Huawei Watch GT Runner 2 tem lançamento a 26 de fevereiro

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Para além do lançamento do Huawei Watch GT Runner 2, a marca vai revelar novidades sobre futuros dispositivos.

A Huawei prepara‑se para apresentar uma nova geração de dispositivos de pulso num evento marcado para 26 de fevereiro de 2026, em Madrid. Sob o lema “Now is Your Run“, a marca promete revelar novidades no que toca a wearables, smartphones, auscultadores e tablets, mas o grande destaque vai para o lançamento do Huawei Watch GT Runner 2.

O Huawei Watch GT Runner 2 é, de acordo com a marca, o resultado de cinco anos de desenvolvimento, trazendo consigo funcionalidades melhoradas, concebidas para responder às necessidades de atletas profissionais e amadores. Entre as novidades do Huawei Watch GT Runner 2, a Huawei já revelou um modo de maratona profissional, GPS de grande precisão, monitorização fisiológica avançada e novos algoritmos de treino.

A Huawei confirmou ainda, que esta segunda geração do Huawei Watch GT Runner 2 foi desenvolvida com a ajuda de uma colaboração direta com o atleta recordista Eliud Kipchoge, colaboração essa anunciada no inicio deste mês.

A Kipchoge junta-se a equipa dsm‑firmenich Running Team, que ajudou a testar o dispositivo em vários cenários reais de competição, incluindo a Meia Maratona de Barcelona de 2026, onde o atleta Jake Smith validou as capacidades do relógio, através da análise de indicadores como ritmo, precisão de rota, frequência cardíaca, variabilidade cardíaca, sono e recuperação.

O Huawei Watch GT Runner 2, junta-se ao catálogo da marca que em 2025 alcançou a maior quota de mercado mundial, ultrapassando os 200 milhões de dispositivos enviados até meados do ano.

Moscavide recebe carregadores ultrarrápidos da Iberdrola | bp pulse que dispensam reforço da rede elétrica

A Iberdrola | bp pulse estreou um sistema que usa baterias para permitir cargas de 400 kW com uma ligação à rede de apenas 30 kW.

A Iberdrola | bp pulse inaugurou em Moscavide uma infraestrutura de carregamento elétrico inédita em Portugal, que recorre a um sistema de baterias para contornar as limitações de potência da rede pública. A nova estação permite realizar carregamentos ultrarrápidos sem exigir as habituais obras de reforço da rede elétrica ou os morosos processos de licenciamento associados.

O funcionamento do sistema baseia-se numa gestão inteligente da energia acumulada. Apesar de a infraestrutura ter uma ligação à rede de apenas 30 kW, a unidade dispõe de uma capacidade de armazenamento de 1256 kWh. Este “reservatório” energético alimenta dois carregadores de 400 kW cada, permitindo que um veículo elétrico recupere de 10% a 80% da bateria em menos de 15 minutos. Essencialmente, o sistema carrega as baterias de suporte lentamente ou durante períodos de excedente de produção renovável, libertando depois essa energia em picos de alta potência quando solicitada pelos utilizadores.

Esta solução técnica surge como resposta às dificuldades de implementação de carregadores rápidos em zonas onde a rede elétrica não tem capacidade suficiente. Ao eliminar a necessidade de instalar novos cabos e infraestruturas pesadas, o modelo reduz os custos e o tempo de implementação, garantindo acesso a potências elevadas em áreas com restrições técnicas.

A unidade de Moscavide, situada numa zona de tráfego intenso junto ao Aeroporto Humberto Delgado e à Ponte Vasco da Gama, servirá de projeto-piloto. Os dados operacionais recolhidos nesta localização serão utilizados para planear a expansão deste tipo de tecnologia para outros pontos estratégicos em Portugal e Espanha onde existam constrangimentos semelhantes de acesso à rede elétrica.

Google apresenta Pixel 10a e Vodafone tem descontos de até 270€

Com pontos do Clube Viva da Vodafone, é possível ter o Pixel 10a de 256GB por apenas 389,90€.

A Google revelou oficialmente o Pixel 10a, o mais recente membro da sua linha de smartphones da série A. O novo dispositivo mantém a filosofia da marca de oferecer as funcionalidades essenciais e o processamento topo de gama dos modelos “premium” a um preço mais acessível, chegando ao mercado nacional com um valor base de 559€. O foco deste lançamento recai sobre a integração profunda de inteligência artificial, a durabilidade do hardware e a manutenção da qualidade fotográfica que caracteriza a gama.

O design do novo terminal foi aperfeiçoado, apresentando agora uma traseira totalmente plana onde a barra da câmara se integra na estrutura, facilitando o transporte no bolso e a estabilidade em superfícies lisas. A construção do equipamento reflete uma aposta na sustentabilidade, utilizando uma estrutura de alumínio 100% reciclado e um painel traseiro composto por 81% de plástico reciclado. E pela primeira vez, a Google incorporou também metais reciclados como cobalto, cobre, ouro e tungsténio.

Em termos de robustez, o Pixel 10a é anunciado como o mais resistente da série até à data, contando com certificação IP68 contra água e poeira e o novo vidro Corning Gorilla Glass 7i, concebido para uma maior resistência a riscos e quedas. O ecrã Actua de 6,3 polegadas promete ser 11% mais brilhante do que o do seu antecessor, o Pixel 9a, garantindo melhor visibilidade sob luz solar direta.

No interior, o dispositivo é alimentado pelo chip Google Tensor G4, o mesmo processador que equipa os topos de gama da marca. Este componente é fundamental para executar as funcionalidades de IA, dando acesso total ao assistente Gemini e a ferramentas como o Gemini Live para conversas naturais. A autonomia foi igualmente revista, com a marca a prometer mais de 30 horas de bateria – chegando às 120 horas em modo de economia extrema – e um carregamento mais rápido do que na geração anterior. O suporte de software está garantido por sete anos, incluindo atualizações de sistema operativo e Pixel Drops. Uma adição relevante ao nível da segurança é a estreia do sistema SOS via Satélite na série A, permitindo o contacto com serviços de emergência na ausência de rede móvel ou Wi-Fi.

O sistema de câmaras continua a ser um dos pontos fortes, combinando um sensor principal de 48MP com uma ultra grande angular de 13MP. Contudo, as maiores novidades residem no software. O Pixel 10a herda funcionalidades avançadas como o Melhor take, que compõe automaticamente a melhor expressão de grupo, e o Assistente de câmara, que utiliza modelos Gemini para guiar o utilizador na iluminação e composição. A funcionalidade Adiciona-me, que permite ao fotógrafo integrar-se na foto de grupo posteriormente, é agora compatível com grupos de várias dimensões. Ao nível da edição, a Google destaca a utilização do modelo Nano Banana para reinventar imagens e aplicar estilos criativos, bem como a facilidade de edição no Google Fotos através de comandos de voz ou texto.

Quanto à disponibilidade, o Pixel 10a chega às lojas a 5 de março. A versão de 128GB custará 559€, enquanto a variante de 256GB terá um custo de 659€. A fase de pré-venda já se encontra ativa, com a Vodafone a disponibilizar ofertas de lançamento bem interessantes. Por exemplo, a versão de 128GB pode ser adquirida por 354,90€ mais 790 pontos, ou por apenas 309,90€ mais 1990 pontos. Já a versão de 256GB pode ser adquirida por 439,90€ mais 790 pontos ou 389,90€ mais 1990 pontos. Neste último caso, trata-se de uma redução de preço de 270€ face ao PVP original.

Call of Duty: Warzone Mobile vai deixar de ser jogado em abril

A Activision anunciou o fim de Call of Duty: Warzone Mobile, deixando de ser possível jogar Warzone em dispositivos móveis.

Numa publicação no site de suporte da Activision, a produtora anunciou o fim da linha para Call of Duty: Warzone Mobile, que deixará de ser jogável em dispositivos móveis no dia 17 de abril.

Esta fase final para Call of Duty: Warzone Mobile, já havia sido anunciada em maio de 2025, quando o jogo foi removido das lojas digitais da Apple e da Google, também pouco mais de um ano do lançamento oficial, que havia acontecido em março de 2024, após sucessivos atrasos de desenvolvimento.

