2XKO recebe beta fechada a 9 de setembro no PC e confirma Vi no elenco

A Riot Games confirma nova fase de testes e introduz uma das personagens mais populares do universo League of Legends

A Riot Games revelou que a beta fechada de 2XKO terá início já no dia 9 de setembro de 2025 para PC, abrindo uma nova fase de testes globais do seu próximo jogo de luta 2v2 baseado no universo de League of Legends. Nesta fase, será também possível jogar com Vi, personagem que ganhou uma popularidade acrescida com a série Arcane.

O estúdio confirmou que esta beta marcará o primeiro grande teste dos sistemas de servidores em escala alargada e, embora reconheça que possam surgir alguns problemas técnicos iniciais, o objetivo é manter o jogo disponível até ao lançamento oficial. A experiência contará com progressão e inventário partilhados entre plataformas, permitindo transição entre PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S sem perdas de dados, embora as consolas só venham a receber acesso ao jogo numa fase posterior.

Quem participou nos testes anteriores do Alpha Lab 1 e 2 terá acesso automático a esta beta fechada, já os novos interessados poderão inscrever-se através do site oficial.

A estreia de Vi como personagem jogável será feita na EVO 2025, entre os dias 1 e 3 de agosto, em Las Vegas, onde estará disponível numa versão jogável na cabine de 2XKO. A campeã, conhecida tanto pelo seu papel no League of Legends como pela série Arcane, passará a integrar a versão beta assim que esta ficar acessível.

2XKO está a ser desenvolvido com foco na comunidade competitiva de jogos de luta, mas também com o objetivo de atrair novos jogadores mais casuais. O lançamento está previsto para 2025, em formato gratuito, para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.

Pokémon Presents revela novos detalhes sobre Pokémon Legends: Z-A, Pokémon Champions, uma série animada em stop-motion e um novo jogo de puzzles

Foram apresentadas novidades sobre vários jogos, produtos e projetos futuros da marca Pokémon, como Pokémon Legends: Z-A e Pokémon Champions, previsto para 2026.

A The Pokémon Company transmitiu uma nova edição do Pokémon Presents, com vários anúncios ligados ao universo da série. O principal destaque foi a nova amostra de Pokémon Legends: Z-A, já com data de lançamento confirmada para 16 de outubro de 2025. O jogo será compatível com a Nintendo Switch e com a nova Nintendo Switch 2, numa edição dedicada.

A nova entrada da série leva os jogadores até Lumiose City, onde poderão capturar Pokémon durante o dia e combater durante a noite, ao mesmo tempo que avançam numa nova aventura narrativa com novas personagens. Ao longo da história, os jogadores irão juntar-se à Team MZ, composta por várias personagens originais, e terão de investigar um fenómeno invulgar de Mega Evoluções espontâneas entre Pokémon selvagens, conhecidas como Mega Evoluções Rogue. Um dos destaques revelados foi o Mega Dragonite, com um novo design e capacidades de voo melhoradas.

Outra grande presença nesta transmissão foi Pokémon Champions, já apresentado no inicio do ano e descrito como uma experiência de batalhas competitivas. Neste novo olhar ficámos a conhecer as duas formas como os jogadores podem recrutar Pokémon. Através de Trial Recruitment e Permanent Recruitment. E foram também confirmados três modos principais: Ranked, Casual e Private Battles. Infelizmente data de lançamento parece estar longe, prevista apenas para 2026, na Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, iOS e Android.

No segmento dedicado a outros projetos, foi mostrado um teaser de Pokémon Tales: The Misadventures of Sirfetch’d & Pichu, uma série de animação em stop-motion criada em colaboração com o estúdio Aardman (Wallace & Gromit), com estreia prevista para 2027.

Foi também lançado Pokémon Friends, um novo jogo de puzzles para consolas Nintendo e dispositivos móveis, inspirado num universo de peluches. Nesta experiência, os jogadores irão resolver mais de 1200 quebra-cabeças, fabricar brinquedos com o Plush-O-Matic, personalizar divisões e completar missões de amizade. Inclui um sistema de progressão familiar com até cinco perfis guardados e mais de 150 peluches para colecionar.

No que diz respeito a Pokémon Trading Card Game, foram apresentadas novas cartas para a expansão Mega Evolution, com lançamento previsto para 26 de setembro. Entre as novidades estão Mega Lucario ex, Mega Kangaskhan ex e Mega Gardevoir ex, bem como um conjunto especial com Bulbasaur, Ivysaur e Mega Venusaur ex que formam uma imagem combinada.

Durante o evento, foi ainda revelada a carta promocional Paradise Resort, que será oferecida aos participantes do Pokémon World Championships 2025, que decorre entre 15 e 17 de agosto, em Anaheim, na Califórnia.

A transmissão também tocou noutros projetos Pokémon, com atualizações e novidades, como por exemplo a atualização de Pokémon Scarlet & Violet para a Nintendo Switch 2, conteúdos para Pokémon GO, Pokémon Sleep, e UNITE, e a revelação da data de estreia de novos episódios de Pokémon Concierge, para 4 de setembro na Netflix.

A apresentação completa pode ser revista no canal oficial da Pokémon no YouTube.

Edição de Colecionador de Death Stranding 2: On the Beach fora da caixa

Ficámos a conhecer, em primeira mão, a estátua do Homem-Magellan de 38 cm desta edição de colecionador de Death Stranding 2: On the Beach.

Death Stranding 2: On the Beach chegou à PlayStation 5 no passado dia 26 de junho e foi recebido com enorme aclamação por jogadores e críticos. Como muitos outros jogos, ficou disponível em várias edições: uma edição física de 79,99 €, uma Digital Deluxe de 89,99 € que dá acesso antecipado ao jogo por dois dias, e uma edição de colecionador de 249,99 € muito especial.

Graças à PlayStation Portugal, tivemos a oportunidade de colocar as mãos na Edição de Colecionador de Death Stranding 2: On the Beach — um pacote completo, cheio de extras a não perder, não só para quem ainda não se aventurou com Sam e Lou neste novo jogo, mas também para quem ficou ainda mais fã deste mundo criado pelo lendário produtor Hideo Kojima.

O aspeto colecionista desta edição começa precisamente com a capa que guarda a caixa, com uma ilustração da adorável Lou, que os mais criativos poderão emoldurar e usar como poster. Uma vez removida essa capa, encontramos a caixa com uma ilustração de uma mão — um símbolo comum e familiar aos fãs do jogo.

