Bolt lança ferramenta para otimizar estacionamento de trotinetes e bicicletas elétricas

Com o ParkFinder, a Bolt reduz o tempo gasto à procura de estacionamento para trotinetes e bicicletas e promove uma utilização mais organizada da micromobilidade urbana.

A Bolt introduziu em Portugal uma funcionalidade destinada a facilitar a localização de pontos de estacionamento para trotinetes e bicicletas elétricas, ajudando os utilizadores a concluir as suas viagens de forma mais eficiente. Com instruções detalhadas e imagens dos locais, o ParkFinder pretende reduzir incertezas no final da viagem e promover uma utilização mais organizada da micromobilidade urbana.

O estacionamento inadequado é um desafio recorrente na mobilidade partilhada: cerca de 10% das viagens terminam atualmente em zonas onde não é permitido estacionar. O ParkFinder surge para minimizar estas situações, guiando os utilizadores para lugares válidos e diminuindo cerca de 8% do tempo médio gasto à procura de estacionamento, tornando a experiência mais rápida e previsível.

À medida que o utilizador se aproxima do ponto final da viagem, a aplicação indica os locais de estacionamento autorizados mais próximos, com informação em tempo real sobre disponibilidade, endereço exato e imagens do espaço. Os pontos sobrelotados aparecem assinalados, e alertas avisam quando determinadas zonas estão indisponíveis, evitando que as viagens terminem em locais inválidos.

O ParkFinder integra o sistema Smart Parking 360 da Bolt, que combina inteligência artificial, dados em tempo real e tecnologia incorporada nos veículos, promovendo o estacionamento responsável. Esta ferramenta complementa outros recursos, como o ParkAssist+, que verifica automaticamente se o estacionamento cumpre as regras e impede a conclusão da viagem quando necessário, e sensores que detetam riscos de queda. Ao direcionar os utilizadores para lugares disponíveis e redirecioná-los em caso de sobrelotação, a funcionalidade ajuda a reduzir obstruções no espaço público e aumenta a segurança, especialmente para peões com mobilidade reduzida ou deficiência visual.

O serviço de trotinetes e bicicletas elétricas da Bolt está presente em 15 cidades portuguesas, com desbloqueio simples através de QR code. Os utilizadores podem ainda aderir ao Bolt Plus, um serviço que integra diferentes formas de mobilidade e permite uma gestão mais económica das deslocações urbanas.

Clan abre mais de 300 vagas para cantinas escolares em Portugal

O Grupo Clan está a recrutar mais de 300 profissionais para cantinas escolares em várias regiões de Portugal, com início previsto para setembro.

O Grupo Clan anuncia a abertura de mais de 300 postos de trabalho no setor da Restauração Coletiva, abrangendo cantinas escolares em diversas regiões do país. As funções disponíveis destinam-se a cozinheiros e empregados de refeitório, com início previsto para o arranque do novo ano letivo, em setembro.

Com mais de três décadas de presença no mercado, o Clan procura reforçar equipas em cerca de 30 localidades, distribuídas do norte ao sul de Portugal, incluindo Braga, Guimarães, Porto, Matosinhos, Loures, Oeiras, Santarém, Figueira da Foz, Marinha Grande, Seixal, entre outras.

O perfil procurado privilegia candidatos com experiência prévia ou formação na área da restauração, disponibilidade imediata e competências como organização, trabalho em equipa, sentido de responsabilidade e autonomia. A proatividade é também uma característica valorizada.

Todos os detalhes sobre as vagas, requisitos e processo de candidatura estão disponíveis no site do Clan, permitindo que os interessados apresentem a sua candidatura de forma directa e rápida.

Portugal Ajuda: nova plataforma digital aproxima vítimas de incêndios e voluntários

A Portugal Ajuda é uma plataforma digital que aproxima vítimas de incêndios e voluntários, garantindo privacidade e resposta rápida em todo o país.

Todos os anos, os incêndios em Portugal deixam um rasto de destruição, famílias desalojadas e comunidades em situação de fragilidade. Foi neste contexto que surgiu a Portugal Ajuda, uma plataforma digital que procura encurtar a distância entre quem necessita de auxílio e quem está disponível para oferecer apoio imediato.

A iniciativa é conduzida por Hugo de Sousa, fundador da Mars Shot, empresa ligada à área da inteligência artificial. A aplicação online foi concebida para funcionar de forma ágil e intuitiva, permitindo que qualquer cidadão possa lançar um pedido de ajuda ou disponibilizar apoio em diferentes áreas: alojamento temporário, fornecimento de alimentos, roupa, medicamentos, transporte, acompanhamento psicológico, reconstrução de habitações ou cuidados a animais.

Um dos pontos centrais do projeto é a proteção dos dados pessoais. Não é necessário criar conta para utilizar a plataforma e os contactos dos utilizadores nunca são expostos. A comunicação entre vítimas e voluntários faz-se através de um sistema de reencaminhamento seguro, evitando a partilha pública de emails ou números de telefone e reduzindo o risco de fraude ou utilização abusiva.

