A partir de julho, os utilizadores da Revolut deixam de poder converter diretamente cripto e bens, sendo necessário recorrer a moeda fiduciária intermédia.
A Revolut vai deixar de permitir conversões diretas entre criptoativos e bens a partir de 15 de julho, segundo uma comunicação enviada aos clientes. A alteração implica que deixará de ser possível realizar trocas imediatas entre estes dois tipos de ativos, sem passar por moeda fiduciária.
De acordo com a informação disponibilizada, os utilizadores terão até essa data para efetuar conversões diretas entre saldos de bens e criptoativos. Após 15 de julho, qualquer operação deste tipo passará a exigir dois passos: primeiro, a conversão do ativo detido – seja ele um bem ou um criptoativo – para moeda fiduciária, como euro, dólar ou libra, e em seguida, a utilização dessa moeda para adquirir o ativo pretendido.
A empresa refere que este novo procedimento implicará a aplicação de comissões em ambas as etapas da operação. Os encargos associados às conversões entre moeda fiduciária e criptoativos estão definidos nas páginas de comissões de criptomoedas, enquanto as comissões aplicáveis a transações entre moeda fiduciária e bens constam das condições comerciais dos serviços de bens. Em ambos os casos, os custos serão apresentados ao utilizador antes da confirmação de cada operação.
Outra consequência da mudança é o cancelamento automático de quaisquer instruções previamente configuradas para câmbios diretos entre bens e criptoativos. A partir da data indicada, estas operações automáticas deixarão de ser executadas.
A Revolut sublinha que esta alteração não terá impacto nos saldos atualmente detidos pelos clientes, quer em bens quer em criptoativos. Os montantes existentes permanecerão inalterados.
