Novas diretivas da IFAB reforçam o papel do VAR e disciplinam atrasos

O IFAB aprovou novas regras que ampliam a atuação do VAR e impõem sanções para atrasos deliberados, a aplicar já no Mundial 2026.

O International Football Association Board (IFAB) aprovou um conjunto de alterações significativas às leis do futebol, que serão implementadas já no próximo Campeonato do Mundo, a disputar-se nos Estados Unidos, México e Canadá. Entre as principais novidades destaca-se o alargamento do papel do videoárbitro (VAR) e a introdução de medidas destinadas a reduzir as perdas de tempo durante os jogos.

A partir do Mundial, o VAR passará a intervir em situações até agora fora do seu alcance, nomeadamente em casos em que existam dúvidas após a exibição de um segundo cartão amarelo ao mesmo jogador ou em lances de canto com decisões controversas. O objetivo é tornar o processo de arbitragem mais preciso e diminuir a margem de erro nos momentos críticos do jogo.

As novas regras introduzem também mecanismos para travar atrasos deliberados na reposição da bola em jogo. Assim, se um jogador demorar propositadamente a efetuar um lançamento lateral, a posse de bola será entregue à equipa adversária. No caso de um atraso num pontapé de baliza, o adversário beneficiará de um pontapé de canto. Para garantir a aplicação uniforme da regra, o árbitro poderá recorrer a uma contagem decrescente visual de cinco segundos, após a qual a sanção é automaticamente aplicada.

Outra alteração relevante diz respeito às paragens para assistência médica. Sempre que o corpo clínico entrar em campo, o jogador assistido terá de abandonar o relvado e só poderá regressar um minuto depois de o jogo ser retomado. A medida pretende evitar que as interrupções sirvam como forma de quebra deliberada de ritmo ou de controlo do tempo de jogo.

O IFAB comprometeu-se ainda a desenvolver novas medidas disciplinares para punir comportamentos considerados antidesportivos, como o de jogadores que tapam a boca quando discutem com adversários, uma prática amplamente debatida após o caso Prestianni. A organização estudará igualmente sanções para atletas que abandonem o campo de forma unilateral em sinal de protesto.

MetroBus do Porto entrou em circulação com viagens gratuitas em março

O novo sistema de transporte público começou a ligar a Casa da Música à Praça do Império. O MetroBus do Porto tem passagem por sete estações.

O novo sistema de transporte público MetroBus do Porto entrou em funcionamento no passado sábado, dia 28 de fevereiro, assinalando uma nova etapa na mobilidade urbana da cidade. Até ao final de março, as viagens poderão ser feitas gratuitamente, numa fase que servirá para familiarizar os cidadãos com este meio de transporte.

O trajeto inicial do MetroBus estende-se ao longo de quatro quilómetros, ligando a Casa da Música à Praça do Império, com passagem por sete estações. O percurso inclui paragens em Guerra Junqueiro, Bessa, Pinheiro Manso, Serralves e João de Barros, aproximando zonas residenciais, culturais e comerciais.

O investimento global no projeto ascende a 76 milhões de euros, financiados sobretudo pelo Plano de Recuperação e Resiliência, complementado por verbas do Orçamento do Estado e do Fundo Ambiental. A ligação entre a Boavista e a Anémona, ainda em construção, integrará posteriormente o mesmo sistema.

Os veículos movem-se através de energia gerada por hidrogénio produzido a partir de fontes solares, eliminando emissões poluentes. Esta opção tecnológica reforça o compromisso da cidade com a transição energética e a neutralidade carbónica, alinhando-se com as metas ambientais assumidas a nível nacional e europeu.

Gatos Fedorentos, Primos, Bumba na Fofinha e Cubinho: os podcasts de humor invadem o Worten Mock Fest

Juntam-se aos cabeça de cartaz Chris D’Elia, Michelle Wolf e Sam Morril, e, em breve, haverá mais confirmações no Worten Mock Fest.

O festival internacional de comédia Worten Mock Fest regressa ao Cinema São Jorge, em Lisboa, de 28 a 30 de agosto. Após anunciar os primeiros grandes humoristas internacionaisChris D’Elia, Michelle Wolf e Sam Morril – a pisar os palcos lisboetas, o festival levantou mais um bocadinho do cartaz esta quinta-feira, 26 de fevereiro.

Para a segunda edição, o Worten Mock Fest foi diretamente ao melhor conteúdo de humor em português que se ouve por aí e acrescentou ao cartaz vários podcasts ao vivo. A lista inclui alguns dos humoristas emergentes do panorama nacional, como Ricardo Maria ou Luana do Bem, e alguns dos mais conhecidos do humor em português, como Ricardo Araújo Pereira ou Bumba na Fofinha, que apresenta o 100º episódio do seu podcast, Fuso. O podcast d’Os Primos também salta do Youtube diretamente para o Palco Worten.

Podem consultar abaixo os dias, horas e locais onde podem ver ao vivo os vossos podcasts favoritos.

28 de agosto

  • Cubinho (António Azevedo Coutinho, Bolinha Nunes, Ricardo Maria e Vítor Sá) – Sala Manoel de Oliveira – Palco Worten, 18h, 25€
  • Assim Vamos Ter De Falar De Outra Maneira (Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira) – Sala Manoel de Oliveira – Palco Worten, 20h, 35€

29 de agosto

  • Os Primos – Sala Manoel de Oliveira – Palco Worten, 18h, 25€

30 de agosto

  • Palácio Da Ajuda (Guilherme Ludovice, Luana do Bem e Tiago Almeida) – Sala Manoel de Oliveira – Palco Worten, 18h, 20€
  • Fuso (Bumba na Fofinha) – Cinema São Jorge, 19h, 25€

A primeira edição mostrou que havia espaço, e vontade, para um festival de comédia. Provou que a comédia pode ocupar um espaço maior, mais plural e mais ambicioso“, destaca Ricardo Soares, diretor da produtora KILT. O responsável pelo festival sublinha em comunicado que, nesta segunda edição, a KILT assume “o desafio de crescer com intenção, consolidar o festival, reforçar a sua identidade, afirmá-lo como referência nacional e ampliar a sua presença internacional“. O cartaz ainda não está fechado, e a organização promete mais nomes para breve. Os bilhetes já estão à venda.

