Bolo Imperador chega a todas as lojas Lidl em Portugal para a quadra pascal

O Lidl Portugal estabeleceu um acordo com a pastelaria Pão da Vila para comercializar o tradicional Bolo Imperador nas suas 290 lojas até ao domingo de Páscoa.

O Lidl Portugal estabeleceu uma parceria com a pastelaria Pão da Vila para a comercialização do Bolo Imperador nas mais de 290 lojas da rede de supermercados de norte a sul do país. Este doce tradicional, originário de Mafra e habitualmente procurado na Ericeira, passou assim a estar disponível para milhões de portugueses.

A receita do Bolo Imperador distingue-se da doçaria tradicional de Páscoa por apresentar uma estrutura de menor densidade. A sua confeção artesanal integra múltiplas camadas de massa folhada, intercaladas com um recheio de creme de ovo de base tradicional. E o acabamento exterior do produto é realizado com a aplicação de amêndoa laminada torrada.

O formato distribuído na rede Lidl apresenta um peso de 700 gramas, com o preço de venda ao público fixado em 11,99€. Porém, e até 3 de abril, poderão adquirir o Bolo Imperador ainda mais barato, por apenas 9,99€.

Têm, depois, até ao domingo de Páscoa para levar este produto para a vossa mesa. Após essa data, as lojas Lidl deixarão de ter este doce.

Novo trailer de Supergirl inclui Krypto, Lobo e confirma um cameo de Superman

Supergirl é o próximo filme da DC Studios com estreia nos cinemas, já este verão.

A Warner Bros. e a DC Studios revelaram mais um trailer para Supergirl, desta vez mais carregado de ação, um novo olhar à sua premissa e a apresentação de um elenco de personagens bem mais preenchido.

Apesar de não se apresentar como um filme de origem, Supergirl será a apresentação da nova versão da personagem que terá pela primeira vez um filme dedicado. Protagonizado por Milly Alcock no papel de Kara Zor-El, o filme acompanha a jovem heroína numa aventura para curar Krypto e para ajudar uma Ruthye, protagonizada por Eve Ridley, numa missão de vingança pela morte dos seus pais provocada por Krem, que no trailer assistimos a alvejar o pobre Krypto.

O trailer também revela uma presença de Jason Momoa enquanto Lobo, que parece ajudar Kara durante uma sequência de ação, e confirma um cameo de David Corenswet enquanto Superman, embora não se preveja que vá para lá de uma breve aparição.

Baseado na banda desenhada Supergirl: Woman of Tomorrow, o filme serve de spin-off de Superman, e conta com a produção de James Gunn, sendo realizado por Craig Gillespie, que recentemente nos trouxe I, Tonya e Cruella. Tem estreia nos cinemas nacionais a 25 de junho.

Eidos-Montréal terá cancelado jogo em desenvolvimento há mais de sete anos

O novo projeto da Eidos-Montréal era conhecido internamente como P11 e descrito como Wildlands, terá sido cancelado já em fase final de produção.

A Eidos-Montréal terá cancelado um jogo em desenvolvimento desde 2019, numa decisão alegadamente ligada aos recém-anunciados despedimentos no Grupo Embracer. As informações avançadas pelo portal Insider Gaming, fala de um projeto conhecido internamente como P11 e referido como Wildlands, que se encontrava numa fase avançada de produção, já em fase de depuração, com lançamento apontado ainda para este ano.

De acordo com a fonte, o desenvolvimento de Wildlands terá sido marcado por problemas de produção prolongados, incluindo mudanças sucessivas de direção criativa e a utilização de quatro motores de jogo distintos ao longo dos vários anos. Em consequência, o orçamento do projeto terá ultrapassado largamente a casa das centenas de milhões de dólares, contribuindo para um cenário interno semelhante ao desfecho de outros projetos cancelados, onde se inclui novo Deus Ex em janeiro de 2024.

O Insider Gaming também teve acesso a material do jogo, sob condição de não divulgação pública, mas partilha uma breve descrição. Este seria um jogo de ação e aventura na terceira pessoa em mundo aberto, onde o jogador assumiria o papel de River, integrante de um grupo de adolescentes chamado Spiritbounds, capaz de enfrentar entidades espirituais com bastões mágicos, contando ainda com a companhia de Redheart, uma criatura de grandes dimensões semelhante a um alce utilizada para deslocação. O portal faz também comparações a outro projeto semelhante, WiLD, um jogo de sobrevivência anteriormente anunciado pela Wild Sheep Studio e, entretanto, abandonado, embora as fontes indiquem tratar-se de produções distintas.

O desfecho para esta produção levanta algumas questões, uma vez que alegadamente já teria ultrapassado marcos internos importantes e já se encontrava numa fase final de produção. Sabe-se, no entanto, que a decisão de cancelamento terá partido do Grupo Embracer, que terá concluído que o investimento adicional necessário nesta fase e pós-lançamento não seria recuperado.

A confirmação deste cancelamento surge no seguimento da mais recente vaga de despedimentos no estúdio canadiano, que eliminou 124 postos de trabalho das equipas de produção e suporte, naquela que foi a terceira ronda de cortes desde 2024. No total, a Eidos-Montréal já terá suprimido cerca de 300 postos de trabalho desde o início desse ano, num contexto mais amplo de reestruturação do Grupo Embracer, marcado por cancelamentos de projetos e redução de operações após o falhanço de um investimento externo significativo em 2023.

