Woochi the Wayfarer é mais um jogo de ação e aventura asiático, inspirado em mitologia coreana

A lista de jogos de ação frenética e altas produções, em ambientes mitológicos cresce com a nova proposta da Nexon.

Depois de Black Myth: Wukong e de Wuchang: Fallen Feathers, os jogadores vão poder mergulhar em aventuras fantásticas inspiradas em folclore asiático, suportados pelo Unreal Engine 5, em Woochi the Wayfarer.

Woochi the Wayfarer é a nova proposta da Nexon, a casa responsável pelo jogo The First Descendant, desta vez orientado para uma jornada a solo. De acordo com a Nexon, trata-se de um projeto de grandes produções, para PCs de alto desempenho e consolas, do género de ação e aventura, passado num mundo com cultura e mitologia tradicionais coreanas. Não é claro, para já, a julgar pela descrição e pelo seu trailer cinemático se se tratará de mais um “soulslike”, mas tudo aponta para esse registo.

A história do jogo inspira-se num conto clássico coreano chamado The Tale of Jeon Woochi, e tal como na obra original, os jogadores irão seguir Joen Woochi, numa aventura, onde terá que usar os seus poderes para lutar contra a injustiça e os corruptos. O jogo promete uma aventura linear narrativa, com acesso a poderes mágicos, monstros implacáveis e música inspirada na cultura deste mundo, a cargo de Jung Jae-il, compositor do filme Parasite e da série Squid Game.

Woochi the Wayfarer será lançado em consolas PlayStation, Xbox e na Stam, mas ainda não tem data de lançamento definida.

Marvel Tōkon: Fighting Souls recebe novos detalhes após passagem pela Evo Las Vegas 2025

Marvel Tōkon: Fighting Souls foi um dos jogos presentes no evento de jogos de luta Evo Las Vegas 2025, onde pode ser jogado pelo público pela primeira vez.

Enquanto Marvel Tōkon: Fighting Souls se prepara para ser lançado em 2026, o novo jogo de luta da Arc System Works chegou as mãos dos jogadores presentes no Evo Las Vegas 2025. Desenvolvido em colaboração com a Marvel Games e a PlayStation Studios, Marvel Tōkon: Fighting Souls pôde ser jogado pela equipa da PlayStation, que numa publicação no seu blog oficial, partilhou alguns dos pontos de destaque desta experiência que procura introduzir uma mudança fundamental no género tag fighter, que se está a tornar cada vez mais popular no género dos jogos de luta.

Ao invés do tradicional formato de dois ou três lutadores por equipa, Marvel Tōkon: Fighting Souls aposta num sistema 4 contra 4, uma novidade para o género, mas que não obriga o jogador a dominar todos os membros da sua equipa. Em Tōkon, a equipa partilha uma única barra de vida, permitindo que se aborde o combate de forma semelhante a um jogo de luta tradicional, assim, os jogadores podem focar-se numa única personagem principal enquanto as restantes funcionam como apoio estratégico.

De acordo com a nova antevisão, o controlo das assistências e trocas é igualmente diferente do habitual. Em vez de um botão dedicado para alternar entre personagens, as mudanças acontecem de forma contextual, quando o jogador chama uma assistência e, durante a breve janela que se segue, decide assumir o controlo dessa personagem. Também é possível efetuar trocas ao perder uma luta, ao realizar um arremesso ou ao projetar o adversário para outra secção do cenário. Este sistema eleva assim o risco, mas também a recompensa, se por um lado, abre mais opções de ataque ao adversário se este tiver acesso antecipado à sua equipa completa, por outro, permite gerir melhor quais os elementos da equipa entram primeiro e em que momento. E para alem das substituições funcionais, estas são ainda acompanhadas por animações únicas e interações que refletem a personalidade dos heróis.

Durante a demonstração no Evo, quem esteve presente pode experimentar seis heróis com estilos bem distintos. Doctor Doom que apresenta um ritmo lento mas ataques poderosos e de longo alcance, recorrendo a magia e truques para controlar a distância; Ms. Marvel que aposta na rapidez e num estilo de alto risco e alta recompensa; Storm que domina o combate aéreo, criando ameaças constantes através de movimentos cruzados; Iron Man que se apresenta como especialista em manter adversários afastados, combinando ataques anti-aéreos com projéteis; Star-Lord que propõe uma escolha técnica, alternando entre disparos e sequências de troca elaboradas; e, por fim, Captain America que oferece um maior equilíbrio de habilidades, sendo indicado como ponto de partida para novos jogadores.

A jogabilidade promete um esquema de controlos, com o Quadrado, Triângulo e Círculo a corresponderem a ataques leves, médios e pesados, enquanto o botão X serve para acionar o comando de “Assemble”, que chama um aliado para uma ação adaptada ao momento. As habilidades especiais estão associadas aos gatilhos, com L1 para executar um dash rápido, L2 para acionar uma assistência rápida, R1 para ativar o ataque único ou Ultimate de cada personagem e R2 para executar a Quick Skill, que é um ataque especial característico de cada herói. A própria lógica das assistências foi desenhada para ser intuitiva, com o jogo a adaptar automaticamente a ação da personagem de apoio à situação em que é chamada, ajudando a indicar ao jogador o momento certo para a usar.

Durante os combates, o jogo aparenta ser capaz de acomodar estilos de luta muito diferentes. Enquanto alguns jogadores poderão optar por um ritmo mais metódico, explorando ataques rápidos e combinações diretas, outros podem optar por estratégias mais explosivas e espetaculares. De acordo com a Arc System Works, um dos principais objetivos de design foi garantir que não existem mecânicas ou ataques que um jogador mais casual ou iniciante não consiga executar, tornando o jogo um ponto de entrada para o género, com mecânicas simples, mas com profundidade suficientemente alta para recompensar a experimentação e a prática.