Xiaomi revela nova geração de tablets Xiaomi Pad 8 e Pad 8 Pro

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Os novos tablets da Xiaomi chegam com características atualizadas, com foco no alto desempenho e na integração no ecossistema HyperOS.

A Xiaomi apresentou os novos Xiaomi Pad 8 e Xiaomi Pad 8 Pro, a dupla de tablets que compõem a nova geração de dispositivos móveis da marca. Ambos chegam equipados com um ecrã de 11,2 polegadas com resolução 3.2K, brilho até 800 nits e taxa de atualização de 144 Hz. Apesar de um perfil extremamente fino, com apenas 5,75 mm e 485 gramas, a Xiaomi conseguiu ainda integrou uma bateria de 9.200 mAh, que promete autonomia prolongada mesmo com utilização exigente.

Esta série de tablets estreia o HyperOS 3, com uma interface mais elegante, animações refinadas e widgets personalizáveis, face à versão anterior. O novo sistema operativo foi concebido com a produtividade em mente, oferecendo um ambiente de utilização semelhante ao de um computador tradicional. Conta com modo de ecrã dividido melhorado e permite agora uma divisão vertical 5:5, para além de um novo rácio horizontal 1:9, facilitando a gestão de diversas janelas. O Workstation Mode também foi atualizado, permitindo manter mais aplicações na Dock e oferecendo um navegador ao nível de PC, com pré‑visualizações ao passar o cursor e suporte para clique direito. Há ainda a integração do WPS Office, garantindo total compatibilidade com documentos, apresentações, folhas de cálculo e PDFs. Já o Xiaomi HyperAI está também presente para contribuir para uma experiência mais fluida, com transições rápidas entre tarefas e colaboração contínua entre dispositivos do ecossistema Xiaomi.

O Xiaomi Pad 8 Pro posiciona‑se como o modelo mais avançado dos dois, sendo equipado com o Snapdragon 8 Elite, e inclui ainda carregamento HyperCharge de 67W, câmaras de 50MP e 32MP e até 512 GB de armazenamento. A versão Matte Glass conta com um ecrã nano‑texturizado com revestimento antirreflexo, reduzindo o brilho em 44% face à geração anterior e proporcionando uma experiência tátil superior, especialmente útil para quem utiliza caneta. Já o Xiaomi Pad 8, é descrito como o modelo base mais potente de sempre da Xiaomi. Este integra o Snapdragon 8s Gen 4 e suporta carregamento turbo de 45W. Vem ainda equipado com câmaras de 13MP e 8MP e armazenamento de 256GB.

A acompanhar os tablets, a Xiaomi apresentou a nova Focus Pen Pro, uma caneta premium com apenas 17,5 g, sensibilidade à pressão e gestos intuitivos de pinça e duplo toque. A marca disponibiliza ainda teclados e capas dedicadas.

O Xiaomi Pad 8 chega ao mercado por 449,99€, enquanto o Xiaomi Pad 8 Pro Matte Glass (12 GB + 512 GB) tem um preço recomendado de 699,99€.

Nova temporada de 5 Para a Meia-Noite estreia em março e traz algumas mudanças

Gilmário Vemba continua a apresentar o 5 Para a Meia-Noite da RTP1, mas desta vez à terça-feira.

Falta menos de uma semana para o regresso do 5 Para a Meia-Noite à RTP1, para a 22ª temporada do programa que estreou em junho de 2009. É já a 3 de março que a estação de televisão volta a receber o humorista Gilmário Vemba, que continua a conduzir o programa nesta nova temporada, mas há uma mudança: o 5 Para a Meia Noite muda-se das quintas para as noites de terça-feira.

O primeiro episódio vai ter conversas sobre empreendedorismo, e terá como convidados o ator Lourenço Ortigão, o cantor Zé Amaro e o nadador Simão Morgado, que vão partilhar “os seus projetos mais arrojados, fruto de muito esforço, dedicação e também de uma grande veia empreendedora“.

As mudanças não se ficam pelo horário: há um cenário renovado, atuações e “uma série de desafios imprevisíveis” para os convidados. Já as gargalhadas, essas serão as mesmas desde 2009.

Foto: Diogo Carias – Fremantle Portugal

Paraíso Villas & Spa investe 1,7 milhões e reforça oferta turística em Guimarães

O Paraíso Villas & Spa investiu 1,7 milhões de euros na criação de novas villas T0 e T1 e na renovação das T2, reforçando o turismo de lazer e negócios em Guimarães.

O Paraíso Villas & Spa, situado em Guimarães, inaugurou uma nova fase do seu projeto de expansão, resultante de um investimento de 1,7 milhões de euros. A unidade hoteleira passa agora a disponibilizar 20 villas no total, das quais 10 foram recentemente acrescentadas nas tipologias T0 e T1, somando-se às 10 T2 previamente existentes e agora renovadas.

O projeto foi concebido com enfoque na funcionalidade e na sustentabilidade energética. As novas villas foram desenhadas com linhas de inspiração contemporânea e incorporam materiais e tecnologias que privilegiam a eficiência ambiental, alinhando‑se com as metas de descarbonização e redução do consumo energético no setor do turismo.

Além das novas unidades de alojamento, o Paraíso Villas & Spa dispõe de um conjunto de equipamentos complementares que diferenciam a sua oferta, entre os quais um Health Club & Spa, ginásio, restaurante (denominado 19.95) e wine bar. O complexo integra ainda dois espaços destinados a eventos, com capacidade para cerca de 140 pessoas, preparados para acolher conferências, jantares corporativos, apresentações de produtos, atividades de teambuilding e retiros empresariais.

HP afirma que os custos da memória RAM representam 35% do custo dos seus computadores

A forte pressão no fornecimento de componentes de memória poderão encarecer os equipamentos da HP.

A HP iniciou 2026 com bons resultados, mas sob uma grande pressão na sua cadeia de abastecimento. Apesar da empresa ter registado receitas de 14,4 mil milhões de dólares no primeiro trimestre, mais 7% do que no período homólogo, o custo das memórias RAM nos seus computadores disparou, o que anteriormente representava 15–18% no custo dos equipamentos, passou para cerca de 35% do total de materiais num único trimestre, uma mudança que obrigou o grupo a agir rapidamente, aliviar futuros aumentos de preços.

