Aeroporto do Porto atinge tráfego recorde e anuncia 21 novas rotas para 2026

Com investimentos de 50 milhões de euros, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro reforça a operação de verão com 21 novas rotas e mais de 130 destinos diretos.

O Aeroporto Francisco Sá Carneiro, globalmente reconhecido como Aeroporto do Porto, registou um volume de tráfego recorde ao ultrapassar a marca dos 16,9 milhões de passageiros durante o ano de 2025. Este aumento de 6,3% face aos dados do ano anterior consolida a infraestrutura aeroportuária gerida pela ANA Aeroportos de Portugal como um eixo fundamental na aviação comercial europeia. O crescimento contínuo do tráfego de passageiros na região Norte é impulsionado pelo reforço das rotas transatlânticas, com natural destaque para os voos diretos para os Estados Unidos da América e para o Brasil, além das ligações ao centro de operações de Adis Abeba, cujas frequências intercontinentais serão alvo de expansão ao longo de 2026.

A estratégia de captação de tráfego aéreo para o verão de 2026 prevê a introdução de 21 novas rotas a partir do Aeroporto do Porto, elevando para mais de 130 o número de destinos diretos disponíveis. Neste plano de crescimento da conetividade aérea destacam-se seis novas rotas intercontinentais. A principal novidade incide sobre o início das operações da Delta Air Lines, que inaugura em maio uma rota direta entre Nova Iorque, através do aeroporto JFK, e a cidade do Porto. O mercado africano beneficia igualmente de novas alternativas de voo, com a transportadora easyJet a iniciar operações para os aeroportos de São Vicente, Boa Vista e Praia, no arquipélago de Cabo Verde. Em complemento, a companhia de bandeira TAP Air Portugal inicia voos regulares para a Praia em junho, enquanto a Ryanair reforça a oferta no Norte de África com uma nova ligação direta a Rabat, em Marrocos.

O reforço das ligações de médio e longo curso ao Oriente constitui outro pilar do desenvolvimento do Aeroporto Francisco Sá Carneiro para 2026, projetando-se um aumento superior a 20% no total de movimentos aéreos face ao período homólogo de verão. Para este indicador de crescimento contribuem ativamente a Turkish Airlines, que passa a disponibilizar 17 voos semanais diretos entre o Porto e Istambul, e a expansão da operação da companhia El-Al, através do reforço da capacidade na rota para Telavive.

A consolidação do Aeroporto do Porto como principal porta de entrada no Noroeste Peninsular reflete-se na abertura de múltiplos voos diretos para centros urbanos de relevo no continente europeu. A programação de verão abrange a estreia da Bulgaria Air com voos para Sófia, da Chair para Zurique e da easyJet para o aeroporto de Linate, em Milão. A expansão territorial engloba ligações asseguradas pela Jet2 para Newcastle, pela LOT Polish Airlines para Varsóvia, pela Norwegian para Billund e pela Ryanair para a cidade sueca de Gotemburgo. O mapa de novos destinos europeus fica completo com as operações da SmartWings para Praga, da SunExpress para Esmirna, da TAP para a ilha Terceira, e da Volotea para Astúrias, Brive-la-Gaillarde e Estrasburgo, além das novas rotas operadas pela WizzAir para Bucareste e Katowice.

Para sustentar o aumento da capacidade de tráfego aéreo e garantir a manutenção de elevados padrões de qualidade de serviço, encontra-se em curso um plano de investimento focado na modernização tecnológica e estrutural do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. A intervenção de maior envergadura já concluída centrou-se na requalificação integral da pista de aterragem e descolagem, num projeto avaliado em 50 milhões de euros. Simultaneamente, avançam empreitadas de melhoria no edifício do terminal de passageiros, englobando a otimização da área de check-in, a expansão da zona de controlo de segurança e a modernização do canal de acesso prioritário.

O projeto contempla ainda a implementação de um corredor dedicado a passageiros com mobilidade reduzida e famílias, bem como a ampliação do espaço lounge, assegurando o contínuo desenvolvimento operacional do aeroporto.

Unbound, o novo estúdio do criador de Resident Evil, junta-se à Shift Up

A produtora de Stellar Blade abre os braços a Shinji Mikami e ao seu novo estúdio Unbound.

Recentemente, Shinji Mikami, o lendário criador e produtor de jogos como Resident Evil,Dino Crisis eVanquish, revelou que fundou um novo estúdio em 2022, chamado Unbound, focado em jogos de altas produções (AAA). Agora, o estúdio dá um novo passo, ao formalizar uma nova colaboração.

Unbound, que está atualmente a desenvolver jogos novos para PC e consolas, foi adquirido pela Shift Up, o estúdio responsável por Stellar Blade e pela série NIKKE para dispositivos móveis.

Não é absolutamente clara a extensão desta aquisição, mas já se sabe que a Shift Up terá um papel de distribuição dos novos jogos. “Através desta aquisição, a Shift Up integrou talento de desenvolvimento de nível mundial e expandiu a sua pipeline orientada para PC e consolas. Para além disso, a empresa planeia assumir diretamente a publicação dos próximos títulos da UNBOUND e, de forma gradual, construir as suas próprias capacidades de serviço a nível global.” Pode ler-se no comunicado oficial.

Na mesma publicação, o CEO da Shift Up, Hyung-Tae Kim, afirma que “esta aquisição servirá como uma oportunidade para oferecer a melhor experiência de jogo a utilizadores em todo o mundo e reforçar ainda mais a competitividade global de desenvolvimento da Shift Up,” e Shinji Mikami diz que sente “uma forte sinergia com o CEO Kim, que também é um criador ativo, e acredito que esta é uma parceria ideal que nos permite focar na criatividade. Faremos o nosso melhor para criar jogos divertidos, para que ambas as empresas, a trabalhar como uma só, possam corresponder às expectativas dos fãs.

Esta é uma nova fase para Mikami, que já soma no currículo uma quantidade invejável de projetos ao longo de vários estúdios, entre eles a Capcom, Clover Studio, PlatinumGames e a Tango Gameworks.

