O novo projetor Lifestudio Flex EF-73 apresenta-se num tom mais sóbrio, com aposta num design premium e funções de ajuste automático.
A Epsonapresentou o Lifestudio Flex Special Lux Edition EF-73, uma nova edição do já bem bem‑sucedido projetor EF-72. A nova versão apresenta-se numa tonalidade mais escura, chamada “Night Black”, destacando-se também por uma construção mais premium e funcionalidades automáticas para ajustar a imagem.
O EF-73 é recorre a uma construção com vidro temperado, camurça e outros detalhes em ouro anodizado, com um design compacto para se adaptar a qualquer cenário de instalação. Nas suas funções, o projetor conta com a capacidade de se configurar automaticamente, ajustando foco, alinhamento e distorção de forma rápida, para ajudar na instalação.
A nível de características, a sua resolução de projeção vai até aos 4K com HDR, com tamanhos ajustáveis entre 30 a 150 polegadas e fonte de luz até 20 mil horas, sendo acompanhado por áudio Bose com suporte Dolby Audio.Como extra inclui ainda um carregador de telemóvel sem fios. O EF-73 aposta ainda numa utilização silenciosa, com ventilação menos ruidosa, na sustentabilidade com modos de poupança de energia e na segurança de proteção ocular inteligente Conta ainda com ligações Bluetooth 5.2, Wi‑Fi 6, Google TV integrado e um modo de jogo com latência inferior a 20 ms
O Lifestudio Flex Special Lux Edition EF-73 fica à venda em abril.
A atuação dos The Wailers irá assinalar meio século do icónico álbum Rastaman Vibration.
A banda jamaicana The Wailers é a mais recente confirmação para a edição de 2026 do Rock in Rio Lisboa, com atuação programada para o dia 27 de junho. Integrado no chamado Legends Day, o concerto decorre no Palco Super Bock – por onde passarão nomes como Joss Stone, Belo e SYRO – e assinala a estreia do grupo no festival em Portugal. A apresentação faz parte da digressão internacional 50 Years of Positive Vibrations, concebida para celebrar o cinquentenário do álbum Rastaman Vibration, editado originalmente em 1976.
Fundados em Kingston por Bob Marley, Peter Tosh e Bunny Wailer, os The Wailers desempenharam um papel central na disseminação global do reggae. Cinquenta anos após o lançamento de Rastaman Vibration, disco que estabeleceu faixas históricas como “Positive Vibration”, “Roots, Rock, Reggae” e “War”, a formação atual revisita o repertório clássico. A banda é presentemente liderada por Aston Barrett Jr., filho do baixista original Aston “Familyman” Barrett. Em 2024, Barrett Jr. consolidou a ligação histórica ao projeto ao interpretar o próprio pai no filme biográfico Bob Marley: One Love, realizado por Reinaldo Marcus Green.
Nos espetáculos ao vivo, o vocalista Mitchell Brunings assume a frente do palco, num alinhamento que conjuga os temas de 1976 com material mais recente. A atividade da banda reflete-se na edição de novos trabalhos, nomeadamente os álbuns One World e Evolution, ambos reconhecidos com nomeações para os prémios Grammy. Produzido por Emilio Estefan Jr., o disco Evolution mantém a cadência característica do roots reggae, aliada a abordagens de produção contemporâneas.
Também no Legends Day, mas neste caso no Palco Mundo, irão atuar Rod Stewart, Cyndi Lauper, Shaggy e 4 Non Blondes. Já o Palco Music Valley é dedicado ao panorama do rock nacional, com concertos confirmados dos Xutos & Pontapés, GNR, UHF e Táxi.
A edição de 2026 do Rock in Rio Lisboa decorre nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho, estando os bilhetes para as três primeiras datas já disponíveis nos locais e plataformas de venda habituais. Se quiserem, aproveitem 5€ de desconto na primeira compra na Fever (não se esqueçam de adicionar o código ALEXANDREL9676).
A circulação na A1 foi totalmente restabelecida em Coimbra após reparação do viaduto de Casais.
A circulação na A1 foi hoje totalmente restabelecida na zona de Coimbra, pondo fim ao corte no troço do viaduto de Casais. A reabertura do principal eixo rodoviário nacional, ao quilómetro 191, acontece após o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) atestarem as condições de segurança da infraestrutura, 15 dias após o colapso estrutural provocado pelo mau tempo.
O incidente na A1 remonta ao dia 11 de fevereiro. Face ao limite de capacidade atingido na barragem de Mortágua e às consequentes descargas controladas, agravadas por uma série de tempestades severas, verificou-se o rebentamento de um dique sob o viaduto de Casais. O caudal de água extraordinário provocou a erosão do aterro e o colapso do encontro norte da estrutura, culminando no abatimento da plataforma. A interdição do troço, entre os quilómetros 189 e 198, ocorreu pelas 18h de forma preventiva, mais de cinco horas antes do abatimento efetivo da via, garantindo a ausência de riscos para os utentes e para a estrutura principal do viaduto.
A intervenção de recuperação, conduzida pela concessionária Brisa, decorreu de forma ininterrupta durante duas semanas. A operação exigiu a deposição de nove mil toneladas de material pétreo, mobilizando dezenas de veículos pesados e equipas a operar 24 horas por dia para repor a normalidade na infraestrutura.
Este caso insere-se num quadro mais amplo de danos na rede viária nacional. Desde o final de janeiro, as condições meteorológicas adversas originaram perto de três mil ocorrências nas estradas do país. A Infraestruturas de Portugal mobilizou mais de dois mil operacionais de norte a sul, tendo já solucionado mais de meio milhar de incidentes. O número de vias com corte total, que chegou a ultrapassar as sete dezenas nos períodos mais críticos, encontra-se agora reduzido a cerca de metade.
