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Quais serão as maiores ameaças financeiras em 2020?

Tudo indica que os piratas informáticos vão começar a virar atenções para aplicações de investimento, sistemas de processamento de dados financeiros online e futuras criptomoedas. Essas são as previsões da Kaspersky para este ano.

Sabendo-se que as ciberameaças financeiras são consideradas uma das mais perigosas, uma vez que o seu impacto pode levar a perdas económicas diretas para as vítimas, é natural que os hackers desenvolvam os seus ataques motivados por estas novas formas de investimento que existem para o utilizador comum. Assim, existem quatro tópicos a ter em atenção para 2020 no que a ameaças financeiras diz respeito. Mas fazemos também uma ressalva: sabem aqueles banners da Bet 365 que, por vezes, surge quando visitam diversos sites? Esses são apresentam qualquer problema.

  • Ataques a Fintech. Nem todas estas aplicações utilizam as melhores técnicas de segurança, como a autenticação multifatorial ou a proteção da conecção da app;
  • Novos trojans para mobile banking. Em ocasiões anteriores, a divulgação do código fonte de malware (por exemplo, Zeus, SpyEye) deu lugar a um número maior de novas variações destes trojans.
  • Acesso a infraestruturas bancárias através de pagamento e ataques de ransomware a bancos. Em 2020, os especialistas da Kaspersky contam com um aumento da atividade de grupos especializados na venda de acessos à rede de bancos nas regiões de África e Ásia, assim como da zona este da Europa. Espera-se que os mesmos bancos se tornem vítimas de ataques de ransomware, uma vez que este tipo de organizações têm mais probabilidades de pagar um resgate do que aceitar a perda de dados.
  • Magecarting 3.0. Mais grupos de hackers vão-se concentrar em sistemas de processamento de pagamentos online. Os ataques mais perigosos serão produzidos contra as empresas que prestam serviços, como as de comércio eletrónico, o que colocará em risco milhares de empresas.

A Kaspersky dá ainda algumas recomendações, aconselhando as organizações relacionadas com o setor sanitário a concentrarem-se na proteção dos registos médicos e nos dispositivos médicos conectados, revelando ainda que as quipas de segurança corporativa deveriam prestar mais atenção à infraestrutura da cloud.

Fonte: Kaspersky

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