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Edição de Colecionador de Death Stranding 2: On the Beach

No seu interior, somos presenteados com um envelope que guarda uma cópia digital do jogo e o acesso a uma série de itens de jogo, nos quais se incluem os conteúdos da pré-reserva e da edição Digital Deluxe. E no mesmo envelope, os fãs de Death Stranding 2: On the Beach podem encontrar quatro ilustrações do elenco principal do jogo — Fragile, Higgs, Sam, Lou e Tomorrow — sendo que, na traseira de uma delas, temos uma mensagem escrita e assinada pelo criador do jogo, Hideo Kojima.

As estrelas desta edição são as figuras colecionáveis. A primeira é um Dollman em miniatura, a nova personagem stop-motion que acompanha Sam na sua jornada pela Austrália. Uma figura que pode também ser usada como porta-chaves. E por fim, temos o grande destaque: o Homem-Magellan com 38 cm de altura, um BT gigante que ficámos a conhecer num dos trailers do jogo, composto por diferentes criaturas e com o DHV Magellan a servir de cabeça. Uma espécie de Megazord orgânico e aterrorizante que os jogadores irão encontrar no jogo.

Esta é uma peça de alta qualidade, muito detalhada, que faz justiça ao conceito de colecionador — perfeita para expor em prateleiras e vitrines dos nossos museus pessoais.

Death Stranding 2: On the Beach é a sequela de Death Stranding, originalmente lançado para a PlayStation 4, que chega à nova geração com mais uma emocionante aventura sobre ligações humanas, num contexto de fantasia e ficção distópicas. Para ficarem a saber mais sobre Death Stranding 2: On the Beach, podem ler a nossa análise aqui, onde tecemos todo o tipo de elogios e acreditamos que é um excelente candidato a jogo do ano.

Apoio à deslocação alargado a todos os professores a partir de setembro com majorações nas zonas carenciadas

Governo antecipa apoio à deslocação para todos os professores a mais de 70 km da residência e reforça valores em zonas com carência de docentes.

A partir de setembro, todos os educadores de infância e professores colocados em escolas públicas a mais de 70 quilómetros da sua morada fiscal passam a ter direito a um apoio financeiro para cobrir os encargos com deslocações. A medida, que até agora estava circunscrita a determinadas regiões do país com escassez de docentes, será alargada, mantendo-se, contudo, o reforço específico nos casos em que os profissionais são colocados em zonas reconhecidas como carenciadas.

Este novo enquadramento insere-se na estratégia do Governo para enfrentar a falta de professores nas escolas públicas e reforçar a valorização da profissão, considerada uma das prioridades do atual executivo. Com um investimento previsto de cerca de 25 milhões de euros, o apoio pretende mitigar os custos acrescidos associados às colocações longe da residência habitual dos docentes e contribuir para a redução do número de turmas sem aulas durante períodos prolongados.

No ano letivo de 2024/2025, uma medida semelhante foi aplicada a docentes, contratados e de carreira, colocados em 234 escolas identificadas com carência de professores. Foram abrangidos 2.807 profissionais, que receberam entre 150 e 450€ durante 11 meses, conforme a distância entre a residência fiscal e o estabelecimento de ensino onde estavam colocados.

Apesar de a entrada em vigor da medida só estar prevista para janeiro de 2026, nos termos aprovados pela Assembleia da República, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) decidiu antecipar a sua aplicação para o início do próximo ano letivo. Simultaneamente, foi mantido o suplemento adicional para as zonas deficitárias, ao contrário do modelo aprovado no Parlamento, que não previa qualquer majoração em função da localização.

Em 2025/2026, o alargamento do apoio abrangerá mais de oito mil docentes. A proposta apresentada pelo MECI às estruturas sindicais estipula montantes mensais de 150€ para deslocações entre 70 e 200 quilómetros, 300€ para distâncias entre 201 e 300 quilómetros, e 450€ para deslocações superiores a 300 quilómetros. No caso dos docentes colocados em zonas consideradas carenciadas, os valores propostos aumentam para 165, 335 e 500€, respetivamente, consoante os mesmos intervalos de distância.

O apoio será concedido durante 11 meses e apenas aos docentes que não sejam proprietários, nem coproprietários, de habitação no concelho da escola onde forem colocados. Esta medida insere-se no plano +Aulas +Sucesso, que visa garantir a continuidade das actividades letivas e combater a instabilidade provocada pela rotatividade de docentes, particularmente nas regiões mais afastadas ou com menor atratividade.

A dispersão geográfica das colocações tem sido apontada como uma das causas da dificuldade em fixar professores em determinadas zonas do país, agravando o problema da escassez. O apoio à deslocação visa atenuar esse impacto, reconhecendo o esforço financeiro e pessoal implicado em deslocações prolongadas, e contribuir para um corpo docente mais estável e equitativamente distribuído a nível nacional.

Governo implementa estratégia nacional para conter alga invasora nas costas do Algarve e Cascais

Executivo aprova plano nacional para controlar a macroalga asiática Rugulopteryx okamurae, com medidas de monitorização, remoção e investigação.

O Governo aprovou a Estratégia Nacional para a Gestão da Macroalga Invasora Rugulopteryx okamurae, uma espécie exótica de origem asiática cuja presença se tem intensificado nas zonas costeiras portuguesas, com especial incidência no Algarve e em Cascais. A medida foi formalizada por portaria conjunta dos Ministérios do Ambiente e Energia e da Agricultura e Pescas.

A estratégia define um conjunto articulado de medidas destinadas a monitorizar, controlar e valorizar a biomassa desta alga invasora, procurando mitigar os impactos ambientais, sociais e económicos associados à sua proliferação. O documento assenta em cinco eixos fundamentais: vigilância e cartografia, resposta operacional no terreno, aproveitamento da biomassa, aprofundamento da investigação científica e reforço da coordenação institucional.

A abordagem adoptada pressupõe uma resposta coordenada entre entidades nacionais, regionais e locais, num esforço conjunto liderado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que assumirá a coordenação do Grupo de Trabalho Nacional. Este grupo integrará representantes de organismos científicos, autarquias e estruturas ligadas ao setor do mar.

A crescente presença da Rugulopteryx okamurae nos ecossistemas marinhos e o impacto nas comunidades costeiras exigem uma atuação rápida e tecnicamente fundamentada. A Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, sublinhou que a estratégia se baseia nas melhores evidências científicas disponíveis, com o objectivo de proteger o litoral português e salvaguardar atividades como a pesca e o turismo costeiro.

Entre as ações previstas estão a remoção mecânica da alga em zonas críticas, a realização de estudos sobre o seu potencial de aproveitamento para fins industriais ou agrícolas, a mobilização de equipas regionais de resposta rápida e a criação de uma base de dados nacional georreferenciada para acompanhar em tempo real a evolução da espécie ao longo da costa portuguesa.