No comunicado de despedida, a Activision agradece a todos os jogadores que fizeram parte da experiência e da sua comunidade de jogadores, assim como à equipa de produtores que trabalhou neste projeto. Adicionalmente, num pequeno FAQ na mesma página, a Activision não esclarece em detalhe o porquê deste desfecho para Call of Duty: Warzone Mobile, para além de assumir que a experiência autêntica de Call of Duty: Warzone para dispositivos móveis não foi ao encontro das expectativas, de forma semelhante ao que os jogadores podem encontrar no PC e nas consolas.

Após dia 17 de abril, Call of Duty: Warzone Mobile passará a ser apenas uma memória, inacessível e injogável. No entanto, os fãs de Call of Duty poderão continuar a jogar Call of Duty: Mobile, outro jogo oficial da série, composto por modos como Battle Royale, Multi-jogador, Zombies e o modo de extração DMZ: Recon, com atualizações sazonais frequentes e eventos variados.

JLab Jbuds Lux ANC Review: Bom som em low-budget

Os JLab Jbuds Lux ANC são um exemplo de que é possível ter auscultadores com bom som, elegantes e acessíveis.

Encontrar uns auscultadores confortáveis e práticos, que sejam bonitos, tende a ser complicado. Contudo, as marcas têm noção da importância que os consumidores cada vez mais dão à estética e aparência dos seus gadgets, um aspeto em consideração pela JLab, ao lançar os JLab Jbuds Lux ANC.

Ao abrir a caixa dos JLab Jbuds Lux ANC, não me deparei com surpresas. Como se costuma dizer, “what you see, is what you get“. Lá dentro vêm os JLab Jbuds Lux ANC (bem arrumados, claro), um cabo USB-C revestido em tecido (para mim, o primeiro ponto positivo deste pacote por serem mais resistentes) e o típico manual de instruções. Os auscultadores são dobráveis – outro ponto positivo – contudo, pecam por não incluírem uma bolsa de transporte, algo que se revelaria num manuseamento mais prático e versátil. Felizmente, os JLab Jbuds Lux ANC compensam este ponto por serem leves (235 gramas), o que permite um transporte facilitado. A construção dos auscultadores é maioritariamente em plástico, mas nem por isso apresentaram qualquer risco de se partirem ou se de degradarem em pouco tempo. Não parecem, de todo, frágeis, até mesmo com o seu formato dobrável e ajustável.

Este par não inclui a tradicional – e cada vez menos presente – porta de 3,5 mm, recorrendo a uma ligação física via USB-C, garantido áudio sem perdas e sem gasto de energia. Para além da praticabilidade que apresenta, outro ponto positivo destes auriculares da JLab é, sem dúvida, o conforto. Ao colocá-los, parecem “inexistentes”, sentido apenas as suas almofadas Cloud Foam nas orelhas, mas foi uma pressão extremamente confortável. E no topo da cabeça, não os senti de todo graças à branda reforçada. Após vários largos períodos de utilização, não me causaram qualquer desconforto, o que é ótimo para viagens grandes, por exemplo.

Se já tinha gostado dos JLab Jbuds Lux ANC pelo design e pelo conforto, gostei ainda mais quando os liguei. O cancelamento de ruído permite entrar no meu próprio mundo silencioso, sem ser necessário ter o volume no máximo, quando experimentei no computador, tinha o volume apenas a 50% e nada exterior era audível. Em termos de som, é claro e limpo, com os graves a destacarem-se. A meu ver, é algo bom, mas depende do gosto de cada um. No entanto, na aplicação JLab é ainda permitido controlar o áudio ao nosso gosto, incluindo a personalização do equalizador, ou a ativação do modo Be Aware, que permite ficar atentos ao exterior sem perder qualidade de áudio.

Com os JLab Jbud Lux ANC, ninguém faz a festa sozinho, com uma característica que marca a diferença neste modelo. Trata-se da capacidade de se poder partilhar o que se está a ouvir totalmente sem fios com outro exemplar destes auscultadores. Infelizmente, não pude testar essa funcionalidade precisamente por ter apenas uma unidade para teste, mas trata-se de algo que não é comum, mesmo em auscultadores de gama alta.

No que diz respeito ao microfone, este é funcional, mas nada de extraordinário. Num ambiente controlado, com pouco barulho exterior e sem vento, o som captado é limpo e suficientemente bom. Já em ambientes mais barulhentos, ou se estiverem no exterior com vento, torna-se bastante complicado perceber o que está a ser captado. A tecnologia ANC funciona muitíssimo bem ao ouvir, mas podia ser um pouco melhor na captação de áudio.

Em termos de bateria, são 600mAh, o que permite ouvir até 70 horas seguidas, ou 40 horas com ANC ligado (conforme indicado no site oficial). Ainda tem carregamento rápido, que promete quatro horas de utilização com apenas 10 minutos de carregamento, o que é bastante positivo.

Os JLab Jbuds Lux ANC apresentam-se assim enquanto uma combinação perfeita entre conforto, estética e qualidade de áudio por menos de 100 euros. Sem dúvida, uma excelente opção para quem procura ter uns auscultadores bonitos, confortáveis e funcionais uns sempre à mão.

Os JLab Jbuds Lux ANC podem ser adquiridos no site oficial, por cerca de 84€ mais portes.

reviews 2021 recomendado

Este produto foi cedido para análise pela JLab.

WU LYF e Skegss lideram as novas confirmações do Vodafone Paredes de Coura 2026

E há também Getdown Services, Prostitute, Dame Area e mais no Vodafone Paredes de Coura.

O cartaz do Vodafone Paredes de Coura para a edição de 2026 continua a ganhar densidade, com a organização a revelar nove adições que reforçam o ecletismo habitual do festival. Marcado para os dias 12 a 15 de Agosto, o regresso à Praia Fluvial do Taboão conta agora com a presença dos britânicos WU LYF, cujo som dramático e vocais intensos trazem uma carga cinematográfica ao alinhamento, liderando este novo lote de confirmações.

A aposta na diversidade sonora é evidente nas restantes escolhas. A energia move-se entre o registo festivo e o experimentalismo mais cru. Os Getdown Services prometem agitar o recinto com uma fusão de electrónica e post-punk, enquanto os Skegss trazem da Austrália o seu surf rock de refrões imediatos. Numa vertente mais abrasiva, o projeto Prostitute apresenta uma mistura singular de post-punk experimental com rock árabe, contrastando com a electrónica industrial e tribalista dos Dame Area.

Para os momentos de maior introspeção, o festival convocou os terraplana, que trarão o seu shoegaze atmosférico, e os Tomode, responsáveis por paisagens sonoras que cruzam a electrónica ambiental com o downtempo. O contingente de novidades fica completo com o indie folk dos Westside Cowboy, bem como com a energia visceral e percussiva dos Friko.

Estas confirmações juntam-se a um cartaz que já incluía nomes de peso como Amyl and The Sniffers, Underworld, Wet Leg, Thundercat ou Benjamin Clementine, além de projetos nacionais como Capitão Fausto e a colaboração entre First Breath After Coma e Salvador Sobral.

Os passes gerais para o festival já se encontram à venda nos locais habituais e na plataforma DICE, com o custo fixado nos 130€.

Foto: Jonathan Flanders

Miles Kane no Hard Club: Os volts do garage rock andaram à solta no Porto

O revivalismo dos anos 90 no Hard Club presenteado por Miles Kane com um concerto de puro garage rock, muito ao seu estilo.

Nesta noite de inverno, cheia de chuva e vento, o britânico Miles Kane aqueceu e incendiou o Hard Club, no Porto, cheio de garra e intensidade, com a preciosa ajuda do público portuense e alguns estrangeiros presentes na sala.

Durante todo o espetáculo houve uma “Telephaty” perfeita entre o passado e o presente do artista. Aliás, ao longo da sua carreira nunca abandonou o garage rock, meio polido e direto que o caracteriza na perfeição.

