Lidl lança gama Plex para fortalecer e proteger o cabelo no verão

A gama Plex do Lidl oferece champô, tratamento intensivo, condicionador e óleo para reparar, fortalecer e proteger o cabelo durante a exposição solar e o calor do verão.

O verão traz dias longos de sol, praia e piscina, mas esta exposição intensa pode comprometer a saúde do cabelo, tornando-o mais seco, frágil e propenso à quebra. Para fazer face a estes efeitos, o Lidl lançou a gama Plex, uma linha de produtos pensada para fortalecer e proteger o cabelo antes e durante a exposição solar.

A gama Plex distingue-se pela combinação de ação reparadora e protetora, oferecendo uma rotina completa de cuidados capilares a um preço acessível. Os produtos, desenvolvidos com proteínas de origem vegetal e pantenol, atuam desde a raiz, reforçando a estrutura do cabelo, até às pontas, ajudando a manter a hidratação e a reduzir a secura.

São quatro os produtos que compõem a gama. Um deles é o Champô Rparador, que contém queratina vegetal, aminoácidos naturais e pantenol, proporcionando nutrição e fortalecimento. Há também o Tratamento Intensivo, que combina os mesmos ingredientes com um conjunto de aminoácidos que ajudam a hidratar, proteger a cor e reparar danos superficiais, incluindo uma proteção contra a radiação solar. Já o Condicionador Sem Enxaguar, igualmente enriquecido, contribui para proteger e fortalecer o cabelo ao longo do dia. Por último, Óleo Reparador, formulado com óleos de argão, oliva e moringa, confere brilho e suavidade.

Com esta gama, o cabelo pode manter-se mais resistente e saudável mesmo sob as exigências do verão, oferecendo uma resposta eficaz aos efeitos da exposição solar e do calor intenso.

Porto, Matosinhos, Mondim de Basto e Odivelas vão ter novas ciclovias

O Fundo Ambiental financia 75% de quatro projetos de ciclovias intermunicipais no Porto, Matosinhos, Mondim de Basto e Odivelas, reforçando a mobilidade sustentável e a ligação entre municípios.

O Governo aprovou um apoio de 2,37 milhões de euros para a construção de novas ciclovias intermunicipais, num investimento que irá beneficiar quatro municípios: Porto, Matosinhos, Mondim de Basto e Odivelas. A medida, gerida pelo Ministério do Ambiente e da Energia através da Agência para o Clima (ApC), insere-se no Fundo Ambiental e cobre 75% dos custos de cada projeto, o equivalente a 150.000€ por quilómetro e a 750.000€.

Os projetos representam um investimento global de cerca de seis milhões de euros em novas ligações cicláveis seguras. No Porto, a intervenção tem um valor total de 2,388 milhões de euros, com financiamento de 750.000€. Em Matosinhos, o investimento ascende a 2,35 milhões de euros, também com apoio máximo de 750.000€. Mondim de Basto apresenta um projeto no valor de 163.000€, financiado em 122.200€, enquanto Odivelas avança com uma obra orçada em 1,091 milhões de euros, igualmente com financiamento de 750.000€.

O programa tem como objetivo reforçar a rede de ligações cicláveis entre municípios, integrando-as nos sistemas urbanos e metropolitanos. O montante máximo previsto no aviso era de três milhões de euros, distribuídos por um milhão em 2024 e dois milhões em 2025. Com a aprovação das candidaturas, a execução das obras deverá arrancar ainda em 2025, cumprindo os prazos estabelecidos para a sua conclusão.

Foto: Phil Hearing/Unsplash

Tarifa Diária de Roaming da Vodafone chega a mais 39 países a partir de 15 de setembro

A Tarifa Diária de Roaming da Vodafone passa a abranger mais 39 países fora do EEE, permitindo usar dados móveis como em Portugal por 4,90€ por dia.

A partir de 15 de setembro, a Tarifa Diária de Roaming da Vodafone ficará disponível em mais 39 destinos, permitindo utilizar dados móveis fora do Espaço Económico Europeu (EEE) nas mesmas condições que em Portugal, por um custo de 4,90€ por dia.

Entre os novos países abrangidos pela operadora encontram-se: África do Sul, Albânia, Argélia, Argentina, Arménia, Austrália, Bahrein, Bósnia e Herzegovina, Catar, Chile, Colômbia, Coreia do Sul, Costa Rica, Equador, Filipinas, Geórgia, Gana, Hong Kong, Japão, Jordânia, Macau, Macedónia, Malásia, Maurícia, Moldávia, Montenegro, Nova Zelândia, Omã, Paquistão, Panamá, Peru, Senegal, Sérvia, Singapura, Sri Lanka, Tanzânia, Uruguai, Uzbequistão e Vietname.

Esta tarifa já se encontra disponível para 14 países fora do EEE – Estados Unidos, Canadá, Brasil, Marrocos, Turquia, Emirados Árabes Unidos, México, Tunísia, China, Moçambique, Índia, Arábia Saudita, Egito e Tailândia -, mantendo-se o mesmo valor diário. A ativação é automática e ocorre no momento em que é realizada a primeira ligação de dados no destino, sendo válida por 24 horas. Durante esse período, a utilização é feita com base no pacote de dados incluído no tarifário nacional, sem cobrança adicional por MB, sendo apenas debitado o valor diário nos dias em que há consumo de dados.

Caso viajem entre países elegíveis no mesmo período de 24 horas, o valor não é cobrado novamente. No entanto, caso se desloquem para um país que não integre a lista, aplicam-se as tarifas de roaming específicas dessa região. Fora do EEE, as chamadas de voz e as mensagens mantêm-se sujeitas às tabelas habituais de roaming.

A Tarifa Diária de Roaming é compatível com tarifários pré-pagos e pós-pagos, incluindo os que não têm pacote de dados. Nestes casos, o acesso à internet é cobrado ao preço nacional de 0,004€ por MB, mediante o pagamento da tarifa diária. Quando o limite de dados incluído no tarifário ou definido pela Política de Utilização Responsável é atingido, passam a ser aplicadas as tarifas nacionais por MB: 0,015€ nos pós-pagos e 0,004€ nos pré-pagos.

As 10 propriedades de luxo mais vistas este verão que continuam disponíveis no mercado

De Sintra ao Algarve, passando pela Madeira e Comporta, conheça as 10 propriedades de luxo acima de 1 milhão de euros mais vistas este verão no idealista – e que continuam à venda.

Durante os meses de verão, imóveis de luxo com preços acima de um milhão de euros tendem a registar uma procura significativa por parte dos utilizadores de plataformas de compra e venda de casas. Entre mansões junto ao mar, quintas históricas, moradias contemporâneas e propriedades de carácter exclusivo, Lisboa e Algarve destacaram-se como as zonas com maior concentração de interesse.

O idealista resolveu fazer uma análise sobre estes dados e incluiu também a casa de luxo mais visualizada em cada distrito e nas ilhas, revelando que, apesar da elevada procura online, estas continuam à venda.

O fenómeno confirma uma tendência: cada vez mais pessoas dedicam tempo a explorar virtualmente residências de alto valor, transformando essa pesquisa num passatempo frequente, mesmo quando a aquisição não está ao alcance da maioria.

Entre os imóveis que mais despertaram curiosidade encontra-se uma moradia de nove quartos na Quinta da Marinha, em Sintra, inserida num lote de 2.200 m² e em contacto direto com o Parque Natural Sintra-Cascais. A propriedade oferece amplas zonas sociais, piscina, lago ornamental e um anexo destinado a lazer. Valor de mercado: 10,6 milhões de euros.

No Ribatejo, uma quinta equestre a apenas 15 minutos de Santarém, com 17.000 m² de terreno vedado, inclui uma habitação de quatro quartos, piscina de água salgada, estábulos, picadeiro e áreas destinadas a cavalos. Preço anunciado: 1,1 milhões de euros.