South of Midnight Review (PlayStation 5): Até onde vão as boas intenções

Um ano depois da estreia no PC e consolas Xbox, o jogo de ação e aventura da Compulsion Games chega à PlayStation 5 à procura de um novo público, mas o problema mantém-se e a linearidade, aliada a um sistema de combate pouco impressionante, prejudicam aquela que deveria ser uma experiência visual e narrativa muito mais marcante do que é.

Com a receção pouco calorosa de We Happy Few, a Compulsion Games parece ter encontrado uma bifurcação no seu caminho. Mesmo com a aquisição da Xbox e os recursos (quase) garantidos que nascem dessa parceria, a produtora canadiana podia ter seguido o caminho mais fácil e iterar sobre a fórmula que popularizou We Happy Few. Um novo jogo de sobrevivência, novamente assente numa forte vertente narrativa e com foco numa sub-cultura para criar um espelho sempre perenemente à nossa realidade em colapso. Por outro lado, a Compulsion Games podia fazer o oposto, o caminho inesperado, onde abandonaria a jogabilidade emergente por uma experiência mais segura, linear e cinematográfica. Para surpresa de todos, South of Midnight é a luz ao fundo do túnel no segundo caminho (podem ler a análise original a South of Midnight para a Xbox Series X|S e PC, aqui).

Ainda que não tenha sido fã de South of Midnight e da história de Hazel, eu respeito o que a Compulsion Games procurou fazer com o seu jogo de ação e aventura. O sistema de combate é repetitivo, a movimentação oferece poucas opções de ação e existem momentos onde a linearidade é prejudicial ao mundo que criou, mas é possível ver onde reside o coração da Compulsion Games e o que começa a definir a sua linguagem criativa, onde narrativa é sempre um foco com um forte retrato sobre sub-culturas através de um olhar mais fantasioso, mas igualmente fiel a histórias pessoais de luta e resistência. No caso de South of Midnight, temos a magia do sul e da comunidade afro-americana, o “deep south e todas as suas histórias de combate à escravatura e a sua proximidade espiritual à magia. Entre criaturas enormes, combates pouco marcantes, mecânicas que necessitavam de maior polimento e uma protagonista que não consegue ficar em silêncio, South of Midnight destaca-se pela animação, direção de arte e este respeito por uma cultura que continua a ser (infelizmente) tão invulgar no mundos dos videojogos.

Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Xbox Portugal.

Pokémon TCG recebe expansão Mega Evolução – Perfect Order com mais boosters e caixas de cartas

A nova expansão de Pokémon TCG introduz Pokémon Mega Evolução ex inspirados em Pokémon Legends: Z-A.

A The Pokémon Company lançou mais uma expansão de Pokémon TCG, que introduz novos Pokémon Mega Evolução ex aos decks e coleções dos jogadores. Já está disponível em lojas aderentes, e a nova expansão Mega Evolução – Perfect Order destaca-se por introduzir Pokémon Mega Evolução ex descobertos em Pokémon Legends: Z-A, o mais recente jogo da saga de RPGs Pokémon lançado para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. Entre os destaques estão os Mega Zygarde ex, Mega Starmie ex, Mega Clefable ex e Mega Skarmory ex, que chegam com valores elevados de HP e ataques mais poderosos.

Assim, os jogadores e colecionadores podem juntar aos seus baralhos novas criaturas com maior impacto em jogo, mas com um risco acrescido, já que estes Pokémon Mega Evolução ex concedem três cartas de Prémio ao adversário quando são derrotados, o que pode alterar rapidamente o rumo das partidas.

A nova expansão Mega Evolução – Perfect Order encontra-se disponível em vários formatos, incluindo booster packs, Elite Trainer Boxes e diferentes coleções disponíveis em lojas aderentes em todo o mundo.

Para além da expansão Mega Evolução – Ascended Heroes, já disponível desde fevereiro, Mega Evolução – Perfect Order continua a introduzir conteúdos baseados em Pokémon Legends: Z-A, que podem conhecer em maior detalhe na nossa habitual análise.

Project Songbird Review: Uma canção para Dakota

O valor emocional de Project Songbird é indiscutível e é possível sentir o carinho que Conner Rush nutre pelo seu jogo, mas a sua aproximação ao género de terror é uma espada de dois gumes e o resultado nem sempre é satisfatório ou emocionalmente eficaz.

A carreira musical de Dakota chegou a um ponto de rutura. Algo mudou, a chama apagou-se e foi substituída pela necessidade em cortar com o passado. Dakota estão numa crise de identidade. Se os fãs querem um regresso ao passado, Dakota quer antes olhar para o futuro e reencontrar a sua voz, mesmo que isso signifique colocar a sua carreira em risco. É isto que Dakota diz a si mesmo enquanto tentam compor novas músicas e tudo sai incompleto. Apesar da sua vontade em crescer enquanto criativos, em encontrar novas sonoridades que consigam exprimir o luto que as consome, Dakota são os seus maiores obstáculos. O bloqueio criativo estagna qualquer progressão, quase como um grito de ajuda, enquanto Dakota escondem-se da verdade e tentam ignorar o passado. Para reencontrarem a sua voz, Dakota viajam até aos confins do mundo, à natureza selvagem, sozinhos numa cabana no meio de uma floresta inabitada, cujos segredos rapidamente se revelarão para os jovens artistas. Se Dakota não aceitarem o passado, então será o próprio passado a confrontar Dakota para que as suas carreiras musicais não definham na indecisão e medo que nutrem o luto que as consome.

