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Mais Recentes

Música – Álbuns essenciais (junho)

Junho foi fantástico do início ao fim (mas no fim sobretudo) e, a uma semana do fim do mês, tive a missão de ouvir cerca de mais vinte álbuns de ótima qualidade.

Crítica – Palm Springs

Palm Springs não só é uma das melhores rom-coms alguma vez feitas, como é também um dos melhores (se não mesmo o melhor) filmes de 2020 até à data.

Crítica – The King Of Staten Island

The King Of Staten Island emprega uma fórmula muito conhecida (e demasiado utilizada) que se estende em demasia, mas Judd Apatow equilibra-a com um sentido de humor negro com a ajuda dos seus co-argumentistas.

Crítica – I’ll Be Gone in the Dark

I'll be Gone in the Dark não soube fazer uma escolha clara do seu objeto de estudo nem criar uma narrativa congruente em estilo e semântica. Até dá dó.

Crítica – Force of Nature

Force of Nature é, de facto, uma força a ter em conta… para a competição Piores Filmes de Sempre.

Crítica – Irresistible

Irresistible tem um conceito ousado e inteligente, mas, se não fosse pelo seu elenco, seria um filme francamente mau.

Crítica – DARK (3ª Temporada)

É o início do fim e o fim do início.

Crítica – Scoob!

Scoob! inclui quase todos os elementos clássicos dos desenhos animados originais, mas nota-se uma enorme interferência do estúdio que torna o filme em algo banal, ou pior.

Crítica – Perry Mason (1ª temporada)

Das mãos da HBO, chega este ano um remake da série clássica, originalmente lançada entre 1957 e 1966, que reconta a história de Perry Mason, um dos advogados mais famosos da cultura pop.

Crítica – 7500

7500 necessita de um Joseph Gordon-Levitt impressionante para manter a sua altitude de voo, mas passa por demasiada turbulência.

Crítica – The Personal History of David Copperfield

The Personal History of David Copperfield não só é uma obra semi-biográfica bem divertida, como é, também, uma das surpresas mais agradáveis de 2020.

Música: Álbuns essenciais (maio)

Depois de abril ter sido marcado pelo regresso dos The Strokes, mas principalmente pelo novo álbum de Fiona Apple, o disco mais incrível de 2020, chegamos a maio com as expetativas em alta.

Crítica – Artemis Fowl

Artemis Fowl entra para a lista das piores longas-metragens que a Disney alguma vez criou.

Crítica – My Spy (O Meu Espião)

My Spy é exatamente aquilo que pretende ser e contém os quatro adjetivos mais comuns neste tipo de filmes: cheesy, previsível, clichê e formulaico.

Crítica – I May Destroy You (Temporada 1)

A HBO está prestes a lançar mais uma série moderna e explosiva que decompõe na perfeição uma temática sensível: o "consentimento sexual".

Crítica – Trackers (Primeiros 3 Episódios)

Os primeiros episódios de Trackers não são totalmente perfeitos... mas também não são horríveis.

Crítica – Shirley

Shirley é, sem dúvida alguma, cinema de autor por parte de Josephine Decker, que entrega uma biopic única que quebra todas as limitações impostas pelo género.

Crítica – The Lovebirds

The Lovebirds possui duas prestações maravilhosas, mas tal não chega para evitar um filme aborrecido. No instante em que se preparam para terminar a relação, um casal envolve-se involuntariamente num bizarro caso de homicídio. Enquanto resolvem o mistério...

Crítica – Fetch the Bolt Cutters (Fiona Apple)

Fetch The Bolt Cutters é, até ver, o melhor álbum do ano. Roubar-lhe o lugar não vai ser fácil!
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