Foto: Sylvain Le Bris

Golden Hill. Novo empreendimento habitacional em Loures reforça oferta residencial

Golden Hill é o mais recente projeto em Santo António dos Cavaleiros, com 56 apartamentos e foco na sustentabilidade.

Um novo projeto imobiliário está em desenvolvimento em Santo António dos Cavaleiros, no concelho de Loures. Com o nome de Golden Hill, o empreendimento ergue-se na Avenida Infante Dom Pedro, uma das principais vias desta freguesia situada às portas de Lisboa.

O conjunto habitacional é composto por dois blocos residenciais, que integram um total de 56 apartamentos, divididos equitativamente entre tipologias T2 e T3. As habitações distribuem-se por sete andares e apresentam áreas generosas, entre os 135 m2 e os 200 m2.

A autoria do projeto de arquitetura é da responsabilidade do atelier Lousinha Arquitectos, sendo a promoção e construção asseguradas pelo Grupo Arliz. A localização, a cerca de 20 a 30 minutos do centro de Lisboa, surge como um dos principais trunfos deste novo complexo habitacional, que se insere num contexto urbano em crescimento e com ampla oferta de serviços.

O Golden Hill foi concebido com particular atenção ao conforto e à funcionalidade. Para além dos três pisos subterrâneos destinados a estacionamento e arrecadações privadas, os residentes poderão usufruir de um rooftop com vista panorâmica sobre a região, onde estarão disponíveis duas piscinas – uma para adultos e outra para crianças – e uma zona de lazer equipada com espreguiçadeiras.

O piso térreo será dedicado exclusivamente a espaços comerciais, procurando não só dinamizar a economia local, como complementar a oferta já existente na zona envolvente. A área beneficia de uma boa rede de transportes públicos, incluindo autocarros, metro e comboios, bem como da proximidade a infraestruturas escolares, centros de saúde, grandes superfícies comerciais, equipamentos culturais, zonas verdes e do litoral.

A sustentabilidade foi uma das premissas orientadoras da concepção do edifício. Entre as soluções adotadas, destacam-se a utilização de materiais recicláveis e naturais, como madeira nacional e pedra, bem como a instalação de sistemas de eficiência energética, incluindo bombas de calor e painéis fotovoltaicos. A escolha do local, servido por pontos de carregamento para viaturas elétricas e com acessibilidade a transportes públicos, reforça esta preocupação ambiental.

A fase de comercialização do Golden Hill já se encontra em curso.

Elgato Game Capture 4K S é a nova placa de captura da Corsair com foco no desempenho, compatibilidade e acessibilidade

A Corsair lançou a Elgato Game Capture 4K S, uma nova placa externa que grava em 4K a 60FPS e que promete responder às necessidades de criadores em várias plataformas.

A Corsair revelou esta terça-feira a mais recente placa de captura da Elgato, a Game Capture 4K S, dirigida para quem procura uma solução compacta, rápida e de alta qualidade para gravar ou transmitir jogos em 4K. Trata-se da sucessora da popular HD60 X, agora com suporte melhorado para consolas atuais, incluindo a nova Nintendo Switch 2, PCs e até iPads com entrada USB-C.

Concebida para garantir captura fluida com resolução 4K a 60FPS, a 4K S promete uma experiência praticamente sem latência, tanto no ecrã principal como na pré-visualização em software. De acordo com a marca, o atraso na visualização chega a ser inferior a 30 milissegundos, tornando-a adequada mesmo para configurações com um só ecrã.

Para além do formato 4K60, a nova placa suporta gravações em 1440p a 120FPS e 1080p a 240FPS, o que permite responder tanto às exigências de jogos competitivos como à captura de outras experiências visualmente mais ricas que requerem o máximo de qualidade. A reprodução em tempo real é feita sem atrasos, graças ao passthrough sem latência, e há também suporte para VRR e HDR10 — este último disponível até 4K60 em passthrough e até 1080p60 em gravação.

Compatível com Windows 11, macOS 13 e iPadOS 18, a 4K S liga-se por USB-C e não requer instalação de drivers. E graças à conformidade com o padrão UVC, funciona com os principais programas de transmissão como o OBS Studio, Zoom, TikTok Live Studio ou Streamlabs. Para quem precisar de capturar conversas de equipa, existe ainda entrada de áudio analógica dedicada.

A acompanhar a nova placa a Corsair apresentou também o Elgato Studio, o novo software oficial que irá substituir o anterior 4KCU. O novo programa promete pré-visualização com latência reduzida, menor carga no sistema durante as gravações e ferramentas práticas, como a opção de capturar imagens para redes sociais ou miniaturas de vídeos. As definições da 4K S podem ser ajustadas diretamente no software, que suporta também funcionalidades experimentais para utilizadores mais avançados.

A Elgato Game Capture 4K S já se encontra disponível no site oficial da marca por 179,99€, com garantia de dois anos e acesso à rede global de assistência técnica da Corsair.

Thomson entra oficialmente em Portugal em parceria com a FNAC e Media Markt

A Thomson chegou oficialmente ao mercado português com uma linha completa de televisores, dispositivos de streaming e projetores equipados com Google TV.

A marca europeia Thomson oficializou a sua entrada em Portugal através de acordos estratégicos com duas das principais cadeias de retalho nacionais: FNAC e Media Markt.

As televisões e dispositivos de streaming da Thomson já se encontram disponíveis, tanto nas lojas físicas como nas plataformas online da FNAC e da Media Markt. A gama inclui desde modelos convencionais até smart tvs com resoluções HD, Full HD, 4K UHD, QLED, MiniLED e OLED, entre 24 e 100 polegadas, todos com sistema Google TV.

Entre os principais equipamentos da marca disponíveis no mercado português, destacam-se as Go TV e Go Plus, concebidas para utilização portátil, com até quatro horas de autonomia e um formato flexível; os modelos Google TV QLED, com tecnologia Quantum Dot, que proporcionam uma reprodução de cores mais rica e melhor contraste; e o Streaming Box Plus 270, que integra um assistente de voz com altifalante incorporado e funcionalidades como Dolby Vision, Dolby Atmos e localização do comando remoto.

A oferta inclui ainda dispositivos de streaming compactos, que permitem transformar qualquer televisão num equipamento inteligente com resolução 4K e Google TV, bem como projetores portáteis com bateria integrada, pensados para utilização tanto em ambientes interiores como exteriores.

Saber Interactive revela Clive Barker’s Hellraiser: Revival para PC e consolas

O universo de Hellraiser expande-se um novo capítulo em formato de jogo de ação e terror na primeira pessoa, ainda sem data de lançamento.