Parco em palavras, “Rearrange”, na abertura seguida de “Troubled Son”, foram as pontes inteligentes para recordar que 2011 (data do primeiro álbum Colour Of The Trap) não foi assim há tanto tempo e que as mudanças no seu percurso não foram assim tão grandes. O rock está mais limado, mas continua muito característico do cenário indie.

Porque o cenário era propício a isso, “Inhaler” e “Telephaty” foram dignos e os sons característicos da guitarra elétrica estiveram lá com o bom e velhinho som garage rock mais sujo e direto do primeiro disco, tendo sido canções produzidas e escritas em conjunto com Alex Turner, a outra metade dos The Last Shadow Puppets.

Do novo disco Sunlight in the Shadows, “Blue Skies” e “I Pray” fizeram uma sequência de refrões orelhudos, muito mais trabalhadas e cuidadas, mas sempre em alta rotação.

Talvez o momento mais introspetivo da noite tenha sido com “Colour Of The Trap”, música que explora a tensão entre o desejo de ligação e a frustração que um relacionamento nos provoca por falta de compreensão e comunicação entre as duas partes. Esta música tem como influência o rock britânico dos anos 60 com base na armadilha que o nosso corpo e mente nos prende, apesar das várias camadas existentes sem nunca desaparecer verdadeiramente.

A inevitável “Coup de Grace” não faltou para lembrar a inspiração de um golpe de wrestling do lutador Finn Bálor (e que aparece no videoclipe de “Cry On My Guitar”), como se se tratasse de uma metáfora para o fim do sofrimento num relacionamento, assim como a estreia mundial ao vivo de “Sing a Song to Love”.

“Don’t Forget Who You Are” materializou a simbiose perfeita entre artista e público, com a plateia a entoar refrões inteiros, suportada pela banda ou apenas pela bateria. Este momento afirmou-se como um autêntico hino à identidade: uma prova de que não nos devemos deixar abalar por inseguranças antigas, mas sim enfrentar as pressões do presente com coragem.

A fechar, um habitué “Come Closer”, o single característico da obra musical de Miles Kane, uma expressão intensa e emocional do desejo e da frustração, sendo a canção que simboliza a ansiedade por uma ligação mais profunda com alguém que parece estar distante, fisicamente e emocionalmente. A repetição constante da frase “You’re a million miles, a million miles away” insiste na sensação de distância e na dificuldade de alcançarmos a pessoa amada.

Conhecido pelo seu indie garage rock, Miles Kane trouxe uma alta voltagem britânica ao Hard Club, desfilando canções poderosas de refrões marcantes. A sua sonoridade serviu de combustível perfeito para uma sala esgotada e a vibrar de intensidade.

Novas regras do IMT: ignorar chamada à oficina dá chumbo imediato

Entra em vigor a 1 de março a nova diretiva do IMT: veículos com chamadas de segurança não realizadas reprovam automaticamente nos centros de inspeção.

As regras nos Centros de Inspeção Técnica de Veículos (CITV) vão apertar a partir de 1 de março. Diz o Jornal de Negócios (acesso pago) que o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) determinou que qualquer viatura que tenha uma ordem de reparação (recall) pendente será automaticamente reprovada. A medida visa garantir a segurança rodoviária e afeta um universo considerável de condutores: segundo a Associação Automóvel de Portugal (ACAP), existem atualmente cerca de 87.000 veículos a circular nas estradas portuguesas com estas anomalias por resolver.

A nova diretiva não deixa margem para dúvidas. Se o sistema detetar que existe uma campanha de recolha ativa para aquele veículo que não foi cumprida, o inspetor é obrigado a assinalar uma deficiência grave (tipo 2) ou muito grave (tipo 3), consoante a gravidade do problema técnico identificado pelo fabricante. Na prática, isto significa que o automóvel não passa na inspeção periódica obrigatória enquanto não for à oficina da marca regularizar a situação.

Estas ações de recall resultam de defeitos de fabrico ou montagem detetados pelas marcas, que podem comprometer a segurança dos ocupantes e de terceiros. Embora a reparação seja gratuita e da responsabilidade do construtor, a informação nem sempre chega ao destino. Os fabricantes enviam cartas registadas aos proprietários originais, mas a comunicação perde-se frequentemente quando o carro muda de dono no mercado de usados ou quando há alterações de morada não comunicadas. É este desfasamento que a nova medida do IMT pretende colmatar, forçando a resolução dos problemas técnicos.

Recorde-se que está ativa, desde novembro de 2025, a plataforma Recall, criada numa parceria entre a ACAP, o IMT e a Direção-Geral do Consumidor. O portal agrega mais de 300 campanhas de segurança ativas e permite a qualquer cidadão verificar o estado do seu veículo. Basta introduzir a matrícula ou o Número de Identificação do Veículo (VIN) para confirmar se o automóvel está livre de pendências ou se necessita de uma intervenção urgente antes de se apresentar à inspeção.

Polestar define plano de expansão com quatro novos modelos até 2028

A marca sueca revelou o seu plano estratégico para os próximos três anos. O calendário inclui o Polestar 5 já este verão, o sucessor do Polestar 2 e o novo SUV Polestar 7.

A Polestar apresentou hoje um plano estratégico que prevê o lançamento de quatro novos veículos elétricos nos próximos três anos. A marca sueca procura consolidar a sua posição no mercado automóvel e projeta um crescimento de vendas a dois dígitos já em 2026, apoiado numa expansão da sua rede comercial na ordem dos 30%.

O cronograma de lançamentos inicia-se no verão de 2026 com a chegada às estradas do Polestar 5. Este modelo, um Grand Tourer de quatro portas construído sobre uma plataforma de alumínio, posiciona-se no topo da gama da marca. Ainda durante o corrente ano, a empresa apresentará uma nova versão do Polestar 4, cujas entregas deverão começar no quarto trimestre. Segundo a construtora, esta atualização visa fundir as características de espaço de uma carrinha com a versatilidade de um SUV, numa tentativa de alargar a base de potenciais clientes.

A renovação da frota prosseguirá em 2027 com a introdução do sucessor do Polestar 2. O atual sedan, que contabiliza mais de 190 mil unidades vendidas globalmente, será substituído por uma geração totalmente nova. O plano culmina em 2028 com o Polestar 7, um SUV compacto destinado ao segmento premium.

Para o ano fiscal de 2026, a Polestar adotará uma gestão focada na evolução do mix de vendas, antecipando uma maior quota de mercado para o modelo Polestar 4.

Nova modalidade da Airbnb permite aos portugueses reservar estadias sem pagamento inicial

A nova funcionalidade Reserve agora, Pague depois da Airbnb chegou ao mercado nacional.

A Airbnb introduziu no mercado português uma nova ferramenta de gestão de pagamentos destinada a conferir maior flexibilidade ao planeamento de viagens. A modalidade, designada Reserve agora, Pague depois, permite aos utilizadores garantir estadias em alojamentos elegíveis em qualquer parte do mundo sem qualquer desembolso financeiro no momento da reserva, alterando a dinâmica tradicional de pagamento imediato na plataforma. No fundo, ao estilo do Booking.

O funcionamento desta nova opção aplica-se exclusivamente a anúncios que possuam políticas de cancelamento flexíveis ou moderadas. Na prática, o valor total da reserva apenas necessita de ser liquidado pouco antes do fim do período de cancelamento gratuito definido pelo anfitrião. Esta mecânica assegura que as políticas de cancelamento dos proprietários se mantêm inalteradas e, simultaneamente, garante que o calendário do alojamento fica disponível atempadamente para novas reservas caso o pagamento não seja concretizado ou a viagem seja cancelada.

A expansão desta funcionalidade para Portugal segue-se a um teste bem-sucedido nos Estados Unidos, onde foi lançada no verão passado. Segundo a empresa, a introdução desta facilidade no mercado norte-americano resultou num aumento efetivo do volume de reservas durante o quarto trimestre de 2025, abrangendo tanto o segmento de alojamento como o de experiências e serviços.