Entretanto, a Shift Up continua assim a crescer, após o sucesso de Stellar Blade para PlayStation 5 e PC, que se prevê ter uma sequela já em 2027.

Decathlon Portugal distribui 1,4 milhões de euros em lucros pelos trabalhadores

A Decathlon Portugal vai distribuir 1,4 milhões de euros relativos aos lucros de 2025 pelos seus funcionários, montante que acresce ao aumento do salário mínimo interno para 1165€.

A Decathlon Portugal anunciou a distribuição de 1,4 milhões de euros em lucros pelos seus trabalhadores, refletindo os resultados financeiros obtidos no ano de 2025. Esta operação no setor do retalho desportivo traduz-se na atribuição de uma verba que equivale, em média, a 6,39% do rendimento anual bruto de cada funcionário da marca no país, superando o valor correspondente a um salário base mensal.

A política de partilha de resultados da multinacional está em vigor no mercado nacional desde 2010. O pagamento aos trabalhadores concretiza-se, na sua esmagadora maioria, através da entrega de ações da empresa. Os mecanismos de recursos humanos permitem, contudo, que cada funcionário converta até 50% deste montante em capital financeiro imediato ou direcione a verba para outras soluções de poupança, com o objetivo de promover a integração no negócio e o investimento a longo prazo.

Em complemento à distribuição anual de dividendos, a política salarial da retalhista para o exercício de 2025 incluiu revisões nas remunerações base. O salário mínimo bruto mensal na Decathlon Portugal foi fixado nos 1165€. Para os cargos de chefia intermédia, a remuneração bruta mensal de entrada passou para cerca de 1853€. A companhia destinou ainda 4,3 milhões de euros a prémios mensais de produtividade, abrangendo a totalidade dos colaboradores ao longo do ano.

O pacote de remunerações da empresa integra igualmente um conjunto de benefícios extrassalariais focados na flexibilidade laboral. As regalias atribuídas aos trabalhadores compreendem seguros de saúde e de vida, incentivos à prática de atividade física, o programa interno +Bem Estar e a possibilidade de adoção de um modelo de trabalho híbrido. Este regime corporativo contempla também a majoração de dias de férias, a concessão de dias de descanso suplementares, a dispensa no dia de aniversário e a entrega de um kit de parentalidade.

Delta Air Lines e Amazon firmam acordo para instalar internet via satélite em 500 aviões

A rede de satélites Amazon Leo será instalada na frota da Delta Air Lines. O projeto abrange 500 aviões na fase inicial para assegurar a conectividade em voos.

A Delta Air Lines e a Amazon oficializaram um acordo para a introdução de internet via satélite nas aeronaves da transportadora norte-americana. O projeto prevê a implementação da rede Amazon Leo, um sistema de satélites de órbita terrestre baixa, num lote inicial de 500 aviões da Delta a partir do ano de 2028. A iniciativa expande a colaboração prévia entre as duas empresas, utilizando a infraestrutura da Amazon Web Services (AWS) para o processamento de dados no setor da aviação comercial e a disponibilização de sinal Wi-Fi durante os voos.

A infraestrutura do projeto Amazon Leo baseia-se numa constelação de satélites que estabelecem comunicação com as aeronaves através da antena comercial de matriz faseada Leo Ultra, uma versão especificamente adaptada para a aviação civil. A integração técnica deste sistema permitirá aos passageiros da Delta Air Lines aceder a uma rede com capacidade instalada para suportar a transmissão de vídeo em alta definição, a transferência de ficheiros de grande dimensão e a navegação na internet em tempo real, operando de forma contínua em rotas domésticas e internacionais.

A instalação da internet por satélite da Amazon integra-se na atualização do hardware de comunicação da frota da Delta Air Lines. Atualmente, a companhia aérea fornece acesso Wi-Fi aos membros do seu programa frequente SkyMiles em mais de 1.150 aeronaves. Este serviço específico, operado em parceria com a empresa de telecomunicações T-Mobile, registou mais de 163 milhões de acessos desde a sua implementação em 2023.

A adoção da rede Amazon Leo funcionará em simultâneo com os contratos estabelecidos com as operadoras Viasat e Hughes, com o objetivo de assegurar uma cobertura global redundante e garantir a estabilidade do serviço de internet nos diferentes modelos de aeronaves operados pela companhia.

Polyarc, produtora de Moss, é alvo de despedimentos

Dedicados a jogos VR, a equipa da Polyarc não conseguiu garantir um novo projeto.

O estúdio norte-americano Polyarc, mais conhecido por produzir os jogos Moss e Moss II para plataformas de realidade virtual, é o mais recente alvo de despedimentos coletivos.

Numa publicação no Linkedin, o estúdio partilhou as notícias, levantando questões sobre a sua sustentabilidade e futuro. “Após um esforço de equipa sem sucesso, seguido do cancelamento de um projeto maior, tomámos a decisão de reduzir parte da companhia.” Começa por anunciar no comunicado. “Isto significa que iremos dizer adeus a muitas pessoas talentosas que tem feito parte do que construímos.”

O estúdio continua a mensagem com agradecimentos, mas não elabora muito mais sobre a situação, não sendo claro quantas pessoas foram afetadas, ou até o estado da equipa.

Com um volume entre os 11 e os 50 trabalhadores indicados no Linkedin, o último trabalho do estúdio foi Glassbreakers, uma experiência VR multijogador passada no mundo de Moss, para PC, Meta Quest e Apple Arcade. Moss e Moss II são os trabalhos de maior destaque, que ainda chegaram a receber conversões para o PlayStation VR2.

Esta é o segundo episódio de despedimentos coletivos na indústria dos videojogos esta semana, depois de Eidos-Montréal ter dispensado 124 trabalhadores após o cancelamento de um novo jogo.

Razer lança o Pro Type Ergo, um teclado focado na ergonomia e produtividade

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Com o Pro Type Ergo a Razer afasta-se do alto desempenho para jogos e foca-se no conforto durante longos períodos de escrita.