Como já pudemos assistir à sua apresentação no State of Play de junho, visualmente, Marvel Tōkon: Fighting Souls aposta numa fusão entre a estética das bandas desenhadas americanas e a expressividade do anime japonês. Cada personagem foi desenhada para transmitir a sua essência icónica, com trajes reconhecíveis e ataques reconhecíveis das bandas desenhadas. Os cenários recebem também o mesmo tratamento, apostando em localizações icónicas recheadas de easter eggs para fazer a delícia dos fãs mais atentos. Tudo com uma direção que promete garantir uma clareza visual, até mesmo nos momentos mais caóticos com o máximo de oito personagens no ecrã.

Marvel Tōkon: Fighting Souls está a ser desenvolvido para PC e PlayStation5, com lançamento previsto para 2026. Até lá, espera-se conhecer mais novidades, como opções de jogabilidade, mais adições ao elenco e modos de jogos, entre outras.

Llaollao já vende frozen yogurt no 8ª Avenida através de um food truck

A llaollao, líder europeia em iogurte gelado, chega ao centro comercial 8ª Avenida, oferecendo opções de frozen yogurt feitas com leite magro e toppings variados, disponíveis durante todo o ano.

A marca de iogurte gelado llaollao passou a integrar a oferta gastronómica do centro comercial 8ª Avenida, em São João da Madeira. Conhecida pela sua aposta em produtos frescos e equilibrados, a insígnia traz agora ao espaço uma alternativa que alia sabor e opções personalizáveis, disponível durante todo o ano.

Fundada em 2009, a llaollao tornou-se uma referência internacional no segmento do frozen yogurt, estando presente em mais de 390 pontos de venda distribuídos por vários países. O produto é preparado no momento, utilizando leite magro, e apresenta um perfil nutricional valorizado por quem procura opções mais saudáveis. A experiência pode ser complementada com uma vasta seleção de toppings, que incluem fruta da época, cereais, elementos crocantes e molhos, permitindo milhares de combinações possíveis.

Com esta abertura, o 8ª Avenida reforça a sua aposta em propostas gastronómicas adaptadas às preferências do público, alinhando-se com a tendência crescente por soluções que conciliam frescura e bem-estar. A nova unidade da marca assume o formato de food truck e está localizada no Piso 0, junto à Praça Central.

DIGI lança eSIM para eliminar cartão físico

Com o lançamento do eSIM, a DIGI aposta numa solução digital que torna o serviço móvel mais prático, rápido e sustentável para os clientes.

Há algum tempo que se fala na tecnologia eSIM em Portugal. Em 2022, por exemplo, a WOO foi a operadora a lançar em Portugal um eSIM 100% digital. Mais recentemente, a Lyca Mobile lançou um eSIM físico em lojas com ativação imediata por QR Code. E agora é a vez da DIGI também apostar nesta tecnologia que elimina a necessidade do cartão SIM físico.

Com o eSIM da DIGI, os clientes podem ativar o seu tarifário móvel sem recorrer a um cartão físico. A ativação é gratuita e ocorre de forma simples, através da leitura de um código QR, permitindo a utilização imediata do serviço. Além disso, esta solução facilita a gestão de múltiplos números no mesmo dispositivo, oferecendo maior flexibilidade para quem utiliza vários contactos.

Este formato digital contribui também para a redução do impacto ambiental, ao eliminar o uso de plástico e o transporte associado à distribuição dos cartões SIM tradicionais.

Para ativar, os clientes devem aceder à plataforma My DIGI, confirmar a compatibilidade do seu dispositivo e submeter o pedido de ativação na área de serviços adicionais, incluindo o envio de um documento de identificação para validação. Após este processo, recebem um código QR por email e uma SMS de confirmação, permitindo completar a ativação no equipamento desejado, com a introdução do PIN. É importante salientar que a ativação do cartão digital desativa o cartão físico atual, tornando-o obsoleto.

No caso de perda do dispositivo ou restauro das definições de fábrica, será necessário solicitar uma nova via digital do eSIM. Como seria de esperar, o cartão digital está disponível para todos os tarifários da operadora, que funcionam sobre rede 5G, sem custos escondidos nas faturas.

Auchan e Barona duplicam produção de cerveja artesanal feita com pão excedente em projeto sustentável

A Auchan e a Barona aumentam em mais de 67% a produção da cerveja Casqueiro, fabricada com pão excedente, reforçando um projeto que alia sabor tradicional e combate ao desperdício alimentar.

A Auchan e a Barona aumentaram significativamente a produção de uma cerveja artesanal que reutiliza pão excedente, reforçando um projeto que conjuga tradição, sabor e sustentabilidade. O volume fabricado saltou das 1.490 para mais de 2.500 unidades, evidenciando o crescimento desta iniciativa que combate o desperdício alimentar.

O projeto teve início como uma ação local para aproveitar o pão que sobrava nas lojas, mas rapidamente ganhou força e aceitação no mercado. Em 2024, a produção atingiu cerca de 500 litros de cerveja, distribuída em 1.490 garrafas, esgotando-se em poucas semanas. Esta resposta motivou a ampliação do lote para 2025, que já apresenta um aumento superior a 67%, com a produção a ultrapassar as 2.500 unidades da cerveja Casqueiro, nome inspirado no pão tradicional que serve de base à receita.

A Casqueiro mantém a sua essência artesanal, preservando o sabor característico que conquistou os consumidores. A cerveja é produzida com métodos tradicionais e numa escala limitada, mantendo a ligação direta à origem do pão reutilizado, recolhido diariamente na loja Auchan de Castelo Branco. Em vez de ser descartado, o pão ganha uma nova vida ao transformar-se num produto que representa um equilíbrio entre qualidade, sabor e responsabilidade ambiental.

Esta colaboração destaca-se ainda por envolver produtores locais, promovendo a economia regional e valorizando recursos que, de outra forma, seriam desperdiçados. O projeto integra-se na estratégia Desperdício Zero da Auchan, que aposta em soluções inovadoras para minimizar o impacto ambiental.

O único senão? O preço, pois cada cerveja Barona custa 2,79€.

Pena D’Água Boutique Hotel & Villas: dormir com vista para a história

O Pena D’Água, hotel instalado numa mansão do século XIX na Covilhã, combina arquitetura histórica e soluções sustentáveis.