Project Songbird é muito forte na sua mensagem e na forma como aborda o bloqueio criativo face aos desafios emocionais e psicológicos de jovens artistas mergulhados num luto profundo. A crise de identidade e género, as exigências criativas de um mundo que espera algo de si, um artista que quer evoluir e ir além do que pensava ser, a ausência daqueles que completavam a sua vida e o próprio trauma das suas decisões são espelhados através de uma narrativa que não tem receio em desafiar emocionalmente os jogadores. Apesar dos diálogos não serem propriamente naturais ou realistas, caindo na armadilha da exposição desnecessária e de protagonistas que falam demasiado, Project Songbird carrega uma mensagem pessoal e propósito que revela muito sobre Connor Rush enquanto diretor e designer. Os pequenos momentos de exploração, em torno da cabana de madeira, onde encontramos igrejas abandonadas, grutas, minas e até durante as sequências mais surreais, onde Dakota mergulham em autênticos pesadelos, é possível sentir o carinho de Rush pelas personagens, ao ponto de dialogar diretamente com o jogador através de mensagens curtas, apostando num tom meta-narrativo que funciona em Project Songbird.

O meu problema com Project Songbird é, infelizmente, a sua natureza interativa e o pouco que faz com as suas mecânicas. Podemos defender que Project Songbird é maioritariamente um jogo de aventura na primeira pessoa, com um enorme foco na narrativa, e não estaríamos errados, mas Connor Rush define que é, acima de tudo, um jogo de terror psicológico. A proximidade ao género de terror cria expetativas que Project Songbird raramente cumpre, muito por escolha própria, mas que acabam por prejudicar a eficácia da ambiência e jogabilidade que apresenta. Por exemplo, o terror é quase esquecido, não existem momentos de tensão – fora uma das criaturas que enfrentamos no segundo pesadelo, que só se move quando não estamos a olhar – e o level design peca na navegação e visibilidade devido à tonalidade monótona e monocromática dos cenários. Quando Project Songbird quer ser assustador, não consegue evitar os sustos fáceis e previsíveis ou até imagéticas já esgotadas, como a utilização de manequins enquanto motifs nas sequências de pesadelo.

No entanto, existe aqui ambição e conseguimos perceber que Connor Rush é um conhecedor do género de terror pela forma como divide a campanha entre exploração, puzzles e combates. Apesar de Project Songbird não se destacar em nenhuma das três vertentes do género, a verdade é que é capaz de criar a sugestão de algo mais profundo através de puzzles nem sempre fáceis de solucionar e a criação de tensão quando temos de enfrentar uma das criaturas que nos perseguem. Se Project Songbird fosse mais focado, com uma identidade mecânica mais forte e percetível, acredito que estes elementos funcionassem melhor, mas falta algo, melhor polimento, gestão de inventário – temos vários itens e armas, acessíveis através de um menu radial, mas é o máximo – ou até um level design mais complexo e rico em detalhe. Project Songbird precisava de maiores surpresas e momentos como a sala inacabada, ainda em blockout, que quebra temporariamente o jogo.

Apesar dos seus esforços em permanecer firme no género de terror, Project Songbird encontra a sua voz nos momentos de calma, na aparente banalidade do dia a dia de Dakota enquanto tiram fotografias e gravam samples sonoros ou até quando ouvem um dos vinis da sua coleção. Há algo especial em Project Songbird, algo profundo e humano, e gostava de ter ficado mais enternecido pela sua narrativa.

Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pela FYRE Games.

Pokémon Pokopia recebe uma nova ilha oficial do IKEA

Pokémon Pokopia recebe uma Cloud Island construída em colaboração com a IKEA Japão, que assinala os vinte anos da cadeia sueca de mobiliário no país.

A IKEA Japão e a equipa de Pokémon Pokopia anunciaram uma parceria que celebrar as duas décadas de presença da cadeia sueca no Japão. Esta colaboração materializa-se tanto a nível digital como físico, a começar pela criação de uma ilha temática exclusiva no Virtual Mode do jogo.

Designada como IKEA Island, esta ilha pode ser acedida a partir de 1 de abril e pode ser visitada até 30 de junho, mediante a introdução de um código que infelizmente apenas pode ser obtido nas lojas físicas participantes no Japão. A ilha apresenta dois quartos desenhados por designers reais da IKEA, cada um inspirado num Pokémon distinto, como um espaço dedicado ao Pikachu e um quarto inspirado no Snorlax, ambos decorados com vários itens em ambientes acolhedores e envolvente.

No Japão, a colaboração também terá expressão nas lojas físicas, com os quartos temáticos reproduzidos em cenários reais, decorações de Pokémon Pokopia nos restaurantes suecos, promoções exclusivas para membros IKEA Family, e com outras atividades entre os dias 18 de abril e 10 de maio.

Pokémon Pokopia é um dos mais recentes exclusivos Nintendo Switch 2, que coloca os combates de parte e abraça a jogabilidade relaxada de um cozy game, onde os jogadores têm que reconstruir um mundo com a ajuda das icónicas criaturas com as quais pode criar amizades e comunidades.