A Saber Interactive revelou Clive Barker’s Hellraiser: Revival, um novo jogo de terror na primeira pessoa, desenvolvido para PlayStation 5, Xbox Series e PC (Steam). Inspirado diretamente na série clássica criada por Clive Barker, este novo jogo a solo promete uma abordagem fiel ao universo infernal de Hellraiser, combinando armas convencionais com habilidades sobrenaturais e ambientes dominados pelo sofrimento e pelo desejo.

O anúncio do jogo foi acompanhado por um muito violento trailer que deixa antever a jogabilidade, os seus ambientes horrendos, as ameaças e até um pouco da sua história, que pode ser visto aqui.

A história do jogo segue Aidan, que se vê forçado a fazer um pacto com o temido Pinhead para tentar salvar a sua namorada Sunny, aprisionada no Labirinto — uma dimensão povoada por cultistas, criaturas deformadas e os infames Cenobitas. Para sobreviver a este inferno, o jogador irá recorrer à Genesis Configuration, uma nova versão da icónica caixa-puzzle da saga, que concede poderes únicos ao protagonista.

De acordo com a Saber Interactive, Clive Barker’s Hellraiser: Revival apresenta-se como uma verdadeira extensão narrativa do universo Hellraiser, através uma nova história canónica que mergulha de forma explícita nas temáticas habituais da série, o prazer e a dor como duas faces da mesma moeda. Para além do arsenal de combate, o jogador vai poder usar os poderes da caixa para infligir sofrimento (ou prazer) às entidades que encontrar pelo seu caminho, numa experiência de terror que, segundo a produtora, “não se contém“.

Para já, Clive Barker’s Hellraiser: Revival ainda não tem data de lançamento, mas estúdio tem planos para revelar mais detalhes durante o resto do ano.

llaollao instala-se dentro da loja da Primark no Colombo para vender iogurtes gelados

A llaollao, dedicada ao frozen yogurt, instala assim o seu primeiro espaço no interior de outra loja em Portugal.

Foi em junho do ano passado que a Primark do Colombo reabriu ao público, com muitas novidades. A loja ficou 40% maior, com mais 1.700m2, e passou a ter um total de 6038m2 de área comercial, o que a torna na maior loja Primark do mundo num só piso.

Para além do aumento do espaço comercial, os clientes passaram a usufruir de uma experiência em loja melhorada devido ao novo sistema de iluminação, novos equipamentos e acessórios, bem como a mais caixas de pagamento e provadores.

Esta expansão de loja estava a ser feita há mais de um ano para que possamos oferecer aos nossos clientes opções de moda a preços ainda mais acessíveis. O nosso compromisso de oferecer uma experiência única em loja é muito importante para nós e, agora, os nossos clientes do Colombo, vão poder experimentar o melhor que a Primark tem para oferecer. Estou orgulhoso de todo o trabalho que foi desenvolvido neste projeto. Foi fantástico ver o esforço dos nossos colaboradores que prepararam esta loja para receber os nossos clientes. Esta loja não só é agora a nossa maior loja em Portugal, como é também a maior loja Primark de um só piso a nível internacional“, disse na altura Nelson Ribeiro, Head of Sales da Primark Portugal.

Mas parece que as novidades não acabaram por aqui. Numa visita recente à Primark do Colombo, o Echo Boomer reparou que, no interior da loja, está instalado um espaço da llaollao. Sim, leram bem: é possível comer um frozen yogurt enquanto passam os olhos por alguma peça que queiram comprar da cadeia irlandesa.

Para quem nunca reparou numa das lojas da marca instaladas em centros comerciais, o foco da llaollao assenta num iogurte gelado com perfil nutricional equilibrado, preparado com leite magro no momento da sua confecção e personalizável através de inúmeras combinações.

Desde frutas frescas cortadas no momento até cereais ou molhos variados, os toppings disponíveis permitem atingir mais de 11.000 combinações possíveis, tornando o produto adequado para consumo ao longo de todo o ano. O iogurte gelado da llaollao é apresentado como uma opção compatível com estilos de vida equilibrados, graças ao seu perfil nutricional e à ausência de ingredientes excessivamente processados.

E atenção: gelado de iogurte não é o mesmo que iogurte gelado… Em Portugal, além da loja localizada na Primark Colombo, a llaollao tem espaços no UBBO, Mar Shopping, Almada Forum, Alma Shopping e Braga Parque.

CMF lança o Watch 3 Pro por 99€

O CMF Watch 3 Pro é um novo smartwatch da submarca da Nothing.

A CMF, a submarca da Nothing, revelou o seu novo smartwatch, o Watch 3 Pro com um preço acessível de 99€. O Watch 3 Pro conta com um ecrã AMOLED de 1,43 polegadas (3,63 cm), oferecendo uma área de visualização dez por cento superior à do seu antecessor. E surge com revestimento metálico, disponível em cinzento escuro, cinzento claro e laranja. Adicionalmente, também há braceletes de silicone disponíveis.

O relógio utiliza GPS de banda dupla com cinco sistemas de satélite para posicionamento, a medição da frequência cardíaca é realizada através de um novo sensor de quatro canais, conta com um total de 131 modos desportivos, é capaz de reconhecer automaticamente sete atividades, e a nova funcionalidade Active Score avalia a atividade semanal com base nos dados MET.

CMF Watch 3 Pro tem também integração com o ChatGPT, acessível por comando de voz para questões e apontamento de lembretes. Suporta também gravação de voz com transcrição automática e conta com assistente de atualizações personalizadas estão incluídos. As chamadas telefónicas são feitas via Bluetooth recorrendo a um microfone adicional. No que toca a personalização, inclui mais de 130 mostradores, incluindo vídeos, fotografias e designs gerados por inteligência artificial no Watch Face Studio. Os widgets de fitness, previsão meteorológica e música também podem ser organizados livremente.

O relógio, conta também com certificação IP68, ou seja, é resistente à água e ao pó, enquanto que a sua bateria promete até 13 dias de autonomia com utilização normal, 11 dias com monitorização ativa e 4,5 dias com o ecrã sempre ligado. Uma carga completa demora 99 minutos.

Com este lançamento, a CMF aproveitou também para revelar que todos os seus smartwatches estão a migrar para a aplicação Nothing-X, que oferece mais estabilidade e uma nova interface. A aplicação integra-se com o Strava, Apple Health e Google Health Connect.

Transformação do Estádio da Luz: vai nascer o Benfica District com nova arena, pavilhões e zona urbana

O Estádio da Luz vai ser totalmente requalificado com o projeto Benfica District, integrando espaços desportivos, culturais e comerciais em Lisboa.