Na Serra de Sintra, uma mansão com elementos inspirados nos palácios da Disney ocupa uma propriedade composta por cinco edifícios, duas piscinas exteriores, uma piscina interior e áreas agrícolas de apoio. O valor pedido atinge os 24 milhões de euros.

No Algarve, a Quinta do Lago acolhe a residência “Blackbird”, concebida pelos ODOS Architects e inspirada no modernismo. Com 1.481 m², dispõe de cozinha italiana, salas amplas, terraços e piscina, além de suítes principais com vistas sobre o Atlântico. Valor: 24,5 milhões de euros.

Em Tróia, uma moradia T3+3 de primeira linha, com acesso direto à praia e vistas sobre a Serra da Arrábida, ergue-se num lote de 2.670 m². Tem piscina aquecida, garagem e construção recente. Preço: 5,9 milhões de euros.

No Funchal, uma moradia senhorial de 1921, com quatro pisos e terreno de 2.520 m², mantém vistas panorâmicas sobre a baía. Possui cinco quartos, três salas e ligação direta ao jardim. Valor: 3,2 milhões de euros.

Na Comporta, uma moradia térrea integrada no Spatia Comporta Resort ocupa um lote de 20.000 m², rodeada por pinhal. Inclui três suítes na casa principal, casa de hóspedes e piscina. O resort disponibiliza acesso a praias isoladas e serviços exclusivos. Preço: 2,95 milhões de euros.

Em Vilamoura, uma moradia renovada com piscina infinita, quatro suítes e cave espaçosa ocupa 417 m² de terreno e 350 m² de construção. Valor: 2,1 milhões de euros.

De volta ao Funchal, outra propriedade de destaque oferece uma sala de cinema premiada, ginásio, adega e piscina aquecida. As suítes têm varandas privadas com vista para a baía. Preço: 3,5 milhões de euros.

Novamente no sul do país, uma villa de luxo renovada em Lagos combina privacidade numa ilha acessível por ponte com vistas para o Atlântico. Conta com seis quartos, spa, adega, elevador, piscina infinita e casa de hóspedes. Valor: 27 milhões de euros.

Foto: Idealista

LG quer ampliar a presença do WebOS em cada vez mais equipamentos

O sistema operativo para televisores da LG, o webOS, vai passar a ser uma plataforma mais versátil com presença fora da marca e preparada para o sector automóvel.

A LG está a reposicionar o webOS, deixando de o tratar apenas como sistema operativo para as suas televisões e transformando-o num ecossistema mais flexível, pronto a integrar-se na vida digital dos utilizadores, seja nas suas casas, no trabalho e até nos automóveis. A estratégia aposta menos em hardware e mais em serviços, com ligação direta ao consumidor e com parcerias de longo prazo.

No centro desta estratégia está o webOS Hub 3.0, pensado como uma plataforma escalável para diferentes fabricantes de monitores, e não apenas da LG. Atualmente, este sistema já foi adotado por mais de 600 marcas em todo o mundo, onde integra funcionalidades como recomendações personalizadas inteligentes, acesso a jogos via cloud e gestão de casas. Graças à sua flexibilidade é possível também adaptá-lo a uma grande variedade de equipamentos como outros televisores, monitores profissionais e ecrãs instalados em hotéis ou espaços públicos, abrindo novas oportunidades de negócio.

Adicionalmente a plataforma LG Channels, um serviço gratuito de streaming com anúncios, disponível em 33 países, com mais de 4.000 canais na maioria das ofertas da marca atuais, vai ser uma área de maior investimento, com cada vez mais conteúdos originais e com programação local desenvolvida com emissoras nacionais. Em 2025, esta aposta chegou mesmo a conquistar o Prémio ITVT/TVOT pela contribuição para a produção regional, e conteúdos como The Rivalries, um documentário sobre rivalidades desportivas nos EUA, recebeu o Webby Award para Best Sports Video.

Ainda no que diz respeito ao webOS, este também já está presente no ao sector automóvel através da Automotive Content Platform, que oferece aos passageiros um ambiente de entretenimento e conectividade inspirado na experiência das smart TVs, mas adaptado à utilização em viagem. O objetivo é manter a mesma personalização e acesso a conteúdos, independentemente do local.

Com esta expansão, espera-se assim que se encontre cada vez mais soluções da LG onde menos esperamos, com um ecossistema consistente e interligado entre uma variedade de equipamentos cada vez maior e mais presente na vida dos consumidores atuais.

Stage35: a gastronomia japonesa ganhou um novo palco em Lisboa

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Inaugurado em junho deste ano, no coração do Chiado, o Stage35 apresenta uma proposta ousada que cruza tradição culinária japonesa com a cultura pop e energia urbana contemporânea.

Há sete anos, no nº7 da Rua Paiva de Andrade, surgia o AFURI, uma marca internacional japonesa que se tornou pioneira na introdução do ramen em Lisboa. A equipa, formada na exigente escola nipónica de AFURI, manteve os métodos, o rigor e a qualidade, mas decidiu seguir o seu próprio caminho. Foi assim que, no passado mês de junho, nasceu o Stage35, uma marca independente pronta para sae adaptar ao mercado português, mas sem comprometer a sua essência.

A marca, que tem em Tiago Pimentel o diretor operacional, está integrada num ecossistema mais amplo de restauração de inspiração japonesa, que inclui os restaurantes Sanjugo (localizados no centro comercial de Oeiras e no Amoreiras) e Izakaya. O plano para o Chiado é revitalizar a zona, recuperando assim o espírito das noites festivas de quinta e sexta, com o Stage35 como ponto de partida ideal para quem sai para a vida noturna.

O nome, Stage35, tem vários significados. “Stage” remete para os videojogos, simbolizando a passagem para um novo nível, ou seja, uma fase mais ousada e inovadora da marca. E também faz referência ao próprio espaço, que, nos tempos da Segunda Guerra Mundial, funcionava como cabaré. Já o seu número, 35, símbolo de sorte e prosperidade na cultura japonesa, liga-se diretamente à outra marca de Tiago Pimentel, o Sanjugo (que significa literalmente “35” em japonês).

A funcionar em regime pop-up, o Stage35 permite testar e aprimorar a carta de forma contínua, ouvindo os clientes e explorando novas receitas. Aliás, e se pensam que o Stage35 oferecem apenas ramen – um prato desafiante, até mesmo pelas altas temperaturas que se fazem sentir -, desenganem-se. A carta é versátil, com propostas como os donburis, mais leves, frescos e ideais para dias quentes, mas sempre reconfortantes e fiéis à tradição. Claro que o ramen mantém a sua autenticidade, com caldos caseiros feitos no local, noodles artesanais e combinações ousadas, como o caldo com pesto.

No entanto, mais do que um restaurante, o Stage35 quer ser um espaço de partilha e convívio, em que os clientes não vêm apenas pelo prato em si, mas pela vontade de estar à mesa, todos juntos a partilhar a comida.

Foi com este espírito de partilha que fomos conhecer o Stage35. Apesar de sabermos que o espaço será remodelado em breve, a verdade é que a primeira impressão foi bastante positiva. Os tetos abobadados em tijolo e a paleta de cores sóbria criam um ambiente equilibrado, onde o minimalismo acaba por funcionar muito bem. Ao fundo da sala destaca-se uma pequena bancada onde é possível ver os chefs em ação, junto a uma vitrine que exibe o peixe fresco do dia. Ligado por um corredor discreto, o bar completa a experiência: aqui preparam-se todas as bebidas, num ambiente marcado por iluminação estratégica e apontamentos de plantas naturais, que ajudam a tornar o espaço ainda mais convidativo. Lá fora, uma esplanada simples, mas acolhedora, convida a desfrutar da refeição com vista para o Teatro São Carlos.