Apesar de oferecer uma resposta rápida e acessível, a Portugal Ajuda sublinha que não substitui os serviços oficiais de emergência, como bombeiros, proteção civil ou forças de segurança. Em situações críticas, o contacto com as autoridades competentes deve manter-se como prioridade.

Com uma interface simples e acessível em qualquer dispositivo, a Portugal Ajuda procura ser uma ferramenta prática em momentos de crise, reforçando o espírito de solidariedade e a cooperação entre cidadãos num país que, ano após ano, enfrenta as consequências devastadoras dos incêndios rurais.

Mon Lit Cabane apresenta propostas para o verão e para o regresso às aulas

A Mon Lit Cabane combina design europeu e materiais naturais numa coleção que marca o verão e o regresso às aulas das crianças.

Com a chegada dos meses mais quentes, a Mon Lit Cabane, que se tem vindo a destacar no mercado europeu através da oferta de mobiliário e acessórios para crianças até aos dez anos, revela uma seleção de artigos pensados para dar um novo ar aos interiores. O objetivo passa por criar ambientes que conciliem frescura, conforto e funcionalidade, tanto no universo da decoração como no mobiliário infantil.

Entre os materiais em destaque surge o linho, apreciado pela sua elegância natural e carácter ecológico, que confere requinte a qualquer espaço. A musselina de algodão, reconhecida pela suavidade e leveza, afirma-se também como um dos tecidos mais procurados da estação. A marca integra estes elementos numa variedade de acessórios, roupa de cama e artigos de puericultura, como capas de edredão, conjuntos de edredão e almofada, tapete de atividades ou almofadas.

As cores assumem um papel central nesta coleção. Após os tons pastel da primavera, o verão chega marcado por uma paleta vibrante, onde se encontram o amarelo-mel, o laranja-papaia, o azul-oceano e o verde-menta, pensados para dinamizar os espaços interiores. Destacam-se o Papel de parede Peras, a Almofada Concha em linho Papaia, o Balão de ar quente, a Lâmpada LED Margarita Rosa Pó madeira maciça, a Manta de piquenique de musselina xadrez, a Almofada Nuvem Azul Celeste ou o Sticker Arco-íris.

Para quem prefere uma atmosfera mais sóbria, a Mon Lit Cabane sugere tonalidades neutras inspiradas na natureza, como o bege, o taupe ou o verde-sálvia, em harmonia com apontamentos de madeira. Aqui, por exemplo, podemos referir o Berço evolutivo para bebé Stella vintage.

Mon Lit Cabane

Já os estampados, sejam eles florais ou de inspiração africana, introduzem notas de evasão e aventura. Podem opotar entre stickers, imagens de animais, almofadas ou Bolsas de higiene.

O regresso às aulas surge como outro dos eixos da marca. A pensar neste período, a Mon Lit Cabane apresenta propostas de mobiliário concebidas segundo princípios montessorianos. Camas baixas, secretárias adaptadas às crianças, soluções de arrumação e peças têxteis suaves procuram criar quartos que sejam simultaneamente funcionais e acolhedores. Todos os produtos Mon Lit Cabane são fabricados na Europa, com particular destaque para as camas produzidas artesanalmente na Polónia em pinho maciço não tratado, proveniente de florestas certificadas pelo FSC.

As tendências de decoração infantil para a nova estação apontam para quartos serenos, nos quais a simplicidade das formas arquitectónicas convive com texturas naturais e detalhes lúdicos. Paletas neutras ganham profundidade através de pequenas notas de cor, enquanto tecidos como algodão orgânico e veludo macio reforçam a dimensão sensorial dos espaços.

As promoções imperdíveis do AliExpress para preparar o regresso às aulas

Não se esqueçam que é agora que podem poupar, e bem, com a AliExpress, quase até ao final de agosto.

Um novo ano letivo está mesmo aí ao virar da esquina, e ter as ferramentas certas pode fazer toda a diferença. Para ajudar na escolha e nas poupanças, a popular loja AliExpress preparou uma seleção especial de produtos tecnológicos e de materiais para que se possa começar o novo ano com tudo o que é preciso, ao melhor preço. Sejam alunos, professores ou encarregados de educação.

A fase de aquecimento decorreu de 15 a 17 de agosto, mas é até 28 de agosto que podem aproveitar as grandes promoções em produtos e equipamentos ideais para o dia-a-dia escolar, com envio gratuito para todo o país. Para poupar ainda mais, podem também usar os seguintes códigos de desconto exclusivos no momento da compra:

  • AFFBS22€ de desconto para compras a partir de 10€
  • AFFBS33€ de desconto para compras a partir de 15€
  • AFFBS55€ de desconto para compras a partir de 30€
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  • AFFBS6060€ de desconto para compras a partir de 429€
  • VIOBS100100€ de desconto para compras a partir de 500€

Eis algumas sugestões de produtos em destaque:

Xiaomi Redmi Pad Pro

O Xiaomi Redmi Pad Pro é tablet de dimensões médias com características perfeitas para estudar, tomar notas e trabalhar em multitasking. Conta com um ecrã de 12,1 polegadas e resolução 2,5K com 120 Hz, que garante imagens nítidas, enquanto que o Snapdragon 7s Gen 2 acompanhado por 8GB de RAM oferecem alto desempenho em todas as tarefas. Conta com uma bateria de 10.000 mAh com carregamento rápido para uso prolongado.