A medida surge também como resposta a dados comportamentais recolhidos pela Airbnb em parceria com a Focaldata, que indicam que a coordenação financeira é um dos maiores obstáculos nas viagens de grupo. O estudo revela que uma percentagem significativa de viajantes já perdeu a oportunidade de reservar o alojamento preferido devido ao tempo demorado a coordenar pagamentos entre amigos ou familiares. Ao remover o custo inicial, a plataforma pretende mitigar este atrito, permitindo garantir a casa desejada enquanto o grupo organiza as finanças.

Governo estuda enterramento de linhas elétricas para prevenir falhas por clima extremo

Após disrupções recentes, tutela avança com estudo para adaptar o sistema elétrico. Reforço de linhas e novas métricas de resiliência serão definidos em seis meses para garantir o abastecimento.

O Ministério do Ambiente e Energia ordenou a realização de um estudo técnico e económico com vista à adaptação do Sistema Elétrico Nacional (SEN) aos desafios impostos pelas alterações climáticas. A determinação, assinada pela ministra Maria da Graça Carvalho, estipula um prazo máximo de 180 dias para que sejam apresentadas soluções concretas, incluindo a avaliação do enterramento de cabos em zonas consideradas críticas.

A iniciativa surge na sequência das perturbações causadas pela tempestade Kristin, evento que expôs a vulnerabilidade das infraestruturas energéticas nacionais e demonstrou a urgência de rever os critérios de planeamento da rede. O estudo, que será contratualizado pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), deverá identificar as áreas geográficas com maior exposição a riscos de incêndio rural e fenómenos meteorológicos extremos.

O documento técnico terá de comparar diferentes abordagens para o reforço da resiliência da rede, colocando em cima da mesa opções como o reforço estrutural das linhas aéreas existentes, a implementação de soluções híbridas ou o enterramento total ou parcial das linhas. A análise exigida pela tutela não se cinge à vertente técnica; deverá incluir um exame rigoroso do custo-benefício de cada solução, detalhando os impactos previstos na continuidade do serviço e, inevitavelmente, os reflexos nas tarifas energéticas.

Para além do diagnóstico, o Governo espera receber uma estimativa dos investimentos necessários e um plano de implementação faseado, com calendarização e prioridades definidas. As conclusões deste trabalho deverão ser integradas nos próximos ciclos dos Planos de Desenvolvimento e Investimento das redes de transporte e distribuição elétrica. A ministra Maria da Graça Carvalho sublinha que a adaptação do sistema é imperativa para garantir a segurança do abastecimento e evitar futuras disrupções de serviço.

Quanto ao financiamento, a tutela aponta para as oportunidades decorrentes do Grids Package, um mecanismo recente da Comissão Europeia que simplifica a regulação e reforça os apoios para investimentos em redes inteligentes e resilientes, permitindo a Portugal captar fundos comunitários para esta transformação. Esta medida alinha-se ainda com a revisão da Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas (ENAAC 2030), processo já concluído pelo executivo e que aguarda agora os trâmites finais de aprovação legislativa.

A frescura transmontana encontra o calor tropical: Pedras lança edição limitada de Açaí

A Pedras Açaí combina a água mineral transmontana com o fruto brasileiro açaí e estará disponível até ao final do verão.

A família Pedras Sabores acaba de crescer com a introdução de uma nova variedade exótica no mercado nacional. A marca, integrante do portefólio do Super Bock Group, lançou a Pedras Açaí, uma edição limitada disponível apenas até ao final do verão, que procura fundir a identidade da água gasocarbónica natural portuguesa com um dos frutos mais emblemáticos do Brasil.

Esta nova aposta apresenta-se com um perfil frutado e refrescante, desenhado para harmonizar a subtileza e o gás 100% natural da água captada em Trás-os-Montes com a energia vibrante do açaí. A marca descreve o lançamento como um “encontro natural” entre os dois países, visando consumidores que procuram novas experiências sensoriais sem prescindir das características de leveza e naturalidade habituais na gama.

O produto já se encontra em distribuição nos canais habituais, marcando presença na restauração e nos hiper e supermercados de norte a sul do país. Os formatos disponíveis variam entre a garrafa individual de 25 cl no canal on-trade e o formato de 4x25cl no retalho alimentar.

Esta novidade vem complementar o portefólio já existente da marca, juntando-se aos sabores de Limão, Tangerina, Maracujá, Ananás e Frutos Vermelhos.

Fitness UP reforça investimento no Algarve com novo ginásio em Tavira

Mais do que um ginásio, o novo Fitness UP Tavira quer ser o ponto de encontro da cidade de Tavira. Abre em março.

A rede de ginásios Fitness UP prepara-se para reforçar a sua presença no Algarve com a inauguração de um novo espaço em Tavira, agendada para o próximo dia 14 de março. Esta abertura representa um marco relevante na estratégia de expansão do grupo, que atinge assim o número de 69 clubes em território nacional, dando continuidade ao seu plano de crescimento sustentado e de democratização do acesso à prática desportiva.

A escolha de Tavira para acolher este novo investimento não foi aleatória, respondendo a uma análise detalhada do potencial da região. Conhecida pela sua identidade cultural e património histórico, a cidade tem registado, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, um crescimento populacional consistente e uma dinamização económica que ultrapassa a mera sazonalidade turística. O grupo identificou nesta localização uma oportunidade para servir uma comunidade cada vez mais diversificada, composta por residentes permanentes, estudantes e uma crescente população internacional, que carecia de uma oferta de fitness com características urbanas e tecnológicas.

O novo clube de Tavira replicará o ADN da marca, disponibilizando instalações modernas equipadas para responder a diferentes necessidades de treino. O espaço contará com zonas dedicadas à musculação e cardio com equipamentos de última geração, áreas para treino funcional e estúdios para aulas de grupo. A infraestrutura foi desenhada para ser inclusiva, visando atrair tanto praticantes experientes como iniciantes, num ambiente que se pretende motivador e tecnologicamente avançado.

Para além da vertente comercial, a chegada do Fitness UP a Tavira acarreta um impacto socioeconómico local. A abertura do ginásio fomenta a criação de postos de trabalho diretos e indiretos e contribui para a dinamização do comércio local. Com esta abertura, marca procura também intervir na saúde pública, oferecendo uma resposta ao sedentarismo, um problema estrutural em Portugal, conforme indicam os relatórios da Direção-Geral da Saúde sobre a inatividade física da população adulta.

Ao fixar-se numa região onde a oferta deste tipo de serviços é, por vezes, escassa fora da época balnear, o grupo reforça o compromisso de garantir estabilidade e qualidade de vida à comunidade residente durante todo o ano.

Miley Cyrus vai celebrar Hannah Montana num especial dos 20 anos da personagem no Disney Plus

Hannah Montana 20th Anniversary Special vai ter estreia em março no Disney Plus, com a promessa de muitas surpresas para os fãs.

Hannah Montana está de regresso 20 anos após a sua estreia nos canais da Disney, com a presença de Miley Cyrus que lhe deu vida e com a qual iniciou a sua carreira. Este regresso está marcado para o dia 24 de março, com um especial no Disney Plus, o Hannah Montana 20th Anniversary Special, que como o titulo propõe vem celebrar o 20 aniversário da série e da personagem e que promete muitas surpresas para os fãs.

O Hannah Montana 20th Anniversary Special será um evento filmado em estúdio, diante de uma plateia ao vivo no estúdio, e vai contar com uma entrevista com Miley Cyrus, apresentada por Alex Cooper. A conversa entre ambas vai permitir ter “uma visão íntima da criação de uma das personagens mais icónicas da cultura pop e do impacto duradouro que a série e o personagem tiveram nos fãs ao redor do mundo“. Para além da entrevista a Cyrus, no Hannah Montana 20th Anniversary Special, os fãs vão poder assistir a imagens inéditas e aos cenários mais memoráveis da série trazidos de volta à vida, entre os quais se inclui a sala de estar da família Stewart e o lendário armário de Hannah Montana.