Enquanto nos sentávamos e escolhíamos os pratos, fomos simpaticamente recebidos pela equipa do Stage35, que se destacou pelo atendimento rápido, atencioso e eficiente. Um detalhe curioso que nos chamou a atenção foi o cuidado com o branding: além das caixas de take-away já incorporarem no design o icónico gato da sorte, também a garrafa de água segue essa mesma identidade visual. Um pormenor engraçado que reflete bem o quão pensado ao detalhe todo o conceito está a ficar.

Para além da água, chegou também à mesa o cocktail Lisboa 35, uma combinação de vodka de pepino, limão, elderflower, xarope de açúcar e água tónica. Ideal para os verdadeiros apreciadores de pepino, já que o seu sabor se destaca de forma intensa, mas equilibrada. Nós, que adoramos pepino, ficámos logo rendidos a esta bebida fresca, saborosa e surpreendentemente suave.

Também aproveitámos para provar o Sake Junmai Ginjo, que curiosamente nos fez lembrar aguardente, mas muito mais suave e com menos álcool, o que o torna bem mais fácil e agradável de beber.

Para as entradas, optámos por um dos pratos já mais pedidos do menu: os Crispy Eggs, que são dois ovos de ramen panados. Cada ovo é cozido durante seis minutos, curado durante dois dias… e só depois frito, resultando num contraste perfeito entre um interior macio e saboroso e um exterior crocante, mas na medida certa. Por baixo, acompanhava um molho picante muito bom, feito com ratan tare, chicória e vinagrete de shio, um molho guloso com a textura perfeita para harmonizar com os ovos fritos.

Também quisemos as Karaage, que são coxas de frango fritas marinadas em especiarias e servidas com um molho yuzu kosho. Estas coxas estavam simplesmente divinais, tão boas que poderiam facilmente ser consideradas um prato principal. A carne no interior estava extremamente tenra e suculenta, com o sabor das especiarias bem equilibrado, sem ser demasiado forte, e a textura crocante por fora estava no ponto. Ao dar a primeira dentada, notava-se que se tratava de uma coxa desossada, macia e deliciosa, que quase derretia na boca.

Para experimentar o prato “estrela” da casa, os Donburis, optámos pelo Gyudon, uma bowl de arroz servida com carne de vaca estufada num caldo feito com dashi, molho de soja, alho e gengibre, acompanhada por um ovo escalfado, pickle de gengibre, cebolinho e sementes de sésamo. Apesar de ligeiramente picante, este prato revelou-se muito agradável, com a carne tenra e bem cozinhada, absorvendo na perfeição os sabores do caldo. O ovo escalfado acrescentava cremosidade, enquanto as sementes de sésamo e o cebolinho complementavam o prato com diferentes texturas.

Seguiu-se o ramen Shoyu, uma verdadeira homenagem à alma da cozinha japonesa. O prato chega à mesa com um caldo de galinha rico e reconfortante, reforçado por shoyu tare, frango com pesto e parmesão – twist dado pelo chef -, bambu, alho-francês, cebolete, ovo e alga nori. A combinação de ingredientes pode parecer inusitada (especialmente o pesto e o parmesão), mas resulta surpreendentemente bem, com um caldo que é profundo, aromático, cheio de sabor e encorpado. É, essencialmente, o que chamamos a verdadeira comida de conforto, como aquela que só as nossas avós sabem fazer. Merece ser sorvido como os ramens devem ser sorvidos: com vontade, sem cerimónias, absorvendo o calor e os sabores de cada gole.

Veio também o Pork Bao, um bao recheado com barriga de porco cozinhada a baixa temperatura, acompanhado por molho sweet chilli, cebolete, pepino e pickle de gengibre. No nosso caso, arriscámos na versão sem molho, mas a verdade é que o resultado final superou todas as expectativas: foi, sem dúvida, um dos melhores baos que já provámos. O pão, claramente caseiro, tem um leve travo doce, mas sem ser enjoativo, e destaca-se pela massa extremamente fofa. É daqueles pães que vale a pena pedir, mesmo só para experimentar. Quanto ao recheio, a carne de porco estava absolutamente perfeita, tão tenra que se desfazia com facilidade na primeira dentada. Notava-se o cuidado na cozedura lenta, que lhe conferia sabor delicioso e uma textura extremamente macia. E mais uma vez, o pepino surge em destaque, a trazer frescura ao prato, e equilibrando assim os sabores mais ricos da carne.

Em termos de sushi – claro, não podia faltar… -, pedimos o Chef Special, um roll composto por salmão, robalo, ovas de peixe voador, abacate e batata-doce japonesa. Acompanhou também o Sashimi Moriawase, com vinte peças de sashimi no total – quatro de cada tipo de peixe – numa seleção especial do chef. O sashimi surpreendeu pela excelente espessura dos cortes, permitindo saborear realmente a frescura do peixe. A diferença face a outros sashimis que já provámos foi evidente, pois conseguimos mesmo sentir o sabor a mar entranhado nas peças do peixe, tal era a sua frescura. Já nos sushi roll, destacou-se mais o sabor do salmão do que o do robalo, mas ambos estavam frescos e bem preparados. A batata-doce japonesa não se fez sentir tanto no paladar, mas no conjunto, o resultado foi muito agradável. As peças estavam visualmente apelativas, bem montadas e, acima de tudo, deliciosas.

Para terminar em beleza, chegou à mesa o Janofee, a sobremesa da casa e uma versão original do clássico Banoffee. Esta tartelete surpreende pela criatividade, combinando praliné de amêndoa, caramelo de miso salgado, creme de banana, ganache de baunilha e um toque de kinako (farinha de soja torrada). À primeira colherada, percebe-se que é uma sobremesa pensada ao detalhe, com o doce natural da banana a contrastar na perfeição com o salgado subtil do caramelo de miso, criando um sabor muito viciante. É um bolo intenso, daqueles que não são para tímidos no que toca ao açúcar – impróprio para diabéticos, mas perfeito para verdadeiros amantes de doces como nós. Foi, sem exagero, de comer e chorar por mais.

No final de tudo, fica a certeza de que o Stage35 é muito mais do que uma pop-up japonesa: é um projeto com identidade própria, que respeita as raízes da tradição nipónica enquanto se reinventa com criatividade e atenção ao detalhe.

O Stage35 fechará temporariamente no final do ano e em janeiro de 2026 para obras, reabrindo com um conceito inovador, baseado numa forte vertente tecnológica e interativa. Assim, vai abandonar a estética clássica japonesa para mergulhar no universo pixelado da cultura visual nipónica. As novas embalagens de take-away (cubos com o icónico “maneki-neko” em versão digital) já dão pistas sobre o que aí vem. Até a tipografia foi pensada ao detalhe, com inspiração no mundo digital. Mal podemos esperar para regressar!

O Stage35 encontra-se no nº13 da Rua Paiva de Andrade e as reservas podem ser feitas através do 965 116 974.

Microsoft Edge vai ser atualizado gratuitamente no Windows 10 até outubro de 2028

Apesar do fim das atualizações do Windows 10, o Microsoft Edge vai continuar com atualizações regulares, pelo menos até 2028.

A Microsoft confirmou que o Microsoft Edge vai continuar a receber atualizações gratuitas no Windows 10, para lá do prazo oficial de fim de suporte, atualmente previsto para 14 de outubro de 2025. De acordo com a empresa, tanto o navegador como o Microsoft WebView2 Runtime, componente essencial para o funcionamento de várias aplicações, serão atualizados até, pelo menos, outubro de 2028.