A Razer revelou um novo tipo de teclado para o seu catálogo, que troca características de alto desempenho normalmente associadas às necessidades dos jogadores, por uma solução que visa responder às necessidades de quem escreve muito ao longo do dia e procura conforto.

Nasce assim o Razer Pro Type Ergo, um teclado de formato completo e dividido, com design elegante e ergonómico, com a promessa de ser capaz de reduzir a fadiga ao longo do tempo, ao mesmo tempo que integra ferramentas para apoiar o workflow de tarefas diretamente das suas teclas.

Com uma aparência ondular, o Razer Pro Type Ergo tem o teclado principal dividido, com o objetivo de manter os braços e as mãos separadas e num alinhamento mais natural, reduzindo movimento lateral e o esforço do utilizador. Conta com inclinação base d 10 graus, com cinco ângulos de escrita ajustáveis plano (0°), inclinação frontal de 4° ou 7° e inclinação traseira de +4° ou +7°, permitem um ajuste fino tanto em configurações sentadas como de pé. E faz-se ainda acompanhar por um apoio de pulso macio.

Com inclusão de teclado numérico, o Razer Pro Type inclui um conjunto de teclas interessantes que reforçam essa ideia de conforto, como por exemplo os detalhes de duas teclas “B” para serem acedidas pelas duas mãos sem grandes deslocações e uma barra de espaços dividida em três teclas diferentes com a mesma ação.

Esta solução também opta por um perfil ultrabaixo, para reduzir o esforço e o movimento, com cavidades esféricas e amortecimento acústico, tornando-se bem distinto do modelo de teclados orientados para jogadores.

Suporta ainda ligações com até 5 dispositivos, através de dongle Razer HyperSpeed Wireless (2,4 GHz), três perfis Bluetooth ou do modo com fios USB-C. Já a sua autonomia prometida a bateria é de até três meses de utilização em cenários realistas.

O Razer Pro Typejá se encontra à venda na loja online da Razer e revendedores selecionados por 199,99€.

Adeus Super Bock, olá cerveja Estrella Damm no Primavera Sound Porto

A Estrella Damm é a patrocinadora oficial do Primavera Sound Porto 2026. O evento decorre de 11 a 14 de junho no Parque da Cidade com dezenas de artistas.

A marca de cerveja Estrella Damm foi anunciada como a nova patrocinadora oficial do festival de música Primavera Sound Porto para a edição de 2026. O evento decorre no Parque da Cidade do Porto, entre os dias 11 e 14 de junho de 2026. Este acordo estabelece que a empresa cervejeira espanhola assegura não apenas o patrocínio global do evento, mas também a exposição central associada ao palco principal durante os quatro dias de concertos na cidade invicta.

A introdução desta parceria no mercado português representa o prolongamento de uma colaboração fixada em Espanha. A Estrella Damm patrocina o Primavera Sound Barcelona há 20 anos, mantendo uma associação contínua desde a fase inicial do festival catalão. A expansão deste compromisso para o certame nortenho reflete a estratégia da entidade em alargar a sua presença no território ibérico, transpondo o modelo de patrocínio cultural para o público que acompanha o festival no Porto.

A concretização deste acordo foi abordada publicamente por Ana Oliveira, gestora de marca da Estrella Damm em Portugal. A responsável indicou que a operação consolida a presença da cervejeira no panorama cultural e no circuito da música ao vivo. A integração no Primavera Sound Porto insere-se nos objetivos da marca para diversificar os pontos de contacto com os consumidores, tirando partido da visibilidade gerada por um dos eventos musicais com maior afluência de público no país.

Quanto à programação do Primavera Sound Porto 2026, apresenta um cartaz com mais de 50 artistas, cruzando talentos emergentes com projetos de projeção internacional. O alinhamento confirmado inclui atuações de Gorillaz, The xx, Massive Attack, IDLES, Big Thief, Ethel Cain, Bad Gyal, Slowdive, Peggy Gou e Dixon. Em complemento à oferta musical concentrada no palco principal, a empresa organizará atividades físicas no recinto do Parque da Cidade do Porto, planeadas para potenciar a interação com os visitantes ao longo do festival.

DCK abre três novos espaços de venda físicos em abril

A DCK chega este mês de abril ao Oeiras Parque, Amoreiras e Colombo durante o mês de abril.

A marca portuguesa de vestuário de praia DCK Boardshorts vai expandir a sua rede de retalho na área da Grande Lisboa para a temporada de primavera e verão de 2026. A estratégia de crescimento da empresa materializa-se na abertura de três novos espaços de venda físicos durante o mês de abril, estrategicamente instalados nos centros comerciais Oeiras Parque, Amoreiras Shopping Center e Centro Colombo.

Hoje, dia 1 de abril – e não, não é mentira nenhuma – abriu um espaço no Oeiras Parque. Posteriormente, a marca inicia as operações no Amoreiras Shopping Center no dia 3 de abril e, por fim, no Centro Colombo a 7 de abril. Estas três novas localizações funcionarão em regime ininterrupto, operando diariamente entre as 10h e as 23h, período que acompanha o horário normal de funcionamento das respetivas infraestruturas comerciais.

No que diz respeito à oferta de produto, os novos pontos de venda centram-se na comercialização de calções de banho, com foco na variedade de padrões e nas características dos materiais têxteis. A par da coleção regular destinada ao segmento masculino adulto, a empresa disponibiliza gamas de vestuário para o segmento infantil. A oferta integra ainda linhas conjuntas direcionadas a pais e filhos, enquadradas na categoria habitualmente designada no setor como father & son. A conceção visual e estética de cada corner foi estruturada com o propósito de espelhar um ambiente associado ao período balnear e a um estilo de vida mais informal.

