Royal Pescaria: empreendimento premium na frente ribeirinha de Gaia quase totalmente vendido

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Localizado em frente à Alfândega do Porto, o Royal Pescaria combina preservação patrimonial e conforto contemporâneo.

O Royal Pescaria, o primeiro projeto da Royal Ventures em Vila Nova de Gaia, já vendeu 17 dos 18 apartamentos que compõem a sua oferta residencial, o que corresponde a 94,4% das frações habitacionais. O empreendimento, atualmente em construção, integra no total 20 frações – 18 apartamentos e duas unidades comerciais -, tem um valor global de comercialização próximo dos 10 milhões de euros.

Localizado na frente ribeirinha de Gaia, em frente ao Cais da Pescaria e com a Alfândega do Porto do outro lado do Douro, o Royal Pescaria ocupa o lugar de uma antiga tanoaria, edifício tradicionalmente ligado ao fabrico e armazenamento de pipas de madeira usadas pelas casas de Vinho do Porto. A intervenção de reabilitação foi desenhada para preservar a identidade industrial do imóvel, mantendo integralmente a fachada original e valorizando a estrutura existente, num contexto de elevado valor patrimonial. A Alfândega do Porto, um dos mais relevantes exemplos da arquitetura neoclássica portuense, integra uma frente histórica protegida, inserida no centro histórico do Porto, classificado como Património Mundial da UNESCO desde 1996.

O projeto arquitetónico é da autoria do gabinete Pedro Mosca & Pedro Gonçalves Arquitectos, que desenvolveu uma solução que procura ser sensível à história do edifício e à sua relação com a envolvente. A proposta preserva o traço arquitetónico original e integra novos elementos de forma discreta, reforçando a entrada de luz natural e a ligação dos espaços interiores à paisagem do Douro.

Com uma área total de construção de 2.022 m2, o Royal Pescaria conjuga a autenticidade de um edifício de origem industrial com padrões contemporâneos de conforto habitacional. A opção pela reabilitação da estrutura existente permite preservar elementos com valor histórico e reduzir o impacto ambiental associado a uma construção de raiz. O empreendimento dispõe ainda de oito lugares de estacionamento.

Os 18 apartamentos, com áreas que variam entre 36,5 e 95,3 m2, enquadram-se no segmento residencial premium, valorizados pela localização na frente ribeirinha de Gaia, pelas vistas desimpedidas sobre o Douro e o Porto e por soluções arquitetónicas que conjugam a preservação do edifício original com padrões contemporâneos de conforto.

Royal Pescaria

No leque de opções residenciais, o projeto tem atualmente disponível apenas um apartamento T1 de 89 m2, com vista frontal para o Douro e lugar de estacionamento, cujo valor de comercialização é de 499.000€. Mantêm-se também disponíveis as duas unidades comerciais, num empreendimento em que os preços das frações variam entre os 295.000 e os 726.000€. A conclusão da obra e a entrega das chaves estão previstas para o início de 2028.

Um dos principais desafios da obra resulta da existência de edifícios antigos nas proximidades, o que obrigou a uma execução particularmente cuidada das demolições e escavações. Estes trabalhos, acompanhados arqueologicamente, exigiram uma metodologia minuciosa, com equipamentos de pequeno porte e uma forte componente manual. A proximidade ao rio foi igualmente determinante, levando à elevação dos pisos habitacionais, que se desenvolvem a partir do piso 1, enquanto o piso 0 é destinado a garagens e espaços comerciais.

A comercialização do empreendimento residencial assenta num modelo de pagamento que prevê 20% do valor no momento da entrada e os restantes 80% na entrega do imóvel.

A Royal Ventures tem vindo a construir um portefólio residencial assente em projetos de reabilitação e construção nova em localizações premium, combinando zonas centrais do Porto com áreas de elevada procura na envolvente metropolitana. Para além do Royal Pescaria, a carteira inclui atualmente o Royal Sá da Bandeira, com oito apartamentos e uma unidade comercial; o Royal Santa Catarina, com três apartamentos; o Royal Cedofeita, com sete apartamentos e uma unidade comercial; o Royal Álvares Cabral, com oito frações residenciais; e o Carofini – Matosinhos Sul, com 17 unidades residenciais, estando igualmente previstos novos projetos na Área Metropolitana do Porto.

Alexandre Lopes
Alexandre Lopes
Licenciado em Comunicação Social e Educação Multimédia no Instituto Politécnico de Leiria, sou um dos fundadores do Echo Boomer. Aficcionado por novas tecnologias, amante de boa gastronomia - e de viagens inesquecíveis! - e apaixonado pelo mundo da música.
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