Esta decisão constitui uma exceção relevante, já que não será necessário aderir ao Extended Security Updates (ESU), o programa pago que prolonga o suporte de segurança para empresas e organizações que têm necessidade em manter sistemas operativos antigos. Assim, as atualizações do Microsoft Edge e do WebView2 serão gratuitas durante todo esse período. A utilização da expressão “pelo menos até” abre a porta a um prolongamento adicional, caso seja necessário. Isto porque, apesar do ciclo de vida do Windows 10 estar a chegar ao fim, continua a ser muito utilizado um pouco em todo o mundo.

Felizmente, o Microsoft Edge não será o único a manter a compatibilidade, já que o Google Chrome, Firefox e Opera deverão continuar a suportar o Windows 10 nos primeiros anos após outubro de 2025. A NVIDIA também já confirmou que vai fornecer novos drivers para GPUs até outubro de 2026. Contudo, o Microsoft Office deixará de receber novas funcionalidades no Windows 10 a partir de agosto de 2026, embora as atualizações de segurança estejam garantidas até 2028.

Xbox introduz categoria para organizar demos e betas na biblioteca

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A nova opção aba Free with Xbox vem facilitar a separação de conteúdos experimentais e de betas que deixaram de ser jogáveis da coleção principal.

A Xbox está a testar uma nova funcionalidade concebida para simplificar a navegação na biblioteca digital. Chama-se Free with Xbox e tem como objetivo ajudar na organização através de agrupamento de todos os conteúdos obtidos gratuitamente, como demos, períodos de teste e versões beta, afastando-os da secção de jogos adquiridos pelo utilizador.

De acordo com a descrição partilhada com membros do programa do Xbox Insiders, subscritos no canal Alpha Skip-Ahead, esta nova aba surge no separador Full Library/Biblioteca da área My Games & Apps/Os meus jogos e aplicações, ao lado de abas como Games With Gold, EA Play ou Xbox Game Pass. Nela ficarão então listados todos os conteúdos considerados gratuitos ou temporários como Demos e Betas, deixando de surgir em Owned games/Jogos adquiridos.

Microsoft has started testing an update to the Xbox Games Library that adds a new "Free with Xbox" section. This includes trials and demo games, instead of them showing up in Owned games

Tom Warren (@tomwarren.co.uk) 2025-08-11T22:04:46.862Z

Para além das demos e testes, a Xbox refere que também serão incluídas antigas versões de beta que já não são jogáveis, uma decisão bem vinda, que vem ajudar a limpar a biblioteca dos jogadores, de ícones e de experiências que já estão, efetivamente desativadas ou inacessíveis.  

Por enquanto, esta opção está disponível apenas para um número limitado de utilizadores inscritos no programa de testes, podendo sofrer alterações e ajustes na forma como organiza a biblioteca dos jogadores. E espera-se que seja lançada para todos, em breve, numa atualização maior.

Origine Porto Gaia: Novo hotel junto ao Douro une história, cultura e gastronomia

O Origine Porto Gaia, da marca Tribute Portfolio da Marriott, abre em Vila Nova de Gaia com 70 quartos e um conceito inspirado numa história das Invasões Napoleónicas.

O Origine Porto Gaia, integrado na marca Tribute Portfolio da Marriott, abriu recentemente em Vila Nova de Gaia, junto à margem do rio Douro. Gerido pela AHM – Ace Hospitality Management, dispõe de 70 quartos, restaurante, bar de champanhe e ginásio, e surge após um investimento de 26,25 milhões de euros realizado pelo grupo Mercan Properties.

O conceito do hotel nasceu de uma narrativa inspirada nas Invasões Napoleónicas, centrada no encontro improvável entre Maria, vendedora de peixe local, e Louis, soldado francês, ocorrido nas imediações do atual edifício. Esta história simboliza a ligação entre culturas distintas e molda a identidade do Origine Porto Gaia, refletida tanto nos ambientes como no serviço. Maria representa a autenticidade e o conhecimento local, enquanto Louis incorpora o olhar curioso e a sofisticação francesa, criando uma dualidade que atravessa todo o projeto.

Essa combinação entre tradição e modernidade está presente na arquitetura e na decoração, onde elementos históricos convivem com linhas contemporâneas. A equipa, composta maioritariamente por profissionais locais, foi formada para proporcionar experiências adaptadas a cada hóspede, e até o bar do hotel presta homenagem à elegância francesa, mas num enquadramento tipicamente português.

Tiago Duarte, diretor-geral, afirma que o Origine Porto Gaia foi concebido para refletir a essência da região e funcionar como ponto de partida e de chegada para quem visita a cidade. Entre as propostas do hotel estão o restaurante Cais-me Bem, dedicado à cozinha portuguesa com vista para o Douro, e o Cota 219, um bar de champanhe pensado como novo ponto de encontro urbano.

Origine Porto Gaia

Com projeto arquitetónico do atelier NN e interiores assinados pelo estúdio Nano Design, o edifício distribui os 70 quartos por cinco pisos e 14 tipologias distintas. Os espaços combinam conforto e sofisticação através de tecidos coloridos, padrões, texturas, apontamentos de madeira e luz natural, beneficiando de vistas privilegiadas sobre o rio e a cidade. Entre os elementos de destaque encontra-se um mural da artista brasileira Jaqueline Arashida, que integra cores da paleta do hotel e referências culturais diversas, reforçando a dimensão multicultural do espaço.

O Origine Porto Gaia é pet friendly e disponibiliza um ginásio aberto 24 horas por dia, com possibilidade de treino personalizado. O restaurante combina pratos tradicionais portugueses com técnicas de confeção francesas, enquanto o bar Cota 219 apresenta uma carta centrada em champanhes e espumantes nacionais, provenientes de regiões como Minho, Dão, Douro e Bairrada, incluindo produtores independentes e marcas de renome. A oferta inclui ainda sangrias preparadas com espumante ou champanhe, bem como cocktails clássicos e de assinatura.

Com capacidade para 26 lugares sentados, o Cota 219 serve pratos ligeiros como ostras, carpaccio de polvo, pimentos com crème fraîche de lima e chicória, brioche de atum selado com maionese cítrica e caviar de arroz, ou bola de Berlim recheada com presunto ibérico. Entre as sobremesas, destacam-se a panna cotta de flor de sabugueiro com frutos vermelhos e champanhe e a sopa de frutas tropicais com sorvete de maracujá.

O investimento no Origine Porto Gaia resultou na criação de 554 postos de trabalho, dos quais 54 diretos e 500 indiretos. É o 14.º hotel do grupo Mercan Properties em Portugal e o sétimo na região do Grande Porto, sendo o primeiro em Vila Nova de Gaia sob a insígnia Tribute Portfolio.

Electronic Arts recusou várias propostas para remasterizar a trilogia Dragon Age

Mark Darrah, ex-produtor executivo da BioWare, revelou que a editora não mostrou interesse em relançar os primeiros três jogos da série.

De acordo com Mark Darrah, ex-produtor executivo da BioWare, o seu estúdio tentou por várias vezes convencer a Electronic Arts a aprovar um projeto de remasterização de Dragon Age: Origins, Dragon Age II e Dragon Age: Inquisition, mas sem sucesso. A informação foi partilhada pelo antigo produtor executivo do estúdio, numa entrevista ao canal de YouTube MrMattyPlays.

Na conversa, Darrah partilha que ao longo da sua carreira na BioWare, durante quase 24 anos, a EA demonstrou sempre pouca vontade em apostar em remasterizações, um cenário que salvo raríssimas exceções, se confirma. “A EA tem sido historicamente contra remasters. É estranho uma empresa cotada em bolsa parecer ser contra dinheiro fácil, mas eles parecem ser contra. Isso é apenas parte do problema”, explica Darrah justificando parte abordagem negativa a remasterizações da Electronic Arts.