Situada na encosta da Serra da Estrela, a Covilhã afirma-se como uma das cidades mais marcantes do Interior de Portugal. É a principal porta de entrada para o ponto mais alto do território continental, guardando nas suas ruas estreitas um património histórico rico. Figuras como Pêro da Covilhã, a antiga Comunidade Judaica e o legado da indústria dos lanifícios, que lhe conferiu o título de “Manchester Portuguesa”, fazem parte da sua identidade. Hoje, essa herança convive lado a lado com um percurso de arte urbana que reinterpreta a cidade.

A Covilhã é uma cidade de espírito aberto, moldada pelo dinamismo da Universidade da Beira Interior, que atrai estudantes de diversas origens e contribui para a renovação do tecido social e cultural. A paisagem montanhosa, o património arquitectónico e uma gastronomia profundamente enraizada nas tradições locais, onde se destacam o pastel de molho, a cherovia e o borrego, são elementos que definem a essência da cidade.

vista covilha

Entre museus, igrejas, miradouros e parques, há muito para descobrir em cada recanto. Os percursos pedestres são uma presença constante, desenhados para quem procura experiências de contacto directo com a natureza, promovendo uma vivência de bem-estar e qualidade de vida.

Desde 8 de novembro de 2021, a Covilhã integra a Rede de Cidades Criativas da UNESCO no domínio do Design, reconhecimento que sublinha a aposta da cidade em colocar a cultura e a criatividade como eixos fundamentais do seu desenvolvimento urbano sustentável.

Aliás, a arte urbana ganhou um lugar de destaque na Covilhã, muito devido ao WOOL – Covilhã Urban Art Festival, criado em 2011. Este é o mais antigo festival de arte urbana em Portugal e foi concebido com o objetivo de reabilitar o espaço público e valorizar a memória e identidade locais através de intervenções artísticas. Os murais, maioritariamente situados no centro histórico, resultam de uma estreita ligação entre os artistas convidados e o património material e imaterial da cidade.

O sucesso do WOOL demonstrou o potencial da arte urbana como ferramenta de transformação comunitária e de valorização turística. A partir daí, outras entidades e coletivos promoveram novas intervenções artísticas noutros pontos da cidade e do concelho, expandindo a oferta e tornando a Covilhã uma referência nesta expressão artística a nível nacional.

Mas a nossa press trip à Covilhã teve também outro motivo: conhecer o hotel Pena D’Água Boutique Hotel & Villas. Instalado num edifício reabilitado, este hotel assume uma ligação profunda com a identidade beirã, conjugando tradição e sofisticação numa harmonia com a natureza envolvente. O nome remete para as antigas medições de água, mas hoje representa um conceito de partilha entre Homem, cidade e montanha.

O edifício principal do Pena D’Água, uma mansão do século XIX que outrora foi casa de família, foi reimaginado com respeito pelas suas raízes e um toque contemporâneo que mantém o charme histórico intacto. A partir daqui, 15 quartos e 4 suítes contam histórias guardadas pelas gerações, enquanto as 8 villas recentes (seis familiares e duas executivas) – inseridas num edifício muito mais recente, com uma construção mais contemporânea e atual, pensadas especialmente para famílias – oferecem vistas panorâmicas e privacidade, unindo o clássico ao moderno num equilíbrio raro. São, portanto, 27 unidades de alojamento ao todo.

O design, como já puderam perceber, equilibra elementos clássicos, como tetos altos e madeiras nobres, com uma decoração atual e funcional, proporcionando um ambiente acolhedor e elegante.

O Pena D’Água adoptou uma abordagem sustentável desde o início do seu projeto. Na reabilitação do edifício, optou-se pela reutilização de materiais, como as vigas de castanho dos antigos telhados, agora transformadas em mobiliário. No SPA, os revestimentos e materiais utilizados provêm de empresas com certificação LEED e incluem elementos naturais como o óleo de linhaça e a cortiça. A recolha de águas pluviais e a instalação de painéis fotovoltaicos reforçam o compromisso ambiental do espaço. Esta preocupação estende-se às atividades propostas aos hóspedes, como passeios de e-quad e aluguer de bicicletas elétricas, proporcionando formas de mobilidade sustentável.

O bem-estar ocupa um lugar central na experiência proporcionada pelo Pena D’Água. O Spa & Wellness – que vai ser aumentado – oferece um circuito de sauna, banho turco e piscinas interiores e exteriores, criando um ambiente de equilíbrio e relaxamento. Os tratamentos baseiam-se em produtos naturais provenientes da serra, proporcionando uma experiência sensorial que alia os aromas da montanha às terapias de água. O ginásio completa esta oferta, assegurando a manutenção do corpo e da mente em sintonia.

Outro dos pontos fortes do hotel Pena D’Água é o Açafrão, localizado no Edifício Arte Nova, também da propriedade. Liderado pelo chef Filipe Madeira, natural da região, o restaurante une tradição e cozinha de autor, realçando a gastronomia local com um toque contemporâneo. Filipe, que regressou à sua terra depois de uma carreira internacional, alia sabores locais a técnicas refinadas, criando um menu que é uma homenagem à região e às suas gentes. E como seria de esperar, a especiaria açafrão, historicamente importante para a Covilhã, está presente em vários pratos, mantendo a ligação às raízes da região.

Ao longo das refeições, os hóspedes são acompanhados pelo cuidado meticuloso do Sommelier Rúben Nunes, também natural da Covilhã, que propõe harmonizações pensadas ao pormenor, valorizando vinhos nacionais com particular destaque para a produção do Douro. A carta de vinhos acompanha a estação e a inspiração do chef, e pode ser apreciada tanto no salão interior como no Atrium by Açafrão, o novo espaço ao ar livre onde os finais de tarde são celebrados entre cocktails e partilhas – mas atenção que este espaço somente funciona durante os meses mais quentes do ano. E claro, há um carta específica para este espaço, mais sazonal, que se rende aos ingredientes frescos e aos sabores mais leves da época.