Death Stranding 2 para PC impulsiona vendas na PlayStation 5 e ajuda a passar os dois milhões de cópias vendidas

O lançamento de Death Stranding 2 para PC ajudou o mais recente jogo a ultrapassar um marco modesto, mas muito importante, com as vendas PS5 também a aumentarem

Death Stranding 2: On the Beach chegou ao PC via Steam e Epic Games Store no passado dia 19 de março, tornando-se na conversão para PC com o lançamento mais rápido de um jogo single-player da PlayStation Studios na plataforma, os recordes de Stellar Blade.

De acordo com uma nova estimativa da Alinea Analytics, a versão para PC de Death Stranding 2: On the Beach vendeu cerca 425 mil cópias logo na primeira semana, somando-se às 1,6 milhões de cópias já vendidas na PlayStation 5. Graças a isto, as receitas globais do jogo ultrapassam agora os 138 milhões de euros, incluindo 101 milhões gerados na consola da Sony e 30 milhões na Steam, com uma parcela adicional via Epic Games Store.

O impacto do lançamento no PC estendeu-se à PlayStation 5 de forma notória. Paralelo ao lançamento no PC, a Sony colocou a versão da PlayStation 5 em promoção, com um desconto semelhante a períodos anteriores que haviam gerado picos de cerca de cinco mil cópias diárias na consola. Mas desta vez as vendas diárias na PlayStation 5. dispararam para 12.800 unidades no pico, mais do dobro dos valores registados nos descontos de novembro e dezembro.

Os dados da Alinea Analytics, sugerem que este pico de vendas é um reflexo da cobertura mediática deste relançamento, com coberturas técnicas, novas análises orientadas para um público mais vasto e os novos playthroughs publicados por criadores de conteúdo e streamers, acabando por funcionar como uma nova fase de marketing orgânico, com capacidade de converter jogadores de consola que se tinham mantido indecisos. Este fenómeno não é novo, tendo sido já registado com Stellar Blade, cujo lançamento no PC também impulsionou as vendas da versão PlayStation 5.

Sobre a versão para PC de Death Stranding 2: On the Beach, como indicámos na nossa cobertura, continua a valer todos os elogios da versão PlayStation 5, mas para quem já jogou na consola, os incentivos para revisitar na nova plataforma são relativamente modestos, numa conversão que faz justiça à visão técnica e artística de Hideo Kojima sem avanços substanciais.

Eidos-Montréal despede mais 124 trabalhadores

A Eidos-Montréal anunciou mais uma vaga de despedimentos, a terceira desde 2024, que elimina 124 postos e que coincide com a saída do diretor de estúdio.

A Eidos-Montréal, o estúdio canadiano pertencente ao Grupo Embracer, anunciou o despedimento de mais 124 trabalhadores das equipas de produção e suporte, justificado com “mudanças nas necessidades dos projetos“. Simultâneamente, David Anfossi, que integrava a empresa desde 2007 e a chefiava desde 2013, deixa o cargo numa saída apresentada como mútua, com um plano de transição para nova liderança a ser atualmente implementado.

O estúdio já tinha eliminado 97 postos em janeiro de 2024, no âmbito do cancelamento de um novo jogo da série Deus Ex, e mais 75 em março de 2025, com o fim de outro projeto. Agora, com os despedimentos desta semana o somatório é elevado para cerca de 300 postos suprimidos desde o início de 2024. O foco atual terá transitado para co-desenvolvimento, com participação em projetos como Grounded 2 e Fable, da Microsoft, sendo que o último título lançado de forma autónoma pelo estúdio foi Guardians of the Galaxy, em 2021.

Estes cortes repetem o padrão que atravessa todo o grupo sueco desde que, em 2023, um investimento de cerca de 1,8 mil milhões de euros da saudita Savvy Games Group não se concretizou. O programa de reestruturação que se seguiu resultou em milhares de despedimentos, no cancelamento de projetos e na alienação de divisões como a Saber Interactive, a Gearbox e a Easybrain.

Cartaz do Vagos Metal Fest 2026 fechado com 13 novas confirmações

Massacration, The Troops of Doom e Employed To Serve entre as novas e últimas confirmações para o Vagos Metal Fest 2026.

O cartaz do Vagos Metal Fest 2026 está oficialmente encerrado com o anúncio de 13 novas bandas para a edição que decorre de 5 a 9 de agosto na Quinta do Ega, no município de Vagos. O evento, consolidado como um dos principais festivais de heavy metal em Portugal, estende-se por cinco dias e apresenta cabeças-de-cartaz como Lamb of God, Within Temptation, Godsmack, In Flames e Satyricon.

A última vaga de confirmações para fechar o alinhamento do festival português destaca a estreia absoluta em território nacional dos brasileiros Massacration, reconhecidos pela sua abordagem satírica ao género. Também oriundos do Brasil chegam os The Troops of Doom, grupo formado por antigos membros dos Sepultura que explora as vertentes do death e thrash metal. A nível internacional, o evento em Vagos assegura ainda a presença dos britânicos Employed To Serve, enquanto a representação nacional é reforçada pelos cascalenses Toxikull. O lote final de artistas confirmados na programação inclui também Jeremy Harry Harris, Melodius Deite, Guiltera, Stercore, Symfobia, Leave The Wave, Lone Survivors, Unredeemer e Dark Sky.