O ex-produtor explicou que, ao contrário da trilogia Mass Effect, que foi desenvolvida totalmente em Unreal Engine e que teve direito a um relançamento remasterizado com a Mass Effect Legendary Edition, os três primeiros Dragon Age foram criados em motores de jogo diferentes, o que representa um esforço maior e que complicaria o trabalho. Dragon Age: Origins e a expansão Awakening usaram o Eclipse Engine, Dragon Age II recorreu a uma versão atualizada chamada Lycium Engine, e Dragon Age: Inquisition foi produzido internamente com recurso ao Frostbite Engine, inicialmente desenvolvido para a saga Battlefield.

De acordo com Darrah, uma das propostas iniciais passava por usar as ferramentas Frostbite e contratar um estúdio externo para refazer Origins. “Dependendo do que se faz, com um remaster obtém-se Dragon Age II de forma praticamente automática. Com um remake, já não”, comentou.

O orçamento destes projetos e a gestão de recursos humanos também teve um obvio peso na decisão destas propostas. Darrah referiu que, embora a EA não proibisse formalmente o projeto, exigia que fosse feito com os recursos já existentes. “Não podíamos porque estávamos envolvidos noutras produções”.

Estas declarações surgem depois de John Epler (diretor criativo do mais recente Dragon Age: The Veilguard), também ter reconhecido no ano passado as dificuldades técnicas para uma remasterização completa, afirmando que a junção dos três jogos numa só coleção seria muito mais complexa do que no caso de Mass Effect, que tanto a nível de design como conceptualmente se trata de uma trilogia mais coesa e fácil de “colar”. “Nunca digas nunca, mas não vai ser tão fácil”, afirmou.

O mais recente jogo da série, Dragon Age: The Veilguard, chegou no ano passado para PC e consolas, mas registou resultados abaixo das expectativas, com cerca de 1,5 milhões de jogadores nos dois primeiros meses, surgindo rapidamente como oferta em serviços como o PlayStation Plus. No entanto, até foi bem recebido a nível crítico com uma média de 80 pontos no OpenCritic com a recomendação de 71% dos críticos.

O futuro da Bioware atualmente não passa por mundos de fantasia, mas sim no espaço futurista, enquanto o estúdio, agora reduzido, está concentrado no próximo capítulo principal de Mass Effect, que promete dar continuidade direta à trilogia original.

Holiday Inn Express & Suites abre hotel entre Príncipe Real e Amoreiras

Chama-se Holiday Inn Express & Suites Príncipe Real e conta com 184 quartos, 30 suites com kitchenette, Wi-Fi gratuito, estacionamento com carregadores elétricos e política de estadia gratuita para crianças até aos 18 anos.

Foi inaugurada em Lisboa uma nova unidade hoteleira sob a insígnia Holiday Inn Express & Suites, localizada entre a zona do Príncipe Real e as Amoreiras. O Holiday Inn Express & Suites Príncipe Real, com 184 quartos, inclui 30 suites equipadas com kitchenette, áreas de estar e sofá-cama, concebidas para acomodar tanto famílias como estadias prolongadas.

A política da marca mantém-se: crianças e jovens até aos 18 anos não pagam quando partilham quarto com os pais ou encarregados de educação. Todos os quartos dispõem de ligação Wi-Fi de alta velocidade, áreas de trabalho integradas e do programa Express Recharge, que inclui roupa de cama premium e estores blackout, concebido para maximizar o conforto.

A unidade adota o conceito de design Generation 5, caracterizado por espaços públicos multifuncionais que integram lounge, áreas de refeição e de trabalho, com linhas simples, mobiliário ergonómico e pontos de carregamento distribuídos estrategicamente. Entre as comodidades encontram-se estacionamento interior com carregadores para veículos elétricos, ginásio, depósito de bagagem e receção disponível 24 horas por dia.

O hotel conta ainda com dois bares – um com vista para a rua e outro no átrio – e prepara a abertura do restaurante 550º, dedicado à cozinha de fogo, com pratos confecionados nas brasas, no forno ou diretamente na chama.

Esta abertura reforça a presença da marca Holiday Inn em Lisboa, juntando-se a outras unidades já existentes no país e introduzindo, pela primeira vez em território nacional, o formato Express & Suites.

Shrek 5 foi adiado para 2027

O regresso de Shrek e companhia aos cinemas volta a sofrer outro atraso.

Bué Bué Longe deve ficar mesmo muito, muito longe, pois após um atraso de alguns meses de julho de 2026 para dezembro do mesmo ano, Shrek 5 tem a sua estreia reagendada agora para junho de 2027. Ou seja, Shrek 5 irá estrear quase 17 anos depois da sua última aventura no grande ecrã, que aconteceu em julho de 2010 com Shrek Forever After. A razão para o atraso de Shrek 5 é para já desconhecida, como relata a Variety.

O filme foi originalmente anunciado durante o verão de 2024, confirmando o regresso do elenco principal, composto por Shrek, Fiona e do Burro, com Mike Myers, Cameron Diaz e Eddie Murphy, respetivamente. Na altura também se especulava que Antonio Banderas poderia estar de regresso enquanto Gato das Botas, mas até agora nada confirmado. No entanto, ao elenco junta-se Zendaya, enquanto Princesa Felicia, filha de Shrek e Fiona, que foi apresentada com o primeiro trailer do filme.

Já na realização, Shrek 5 promete estar em boas mãos, com a realização partilhada por três veteranos da série Walt Dohrn, Brad Ableson e Conrad Vernon, um dos realizadores de Shrek 2 – considerado um dos melhores filmes da saga.

Com a nova data Sherk 5 irá ter alguma concorrência nas bilheteiras, sendo lançado num período partilhado com Spider-Man: Beyond the Spider-Verse, a muito aguardada terceira parte dos filmes animados focados em Miles Morales. Mas felizmente, Shrek e amigos poderão apresentar-se mais confortavelmente no grande ecrã sem a pressão de Avengers: Doomsday, que tem atualmente estreia marcada para dezembro de 2026 juntamente com Dune: Part III.

KPop Demon Hunters coloca Huntr/x e a sua música Golden no topo da tabela Billboard Hot 100

O sucesso de KPop Demon Hunters é feito com conquistas inéditas ao alcançar o topo das tabelas.

Após uma estreia explosiva na Netflix, de acordo com a popular tabela musical Billboard, a música de KPop Demon Hunters, alcançou conquistas históricas, destacando-se a sua música “Golden”, no primeiro lugar do Billboard Hot 100.

Esta torna-se assim na nona canção do género K-pop a dominar a tabela Hot 100, e o tema mais recente a ocupar esse lugar, atribuído a uma entidade (neste caso uma girls band) fictícia de um filme desde Encanto, com o tema We Don’t Talk About Bruno que ocupou o topo da tabela durante cinco semanas entre fevereiro e março de 2022. Mas talvez mais interessante seja o facto de se tornar na primeira girls band a liderar as tabelas desde a Destiny’s Child em 2001.

A banda em questão chama-se Huntr/x composta por três jovens super-heroínas, que quando não estão em palco, caçam demónios. No filme KPop Demon Hunters, apresentam-se como uma banda com temas originais, feitos por artistas reais, que resultou numa banda sonoro, que fora do universo do filme, é também um fenómeno nas plataformas de streaming, graças a outros temas como “Takedown” (que contam com uma versão da banda real Twice), “Soda Pop”, ou “What is Sounds Like”, que podem ouvir aqui.

Face a este sucesso, em entrevista ao Hollywood Reporter, Stephen Kirk e Jenna Andrews, responsáveis pela escrita das músicas partilham que se tratou tudo de uma enorme surpresa: “Sinceramente, não tinha qualquer expectativa. Apenas pensei que adoro K-pop, isto parece-me uma ideia incrível, vamos ver no que dá. E depois, vê-lo estrear em primeiro lugar na Netflix e [ter] a banda sonora a explodir… é simplesmente uma bênção.” Partilha Kirk.