A administração da marca confirma que o reforço da presença física visa assegurar uma maior proximidade com o público em polos comerciais de elevada afluência na capital. Fernando Costa, sócio e gestor de marketing da DCK Boardshorts, sublinha que as coleções comerciais apresentam atualmente um maior grau de consistência e que a seleção destas infraestruturas acompanha o índice de crescimento da empresa. O responsável declarou, igualmente, que o plano de expansão estruturado para a presente época não se encontra concluído, estando prevista a inauguração de novas superfícies comerciais a curto prazo.

Screamer Review: Reis do Drift

Screamer não é um Need for Speed nem um Ridge Racer, mas chega mais perto do que qualquer jogo de corridas dos últimos anos ao espírito que os tornou memoráveis.

Ainda há dias tive um estranho desejo. Sem razão aparente deu-me uma vontade enorme de jogar um jogo de Need For Speed. Mas não era qualquer um, teria que ser algo novo mas com uma boa dose de nostalgia, distante do modelo atual de jogos enquanto serviço, distante de mapas abertos com colecionáveis para apanhar, distante daquilo que a série de corridas da EA e outras igualmente populares (Forza Horizon) hoje se transformaram. Sorte a minha, ou coincidência, eis que Screamer trava a minha frente quando menos esperava e me convida a dar umas voltas, com um jogo que ao longe parecia ter tudo o que queria nesse momento.

Há muito de admirável em Screamer. De admirável e possivelmente arriscado, porque o modelo de um jogo destes de outrora, já não se encaixa tão bem nas expectativas daquilo que faz um jogo de corridas moderno valer, como por exemplo, um preço de lançamento de 59,99€. Ainda assim, Screamer olha para o passado do género e começa por questionar: “e se trouxéssemos de volta uma narrativa para o género das corridas?” com uma série de elementos que caracterizam esta abordagem de atrelado, como uma carreira com um bom sistema de progressão e oportunidades de explorar e de desbloquear de forma natural o seu conteúdo.

Se há coisa que realmente gosto em Screamer é esta sua vertente de progressão, ao assumir-se um jogo que começa “limitado”, mas que vai abrindo o seu conteúdo através do desbloqueio, nível após nível – lá está, como jogos de antigamente. Há um sentimento de descoberta linear, do que está para vir depois, seja uma nova pista, ou um novo carro, que prova após prova nos mantém envolvidos e com vontade de “dar mais uma volta”. No fundo, Screamer propõe uma carreira “à antiga” que nos incentiva a investir tempo nela para desbloquear carros, pistas e elementos cosméticos, desafio após desafio, sem nos oferecer tudo de bandeja. É ótimo. Este sentimento de progresso também se faz sentir nas mecânicas de jogo, a bom ritmo, o que é fantástico aproveitando o tempo que passamos no modo de história bem longa, dividida em quatro partes, sempre com algo novo e refrescante a nível de jogabilidade, contrastando com o risco de repetição ao revisitarmos provas e conduzirmos novamente veículos passados, que nos são sempre propostos pelo jogo.

Mas não é a sua carreira que é o aspeto central de Screamer, é precisamente as suas mecânicas e jogabilidade, que são por natureza bastante profundas para um jogo de corridas arcade, que substitui a técnica e a adrenalina de estar sempre no limite do perigo dos simuladores, com um desafio aos sentidos por uma panóplia de elementos a ter em conta no ecrã. Sim, no início temos o sistema simples de acelerar e virar. Rapidamente aprendemos que para ter sucesso temos que fazer drift de uma maneira bem interessante. Eventualmente temos que equacionar barras de energia para dar boost, para ativar escudo e até atacar inimigos para os fazer explodir. A certa altura, em Screamer não estamos a conduzir carros, mas algo mais próximo de autênticos mechas de combate sobre rodas, o que acaba por se alinhar com toda a energia anime em que o jogo se inspira.

Por estas razões, a curva de aprendizagem é real e pelo que pude apurar até divide a comunidade. Colocar os carros a derrapar requer treino e controlo, porque não é com desacelerações ou travões de mão que colocamos o veículo de lado, mas sim com o analógico direito na mesma direção em que viramos com o esquerdo. É um sistema de coordenação refrescante que não é imediatamente intuitivo, mas bastou-me apenas três voltas para me sentir um às. É também um efeito estranho, porque noutros jogos este tipo de controlo serve para ver o ambiente em 360 graus, enquanto que aqui está diretamente relacionado com o controlo. Em parte, há muito de Ridge Racer em Screamer. É acelerar, virar e fingir que não há travões – na verdade, estes são quase redundantes, até mesmo em pistas com mais gincanas. Pois também aqui o tempo que passamos de lado preenche uma barra de boost, que eventualmente ao usá-lo permite ativar um modo de ataque e um escudo para evitar inimigos. É complexo, é caótico, mas felizmente, o tempo até tudo ser introduzido é suficiente para ficar apto.

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Screamer (Milestone)

Do lado positivo, é que Screamer é bastante divertido de se jogar, a condução é responsiva, extremamente fluida e a sensação de velocidade é ótima. Mas não quer dizer que não seja uma experiência perfeita, não por falta de dificuldade, desafio, mas porque parte dos sub-objetivos propostos na carreira por vezes causam alguma frustração desnecessária com as suas barreiras. Pois cada prova é diferente da anterior, algumas vezes são corridas inteiras de três voltas, outras vezes são duelos, tag teams, time attacks e até tutoriais. Mas todas contam com objetivos específicos, sejam de tempo, de uso de habilidades, ou de posição, que se não forem cumpridos na totalidade, obrigam à repetição da prova – que às vezes não está bem desenhada para esse efeito.

Outra causa de alguma frustração é precisamente o design das pistas. No geral, não são nada más, a variedade é bastante grande, com muitas variantes por bioma/localidade – que inclui cidades futuristas, wastelands, florestas, entre outras – mas algumas são um pouco contra a natureza do jogo que pede estradas largas e curvas longas, como Ridge Racer ou Need For Speed: Hot Pursuit tão bem fazem. Infelizmente, há pistas que contam com demasiadas curvas e contracurvas e gincanas, semelhantes a um traçado de rally, que obrigam a uma constante desaceleração, enquanto a IA do jogo miraculosamente ultrapassa esses obstáculos. E também há o caso dos atalhos que algumas pistas escondem, que não são propriamente úteis de usar pelo ângulo em que surgem intercetados com o caminho principal. Poderia ser um daqueles casos de “alto risco, alto prémio”, mas sempre que tentei usar um, senti que eram mais armadilhas.