Quanto aos bilhetes, os interessados podem adquirir o passe geral de cinco dias pelo valor de 169€, enquanto que os bilhetes diários são comercializados por 69€ cada.

The Housemaid’s Secret com Sydney Sweeney e Kirsten Dunst estreia no Natal de 2027

The Housemaid’s Secret regressa aos cinemas dois anos após a primeira adaptação.

The Housemaid’s Secret, o próximo filme realizado por Paul Feig, baseado no romance best-seller com o mesmo nome escrito por Freida McFadden, vai chegar aos cinemas a 17 de dezembro 2027, exatamente dois anos após a estreia do seu antecessor em 2025, The Housemaid.

The Housemaid’s Secret marca o regresso de Sydney Sweeney ao papel de Millie e de Michele Morrone, como Enzo, e Kirsten Dunst junta-se ao elenco como Wendy Garrick, a patroa deste novo filme. Na equipa por detrás da sequela, para além do regresso de Paul Feig à cadeira de realizador, inclui Rebecca Sonnenshine, responsável pela adaptação do livro The Housemaid, que volta como guionista. A produção do filme começa ainda este ano, como já confirmou a Lionsgate.

Em The Housemaid’s Secret acompanhamos Millie (Sweeney) como empregada doméstica na casa de uma nova família rica, os Garrick, enquanto estuda para se tornar assistente social. Millie deixa o namorado, mora num bairro perigoso, e sabe que anda a ser seguida, só não sabe por quem. Na casa de Wendy e Douglas Garrick algo se passa, e um aviso dirigido a Millie acompanhado de manchas de sangue na roupa, torna tudo ainda mais estranho.

Para além de The Housemaid’s Secret, há várias adaptações de outros livros de Freida McFadden nos próximos anos, entre eles The Surrogate Mother (Barriga de Aluguer), lançado em outubro de 2018; The Teacher (A Professora), lançado em fevereiro de 2024; The Tenant (A Inquilina), lançado em maio de 2025; e Dear Debbie (Querida Debbie), lançado internacionalmente em janeiro passado.

Cervantes: Antes de Dom Quixote estreia nos cinemas em abril

Cervantes: Antes de Dom Quixote chega para conta a vida de um dos mais importantes escritores espanhóis.

Esta primavera os cinemas portugueses recebem Cervantes: Antes de Dom Quixote, uma história passada em 1575, que conta um dos episódios mais decisivos da vida do escritor espanhol Miguel de Cervantes.

Realizado e escrito pelo chileno Alejandro Amenábar, vencedor do Óscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2005 com Mar Adentro, o filme revisita os anos de cativeiro que marcaram profundamente a vida do escritor espanhol e mostram o homem por detrás da lenda de Dom Quixote de la Mancha. Julio Peña (da série Berlim) dá vida a Miguel de Cervantes, ao lado de Alessandro Borghi, que interpreta Hasan Paxá, o poderoso governante de Argel.

No filme, muito antes do lançamento da sua icónica obra, o jovem Cervantes é capturado por corsários otomanos e levado para Argel, onde, “ferido e prisioneiro, o antigo soldado encontra na imaginação uma forma de resistência: histórias de aventuras que partilha com os companheiros de cativeiro e que acabam por despertar também o interesse do temido paxá da cidade“.

Cervantes: Antes de Dom Quixote, produzido originalmente em 2025, já ganhou quatro prémios e leva mais de uma dezena de nomeações em vários festivais de cinema espanhóis, incluindo os Goya.

Bauer Media Audio lança aplicação Rayo no Android Automotive

Com esta integração no Android Automotive, a Rayo está agora disponível de forma nativa para veículos BMW e Mini.

A Bauer Media Audio lançou a versão nativa da aplicação Rayo para o sistema operativo Android Automotive em Portugal e no Reino Unido. Esta integração tecnológica permite o acesso direto à plataforma de áudio nos painéis de instrumentos de carros conectados, estando a compatibilidade já garantida para os veículos da BMW e MINI. A iniciativa tem como objetivo adaptar o consumo de rádio em direto às exigências do atual ecossistema automóvel, garantindo maior acessibilidade tecnológica.

A distinção técnica entre o Android Auto e o Android Automotive é central nesta operação. Enquanto o primeiro exige o espelhamento da interface de um telemóvel no ecrã do veículo, o Android Automotive funciona como o sistema operativo nativo do automóvel. Consequentemente, a aplicação Rayo opera diretamente a partir do sistema de infoentretenimento, dispensando dispositivos externos e proporcionando uma integração fluida com os comandos do carro. O desenvolvimento desta infraestrutura resultou de uma parceria com a Radioplayer, utilizando a sua tecnologia para Android Automotive, com a distribuição no mercado automóvel assegurada pela Appning.

Atualmente, a interface da aplicação nos veículos com Android Automotive privilegia a simplicidade, focando-se exclusivamente na transmissão de rádio em direto para minimizar distrações durante a condução. Para breve, está prevista a integração de conteúdos a pedido, como os podcasts.

No mercado português, a aplicação Rayo centraliza a oferta de áudio das principais estações do grupo Bauer Media Audio, nomeadamente a Rádio Comercial, a m80 Rádio, a Cidade FM e a Smooth FM.