O Sport Lisboa e Benfica anunciou um projeto de requalificação alargada da área envolvente ao Estádio da Luz, que irá alterar profundamente a forma como sócios, adeptos e visitantes experienciam aquele espaço. Denominado Benfica District, o plano propõe uma reconfiguração estrutural do estádio e da zona adjacente, integrando novos recintos desportivos, espaços culturais e áreas de lazer, num modelo de utilização contínua ao longo dos 365 dias do ano.

Segundo Rui Costa, atual presidente do clube, que vai a eleições em outubro, trata-se de uma iniciativa com alcance estratégico, que terá impacto direto na competitividade, na atratividade e na sustentabilidade do clube a longo prazo. Sublinhou ainda a intenção de ter grande parte do Benfica District concluído a tempo das competições internacionais que Portugal se prepara para acolher.

Entre os novos espaços previstos encontra-se uma arena multiusos com capacidade para 10.000 pessoas, concebida para acolher eventos culturais, competições de eSports e modalidades em pavilhão. Juntam-se dois novos recintos desportivos cobertos, com capacidades para 2.500 e 1.500 espectadores, que substituirão os atuais pavilhões e a estrutura da piscina. Será ainda construída uma nova piscina comunitária, com medidas de 25×25 metros, bem como um teatro e espaço para eventos de média dimensão, com cerca de 500 lugares.

No centro da intervenção estará uma ampla praça destinada a sócios e adeptos, com 100 metros de comprimento por 40 metros de largura, localizada em frente à fachada principal do estádio. Inspirada nas praças cívicas de Lisboa, como o Rossio, será um novo ponto de encontro para os adeptos, com capacidade para mais de 10.000 pessoas. Contará com restauração, lojas, esplanadas, uma cabine de DJ e um espaço reservado a eventos. A estátua de Eusébio será relocalizada para este novo centro de acolhimento, destacando-se como elemento simbólico à entrada do recinto.

Do ponto de vista arquitetónico, o Estádio da Luz será alvo de alterações significativas. A fachada será redesenhada com linhas mais fluidas, numa linguagem contemporânea, incorporando elementos de sombreamento que aumentam o conforto térmico nos dias de maior exposição solar. A integração de iluminação LED dinâmica em toda a estrutura permitirá adaptar visualmente o estádio a diferentes tipos de eventos, desde jogos oficiais a espetáculos de grande escala.

Está igualmente previsto um novo piso superior, com 6800 m² adicionais para usos mistos, incluindo espaços de hospitalidade premium, zonas comerciais e escritórios.

Nos últimos anos, o estádio já tinha sido alvo de várias intervenções, incluindo o aumento da capacidade para 68-100 lugares – com a meta dos 70.000 no horizonte – e a renovação da imagem interior, agora equipada com ecrãs LED de última geração, novo sistema de iluminação e som ambiente.

O projeto do Benfica District incorpora também princípios de sustentabilidade ambiental. Estão previstos sistemas de captação de águas pluviais, instalação de painéis solares, coberturas verdes e medidas paisagísticas destinadas a reforçar a resiliência ecológica do espaço.

Noutra nota, recorde-se que o ex-presidente Luís Filipe Vieira, que ainda não anunciou oficialmente a sua candidatura à presidência do clube, quer também criar a Cidade do Benfica.

Everdeep Aurora – Review: À procura de ouro

Everdeep Aurora é uma boa ideia que se destaca pela sua apresentação visual e personagens adoráveis, mas que raramente é divertido e envolvente enquanto exploramos o seu mundo subterrâneo.

Deitada num banco de jardim, a pequena Shell acorda sozinha. O céu é escuro, a lua vermelha capta a nossa atenção, grande e imponente, ao ponto de nos distrair da chuva de meteoritos que cai sobre a terra. Para Shell, esta é a sua realidade. Os meteoritos aproximam-se cada vez mais do seu planeta e a única hipótese de sobrevivência é escavar até ao subsolo em busca de uma nova vida. Mas não é o receio do fim do mundo que assombra Shell: é a ausência da sua mãe. Ao seu lado, pousada sobre o mesmo banco de jardim, Shell encontra uma nota da mãe, que lhe pede para não esperar por ela. O ponto de encontro é o “lugar do costume”, seja onde isso for. Sozinha e assustada, Shell não sabe o que fazer, mas Ribbit, um simpático sapo – a primeira ajuda que encontramos neste mundo de seres antropomórficos –, empresta-lhe uma perfuradora para se aventurar pelo subsolo. Agora Shell só tem de perfurar o solo, fazer amigos e finalmente encontrar a sua mãe antes que os meteoritos caiam.

Em Everdeep Aurora, é difícil ficar indiferente perante a estética nostálgica e repleta de personalidade que a Nautilus Games conseguiu injetar num estilo visual que parece ser o melhor dos 8 e 16bits em simultâneo. As personagens são cativantes, com idle animations diferentes e design exagerados, mas de fácil leitura devido às suas silhuetas bem trabalhadas e adaptadas aos limites do seu estilo visual. Os cenários também são representados com imensa personalidade, cheios de pormenores estéticos e de elementos decorativos que reforçam o quão se trata de um mundo vivido, tão melancólico, como belo. As cinemáticas mantêm este registo e chegam a ser adoráveis devido às reações felinas de Shell, com a Nautilus Games a reforçar a juventude e ingenuidade da protagonista sem precisar de lhe dar uma voz ao longo da narrativa. Everdeep Aurora é um jogo muito visual e poderia ainda ser mais impactante se não depositasse tanta atenção nos diálogos, por vezes longos, que surgem ao longo da campanha.

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Everdeep Aurora (Nautilus Games)

Talvez este foco nos diálogos já seja um primeiro sinal dos verdadeiros problemas de Everdeep Aurora, nomeadamente a sua falta de guias visuais e de um melhor entendimento sobre os nossos objetivos principais. O grande foco mecânico é a perfuradora que Shell transporta consigo ao longo da campanha. O mundo de Everdeep Aurora é maioritariamente subterrâneo, construído por zonas principais e algumas salas secretas – que escondem tesouros e colecionáveis, quase sempre antecedidos por sequências desafiantes de plataformas –, mas igualmente fechado. À semelhança de Steamworld Dig e até Pepper Grinder, nós temos de criar o nosso próprio caminho. Com a ajuda da perfuradora, podemos destruir pedras, criar plataformas e descobrir novas zonas enquanto gerimos a energia e recursos à nossa disposição. Everdeep Aurora não seria um jogo de aventura sem um leque de habilidades e melhorias para Shell, e não só temos de garantir o funcionamento da perfuradora, como podemos desbloquear novas formas de mobilidade que procuram expandir a navegação para caminhos anteriormente inacessíveis e até cortar a necessidade de estarmos sempre a perfurar à procura de uma saída.