Cidadãos e empresas afetados pelo mau tempo já podem pedir apoios ao Estado, independentemente do concelho.
O Governo aprovou um Decreto-Lei que alarga os apoios estatais para a reconstrução a todo o território nacional, abrangendo cidadãos, empresas e entidades afetadas pela vaga de tempestades que atingiu o país entre 28 de janeiro e 15 de fevereiro. Esta medida, validada em Conselho de Ministros, ultrapassa a restrição inicial que limitava a ajuda aos 90 municípios abrangidos pela declaração de calamidade. Desta forma, os danos causados pelos fenómenos meteorológicos extremos passam a estar enquadrados num regime de apoio global, exigindo-se a devida comprovação dos prejuízos.
O acesso a estes fundos obedece a um procedimento simplificado, centralizado nas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR). Para as intervenções em propriedades particulares, é obrigatória a apresentação de uma certificação municipal que ateste a relação direta entre a destruição e o mau tempo. No caso de obras de responsabilidade municipal, a validação técnica compete diretamente à respetiva CCDR.
O Ministro da Presidência, António Leitão Amaro, clarificou que a intervenção estatal atua de forma subsidiária em relação às apólices de seguro, instando as seguradoras a uma atuação célere. O governante rejeitou a perspetiva de um Estado com funções de segurador universal, salvaguardando, no entanto, a existência de danos não cobertos que exigem uma intervenção rápida para garantir a recuperação do tecido económico e habitacional.
A evolução deste processo reflete a progressão da resposta governamental, que começou com a declaração de calamidade para 60 concelhos logo após os primeiros temporais, estendendo-se gradualmente a mais 30 municípios à medida que o impacto meteorológico foi sendo avaliado pelas autoridades.
O projeto-piloto das Equipas de Cuidados Continuados Integrados vai abranger mais doentes. A iniciativa reduz idas às urgências e gera poupança na saúde.
O Governo determinou o alargamento do projeto-piloto de cuidados continuados domiciliários a todas as Unidades Locais de Saúde (ULS) que pretendam aderir de forma voluntária, numa nova fase que decorre entre 1 de abril e 31 de dezembro de 2026. A medida surge na sequência do desempenho registado na fase inicial do programa, que abrangeu as ULS de São João, Santo António, Matosinhos, Santa Maria e Coimbra. A regulamentação desta expansão foi oficializada com a publicação da Portaria n.º 92/2026/1, na passada quarta-feira, dia 25 de fevereiro, visando consolidar o modelo de assistência no domicílio antes da sua adoção definitiva no Serviço Nacional de Saúde.
A intervenção no terreno é assegurada pelas Equipas de Cuidados Continuados Integrados (ECCI), estruturas multidisciplinares integradas na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI). Estas equipas fornecem assistência médica, de enfermagem, de reabilitação e de apoio social diretamente na residência dos utentes. O serviço destina-se a pessoas com mais de 18 anos que se encontrem em situação de dependência funcional, doença terminal ou em período de convalescença. Para beneficiarem deste acompanhamento, os doentes devem possuir uma rede de suporte social, não necessitar de internamento hospitalar e estar impossibilitados de se deslocarem de forma autónoma aos serviços de saúde.
Os dados referentes ao primeiro semestre de execução do projeto-piloto evidenciam um aumento de 46,6% na capacidade de resposta, fixando-se a média diária em cerca de 550 utentes assistidos nas cinco ULS pioneiras. As projeções indicam que a aplicação do modelo à escala nacional permitirá o acompanhamento diário de mais 1.835 doentes através da RNCCI. O reforço do acompanhamento domiciliário traduziu-se também numa redução da pressão sobre as unidades hospitalares, registando-se menos 12 episódios de ida aos serviços de urgência por cada 100 doentes acompanhados pelas ECCI.
A expansão do programa a toda a população com critérios clínicos e sociais para a integração em cuidados continuados domiciliários apresenta um potencial de poupança anual estimado em cerca de quatro milhões de euros. Em termos de avaliação do serviço prestado, os inquéritos mensais realizados durante a fase de testes revelam que mais de 90% dos utentes e respetivos cuidadores informais manifestam estar muito satisfeitos com o apoio recebido no domicílio.
A nova loja do Lidl em Penalva abriu esta sexta-feira e tem uma área de vendas de aproximadamente 1.200 m2.
O Lidl Portugal inaugurou hoje uma nova loja em Penalva, no concelho do Barreiro, reforçando a sua presença no distrito de Setúbal. Localizada na Rua Quinta do Peliche, nas imediações da Autoeuropa, a nova superfície comercial representa um investimento superior a cinco milhões de euros. Com esta abertura, a cadeia de retalho alimentar passa a contabilizar 92 colaboradores em funções neste município.
Desenhada sob o mais recente conceito da marca, a loja dispõe de uma área de vendas de aproximadamente 1.200 m2, estruturada para facilitar a circulação dos consumidores. O espaço integra secções exclusivas de produtos frescos, englobando carne, peixe, frutas e legumes, bem como uma padaria em regime de self-service equipada com máquina de corte de pão. Para agilizar o fluxo e o processo de compra, a infraestrutura conta com a implementação de seis caixas de pagamento rápido.
A nível de infraestruturas tecnológicas e ambientais, o edifício incorpora soluções de eficiência energética, nomeadamente iluminação LED e painéis fotovoltaicos destinados ao autoconsumo. O parque de estacionamento disponibiliza 80 lugares de estacionamento e inclui postos de carregamento para veículos elétricos, com capacidade para abastecer duas viaturas em simultâneo. No plano do apoio à comunidade local, a unidade comercial estabeleceu uma parceria com a Liga dos Amigos da Quinta do Conde, garantindo a doação regular dos seus excedentes alimentares.