Apesar de ter gabado a carreira, esta também não é livre de críticas e a maior delas é a forma como a história é contada. Sendo inspirado em animes, Screamer abraça essa estética e até o formato com cinemáticas bem produzidas e trabalhadas para contar fragmentos da sua narrativa, o que são como pequenos bombons desbloqueados após algumas corridas. Mas não passam disso, fragmentos, pois a restante história para lá de três quatros, entre corridas, é contada via visual novel simplista, com muito texto e melodrama que se arrasta e arrasta até nos fazer perder a paciência. O elenco é variado, multicultural, e a premissa e as relações entre personagens têm genuíno interesse, mas o problema não é o que se conta, mas como se conta, e o formato simplesmente não está à altura.

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Screamer (Milestone)

Mas voltando aos pontos positivos, há duas menções honrosas. Uma delas é aos visuais e ao design dos carros. Screamer coloca de parte o fotorrealismo e recai sobre o anime cell-shading, ainda com um grau de realismo bastante bem conseguido com um fantástico sistema de iluminação, incríveis texturas e modelos de carros complexos, que fazem justiça à direção artística cyberpunk do jogo. A variedade de veículos é também bastante elevada e apesar de se controlarem relativamente de forma semelhante (com exceção das suas habilidades) são um autêntico deleite de ir colecionando e admirando, sendo possível até pausar e usar um ótimo modo de fotografia, para observá-los de forma mais íntima.

Outro ponto igualmente forte é a banda sonora, extremamente variada, com temas muito apropriados não só ao carácter e personalidade das personagens, mas também às provas, com temas que vão do DnB e breakcore, acid jazz e até dark synth reminescente de projetos como Perturbator. É mesmo excelente.

Longe de perfeito, Screamer é no seu todo um jogo extremamente sólido, que combina boas ideias, conceitos de jogabilidade relativamente inovadores, que abraça com confiança uma carreira muito bem desenvolvida e que, no fim do dia, me conseguiu acalmar a comichão com algo que respondeu um pouco a nostalgia que procurava. Não, não é um Need For Speed, não é um Burnout ou um Ridge Racer, mas está perto. E, quem sabe, se uma sequela, mais polida não poderá ser realmente especial, ou se Screamer como é agora, não se tornará num clássico.

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Cópia para análise (PC) cedida pela Milestone.

Vodafone lança novos planos de internet para fora da Europa

A Vodafone anunciou novos planos de internet móvel para 92 países fora da Europa. Os pacotes custam a partir de seis euros e não exigem a instalação de eSIM.

A Vodafone anunciou a disponibilização de novos pacotes de internet em viagem destinados aos clientes que se deslocam para fora do Espaço Económico Europeu. Esta oferta de dados móveis no estrangeiro abrange 92 países e apresenta preços iniciais de 6€. O serviço de comunicações internacionais destina-se aos utilizadores de voz móvel da operadora em Portugal, com tarifários pré-pagos ou pós-pagos, e surge no período que antecede as deslocações da Páscoa.

A subscrição destes planos de dados móveis permite a personalização do volume de tráfego e do período de validade, o qual pode ser fixado em 7, 15 ou 30 dias. A utilização desta ligação à internet fora da Europa não exige a instalação de um eSIM, a designação técnica para o cartão SIM virtual, nem a substituição do cartão físico atual. Esta característica possibilita a manutenção do número de telefone original durante a estadia internacional.

A ativação dos pacotes de roaming pode ser efetuada em território nacional, iniciando-se a contagem do tempo e o consumo de dados apenas quando o equipamento se regista na rede da operadora local no destino. Em países como os Estados Unidos da América ou o Brasil, a aquisição de 7GB de internet para sete dias tem um custo compreendido entre os 6 e os 8€. A empresa de telecomunicações posiciona estes valores tarifários como uma alternativa direta às plataformas globais especializadas na venda de eSIMs para viajantes.

O processo de adesão aos novos planos de internet em viagem realiza-se através da aplicação My Vodafone ou pelo envio de uma mensagem escrita gratuita para o número 16910. A SMS deve conter o nome do país de destino em português e os gigabytes pretendidos, em formatos exatos como “Brasil 7GB”, “EUA 15GB”, “Suica 30GB” ou “Mexico 50GB”.

A operadora permite a compra de aditivos suplementares em caso de esgotamento do limite de tráfego e disponibiliza uma linha de assistência técnica gratuita no estrangeiro através do número +351911691000. Para situações de escalas de curta duração, existe ainda a opção de utilizar os dados incluídos no tarifário nacional, com um custo diário a partir de 4,9€.

Novas opções vegetarianas chegam aos restaurantes Fogão Gaúcho

O Grupo Fogão Gaúcho passa a incluir pratos de base vegetal – neste caso saladas – no seu buffet tradicional.

O Grupo Fogão Gaúcho, rede de restaurantes reconhecida pelo tradicional rodízio de carnes em Portugal, vai passar a disponibilizar opções vegetarianas permanentes nos seus espaços na Grande Lisboa. A partir de 3 de abril, a oferta dos estabelecimentos integra cinco novos pratos sem carne no serviço de buffet. A introdução destas alternativas vegetarianas num restaurante especializado em churrasco procura dar resposta à crescente procura por alimentação de base vegetal, coincidindo a data de lançamento com a celebração da Sexta-feira Santa.