ONLYOFFICE acusa Nextcloud e IONOS de violação de licença no Euro-Office

A ONLYOFFICE expõe o uso não autorizado da sua tecnologia pela Nextcloud e IONOS, exigindo o cumprimento estrito das condições da licença original.

A ONLYOFFICE acusou formalmente as empresas Nextcloud e IONOS de violação de termos de licenciamento de software e de desrespeito pelas leis internacionais de propriedade inteletual no desenvolvimento do recém-anunciado projeto Euro-Office. A denúncia pública sustenta que a iniciativa europeia utiliza tecnologia derivada dos editores de documentos da ONLYOFFICE de forma não autorizada, contornando as regras estipuladas para a distribuição de código aberto.

O software da ONLYOFFICE é distribuído sob a licença GNU Affero General Public License v3 (AGPLv3), um modelo copyleft que exige a divulgação do código-fonte, a manutenção dos avisos de direitos de autor e a aplicação da mesma licença em qualquer redistribuição, incluindo em formatos de Software as a Service (SaaS). Desde 25 de maio de 2021, a empresa implementou condições adicionais legalmente enquadradas pela Secção 7 da licença AGPLv3, sendo que estas cláusulas exigem a preservação obrigatória do logótipo original do produto e proíbem expressamente a utilização das marcas registadas do titular dos direitos de autor em trabalhos derivados.

A argumentação jurídica da ONLYOFFICE estabelece que a licença base e as respetivas condições adicionais formam um enquadramento legal único e indivisível. A alegação de que uma versão modificada do software possa ser distribuída sob uma licença AGPLv3 pura, omitindo as restrições impostas pela Secção 7, é classificada como desprovida de qualquer fundamento legal, e o direito de criar e comercializar obras derivadas está estritamente subordinado à aceitação integral da licença original. Ou seja, a criação de um produto derivado não gera um novo regime de licenciamento independente que isente os programadores das obrigações contratuais iniciais.

Assim, diz a ONLYOFFICE que qualquer tentativa de exclusão unilateral ou desrespeito pelas condições adicionais configura uma utilização que excede o âmbito da licença concedida. De acordo com a Secção 8 da norma AGPLv3, o incumprimento dos termos resulta na rescisão automática e imediata dos direitos de utilização. Portanto, e na ausência de uma licença válida, a exploração continuada da tecnologia constitui uma infração direta aos direitos exclusivos da ONLYOFFICE. A empresa sublinha que a conformidade não é um fator opcional e que a caracterização destas regras como não obrigatórias por parte de terceiros não anula a sua validade jurídica ou força vinculativa.

Perante a infração, a ONLYOFFICE classifica o projeto EuroOffice como uma violação material evidente das suas diretrizes de licenciamento e exige o cumprimento imediato e integral das condições estabelecidas, nomeadamente a reintegração da marca, do logótipo e de todos os elementos de atribuição exigidos.

Relativamente às afirmações sobre a impossibilidade de uma colaboração aberta entre as entidades, a ONLYOFFICE reitera que o respeito escrupuloso pelo enquadramento jurídico e pelos direitos de autor é a fundação inegociável de qualquer parceria tecnológica viável no setor do software.

Metrobus do Porto prolonga período experimental gratuito até 20 de abril

O período adicional desta borla no metrobus do Porto serve para melhorar os avisos sonoros e os tempos de espera.

A fase experimental e gratuita do metrobus do Porto, em circulação desde o final de fevereiro, foi prolongada até ao dia 20 de abril. A partir dessa data, o serviço de transporte público, que assegura a ligação entre a Casa da Música e a Praça do Império, entrará oficialmente na sua operação comercial regular.

Durante as três semanas que antecedem o início da cobrança de títulos de transporte, as equipas técnicas vão concentrar-se na melhoria dos sistemas de informação ao passageiro. O objetivo é assegurar que, no arranque definitivo, a operação se encontre em pleno funcionamento. Entre as intervenções previstas estão o aperfeiçoamento dos avisos sonoros e da apresentação dos tempos de espera nas paragens, assim como a calibração da informação disponibilizada no interior dos veículos. Este processo decorre em articulação direta entre a Metro do Porto, a Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) – entidade operadora -, a Câmara Municipal do Porto e o Ministério das Infraestruturas e Habitação.

O sistema, suportado por uma frota de autocarros movidos a hidrogénio, iniciou a circulação com passageiros no dia 28 de fevereiro, decorrido cerca de um ano e meio sobre a conclusão da empreitada no eixo viário principal. Atualmente, o trajeto abrange as avenidas da Boavista, onde o veículo circula numa via dedicada, e Marechal Gomes da Costa. Ao longo deste canal, o embarque e desembarque é efetuado nas estações de Guerra Junqueiro, Bessa, Pinheiro Manso, Serralves e João de Barros. A segunda fase do projeto, destinada a prolongar a linha até à Praça Cidade do Salvador (conhecida como Anémona), engloba as futuras paragens de Antunes Guimarães, Garcia de Orta, Nevogilde e Castelo do Queijo, troço que se encontra ainda em fase de obras.

No que diz respeito ao funcionamento diário, o metrobus opera ininterruptamente entre as 06h e as 22h. As frequências de passagem estão estipuladas em 10 minutos durante os períodos de maior afluência (horas de ponta), alargando para 15 minutos nos restantes horários. Esta cadência, que se manterá sem alterações com a transição para o serviço comercial, apresenta intervalos superiores aos que tinham sido projetados aquando da apresentação do projeto em 2021.