A inauguração do espaço de Penalva insere-se na estratégia de expansão contínua do Lidl Portugal. Em 2025, a empresa alocou 160 milhões de euros à modernização da sua rede nacional de lojas. A insígnia alemã mantém a meta delineada de alcançar os 300 estabelecimentos no país até 2027, data em que está igualmente previsto o arranque da sua loja online em Portugal.
O novo supermercado encontra-se aberto ao público todos os dias da semana, num horário compreendido entre as 08h e as 21h.
A antiga rodoviária na Avenida 5 de Outubro dá lugar ao Muralha Setúbal Residences. O novo projeto habitacional insere 42 apartamentos no mercado.
A cidade de Setúbal conta com um novo projeto habitacional no seu centro urbano. Denominado Muralha Setúbal Residences, o empreendimento imobiliário nasce na Avenida 5 de Outubro, ocupando os terrenos da antiga rodoviária. A construção introduz no mercado 42 novos apartamentos, enquadrando-se na atual dinâmica de renovação imobiliária e urbana da região.
O nome do complexo residencial deriva da descoberta de vestígios de uma antiga muralha na zona, um elemento histórico que serviu de enquadramento conceitual para o projeto arquitetónico. A localização central posiciona os edifícios nas imediações de pontos de referência da cidade, tais como o Mercado do Livramento, a baixa comercial, o Forte de São Filipe e a frente ribeirinha. Esta inserção urbana assegura aos residentes o acesso direto a uma rede estabelecida de comércio local, restauração e serviços públicos.
A oferta do Muralha Setúbal Residences distribui-se por quatro tipologias distintas, desenhadas com o propósito de maximizar o aproveitamento espacial e a captação de luz natural. O complexo integra 11 frações T0+, 16 unidades T1, 13 habitações T2 e dois apartamentos T3. A construção assenta numa arquitetura de linhas contemporâneas, com a aplicação de materiais selecionados tendo em vista a durabilidade funcional das infraestruturas.
A execução do Muralha Setúbal Residences integra requisitos técnicos de sustentabilidade e eficiência energética. As estruturas estão equipadas com sistemas avançados de isolamento térmico e acústico, soluções implementadas com o objetivo de minimizar o impacto ambiental das edificações e otimizar os consumos energéticos de cada fração habitacional.
No domínio da mobilidade e acessibilidade, a localização do empreendimento garante ligações rodoviárias diretas aos eixos principais de circulação, nomeadamente a autoestrada A2 e a Avenida Marginal. A área é integralmente servida por transportes públicos, o que facilita as deslocações tanto para o interior da cidade como para os concelhos limítrofes. A zona envolvente encontra-se dotada de infraestruturas essenciais, englobando estabelecimentos de ensino públicos e privados, hospitais, centros de saúde e clínicas veterinárias. A oferta circundante abrange ainda valências desportivas e culturais, como o Estádio do Bonfim e o Centro de Artes de Setúbal, complementada pela proximidade imediata ao Parque Natural da Arrábida e à respetiva orla costeira.
É também importante referir que, no rés do chão do edifício, ficará instalada uma loja Continente. Quanto a preços, o empreendimento está a ser comercializado pela Century 21 Nações, mas os preços não estão ao alcance de qualquer um. Só para terem noção, um dos T0+ tem um preço de 294.000€…
O Verdelago Resort, unidade de luxo com 197 quartos, tem abertura prevista para a primavera de 2028.
A construção do futuro hotel de cinco estrelas no empreendimento Verdelago Resort, localizado em Castro Marim, no Algarve, atingiu a conclusão da sua fase estrutural, assinalando em simultâneo uma revisão em alta do investimento e uma alteração nos prazos de execução. O projeto, que operará sob a chancela da marca Marriott, representa agora um investimento total de 80 milhões de euros, o que traduz um aumento de 27,5 milhões de euros face aos 52,5 milhões anunciados aquando do lançamento da primeira pedra, em junho de 2024. A abertura da unidade de luxo, inicialmente prevista para 2027, encontra-se atualmente reagendada para a primavera de 2028.
O Verdelago Resort vai disponibilizar 197 quartos, entre os quais se incluem seis Forest Suites isoladas, desenhadas para potenciar a integração com o meio natural envolvente. A sustentabilidade assume um papel central neste desenvolvimento, desde a arquitetura e construção até à eficiência energética e hídrica na futura operação. Este compromisso está alinhado com as diretrizes do Verdelago Resort, que detém o estatuto de primeiro complexo turístico em Portugal a obter a certificação Green Globe.
Para além da oferta de alojamento, a nova unidade Marriott terá um impacto significativo no mercado de trabalho local, perspetivando-se a criação de mais de 200 postos de trabalho diretos. Estes novos profissionais virão somar-se aos cerca de 300 já empregues na exploração turística do resort.
O Verdelago Resort insere-se num vasto terreno de 86 hectares, promovido pela Verdelago – Sociedade Imobiliária, empresa cujo capital maioritário pertence ao Fundo Aquarius, sob gestão da sociedade de capital de risco Oxy Capital. A componente ambiental domina o espaço, com 70 hectares dedicados à vegetação, englobando um parque de recreio e lazer de 42 hectares, uma reserva natural frente ao mar com 24 hectares e um lago de dois hectares. O contacto com a paisagem é assegurado por uma rede de passadiços de madeira com dois quilómetros, que conduzem a torres de observação com vista panorâmica de 360 graus, e por cerca de sete quilómetros de percursos pedonais e cicláveis ladeados por pinheiros e sobreiros.
Para além da futura unidade hoteleira, a dimensão imobiliária do resort engloba 340 unidades residenciais, distribuídas por apartamentos, moradias e townhouses, edificadas em diferentes fases, com mais de duas centenas já em regime de exploração turística. O complexo turístico complementa a sua oferta com um diversificado leque de infraestruturas, incluindo um Wellness Dome, campos multidesportivos, uma pista de BMX e BTT, charcas temporárias, serviços de apoio familiar e uma piscina central.