Redmi Pad SE

O Xiaomi Redmi Pad SE é um tablet compacto e leve, ideal para levar para a escola ou biblioteca em malas e mochilas mais reduzidas. O ecrã de 11 polegadas é FHD+ com 90 Hz e o processador Snapdragon 680 garante desempenho suficiente para leituras, assistir a vídeos e fazer trabalhos escolares sem problemas. A bateria de 8.000 mAh e promete durar o dia todo.

Mini localizador GPS

Este pequeno e discreto mini localizador GPS promete ser o melhor amigo dos mais distraidos. Cabe em mochilas, pastas e até serve de porta-chaves. Com ligação a qualquer dispositivo compatível com Bluetooth, ajuda a encontrar objetos rapidamente conta até com um alarme anti-perda, garantindo mais segurança no dia-a-dia.

iscooter i9

A iScooter i9 é uma trotinete elétrica ideal para quem faz diariamente trajetos curtos. Conta com um motor de 350 W, autonomia até 30 km e pneus de 8,5 polegadas. Inclui ainda um ecrã ECO e aplicação de controlo para acompanhar percursos e velocidade.

Xiaomi Smart Band 9 Pro

A Xiaomi Smart Band 9 Pro é uma smartband que ajuda a acompanhar a atividade física e a saúde diária. Ideal para quem treina depois do trabalho ou dos estudos, ou até mesmo para usar em aulas de educação física. Conta com ecrã AMOLED de 1,74 polegadas, GPS integrado, resistência até 5 ATM e monitorização de sono, frequência cardíaca e oxigénio no sangue. O seu grande destaque é a sua autonomia que dura até 21 dias.

Estas oportunidades são portas imperdíveis para aceder a produtos de alta qualidade, poupando alguns trocos nesta época tão exigente para a carteira. O envio destes produtos é gratuito e a entrega estimada é de cerca de uma semana.

A campanha de regresso às aulas da AliExpress decorre até às 8h59 do dia 28 de agosto, sendo válida para encomendas enviadas para Portugal e para vários outros países europeus selecionados. Os códigos promocionais não se aplicam a produtos virtuais nem a smartphones, e não podem ser combinados com outras promoções ativas. Apenas são válidos para artigos com o selo Regresso às Aulas, onde se incluem, por exemplo, auscultadores Sony, processadores AMD, tablets Xiaomi Pad e consolas Nintendo Switch.

Canyon lança a sua nova linha urbana Citylite com uma versão elétrica

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A empresa alemã anunciou a sua nova família de bicicletas urbanas, as Canyon Citylite.

A Canyon reforçou a sua presença no segmento das bicicletas urbanas com a estreia da nova família Citylite. A gama inclui um modelo clássico e uma versão elétrica designada Citylite:ON, pensadas para quem procura uma alternativa prática ao automóvel no tráfego das grandes cidades.

A Citylite base vem equipada com um sistema de mudanças internas Shimano Nexus de 8 velocidades e transmissão por correia Gates CDN, enquanto que a iluminação é assegurada por um dínamo de cubo Shimano, que alimenta um farol Supernova Starstream Mini integrado no guiador e uma luz traseira Iridium M12. O peso anunciado é de 15,94 kg na versão com quadro de barra alta e 15,88 kg na de barra baixa. O preço de lançamento? 1.349€.

Já a Citylite:ON recorre a um motor Bosch Performance Line com 75 Nm de binário e potência de 600W, alimentado por uma bateria de 400Wh que garante até 85 quilómetros de autonomia, existindo ainda a possibilidade de montar um extensor de 250Wh, que acrescenta cerca de 50 quilómetros à sua autonomia. A transmissão é feita por correia Gates CDC, associada a um cubo Shimano Nexus de 5 velocidades, e apresenta-se com 22,1 kg de peso na versão de barra alta e 21,6 kg na versão de barra baixa. Quanto ao preço, é o dobro da versão base, com os seus 2.699€.

Ambos os modelos partilham um quadro de alumínio combinado com garfo em carbono, solução que contribui para maior absorção de vibrações no piso urbano. O equipamento de série inclui para-lamas, descanso lateral, porta-bagagens traseiro compatível com o sistema MIK HD e bloqueio integrado no quadro. O porta-bagagens suporta cadeirinhas infantis até 27 kg e é compatível com diferentes cestos e alforges, sendo que existe também um porta-bagagens dianteiro opcional com capacidade de carga até 10 kg.

As Citylite estão disponíveis em dois formatos de quadro. A versão de barra alta é indicada para ciclistas entre 165 e 195 cm, enquanto a versão de barra baixa é adequada para utilizadores entre 155 e 180 cm.

EcoX e Oliveira da Serra apresentam creme de limpeza feito a partir de caroço de azeitona

A EcoX e a Oliveira da Serra lançaram um creme de limpeza feito com caroço de azeitona e óleo alimentar usado. É um produto 100% português que promove a economia circular e substitui os microplásticos por ingredientes naturais.