Comissão Europeia aprova 250 milhões de euros para a floresta portuguesa

Financiamento comunitário de 250 milhões de euros garante a resiliência da floresta portuguesa. Os apoios plurianuais estendem-se num período de 15 a 20 anos.

A Comissão Europeia aprovou um financiamento de 250 milhões de euros em apoios à floresta portuguesa. Este pacote financeiro, validado após notificação de Portugal em março de 2025, integra o Plano Estratégico da Política Agrícola Comum e tem como objetivo assegurar a continuidade dos investimentos florestais no país. A medida europeia procura estabilizar a gestão silvícola nacional através da injeção direta de capital no setor.

O montante aprovado por Bruxelas destina-se a compensar as perdas de rendimento dos proprietários e a financiar operações de florestação em terrenos agrícolas e não agrícolas. O programa de incentivos florestais contempla igualmente a recuperação de áreas afetadas por catástrofes naturais, garantindo a viabilidade económica resultante da alteração do uso do solo. A estratégia definida protege os investimentos já efetuados e promove a estabilidade da área arborizada.

A execução deste regime de financiamento assume um caráter plurianual, com a distribuição das verbas a estender-se por um período temporal entre 15 e 20 anos. A concessão destes fundos europeus decorre até ao limite de 31 de dezembro de 2029 e obriga à comprovação documental de custos e perdas reais por parte dos requerentes. O mecanismo aplica regras estritas de cálculo e proporcionalidade para impossibilitar qualquer cenário de sobrecompensação financeira aos beneficiários.

Varanda de Lisboa lança Menu Express para almoços aos dias úteis

O restaurante panorâmico Varanda de Lisboa introduziu o Menu Express e o Menu Executivo para almoços aos dias úteis, com valores a partir de 19,50€.

O restaurante panorâmico Varanda de Lisboa, localizado no Hotel Mundial, reformulou a sua oferta de refeições para o período do almoço com a introdução de uma nova modalidade de consumo. Denominada Menu Express, a nova proposta destina-se aos dias úteis e vigora exclusivamente de segunda a sexta-feira, no horário compreendido entre as 12h30 e as 15h.

Esta atualização na estratégia de restauração resulta na disponibilização de duas opções distintas de menu para os clientes. O recém-lançado Menu Express tem um custo fixo de 19,50€ e possibilita a escolha entre duas combinações: entrada e prato principal, ou prato principal e sobremesa. Esta tarifa engloba também o consumo de água filtrada. Em alternativa, o estabelecimento apresenta o Menu Executivo, com o valor de 24€, que integra uma refeição completa composta por entrada, prato principal e sobremesa, adicionando ainda um copo de vinho da referência exclusiva PHC Hotels Colheita Particular.

A matriz alimentar do espaço mantém-se assente na gastronomia tradicional portuguesa, estabelecendo uma rotação semanal dos pratos confecionados para garantir a diversidade da carta. A oferta regular de pratos principais inclui receitas típicas como o Bacalhau com natas gratinado, o Arroz de polvo malandrinho, o Cozido à portuguesa e a Cataplana de peixe e marisco. Independentemente da opção escolhida pelo cliente, a estrutura das refeições determina que estas comecem com a sopa do dia ou uma salada mista, terminando com a sobremesa diária definida pelo chef.

Adicionalmente às alterações na ementa física, o site oficial do Varanda de Lisboa foi também reestruturado a nível de design e navegação, concentrando e organizando a informação relativa a ementas, horários de funcionamento e características do espaço panorâmico.

OPPO Find X9 Ultra vai ter câmara Hasselblad com zoom ótico de 10x

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A OPPO promete que o zoom ótico de 10x do Find X9 Ultra contará com um nível de qualidade inédita num smartphone.

A OPPO partilhou novas informações sobre o Find X9 Ultra, focando‑se desta vez na tecnologia da sua câmara telefoto. O próximo topo de gama da marca, que contará com um sensor periscópico de 50MP desenvolvido em colaboração com a Hasselblad, será capaz de oferecer zoom ótico de 10x sem comprometer a espessura do dispositivo, naquele que é um dos maiores desafios deste tipo de sistema.

Pete Lau, responsável da OPPO, explicou que a marca recorreu a uma solução interna que descreve como um “teleconversor” integrado, embora o termo não seja tecnicamente exato. O segredo está numa arquitetura que utiliza cinco reflexões internas da luz, permitindo alongar o percurso ótico sem aumentar o módulo da câmara. Normalmente, vários reflexos degradariam a imagem, mas a OPPO afirma ter otimizado todo o caminho ótico, apresentando o conceito como “Arquitetura de Caminho Ótico Imaculado”.

A marca refere ainda que a estabilização ótica foi reforçada para garantir precisão mesmo com zoom máximo. Oficialmente, a OPPO afirma que é possível atingir 20x com qualidade ótica, através de recorte inteligente, embora esta afirmação deva ser interpretada com alguma cautela. Assim, a ser verdade, o Find X9 Ultra deverá posicionar‑se como um dos smartphones mais avançados em fotografia móvel no seu lançamento.

Fanta e Xbox unem forças em campanha com personagens de Call of Duty, Halo e Diablo IV

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No ano em que a Xbox celebra 25 anos, a Fanta lança em Portugal uma campanha promocional com embalagens especiais e prémios que incluem PCs de jogos ROG Xbox Ally.