O plano do empreendimento prevê ainda a futura implementação de um pomar, de uma horta para cultivo de produtos locais e de um picadeiro destinado a passeios equestres dentro do perímetro do resort.
A nova Steak & Frites by Olivier Sandwich chega em exclusivo à aplicação Uber Eats.
O chefpreneur Olivier da Costa e a Uber Eats estabeleceram uma nova parceria para lançar a marca virtual Steak & Frites by Olivier Sandwich. Esta nova proposta gastronómica, inspirada no conhecido bife do restaurante XXL by Olivier, apresenta um formato exclusivamente digital e não estará disponível para degustação em nenhum dos espaços físicos do grupo, podendo apenas ser encomendada através da aplicação.
A criação foi desenhada de raiz para os serviços de entrega e take-away, adaptando a experiência de restaurante ao consumo em casa. A oferta central consiste numa sanduíche de entrecôte acompanhada de batatas fritas, permitindo aos clientes optar pelo molho Café de Paris ou pelo molho Olivier. O conceito procura manter a assinatura culinária do chef num formato mais prático e direcionado para o mercado de delivery.
A expansão para novos modelos de negócio envolve também a família do empresário. Olivier da Costa indicou que a Steak & Frites Sandwich foi um conceito criado pelo seu filho Mateus, numa resposta direta às atuais necessidades do mercado e aos novos perfis de consumo. O chef perspetiva a continuidade desta estratégia para o presente ano, antecipando o desenvolvimento de novos projetos de delivery em colaboração com os seus outros filhos.
O Festival do Maio, o Seixal World Music e o Splash Seixal não será realizados este ano.
O impacto das intempéries que marcaram os primeiros meses do ano continua a fazer-se sentir no concelho do Seixal. Os prejuízos estimados rondam os 15 milhões de euros e obrigaram a autarquia a ativar o Plano Municipal de Emergência, numa resposta que combina intervenção imediata no terreno com uma revisão das prioridades orçamentais para o próximo ano.
De acordo com o presidente da Câmara Municipal do Seixal, Paulo Silva, o valor final dos danos ainda está a ser apurado, mas os números preliminares já revelam a dimensão do problema. “O valor dos prejuízos ainda não está totalmente fechado, mas estimamos que ronde os 15 milhões de euros, pelo que se trata de um valor muito avultado”, afirmou o autarca, sublinhando a necessidade de uma resposta rápida para repor as condições essenciais no concelho. As consequências do mau tempo estendem-se a várias áreas da vida local. Infraestruturas escolares, equipamentos desportivos e culturais, bem como diversas vias rodoviárias, sofreram estragos significativos, exigindo intervenções urgentes para garantir segurança e funcionamento normal dos serviços. Enquanto aguarda apoio financeiro do Governo de Portugal, o município decidiu avançar com a reafetação de verbas inicialmente destinadas a outras iniciativas.
A medida terá efeitos diretos na programação cultural de 2026. Eventos de grande dimensão, como o Festival do Maio, o Seixal World Music e o Splash Seixal, não se realizarão este ano, estando previsto o seu regresso apenas em 2027. A autarquia considera que a decisão é inevitável face à urgência das obras de recuperação. Paulo Silva reforça que a prioridade imediata passa por reconstruir o que foi danificado e devolver a normalidade à população. Nesse sentido, os recursos financeiros que habitualmente suportam grandes eventos serão direcionados para intervenções consideradas essenciais. Ao mesmo tempo, a autarquia deixou uma palavra de reconhecimento aos trabalhadores municipais, às forças de segurança e aos agentes de proteção civil, destacando o esforço contínuo no terreno para responder às ocorrências e apoiar a comunidade afetada.
O Retail de Cacia terá uma loja Continente e outras duas superfícies comerciais ainda por anunciar.
A localidade de Cacia, no concelho de Aveiro, prepara-se para receber um novo retail park que integrará uma loja Continente e duas unidades comerciais adicionais. O projeto, em desenvolvimento por parte da bracarense DST, abrange a edificação de uma nova superfície comercial e a criação do respetivo parque de estacionamento, totalizando uma área de construção de aproximadamente 3.900 m2.
O desenvolvimento do Retail de Cacia exige uma intervenção técnica e de engenharia abrangente, englobando a execução de todas as especialidades inerentes à edificação. Em termos estruturais, a obra caracteriza-se pela implementação de fundações diretas e pela utilização de estruturas e painéis pré-fabricados em betão. A cobertura do edifício será constituída por um sistema em deck, assente sobre uma estrutura de suporte do tipo madremax.
Nesta fase inicial da empreitada do Retail de Cacia, as equipas encontram-se no terreno a executar os trabalhos de demolição do edifício que ocupava anteriormente o espaço. Esta etapa de desmantelamento integra procedimentos rigorosos de gestão de obra, nomeadamente o reaproveitamento dos resíduos inertes gerados. Em simultâneo, decorre a operação especializada de remoção da antiga cobertura em amianto, uma intervenção que exige protocolos de segurança estritos e que está a ser conduzida pela Tagregados, empresa que integra o dstgroup.
O Burger King Portugal lançou a campanha Mystery King, uma iniciativa que combina a atribuição aleatória de um menu com um jogo de dedução e mistério.
A cadeia de restauração Burger King introduziu no mercado português, a 24 de fevereiro de 2026, a campanha Mystery King, iniciativa que funde a oferta gastronómica com uma componente de entretenimento interativo, estando disponível em todos os estabelecimentos físicos a nível nacional, bem como nos serviços de take-away, drive-thru e entrega ao domicílio. A principal alteração na dinâmica de consumo reside na seleção da refeição, onde a escolha final do hambúrguer passa a ser aleatória, conjugada com a resolução de um mistério.