Em comunicado, para Miley Cyrus a personagem de Hannah Montana continua a ter um profundo impacto na sua vida, sendo uma das razões para participar nesta celebração. “Fará sempre parte de quem eu sou. O que começou como um programa de TV tornou-se uma experiência partilhada que moldou a minha vida e a vida de tantos fãs, e sempre serei grata por essa ligação“.

Este especial é produzido pela HopeTown Entertainment e pela Unwell Productions. Ashley Edens, Miley Cyrus, Tish Cyrus-Purcell, Alex Cooper e Matt Kaplan são produtores executivos.

Porque os dados estão a mudar a forma como consumimos conteúdo

O consumo de conteúdo digital mudou profundamente na última década. Hoje, cada utilizador vive uma experiência única, moldada por algoritmos e sistemas de análise de dados que procuram compreender preferências, interesses e padrões de comportamento.

As novas gerações cresceram num ambiente digital onde a personalização é esperada. Desde redes sociais a plataformas de streaming, o conteúdo é apresentado de forma adaptada, criando uma sensação de proximidade e relevância. Esta abordagem permite às plataformas oferecer experiências mais envolventes e reduzir a sobrecarga de informação.

A análise de dados tornou-se essencial para compreender como as pessoas interagem com conteúdos. As plataformas analisam cliques, tempo de visualização e interações para identificar o que realmente interessa ao utilizador. Esta informação permite ajustar recomendações e criar experiências mais alinhadas com as expectativas individuais.

«O público atual quer sentir que o conteúdo foi pensado para ele. Os dados ajudam a compreender melhor as expectativas e a criar experiências mais envolventes e personalizadas», – dizem na empresa BETANDYOU.

Num mundo onde a atenção é um recurso cada vez mais escasso, a relevância tornou-se fundamental. Conteúdos personalizados não só melhoram a experiência do utilizador como também aumentam a ligação emocional com as plataformas e marcas.

O futuro do consumo digital aponta para experiências ainda mais adaptadas, onde inteligência artificial e análise de dados trabalham em conjunto para antecipar necessidades e criar conteúdos mais significativos. Esta evolução reflete uma mudança cultural profunda na forma como nos relacionamos com o mundo digital.

Como fazer um currículo para primeiro emprego sendo estudante

Entrar no mercado de trabalho pela primeira vez pode parecer um desafio enorme, especialmente quando ainda se está a estudar e não há muita experiência profissional para apresentar. No entanto, um bom currículo pode destacar competências, potencial e vontade de aprender – fatores que muitas empresas valorizam tanto quanto a experiência.

Saber estruturar bem as informações, apresentar habilidades relevantes e mostrar motivação são passos essenciais para conquistar oportunidades iniciais. Neste guia, vão aprender como criar um documento claro, atrativo e eficaz, mesmo sem experiência anterior.

Por que o currículo é tão importante no primeiro emprego

O currículo é muitas vezes o primeiro contacto entre o candidato e o recrutador. Mesmo para quem está à procura do primeiro trabalho, este documento funciona como um cartão de apresentação que demonstra competências, interesses e objetivos profissionais, sendo importante garantir a originalidade do conteúdo com ferramentas como a plagiarismcheck, especialmente quando se pretende destacar perante outros candidatos.

Para estudantes, o foco não está necessariamente na experiência profissional tradicional, mas sim em projetos académicos, atividades extracurriculares e habilidades pessoais. Um bom currículo para primeiro emprego mostra potencial, organização e capacidade de aprendizagem.

Empresas que recrutam jovens talentos procuram sinais de responsabilidade, proatividade e motivação. Por isso, saber comunicar essas qualidades no currículo faz toda a diferença.

O que os recrutadores procuram

Mesmo em candidaturas iniciais, os recrutadores tendem a analisar alguns pontos principais:

  • Clareza e organização das informações
  • Competências transferíveis (comunicação, trabalho em equipa, autonomia)
  • Formação académica relevante
  • Interesse na área ou função
  • Participação em atividades ou projetos

Ter consciência destes critérios ajuda a construir um documento mais estratégico e direcionado.

Como estruturar o currículo sendo estudante

A organização do conteúdo é essencial para facilitar a leitura e destacar os pontos fortes. Um bom currículo para estudante deve ser simples, direto e visualmente limpo.

Mesmo sem experiência profissional visível, um currículo bem estruturado pode demonstrar competências, potencial e motivação. Dados pessoais, objetivo profissional, formação académica e competências são elementos essenciais que ajudam os recrutadores a compreender rapidamente o perfil do candidato.

Dados pessoais e contacto

Incluam informações básicas como:

  • Nome completo
  • Número de telefone
  • Email profissional
  • Cidade de residência

Evitem dados irrelevantes como estado civil ou número de documentos.

Objetivo profissional

Esta secção é especialmente importante para quem está a começar. Expliquem brevemente os vossos objetivos e o que procuram aprender com a experiência.

Um exemplo simples: Estudante motivado à procura de oportunidade para desenvolver competências profissionais e contribuir para a equipa.

Formação académica

Como estudante, esta será provavelmente a parte mais forte do vosso currículo. Incluam:

  • Curso e instituição
  • Ano de início e previsão de conclusão
  • Disciplinas relevantes
  • Projetos académicos importantes

Se tiverem boas notas ou distinções, podem mencioná-las.

Como criar um currículo sem experiência profissional

A falta de experiência formal não significa falta de competências. Um currículo sem experiência deve focar-se em atividades que demonstrem responsabilidade, iniciativa e capacidade de aprendizagem.

Experiências informais também contam.

Valoriza atividades extracurriculares

Participação em associações estudantis, voluntariado, eventos ou clubes pode mostrar competências valiosas, como liderança e organização.

Por exemplo:

  • Organização de eventos escolares
  • Participação em projetos comunitários
  • Trabalho voluntário
  • Desporto em equipa

Estas experiências demonstram habilidades aplicáveis ao ambiente profissional.

Destaca competências pessoais e técnicas

Inclui competências relevantes para o cargo, como:

  • Comunicação
  • Trabalho em equipa
  • Gestão de tempo
  • Conhecimentos de informática
  • Línguas estrangeiras

Sempre que possível, associa as competências a situações concretas.

Competências que fazem diferença no primeiro emprego

Para estudantes, as chamadas “soft skills” são frequentemente mais importantes do que experiência profissional.

Demonstrar estas competências aumenta significativamente as hipóteses de contratação.

Habilidades comportamentais valorizadas

Empresas procuram candidatos com:

  • Capacidade de aprendizagem rápida
  • Responsabilidade
  • Pontualidade
  • Comunicação clara
  • Flexibilidade
  • Espírito de equipa

Estas qualidades podem ser demonstradas através de experiências académicas ou pessoais.

Competências digitais

Mesmo em funções básicas, conhecimentos tecnológicos são um diferencial:

  • Pacote Office ou ferramentas equivalentes
  • Redes sociais
  • Pesquisa online
  • Ferramentas de colaboração digital

Indicar familiaridade com tecnologia transmite adaptação ao ambiente moderno de trabalho.

Exemplo prático de estrutura de currículo

Ver um exemplo de currículo para primeiro emprego ajuda a compreender como organizar as informações de forma eficaz.

Um modelo simples pode seguir esta estrutura:

  • Dados pessoais
  • Objetivo profissional
  • Formação académica
  • Competências
  • Atividades extracurriculares
  • Línguas
  • Interesses relevantes

O design deve ser limpo, com fontes simples e boa organização visual. Evitem cores excessivas ou elementos distrativos.

Dicas de formatação

Para garantir um aspeto profissional:

  • Usem uma página apenas
  • Escolham uma fonte simples (Arial, Calibri ou similar)
  • Mantenham espaçamento consistente
  • Evitem erros ortográficos
  • Usem linguagem clara e objetiva

Pequenos detalhes podem influenciar a perceção do recrutador.

Erros comuns ao criar o primeiro currículo

Muitos estudantes cometem erros que reduzem o impacto do documento. Evitá-los aumenta significativamente a eficácia da candidatura.

Informações desnecessárias

Evitem incluir:

  • Dados pessoais excessivos
  • Experiências irrelevantes
  • Textos demasiado longos
  • Fotografias informais

O currículo deve ser conciso e focado.

