos, acrescentando que a empresa procura encontrar novas funções para os trabalhadores afetados sempre que possível.
Esta não é a primeira vez que a Reality Labs, divisão com cerca de 15 mil funcionários dedicada à realidade virtual e ao metaverso, é alvo de cortes, tendo a Meta reduzido 10% da sua força de trabalho nessa área no início do ano, o que resultou no encerramento dos estúdios Twisted Pixel Games, Sanzaru Games e Armature Studio.
Esta divisão registou receitas de 2,2 mil milhões de dólares no ano passado, mas acumulou perdas de 19,2 mil milhões, ainda que Chris Pruett, diretor de jogos da Meta, tenha revelado durante o GDC Festival of Gaming que a utilização da Meta Quest atingiu um máximo histórico em 2025, com mais de 100 títulos a gerar receitas brutas superiores a um milhão de dólares cada.
A APA viabilizou a expansão do Terminal Norte do Porto de Leixões. A intervenção aumenta a capacidade logística e melhora a integração porto-cidade.
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) emitiu uma Declaração de Impacte Ambiental favorável condicionada referente ao projeto de ampliação e reorganização do Terminal de Contentores Norte do Porto de Leixões. A decisão atesta a viabilidade da intervenção, reconhecendo o papel da infraestrutura na competitividade logística e na economia de Portugal. A aprovação exige o cumprimento rigoroso de diversas medidas de mitigação e de monitorização ambiental, entre as quais se destaca a obrigatoriedade de elaboração de um plano de integração paisagística.
No plano da integração urbana, o projeto prevê uma reconfiguração da relação entre o espaço portuário e o território envolvente. A intervenção determina o afastamento físico das operações de manuseamento de contentores das áreas residenciais de Matosinhos e de Leça da Palmeira, com o objetivo de atenuar a pressão sobre estas zonas. Perspetiva-se também uma diminuição dos constrangimentos na mobilidade rodoviária local, alcançada através da redução do número de aberturas da ponte móvel, o que promoverá uma circulação de trânsito mais fluida. A obra engloba ainda a requalificação e modernização das infraestruturas de náutica de recreio e dos clubes locais, visando assegurar a continuidade destas atividades. Estas alterações inserem-se no âmbito do Plano Estratégico 2035, que define diretrizes para uma maior abertura do espaço portuário à comunidade local.
A nível logístico e económico, a expansão do Terminal Norte do Porto de Leixões incrementa a capacidade de movimentação de carga, permitindo processar até um milhão de TEUs por ano. O aumento da área e a modernização tecnológica do terminal viabilizam a receção de navios porta-contentores de maiores dimensões, reduzindo constrangimentos operacionais, diminuindo os tempos de espera e aumentando a fiabilidade global das operações. A infraestrutura contempla também uma integração reforçada do modo ferroviário, com o propósito de estabelecer uma cadeia logística mais eficiente e alinhada com as metas europeias de descarbonização. A intervenção reflete-se na criação de postos de trabalho diretos e indiretos no tecido empresarial da região Norte e visa aumentar a capacidade de exportação e importação do mercado nacional.
A avaliação técnica conclui que a ampliação responde à evolução atual do setor marítimo-portuário internacional, caracterizada pelo aumento da dimensão das embarcações comerciais e pela exigência de infraestruturas operacionais mais resilientes.
A campanha “This is an Xbox” foi descontinuada assim que Asha Sharma assumiu a liderança da divisão de jogos da Microsoft.
A Microsoft confirmou que o cancelamento da campanha “This is an Xbox” resultou de uma decisão direta de Asha Sharma, a nova CEO da divisão de jogos que veio substituir a posição de Phil Spencer, que anunciou a reforma abruptamente no mês passado, coincidido também com a saída de Sarah Bond. Em declarações ao portal Windows Central, um porta-voz da Microsoft veio agora justificar a medida, indicando que Sharma retirou a iniciativa “porque não parecia Xbox“, acrescentando que a executiva lidera pessoalmente um reset à forma como a marca se apresenta.
A iniciativa “This is an Xbox” tinha como objetivo promover a Xbox como uma plataforma omnipresente em diferentes equipamentos, com destaque para dispositivos de terceiros, incentivando o acesso ao Xbox Cloud Gaming através de televisores e telemóveis em detrimento da compra de hardware próprio. Esta campanha revelou-se particularmente polémica junto de parte da comunidade, que já percecionava uma diminuição do valor associado à posse de uma consola Xbox e na sequência da decisão da Microsoft de lançar os seus jogos exclusivos na PlayStation 5. De acordo com o Windows Central, a iniciativa gerava também desconforto internamente, com alguns funcionários a considerarem que prejudicava o trabalho das suas equipas.