Já Andrews acrescenta que “A verdade é que a maioria das editoras nem se interessa por bandas sonoras. Porque as bandas sonoras simplesmente não têm grande volume de streams, não avançam; é sobre o filme e acabam por desaparecer, certo? Acho que, neste caso em particular, por ser K-pop, ambos pensámos que provavelmente iria ter algum impacto, mas a este nível, não. Definitivamente, não.

KPop Demon Hunters pode ser visto na Netflix, onde atualmente ocupa o quarto lugar dos filmes mais vistos, mantendo-se no Top 10 desde a sua estreia em junho.

Woochi the Wayfarer é mais um jogo de ação e aventura asiático, inspirado em mitologia coreana

A lista de jogos de ação frenética e altas produções, em ambientes mitológicos cresce com a nova proposta da Nexon.

Depois de Black Myth: Wukong e de Wuchang: Fallen Feathers, os jogadores vão poder mergulhar em aventuras fantásticas inspiradas em folclore asiático, suportados pelo Unreal Engine 5, em Woochi the Wayfarer.

Woochi the Wayfarer é a nova proposta da Nexon, a casa responsável pelo jogo The First Descendant, desta vez orientado para uma jornada a solo. De acordo com a Nexon, trata-se de um projeto de grandes produções, para PCs de alto desempenho e consolas, do género de ação e aventura, passado num mundo com cultura e mitologia tradicionais coreanas. Não é claro, para já, a julgar pela descrição e pelo seu trailer cinemático se se tratará de mais um “soulslike”, mas tudo aponta para esse registo.

A história do jogo inspira-se num conto clássico coreano chamado The Tale of Jeon Woochi, e tal como na obra original, os jogadores irão seguir Joen Woochi, numa aventura, onde terá que usar os seus poderes para lutar contra a injustiça e os corruptos. O jogo promete uma aventura linear narrativa, com acesso a poderes mágicos, monstros implacáveis e música inspirada na cultura deste mundo, a cargo de Jung Jae-il, compositor do filme Parasite e da série Squid Game.

Woochi the Wayfarer será lançado em consolas PlayStation, Xbox e na Stam, mas ainda não tem data de lançamento definida.

Marvel Tōkon: Fighting Souls recebe novos detalhes após passagem pela Evo Las Vegas 2025

Marvel Tōkon: Fighting Souls foi um dos jogos presentes no evento de jogos de luta Evo Las Vegas 2025, onde pode ser jogado pelo público pela primeira vez.

Enquanto Marvel Tōkon: Fighting Souls se prepara para ser lançado em 2026, o novo jogo de luta da Arc System Works chegou as mãos dos jogadores presentes no Evo Las Vegas 2025. Desenvolvido em colaboração com a Marvel Games e a PlayStation Studios, Marvel Tōkon: Fighting Souls pôde ser jogado pela equipa da PlayStation, que numa publicação no seu blog oficial, partilhou alguns dos pontos de destaque desta experiência que procura introduzir uma mudança fundamental no género tag fighter, que se está a tornar cada vez mais popular no género dos jogos de luta.

Ao invés do tradicional formato de dois ou três lutadores por equipa, Marvel Tōkon: Fighting Souls aposta num sistema 4 contra 4, uma novidade para o género, mas que não obriga o jogador a dominar todos os membros da sua equipa. Em Tōkon, a equipa partilha uma única barra de vida, permitindo que se aborde o combate de forma semelhante a um jogo de luta tradicional, assim, os jogadores podem focar-se numa única personagem principal enquanto as restantes funcionam como apoio estratégico.

De acordo com a nova antevisão, o controlo das assistências e trocas é igualmente diferente do habitual. Em vez de um botão dedicado para alternar entre personagens, as mudanças acontecem de forma contextual, quando o jogador chama uma assistência e, durante a breve janela que se segue, decide assumir o controlo dessa personagem. Também é possível efetuar trocas ao perder uma luta, ao realizar um arremesso ou ao projetar o adversário para outra secção do cenário. Este sistema eleva assim o risco, mas também a recompensa, se por um lado, abre mais opções de ataque ao adversário se este tiver acesso antecipado à sua equipa completa, por outro, permite gerir melhor quais os elementos da equipa entram primeiro e em que momento. E para alem das substituições funcionais, estas são ainda acompanhadas por animações únicas e interações que refletem a personalidade dos heróis.

Durante a demonstração no Evo, quem esteve presente pode experimentar seis heróis com estilos bem distintos. Doctor Doom que apresenta um ritmo lento mas ataques poderosos e de longo alcance, recorrendo a magia e truques para controlar a distância; Ms. Marvel que aposta na rapidez e num estilo de alto risco e alta recompensa; Storm que domina o combate aéreo, criando ameaças constantes através de movimentos cruzados; Iron Man que se apresenta como especialista em manter adversários afastados, combinando ataques anti-aéreos com projéteis; Star-Lord que propõe uma escolha técnica, alternando entre disparos e sequências de troca elaboradas; e, por fim, Captain America que oferece um maior equilíbrio de habilidades, sendo indicado como ponto de partida para novos jogadores.

A jogabilidade promete um esquema de controlos, com o Quadrado, Triângulo e Círculo a corresponderem a ataques leves, médios e pesados, enquanto o botão X serve para acionar o comando de “Assemble”, que chama um aliado para uma ação adaptada ao momento. As habilidades especiais estão associadas aos gatilhos, com L1 para executar um dash rápido, L2 para acionar uma assistência rápida, R1 para ativar o ataque único ou Ultimate de cada personagem e R2 para executar a Quick Skill, que é um ataque especial característico de cada herói. A própria lógica das assistências foi desenhada para ser intuitiva, com o jogo a adaptar automaticamente a ação da personagem de apoio à situação em que é chamada, ajudando a indicar ao jogador o momento certo para a usar.

Durante os combates, o jogo aparenta ser capaz de acomodar estilos de luta muito diferentes. Enquanto alguns jogadores poderão optar por um ritmo mais metódico, explorando ataques rápidos e combinações diretas, outros podem optar por estratégias mais explosivas e espetaculares. De acordo com a Arc System Works, um dos principais objetivos de design foi garantir que não existem mecânicas ou ataques que um jogador mais casual ou iniciante não consiga executar, tornando o jogo um ponto de entrada para o género, com mecânicas simples, mas com profundidade suficientemente alta para recompensar a experimentação e a prática.

Como já pudemos assistir à sua apresentação no State of Play de junho, visualmente, Marvel Tōkon: Fighting Souls aposta numa fusão entre a estética das bandas desenhadas americanas e a expressividade do anime japonês. Cada personagem foi desenhada para transmitir a sua essência icónica, com trajes reconhecíveis e ataques reconhecíveis das bandas desenhadas. Os cenários recebem também o mesmo tratamento, apostando em localizações icónicas recheadas de easter eggs para fazer a delícia dos fãs mais atentos. Tudo com uma direção que promete garantir uma clareza visual, até mesmo nos momentos mais caóticos com o máximo de oito personagens no ecrã.

Marvel Tōkon: Fighting Souls está a ser desenvolvido para PC e PlayStation5, com lançamento previsto para 2026. Até lá, espera-se conhecer mais novidades, como opções de jogabilidade, mais adições ao elenco e modos de jogos, entre outras.

Llaollao já vende frozen yogurt no 8ª Avenida através de um food truck

A llaollao, líder europeia em iogurte gelado, chega ao centro comercial 8ª Avenida, oferecendo opções de frozen yogurt feitas com leite magro e toppings variados, disponíveis durante todo o ano.

A marca de iogurte gelado llaollao passou a integrar a oferta gastronómica do centro comercial 8ª Avenida, em São João da Madeira. Conhecida pela sua aposta em produtos frescos e equilibrados, a insígnia traz agora ao espaço uma alternativa que alia sabor e opções personalizáveis, disponível durante todo o ano.

