Puxem de uma cadeira, sentem-se e assistam a uma hora de Death Stranding

A PlayStation e a Kojima Productions levaram Death Stranding à Tokyo Game Show. E desta vez sem filtros.

Hideo Kojima subiu ao palco do Live Show da PlayStation e revelou muitas novidades do jogo, começando com um novo trailer e, mais tarde, uma sessão de jogo de quase uma hora.

O primeiro vídeo é mais curto e sintetiza, de alguma forma, o que é que vamos fazer neste misterioso novo jogo do criador da saga Metal Gear. Chama-se Briefing Trailer e dá-nos também a conhecer duas novas personagens, Amelie, que pede emprestada a cara da atriz Lindsay Wagner, e Die-Hardman, protagonizado por Tommie Earl Jenkins.

Aqui também percebemos qual é objetivo de Sam, a personagem interpretada por Norman Reedus que o jogador vai controlar, que, ao que parece, é uma missão de resgate e, ao mesmo tempo, de reparação de um sistema de comunicação numa versão futurista e pos-apocalíptica dos Estados Unidos da América.

Como o nome indica, o trailer é um briefing e conta com muita exposição, revelando quem são os maus e quais as suas motivações e podemos ver toda a alta tecnologia daquele mundo em ação, com muitos hologramas e gráficos bonitos.

Mas para quem ainda não está totalmente convencido ou não sabe do que se trata o jogo, Hideo Kojima trouxe com ele cerca de 50 minutos de jogo comentados. Esta apresentação faz uma overview da jogabilidade de Death Stranding, ao longo de uma missão.

Comentado em japonês, é difícil de perceber tudo, mas nesta apresentação de show-dont-tell, Death Stranding mostra-se em ação com muitas mecânicas interessantes. No vídeo, vemos Sam a iniciar a sua rotina, ao vestir o seu fato e podemos observar como é que se pode equipar.

Em parte, o jogo parece focar-se no transporte de carga de um ponto ao outro do mapa e é importante estarmos preparados para obstáculos, desde as condições do terreno a inimigos que possamos encontrar. Para isso, é necessário saber o que se pode levar na jornada, e Kojima demonstra as várias formas de levar carga, que pode ser anexada a várias partes do nosso fato.

Enquanto mundo aberto, Death Stranding parece dar ao jogador o poder de escolha do seu caminho, delineando através do mapa e da navegação do terreno o melhor percurso, evitando rios com correntes fortes ou colinas agrestes. Contudo, podemos levar connosco ferramentas, como escadas e cordas, que nos auxiliam nesses momentos.

Um dos elementos mais interessantes da apresentação é de que o mundo que exploramos não é só o nosso, com a nossa personagem a poder encontrar vestígios de atividade de outros jogadores, como pontes sobre rios construídas, pontos de restauro de energia ou até motas deixadas por outros jogadores. Tudo vestígios que podem ser avaliados com um sistema de “likes” de agradecimento, apelando à cooperação entre jogadores desconhecidos ao longo dos momentos mais complicados das suas jornadas.

Além destas mecânicas mais experimentais, a demonstração revelou o sistema de combate, que mistura elementos de tiro, lutas corpo-a-corpo e, como não haveria de deixar de ser, ação furtiva ao estilo de MGS.

Houve ainda espaço para ver uma luta com um boss, um monstro criado de líquido negro, que certamente será explicado no jogo quando chegar à PlayStation 4. Há muito para ver e para absorver neste jogo experimental de Hideo Kojima.

Esta foi a primeira de duas apresentações de jogabilidade de Death Stranding, que regressa amanhã com, sensivelmente, mais meia hora de jogo para ser examinada.

Death Stranding chega à PlayStation 4 a 8 de novembro.

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