Um novo produto de limpeza acaba de ser lançado no mercado nacional, fruto da colaboração entre a EcoX e a Oliveira da Serra. O Creme de Limpeza Oliva EcoX distingue-se por integrar um processo de upcycling que transforma resíduos em matéria-prima, aliando inovação tecnológica à valorização de subprodutos agrícolas.

A EcoX, reconhecida pelo desenvolvimento de detergentes produzidos a partir de óleo alimentar usado, aplica agora a sua tecnologia à criação de um creme de limpeza que utiliza o caroço de azeitona fornecido pela Oliveira da Serra. O resultado é um produto de origem 100% portuguesa que substitui os tradicionais microplásticos por partículas naturais, reforçando o compromisso com a economia circular.

Na produção dos azeites da conhecida marca, o ciclo da azeitona não termina na extração do azeite. O caroço, habitualmente descartado, ganha uma nova função ao ser incorporado como elemento abrasivo no Creme de Limpeza Oliva EcoX. Esta abordagem sublinha uma estratégia em que nada se perde ao longo da cadeia de produção.

O Creme de Limpeza Oliva EcoX é produzido com microesferas de caroços de azeitona e destina-se à limpeza de diferentes superfícies e utensílios domésticos, assegurando eficácia na higienização. O percurso deste produto acompanha o trajeto da própria azeitona: da colheita ao azeite, do caroço ao creme de limpeza, completando uma narrativa circular.

O produto encontra-se disponível em exclusivo nas lojas físicas Auchan e na loja online da EcoX. Esta novidade tem um custo de 4,29€, mas, até ao final, está com um desconto de 15%, custando 3,65€.

Motorola Razr 60 Ultra – Review: O smartphone dobrável mais poderoso

Com um preço elevado e promessas inteligentes que deixam um pouco a desejar, o Motorola Razr 60 Ultra compensa ao combinar um excelente design atraente e um desempenho excecional dentro do seu segmento.

O Motorola Razr 60 Ultra é o mais recente smartphone dobrável da lendária marca de telemóveis, que chega com ambições de normalizar o conceito dobrável com um equilíbrio entre forma e função, acompanhado por características de topo, assim como melhorias a problemas difíceis de ultrapassar dentro deste segmento.

Um exemplo disso são as dobradiças, um dos elementos mais frágeis em dispositivos dobráveis, que no Motorola Razr 60 Ultra foi reforçado com um novo sistema em aço de alta resistência, para oferecer uma sensação abertura mais fluida, e uma dobra no visor interno que quase invisível e impercetível ao toque. Os dois ecrãs também receberam melhorias. O painel externo mantém o formato de ecrã completo, agora vem revestido com um vidro mais resistente, oferecendo maior proteção contra riscos e impactos. E o ecrã interno, apresenta-se com margens reduzidas, com uma resolução superior e maior luminosidade, garantindo boa visibilidade mesmo sob luz solar direta.

Mas onde o Razr 60 Ultra realmente surpreende é no seu desempenho, surgindo equipado com o processador mais potente da Qualcomm, o Snapdragon 8 Elite, que é uma escolha interessante, considerando o formato dobrável do equipamento e o tipo de preocupações a ter em conta no que toca à gestão térmica e autonomia.

O Razr 60 Ultra também traz novidade a nível de software, com uma grande aposta em ferramentas inteligentes e outras que prometem tornar a experiência de utilização mais orgânica e simples para o uso diário, assim como garantias de suporte a longo prazo.

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Motorola Razr 60 Ultra

A Motorola fez um excelente trabalho com os dois ecrãs do Razr 60 Ultra. O painel exterior de 4 polegadas é um painel AMOLED LTPO com taxa de atualização variável entre 1 e 165Hz, suporte 10 bits de cor, resolução de 1272×1080 pixeis e brilho máximo de 1600 nits. O ecrã está protegido por uma nova versão de Gorilla Glass com acabamento cerâmico, mais resistente a riscos e impactos, o que é especialmente importante num painel que está sempre exposto. Já o ecrã interno conta com 7 polegadas e é do tipo AMOLED LTPO, com todas as mesmas especificações técnicas, expecto pela sua resolução de 1224×2912 pixeis, por se tratar de um ecrã maior. Para além da dimensão, somos presenteados a uma proporção invulgar de 9:21,4. Este ecrã interno pode parecer demasiado alongado à primeira vista, mas essa escolha acaba por ser ideal, uma vez que se aproxima ao 21:9, um formato habitual em conteúdos como filmes e séries, que apresentam barras nos nossos monitores e TVs 16:9. Este formato também acaba por ser interessante na navegação vertical de páginas web e de redes sociais, por apresentar mais informação no ecrã. No entanto, o ecrã peca pela ausência de certificação da Netflix para HDR10+, HEVC e Dolby Vision, apesar do dispositivo ser tecnicamente compatível com esses formatos. Mas, como estamos a falar de um telemóvel e não de um equipamento de home theatre, são extras com os quais se passam bem sem eles. No que toca aos ecrãs, vale também a pena referir que o ecrã interno continua a estar coberto por uma película plástica que não deve ser removida. E nos primeiros dias de utilização até somos notificados pelo sistema para nunca remover essa película. Contudo, essa película torna o equipamento mais suscetível a sujidade e marcas de uso, algo típico nos atuais smartphones dobráveis, e que exigem cuidados acrescidos.