Ao optar pela categoria Mystery King, os consumidores encomendam o Menu Mistério e recebem, de forma imprevisível, uma de quatro opções de hambúrgueres da marca: o Whopper com Queijo, o Long Chicken com Queijo e Bacon, o Krispper ou o Steakhouse Texas com Aros de Cebola. A campanha mantém uma vertente tradicional para quem pretende selecionar o próprio pedido, permitindo a escolha direta entre o Whopper ou o Long Chicken, ambos disponíveis nas versões de carne ou vegetal. Os menus podem ser acompanhados por complementos habituais do Burger King.
A par da componente alimentar, a ação integra um jogo de dedução. Cada menu é entregue com um envelope contendo três cartas. O enredo principal do desafio centra-se na investigação do roubo do protótipo com a receita secreta do novo hambúrguer. A mecânica exige que os participantes identifiquem o autor do furto, o local de ocultação da receita e o objeto utilizado para eliminar as pistas, num universo composto por seis suspeitos, nove localizações e seis objetos distintos.
A evolução do jogo processa-se através de desafios semanais, disponíveis nas redes sociais. A recolha das cartas adequadas e a decifração correta do mistério possibilitam aos participantes a acumulação de coroas, referentes ao sistema de fidelização da cadeia de fast food.
Jessie J apresenta o novo álbum Don’t Tease Me With A Good Time na Summer Gala do Pine Cliffs Resort.
A cantora britânica Jessie J é a cabeça de cartaz da 23.ª edição da Summer Gala, agendada para o dia 31 de julho, no Pine Cliffs Resort, em Albufeira. A atuação no Algarve enquadra-se na mais recente fase da carreira da artista, marcada pelo lançamento do seu sexto álbum de estúdio, Don’t Tease Me With A Good Time, editado no final de 2025, o qual assinalou o regresso aos registos discográficos após um hiato de quase oito anos.
Com uma trajetória que contabiliza mais de 20 milhões de discos vendidos à escala global, a vencedora de um prémio BRIT e nomeada para os Grammys consolidou o seu percurso através da exploração de géneros musicais como a pop, o R&B e a soul. O repertório da compositora integra temas de elevado reconhecimento comercial e mediático, entre os quais “Price Tag”, “Domino” e “Who You Are”, que continuam a assegurar a presença da artista nos palcos internacionais.
A Summer Gala assume-se, há mais de duas décadas, como um ponto de referência na programação cultural da região algarvia durante a época estival. O evento promovido pelo Pine Cliffs Resort caracteriza-se por aliar concertos musicais a propostas gastronómicas de segmento superior. O historial da iniciativa regista a passagem de múltiplos artistas conceituados, sucedendo Jessie J a Ronan Keating, que encabeçou o cartaz da edição de 2025. Em anos anteriores, o mesmo palco acolheu nomes como Gloria Gaynor, Lionel Richie, Michael Bolton, Joe Cocker, UB40 e Tom Jones.
A aquisição de bilhetes para o espetáculo de 31 de julho pode ser efetuada no site oficial do resort. Os preços começam nos 49€, valor correspondente à fase promocional antecipada (Early Bird), sujeita à disponibilidade do lote. A organização disponibiliza ainda categorias de acesso que incluem a vertente de restauração, especificamente a modalidade Gold, com o valor de 475€, que engloba um jantar buffet, e a modalidade Diamond, fixada nos 650€, que garante um jantar com menu definido.
Pokémon Winds e Pokémon Waves foram o maior anúncio da transmissão Pokémon Presents que dá início às celebrações dos 30 anos da saga.
A The Pokémon Company aproveitou o dia 27 de fevereiro, o Pokémon Day, para transmitir mais uma edição do Pokémon Presents, um segmento online dedicado às novidades do universo Pokémon, num ano em que se celebram os 30 anos da saga.
Sem anúncios sobre séries ou filmes, este ano o The Pokémon Day focou-se quase exclusivamente nos jogos, desde o relançamento de Pokémon FireRed e Pokémon LeafGreen nas consolas Nintendo Switch, onde já se encontra disponível, o lançamento de PókemonGale of the Darkness no Nintendo Switch Online – parte do catálogo do Nintendo Classics – já em março; um novo olhar aprofundado a Pokémon Pokopia com muitos novos detalhes para os fãs; e até a janela de lançamento de Pokémon Champions, que aponta para algures em abril.
Apesar de todas estas novidades e outras tantas, o melhor ficou para o fim, com a revelação da próxima geração de jogos Pokémon, um novo par de jogos da série principal, que será marcada pela primeira aposta exclusiva para a atual geração de consolas da Nintendo, a Nintendo Switch 2. Mantendo a tradição da série na saga principal, a próxima aventura será dividida em dois jogos, Pokémon Winds e Pokémon Waves, que irão partilhar a mesma experiência, com pequenas diferenças, nomeadamente a exclusividade de algumas criaturas nos pokédexes de cada jogo.
Com data de lançamento marcada apenas para 2027, estes prometem ser os jogos Pokémon mais ambiciosos até à data. Ou pelo menos assim sugere o trailer de revelação, com mundos abertos mais expansivos e mais ricos em detalhes, com uma grande variedade de biomas que poderão incluir até a exploração marítima. Para já os detalhes são escassos, especulando-se que os jogos se passaram numa região nova, onde os jogadores poderão escolher um dos três starters já revelados, Browt – uma adorável ave rechonchuda tipo erva; Pombon um cãozinho de fogo; e Gequa, uma pequena osga aquática.
Outra informação bastante pertinente sobre Pokémon Winds e Pokémon Waves, em particular para jogadores portuguese e do Brasil é que este será o primeiro jogo da saga principal a suportar oficialmente Português do Brasil, tornando-se mais acessível aos mais novos. A The Pokémon Company não comenta, no entanto, se este será ou não também a primeira entrada da série a contar com vozes das personagens.
Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties chega com a missão ingrata de revisitar um dos capítulos mais divisivos da saga e, ao mesmo tempo, provar que a RGG Studio ainda sabe honrar o legado que construiu.
Em The Dark Knight, de Christopher Nolan, a personagem Harvey Dent, numa conversa com Bruce Wayne, e sem conhecer a sua verdadeira identidade, afirma que “ou morremos como heróis ou vivemos até nos tornarmos vilões”. Este arco de personagem que o vilão inconscientemente premeditava, serve também de reflexo para a RGG Studio, uma acarinhada e popular equipa, que passou um estúdio que não falhava, mesmo com jogos imperfeitos, para um estúdio que passou a falhar mais vezes do que acerta.
Se fizer uma retrospetiva às minhas experiências com os jogos da RGG Studio, desde Like a Dragon: Infinite Wealth, percebo que deixei de ser meigo a cada novo lançamento, mesmo acreditando em segundas oportunidades, espero sempre que o mais recente lançamento seja melhor. Ao mesmo tempo, há também uma pitada de Síndrome de Estocolmo nesta relação com os jogos, quando temos de sacudir aqueles anos de súplicas por mais títulos localizados para passar a pedir algum brio. Ainda assim, mantém-se a tola e vã esperança de que o futuro Stranger than Heaven seja bom. Se acreditamos? Não. Se queremos engolir as palavras? Sim.
Yakuza 3, que é agora relançando com o remake Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties, tem a infelicidade de ser o patinho feio em duas frentes. Quando o jogamos depois das prequelas originais e quando o jogamos depois das respetivas versões Kiwami. Num lado, está a tentar navegar uma transição tecnológica para a PlayStation 3. Noutro, está a competir injustamente com o Dragon Engine. Ainda assim, é das minhas entradas favoritas por abrandar o frenesim da série. As prequelas foram uma injecção de adrenalina e de imersão no mundo do crime nipónico; filmes que podíamos jogar; drama polvilhado de bizarria e distracções para queimar tempo sem a frustração de sentir que o desperdiçámos. Yakuza 3 também é isso, mas segue a mensagem do final do segundo jogo para começar quase do zero e longe da azáfama de Tóquio. Agora, em Okinawa.
Kiryu deixou a liderança dos Tojo para abraçar a gestão do orfanato Morning Glory numa praia de Okinawa. Este início é pachorrento e foi muito criticado por envolver a rotina da criançada que vive consigo e Haruka. Apesar de Kiryu ter abandonado a sua família mafiosa, existe uma outra mensagem de paternidade neste jogo que envolve pessoas que, de facto, precisam de um modelo. Pessoas que estão mesmo dependentes de nós, mas que também conseguem ensinar alguma coisa aos adultos do jogo.
Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties (SEGA)
E porque esta paz não pode durar muito tempo, ou não teríamos jogo, Kiryu é puxado para os dramas da tal outra família em Tóquio. Em causa, está o vácuo de poder após a sua saída, e um ataque a Daigo, que está a atrair os piores jogadores de Kamurocho. Ao mesmo tempo, a subsistência do orfanato está em causa devido a uma disputa de terrenos para a construção de uma estância turística ou expansão da base militar. Um drama mais político em contraste com outro mais insidioso e que podem, ou não, estar relacionados.
Yakuza 3 ficou-me no coração pelo que descrevi, mas reconheço que é agora uma experiência datada, com controlos rígidos, exagero de missões secundárias (algumas obrigatórias), combates aleatórios forçados e um ritmo que não apela a quem procura a gratificação instantânea. No entanto, era um jogo com alma, com uma ingenuidade que refletia a do Kiryu, e que perdemos nesta versão Kiwami. Aliás, é o que temos vindo a perder a cada novo jogo porque a RGG dessa altura já só existe em nostalgia. A que nos entregou este jogo, é a mesma que nos tem vindo a desiludir nos últimos anos com decisões e práticas questionáveis. Não que antes fosse melhor, mas isso é outro desabafo.
É possível que esta versão de Kiwami 3 seja o primeiro contacto de muitos com o terceiro título e está tudo bem aí, uma vez que a intriga principal está lá. E se não tiverem qualquer ligação ao original, as novas caras não farão confusão. E é aqui que surge a controvérsia deste jogo. Um dos atores foi acusado de assédio sexual e mantido no jogo, ao passo que outros foram substituídos aquando de rumores ou acusações de posse de drogas leves. O que também reflecte a mentalidade e justiça nipónica, quando consideram fumar mais grave do que assediar (ou pior) outras pessoas. A justificação do estúdio foi que queriam que a personagem respirasse da aura do actor, visto partilharem traços. Para mim, é mais uma de “diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és.”
Ainda, se não tiverem meio de comparação, não vão estranhar o que foi alterado ou removido do jogo, como as Revelações do Kiryu. Kiryu esteve preso durante anos e saiu em liberdade para uma sociedade que avançou sem ele. Nomeadamente, a tecnologia. É um infoexcluído ingénuo que passa a ter um blogue para registar situações caricatas, que acontecem à sua volta, para as traduzir em ataques especiais. Removeram essa mecânica, removeram a personagem que o ensina a criar um blogue e removeram outras tantas para simplificar o sistema de combate que agora se resume a dois estilos, o do Dragão e Ryukyu, um estilo inspirado em artes marciais de Okinawa. É algo que faz sentido narrativamente. O que não faz, é que nenhum jogo actual conseguiu superar a variedade e versatilidade do sistema de combate de Yakuza 0 ou dos Judgment.
Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties (SEGA)
Se houve conteúdo retirado para uma melhor digestão desta versão de Kiwami, também temos novas atividades e uma expansão adicional focada no vilão – a expansão Dark Ties. Temos o Lalala Phone com redes sociais e que nos permite personalizar o telemóvel a nosso bel-prazer, como se estivéssemos nos pindéricos anos 2000, e toda a gestão do orfanato. Podemos tratar do jardim e da casa, cozinhar para a criançada e ajudá-los nos seus problemas de primeiro mundo. Já o Bad Boy Dragon coloca o Kiryu a gerir um gangue de motoqueiras em Okinawa, inspirado na subcultura Sukeban de miúdas delinquentes, onde personalizamos fardas e motas para andar em cenários de pancadaria juvenil.
A expansão Dark Ties permite-nos jogar com Yoshitaka Mine, o vilão que teve o seu desfecho alterado para satisfazer uma agenda cinemática alternativa e perversa da RGG, que começou por ser uma brincadeira no primeiro Like a Dragon e que agora só nos deixa a coçar a cabeça de confusos. Se jogaram Like a Dragon Gaiden: The Man Who Erased His Name, sabem do que falo. É um outro lado da moeda para gerar empatia e que serve para variar de jogarmos com o Kiryu.
É pena que isto assente num lançamento tremido e colado a fita adesiva, desde gralhas nas legendas a linhas de código nas mesmas, iluminação e HDR desequilibrados desde o Like a Dragon: Ishin!, entre outros problemas técnicos. A inconsistência visual é algo que não deixa de me surpreender, com personagens principais superdetalhadas e outras que parecem copiadas e coladas da versão da PlayStation 3. E como o estilo do Yakuza 3 pendia para a caricatura, estas novas caras e expressões realistas, não assentam bem, quando parecem sacos de pele plástica sobre esqueletos robóticos. No geral, o resultado é um regresso agridoce, com decisões difíceis de ignorar, num remake que oscila entre o preservar da alma do original e expor as fragilidades de um estúdio que já foi sinónimo de compra garantida.
Dado o meu apego ao passado, reconheço que esta escrita soe um nada enviesada. E é por isso até recomendo Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties, mas apenas a quem não tenha acesso aos outros jogos. Se o tiverem, optem pelas versões remasterizadas, que incluem o 4 e 5, antes que sejam removidas das lojas digitais! Por pirraça, espero que o Nagoshi capriche no seu GANG OF DRAGON e que seja a concorrência necessária para a RGG voltar a entrar nos eixos. Se não entrar, ninguém nos tira o passado, principalmente se tivermos as versões físicas na coleção.
Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela SEGA.
Conhecido pelo fenómeno viral “Lalala”, bbno$ sobe ao palco do LAV, em Lisboa.
bbno$ (“baby no money”), nome artístico de Alexander Gumuchian, tornou-se conhecido em 2019 com a música “Lalala”, uma colaboração com Y2K, que ficou viral nas redes sociais com milhões de visualizações. E enquanto continua a acumular e êxitos virais, o artista prepara-se agora para se estrear ao vivo em Portugal, já em julho.
Com uma carreira sólida assente em batidas contagiantes, instrumentais viciantes e uma identidade irreverente que o distingue no panorama do hip-hop internacional, o sucesso global do rapper, foi tão rápido quanto consistente, levando-o a atuar em palcos de dimensão mundial como o Coachella, onde subiu ao palco como convidado especial de Juno.
A vinda do artista canadiano a Portugal marca a sua estreia na região, trazendo consigo a digressão The Internet Explorer Tour, subindo ao palco do LAV – Lisboa ao Vivo, em Lisboa, a 2 de julho. Aproveita também para presentar o seu nono álbum de estúdio lançado no ano passado, e promete passar os êxitos que o tornaram conhecido, como “Lalala”, “lil freak”, “it boy ou two”, que juntos ultrapassaram 140 milhões de streams. Recentemente lançou também uma nova música de homenagem ao Brasil cujo vídeo no YouTube já passou os 2 milhões de visualizações.
O Lidl Portugal abriu um novo supermercado em Sines, tendo criado também 27 postos de trabalho diretos na região alentejana.
O Lidl Portugal inaugurou um novo espaço comercial em Sines, situado no Loteamento Municipal da Cidade Desportiva, na proximidade do Pavilhão Multiusos. A operação envolveu um investimento na ordem dos 8,5 milhões de euros e insere-se na estratégia de consolidação da insígnia retalhista na região do Alentejo, resultando na criação de 27 postos de trabalho diretos.
A superfície comercial dispõe de uma área de vendas superior a 1.500 m2, estruturada com corredores amplos para facilitar a circulação. A configuração arquitetónica do espaço posiciona a zona de produtos frescos logo à entrada, integrando ainda uma padaria em regime de livre-serviço equipada com máquina de corte de pão. De forma a adequar a oferta ao mercado local, o estabelecimento conta com uma secção específica para o corte de bacalhau e dispõe de caixas de pagamento rápido para otimizar o fluxo de clientes.
Ao nível das infraestruturas de apoio, o parque de estacionamento exterior contempla 126 lugares, incluindo pontos de carregamento elétrico capazes de abastecer duas viaturas em simultâneo. O projeto integrou soluções voltadas para a eficiência energética, como a implementação de iluminação LED e a instalação de painéis solares para autoconsumo da unidade. No âmbito da gestão de recursos, a loja estabeleceu um acordo com a Santa Casa da Misericórdia de Sines, garantindo a doação periódica de excedentes alimentares à instituição.
Esta inauguração reflete o plano de expansão do Lidl em território nacional, ao qual foram alocados 160 milhões de euros durante o ano de 2025 para a modernização da rede existente. A meta da empresa alemã passa por atingir a marca das 300 lojas a operar em Portugal até 2027, data que assinalará também o arranque formal da loja online da marca no país.
O supermercado de Sines está aberto diariamente, com horário de abertura fixado entre as 08h e as 21h30.