A divisão de Sistemas Pessoais foi a que mais cresceu, alcançando 10,3 mil milhões de dólares em receitas, com um aumento de 11%. As vendas de PCs subiram 14%, impulsionadas sobretudo pela procura no mercado empresarial, que cresceu 11%. Para mitigar o impacto dos custos, a HP assinou contratos de fornecimento de longo prazo, diversificou fornecedores e reduziu drasticamente o tempo de qualificação de novos componentes. De acordo com o CEO interino, Bruce Broussard, a empresa está a recorrer às suas próprias ferramentas inteligentes para otimizar a logística e reduzir custos operacionais.

A tendência de adoção de PCs com capacidades inteligentes também contribuiu para o desempenho, onde cerca de 35% dos computadores vendidos já integram funcionalidades de IA local. Ketan Patel, responsável pela divisão, afirma que mais de uma centena de programadores está a colaborar com a HP para expandir o ecossistema de aplicações. Já no segmento de impressão, o cenário é menos favorável uma vez que as receitas recuaram 2%, para 4,2 mil milhões de dólares, embora a margem operacional tenha atingido 18,3%, muito acima dos 5% registados nos sistemas pessoais.

Depois da Microsoft, LibreOffice critica o OnlyOffice

A empresa por trás do LibreOffice denuncia a dependência de formatos proprietários e reacende debate sobre formatos abertos.

A The Document Foundation (TDF), responsável pelo LibreOffice, voltou a criticar a Microsoft e, desta vez, também o OnlyOffice. De acordo com a organização, o conjunto de softwares concorrente está a reforçar a dependência dos utilizadores da Microsoft ao adotar como padrão os formatos OOXML, em vez de recorrer a formatos abertos como o ODF.

A TDF afirma que o OnlyOffice funciona como um falso código aberto, acusando-o de colaborar com a Microsoft numa estratégia que prende os utilizadores a um único fornecedor. A crítica surge no contexto de outros ataques ao OOXML, que a fundação considera um formato excessivamente complexo e que nunca funcionou como um padrão real, apesar de ter sido aprovado pela ISO. Para a TDF, esta situação representa uma repetição das guerras de navegadores antigas, semelhantes à forma como a Microsoft tentou impor o Internet Explorer e um formato proprietário à web, e que agora estaria a tentar consolidar o domínio através dos formatos de documentos. A fundação argumenta que os utilizadores continuam a enfrentar erros de formatação ao abrir ficheiros DOCX, XLSX ou PPTX fora do ecossistema Microsoft, um problema que considera deliberado.

O OnlyOffice, por sua vez, destaca a alta compatibilidade com os formatos da Microsoft como uma das suas principais vantagens. O pacote segue um modelo híbrido, já que oferece uma edição comunitária de código aberto e uma versão empresarial proprietária, uma abordagem comum no setor, mas frequentemente criticada por defensores mais rígidos do software livre. No centro da discussão está a questão da interoperabilidade e da liberdade do utilizador. Para a TDF, confiar documentos a formatos proprietários significa entregar as chaves do próprio conteúdo a uma empresa cujos interesses não coincidem com os dos utilizadores. A fundação alerta ainda para riscos de bloqueios, perda de acesso e dependência tecnológica, problemas que, segundo ela, já se manifestaram em casos reais.

Heritage Palace Hotel marca entrada do grupo Hotéis do Bom Jesus na cidade do Porto

Após um investimento de seis milhões de euros, o grupo Hotéis do Bom Jesus inaugurará em março o Heritage Palace Hotel, reforçando a aposta no turismo urbano.

O grupo Hotéis do Bom Jesus, sediado em Braga, prepara-se para entrar numa nova fase de crescimento com a estreia no Porto e o reforço da sua oferta de bem-estar na cidade de origem. Após investir cerca de 10 milhões de euros nos últimos dois anos, o grupo vai inaugurar, já em março, o Heritage Palace Hotel, a sua primeira unidade fora de Braga, ao mesmo tempo que conclui a requalificação integral do Templo Hotel & Spa.

A nova aposta portuense representa um investimento de aproximadamente seis milhões de euros e marca a expansão geográfica de um grupo até agora concentrado no Complexo do Bom Jesus, onde detém cinco unidades. O Heritage Palace Hotel, classificado com quatro estrelas, ficará instalado no antigo Palácio dos Viscondes de São João da Pesqueira, na Rua D. Manuel II, uma zona central e próxima dos principais pontos de interesse turístico da cidade.

O hotel terá 48 quartos, dos quais 15 se distribuem pelo edifício principal e 10 pelas antigas salas nobres do palacete. Os restantes localizam-se num edifício de arquitetura contemporânea construído na parte posterior, com entrada pela Rua do Rosário. A nova unidade integra ainda um restaurante e um bar, apostando numa combinação entre história e conforto moderno.

Esta expansão ocorre em paralelo com a reabertura do renovado Templo Hotel & Spa, resultado de um investimento de três milhões de euros em Braga. O projeto transformou o antigo Hotel do Templo num espaço centrado no bem-estar, com a introdução de um spa de última geração que inclui piscina interior, jacuzzi, sauna, banho turco e um percurso de duches sensoriais com aromoterapia. A remodelação envolveu também a criação de uma piscina exterior, reforçando a vertente de lazer num complexo que se estende por 26 hectares de mata e lago no coração do santuário do Bom Jesus.

Nota: imagem referente ao Templo Hotel & Spa

Lutécia Smart Design Hotel expande operação com nova unidade em Fátima e rooftop em Lisboa

O Lutécia Smart Design Hotel vai gerir o antigo Hotel Anjo de Portugal, em Fátima, agora designado Grace Smart Design Hotel, e abrir um rooftop com piscina e bar em Lisboa.

O Lutécia Smart Design Hotel vai assumir a gestão de um novo hotel em Fátima e prepara-se para abrir um rooftop em Lisboa, dois projetos que marcam o seu plano de expansão em 2026.

A partir de 1 de maio, o grupo passará a gerir o antigo Hotel Anjo de Portugal, que adotará a designação Grace Smart Design Hotel. Esta unidade, com 45 quartos, será a primeira fora da capital e segue o conceito de hospitalidade contemporânea que o grupo tem aplicado na sua operação em Lisboa. O hotel localiza-se próximo do Santuário de Fátima e dispõe de restaurante, bem como de espaços destinados a momentos de reflexão e reuniões privadas.