A Coca-Cola Portugal lançou uma nova campanha da Fanta em parceria com a Xbox, chamada “Wanta Fanta? Agarra já a tua!“, que serve para assinalar o 25º aniversário da plataforma de jogos, ao colocar personagens icónicas de três das suas grandes franquias (Call of Duty, Halo e Diablo IV) nas embalagens de Fanta disponíveis no mercado português.

Esta campanha promocional, que decorre em três fases e se estende até 31 de maio, serve também para colocar prémios nas mãos dos consumidores, onde se destacam PCs de jogos ROG Xbox Ally

A participação nesta iniciativa é feita através da App Coca-Cola, onde após a compra de um produto Fanta com embalagem especial, os consumidores fazem o upload do talão de compra e acumulam pontos trocáveis por prémios. Ao todo, serão oferecidas cinco consolas ROG Xbox Ally, 20 comandos Xbox sem fios e 500.000 prémios de jogos, distribuídos por sorteio exclusivamente através da página oficial da campanha entre 13 de abril e 31 de maio.

Cada sabor da linha especial de produtos Fanta corresponde a um universo de jogo distinto. A Fanta Laranja Regular, em lata de 330ml e garrafa PET de 1,5L, está associada ao universo de Call of Duty; a Fanta Maracujá Sem Açúcar, nas mesmas embalagens, ao mundo de Halo; e a Fanta Uva Sem Açúcar, disponível exclusivamente em PET de 1,5L, ao universo de Diablo.

A campanha também inclui presença física em dois dos principais eventos de videojogos e cultura pop desta primavera, como é o caso da Comic Con Portugal, entre 23 e 26 de abril no Europarque (em Santa Maria da Feira), e o Óbidos Vila Gaming, de 7 a 10 de maio.

Ibrahim Salim Khan, Vice President da Global Sparkling Flavors Category, enquadra a parceria na ambição da marca que acredita que “os videojogos são hoje um dos principais territórios de cultura e entretenimento à escala global, e para Fanta faz todo o sentido estar presente nesse espaço de forma relevante.” Já Diogo Martins, diretor de marketing da Coca-Cola para Portugal, acrescenta que a campanha reflete a intenção de desenvolver a marca através de “experiências integradas que ligam produto, plataformas digitais e pontos de contacto reais“.

Restaurante Gabbro abre no Guincho com menu do chef Miguel Laffan

O Gabbro oferece uma ementa italiana contemporânea criada por Miguel Laffan, num ambiente estruturado em torno da partilha.

A oferta gastronómica na Estrada do Guincho, em Cascais, conta com um novo espaço dedicado à culinária italiana. Denominado Gabbro – que surge no lugar do agora extinto Panorama Beach Club -, o estabelecimento resulta do investimento de uma família local e tem a direção executiva e a assinatura do menu a cargo do chef Miguel Laffan – que saiu recentemente do restaurante Intemporal -, com a gestão operacional entregue a Pedro Igrejas, na qualidade de Diretor Geral.

Historicamente marcada pela restauração focada no peixe e no marisco, a zona do Guincho acolhe agora um conceito distinto que reflete as alterações nas dinâmicas de consumo, sendo que o novo conceito procura demarcar-se através de uma abordagem orientada para a partilha e para a criação de um ambiente intergeracional. O design de interiores foi executado pela empresa Fusion Interior Design, que optou por uma conjugação de materiais e cores destinada a criar um ambiente de convívio descontraído, com foco na simplicidade.

A escolha do nome do espaço, Gabbro, remete para um tipo de rocha magmática de formação lenta. Esta nomenclatura foi a analogia escolhida pelos fundadores para representar a consistência, a solidez e a durabilidade pretendidas para o modelo de negócio e para a presença do restaurante na região. Pedro Igrejas afirma que o objetivo da estrutura familiar consistiu em criar um espaço com identidade própria, projetado para ter continuidade no futuro da restauração local, operando como um ponto de encontro informal.

No plano gastronómico, a carta desenhada por Miguel Laffan assenta na tradição italiana, aliada a uma execução contemporânea e a um foco rigoroso na qualidade do produto. A ementa foi estruturada em torno do que o chef descreve como o conceito de Tavola Viva, promovendo a refeição como uma experiência coletiva e sem formalismos. A oferta disponível aos clientes percorre várias categorias clássicas, incluindo focaccias de forno, aperitivos, crudos, massas, risottos e pizza de estilo napolitano, complementada por pratos principais de peixe e carne, terminando com uma seleção de sobremesas. Miguel Laffan sublinha que o foco da operação na cozinha reside no respeito pelos ingredientes e na precisão dos sabores servidos.

Localizado no número 1984 da Estrada do Guincho, o Gabbro opera de terça-feira a domingo, com horários ajustados consoante os dias da semana. O funcionamento regular estende-se das 12h às 16h para o serviço de almoço, e das 19h às 24h para o serviço de jantar, com a cozinha a deixar de aceitar pedidos às 22h30 de terça a quinta-feira. Às sextas-feiras e sábados, o período de abertura do espaço é prolongado até às 02h, sendo que a cozinha encerra às 23h. Aos domingos, o restaurante adota um regime diferente, servindo exclusivamente almoços até às 15h30 e encerrando as instalações às 18h.