Como visitámos o Pena D’Água em maio, não foi possível conhecer o Atrium by Açafrão, mas, durante a nossa estadia, pudemos deliciar-nos com propostas como Peixinhos da Horta de Cherovia (raiz muito consumida na região da Covilhã, sendo muito parecida à cenoura, mas mais adocicada), Croquete de Rabo de Boi e Tartelete de Santola (a ideia é comer de uma só vez), nos snacks; com o Pica-Pau de Novilho e o Alho Francês com Manteiga de Cabra, Amêndoa e Coentros (uma opção que nunca saiu da carta, apesar das várias trocas de menu) nas entradas; Feijocas, Sames de Bacalhau e Camarão da Costa (portanto, uma versão sem a típica carne de porco), Lula Nacional com Molho XO e Legumes Grelhados, Bochecha de Vitela, Couve Flor, Espargos e Açafrão, e Presa de Porco Ibérico, Grão de Bico, Aneto e Acelgas nos pratos principais; e sobremesas como a Tijelada Beirã e o Creme Brûlée de Pistachio.

De facto, começa a ser raro encontrar restaurantes como o Açafrão hoje em dia, com tanta qualidade e amor nos pratos. Tradição e inovação é o que nos chega à mesa, naquela que foi, até ao momento, das melhores experiências gastronómicas de 2025. Filipe Madeira e Rúben Nunes têm um futuro brilhante pela frente!

Além das refeições que fizemos no Açafrão, tivemos ainda oportunidade de jantar no magnífico Varanda da Estrela, a menos de 20 minutos de distância de carro. Ali, a mesa é o ponto de encontro onde a gastronomia local, as tradições da Serra e a identidade cultural da região se entrelaçam de forma autêntica. Este é um espaço onde a arte de receber é levada a sério, refletindo-se tanto na escolha cuidada dos produtos endógenos como no ambiente que acolhe os visitantes.

A decoração não é meramente estética; os artefactos típicos da Serra estão ali para contar histórias, criando uma ligação direta ao património local. Mas é na cozinha que o Varanda da Estrela encontra a sua verdadeira essência, apostando numa gastronomia que respeita os sabores tradicionais e que procura, acima de tudo, a satisfação de quem se senta à mesa. E o difícil vai ser mesmo escolher – Tosta Serrana, Feijocas Serranas, Cogumelos Recheados, Arroz de Zimbro do Ti Manel, Pernil Confitado, Javali Guarnecido de Castanhas e Cogumelos Selvagens, Aba de Vitela Assada no Forno da Comadre… No fim, se ainda tiverem espaço, há sobremesas a não perder como a Tigelada Beirã e a Almofadinha Serrana.

Com uma localização privilegiada, o Pena D’Água permite explorar com facilidade o centro histórico da Covilhã e alguns dos seus pontos mais emblemáticos, como a Igreja de Santa Maria Maior, a Ponte de Carrilho da Graça ou o Covão dos Conchos. A proximidade à Serra da Estrela abre ainda possibilidades para percursos pedestres, passeios às praias fluviais no verão ou escapadas à neve no inverno.

Entre a tradição e a modernidade, entre a cidade e a serra, o Pena D’Água afirma-se como um lugar onde a identidade da região encontra novas formas de se revelar. Um hotel que não se limita a acolher, mas que participa ativamente na vida e no património da Covilhã.

Revolut e TAP Air Portugal estabelecem parceria para pagamentos digitais mais rápidos e programa de recompensas reforçado

A TAP Air Portugal integra o Revolut Pay para pagamentos online mais rápidos e seguros, permitindo acumular até 10 vezes mais RevPoints.

A TAP Air Portugal vai disponibilizar o serviço Revolut Pay como método de pagamento nas suas plataformas online, permitindo aos clientes efetuar transações de forma imediata e segura. A integração será inicialmente dirigida ao mercado português e, posteriormente, também ao do Reino Unido.

Durante o período de lançamento, que decorre até 12 de setembro, os passageiros que utilizarem o Revolut Pay para comprar voos da TAP poderão acumular até dez vezes mais RevPoints, pontos que podem ser trocados por milhas, estadias ou outras experiências.

O Revolut Pay foi concebido para agilizar reservas, eliminando a necessidade de introduzir manualmente os dados de pagamento. A confirmação das compras é feita através da aplicação Revolut, com autenticação por palavra-passe ou dados biométricos. Segundo dados da empresa, o serviço atinge uma taxa média de autorização de 98,5% e apresenta níveis de abandono de carrinho inferiores a 10%. Os comerciantes podem ainda receber fundos em 24 horas e aceitar pagamentos em mais de 33 moedas.

Além das vantagens associadas aos RevPoints, o Revolut Pay inclui uma política de proteção do comprador, com encriptação de dados e mecanismos de segurança para evitar partilha indevida de informação entre diferentes comerciantes.

System Shock 2: 25th Anniversary Remaster – Review: Viva a nova carne

System Shock 2 surge de cara lavada com novas texturas em alta definição e controlos pensados para as limitações dos comandos, mas a estreia da sequela icónica nas consolas é tudo menos imperdível.

Talvez esteja a ser demasiado injusto quando admito que respeito System Shock 2, mas que tenho pouca vontade em voltar a jogá-lo. Estamos a falar de um dos videojogos mais icónicos dos 2000, um triunfo da Looking Glass Studios e um início para Kevin Levine e a Irrational Games, que viriam a expandir as mecânicas e sistemas introduzidos em System Shock 2 para criar Bioshock e as suas sequelas.

System Shock 2 é certamente um dos videojogos de ficção científica mais importantes do género, em tons de immersive sim, cujo aniversário deve ser celebrado por todos os amantes de videojogos, ainda mais agora que se estreia finalmente nas consolas. Mas System Shock 2 também é um videojogo com 25 anos e o tempo nunca para para ninguém.

Se adorei visitar a estação Von Braun e experienciar em primeira mão os twists de SHODAN e lutar contra as criaturas biomecânicas que assombram os corredores da estação, não consigo esconder o cansaço que se instalou ao longo das várias horas da sua campanha.