Sharma, que assumiu o cargo há cerca de um mês, tem procurado aproximar-se diretamente dos utilizadores, nomeadamente através das redes sociais, com compromissos que incluem o que designou como o “regresso da Xbox“. No seu primeiro comunicado enquanto CEO, a executiva definiu três prioridades para o futuro da divisão: “grandes jogos“, o “regresso da Xbox” e o “futuro do jogo“. “Para estar à altura do momento, vamos inventar novos modelos de negócio e novas formas de jogar, apoiando-nos no que já temos: equipas icónicas, personagens e mundos que as pessoas amam“, afirmou na altura.
O Festival dos Moinhos de Portugal regressa já em abril com visitas guiadas, oficinas e recriações históricas para a valorização do património molinológico nacional.
É já nos dias 11 e 12 de abril que se realiza a segunda edição do Festival dos Moinhos de Portugal, com a sua programação distribuída geograficamente por cinco municípios: Águeda, Albergaria-a-Velha, Nelas, Sever do Vouga e Vagos. A iniciativa, que dispõe do apoio institucional do Turismo de Portugal, tem como foco central a valorização turística e cultural do património molinológico presente nestes territórios.
Após a realização da primeira edição em 2025, o Festival dos Moinhos procura consolidar a sua posição no panorama das iniciativas nacionais vocacionadas para a preservação e reativação destas infraestruturas tradicionais. Durante o fim de semana previsto, a operação do festival envolve a dinamização de mais de 25 moinhos e conta com a participação direta de um número superior a 15 associações culturais. No total, o planeamento engloba cerca de meia centena de experiências distintas, direcionadas a múltiplos perfis de público, desde o turismo familiar aos visitantes com interesses específicos em cultura e natureza.
A oferta programática do certame é diversificada e integra visitas guiadas aos complexos, oficinas práticas de moagem e de panificação, e recriações históricas que contextualizam a laboração destas estruturas. Adicionalmente, o calendário inclui o planeamento de percursos pedestres pelas áreas envolventes, provas de caráter gastronómico e um conjunto de espetáculos culturais enquadrados no mesmo eixo temático.
A comissão organizadora perspetiva este festival como um projeto estruturante para a afirmação das regiões envolvidas, sublinhando que esta segunda edição demonstra a consolidação de uma rede intermunicipal ativa. O objetivo passa pela criação de um impacto económico e social mensurável nas respetivas comunidades locais. Integrado na estratégia mais ampla da Rota dos Moinhos de Portugal, o evento adota uma metodologia conjunta orientada para a preservação, a interpretação e a promoção de um património material com acentuada relevância económica, histórica e identitária para as populações residentes.
A estratégia a longo prazo da organização prevê o alargamento progressivo desta rede de trabalho a novos municípios.
A nova tecnologia da Samsung promete reduzir reflexos, aumentar a resistência dos paineis e já está a ser adotada pela Asus, Gigabyte e MSI.
A Samsung Display confirmou que todos os monitores QD‑OLED lançados com painéis da geração de 2026 irão integrar uma nova tecnologia de revestimento chamada QuantumBlack. Esta novidade promete reduzir os reflexos em cerca de 20% face à geração anterior, melhorando a visibilidade em ambientes iluminados e elevando a experiência de utilização.
Para além da redução de brilho “parasita”, o QuantumBlack aumenta a dureza da superfície do painel de 2H para 3H, tornando‑o mais resistente a riscos superficiais, como marcas deixadas por unhas ou pequenos contactos acidentais. Com esta revelação a Samsung Display anunciou que fabricantes como Asus, Gigabyte e MSI já estão a incorporar esta tecnologia nos seus próximos monitores QD‑OLED, embora cada marca tenha optado por um nome comercial próprio, Black Shield para a Asus, Obsidian Shield para a Gigabyte e Dark Armor para a MSI.
Apesar da confirmação para monitores, a Samsung não esclareceu se o QuantumBlack poderá chegar também às suas smart TVs. Para já, a tecnologia será uma das principais novidades da próxima geração de ecrãs QD‑OLED, tornando o segmento premium mais competitivo e oferecendo melhorias práticas tanto para jogadores como para utilizadores profissionais.