O problema? Fora a existência de algumas missões secundárias, que encontramos regularmente, não senti urgência ou necessidade de explorar o mundo subterrâneo. Não senti satisfação, mistério ou uma recompensa mecânica e narrativa para perfurar novos caminhos. Shell está à procura da sua mãe e do seu ponto de encontro, mas a nível mecânico, essa busca não é sentida da mesma forma. Por mais próximos que estejamos das personagens, parece que existe um bloqueio constante entre “faz o que quiseres” e “não há muito para ver”. Apesar de sentir liberdade na exploração e perceber que esse foi um dos focos da Nautilus Games, acabei por me sentir mais perdido do que investido porque nunca encontrei um propósito para as viagens subterrâneas.

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Everdeep Aurora (Nautilus Games)

Este foi um sentimento que me perseguiu durante as minhas primeiras sessões com Everdeep Aurora e que não consegui verbalizar. Na minha cabeça, algo estava a correr mal, mas o quê? A nível estético, Everdeep Aurora é muito envolvente, as animações são boas e a jogabilidade é bastante funcional, ainda que pouco inventiva ou variada, mas a minha diversão não evoluía. Então fui pesquisar e ler mais sobre o jogo, e foi aí que me deparei com a opinião da colega Jenni Lada, do site Siliconera, que finalmente colocou a limpo esta sensação que ambos partilhamos: não há direção, não há uma sensação de crescimento e o jogo adora perder tempo com elementos mal introduzidos e que pouco servem a jogabilidade a curto prazo.

Durante as minhas horas com Everdeep Aurora, senti-me constantemente dividido. Por um lado, o título da Nautilus Games é muito consistente a nível visual, o design das personagens é memorável e aprecio imenso o trabalho que fizeram com as cinemáticas. Por outro, não me consegui cativar pela jogabilidade e raramente encontrei momentos em que estava investido na exploração e na resolução das missões secundárias. A falta de foco é um problema que me afastou do jogo e é preciso fazer a distinção entre ausência de foco e ausência de objetivo – não são a mesma coisa. A missão de Shell era clara, mas o porquê de perdermos tanto tempo a explorar e a falta de recompensas mecânicas e narrativas prenderam-me a loop de insatisfação. Por fim, depois de várias horas à procura de um sentido, esqueci-me que o jogo não tem gravações automáticas. Um erro meu, puramente humano, admito. Quando regressei a Everdeep Aurora, apercebi-me que perdi horas de progresso. Itens desapareceram, melhorias e habilidades evaporaram-se, os caminhos apagaram-se. Este foi o meu castigo – e ainda dizem que o karma não existe.

Cópia para análise (Nintendo Switch) cedida pela Ysbryd Games.

Vulnerabilidade crítica no Microsoft SharePoint está a ser explorada e Portugal é o segundo país mais afetado

A falha do Microsoft SharePoint afeta servidores instalados localmente e já está a ser usada em ataques contra empresas e instituições públicas em vários países.

A Microsoft confirmou uma falha grave de segurança no SharePoint Server, um dos seus produtos empresariais mais utilizados para colaboração interna e gestão de documentos. A vulnerabilidade, está a ser exploração ativamente, afetando servidores instalados localmente — conhecidos como on-premise — e não as versões baseadas na nuvem como o SharePoint Online.

De acordo com um recente relatório da Check Point Research, os ataques começaram a ser registados no início de julho e aumentaram significativamente a 18 e 19 do mesmo mês. A campanha, identificada com o nome ToolShell, permite que atacantes não autenticados executem comandos remotamente e acedam por completo ao sistema de ficheiros dos servidores afetados, incluindo serviços associados como o Teams e o OneDrive.

Portugal surge como o segundo país mais afetado, com 12% das tentativas de ataque registadas, ficando apenas atrás dos Estados Unidos, que representam 32% do total. Os alvos principais incluem instituições governamentais, empresas de telecomunicações e entidades tecnológicas.

A falha em causa foi classificada como uma vulnerabilidade zero-day, o que significa que estava a ser explorada antes de haver qualquer correção disponível. De acordo com a Microsoft, já existem orientações de mitigação para o SharePoint Server 2019 e SharePoint Server Subscription Edition, mas os utilizadores do SharePoint Server 2016 continuam sem uma solução completa. A equipa de engenheiros da Microsoft ainda está a trabalhar num patch.

A campanha ToolShell baseia-se numa técnica que envolve a utilização de um webshell personalizado, explorando falhas de desserialização insegura através do parâmetro VIEWSTATE. E foram ainda identificados três endereços IP maliciosos associados à campanha: 104.238.159.149, 107.191.58.76 e 96.9.125.147. Em paralelo, os atacantes estão a usar outras vulnerabilidades conhecidas na plataforma Ivanti Endpoint para aumentar o alcance das intrusões.

Tanto a Microsoft como a Check Point publicaram instruções detalhadas para mitigar os riscos. As recomendações incluem trocar as chaves ASP.NET, garantir que o antivírus está ativo, restringir o acesso público aos servidores SharePoint, e aplicar as proteções atualizadas nos sistemas de deteção de intrusões.

Para os sistemas mais expostos, os especialistas sugerem desligar temporariamente os servidores da Internet até que a aplicação dos mecanismos de segurança esteja concluída.

Hyundai IONIQ 5 renovado com mais autonomia, tecnologia e melhorias no design

O novo Hyundai IONIQ 5 apresenta baterias maiores, carregamento ultrarrápido, melhorias no interior e reforço da segurança, mantendo-se como referência na gama elétrica da marca.

A Hyundai revelou a mais recente atualização do IONIQ 5, o modelo elétrico que tem vindo a marcar presença no segmento dos veículos 100% elétricos. A nova versão traz alterações relevantes ao nível da autonomia, eficiência, conforto, segurança e experiência a bordo, consolidando a posição do modelo na estratégia elétrica da marca sul-coreana.

Entre os destaques está a introdução de duas novas baterias de iões de lítio, com capacidades de 63 kWh e 84 kWh, que substituem a anterior de 77,4 kWh. Esta mudança permite alcançar autonomias mais elevadas, com valores que podem chegar até aos 784 km em ciclo urbano WLTP, dependendo da versão e do tamanho das jantes. A arquitetura elétrica de 800 V mantém-se, possibilitando carregamentos rápidos: 350 km de autonomia podem ser recuperados em apenas 18 minutos.