Apesar dos esforços da Nightdive Studios, que está novamente de parabéns por mais uma remasterização impecável e sem problemas técnicos, o menu continua a ser moroso e cansativo de manusear com o comando. O combate é demasiado simples e se não fosse pelo sistema de evolução, que nos permite expandir as habilidades das personagens – onde até podemos desbloquear poderes psiónicos -, os confrontos ainda seriam mais repetitivos. Existem sistemas e decisões de design que são frutos do seu tempo, e System Shock 2 é um jogo que prefiro respeitar e elogiar mais do que jogar.

Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela ÜberStrategist.

Firmo apresenta o primeiro caderno com inteligência artificial em Portugal

Chama-se WiseBook e é um caderno que integra IA para transformar apontamentos manuscritos em explicações e resumos personalizados. O novo produto da Firmo estará à venda muito em breve.

A Firmo, marca portuguesa com mais de sete décadas de ligação ao setor da educação, anunciou o lançamento do WiseBook, o primeiro caderno no país a incorporar inteligência artificial. O novo produto combina a escrita manual com uma aplicação educativa que funciona como tutor virtual, permitindo transformar apontamentos manuscritos em explicações personalizadas, disponíveis a qualquer hora.

Este caderno premium, quando utilizado em conjunto com a aplicação compatível com iOS e Android, permite digitalizar apontamentos através de uma fotografia, com o sistema a reconhecer a caligrafia e converte o conteúdo para um formato digital organizado, pesquisável e editável. A partir daí, é possível gerar resumos automáticos, criar cartões de memorização, realizar quizzes interactivos e interagir com um tutor virtual, por texto ou voz, que responde com base nos conteúdos reais registados pelo aluno.

Ao contrário de soluções genéricas de inteligência artificial, a tecnologia do WiseBook adapta-se aos hábitos de estudo de cada utilizador, proporcionando uma experiência personalizada. A informação é sempre extraída do próprio material escrito pelo estudante, garantindo rigor e evitando dados não verificados. O objetivo não é substituir o professor, mas apoiar o estudo autónomo, mantendo a ligação directa ao que é lecionado em sala de aula.

O produto estará disponível nas principais papelarias, nas lojas Staples, no Pingo Doce e em plataformas online, mas o preço ainda não foi divulgado. O conjunto inclui o caderno e o acesso à aplicação que integra o tutor virtual.

Waze vai deixar de suportar versões antigas do Android

O Waze vai passar a requerer no mínimo o Android 10.

A aplicação Waze começou a notificar os seus utilizadores sobre novos requisitos para a sua utilização, afetando particularmente equipamentos com o Android 9 e sistemas operativos anteriores.

Como reportado pelo Android Authority, que analisou as ultimas versões da aplicação, o Waze passará agora a requerer o Android 10, no mínimo, para a sua utilização ideal com todas as suas funcionalidades. Afetando smartphones, tablets e outros dispositivos dependentes do sistema operativo da Google,lançados antes de setembro de 2019, data em que o Android 10 começou a ser implementado.

Felizmente, esta descontinuação não implicará uma interrupção imediata do serviço nos dispositivos afetados. A Waze continuará a funcionar, preservando as funcionalidades principais que popularizaram a aplicação, como as informações de trânsito em tempo real, alertas da comunidade e rotas otimizadas. A principal diferença estará na impossibilidade de receber novas funcionalidades e melhorias que venham a ser introduzidas em futuras versões.

Para quem ainda utiliza dispositivos com Android 9 ou anterior, o Google Maps pode apresenta-se como a alternativa mais viável, continuando compatível com o Android 8 e posteriores. Embora não ofereça todas as características sociais e colaborativas do Waze, mantém funcionalidades essenciais para navegação diária, incluindo cálculo de rotas otimizado e informações de trânsito atualizadas.

Upon Harbor reforça frente ribeirinha do Seixal com novo aparthotel turístico e residencial

O Upon Harbor, projeto de 24 milhões de euros do Grupo Libertas, traz 102 apartamentos turísticos à baía do Seixal. Abre no final do ano.

A baía do Seixal prepara-se para receber o Upon Harbor, um projeto turístico e residencial que se encontra na fase final de construção. Resultado de um investimento de 24 milhões de euros pelo Grupo Libertas, o empreendimento integra-se na requalificação da antiga fábrica Mundet, outrora uma das maiores indústrias de transformação de cortiça do país, cuja história e identidade servem de inspiração para o conceito do espaço.

Com classificação de quatro estrelas e integrado na marca Upon do Grupo StayUpon, o aparthotel oferece a possibilidade de estadias de curta ou longa duração, bem como a aquisição de imóveis com gestão hoteleira assegurada. O modelo de investimento prevê uma rentabilidade anual de 5%, atraindo tanto quem procura alojamento com serviços como quem privilegia um investimento imobiliário de baixo risco. Esta nova unidade reforça a presença do grupo no distrito de Setúbal, juntando-se a projetos como o Praia do Sal Resort e o Upon Vila, em Alcochete.

Com uma capacidade total de 248 camas, o Upon Harbor dispõe de 102 apartamentos turísticos, distribuídos por cinco tipologias, desde estúdios a T3 em formato loft ou duplex, com preços a partir de 275.000€. Entre as valências contam-se uma piscina panorâmica e bar no topo do edifício, ginásio, sauna, áreas destinadas a reuniões e eventos e um restaurante próprio, o Ebulição.

Localizado a 16 minutos de ferry do centro de Lisboa, o edifício foi concebido pelo arquiteto Tiago Palmela, do gabinete TIP, enquanto a decoração de interiores ficou a cargo do Atelier Catarina. Os apartamentos são entregues totalmente mobilados e equipados, incluindo cozinha completa, ar condicionado reversível e roupeiros embutidos, com acabamentos de qualidade.

Grande parte das unidades já foi comercializada, revelando o interesse gerado pela conjugação de habitação, turismo e investimento numa localização ribeirinha privilegiada. Os proprietários beneficiam de serviços como receção e concierge disponíveis 24 horas, com a gestão operacional entregue ao StayUpon Hospitality Group, reconhecido no setor.