Fundada em 2009, a llaollao tornou-se uma referência internacional no segmento do frozen yogurt, estando presente em mais de 390 pontos de venda distribuídos por vários países. O produto é preparado no momento, utilizando leite magro, e apresenta um perfil nutricional valorizado por quem procura opções mais saudáveis. A experiência pode ser complementada com uma vasta seleção de toppings, que incluem fruta da época, cereais, elementos crocantes e molhos, permitindo milhares de combinações possíveis.

Com esta abertura, o 8ª Avenida reforça a sua aposta em propostas gastronómicas adaptadas às preferências do público, alinhando-se com a tendência crescente por soluções que conciliam frescura e bem-estar. A nova unidade da marca assume o formato de food truck e está localizada no Piso 0, junto à Praça Central.

DIGI lança eSIM para eliminar cartão físico

Com o lançamento do eSIM, a DIGI aposta numa solução digital que torna o serviço móvel mais prático, rápido e sustentável para os clientes.

Há algum tempo que se fala na tecnologia eSIM em Portugal. Em 2022, por exemplo, a WOO foi a operadora a lançar em Portugal um eSIM 100% digital. Mais recentemente, a Lyca Mobile lançou um eSIM físico em lojas com ativação imediata por QR Code. E agora é a vez da DIGI também apostar nesta tecnologia que elimina a necessidade do cartão SIM físico.

Com o eSIM da DIGI, os clientes podem ativar o seu tarifário móvel sem recorrer a um cartão físico. A ativação é gratuita e ocorre de forma simples, através da leitura de um código QR, permitindo a utilização imediata do serviço. Além disso, esta solução facilita a gestão de múltiplos números no mesmo dispositivo, oferecendo maior flexibilidade para quem utiliza vários contactos.

Este formato digital contribui também para a redução do impacto ambiental, ao eliminar o uso de plástico e o transporte associado à distribuição dos cartões SIM tradicionais.

Para ativar, os clientes devem aceder à plataforma My DIGI, confirmar a compatibilidade do seu dispositivo e submeter o pedido de ativação na área de serviços adicionais, incluindo o envio de um documento de identificação para validação. Após este processo, recebem um código QR por email e uma SMS de confirmação, permitindo completar a ativação no equipamento desejado, com a introdução do PIN. É importante salientar que a ativação do cartão digital desativa o cartão físico atual, tornando-o obsoleto.

No caso de perda do dispositivo ou restauro das definições de fábrica, será necessário solicitar uma nova via digital do eSIM. Como seria de esperar, o cartão digital está disponível para todos os tarifários da operadora, que funcionam sobre rede 5G, sem custos escondidos nas faturas.

Auchan e Barona duplicam produção de cerveja artesanal feita com pão excedente em projeto sustentável

A Auchan e a Barona aumentam em mais de 67% a produção da cerveja Casqueiro, fabricada com pão excedente, reforçando um projeto que alia sabor tradicional e combate ao desperdício alimentar.

A Auchan e a Barona aumentaram significativamente a produção de uma cerveja artesanal que reutiliza pão excedente, reforçando um projeto que conjuga tradição, sabor e sustentabilidade. O volume fabricado saltou das 1.490 para mais de 2.500 unidades, evidenciando o crescimento desta iniciativa que combate o desperdício alimentar.

O projeto teve início como uma ação local para aproveitar o pão que sobrava nas lojas, mas rapidamente ganhou força e aceitação no mercado. Em 2024, a produção atingiu cerca de 500 litros de cerveja, distribuída em 1.490 garrafas, esgotando-se em poucas semanas. Esta resposta motivou a ampliação do lote para 2025, que já apresenta um aumento superior a 67%, com a produção a ultrapassar as 2.500 unidades da cerveja Casqueiro, nome inspirado no pão tradicional que serve de base à receita.

A Casqueiro mantém a sua essência artesanal, preservando o sabor característico que conquistou os consumidores. A cerveja é produzida com métodos tradicionais e numa escala limitada, mantendo a ligação direta à origem do pão reutilizado, recolhido diariamente na loja Auchan de Castelo Branco. Em vez de ser descartado, o pão ganha uma nova vida ao transformar-se num produto que representa um equilíbrio entre qualidade, sabor e responsabilidade ambiental.

Esta colaboração destaca-se ainda por envolver produtores locais, promovendo a economia regional e valorizando recursos que, de outra forma, seriam desperdiçados. O projeto integra-se na estratégia Desperdício Zero da Auchan, que aposta em soluções inovadoras para minimizar o impacto ambiental.

O único senão? O preço, pois cada cerveja Barona custa 2,79€.

Pena D’Água Boutique Hotel & Villas: dormir com vista para a história

O Pena D’Água, hotel instalado numa mansão do século XIX na Covilhã, combina arquitetura histórica e soluções sustentáveis.

Situada na encosta da Serra da Estrela, a Covilhã afirma-se como uma das cidades mais marcantes do Interior de Portugal. É a principal porta de entrada para o ponto mais alto do território continental, guardando nas suas ruas estreitas um património histórico rico. Figuras como Pêro da Covilhã, a antiga Comunidade Judaica e o legado da indústria dos lanifícios, que lhe conferiu o título de “Manchester Portuguesa”, fazem parte da sua identidade. Hoje, essa herança convive lado a lado com um percurso de arte urbana que reinterpreta a cidade.

A Covilhã é uma cidade de espírito aberto, moldada pelo dinamismo da Universidade da Beira Interior, que atrai estudantes de diversas origens e contribui para a renovação do tecido social e cultural. A paisagem montanhosa, o património arquitectónico e uma gastronomia profundamente enraizada nas tradições locais, onde se destacam o pastel de molho, a cherovia e o borrego, são elementos que definem a essência da cidade.

vista covilha

Entre museus, igrejas, miradouros e parques, há muito para descobrir em cada recanto. Os percursos pedestres são uma presença constante, desenhados para quem procura experiências de contacto directo com a natureza, promovendo uma vivência de bem-estar e qualidade de vida.

Desde 8 de novembro de 2021, a Covilhã integra a Rede de Cidades Criativas da UNESCO no domínio do Design, reconhecimento que sublinha a aposta da cidade em colocar a cultura e a criatividade como eixos fundamentais do seu desenvolvimento urbano sustentável.

Aliás, a arte urbana ganhou um lugar de destaque na Covilhã, muito devido ao WOOL – Covilhã Urban Art Festival, criado em 2011. Este é o mais antigo festival de arte urbana em Portugal e foi concebido com o objetivo de reabilitar o espaço público e valorizar a memória e identidade locais através de intervenções artísticas. Os murais, maioritariamente situados no centro histórico, resultam de uma estreita ligação entre os artistas convidados e o património material e imaterial da cidade.

O sucesso do WOOL demonstrou o potencial da arte urbana como ferramenta de transformação comunitária e de valorização turística. A partir daí, outras entidades e coletivos promoveram novas intervenções artísticas noutros pontos da cidade e do concelho, expandindo a oferta e tornando a Covilhã uma referência nesta expressão artística a nível nacional.

Mas a nossa press trip à Covilhã teve também outro motivo: conhecer o hotel Pena D’Água Boutique Hotel & Villas. Instalado num edifício reabilitado, este hotel assume uma ligação profunda com a identidade beirã, conjugando tradição e sofisticação numa harmonia com a natureza envolvente. O nome remete para as antigas medições de água, mas hoje representa um conceito de partilha entre Homem, cidade e montanha.