Em Lisboa, e no mesmo ano em que assinala duas décadas sob a atual administração, o Lutécia Smart Design Hotel vai abrir o AYR Rooftop – Are You Ready… to Relax?, uma nova infraestrutura construída no topo do edifício. O espaço tem uma área de 350 m2, inclui uma piscina aquecida de 15 metros e um bar lounge.

O AYR Rooftop foi desenvolvido com três objetivos: funcionar como um novo ponto de acesso diário aberto ao público, reforçar a vertente MICE (reuniões, incentivos, conferências e eventos) e aumentar o ticket médio através da diversificação da oferta. O espaço contará com programação regular e poderá acolher eventos de pequena e média dimensão.

PortoBay Hotels & Resorts investe 20 milhões de euros em novo hotel no Funchal e investe outros 20 milhões no Algarve

O Grupo PortoBay anunciou o PortoBay Old Town, cuja construção arranca no final do ano, e a renovação do integral do PortoBay Falésia.

O Grupo PortoBay Hotels & Resorts prepara um ciclo intensivo de investimentos para 2026, com foco em novos hotéis e requalificações profundas nas suas unidades em Portugal e no Brasil. Apesar de uma visão prudente para o ano, devido à instabilidade geopolítica e sensibilidade ao preço nos mercados principais, o grupo avança com projetos que modernizam o portfólio e expandem a presença em destinos chave.

O destaque vai para o PortoBay Old Town, um boutique hotel de cinco estrelas na Zona Velha do Funchal, na Madeira. Com pouco mais de 50 quartos, o projeto respeitará a envolvente histórica, optando por quartos amplos e baixa densidade de ocupação para compatibilizar com as ruas estreitas da área. A construção arranca no final de 2026, num terreno adquirido como um dos últimos disponíveis, com investimento a rondar os 20 milhões de euros e abertura prevista para a passagem de ano de 2028-2029.

No Algarve, por sua vez, irá iniciar-se a renovação integral do PortoBay Falésia, unidade de 310 quartos, com um custo superior a 20 milhões de euros. As obras, que exigem o encerramento temporário do hotel por cerca de nove meses – preferencialmente fora do verão –, abrangem todos os níveis e preveem conclusão no final de 2027.

Esta intervenção criará o conceito Vila PortoBay Algarve, integrando o Falésia renovado com o vizinho PortoBay Blue Ocean, aberto no verão de 2025. Uma nova unidade de cinco estrelas está também planeada para Lagos, ampliando a presença no Algarve.

Em Lisboa, a requalificação do PortoBay Liberdade continuará em andamento, com a renovação de quartos e ampliação das áreas de bem-estar.

São Miguel Park Hotel reabre a 1 de abril após remodelação total

Remodelação inspirada na natureza açoriana transforma o São Miguel Park Hotel em oásis familiar em Ponta Delgada, graças a um investimento de 10 milhões de euros.

O São Miguel Park Hotel, localizado em Ponta Delgada, nos Açores, reabre as portas a 1 de abril após um encerramento total desde novembro de 2025 e uma remodelação integral inspirada na natureza local. A novidade foi anunciada na passada quarta-feira, no primeiro dia da BTL – Better Tourism Lisbon Travel Market, que decorre até 1 de março no Parque das Nações, em Lisboa, pelo diretor comercial da Bensaude Hotels. A obra, prevista para concluir no final de março, integra um investimento global do grupo na ordem dos 10 milhões de euros, que abrange também o Grand Hotel Açores Atlântico e outras renovações nos Açores.

O hotel, que dispõe de 163 quartos – incluindo 20 familiares, 10 comunicantes para quatro pessoas, duas suítes juniores e uma suíte emblemática com vista panorâmica –, reforça a sua vocação para famílias, com espaços de lazer renovados como uma piscina interior considerada uma das melhores de São Miguel, uma piscina exterior e uma nova sala de jogos. O restaurante foi ampliado para 165 lugares sentados e agora liga-se visualmente ao lounge, que ganha vista aberta para o bar e a piscina. Os pisos e quartos seguem três temáticas distintas ligadas aos jardins envolventes – leaves (folhas), birds (aves) e trees (árvores) –, com ilustrações personalizadas, áreas generosas a partir de 25 metros quadrados, grandes janelas, varandas com mobiliário exterior e layouts funcionais com vistas desafogadas.

A remodelação, desenvolvida pelo atelier Lemon Variance sob direção da arquiteta Bárbara Neto, cofundadora e diretora criativa, concebe o São Miguel Park Hotel como um “oásis no centro da cidade”, em harmonia com a natureza açoriana e a cultura local, próximo de jardins emblemáticos como o António Borges, o Palácio de Sant’Ana e o José do Canto.

Grupo Singular Properties anuncia residências de luxo Residence Azores em São Miguel

O Residence Azores irá introduzir residências privadas com serviços hoteleiros em São Miguel. E já no segundo trimestre de 2026.

O Grupo Singular Properties, fundado por João e Catarina Reis e proprietário de projetos como o Santa Bárbara Eco-Beach Resort e o WHITE Exclusive Suites & Villas, anunciou o Residence Azores, um conjunto de residências privadas com serviços hoteleiros personalizados, a abrir no segundo trimestre de 2026 na ilha de São Miguel, Açores.

O projeto compreende cinco moradias V4, com um total de 20 quartos, cada uma com varanda virada para o mar, jardim e piscina ou jacuzzi de uso privativo. Estas unidades destinam-se a famílias, grupos de pessoas, estadias prolongadas e workations, permitindo aos hóspedes gerir o seu quotidiano de forma autónoma, incluindo cozinha, refeições e trabalho nos espaços próprios. A oferta é alargada pela Casa da Rocha, uma villa independente de cerca de 400 m², com vista mar, piscina climatizada, jacuzzi e fire pit.

O Atelier SAL Arquitetos é o responsável pelo projeto arquitetónico, que adota uma linguagem minimalista inspirada na rocha basáltica da ilha de São Miguel. Os edifícios apresentam volumes descritos como monólitos sólidos e silenciosos, com destaque para o betão como material principal e a casa concebida como abrigo. Cada moradia inclui um pátio interior como elemento estrutural, responsável por proteção, iluminação natural e intimidade, antes da ligação aos espaços exteriores com vista para o Atlântico.