Falta de personalização

Enviar o mesmo currículo para todas as vagas é um erro comum. Ajustem sempre o conteúdo às exigências da função e da empresa.

Personalização demonstra interesse genuíno e aumenta as hipóteses de sucesso.

Como destacar a motivação e o potencial

Quando a experiência é limitada, a atitude torna-se um fator decisivo. Mostrar interesse e vontade de aprender pode compensar a falta de prática profissional.

Demonstra interesse pela área

Incluam:

  • Cursos online
  • Workshops
  • Projetos pessoais
  • Leituras relevantes

Estas iniciativas mostram proatividade e dedicação.

Mostrem resultados e conquistas

Sempre que possível, apresentem resultados concretos:

  • Organização de um evento escolar
  • Participação em concursos académicos
  • Desenvolvimento de projetos
  • Melhorias em trabalhos de grupo

Resultados tornam o perfil mais credível.

A importância da revisão antes de enviar

Antes de enviar o currículo, é essencial rever todo o conteúdo com atenção. Erros ortográficos ou informações confusas podem prejudicar a candidatura.

Peçam a alguém para ler o documento ou utiliza ferramentas de correção. Uma revisão cuidadosa transmite profissionalismo e atenção ao detalhe.

Conclusão

Criar um currículo eficaz sendo estudante é totalmente possível, mesmo sem experiência profissional formal. O segredo está em destacar formação, competências, atividades relevantes e motivação.

Com organização, clareza e foco nas qualidades certas, qualquer candidato pode construir um perfil atrativo e competitivo. O primeiro passo no mercado de trabalho começa com uma apresentação bem estruturada – e um bom currículo pode abrir portas para oportunidades importantes.

Smartphones em Segunda Mão em Portugal: poupança, sustentabilidade e tecnologia ao alcance de todos

O mercado de tecnologia usada e recondicionada está a atravessar um dos seus melhores momentos em Portugal. Cada vez mais consumidores optam por equipamentos em segunda mão, não apenas pelo preço mais acessível, mas também pela crescente preocupação com o impacto ambiental e a sustentabilidade. Dentro deste universo, os smartphones destacam-se como o produto mais procurado.

A evolução tecnológica faz com que muitos utilizadores troquem de telemóvel com frequência, mesmo quando o dispositivo anterior ainda se encontra em perfeitas condições de funcionamento. Este comportamento gera uma oportunidade clara para quem procura qualidade a um custo reduzido, criando um ciclo de reutilização que beneficia tanto compradores como vendedores.

Porque cresce a procura por smartphones usados

Existem vários fatores que explicam este aumento de interesse. Em primeiro lugar, o preço. Um smartphone topo de gama pode perder uma parte significativa do seu valor poucos meses após o lançamento, mesmo que continue a oferecer um desempenho excelente. Para muitos utilizadores, adquirir um modelo recente a um preço reduzido representa uma decisão financeiramente inteligente.

Outro ponto relevante é a sustentabilidade. A produção de dispositivos eletrónicos implica um consumo elevado de recursos naturais e energia. Ao optar por equipamentos em segunda mão, o consumidor contribui para a redução do lixo eletrónico e prolonga o ciclo de vida útil dos produtos tecnológicos.

Além disso, a confiança no mercado tem vindo a aumentar graças à profissionalização de plataformas especializadas. Hoje em dia, comprar um telemóvel usado já não significa assumir riscos elevados, desde que a aquisição seja feita através de lojas reconhecidas que garantem controlo de qualidade e transparência no estado do equipamento.

O que ter em conta antes de comprar

Antes de adquirir um smartphone em segunda mão, é importante analisar alguns aspetos essenciais:

  • Estado do equipamento – verificar se apresenta riscos, marcas de uso ou problemas no ecrã.
  • Bateria – confirmar a autonomia e o desgaste natural.
  • Garantia – optar por plataformas que ofereçam proteção ao consumidor.
  • Desbloqueio de rede – assegurar que o dispositivo funciona com qualquer operadora.
  • Especificações técnicas – memória interna, RAM e versão do sistema operativo.

Estes elementos ajudam a garantir uma compra segura e ajustada às necessidades reais do utilizador.

Onde comprar com segurança em Portugal

O crescimento deste setor levou ao surgimento de lojas especializadas que oferecem não apenas dispositivos usados, mas também apoio ao cliente, revisões técnicas e garantia. Para quem procura opções fiáveis, comparar diferentes modelos e escolher com base no orçamento disponível, uma alternativa bastante procurada é a compra de smartphones segunda mão em plataformas que disponibilizam informação clara sobre o estado do produto e condições de venda.

Estas lojas permitem ao consumidor tomar decisões informadas, evitando compras impulsivas e assegurando uma melhor relação entre preço e qualidade.

Benefícios económicos e ambientais

Optar por um telemóvel usado não é apenas uma escolha económica. É também uma decisão consciente do ponto de vista ambiental. A reutilização de dispositivos reduz a necessidade de produção de novos equipamentos, diminui a extração de matérias-primas e contribui para a redução das emissões associadas à indústria tecnológica.

Do ponto de vista financeiro, a diferença de preço pode ser significativa, permitindo ao utilizador aceder a marcas e modelos que, em condições normais, poderiam estar fora do seu orçamento.

Uma tendência que veio para ficar

A compra de smartphones em segunda mão deixou de ser vista como uma solução temporária e passou a integrar os hábitos de consumo de muitos portugueses. A combinação entre poupança, sustentabilidade e acesso a tecnologia de qualidade transformou este mercado numa alternativa sólida e cada vez mais valorizada.

Com uma oferta diversificada, maior transparência e plataformas especializadas, tudo indica que esta tendência continuará a crescer nos próximos anos, acompanhando a evolução do comportamento do consumidor e a necessidade de soluções mais responsáveis e inteligentes no mundo digital.

Taberna Londrina vai ultrapassar os 30 restaurantes com quatro novas aberturas muito em breve

A expansão continua em 2026. Do Parque das Nações ao Campo Alegre, a Taberna Londrina reforça a presença nacional.

A Taberna Londrina vai consolidar a sua estratégia de crescimento para 2026 com o anúncio de quatro novas aberturas muito em breve, uma operação que permitirá à marca ultrapassar a fasquia das três dezenas de restaurantes. A expansão foca-se em pontos estratégicos das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, com os novos espaços a instalarem-se no Parque das Nações e nas Colinas do Cruzeiro (Odivelas), a sul, e no Campo Alegre e em Gondomar, a norte. Esta aposta visa reforçar a presença da insígnia tanto em grandes centros urbanos como em zonas residenciais de elevada densidade.

O foco da oferta gastronómica permanece na sua icónica francesinha minhota, distinguida pelo seu molho secreto, com preços que começam nos 8,90€ para a meia dose e nos 13,90€ para a dose inteira. A carta apresenta múltiplas variações do prato para agradar a diferentes paladares, incluindo a versão à moda do Porto, opções com bife de novilho, bife de frango ou hambúrguer de picanha, e ainda uma alternativa vegetariana.

Para além da protagonista da casa, o menu diversifica-se com outras propostas. As entradas incluem petiscos como ovos rotos (7,90€), folhadinho de alheira (6,90€) e os tradicionais cachorrinhos picantes do Porto (6,40€). Nos pratos principais, existem hambúrgueres a partir de 9,70€, bife do lombo a 19,90€ e lombo de salmão grelhado a 17,50€. A pensar nas famílias, foi desenhado um menu infantil com o custo fixo de 9,50€, que oferece três possibilidades: nuggets de frango, mini hambúrgueres ou salsicha com arroz e ovo, todas servidas com batatas fritas. A garrafeira acompanha a refeição com diversas referências de vinhos, cervejas e refrigerantes.

Segundo Eduardo Xavier, sócio-gerente, estas aberturas refletem a confiança no mercado e a ambição de crescimento estruturado da marca. Atualmente, a Taberna Londrina já detém uma vasta cobertura nacional, estando presente em Guimarães, Famalicão, Bragança, Braga, Paredes, Póvoa de Varzim, Coimbra, Vila Nova de Gaia, Vila Real, Leiria, Viseu, Setúbal, Penafiel e Maia.