O edifício principal do Pena D’Água, uma mansão do século XIX que outrora foi casa de família, foi reimaginado com respeito pelas suas raízes e um toque contemporâneo que mantém o charme histórico intacto. A partir daqui, 15 quartos e 4 suítes contam histórias guardadas pelas gerações, enquanto as 8 villas recentes (seis familiares e duas executivas) – inseridas num edifício muito mais recente, com uma construção mais contemporânea e atual, pensadas especialmente para famílias – oferecem vistas panorâmicas e privacidade, unindo o clássico ao moderno num equilíbrio raro. São, portanto, 27 unidades de alojamento ao todo.

O design, como já puderam perceber, equilibra elementos clássicos, como tetos altos e madeiras nobres, com uma decoração atual e funcional, proporcionando um ambiente acolhedor e elegante.

O Pena D’Água adoptou uma abordagem sustentável desde o início do seu projeto. Na reabilitação do edifício, optou-se pela reutilização de materiais, como as vigas de castanho dos antigos telhados, agora transformadas em mobiliário. No SPA, os revestimentos e materiais utilizados provêm de empresas com certificação LEED e incluem elementos naturais como o óleo de linhaça e a cortiça. A recolha de águas pluviais e a instalação de painéis fotovoltaicos reforçam o compromisso ambiental do espaço. Esta preocupação estende-se às atividades propostas aos hóspedes, como passeios de e-quad e aluguer de bicicletas elétricas, proporcionando formas de mobilidade sustentável.

O bem-estar ocupa um lugar central na experiência proporcionada pelo Pena D’Água. O Spa & Wellness – que vai ser aumentado – oferece um circuito de sauna, banho turco e piscinas interiores e exteriores, criando um ambiente de equilíbrio e relaxamento. Os tratamentos baseiam-se em produtos naturais provenientes da serra, proporcionando uma experiência sensorial que alia os aromas da montanha às terapias de água. O ginásio completa esta oferta, assegurando a manutenção do corpo e da mente em sintonia.

Outro dos pontos fortes do hotel Pena D’Água é o Açafrão, localizado no Edifício Arte Nova, também da propriedade. Liderado pelo chef Filipe Madeira, natural da região, o restaurante une tradição e cozinha de autor, realçando a gastronomia local com um toque contemporâneo. Filipe, que regressou à sua terra depois de uma carreira internacional, alia sabores locais a técnicas refinadas, criando um menu que é uma homenagem à região e às suas gentes. E como seria de esperar, a especiaria açafrão, historicamente importante para a Covilhã, está presente em vários pratos, mantendo a ligação às raízes da região.

Ao longo das refeições, os hóspedes são acompanhados pelo cuidado meticuloso do Sommelier Rúben Nunes, também natural da Covilhã, que propõe harmonizações pensadas ao pormenor, valorizando vinhos nacionais com particular destaque para a produção do Douro. A carta de vinhos acompanha a estação e a inspiração do chef, e pode ser apreciada tanto no salão interior como no Atrium by Açafrão, o novo espaço ao ar livre onde os finais de tarde são celebrados entre cocktails e partilhas – mas atenção que este espaço somente funciona durante os meses mais quentes do ano. E claro, há um carta específica para este espaço, mais sazonal, que se rende aos ingredientes frescos e aos sabores mais leves da época.

Como visitámos o Pena D’Água em maio, não foi possível conhecer o Atrium by Açafrão, mas, durante a nossa estadia, pudemos deliciar-nos com propostas como Peixinhos da Horta de Cherovia (raiz muito consumida na região da Covilhã, sendo muito parecida à cenoura, mas mais adocicada), Croquete de Rabo de Boi e Tartelete de Santola (a ideia é comer de uma só vez), nos snacks; com o Pica-Pau de Novilho e o Alho Francês com Manteiga de Cabra, Amêndoa e Coentros (uma opção que nunca saiu da carta, apesar das várias trocas de menu) nas entradas; Feijocas, Sames de Bacalhau e Camarão da Costa (portanto, uma versão sem a típica carne de porco), Lula Nacional com Molho XO e Legumes Grelhados, Bochecha de Vitela, Couve Flor, Espargos e Açafrão, e Presa de Porco Ibérico, Grão de Bico, Aneto e Acelgas nos pratos principais; e sobremesas como a Tijelada Beirã e o Creme Brûlée de Pistachio.

De facto, começa a ser raro encontrar restaurantes como o Açafrão hoje em dia, com tanta qualidade e amor nos pratos. Tradição e inovação é o que nos chega à mesa, naquela que foi, até ao momento, das melhores experiências gastronómicas de 2025. Filipe Madeira e Rúben Nunes têm um futuro brilhante pela frente!

Além das refeições que fizemos no Açafrão, tivemos ainda oportunidade de jantar no magnífico Varanda da Estrela, a menos de 20 minutos de distância de carro. Ali, a mesa é o ponto de encontro onde a gastronomia local, as tradições da Serra e a identidade cultural da região se entrelaçam de forma autêntica. Este é um espaço onde a arte de receber é levada a sério, refletindo-se tanto na escolha cuidada dos produtos endógenos como no ambiente que acolhe os visitantes.

A decoração não é meramente estética; os artefactos típicos da Serra estão ali para contar histórias, criando uma ligação direta ao património local. Mas é na cozinha que o Varanda da Estrela encontra a sua verdadeira essência, apostando numa gastronomia que respeita os sabores tradicionais e que procura, acima de tudo, a satisfação de quem se senta à mesa. E o difícil vai ser mesmo escolher – Tosta Serrana, Feijocas Serranas, Cogumelos Recheados, Arroz de Zimbro do Ti Manel, Pernil Confitado, Javali Guarnecido de Castanhas e Cogumelos Selvagens, Aba de Vitela Assada no Forno da Comadre… No fim, se ainda tiverem espaço, há sobremesas a não perder como a Tigelada Beirã e a Almofadinha Serrana.

Com uma localização privilegiada, o Pena D’Água permite explorar com facilidade o centro histórico da Covilhã e alguns dos seus pontos mais emblemáticos, como a Igreja de Santa Maria Maior, a Ponte de Carrilho da Graça ou o Covão dos Conchos. A proximidade à Serra da Estrela abre ainda possibilidades para percursos pedestres, passeios às praias fluviais no verão ou escapadas à neve no inverno.

Entre a tradição e a modernidade, entre a cidade e a serra, o Pena D’Água afirma-se como um lugar onde a identidade da região encontra novas formas de se revelar. Um hotel que não se limita a acolher, mas que participa ativamente na vida e no património da Covilhã.

Revolut e TAP Air Portugal estabelecem parceria para pagamentos digitais mais rápidos e programa de recompensas reforçado

A TAP Air Portugal integra o Revolut Pay para pagamentos online mais rápidos e seguros, permitindo acumular até 10 vezes mais RevPoints.

A TAP Air Portugal vai disponibilizar o serviço Revolut Pay como método de pagamento nas suas plataformas online, permitindo aos clientes efetuar transações de forma imediata e segura. A integração será inicialmente dirigida ao mercado português e, posteriormente, também ao do Reino Unido.

Durante o período de lançamento, que decorre até 12 de setembro, os passageiros que utilizarem o Revolut Pay para comprar voos da TAP poderão acumular até dez vezes mais RevPoints, pontos que podem ser trocados por milhas, estadias ou outras experiências.

O Revolut Pay foi concebido para agilizar reservas, eliminando a necessidade de introduzir manualmente os dados de pagamento. A confirmação das compras é feita através da aplicação Revolut, com autenticação por palavra-passe ou dados biométricos. Segundo dados da empresa, o serviço atinge uma taxa média de autorização de 98,5% e apresenta níveis de abandono de carrinho inferiores a 10%. Os comerciantes podem ainda receber fundos em 24 horas e aceitar pagamentos em mais de 33 moedas.

Além das vantagens associadas aos RevPoints, o Revolut Pay inclui uma política de proteção do comprador, com encriptação de dados e mecanismos de segurança para evitar partilha indevida de informação entre diferentes comerciantes.