Tremor já tem cartaz fechado para 2018

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São mais de 40 concertos, cerca de dez residências artísticas, diversas atividades paralelas e um ciclo de conversas orientadas pela plataforma The Creative Independent. Tudo isto fará da ilha de São Miguel o epicentro para uma experiência que, partindo da música, desafia visitantes e locais a descobrirem algumas das mais recentes tendências criativas em relação direta e próxima com a comunidade e o território. Isto é o Tremor.

No que toca a concertos, há nomes como Boogarins, Mykki Blanco, Dead Combo, The Parkinsons, Ermo, 10000 Russos, entre muitos outros.

Quanto a residências artísticas, há músicos, fotógrafos, performers, videastas e artistas plásticos que vao desenvolver e ensaiar novos projetos localmente em parceria com diversas comunidades da ilha. Por exemplo, o multi-premiado fotógrafo e videasta Daniel Blaufuks irá criar um vídeo musicado que revisita o Hotel Monte Palace, um dos mais icónicos espaços da ilha de São Miguel.

Anualmente, o Tremor convida um artista para criar um trabalho de composição musical que se relacione com um percurso pelo património natural da ilha, propondo uma experiência única. O desafio é a criação de dois momentos complementares: uma banda sonora que acompanhe a caminhada e uma apresentação ao vivo para o seu fim. O Tremor Todo-o-Terreno deste ano será assumido pelos Tír na Gnod.

Já a secção Tremor na Estufa desafia artistas do festival a tocar em vários lugares da ilha. Concertos únicos, secretos e com lotação limitada, onde o público embarca numa viagem surpresa para descobrir nova música e lugares singulares da ilha de São Miguel. Uma proposta que, ao fazer deslocar a ideia de fruição de música, cria novas experiências em espaços inusitados ligados ao património natural, cultural e histórico dos Açores.

Quanto a conversas, temos o ciclo Em Conversa com The Creative Independent, vários debates que vão ter moderação do T. Cole Rachel, editor do website nova-iorquino especializado em entrevistas a artistas. Estas conversas contam com vários artistas do festival, especialistas em cultura, tecnologia e políticas culturais e sociais. A iniciativa é integrada no programa Woman Soon, apoiado pela FLAD e a Embaixada dos Estados Unidos da América, e pretende olhar várias questões relacionadas com o papel da mulher na indústria criativa e musical. Das conversas participarão artistas do evento, tais como Pauliana Valente Pimentel, Mal Devisa, Tina Halladay (Sheer Mag), entre outros, estando ainda confirmada a presença de Maria Miguel Ferreira, da Startup Portugal.

A par do ciclo de conversas orientadas por T. Cole Rachel, fazem parte deste circuito os concertos de Mal Devisa, Baby Dee, Sheer Mag, Mykki Blanco, Três Tristes Tigres e BLEID. Este ciclo conta com o apoio da FLAD e Embaixada dos Estados Unidos da América.

Sem esquecer os mais pequenos, existe ainda a iniciativa Mini-Tremor – espaço infanto-juvenil e familiar do festival – que pretende estimular a população local e visitante para a criação e fruição musical. Na edição deste ano, duas propostas eixo: a residência Acalanto, orientada pelo colectivo PELE, que propõe a criação de um espectáculo colaborativo com base em canções de embalar; e o projeto Impromptu, proposto pela dupla micaelense André Melo e Mário Moniz.

O Tremor vai decorrer entre os dias 20 e 24 de março e o programa completo pode ser conhecido no site oficial. Os bilhetes custam 35€ e estão disponíveis na Bilheteira Online e demais locais habituais.


 

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