O design exterior sofreu um conjunto de alterações subtis, mas eficazes. Os novos para-choques, a grelha frontal com acabamento em formato “V” e o prolongamento do spoiler traseiro em 50 mm reforçam a postura dinâmica do modelo. Foram também introduzidas novas jantes aerodinâmicas de 19 e 20 polegadas. O comprimento total cresceu ligeiramente, passando agora a medir 4.655 mm, enquanto a largura, altura e distância entre eixos permanecem inalteradas.

No habitáculo, a funcionalidade e o conforto foram os focos principais. A consola central deslizante – conhecida como “Universal Island” – recebe agora botões físicos para controlo direto de elementos como os bancos aquecidos e ventilados, o volante aquecido ou o sistema de assistência ao estacionamento. O carregador sem fios para smartphones foi reposicionado para uma zona de mais fácil acesso, e o volante exibe agora um novo design com elementos luminosos interativos. Foram ainda reorganizados os comandos do ar condicionado e do sistema de infoentretenimento, com o intuito de tornar a utilização mais intuitiva.

A atualização tecnológica passa pela integração do novo sistema de infotainment ccNC, compatível com atualizações remotas de software (OTA), e pela manutenção de funcionalidades como o sistema Vehicle-to-Load (V2L), disponível para uso interior e exterior. O modelo continua a disponibilizar o serviço Bluelink com um período de validade de 10 anos.

Hyundai IONIQ 5

No capítulo da segurança, a nova geração do IONIQ 5 inclui um conjunto mais abrangente de sistemas avançados de assistência à condução. Destacam-se o volante com deteção de mãos (HOD), o assistente de manutenção na faixa de rodagem de segunda geração (LKA 2), o assistente remoto de estacionamento inteligente (RSPA 2), bem como o sistema de prevenção de colisões em estacionamento (PCA-F/S/R), que cobre as zonas frontal, lateral e traseira. Também foram integradas soluções como a Digital Key 2, o sistema de iluminação frontal inteligente (IFS) e o rebatimento remoto dos bancos traseiros.

A estrutura do veículo foi alvo de reforços importantes. Foram introduzidos novos amortecedores para melhorar o conforto em estrada, aumentada a rigidez da barra frontal e reforçadas as zonas posteriores e inferiores da carroçaria. A aplicação de materiais de isolamento acústico adicionais na zona do motor traseiro contribui para um ambiente mais silencioso no interior. A proteção em caso de impacto lateral foi melhorada com o reforço das portas e colunas B, e o modelo passa a incluir um total de oito airbags, incluindo laterais para a segunda fila de assentos.

O IONIQ 5 surge também integrado no ecossistema Hyundai Blue, uma solução que pretende facilitar a utilização de veículos elétricos através do acesso a uma vasta rede de carregamento, pública e privada, composta por mais de 3400 pontos, disponível via aplicação dedicada.

A gama do novo modelo está dividida em quatro versões: Premium, Premium Plus, Vanguard e Vanguard Plus. A versão de entrada, equipada com a nova bateria de 63 kWh e um motor de 125 kW (170 cv), apresenta um consumo de 15,6 kWh/100 km e uma autonomia combinada até 440 km (WLTP), ou até 613 km em ciclo urbano.

As versões de maior autonomia contam com a bateria de 84 kWh e um motor de 168,4 kW (229 cv). Nestes casos, a autonomia pode chegar até aos 570 km em ciclo combinado (com jantes de 19″) ou até aos 784 km em ciclo urbano. A versão Vanguard Plus, equipada com jantes de 20 polegadas, apresenta uma autonomia combinada até 530 km e até 709 km em ambiente urbano.

O Hyundai IONIQ 5 está disponível em Portugal com preços a partir de 29.990€, mais IVA.

Atualização mais recente para o Galaxy S23 está a causar problemas nas câmaras

A atualização de segurança para os equipamentos da série Samsung Galaxy S23 está a ser acusada de degradar a qualidade das fotografias .

A Samsung começou a lançar uma nova atualização para os smartphones da série Galaxy S23, onde se incluiem os modelos Galaxy S23, S23+ e S23 Ultra, bem como a versão S23 FE. A atualização em questão introduz as melhorias de segurança referentes ao mês de julho de 2025, com um total de 22 correções associadas ao Android e 17 melhorias específicas para a interface personalizada da Samsung, a One UI, e para as aplicações nativas da marca sul-coreana.

Após a instalação, os equipamentos passam a apresentar as versões de firmware S91*BXXS8DYG1 para os modelos principais da série S23, e S711BXXS9EYG1 para o Galaxy S23 FE. E embora a atualização não traga novas funcionalidades, elementos visuais ou recursos adicionais — esses deverão chegar apenas com o lançamento da One UI 8 — chega com a promessa de correções de erros identificados em versões anteriores do sistema.

No entanto, nem tudo são boas notícias, uma vez que após os dispositivos da linha Galaxy S23 receberam a atualização para o One UI 7 baseado no Android 15, vários utilizadores começaram a reportar uma degradação percetível no desempenho da câmara. As queixas incluem fotografias com cores desbotadas, imagens desfocadas e lentidão no momento de guardar capturas ou alternar entre lentes. O problema parece afetar todos os modelos dessa série de smartphones. Os relatos têm-se intensificado nos últimos dias, surgindo em fóruns online e redes sociais, aumentando a pressão sobre a equipa de programadores da Samsung.

easyJet anuncia operação de verão 2026 com quase 3 milhões de lugares em Portugal

easyJet disponibiliza mais de 28,7 milhões de lugares para o verão de 2026, com 16 mil voos em Portugal e ligações nacionais e internacionais.

A easyJet apresentou a sua programação de voos para o verão de 2026, disponibilizando desde já mais de 28,7 milhões de lugares em mais de 161.000 voos na sua rede europeia. Em Portugal, estão previstos cerca de 16.000 voos, o que representa quase 3 milhões de lugares disponíveis entre 15 de junho e 13 de setembro desse ano.

A operação da companhia no território nacional inclui voos tanto de âmbito doméstico como internacional. As ligações internas mantêm-se entre Lisboa, Porto, Funchal e Porto Santo, reforçando a conectividade entre o continente e as regiões autónomas, sobretudo nos meses de maior procura turística. Estes trajetos continuam a oferecer uma alternativa prática para quem pretende descobrir ou revisitar os cenários naturais da Madeira.

No plano internacional, mantém-se uma oferta diversificada. Marraquexe continua a fazer parte da rede de voos diretos a partir de Lisboa, facilitando o acesso ao norte de África e à sua riqueza histórica e cultural. Cidades europeias como Zurique, Barcelona e Luxemburgo mantêm-se também entre os destinos com ligações regulares a partir de Portugal, sendo frequentemente procuradas tanto por viajantes em lazer como por quem visita familiares ou se desloca em contexto profissional.