A execução da obra está a cargo da Ecoárea, empresa do próprio Grupo Libertas, que também lidera a promoção do projeto. A conclusão do Upon Harbor está prevista para o final deste ano.

Shadow Labyrinth – Review: Um metroidvania sem garra

Para celebrar os 45 anos de Pac-Man, a Bandai Namco decidiu adaptar a famosa personagem a um universo de ficção científica com a visão arrojada e misteriosa de Shadow Labyrinth. Infelizmente, ninguém se lembrou que também tinham de pensar na jogabilidade.

Era apenas uma questão de tempo até me cruzar com Shadow Labyrinth. Eu sabia que era inevitável, como poderia não ser? Estamos a falar de uma adaptação completamente fora do normal, uma nova visão sobre uma das personagens mais icónicas da história dos videojogos, transportada para um mundo destruído por guerra, mergulhado num ambiente sci-fi onde se é presa ou caçador. Afinal o que seria Shadow Labyrinth? Os trailers mantiveram o mistério. Seria apenas um jogo de ação e aventura? Um metroidvania? E que mecânicas clássicas de Pac-Man seria adaptadas para este novo registo?

As respostas são desapontantes. Shadow Labyrinth é um metroidvania muito seguro, tão mediano que chega a ser ofensivo, com um level design e direção de arte pouco memoráveis ou convidativos. A Bandai Namco apostou tanto no conceito que ignorou a jogabilidade e jogou pelo seguro.

As mecânicas principais são previsíveis, a progressão também e mesmo com a presença de habilidades icónicas de Pac-Man – como a navegação por espaços fechados e a necessidade de devorar os seus inimigos – Shadow Labyrinth faz muito pouco com o género. Não se trata de um jogo difícil ou implacável, antes aborrecido e cansativo por ser tão previsível. Mesmo com a mecânica de devorar, que nos permite ter acesso a recursos que podemos utilizar para comprar itens e habilidades para a nossa personagem misteriosa – apenas conhecida como Número 8 -, esta reinterpretação de Pac-Man e do universo da Bandai Namco não se consegue destacar.

Não é um mau jogo, mas também não é um excelente exemplo do género ou até do que é possível fazer com a personagem: é apenas mediano.

Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Bandai Namco.

Michael Kors reabre loja no Colombo com conceito único na Península Ibérica

A Michael Kors reabre no Colombo, em Lisboa, com conceito exclusivo que integra coleções para homem e mulher, num espaço único na Península Ibérica.

O Centro Colombo volta a destacar-se no panorama do retalho de luxo com a reabertura da Michael Kors, que apresenta agora um novo conceito de design global. Situada no Piso 0, esta loja é a única na Península Ibérica a integrar, no mesmo espaço, as coleções femininas e masculinas da marca norte-americana.

O espaço, com 330 m2, foi concebido segundo uma estética de luxo discreto e sofisticado, reunindo as principais linhas da marca: carteiras, pronto-a-vestir, artigos em pele de pequena dimensão, calçado, joalharia, fragrâncias, relógios e óculos de sol. A oferta inclui também uma gama alargada da linha masculina Michael Kors Mens. Entre os serviços disponíveis, destaca-se a personalização através de monogramas aplicados em peças selecionadas.

A reabertura coincide com a apresentação da campanha de Outono 2025, com uma coleção que aposta na versatilidade e no equilíbrio entre o urbano e o boémio. Inclui coordenados que funcionam tanto como fato como vestido, casacos de forte impacto visual e uma paleta cromática que vai dos tons de azeitona, preto e cinzento a azuis em degradé, com apontamentos metálicos e um vermelho intenso.

Para assinalar esta reabertura, está previsto para meados de setembro um evento exclusivo no Colombo, com música ao vivo a cargo de um DJ, cocktails e canapés inspirados em Nova Iorque, cidade natal de Michael Kors.

Troço entre Ovar e Espinho vai ser renovado com investimento de 90 milhões de euros

A intervenção, que abrange cerca de 18,7 quilómetros, contempla a substituição completa da superestrutura da via e a construção de novos cais de passageiros nas estações e apeadeiros ao longo do troço entre Ovar e Espinho.

A Infraestruturas de Portugal anunciou a abertura do concurso público para a empreitada de renovação integral de via no troço ferroviário entre Ovar (Válega) e Espinho, na Linha do Norte. O projeto, com um investimento previsto de 90 milhões de euros, tem como objetivo reforçar a fiabilidade operacional e a segurança da infraestrutura, aumentando simultaneamente a capacidade de transporte e reduzindo os tempos de viagem nos serviços de passageiros de longo curso.

A intervenção, que abrange cerca de 18,7 quilómetros, contempla a substituição completa da superestrutura da via e a construção de novos cais de passageiros nas estações e apeadeiros ao longo do troço, melhorando o conforto e a acessibilidade para os utilizadores. Inclui igualmente a reconfiguração da disposição das linhas nas estações de Ovar e Esmoriz, bem como a criação de duas vias de resguardo para comboios de mercadorias, com comprimento útil mínimo de 750 metros, localizadas a norte da Estação de Ovar.

O projeto prevê ainda a realização de obras de reforço e alteração das passagens hidráulicas, estabilização e tratamento de taludes e instalação de vedação ao longo do canal ferroviário. No domínio da segurança, estão planeadas melhorias significativas nos atravessamentos rodoviários e pedonais, substituindo as atuais passagens de nível por soluções desniveladas. Entre as intervenções, destacam-se a construção de duas novas passagens inferiores rodoviárias – situadas ao quilómetro 301,141, a norte de Ovar, e ao quilómetro 314,937, no apeadeiro de Silvalde – e de uma passagem superior rodoviária junto ao apeadeiro de Paramos, ao quilómetro 313,266.

No atravessamento pedonal, está prevista a construção de sete passagens desniveladas para servir as estações de Ovar e Esmoriz e os apeadeiros de Válega, Carvalheira-Maceda, Cortegaça e Paramos. Estas novas estruturas proporcionarão alternativas mais seguras e eficientes para a travessia da via férrea, eliminando as passagens de nível atualmente existentes num dos eixos ferroviários mais importantes do país, que atravessa uma área de elevada densidade populacional.