O design de interiores do Residence Azores está a cargo da Quiet Studios, liderada por Daniela Franceschini, que também assinou a remodelação do WHITE Exclusive Suites & Villas. O trabalho interior mantém a coerência com o universo Singular Properties, combinando a solidez arquitetónica com materiais como madeiras naturais e queimadas, tons terrosos e texturas orgânicas. Integram o projeto peças desenhadas em exclusivo, carpintarias por medida e pormenores como lavatórios em pedra vulcânica, associados à identidade do território açoriano.

As residências dispõem de cozinhas totalmente equipadas e áreas de estar e jantar em open-space, permitindo uso independente. Os hóspedes podem, no entanto, aceder aos restaurantes dos hotéis WHITE ou Santa Bárbara para refeições, mediante reserva e disponibilidade. Os serviços adicionais são organizados por um Experience Manager ou WhatsApp Concierge e incluem chef privado, massagens e tratamentos de spa, sessões de yoga ou meditação, personal trainer e programas de bem-estar com banhos termais, caminhadas na natureza e experiências oceânicas, adaptados ao perfil de cada pessoa.

O Residence Azores marca a entrada do grupo num novo segmento de produto, associando moradias privadas a serviços de hotelaria de cinco estrelas.

Instagram vai alertar encarregados de educação sobre pesquisas dos adolescentes

A nova medida de segurança do Instagram vai chegar em maio a quatro regiões e acontece a meio de vários processos judiciais e da pressão regulatória internacional.

O Instagram vai introduzir em breve um novo sistema de alertas destinado a pais e encarregados de educação, que dá avisos quando os menores pesquisarem repetidamente termos relacionados temas sensíveis como suicídio ou auto-mutilação. A funcionalidade anunciada pela Meta, será lançada inicialmente nos Estados Unidos da América, Reino Unido, Austrália e Canadá, com expansão prevista para outros países ainda este ano.

A ativação do recurso exige que os tutores e os mais novos estejam ambos inscritos nas ferramentas opcionais de controlo parental da plataforma. Quando o sistema deteta várias pesquisas num curto intervalo de tempo, envia uma notificação por e‑mail, SMS, WhatsApp ou diretamente na aplicação. A mensagem inclui orientações e funcionalidades preparadas para ajudar os encarregados de educação a iniciar conversas que possam ser sensíveis com os mais novos. Entre os termos monitorizados estão expressões que incentivam a auto-mutilação, frases que sugerem intenção de auto-lesão e palavras genéricas como “suicídio”.

Anteriormente, o Instagram já bloqueava este tipo de pesquisa do género e redirecionava os utilizadores para linhas de apoio, mas os novos alertas chegam para acrescentar uma camada adicional de proteção. Para definir um ponto crítico de atividades, a Meta analisou padrões de comportamento na plataforma e consultou o seu Grupo Consultivo sobre Suicídio e Auto-mutilação. A empresa admite que o sistema pode gerar falsos positivos, mas garantindo que a prioridade será a segurança. A Meta tem ainda planos para estender estes alertas às interações entre adolescentes, caso os mesmos temas sejam abordados.

A introdução deste recurso ocorre num momento delicado para a empresa, numa altura em que, por exemplo, nos Estados Unidos da América, a Meta enfrenta vários processos judiciais relacionados com alegações de que as redes sociais contribuem para comportamentos compulsivos entre jovens. Adam Mosseri, CEO do Instagram, testemunhou recentemente num desses casos, onde documentos internos revelaram que as ferramentas de controlo parental têm tido impacto limitado. Ao mesmo tempo, cresce a pressão regulatória internacional. No Reino Unido têm sido discutidas novas restrições para proteger menores online, enquanto a Austrália já proibiu o acesso às redes sociais para menores de 16 anos. Espanha, Grécia, Eslovénia e Portugal estudam medidas semelhantes, e França avalia a possibilidade de bloquear o acesso para menores de 15 anos.

Xiaomi apresenta novos produtos incluindo trotinetes, o Watch 5, o Redmi Buds 8 Pro e outros

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A Xiaomi apresentou um catálogo completo de novos equipamentos inteligentes para 2026.

Para além de novos tablets e smartphones, a Xiaomi apresentou também um novo catálogo de produtos para reforçar o seu ecossistema, onde se incluem trotinetas, wearables e outros acessórios inteligentes. Em grande destaque está a Xiaomi Electric Scooter 6 Series, o novo smartwatch Xiaomi Watch 5 com Wear OS by Google, o ultra-compacto Xiaomi UltraThin Magnetic Power Bank 5000 15W, a etiqueta de localização Xiaomi Tag e os auriculares Redmi Buds 8 Pro. Todos já disponíveis nas lojas oficiais da marca e em retalhistas autorizados.

A Xiaomi Electric Scooter 6 Series é a grande aposta na mobilidade, como várias soluções a para diferentes utilizadores. A mais avançada é a Xiaomi Electric Scooter 6 Ultra, apontando para o alto desempenho, com motor de até 1200W e modo Boost, pneus todo-o-terreno de 12 polegadas e suspensão de duplo braço oscilante para maior estabilidade em pisos irregulares. A autonomia anunciada pode atingir 75 km e o carregamento rápido repõe até 30 km em cerca de uma hora. Em segurança, soma travões de disco à frente e atrás, E-Brake, E-ABS, TCS, resistência à água IPX6 e integração com a aplicação Xiaomi Home, para além de compatibilidade com o sistema Apple Find My. Tem acabamento em Lightning Yellow, guiador curvo ergonómico, plataforma alargada e ecrã TFT de 3 polegadas. A série é composta ainda pelos modelos Xiaomi Electric Scooter 6 Max, Xiaomi Electric Scooter 6 Pro, Xiaomi Electric Scooter 6 e Xiaomi Electric Scooter 6 Lite, concebidos para uma condução suave e acessível a diferentes orçamentos.

Nos relógios inteligentes, a marca apresentou o Xiaomi Watch 5 que se estreia com o Wear OS 6, com Google Calendar, Play, Maps e pagamentos contactless via Google Wallet. É o primeiro smartwatch da marca a integrar o Google Gemini de origem e acrescenta gestos rápidos suportados por sensores EMG, IMU e PPG para várias interações. A promete até seis dias no modo inteligente, ou 18 dias em poupança, graças a uma bateria de 930 mAh e arquitetura de chip duplo com Snapdragon W5 Gen 1. O corpo é em aço inoxidável, o vidro em safira na frente e na traseiro e o ecrã é de 1,54 polegadas. Inclui ainda registos de métricas avançadas de saúde e GNSS de banda dupla com mapas offline.