Esteticamente, as duas câmaras do Razr 60 Ultra estão muito bem integrados no corpo do equipamentos. Contam com um acabamento metálico elegante e estão ligeiramente projetados para o exterior. No entanto, em comparação ao seu antecessor Razr 50 Ultra, deixa de fora a lente teleobjetiva de zoom ótico 2x, em favor de uma lente ultra grande angular de 0,6x, que acompanha a câmara principal de distância focal padrão (1x).

Durante os testes, o Razr 60 Ultra revelou estar à altura de ser utilizado como um digno substituto de uma câmara digital compacta, fazendo-me acreditar que um smartphone dobrável não necessita de fazer grandes cedências na fotografia para oferecer uma experiência ótima. Apesar de ainda estar um pouco longe daquilo que é oferecido pelos principais smartphones topo de gama de marcas como a Samsung, a Huawei, a Apple ou a Xiaomi, a Motorola aproxima-se cada vez mais desse panteão.

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Motorola Razr 60 Ultra

Todos os seus sensores das câmaras contam com 50MP, com foco automático nas lentes principal e ultra grande angular. A câmara principal vem equipada com um sensor Samsung Isocell GNJ, com abertura f/1.8, estabilização ótica de imagem (OIS) e sistema de foco automática PDAF de duplo pixel. É, aliás, a única lente do conjunto com capacidade para gravar vídeos até 8K a 30FPS. Já o sensor ultra grande angular é o Sony IMX816 (também conhecido como LYT-500), com abertura de f/2.0 e foco automático PDAF. Este permite gravação de vídeo até 4K a 60FPS, com uma transição entre o zoom de 1x e 0,6x bem fluida, embora com ocasionais interrupções pouco agradáveis. Esta lente ultra grande angular é ideal para fotografia em cenários urbanos, ou simplesmente para capturas em grupo, oferecendo uma versatilidade que nenhuma teleobjetiva de 2x conseguiria replicar.

No que toca à câmara frontal (interior) continuo a achar que é secundária neste tipo de equipamento, dado que o formato dobrável com ecrã e câmaras no exterior, acaba por responder à maioria das necessidades no que toca a selfies, vlogs e vídeo-chamadas. Ainda assim, vem equipada com sensor Isocell JNS de abertura de f/2.5 e suporte para gravação em 4K a 60FPS, mas sem foco automático. Na prática, serve quase exclusivamente para vídeo-chamadas, especialmente em aplicações que não são compatíveis com o ecrã externo. Ainda assim, no geral, a sua qualidade não compromete muito e tem qualidade mais do que suficiente para partilhas mais casuais.

Como já havia referido, no interior do Motorola Razr 60 Ultra temos o Qualcomm Snapdragon 8 Elite. Considerado como o melhor processador da Qualcoom, este está acompanhado por 16GB de RAM LPDDR5X e por uns generosos 512GB de armazenamento interno UFS 4.0. Esta combinação faz do Razr 60 Ultra um dos smartphones dobráveis do seu género mais poderoso que encontramos no mercado, ultrapassando até as características técnicas do Samsung Galaxy Z Flip7, o seu principal rival. Apesar destas características estarem integrado num corpo fino e dobrável, o sistema de dissipação de calor é incrivelmente eficaz. Com testes de carregamento rápido a 68W, a temperatura do equipamento nunca se apresentou consideravelmente alta. Em utilização mais exigente, como jogos jogos exigentes, como jogos que exploram os limites do processador, a temperatura também se apresentou controlada e com desempenho formidável, com, por exemplo, Call of Duty Mobile a apresentar taxas de FPS estáveis e sem quebras notórias ou abaixo dos 40FPS, o que é surpreendente para um smartphone dobrável. A Motorola parece, assim ter conseguido ultrapassar o obstáculo de integrar hardware topo de gama num corpo compacto, dobrável e bem arrefecido, sem sacrificar o desempenho real em tarefas exigentes.

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Motorola Razr 60 Ultra

Outra barreira comum em smartphones dobráveis é a sua autonomia, que aqui também merece elogios. O Razr 60 Ultra vem equipado com uma bateria de 4700mAh, que podemos afirmar que é um valor bastante generoso para um dispositivo com este formato. Durante a minha utilização, o dispositivo foi capaz de aguentar um dia completo de trabalho, mesmo em utilização intensa. Em termos de carregamento o equipamento também não compromete, oferecendo carregamento com fio de até 68W, que permite que se carregue 100% da bateria em sensivelmente 45 minutos. Já o carregamento sem fios atinge os 30W, e há ainda carregamento reverso sem fios de 5W, ideal para acessórios como auscultadores. Naturalmente, o carregamento por indução continua a gerar mais calor e a ser mais lento, e em média, leva perto de 2 horas para uma carga completa. Outra nota de destaque é que a Motorola inclui um painel de monitorização detalhado no sistema operativo, através do qual é possível verificar os ciclos completos de carregamento, o estado de saúde da bateria, a data de fabrico e o primeiro uso efetivo da mesma, informações que não costumam ser muito comuns ou transparentes por parte das fabricantes. Adicionalmente, pode ser ativado um modo que limita a carga a 80%, ideal para preservar a longevidade da bateria a longo prazo.