Foto: IP – Infraestruturas de Portugal

Android TV 14 está a chegar a várias Smart TVs Sony Bravia

A Sony começou a levar o mais recente sistema operativo da Google para TVs da série Bravia.

A Sony começou a atualizar a sua gama de televisores Bravia, com o Android TV 14 que inclui a interface Google TV. A mudança chega com atraso face ao calendário habitual dos smartphones e dos tablets, onde a distribuição de novas versões do sistema operativo Android é muito mais célere que no universo das televisões. Ainda assim, esta atualização marca um salto relevante para utilizadores que, em alguns casos passam diretamente do Android TV 10 ou 11 para a versão mais recente.

De acordo com vários utilizadores de equipamentos Bravia, os primeiros a receberem a atualização foram os televisores equipados com processadores Realtek. Entre as séries abrangidas nesta fase inicial estão as Bravia 2 X77L, X75L, X75K, X74L, X74K, X70L, X64L, W880K, W835, W830L, W830K, W825 e W820K, com dezenas de variantes e tamanhos distintos, de 32 até 75 polegadas. Pelo contrário, televisores com processadores MediaTek, pelo menos para já, continuam fora da lista de atualizações.

O Android TV 14 conta com várias melhorias face às versões anteriores. Entre elas encontram-se três novos modos de poupança de energia, um que desliga a ligação de rede para consumo mínimo, outro que mantém funções essenciais como o Google Cast através do Wi-Fi, e um terceiro que mantém a integração com a plataforma Google Home para controlo de dispositivos domésticos inteligentes. Como seria de esperar também se encontram otimizações a nível de desempenho com a promessa de maior fluidez, mesmo com pouca RAM. E entre as novidades, o novo sistema operativo oferece o modo “picture-in-picture”, para modelos selecionados, que permite ver dois conteúdos em simultâneo ou manter duas aplicações abertas ao mesmo tempo no ecrã da televisão.

A atualização é instalada de forma automática, com a “transferência automática de software” ativada, surgindo com um aviso no arranque da TV. Mas em alternativa, o utilizador pode verificar manualmente a disponibilidade nas definições do sistema. Para quem preferir, existe também a possibilidade de forçar a instalação através de uma pen USB, descarregando previamente o firmware no site oficial da Sony, onde basta introduzir o número exato do modelo compatível para aceder às instruções detalhadas.

Firefox 141 alvo de críticas por parte da comunidade

Uma funcionalidade inteligente integrada no Firefox 141 está alegadamente a consumir demasiados recursos nos dispositivos dos utilizadores.

A Mozilla lançou recentemente o Firefox 141, que incluiria melhorias como otimizações de memória para o sistema operativo Linux e novidades com um conversor de unidades integrado. Contudo, o maior destaque da atualização está a ser alvo de críticas por parte da comunidade. Trata-se da introdução dos chamados grupos inteligentes de separadores, uma funcionalidade que é suportada por inteligência artificial local. O conceito desta funcionalidade, é que promete um agrupamento automático de separadores com base nos títulos das páginas, sugerindo nomes para cada grupo e até indicando separadores relacionados através de um botão dedicado.

O sistema funciona com um modelo de incorporação que transforma títulos em vetores numéricos, identificando relações entre páginas através de algoritmos específicos. As sugestões de nomes recorrem a um modelo da própria Mozilla, inspirado no T5 da Google. No entanto, começaram a surgir relatos de utilizadores que observaram um elevado consumo de recursos nas suas máquinas, nomeadamente no processador e numa redução significativa da autonomia de portáteis, em consequência direta do processo que corre em segundo plano no Gestor de Tarefas do Firefox 141. Em alguns casos, surgiram até falhas no navegador ao tentar desativar manualmente esse processo.

Mas as queixas vão além do desempenho, já que há quem considere que a Mozilla está a afastar-se da filosofia de simplicidade que sempre caracterizou o Firefox. A opção por executar modelos localmente é elogiada por preservar a privacidade, mas o custo em recursos levanta dúvidas sobre a viabilidade da abordagem. A comparação com a Microsoft é inevitável, e enquanto o Edge aposta no Copilot, integrado e dependente de serviços na nuvem, a Mozilla insiste numa solução local, que alguns utilizadores criticam por utilizar o formato ONNX, considerado menos eficiente do que o GGUF para execução de modelos no dispositivo.

Para quem já sente os efeitos negativos, há forma de desligar estas funcionalidades. Basta abrir uma nova aba, escrever na barra de endereço do navegador “about:config”, aceitar o aviso de risco e procurar “browser.ml.chat.enabled”, alterando o valor para “False” com um duplo clique. O mesmo deve ser feito para “browser.tabs.groups.smart.enabled” para desativar os grupos inteligentes de separadores.

CEO do GitHub renuncia o cargo e plataforma perde a independência da Microsoft

Jay Parikh será o novo líder do GitHub que passa a ser integrado pela equipa CoreAI, da Microsoft.

A Microsoft anunciou uma profunda reestruturação da popular plataforma GitHub, que passará a integrar a sua equipa CoreAI. Esta decisão resulta na sequência da saída de Thomas Dohmke do cargo de CEO, responsável que liderou a plataforma durante quase quatro anos e que deixará as suas funções no final de 2025, para “regressar ao espírito empreendedor” e explorar novos projetos fora da Microsoft e do GitHub, como afirma na sua publicação de despedida.

Adquirido pela Microsoft em 2018 por 7,5 mil milhões de dólares, o GitHub manteve, até agora, uma gestão relativamente independente. Com estas alterações na plataforma, essa autonomia chega agora ao fim, com a decisão da Microsoft de não nomear um novo CEO, entregando o Github a Jay Parikh, ex-Meta, responsável pela equipa da CoreAI, a divisão responsável pelo desenvolvimento de plataformas e ferramentas de inteligência artificial para a Microsoft e os seus clientes.