As rotas sazonais para destinos balneares voltam a integrar a operação de verão da easyJet. Palma de Maiorca e Ibiza, com partidas de Lisboa e Porto, estão novamente incluídas na programação, respondendo à elevada procura por destinos mediterrânicos durante os meses mais quentes.

A easyJet disponibiliza ainda ferramentas online concebidas para facilitar o planeamento das viagens. Entre elas, destaca-se o Viajómetro, que sugere destinos consoante os interesses do utilizador. Existe também um localizador de tarifas reduzidas, pensado para quem procura as opções mais económicas dentro da vasta oferta de voos.

Microsoft quer resolver os problemas de desempenho do Windows 11 na próxima versão

A Microsoft quer que o próximo Windows 11 25H2 seja mais rápido e fluído que a versão 24H2.

Desde o lançamento do Windows 11, que muitos utilizadores têm manifestado descontentamento relativamente ao desempenho do sistema operativo, sobretudo em certos tipos de equipamentos, onde a versão mais recente do sistema da Microsoft continua a enfrentar dificuldades em proporcionar uma experiência fluída e consistente.

Face às crescentes críticas, a Microsoft tem vindo a desenvolver iniciativas para melhorar a capacidade de resposta do sistema. Com a mais recente versão de testes do Windows 11, a empresa está a introduzir um novo mecanismo de diagnóstico que visa identificar de forma mais eficaz as origens da lentidão e o sistema passará a recolher automaticamente registos de desempenho sempre que os utilizadores reportarem problemas através da aplicação Feedback Hub. “Encorajamos os participantes do programa Windows Insider a enviarem comentários sempre que enfrentarem problemas de desempenho lento ou insatisfatório. Desta forma, o Feedback Hub pode recolher automaticamente os registos necessários, o que nos permitirá diagnosticar e resolver os problemas com maior rapidez”, esclareceu a Microsoft.

Este novo processo insere-se no compromisso assumido pela empresa de aperfeiçoar o Windows 11 de forma contínua, com o objetivo de proporcionar uma experiência mais estável e otimizada. Para além disso, esperam-se mais alterações com a atualização 25H2, prevista para antes do final de 2025. A Microsoft está também a introduzir novos requisitos para os programadores de drivers, através de otimizações ao nível do software, que terão agora de submeter os seus códigos a uma análise estática antes da certificação. Este novo procedimento pretende detetar eventuais falhas ou ineficiências ainda antes da distribuição dos drivers aos utilizadores.

Em 2023, já teriam sido implementadas várias melhorias no Windows 11, incluindo uma barra de tarefas mais funcional, notificações revistas e um painel de definições rápidas mais acessível. O desempenho em dispositivos mais antigos também beneficiou com a atualização 24H2, que trouxe ganhos substanciais em termos de fluidez e arranque de aplicações. Mas, apesar dessas melhorias, o Windows 11 continua a enfrentar comparações desfavoráveis com o seu antecessor, que se mantém como referência de estabilidade e desempenho para muitos utilizadores.

WhatsApp deixa de ter aplicação nativa para Windows

A Meta abandonou a aplicação nativa do WhatsApp para Windows e aposta agora numa versão web.

A Meta está a reformular a sua estratégia do WhatsApp para o sistema operativo Windows, optando por substituir a aplicação nativa por uma versão baseada na web, apenas alguns meses após ter lançado uma versão dedicada para o iPad.

Esta mudança tornou-se evidente na versão beta mais recente do WhatsApp para Windows, onde a empresa revelou ter atualizado tanto a interface como o desempenho geral da aplicação. No entanto, a novidade esconde uma mudança estrutural de fundo, o abandono do modelo WinUI em favor de uma versão web simples, suportada pelo WebView2 — uma tecnologia da Microsoft que utiliza o motor do navegador Edge. Esta transição permite à Meta consolidar o desenvolvimento numa base de código unificada, facilitando a manutenção e atualizações para diferentes sistemas operativos. Apesar dos benefícios logísticos, esta abordagem levanta questões sobre a experiência do utilizador.

A nova versão conta com alterações visíveis na interface gráfica, com menus mais simplificados e uma gestão de notificações distinta da anterior. Ainda assim, a aplicação mantém funcionalidades como os canais do WhatsApp e o acesso expandido a estados e comunidades. Para os utilizadores frequentes no ambiente Windows, esta mudança poderá ser vista como um passo atrás. A integração com o Windows 11 já não é tão fluida, e o consumo de memória RAM é superior ao da versão nativa. Esta decisão surge em contraste com declarações anteriores da própria Meta, que destacavam as vantagens das aplicações nativas — como maior desempenho, fiabilidade e produtividade.

Novo Rosé Consensual 2024 celebra o Douro com frescura e identidade

O novo Consensual Rosé 2024 destaca-se pelo perfil fresco, estética renovada e produção limitada. Um vinho duriense pensado para o verão.

A produtora duriense Consensual apresentou o novo Rosé 2024, uma edição limitada que reforça o posicionamento da marca no segmento dos vinhos de verão, com um perfil leve, fresco e visualmente apurado.

O lançamento é acompanhado por uma renovação integral da imagem. A garrafa e o rótulo adotam uma estética influenciada pela sobriedade provençal, reinterpretada com elementos distintivos da identidade da marca, como o brasão da família e a fachada da casa senhorial, impressos a dourado. Segundo os produtores, António e Afonso Girão, o objetivo passou por criar um vinho que se destaque tanto pelo impacto visual como pela experiência sensorial que oferece.

Elaborado a partir das castas Tinta Roriz e Touriga Nacional, o vinho estagiou em cubas de inox e resulta numa produção restrita a 2.592 garrafas. As uvas foram colhidas manualmente na quinta da família, localizada no concelho de Mesão Frio, num processo que privilegia o detalhe, o tempo certo de cada etapa e a ligação direta à terra. O resultado é um rosé de tonalidade delicada, perfil aromático vibrante, frescura marcada e textura subtil, com notas florais e minerais equilibradas.

A Consensual mantém-se como uma estrutura familiar e independente, com raízes que remontam a 1740. A produção permanece centrada na propriedade da família, onde diferentes gerações se encontram num processo que combina experiência acumulada com novas abordagens. Numa conjuntura em que o setor tende para a industrialização, a marca afirma-se pela fidelidade à origem, pela produção em pequena escala e por uma filosofia assente na autenticidade e no rigor.

O Consensual Rosé 2024 está disponível a partir de 17 de julho no site oficial da marca e em pontos de venda selecionados, com um preço de venda ao público recomendado de 12€.