Para o Razr 60 Ultra, a Motorola prometeu três grandes atualizações do Android e quatro anos de atualizações de segurança. Embora pareça um suporte satisfatório, não passa precisamente por isso. Para ser sincero, para um dispositivo de 1299€, este compromisso parece-me na verdade bastante curto. Olhando para o panorama atual e para o ritmo de desenvolvimento de software, onde temos o Android 16 ao virar da esquina, podemos considerar que, neste momento, o Motorola Razr 60 Ultra garante apenas duas atualizações completas no futuro, o que para muitos, não corresponde às expectativas de longevidade num equipamento topo de gama, que também não é barato. A marca tenta compensar essa situação com atualizações regulares da HelloUI, a sua interface personalizada, mas há algo aqui que deixa muito a desejar, uma vez que estamos a falar em suporte proprietário.

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Motorola Razr 60 Ultra

A nível visual, a interface base da Motorola continua próxima daquilo que é oferecido com o Android puro, algo que para mim é muito positivo. No entanto, com o crescimento das funções, integrações e serviços adicionais, a Motorola começou a afastar-se daquela experiência leve e limpa que se aproxima da linha Google Pixel. Um exemplo claro disso é o Feed de Notícias integrado na gaveta de aplicações. Apesar de estar bem executado, acaba por ser redundante já que o Google Discovery já está acessível com um simples gesto lateral no ecrã inicial. Esta duplicação só serve para consumir recursos e prejudicar a fluidez, mesmo que seja possível desativo-lo. Da mesma forma, o assistente de configuração insiste em sugerir instalação de aplicações aleatórias, uma prática que não se justifica num equipamento topo de gama. A Motorola parece estar à procura de um ponto de equilíbrio entre o Android Stock e uma experiência visual mais personalizada. E essa ambição, em si, é válida, até porque a integração visual com o hardware está bem conseguida. Mas o excesso de aplicações também elas duplicadas e software pré-instalado desnecessário (bloatware) começa a comprometer a elegância da experiência, sobretudo tendo em conta o seu preço.

No que diz respeito à inteligência artificial, que a marca batizou de Moto AI, a situação é curiosa. O novo sistema inteligente do Razr 60 Ultra surge como uma versão mais madura daquilo que a empresa tem oferecido até agora, mas ainda assim está longe de se colocar lado a lado com as soluções oferecidas pela Samsung ou pela Google. Muitas das funcionalidade rotuladas inteligentes continuam numa fase embrionária, e algumas claramente sem relação com inteligência artificial. Contudo, importa sublinhar que a Motorola ainda não conta com um modelo proprietário, algo que outras marcas já começam a explorar. Em vez disso, o Razr 60 Ultra oferece integração com vários assistentes externos, como o LLama da Meta, o Google Gemini, o Microsoft Copilot e até alguns modelos da Perplexity. Cada um opera de forma independente, com acesso à sua própria nuvem, o que por um lado, evita cruzamento de dados, mas por outro, impede qualquer tipo de sinergia real entre os serviços. Ainda assim, o sistema operativo comporta-se muito bem, e oferece tudo aquilo que estamos habituados a ter num smartphones Android topo de gama. Mesmo as funções inteligentes “mais básicas” estão presentes e funcionam igualmente bem.

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Motorola Razr 60 Ultra

O Motorola Razr 60 Ultra é, sem dúvida, um excelente smartphone dobrável, especialmente para quem valoriza o design, a qualidade de construção e uma experiência visual de topo. Os dois ecrãs AMOLED são impressionantes em brilho, fluidez e nitidez. O desempenho do Snapdragon 8 Elite garante uma fluidez irrepreensível no dia a dia, mesmo com jogos exigentes, e o sistema de câmaras versáteis, com sensores de 50MP e foco automático, está cada vez mais à altura do que se espera num modelo desta gama de marcas concorrentes. A autonomia também não compromete, com uma bateria de 4700mAh e carregamento rápido que, na prática, fazem a diferença.

Mas, infelizmente nem tudo são elogios. Promissor na teoria, o Moto AI está claramente ainda numa fase de maturação. Para um smartphone cuja proposta central assenta na “inteligência artificial”, é difícil ignorar a inconsistência da experiência. A integração entre os diferentes serviços é fragmentada, os gestos de ativação são pouco intuitivos, e a ausência de suporte total para português, especialmente em interações mais complexas, limita todo o seu potencial fora do mercado anglófono. Há também uma falta de coesão funcional, com algumas funcionalidades que dependem de aplicações específicas, e outras simplesmente não funcionam como esperado. Para além disso, por 1299€, seria legítimo esperar pelo menos quatro anos de grandes atualizações do sistema operativo, mas a Motorola oferece apenas três, o que deixa um gosto amargo na boca em termos de longevidade e compromisso com o consumidor. Ainda assim, este Motorola Razr 60 Ultra é um dos melhores smartphones dobráveis que já utilizei, e que o mercado tem para oferecer.

reviews 2021 recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Motorola.