A nova ementa, idealizada para consumidores que procuram restaurantes com opções vegetarianas e de carne no mesmo local, é composta por saladas focadas em ingredientes frescos. Os clientes encontram à disposição salada de beterraba com laranja, couve chinesa com sal e limão, cenoura marroquina, feijão-verde e massa fusilli com hortelã, cenoura e pepino. Estas preparações reforçam a componente vegetal da refeição, garantindo diversidade a quem exclui a proteína animal da sua dieta.

fogao gaucho nova salada

A expansão da oferta gastronómica tem como propósito acomodar diferentes perfis de consumo no mesmo espaço. Saulo Cardoso, Diretor Geral do Grupo Fogão Gaúcho, clarifica que a integração destes pratos constitui uma decisão estratégica e não uma mera concessão à época festiva. O objetivo da administração é assegurar a satisfação de todos os clientes à mesa, refletindo a necessária adaptação do setor da restauração à atual diversidade de escolhas alimentares.

As novas opções de base vegetal encontram-se disponíveis diariamente, nos períodos de almoço e jantar. A implementação da ementa ocorre em simultâneo nas quatro unidades da marca Fogão Gaúcho, situadas nas localidades de Alverca, Carnaxide, Carregado e Odivelas. A medida estende-se igualmente ao restaurante Meathouse, localizado na Avenida 5 de Outubro, no centro de Lisboa, consolidando a nova oferta em toda a operação do grupo.

Novo restaurante Meiyo traz rigor japonês ao centro de Lisboa

A Avenida Duque de Loulé recebeu o restaurante Meiyo, que aposta numa experiência de cozinha nipónica contemporânea.

A oferta de cozinha japonesa contemporânea em Lisboa regista uma nova adição com a abertura do restaurante Meiyo, localizado na Avenida Duque de Loulé. O estabelecimento propõe uma experiência gastronómica assente no rigor técnico e na qualidade dos ingredientes, distanciando-se de abordagens comerciais efémeras.

A designação do espaço remete para o conceito de honra na cultura nipónica, princípio que se reflete no tratamento da matéria-prima e na consistência do serviço. A estrutura diretiva do Meiyo integra Mário Ribeiro na direção gastronómica, o qual aplica a sua formação clássica francesa, Erik Ibrahim na coordenação das operações e serviço de sala, e Carlos Santos na gestão empresarial do projeto.

A liderança da cozinha do restaurante Meiyo está a cargo de João Bivar, um chef com mais de 13 anos de experiência em sushi e gastronomia japonesa, cuja formação académica em engenharia confere uma abordagem metódica à execução diária. A ementa do Meiyo em Lisboa conjuga a tradição nipónica com técnicas contemporâneas, apresentando opções de sushi, sashimi, gunkans e pratos quentes. No menu, sobressaem o Tártaro de toro com camarão violeta e caviar, com o valor de 29€, e o Gunkan especial do chef, disponível por 19,50€.

O restaurante disponibiliza ainda cortes de sashimi de vieiras e toro, fixados em 14 e 19€ respetivamente, bem como Tempura de caranguejo por 16€. A oferta de sushi no Meiyo inclui ainda combinados de 21 peças, cujos preços variam entre os 32€ para a opção de fusão e os 33,50€ para a seleção sem sashimi. O final da refeição faz-se com sobremesas como o Mil-folhas de chocolate, a 9€, e o Sol de maracujá, a 6,50€.

O funcionamento do restaurante Meiyo contempla um menu executivo aos almoços durante a semana, com valores entre os 17 e os 27€, direcionado ao segmento corporativo da zona da Avenida Duque de Loulé. No período de jantar, a refeição representa um investimento médio de 45 a 60€ por pessoa, estando prevista a introdução futura de um menu de degustação.

O espaço, desenhado em colaboração com a arquiteta Sofia Rondão, acomoda meia centena de clientes num ambiente dominado por tons terracota e mobiliário em nogueira e veludo. O balcão de sushi assume a centralidade do projeto de interiores, que beneficia de iluminação produzida à medida em Portugal, consolidando a identidade do Meiyo como uma referência factual e consistente na restauração japonesa da capital portuguesa.

Sacoor Brothers inaugura cafeteria Sacoor Café no Colombo

O Centro Comercial Colombo acolhe o Sacoor Café, uma cafetaria em regime de exclusividade no interior da loja da Sacoor Brothers.

A marca de moda portuguesa Sacoor Brothers inaugurou o Sacoor Café, uma nova cafetaria localizada no interior da sua loja no Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Este conceito de serviço, atualmente em regime de exclusividade neste complexo, disponibiliza uma seleção de café, chá e bebidas naturais direcionada aos frequentadores do espaço físico.

A abertura do Sacoor Café no Centro Comercial Colombo reflete as tendências atuais do retalho internacional, que integram áreas de pausa nos espaços de consumo tradicionais. A introdução desta cafetaria na loja da Sacoor Brothers permite complementar a aquisição de vestuário com um serviço focado na conveniência, sublinhando a estratégia de diversificação da oferta comercial.

A integração de infraestruturas dedicadas ao consumo de bebidas no setor da moda ilustra a reconfiguração dos modelos de venda ao público. O projeto operacionalizado no Colombo demonstra a adoção de estratégias que utilizam o tempo de permanência e o conforto físico como elementos centrais da operação, visando a distinção no mercado através da prestação de serviços complementares ao principal eixo de negócio.

Fundada em Lisboa em 1989 por quatro fundadores com laços familiares, a Sacoor Brothers é uma insígnia de moda portuguesa posicionada no segmento superior. A empresa, que alia as técnicas da alfaiataria clássica às linhas contemporâneas, regista atividade comercial à escala global, operando atualmente em 16 países.

Lyvros é a nova plataforma digital da Leya para venda de livros e audiolivros

O grupo Leya lançou a plataforma Lyvros, uma nova livraria online dedicada exclusivamente à venda de edições gerais, ebooks e audiolivros.

O grupo editorial Leya lançou a Lyvros, uma nova livraria online dedicada à venda de livros de edições gerais, ebooks e audiolivros.

A plataforma digital marca uma reestruturação no comércio eletrónico da empresa, separando a literatura do segmento de manuais escolares, que se mantém no portal Leyaonline. O desenvolvimento da Lyvros demorou um ano e, segundo Ana Rita Bessa, diretora executiva da Leya, procura otimizar a experiência de quem pretende comprar livros online, unindo o catálogo integral da editora ao consumidor final num único ambiente.