Xiaomi Watch 5
Xiaomi Watch 5

Noutras áreas tecnológicas, há o Xiaomi UltraThin Magnetic Power Bank 5000 15W, que como o nome propõe é uma power bank de 5000 mAh, destacando-se pelo seu design compacto de 6 mm de espessura e 98 g. Este modelo permite carregamento sem fios até 15 W, carregamento USB-C rápido e alinhamento magnético para estabilidade e uso com uma mão.

A Xiaomi entrou também na localização inteligente com o Xiaomi Tag, compatível com Apple Find My e Google Android Find Hub. O dispositivo permite localizar vários objetos, ativar modo perdido com contactos e beneficia de localização colaborativa, protegida por alertas contra rastreios indesejados. É compacto e resistente à água e pó com certificação IP67, e oferece mais de um ano de autonomia com bateria CR2032 substituível.

Xiaomi Tag
Xiaomi Tag

Por fim, o áudio é outra área de destaque neste catálogo com os Redmi Buds 8 Pro. Os novos acessórios áudio aposta em ligações multiplas e em som espacial, com suporte para Dolby Audio e modos Xiaomi Dimensional Audio para música, vídeo, jogos e audiolivros. Inclui cancelamento ativo de ruído que chega aos 55 dB com largura de banda até 5 kHz, apoiado por algoritmo adaptativo e três microfones com redução por IA. A autonomia atinge até 8 horas por carga, 33 horas com o estojo, e o carregamento rápido garante cerca de duas horas de reprodução em cinco minutos.

Redmi Buds 8 Pro
Redmi Buds 8 Pro

Os novos equipamentos chegam às lojas com preços que começam nos 329,99€ para a Electric Scooter 6 Lite e chegam aos 799,99€ na 6 Ultra. O Xiaomi Watch 5 custa 299,99€. O UltraThin Magnetic Power Bank 5000 15W está disponível desde 70,99€ (exclusivo Xiaomi Store em algumas cores), e a Xiaomi Tag custa 14,99€ (pack de 4 por 49,99€, também exclusivo Xiaomi Store). Por fim, os Redmi Buds 8 Pro chegam por 79,99€.

Xiaomi revela série Xiaomi 17 com câmaras da Leica

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A Leica volta às câmaras em smartphones com a chegada da nova série de dispositivos Xiaomi 17.

A Xiaomi apresentou oficialmente a nova série de smartphones Xiaomi 17, dando um grande destaque à sua nova colaboração com a Leica, que anteriormente já havia trabalhado com marcas como a Huawei. Esta nova gama de smartphones é composta por três dispositivos, o Xiaomi 17, o Xiaomi 17 Ultra e o Leica Leitzphone desenvolvido com a Xiaomi. Os três modelos são, obviamente, orientados para a fotografia móvel, com características de alto desempenho e designs premium a complementar a experiência.

O design da série segue um aspeto minimalista, sem acentos extravagantes e com molduras ultra-finas. O Xiaomi 17 Ultra apresenta-se como o Xiaomi Ultra mais fino e leve de sempre, apresentando 8,29 mm de espessura e um corpo totalmente plano, reforçado pela Xiaomi Guardian Structure, que combina vidro de alta resistência, alumínio e certificação IP68. Já o Xiaomi 17 aposta num formato mais compacto, pesando apenas 191 g, mantendo a mesma robustez estrutural e um ecrã praticamente sem margens.

Xiaomi 17 Series
Xiaomi 17 Series

Na fotografia o Xiaomi 17 Ultra estreia o primeiro sensor principal LOFIC de 1 polegada da marca, o Light Fusion 1050L, capaz de oferecer maior amplitude dinâmica e desempenho HDR avançado face a outros modelos. A isto junta‑se uma câmara Leica de 200 MP com distância focal variável entre 75 e 100 mm e zoom ótico mecânico, desenvolvida de acordo com os padrões óticos Leica APO, prometendo redução de aberração cromática e uma elevada nitidez ao longo de todo o zoom.

O Xiaomi 17, por sua vez, integra o sensor Light Fusion 950, com tecnologia Super Pixel 4‑in‑1 e uma teleobjetiva Leica de 60 mm com suporte para retrato, macro a 10 cm e zoom ótico de nível 5x. Para o vídeo, o modelo Ultra a suportar gravação em HDR, com o protocolo Dolby Vision, e ACES Log até 4K a 120 FPS, enquanto o Xiaomi 17 oferece gravação em 4K a 60 FPS, também com HDR Dolby Vision.

A nível de desempenho a nova série recorre ao processador Qualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5, enquanto que a bateria é regulada pelo Xiaomi Surge, já que conta com maior teor de silício, e permite elevadas capacidades sem nunca comprometer o design. O Xiaomi 17 Ultra inclui uma bateria de 6000 mAh com carregamento rápido de 90W e carregamento sem fios de 50W, enquanto o Xiaomi 17 oferece 6330 mAh e carregamento com fios de 100W. Ambos fazem-se acompanhar de ecrãs OLED personalizados que atingem um brilho máximo de 3500 nits e taxa de atualização LTPO de 1–120 Hz. O Xiaomi 17 Ultra estreia ainda a tecnologia HyperRGB, que melhora a nitidez e reduz o consumo energético.

A marca apresentou ainda acessórios dedicados ao modelo Ultra, incluindo o Photography Kit e o Photography Kit Pro, que procuram melhorar ergonomia, oferecer mais botões físicos e até uma bateria integrada, aproximando a experiência da utilização de uma câmara profissional.

A Xiaomi 17 Series chega às lojas com preços a partir de 1099,99€ para o Xiaomi 17 e 1499,99€ para o Xiaomi 17 Ultra, ambos com 512 GB de armazenamento. A compra inclui ainda três meses de Google AI Pro e três meses de YouTube Premium.

OMODA lança novo SUV híbrido 5 SHS-H em Portugal

SUV híbrido OMODA 5 SHS-H estreia-se no mercado português com motor de 224 cv, dois níveis de equipamento e preços a partir dos 29.900 euros.

A OMODA alargou a sua presença em Portugal com a introdução do novo OMODA 5 SHS-H, um SUV híbrido que combina um motor a combustão com propulsão elétrica. O modelo vem completar a gama da marca no país, juntando-se às versões totalmente elétrica e híbrida plug-in já disponíveis.