OPPO Reno15 Pro 5G Review: Compacto e muito competente

Com uma bateria invejável e uma suite de características bem desenhadas e otimizadas, o OPPO Reno15 Pro 5G é um smartphone versátil para todo o tipo de utilizadores.

Confesso que os primeiros dias com o Reno15 Pro 5Go mais recente smartphone da OPPO -, foram estranhos, mas no bom sentido. Depois de anos a testar smartphones gigantes, com ecrãs de 6,7 e 6,8 polegadas, que exigem sempre as duas mãos para não irem ao chão, a OPPO aparece com um aparelho de ecrã de 6,32 polegadas que mede apenas 151 mm de altura, 72 mm de largura, 8 mm de espessura e um peso 187 gramas, oferecendo uma daquelas experiências em que cabe no bolso e parece que desaparece. Uma qualidade que elimina aquela sensação de “tijolo” a puxar as calças, que para quem anda sempre de um lado para o outro, seja nos transportes públicos, ou entre reuniões. É um alivio. Os materiais também se destacam, pela sua traseira feita de vidro esculpido a partir de um único bloco, sem placas coladas, e por um módulo de câmara que surge integrado, criando o tal Anel Estelar Dinâmico quando a luz incide sobre ele. Ao vivo, o efeito é hipnotizante.

A versão que testei foi a de cor Preto Mocha, que é realmente muito bonita, com um acabamento fosco impecável, que não retém marcas de dedos e é suave ao toque. Para além disso, o tom quente de castanho dá-lhe um ar bem elegante. Face ao Reno13, que já era bonito, o salto é evidente, com uma melhor estrutura de alumínio de nível aeroespacial, peso semelhante, mas melhor distribuído, e uma traseira unificada que lhe dá uma solidez verdadeiramente premium. A isto, acrescentam-se as certificações IP66/68/69, que significa que podemos mergulhá-lo em água corrente (doce) e que graças ao Splash Touch, o ecrã continua a responder mesmo com as mãos molhadas. Em ergonomia, o Reno15 Pro está realmente muito bem conseguido, já que desbloquear, navegar, puxar notificações, tudo é possível com apenas uma mão. A sua moldura plana lembra a de um iPhone, mas com curvas subtis que evitam escorregadelas. Mesmo após horas de utilização, a mão não se cansa, e o centro de gravidade mais baixo impede aquela sensação de topo pesado causada por módulos de câmara cada vez mais salientes noutros dispositivos. A única crítica pessoal que tenho a apontar é que utilizar ecrã dividido num painel de 6,32 polegadas é uma tarefa complicada. Mas, para 95% das tarefas diárias, funciona na perfeição.

OPPO Reno15 Pro 5G
OPPO Reno15 Pro 5G

Como já havia mencionado, na parte frontal do OPPO Reno15 Pro 5G temos um ecrã de 6,32 polegadas, do tipo AMOLED, com a resolução de 2640×1216 (460 ppi), 120 Hz, 10 bits de cor e HDR10+. As margens são extremamente finas, o recorte da câmara frontal passa quase despercebido e o brilho é impressionante, com 600 nits típicos, 1800 nits de brilho máximo e mais de 3600 nits de pico em zonas específicas. Na prática, mesmo sob sol direto, consegui ler tudo sem qualquer problema. Contudo não é um ecrã LTPO, ou seja, não há variação automática entre 1 e 120 Hz, mas as opções de 60/90/120 Hz são mais do que suficientes no dia-a-dia. O PWM de 3840 Hz torna o ecrã confortável à noite, sem cintilação visível, e nunca senti fadiga ocular durante sessões prolongadas. Face ao Reno13, nota‑se a redução das margens e o aumento do brilho, o que o torna mais competente no exterior. Ou seja, é um ecrã que apetece utilizar por causa das suas cores vivas e naturais, com pretos profundos para séries e filmes, e uma fluidez que o ColorOS 16 aproveita muito bem.

No interior, encontramos o MediaTek Dimensity 8450, um chip com processador octa‑core que opera no máximo a 3,25 GHz, e que é acompanhado por 12GB de RAM LPDDR5X e 512GB de armazenamento UFS 3.1. Este chip é a evolução direta do Dimensity 8350 do Reno13 Pro, com mais recursos para a inteligência artificial e um controlo térmico que não cede após alguns minutos. No uso real, o equilíbrio é notável. Mantive mais de 20 aplicações abertas, com WhatsApp, Instagram, YouTube, e‑mail, etc, em segundo plano, e tudo correu sem engasgos ou recarregamentos irritantes. O Trinity Engine do ColorOS 16 faz um excelente trabalho ao manter as aplicações na memória durante dias e a gerir recursos com precisão. Alternar entre Facebook, mensagens de voz, edições rápidas em 4K ou ferramentas de IA é instantâneo, e não encontrei qualquer bloqueio, apenas um fluxo de trabalho contínuo.

Nos jogos, o HyperBoost 2.0 mostra o seu valor. Jogos como PUBG Mobile mantêm a estabilidade, com a IA a ajustar a temperatura e a gerar frames intermédios para evitar aquecimento excessivo. O Game Capture é um extra simpático, já que grava clipes de 15 a 30 segundos em 1080p ou permite Motion Screenshots, capturando 1,5 segundos antes e depois da ação, algo perfeito para partilhar momentos sem recorrer a ferramentas externas. Mas em testes de stress real, como 30 minutos de Genshin Impact no máximo, o Reno15 Pro revela que não é um verdadeiro topo de gama para o efeito. O processador desacelera para cerca de 66% da potência, o GPU perde fôlego e o aquecimento torna‑se evidente, algo natural num corpo compacto com bateria grande e chip potente. A queda de frames não é um defeito, mas sim uma escolha da OPPO que prefere priorizar o conforto térmico em vez de números impressionantes. Para jogadores mais dedicados a jogos móveis, não é o ideal, mas para sessões de 20~30 minutos, é mais do que suficiente e até melhor do que muitos rivais.

OPPO Reno15 Pro 5G
OPPO Reno15 Pro 5G

O corpo extremamente compacto do OPPO Reno15 Pro é perfeito para todos aqueles que se movimentam muito, e pode ser o ideal para quem gosta de viajar. Não conta com aquele tipo de câmara que nos faz sentir fotógrafos profissionais mas é o companheiro perfeito para quem quer apontar, disparar e ter uma foto pronta para publicar. E é precisamente aqui que está um dos maiores saltos em relação ao Reno13. Deixamos de ter uma lente ultra‑angular de 8MP, que já cansava, e passamos a ter uma verdadeira configuração tripla, com um sensor principal Samsung HP5 de 200MP (f/1.8, OIS, lente 6P), uma lente ultra‑angular de 50MP (f/2.0, AF, 6P), uma lente teleobjetiva de 50MP com zoom 3,5x (80 mm, f/2.8, OIS) e, para completar, uma câmara frontal ultra‑angular de 50MP com 100° de campo de visão, que é ideal para vloggers. Durante o dia, a câmara principal de 200MP impressiona pela nitidez, reduzindo as imagens para 12,5MP no uso normal. A gama dinâmica é ampla, as cores mantêm-se quentes e naturais e o balanço de brancos raramente falha. A estabilização ótica faz um excelente trabalho, permitindo fotos nítidas. A teleobjetiva de 3,5x é uma surpresa agradável e posso afirmar que é perfeita para retratos de rua e detalhes arquitetónicos, com boa nitidez e contraste. Já a lente ultra‑angular é finalmente aquilo que podemos querer num smartphone moderno, com foco automático, menos distorção e versatilidade para paisagens ou closes criativos. A consistência entre os três módulos é talvez o seu maior trunfo, já que alternar entre 0,6x, 1x e 3,5x é natural e sem quebras de qualidade. Já a câmara frontal é a joia escondida, já que os seus 100° permitem fotos de grupo sem malabarismos, o foco automático mantém tudo no sítio e a perspetiva é muito mais natural do que o habitual. Para quem cria conteúdo, é excelente.