A oferta abrange desde clássicos literários a novidades, ensaios e publicações infantojuvenis, disponíveis em edições físicas e em formatos digitais.

O registo na nova livraria online da Leya assegura uma navegação suportada por algoritmos de recomendação e pesquisa intuitiva, centralizando a gestão das obras adquiridas e facilitando a leitura ou escuta em múltiplos dispositivos móveis.

Para além da plataforma web, foi disponibilizada a aplicação móvel Leya Lyvros para Android e iOS. Esta app introduz funcionalidades otimizadas para o consumo de conteúdos digitais, permitindo a aquisição e reprodução direta de audiolivros, bem como a leitura de ebooks.

Grupo StarFoods abre três restaurantes Bifanas de Vendas Novas num mês

A marca Bifanas de Vendas Novas expandiu a sua rede comercial para o Norte do país, com o Grupo StarFoods a inaugurar espaços no Porto, em Ovar e em Miraflores em apenas 30 dias.

O Grupo StarFoods impulsionou a expansão nacional da marca de restauração Bifanas de Vendas Novas através da abertura de três novos restaurantes em Portugal nem apenas um mês. Esta estratégia de crescimento empresarial assinala a chegada oficial da insígnia gastronómica alentejana à região Norte do país, com inaugurações estratégicas nos concelhos de Ovar e do Porto, além da integração de um novo espaço comercial em Miraflores.

O plano de aberturas de novos restaurantes iniciou-se no começo de março com o arranque da operação comercial em Ovar. A meio do mesmo mês, a marca iniciou a sua atividade na unidade de Miraflores, culminando o processo no final de março com a inauguração do espaço na cidade do Porto. Este novo restaurante portuense encontra-se localizado no Campus de São João, uma zona de elevada circulação pedonal e rodoviária, situada nas imediações do Hospital de São João e do polo da Universidade do Porto. O espaço distingue-se pelas suas características arquitetónicas, apresentando uma fachada de grandes dimensões e um pé-direito alto, desenhada para maximizar a visibilidade num dos eixos urbanos mais movimentados da cidade.

O conceito do negócio, focado na gastronomia tradicional originária da localidade de Vendas Novas, no Alentejo, avança assim com a sua consolidação no mercado nacional de restauração. Rui Guerreiro Guerra, presidente executivo do Grupo StarFoods, declarou que o atual movimento de expansão reflete a intenção da empresa em disseminar marcas portuguesas com identidade própria por todo o território. O objetivo da administração passa por reforçar a presença da entidade a nível nacional e aproximar as diferentes regiões portuguesas.

Em simultâneo com o aumento da rede de estabelecimentos, a marca instituiu uma campanha promocional diária válida em todas as suas lojas. No período horário compreendido entre as 15h e as 18h, a aquisição de uma bifana tradicional inclui a oferta de uma cerveja de pressão. Nos estabelecimentos da região Norte, esta bebida é vulgarmente designada por fino, o que demonstra uma adaptação da oferta comercial às terminologias de consumo locais.

Aqua Portimão recebe lojas da iServices, Oakberry e reabertura da Deichmann

O Aqua Portimão atualizou a sua oferta com a abertura das lojas iServices e Oakberry. Já a Deichmann reabriu com um espaço comercial ampliado.

O centro comercial Aqua Portimão, gerido pela Klépierre, atualizou a sua oferta de retalho com a integração de novas lojas e a renovação de espaços comerciais. O complexo regista a abertura das insígnias iServices e Oakberry, em simultâneo com a reabertura da loja de calçado Deichmann, após um processo de ampliação.

A iServices introduz uma vertente de assistência técnica no local, estabelecendo um perímetro de atuação focado na reparação especializada de equipamentos tecnológicos. No segmento alimentar, a Oakberry expande as opções de restauração através da comercialização do seu açaí.

No âmbito da modernização dos operadores já presentes, a Deichmann retomou a atividade no centro comercial num espaço reestruturado. A superfície comercial reabriu com uma área de implementação superior, uma intervenção física executada para acomodar uma maior variedade de artigos de calçado e otimizar a experiência de aquisição no interior da loja.

A administração do ativo imobiliário, através da diretora do Aqua Portimão, Erika Lo Bianco, enquadra estas alterações operacionais na estratégia de desenvolvimento do complexo. O investimento na integração das novas marcas e na requalificação das infraestruturas tem como finalidade adequar o portefólio comercial às atuais exigências dos visitantes, assegurando uma oferta de consumo diário altamente diversificada.

Airbnb lança reserva de transfers privados em Lisboa, Porto e Algarve

O serviço de alojamento Airbnb expande a operação logística com a integração de transporte privado para passageiros em mais de 125 cidades.

A Airbnb anunciou a integração de um novo serviço de transporte privado na sua aplicação, resultante de uma parceria com a empresa especializada Welcome Pickups. Esta funcionalidade de mobilidade permite aos utilizadores efetuarem a reserva prévia de transferes diretos entre os aeroportos ou terminais de chegada e as respetivas propriedades arrendadas. O serviço encontra-se ativo em mais de 125 cidades localizadas na Europa, na Ásia e na América Latina. O território português está incluído nesta fase de operação internacional, com a disponibilidade do serviço confirmada nos destinos de Lisboa e do Porto, bem como na região do Algarve.

A implementação desta ferramenta de transporte enquadra-se no desenvolvimento do ecossistema Airbnb Services, lançado no passado mês de maio, que introduziu 10 categorias de serviços complementares às estadias turísticas e de negócios. A disponibilização oficial ocorre após a conclusão de um programa piloto executado no início do ano nos mercados europeu e asiático. Os dados divulgados referem que este teste inicial aos transferes privados abrangeu milhares de utilizadores da plataforma e registou uma classificação média de avaliação estipulada em 4,96 num índice máximo de 5 valores, confirmando a viabilidade da operação logística.