Rui Basílio leva imaginário veneziano a Lisboa com máscara feita de 4.000 porcas

A instalação de Rui Basílio ocupa uma das paredes da Forneria, trazendo o imaginário de Veneza para Lisboa com uma gigante máscara que impõe respeito.

Rui Basílio, artista e designer português nascido em 1990 no Alentejo, tem vindo a construir um percurso marcado pela versatilidade e pela experimentação. Desde 2020 que o criador, que interage com o público através da marca que leva o seu apelido, decidiu colocar a arte no centro da sua vida, explorando diferentes linguagens visuais, sempre com forte pendor manual e evitando a mecanização excessiva.

O trabalho de Basílio raramente se prende a um estilo único. Entre retratos, intervenções de land art, esculturas em madeira, pedra, metal ou calçada, o artista procura constantemente novas formas de comunicação. O seu objetivo passa por criar identidade cultural e transmitir emoções através de uma “poesia visual” que transforma o óbvio em inesperado. Essa abordagem já o levou a apresentar obras em várias cidades do mundo, do Rio de Janeiro a Amesterdão, passando pelas Maldivas e Xiamen, na China.

É neste contexto que surge a sua mais recente criação em Lisboa. Para a nova Forneria, restaurante que abriu portas em maio na capital, Basílio concebeu uma máscara veneziana construída a partir de 4.000 porcas metálicas. A peça nasceu de 92 horas de conceção e montagem, num processo que combina a estética industrial com a tradição artesanal. A escolha do material faz a ponte com o espaço e com o forno de lenha que define o restaurante, onde o calor transforma ingredientes em algo mais do que simples comida, quase como uma metáfora da própria criação artística.

A instalação de Basílio ocupa uma das paredes da Forneria, trazendo o imaginário de Veneza para Lisboa – mas prestem atenção, pois a máscara, com um tamanho e peso que metem respeito (150kg e 1,70 metros de altura), está instalada na zona de passagem que leva os clientes para as mesas, portanto fiquem atentos ao caminho…

Já sobre a marca Forneria em si, surgiu em 2014 após os três irmãos Paulo, Paula e Tico terem decidido apostar num conceito diferenciador no setor da restauração. O objetivo era recuperar a tradição do forno de lenha, colocando o sabor e o aroma dos ingredientes no centro da experiência gastronómica.

O projeto destacou-se, numa fase inicial, pelas pizzas napolitanas e, sobretudo, pelas francesinhas confecionadas em forno de lenha. Estas últimas tornaram-se rapidamente a imagem de marca da casa, com a versão Putanesca a assumir-se como prato emblemático. A ambição, contudo, não se esgotava nessa especialidade, e a Forneria cedo revelou uma visão mais abrangente para o espaço que queria construir.

A gestão, desde o primeiro momento, procurou afastar-se de modelos convencionais, adotando uma abordagem que não se limitava ao produto final. O ambiente assumiu-se como elemento central: salas decoradas com arte veneziana e napolitana, assim como a Beer Zone, conferem ao local uma dimensão cultural e um espírito de celebração.

Ao longo dos anos, a Forneria consolidou-se não apenas como restaurante, mas como projeto de vida para os seus fundadores. E isso nota-se na mais recente Forneria instalada em Lisboa, onde almoçámos recentemente, com um menu que alia pizzas de inspiração napolitana a francesinhas em forno de lenha, incluindo opções vegetarianas e veganas. Neste cenário, a obra do artista assume-se como elemento central, sublinhando a ligação entre gastronomia e arte: ambas resultam de processos de transformação que vão além da matéria-prima, despertando sentidos e emoções.

O menu é vasto, talvez até demasiado vasto, pois com tantas opções torna-se difícil escolher o que se quer experimentar – entre saladas, bruschettas, special flavours, francesinhas, pizzas, menu alternativo de carne, hambúrgueres e pastas, sem contar com opções vegetarianas e vegan, bem como pratos para crianças, contam-se quase 60 opções. No entanto, e podem ficar descansados porque deu para constatar isso mesmo, independentemente do que peçam, uma coisa é certa: qualidade e variedade não faltam. E sim, tanto francesinhas como a Lá Putanesca, como pizzas como a Dottore, que chega à mesa em formato estrela, são altamente recomendadas.

Para acompanhar, têm cervejas artesanais, limonadas e, claro, sangrias deliciosas, como a que leva espumante de tangerina e maracujá.

Mesmo para finalizar a refeição em beleza, há sobremesas que devem mesmo pedir, como a Fondand Cioccolato & Pistachio, que, tal como o nome indica, é um fondant de chocolate envolvido num delicioso creme de pistachio, acompanhado com gelado de pistachio colocado sobre um afrodisíaco chocolate picante e filamentos de massa filo.

Thunderbolts* estreia no Disney Plus a 27 de agosto

Um dos mais recentes filmes da Marvel chega ao streaming após passagem pelos cinemas no início do verão.

Thunderbolts* estreia no Disney Plus já no dia 27 de agosto. A nova produção da Marvel Studios chega à plataforma de streaming da Disney poucos meses depois da estreia nos cinemas, com uma história original de anti-heróis que se insere, no popular do Universo Cinematográfico da Marvel, que, entretanto, já tem nos cinemas mais um filme, The Fantastic Four: The First Steps.

