Too Good to Go já nos permite apoiar a Refood

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Claro, sendo uma app que combate o desperdício alimentar, seria questão de tempo até que nos deixasse ajudar a Refood, uma organização de atuação micro-local, criada para re-aproveitar excedentes alimentares e re-alimentar quem mais precisa.

Sendo a Refood um esforço eco humanitário, isto é, 100% voluntário, e efetuado para e pelos cidadãos ao nível micro-local, com o objetivo de acabar com a fome nos bairros urbanos, é natural que aceitem donativos. E é aqui que a Too Good to Go entra.

Agora, na app, os utilizadores podem agora contribuir monetariamente para a Refood. Neste caso, procedem da mesma maneira como se fossem comprar uma Magic Box, com a diferença de escolherem o estabelecimento Refood. Aí, o que a app faz é simular a compra de uma caixa surpresa, que, na verdade, é um donativo monetário para a associação. Cada “compra”, ou donativo para a Refood, tem um custo de 3€.

Para quem ainda não está a par, saibam que esta Too Good To Go faz com que, pela primeira vez em Portugal, seja possível comprar excedentes alimentares de restaurantes, hotéis e supermercados.

Isto acontece graças ao marketplace online daquele serviço, local onde os estabelecimentos parceiros podem colocar à venda os excedentes do final do turno ou do dia.

No final, é uma decisão que irá ajudar a baixar custos de produção e a evitar o desperdício alimentar, além de que os utilizadores podem beneficiar de refeições de qualidade a preços mais acessíveis.

Os estabelecimentos aderentes garantiram que mais de metade das magic boxes colocadas à venda foram salvas, sendo os mais procurados até ao momento são o Sushi at Home, Confeitaria Valbom, Koi Sushi, Tartine, Aruki Sushi, Danish Pastry Shop, Peking Peking, Copenhagen Coffee Lab, Pastelaria Carrocel e o Polpetta.

Em Portugal há duas semanas, vários milhares de utilizadores já se uniram a este movimento contra este desperdício alimentar, tendo salvo mais de 1.000 refeições.

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1 Comentário

  1. Estão enganados em dizer que “essa app é a primeira a fazer isto!” Conheço a Fairmeals que já atua no Porto, uma startup que nasceu aqui, exatamente com o mesmo funcionamento.

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