O agendamento das deslocações processa-se de forma nativa e integrada na infraestrutura digital da Airbnb. Concluída a reserva de um alojamento numa das cidades elegíveis, a aplicação passa a exibir a opção de contratação do transporte privado no separador dedicado à gestão das viagens. O sistema centraliza a componente processual, possibilitando aos passageiros a consulta detalhada de todas as informações relativas à recolha e a concretização de eventuais modificações à reserva do veículo. A mecânica do serviço adapta-se ao sentido da deslocação: para as chegadas aos aeroportos, é ativada uma receção presencial, na qual um motorista da Welcome Pickups aguarda os passageiros nos terminais de desembarque com uma placa de identificação nominativa; nas partidas, o processo abrange a recolha dos utilizadores na morada exata do alojamento para posterior transporte até ao terminal de saída correspondente.

O planeamento estratégico de ambas as empresas prevê o alargamento da cobertura geográfica deste serviço a um número superior de mercados globais no decorrer do ano de 2026.

Starbucks expande operação no Porto com nova abertura no NorteShopping

A Starbucks abriu a sua 33.ª loja em Portugal, no NorteShopping, Porto, ocupando um total de 62 m2.

A cadeia Starbucks abriu hoje, dia 31 de março, ao público, a sua nova loja no NorteShopping, consolidando a sua presença na cidade do Porto. O novo espaço comercial, estrategicamente localizado no primeiro piso de um dos maiores centros comerciais da região Norte, ocupa uma área de 62 m2 e assinala a nona abertura da marca na cidade portuense, elevando para 33 o número total de estabelecimentos a operar em Portugal.

A nova infraestrutura no NorteShopping foi projetada para oferecer um ambiente contemporâneo, adequado tanto para momentos de lazer como para o trabalho, disponibilizando o catálogo completo da marca. A oferta inclui as tradicionais bebidas à base de café, como o Caffè Latte, o Cappuccino e o Vanilla Latte, complementadas por opções sazonais, nomeadamente o Ube Vanilla Velvet Latte, e uma secção de produtos alimentares doces e salgados.

Para assinalar a inauguração desta nova cafetaria no Porto, os utilizadores da aplicação móvel Starbucks Rewards beneficiam de uma campanha de fidelização que atribui 200 pontos diários adicionais durante as duas semanas iniciais de funcionamento, pontos esses convertíveis em produtos sem custos ou no acesso antecipado a novos artigos do menu.

A componente de responsabilidade social integra igualmente esta abertura no NorteShopping, enquadrada no programa corporativo Aberturas com Causa. A totalidade das receitas geradas no primeiro dia de funcionamento é faturada e doada à Casa do Caminho, uma instituição portuense focada no acolhimento de crianças em situação de vulnerabilidade. Estes fundos visam colmatar necessidades básicas de alojamento e suportar a operação diária da associação.

A operação da Starbucks em território nacional é gerida pelo grupo Alsea desde 2018, e esta expansão recente permitiu à empresa ultrapassar a marca dos 300 postos de trabalho criados no país.

Backrooms da A24 recebe um novo trailer desconcertante

Backrooms salta do Youtube para o cinema com promessa de aterrorizar as audiências.

A A24 revelou um novo trailer para sua próxima grande aposta de horror, Backrooms. Adaptado de uma série de curtas para o YouTube, criadas por Kane Parsons (mais conhecido por Kane Pixels), Backrooms salta para o grande ecrã num formato cinemático e ao comando do próprio Parsons, que se estreia na cadeira de realizador de uma longa metragem.

Tal como as suas curtas desconcertantes que acumularam um culto à sua volta, a premissa de Backrooms leva as audiências até espaços liminares, sem fim à vista e que vão mudando de forma quanto mais são explorados. Ao contrário das curtas, na sua maioria na primeira pessoa e quase me silêncio com viagens por lugares estranhos, o filme traduz o conceito para uma história narrativa mais convencional, que acompanha um elenco de personagens que parte para explorar uma cave misteriosa, que vai ficando mais estranha e assustadora, à medida que a exploram.

O trailer apresenta essa premissa, juntamente com o elenco principal do filme composto por Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett, Lukita Maxwell e Avan Jogia, que podemos assistir nas suas tentativas de provar a existência dos “backrooms” e de registar o que lá se passa .

Backrooms tem estreia nos cinemas norte-americanos a 29 de maio.

Nespresso reabre loja no CascaiShopping com novo conceito arquitetónico

A Nespresso reabriu a loja no piso zero do CascaiShopping, com um espaço com um design aberto, focado na circulação, e na experimentação e degustação de café.

A Nespresso reabriu a sua loja no CascaiShopping, instalando-se no piso 0 do centro comercial com um modelo arquitetónico de espaço aberto. A reestruturação da boutique elimina os balcões tradicionais, introduzindo um formato que permite a circulação desimpedida dos clientes e o contacto imediato com os produtos. O local passa a dispor de áreas exclusivas para a experimentação e degustação de café, operando em paralelo com os expositores de máquinas, cápsulas e acessórios.

A requalificação da unidade em Cascais integra o atual plano estratégico de expansão da empresa no mercado português. Jaime de la Rica, Business Executive Officer da Nespresso Portugal, justifica o investimento no retalho físico como uma medida para assegurar a proximidade comercial com o consumidor. No ano em que a marca assinala quatro décadas de atividade, o foco operacional incide na adaptação aos hábitos diários do público, com o objetivo central de captar novos segmentos de mercado.

A intervenção reflete uma tática mais abrangente de diversificação dos canais de venda da empresa, uma vez que o reforço da presença em Portugal assenta também na exploração de novos formatos de retalho e na concretização de parcerias estratégicas. Exemplo recente disso é o acordo comercial estabelecido com a IKEA, que fez com que a IKEA Loures passasse a contar com uma boutique Nespresso, ainda que como um projeto-piloto, pois permitirá à marca testar novas formas de interação com os consumidores e avaliar a resposta do público a este modelo de proximidade.