À noite, o Reno15 Pro não faz milagres, mas comporta-se com elegância. A câmara principal controla bem as luzes altas e mantém o ruído baixo. A lente ultra‑angular perde algum detalhe, mas continua a fazer um trabalho acima da média, e a teleobjetiva entra em modo híbrido, o que se nota, mas não compromete. O Reno Portrait Engine dá o toque final, suavizando de forma natural e mantendo tons de pele realistas. A inteligência artificial tem aqui um papel importante, mas sem complicações. O AI Flash 2.0 usa dois flashes traseiros para iluminar retratos no escuro com mais profundidade, e o AI Portrait Glow transforma fotos sub-expostas em retratos com aspeto de estúdio. No vídeo, o Reno15 Pro grava em 4K a 60 FPS em todas as câmaras, com HDR e boa estabilização. O Dual‑View Video e o Seamless Camera Switch são especialmente úteis para quem grava vlogs ou conteúdos ao vivo.

Quanto ao software, o ColorOS 16, (Android 16), tem aquele toque que lembra o iOS, mas depois de o utilizar durante algum tempo, a sensação é de fluidez, personalização e ferramentas inteligentes que realmente resolvem problemas. E a promessa de 5 anos de atualizações do Android e 6 anos de atualizações de segurança é algo que merece ser referido nesta análise. A interface é limpa, com ícones arredondados, animações suaves e um Always‑On Display inteligente. Os gestos são intuitivos e a prateleira personalizável no topo adapta-se ao que é necessário no momento. O grande destaque é o AI Mind Space, onde basta deslizar três dedos e tudo o que está no ecrã é guardado num hub inteligente que entende o contexto, como datas de eventos, ingredientes de uma receita, itinerários. É como ter um assistente pessoal sempre atento. Para além disso, a integração com o Google Gemini está bem feita, com tradução em tempo real através da câmara, resumos de chamadas, tradução bidirecional e legendas em direto em vídeo-chamadas. Tudo protegido de forma a deixar os dados confidenciais protegidos.

Outro dos pontos fortes do Reno15 Pro 5G é sem sombra de duvidas a sua bateria. Conseguir encaixar 6.200 mAh num corpo de 151 mm de altura e 8 mm de espessura parece quase um truque de engenharia, mas o mais impressionante é o desempenho real. Passei duas semanas a puxar pelo telefone, e não tive um dia em que terminasse com menos de 40% de carga. No dia seguinte, depois de voltar a carregar, continuava a garantir pelo menos sete horas de ecrã, com um dia e meio de uso confortável. Quando chega a hora de carregar, o SuperVOOC de 80W faz o que promete: 35% em 15 minutos, 60% em meia hora e carga completa em 54 minutos. Não são números de 120W de muitos dos seus concorrentes, mas são mais do que suficientes para nunca ficar preso à tomada. O suporte para USB Power Delivery até 55W é outro ponto prático, dá para usar carregadores de portátil ou power banks sem problemas. E o melhor é que o telefone não aquece de forma preocupante durante o carregamento, mantendo-se apenas morno. A OPPO garante uma longevidade acima da média para a bateria, e pelo comportamento que assisti, acredito que vá cumprir essa promessa.

OPPO Reno15 Pro 5G
OPPO Reno15 Pro 5G

Quanto ao preço, os 849,99€ podem assustar à primeira vista, mas o conjunto completo faz sentido. Há pontos de venda, como nos operadores, com descontos significativos, que no momento em que escrevo esta análise, chegam aos 100€. Sim, é um investimento, mas o que se recebe em troca é um design compacto e premium, bateria gigantesca, câmara tripla de alta qualidade e funcionalidade inteligentes realmente úteis, que colocam Reno15 Pro numa posição muito apelativa para quem sabe o que procura. O Reno15 Pro 5G encaixa perfeitamente no perfil de 90% dos utilizadores, desde criadores de conteúdo, a viajantes e a quem simplesmente não quer carregar um phablet no bolso. É elegante, fotografa muito bem, excelente autonomia e tem uma IA que acrescenta valor em vez de complicar. Claro que existem alguns contras, mas esse é o preço a pagar por um corpo compacto com uma bateria XXL. E, honestamente, acho que para a grande maioria das pessoas isso não deve pesar na balança.

Recomendado - Echo Boomer

Este produto foi cedido para análise pela OPPO

The Witcher 3 regressa ao Xbox Game Pass na nova vaga de adições

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Para além de The Witcher 3, Final Fantasy III e Kingdom Come II: Deliverance juntam-se ao Xbox Game Pass.

A equipa da Xbox anunciou a chegada de novos jogos ao Xbox Game Pass, nesta segunda metade de fevereiro, com entradas inéditas, e até um grande regresso.

Esse regresso convida os jogadores a voltarem às aventuras de Geralt of Rivia, com The Witcher 3: Wild Hunt – Complete Edition. Não é a primeira vez que The Witcher 3: Wild Hunt se junta ao catálogo do Xbox Game Pass, tendo sido no passado um dos maiores jogos no serviço. Com a sua Complete Edition, esta versão inclui ainda as expansões Heart of Stone Blood and Wine, com muito mais horas de aventura, drama e ação.

Digno de destaque é também a entrada de Final Fantasy III, dando continuidade às entradas passadas, que trouxeram aos subscritores as aventuras originais da lendária saga da Square Enix, assim como Kingdom Come: Deliverance II, o premiado RPG medieval lançado em 2025, que leva os jogadores para o meio do caos de uma guerra civil em pleno século XV.

As novidades entram entre hoje, dia 16 de fevereiro, até dia 2 de março e são as seguintes:

Semana de 16 de fevereiro:

  • Aerial_Knight’s DropShot, 17 de fevereiro – Game Pass Ultimate, PC Game Pass – Jogável na Cloud, Xbox Series X|S, Handheld e PC
  • Avatar Frontiers of Pandora, 17 de fevereiro – Game Pass Ultimate, PC Game Pass – Jogável na Cloud, Xbox Series X|S, Handheld e PC
  • Avowed, 17 de fevereiro – Novo no Game Pass Premium – Atualmente disponível no Game Pass Ultimate e PC Game Pass – Jogável na Cloud, Xbox Series X|S e PC
  • Death Howl, 19 de fevereiro – Game Pass Ultimate, Premium, PC Game Pass – Jogável na Cloud, Xbox Series X|S, Handheld e PC
  • EA Sports College Football 26, 19 de fevereiro – Game Pass Ultimate – Jogável na Cloud e Xbox Series X|S
  • The Witcher 3: Wild Hunt – Complete Edition, 19 de fevereiro – Game Pass Ultimate, Premium – Jogável na Cloud e Consola

Semana de 23 de fevereiro:

  • TCG Card Shop Simulator (Game Preview), 24 de fevereiro – Game Pass Ultimate, Premium, PC Game Pass – Jogável na Cloud, Xbox Series X|S, Handheld e PC
  • Dice A Million, 25 de fevereiro – Game Pass Ultimate, PC Game Pass – Jogável no PC
  • Towerborne (lançamento completo do jogo), 26 de fevereiro – Game Pass Ultimate, Premium, PC Game Pass – Jogável na Consola, Handheld e PC

Semana de 2 de março:

  • Final Fantasy III, 3 de março – Game Pass Ultimate, Premium, PC Game Pass – Jogável na Cloud, Xbox Series X|S e PC
  • Kingdom Come: Deliverance II, 3 de março – Game Pass Ultimate, Premium, PC Game Pass – Jogável na Cloud, Xbox Series X|S e PC

Como sempre, esta atualização de catálogo é feita com os jogos que vão sair da plataforma. Os seguintes jogos saltam do Xbox Game Pass a 28 de fevereiro, mas podem ser adquiridos até lá, com um desconto de 20%:

  • Monster Train (Cloud, Console e PC)
  • Expeditions: A MudRunner Game (Cloud, Console e PC)
  • Injustice 2 (Cloud, Console e PC)
  • Middle Earth: Shadow of War (Cloud, Console e PC)