Ao anunciar a sua saída, Dohmke recorda e sublinha o crescimento contínuo da plataforma, que conta atualmente com mais de mil milhões de repositórios e bifurcações e uma comunidade superior a 150 milhões de programadores. O responsável destaca ainda o papel do GitHub Copilot, que descreveu como “a maior revolução no desenvolvimento de software desde o computador pessoal”. Dohmke vai permanecer até ao final de 2025 para assegurar uma transição estável, manifestando “profundo orgulho” pelo trabalho realizado, especialmente num modelo de funcionamento remoto.

As reações a esta reestruturação não caíram bem na comunidade, que não vê com bons olhos à invasão das funcionalidades inteligentes cada vez mais impostas pela Microsoft, e que já há uma semana também antevia por algo de negativo para breve quando Dohmke afirmou nas redes sociais que “ou abraçam a AI ou saltam fora desta carreira“.

Neopop celebra edição histórica e anuncia datas para os 20 anos em 2026

A última edição do Neopop reuniu artistas de renome e público de mais de 50 países, reforçando Viana do Castelo no mapa mundial da música eletrónica.

O Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, voltou a receber milhares de entusiastas da música eletrónica, vindos de mais de 50 países, para mais uma edição do NEOPOP, que se consolidou como um dos eventos de referência no circuito internacional. A organização já confirmou o regresso para os dias 6, 7 e 8 de agosto de 2026, ano em que o festival assinalará duas décadas de existência.

O arranque desta edição ficou marcado pela estreia mundial de Joseph Capriati em formato b2b com Freddy K, um encontro de gerações e visões artísticas distintas que abriu caminho a uma noite intensa. Charlotte de Witte trouxe o seu techno incisivo, Goldie apresentou-se num registo techno set e Biiia, acompanhada por bailarinos, introduziu uma vertente performativa singular ao alinhamento.

O segundo dia destacou-se pela diversidade de abordagens: Vintage Culture apresentou uma sonoridade melódica e expansiva, Richie Hawtin explorou o minimalismo preciso e Klangkuenstler apostou numa energia industrial marcada. O momento nacional da noite coube a Lewis Fautzi, que partilhou a cabine com The Advent num b2b que cruzou talento português com uma referência internacional.

A despedida fez-se com um live act conjunto de Colin Benders, Lady Starlight e Sterac, explorando improvisações e texturas analógicas, seguido pela cadência hipnótica de Rødhåd. Sven Väth assumiu o special closing set, antes do derradeiro b2b entre IMOGEN e Daria Kolosova, que encerrou o evento com intensidade e coesão artística.

De resto, quem quiser pode desde já registar interesse na pré-venda de bilhetes para a próxima edição do Neopop, aqui.

Beta de Battlefield 6 atingiu um pico de jogadores superior ao melhor de Call of Duty

Mais de meio milhão de jogadores juntou-se à beta de Battlefield 6, apenas pela Steam.

Battelfield 6 teve este fim de semana a sua primeira beta aberta e a julgar pelo número na Steam foi um incrível sucesso. Disponível através da EA App, na Xbox Series X|S e PlayStation 5, os números conhecidos até agora dizem respeito apenas à versão na Steam Store e somam uns impressionantes 521,079 jogadores, um pico máximo de jogadores atingido no dia 9 de agosto, que ultrapassa o melhor número registado pela saga rival, Call of Duty, cuja aplicação central (que dá acesso aos vários jogos da franquia) foi atingido há quase três anos com 491,670 jogadores em simultâneo.

Battlefield 6 ainda está por lançar e promete ser não só o regresso em força da série, mas uma das melhores entradas, inspirando-se em alguns dos elementos não só mais icónicos da franquia, mas também os mais acarinhados pelos jogadores.

Inicialmente revelado com um trailer dedicado à campanha, do qual se conhece pouco para já, Battlefield 6 apresenta-se com uma premissa mais “realista”, inspirada num futuro próximo, num mundo onde as maiores alianças geopolíticas são fragmentadas. O jogo promete combates em larga escala e uma história tensa e emocionante.

Algumas das novidades do jogo para a saga já puderam ser testadas na recente beta, como é o caso do seu sistema de combate cinestésico, concebido para oferecer maior fluidez nos movimentos e mais interação com o ambiente, ou a capacidade de puxar aliados feridos para zonas seguras ou o uso de cobertura para montar armas, o que reduz o recuo. Assim como uma estrutura baseada em modos clássicos, com um sistema de classes também mais polido.

Com lançamento programado para outubro, Battlefield 6 terá outra beta ainda este mês, marcada de 14 de agosto até 17 de agosto.

Os números atingidos na primeira beta podem ser bons indicadores de um jogo de sucesso, mas podem também refletir uma curiosidade em experimentar o jogo, dado que estas betas são de acesso gratuito. O lançamento do jogo, no entanto, terá um custo, a começar nos 69,99€, e o seu sucesso terá que ser abordado em consideração com a chegada de Call of Duty: Black Ops 7, previsto para a mesma altura, que irá dividir atenção dos jogadores neste género de jogos.

TGB – The Good Burger lança cookies em três sabores nos seus restaurantes

Disponíveis nos sabores Milkchoc, White Chocolate e Double Chocolate, as novas cookies da TGB – The Good Burger já podem ser devoradas.

O TGB – The Good Burger alargou recentemente a sua carta, introduzindo cookies como opção de sobremesa. A cadeia, conhecida pela aposta nos hambúrgueres smash e em preços competitivos, passa a disponibilizar três variantes: Milkchoc, White Chocolate e Double Chocolate.

Estas novidades podem ser encontradas tanto nos restaurantes físicos, como nas plataformas de entrega ao domicílio onde a marca está presente. O sabor Milkchoc combina chocolate de leite com a textura clássica de uma cookie, pensado para quem aprecia combinações tradicionais. O White Chocolate apresenta-se como a alternativa mais doce, enquanto o Double Chocolate intensifica o sabor, destinado a quem prefere sobremesas mais ricas.

Nos restaurantes, cada cookie tem o preço de 2€, enquanto nas encomendas através de delivery o valor é de 2,60€. Com esta adição, o a cadeia amplia a experiência de refeição, oferecendo uma opção doce que complementa o menu já existente.