Equipado com o sistema Super Hybrid System (SHS-H), o novo OMODA 5 conjuga um motor 1.5T de 143 cavalos com dois motores elétricos e uma transmissão dedicada. Segundo dados da marca, a potência combinada atinge os 224 cavalos e a aceleração dos 0 aos 100 km/h é feita em 7,9 segundos. O consumo médio anunciado situa-se nos 5,3 litros por cada 100 quilómetros, valor obtido segundo o ciclo WLTP.

A tecnologia híbrida inclui uma pequena bateria de fosfato de ferro-lítio de 1,83 kWh, capaz de fornecer até 85 kW de potência instantânea durante breves períodos. A OMODA sublinha que a eficiência térmica do motor, de 44,5%, é uma das mais elevadas no setor automóvel, o que deverá traduzir-se em menores emissões e custos de utilização.

No exterior, o modelo apresenta linhas dinâmicas e proporções equilibradas, com 4,45 metros de comprimento e 2,61 metros de distância entre eixos. A grelha dianteira sem moldura e as luzes diurnas em LED conferem-lhe um visual mais tecnológico, enquanto a traseira é marcada por óticas LED contínuas em forma de “chave de piano”.

OMODA 5 SHS-H

O interior mantém a aposta num ambiente digital e funcional. Destacam-se os dois ecrãs de 12,3 polegadas integrados num painel curvo, o sistema de reconhecimento de voz e a compatibilidade com Apple CarPlay e Android Auto. As versões mais equipadas oferecem bancos dianteiros com regulação elétrica, aquecimento e ventilação, além de porta-bagagens com 372 litros de capacidade, extensível para mais de mil litros com os bancos traseiros rebatidos.

A nível de segurança, o OMODA 5 SHS-H assenta na plataforma T1X do grupo Chery, construída com 78% de aço de alta e ultra-alta resistência. Conta ainda com 20 assistentes de condução, entre eles travagem automática de emergência, cruise control adaptativo, assistente de manutenção na faixa e deteção de fadiga.

O modelo está disponível em dois níveis de equipamento. A versão Comfort traz jantes de 17 polegadas, faróis LED automáticos, ar condicionado automático e ecrãs duplos. A versão Premium adiciona jantes de 18 polegadas, câmara 360 graus, tejadilho panorâmico, sistema de som da Sony e carregador sem fios.

O OMODA 5 SHS-H chega ao mercado português com preços a partir de 29.900€, e inclui sete anos de garantia (ou 150.000 quilómetros), três anos de assistência em viagem e oito anos de cobertura para a bateria híbrida. O veículo é comercializado em várias cores, entre as quais preto, branco, prata e cinzento.

Câmara de Setúbal investe mais de 13 milhões na requalificação urbana da Salmoura

A Câmara de Setúbal apresentou o plano de requalificação da Salmoura, em Azeitão, que prevê obras em 26 ruas e um investimento superior a 13 milhões de euros.

A Câmara Municipal de Setúbal apresentou à população o plano de requalificação urbanística da zona da Salmoura, em Azeitão, um projeto que prevê um investimento global superior a 13,5 milhões de euros ao longo de várias fases.

A intervenção, enquadrada no Plano de Pormenor da Salmoura, incide sobre uma área de cerca de 1,47 quilómetros quadrados e abrange a renovação de 26 arruamentos. O plano inclui a instalação ou renovação de redes de abastecimento de água, drenagem de águas pluviais e domésticas, telecomunicações e infraestruturas elétricas, além da criação de passeios, sinalização, pavimentação e espaços arborizados.

A primeira fase, com um custo estimado de 2,5 milhões de euros, envolve a requalificação de 1,7 quilómetros de via nas ruas de São Gonçalo e Padre José Pires Brioso. Com início previsto para outubro e uma duração aproximada de 10 meses, esta etapa será financiada pela autarquia e pelos Serviços Municipalizados de Setúbal, embora o município esteja também a tentar garantir apoio através de uma candidatura no âmbito da mobilidade sustentável. As intervenções incluem a criação de passeios, zonas de estacionamento alternado com árvores e uma ciclovia ao longo da Rua de São Gonçalo, que ficará interditada durante o período das obras.

A autarquia já prepara a segunda fase da requalificação, estimada em 2,2 milhões de euros, que abrangerá 2,3 quilómetros de arruamentos, incluindo o troço sul da Rua Brejos de Camarate, a Rua da Salmoura e a Rua Vinha da Salmoura. Seguir-se-ão obras na Rua da Malhada, num investimento próximo de 950.000€, e intervenções adicionais em mais de uma dezena de vias, entre as quais a Rua Brejos de Camarate (troço norte) e as ruas Barqueiros de Coina, Brejos Pequenos e da Pecuária. O plano prevê ainda trabalhos na Rua dos Pinheiros, Rua da Vinha, Travessa da Salmoura e acessos locais, investimentos que, no conjunto das fases, ultrapassam os 13 milhões de euros.

Segundo a presidente da Câmara, Maria das Dores Meira, o horizonte temporal das obras é de 10 anos, embora o objetivo seja acelerar a execução sempre que seja possível garantir financiamento externo ou recorrer a empréstimos municipais. A autarca recordou ainda que parte das intervenções já se encontra concluída, nomeadamente a construção de um emissário doméstico e redes de drenagem em várias ruas, o que permitiu substituir antigas fossas sépticas. Essas obras, realizadas entre 2023 e 2025, representaram um investimento de 914.000€ e incluíram também a instalação de novas redes de água nas ruas de São Gonçalo, da Vinha e dos Cravos.

Paramount anuncia a aquisição da Warner Bros. após a Netflix desistir do negócio

Nova empresa mantém dois estúdios, promete pelo menos 30 filmes por ano e integra serviços de streaming como Paramount+, HBO Max e Pluto.

A Paramount Skydance Corporation e a Warner Bros. Discovery chegaram a acordo para uma fusão que dará origem a um novo grupo global de media e entretenimento, já depois da saída de cena da Netflix.