O reaberto espaço da Goldpet em Paredes oferece uma vasta gama de produtos para animais e o serviço especializado Goldpet Spa.
A cidade de Paredes acolheu um novo espaço dedicado ao bem-estar animal com a inauguração da loja física da Goldpet. O estabelecimento comercial, que abriu ao público a 21 de fevereiro após uma renovação total das suas infraestruturas, reforça a presença da marca no mercado regional, assegurando a oferta de uma vasta gama de produtos e serviços especializados para animais de estimação.
No interior do espaço, encontram-se disponíveis artigos de alimentação, higiene e entretenimento direcionados a cães, gatos, aves, roedores, peixes e répteis. A abertura desta superfície atua como um complemento direto ao site oficial da empresa, permitindo aos consumidores observar, comparar e testar os produtos presencialmente. A estrutura física garante o acesso imediato ao inventário habitual da marca, promovendo uma experiência de compra baseada no contacto direto com os bens.
Para além da vertente de retalho, a nova loja integra o serviço Goldpet Spa, uma área técnica vocacionada para os cuidados estéticos e de higiene animal. Este departamento inclui serviços de banhos, tosquias, escovagem, corte de unhas, limpeza de ouvidos e massagens. O atendimento ao público e a execução destas tarefas são assegurados por uma equipa de profissionais com formação e experiência técnica em áreas como saúde, nutrição, estética e comportamento animal, permitindo a prestação de aconselhamento especializado consoante as necessidades específicas de cada espécie.
A estratégia operacional do espaço reflete uma aposta na omnicanalidade, materializada na interligação entre a estrutura física e o portal digital. Os clientes mantêm a possibilidade de realizar encomendas através do website oficial, cujo catálogo dispõe de milhares de referências, podendo optar pelo levantamento direto da mercadoria nas instalações de Paredes. A logística de envios ao domicílio mantém a sua operação regular, assegurando prazos de expedição e entrega em 24 horas para cobrir de forma rápida as exigências diárias do cuidado animal.
O projeto Sérgio & Os Assessores com Amigos leva o concerto LIBERDADE25 ao Vodafone Paredes de Coura 2026.
O cartaz da edição de 2026 do festival Vodafone Paredes de Coura, agendado para os dias 12 a 15 de agosto, conta com uma nova adição à sua programação. O projeto Sérgio & Os Assessores com Amigos foi oficialmente confirmado, levando até ao Alto Minho o espetáculo LIBERDADE25, uma criação desenhada para assinalar e celebrar os valores de Abril.
A apresentação, liderada por Sérgio Godinho, constitui uma revisitação do seu trajeto artístico, fundindo temas clássicos da canção portuguesa com novas interpretações sonoras. A dinâmica do concerto assenta na partilha de palco entre o cantautor, a sua banda de suporte e um leque de convidados de diferentes gerações da música nacional. Para esta atuação em específico, estão já asseguradas as participações vocais de A garota não, Ana Lua Caiano, Capicua, Manuela Azevedo, Manel Cruz, Milhanas e Samuel Úria.
Esta confirmação junta-se a um alinhamento extenso que já integrava dezenas de artistas nacionais e internacionais, consolidando a oferta musical na Praia Fluvial do Taboão. Entre os nomes previamente anunciados pela organização encontram-se M.I.A., Amyl and The Sniffers, Underworld, Wet Leg, Thundercat, Hermanos Gutiérrez, Benjamin Clementine, Aldous Harding, Kurt Vile & The Violators, CMAT, MEUTE, Cate Le Bon, Maruja, WU LYF, Getdown Services, Show Me the Body, Bassvictim, terraplana, Strawberry Guy, Vendredi sur Mer, Skegss, Westside Cowboy, Prostitute, Dame Area, Friko, Tomode, Julia Mestre, Horsegirl, UNIVERSITY, Capitão Fausto, A garota não, Milhanas e o concerto conjunto dos First Breath After Coma com Salvador Sobral.
Os passes gerais para o evento encontram-se atualmente disponíveis na plataforma DICE e nos pontos de venda físicos habituais, nomeadamente FNAC, CTT e El Corte Inglés, com o custo fixado nos 130€.
A banda britânica Fischer-Z regressa a Portugal para celebrar 50 anos de carreira com atuações no Coliseu dos Recreios e na Casa da Música.
A banda britânica Fischer-Z, liderada por John Watts, regressa a Portugal em setembro de 2026 para assinalar 50 anos de carreira. Os espetáculos comemorativos têm lugar no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e na Casa da Música, no Porto. A dupla apresentação marca o reencontro da formação de new wave e rock alternativo com o público nacional, recuperando um legado histórico que teve início no final da década de 1970.
O primeiro espetáculo decorre na capital portuguesa, a 4 de setembro. A escolha da sala apresenta uma forte componente simbólica para o grupo, uma vez que o Coliseu dos Recreios foi o palco da estreia absoluta dos Fischer-Z no país, em novembro de 1980. Esta atuação em Lisboa está planeada como o maior concerto da banda durante o ano de 2026 e ocorre em simultâneo com a edição do novo álbum de estúdio. Para assinalar o lançamento e o cinquentenário, o evento contará com elementos cénicos preparados em exclusivo para a data e será integralmente gravado em vídeo.
No dia seguinte, 5 de setembro, a digressão prossegue na cidade do Porto, sendo a primeira vez do grupo na Casa da Música. O alinhamento dos dois concertos percorrerá as diferentes fases da carreira internacional da banda, conjugando o material inédito com os temas de acentuada consciência social e política que marcaram o seu percurso, incluindo canções reconhecidas como “The Worker”, “So Long”, “Marliese” e “Room Service”.
Relativamente aos bilhetes, para Lisboa os preços variam entre os 25 e os 35€, e entre os 20 e os 50€ para o Porto.