A Paramount irá adquirir 100% do capital da WBD, pagando 31 dólares em numerário por cada ação, num negócio que avalia a dona da HBO e da CNN em 81 mil milhões de dólares de valor de capital e 110 mil milhões de valor empresarial, com a operação a assentar numa combinação de novo capital próprio e dívida. A transação foi aprovada por unanimidade pelos conselhos de administração das duas empresas e deverá ficar concluída no terceiro trimestre de 2026, ainda sujeita às aprovações regulatórias habituais e ao voto dos acionistas da WBD, previsto para o início da primavera. Caso a transação não esteja fechada até 30 de setembro de 2026, os investidores da WBD passam a ter direito a um “ticking fee” de 25 cêntimos por ação, pago por cada trimestre completo até ao fecho.

O futuro grupo quer posicionar‑se como “empresa de próxima geração” na confluência entre tecnologia e narrativa audiovisual, apostando numa combinação de estúdios de cinema e televisão, plataformas de streaming e canais lineares. O plano passa por manter em operação os dois grandes estúdios, reforçar a capacidade de atrair e reter talento de topo e garantir uma produção anual mínima de 30 longas‑metragens para cinema, ou seja, 15 por cada estúdio. A empresa compromete‑se a assegurar estreia em sala para todos os filmes, com um período exclusivo de pelo menos 45 dias a nível global antes da disponibilização em vídeo on demand pago, apontando, sempre que possível, para janelas de 60 a 90 dias nos títulos de maior sucesso. A partir daí, os filmes seguem a lógica de lançamento de sempre, incluindo VOD, e, por fim, serviços de streaming por subscrição, respeitando ainda os regimes específicos de alguns mercados, como o francês.

No streaming, o objetivo é combinar as ofertas Paramount+ (cujos conteúdos em Portugal estão disponíveis através da SkyShowtime), HBO Max e Pluto (não disponível em Portugal) numa operação direta ao consumidor com maior escala, alcance e capacidade de monetização, apresentada pelas empresas como um novo concorrente de peso num mercado dominado por alguns grandes serviços. A fusão é também justificada com argumentos “pro‑concorrência”: os responsáveis sublinham que a integração permitirá alargar a escolha para o público e criar mais oportunidades para criadores e trabalhadores do setor, ao mesmo tempo que mantém uma forte presença num “ecossistema” aberto de licenciamento e de compra de conteúdos a terceiros. Apesar do foco no digital, o grupo insiste que continuará a investir em redes de cabo e canais em sinal aberto, agregando um portefólio alargado de canais de entretenimento, desporto e informação, com a promessa de maior eficiência financeira e de uma oferta publicitária integrada para os anunciantes.

Em termos de catálogo, o novo gigante passará a controlar uma biblioteca de mais de 15.000 filmes e milhares de horas de televisão, bem como algumas das franquias mais rentáveis e reconhecidas da indústria, entre as quais Harry Potter, Missão Impossível, O Senhor dos Anéis, Game of Thrones, o universo DC, Teenage Mutant Ninja Turtles, Transformers, Star Trek e SpongeBob SquarePants. A isto soma‑se um conjunto vasto de direitos desportivos, incluindo campeonatos norte‑americanos como a NFL, NHL e competições universitárias, ligas como a Big Ten e a Big 12, a PGA Tour, o UFC e eventos de relevo mundial como os Jogos Olímpicos e a Liga dos Campeões, com a empresa a salientar a possibilidade de reunir estas transmissões em várias plataformas sob a mesma “casa”, ainda que tudo dependa depois de licenças a nível local. A dimensão internacional é outro dos trunfos que os grupos reclamam: a rede combinada estende‑se a mais de 200 países e territórios, com canais de cabo e generalistas, o que, defendem, facilitará a circulação global de conteúdos produzidos localmente e a resposta às preferências de públicos distintos.

A operação, que não depende de condições de financiamento, levou à retirada da anterior oferta pública de aquisição em numerário que a Paramount tinha em cima da mesa para a WBD. Em declarações incluídas no anúncio, David Ellison, presidente e CEO da Paramount, sublinha a ambição de “honrar o legado” de duas empresas icónicas e, ao mesmo tempo, acelerar a construção de um grupo virado para o futuro, enquanto David Zaslav, presidente e CEO da Warner Bros. Discovery, fala numa transação que maximiza o valor de ativos “icónicos” e de um estúdio com um século de história, oferecendo, diz, o maior grau possível de certeza aos investidores.

O timing deste acordo não deixa, no entanto, de ser curioso, dado que, no passado dia 17 de fevereiro, a WBD tinha anunciado a convocação de uma assembleia especial de acionistas para 20 de março, com o objetivo de aprovar a transação com a Netflix. Por sua vez, a gigante do streaming desistiu do negócio na passada quinta-feira, dia 26 de fevereiro, argumentando que o preço exigido tornava o acordo financeiramente inviável. A empresa destacou que continuará a crescer organicamente, prevendo investir cerca de 20.000 milhões de dólares em filmes e séries durante 2026, além de retomar o seu programa de recompra de ações.

Razer Kiyo V2 apresenta-se com duas novas cores

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A Razer Kiyo V2 é a webcam mais avançada da Razer com suporte de captura 4K.

A Razer revelou novas cores para a sua mais avançada webcam, a Razer Kiyo V2. O periférico de comunicação e criação de conteúdos, apresenta-se agora nos tons de Quartzo e Branco, juntando-se ao modelo Preto, com o objetivo de dar aos utilizadores novas soluções de personalização da sua configuração de secretária.

A Razer Kiyo V2 trata-se de um modelo já existente no catálogo da Razer, destacando-se por várias características técnicas de ponta. O seu sensor é capaz de gravar vídeo nativo em 4K a 30FPS, com recurso a um sensor Sony STARVIS; microfone integrado; oferece opções de enquadramento inteligente, capaz de reconhecer o sujeito para seguir os seus movimentos ou mantê-lo no centro da imagem; suporte de gravação em HDR; afinação de controlos avançada via Razer Synapse; e uma suite de ferramentas com conjuntos visuais já preparados para videochamadas ou sessões de streaming.

À coleção de camaras, juntam-se também os mesmos dois tons Quartzo e Branco da Razer Kiyo V2 X, uma versão mais acessível do modelo principal, destacando-se ainda pela qualidade de captura de vídeo a 1440p a 60FPS, com foco automático rápido e lente de grande angular.

Os novos modelos já podem ser encontrados à venda em Razer.com e revendedores selecionados, com a Razer Kiyo V2 a partir de 169,99€ e a Razer Kiyo V2 X a partir de 109,99€,em todas as cores.