Lançado nos cinemas a 1 de maio, Thunderbolts* arrecadou 382 milhões de dólares a nível global e foi bem recebido tanto por fãs como por críticos, após várias produções menos satisfatórias, antevendo assim um regresso da Marvel à boa forma. Por cá, em Portugal, o filme foi assistido nos cinemas por quase 126 mil espectadores e rendeu 827,6 mil euros nas bilheteiras.

Realizado por Jake Schreier, Thunderbolts* volta a apresentar-nos personagens introduzidas em Black Widow, com Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus) a reunir um grupo de anti-heróis composto por Bucky Barnes (Sebastian Stan), Red Guardian (David Harbour), John Walker (Wyatt Russell), Taskmaster (Olga Kurylenko), Ghost (Hannah John-Kamen) para enfrentar uma ameaça global. A missão rapidamente se revela uma armadilha e obriga a equipa a unir esforços contra uma conspiração, que pode ameaçar o mundo. O elenco conta com Lewis Pullman no papel de “Bob”.

SPC lança o telemóvel Harmony 2, concebido para segurança e conforto dos mais idosos

O novo SPC Harmony 2 inclui um botão SOS, perfil médico de emergência, corpo resistente com ecrã maior e áudio melhorado.

A SPC apresentou o SPC Harmony 2, um telemóvel 4G tipo concha concebido para responder às necessidades de utilizadores seniores, destacando-se pela fácil utilização, funcionalidades de segurança e um corpo robusto. O novo telemóvel já está disponível nas cores preto e branco por 79,90€.

O modelo integra o perfil ICE (In Case of Emergency), que permite armazenar informações médicas relevantes, como o tipo de sangue, a idade e contacto de emergência, acessíveis de um toque. Inclui ainda um botão SOS na parte traseira, capaz de efetuar chamadas automáticas para até cinco contactos predefinidos e enviar uma mensagem de alerta personalizada.

O SPC Harmony 2 foi construído para resistir ao uso intensivo, com proteção IP44 contra salpicos e pó, e a sua estrutura reforçada é capaz de suportar até sensivelmente 45 quedas. O ecrã principal é de 2,8 polegadas, com vidro resistente a riscos, acompanhado por um ecrã externo de 1,77 polegadas. Já a sua bateria oferece até nove dias de autonomia em utilização normal e onze horas de conversação contínua. O carregamento pode ser feito através da base incluída ou através da sua porta USB-C reversível, facilitando a utilização em viagem.

Com teclas de grande dimensão, prometem precisão de marcação por pessoas menos capazes, com opção de ouvir a confirmação de cada dígito. Já com o seu ecrã, é possível configurar e apresentar fotografias a até oito contactos e configurar memórias diretas para chamadas rápidas. Já o som atinge os 104 decibéis e a tecnologia HAC, que assegura compatibilidade total com aparelhos auditivos, evitando interferências e distorções.

Entre as suas funcionalidades inteligentes destaca-se ainda o SMART HELP, que permite configuração remota por familiares via SMS, ajuste automático do volume para chamadas não atendidas e envio de alertas a contactos de confiança em caso de inatividade prolongada.

Google Mensagens começa a desfocar imagens com conteúdo sensível

O Google Mensagens para Android foi atualizado e agora conta com alertas de conteúdo sensível.

O Google Mensagens começou a implementar um novo mecanismo de segurança no Android, que diz respeito a conteúdos sensiveis. Tratam-se dos Alertas de Conteúdo Sensível, que prometem ser capazes de detetar e de desfocar automaticamente imagens com nudez. Anunciado em outubro de 2024 e, após uma fase restrita de testes, esta funcionalidade passa agora a estar disponível para todos os utilizadores, reforçando a privacidade e oferecendo maior controlo sobre os conteúdos recebidos e enviados através da aplicação.

A tecnologia baseia-se no Android System SafetyCore, que analisa as imagens localmente, no próprio dispositivo, sem enviar qualquer dado ou conteúdo para os servidores da Google. Fica ativa por defeito para contas de adolescentes entre os 13 e os 17 anos, e requer sessão iniciada numa conta Google para funcionar. Sempre que é detetada uma imagem com nudez, esta vai surgir desfocada. Caso o utilizador tente enviar ou reencaminhar esse ficheiro, será apresentado um aviso com informação sobre os riscos, dando a possibilidade de prosseguir ou cancelar.

Nas contas supervisionadas através do Family Link, os pais mantêm o controlo sobre esta proteção, que permanece ativa por padrão e não pode ser desativada pelo menor. Já os adolescentes sem supervisão podem desligar os alertas nas definições da conta Google. Para adultos, a funcionalidade está inativa por defeito, mas pode ser ativada manualmente, e para isso basta tocar na fotografia de perfil no Google Mensagens, aceder a definições, entrar em proteção e segurança e selecionar Alertas de conteúdo sensível.

A novidade chega juntamente com a mais recente atualização do Google Mensagens, que já está disponível na Play Store.

Compras na Steam limitadas em algumas regiões após PayPal deixar de suportar pagamentos

A Valve confirma que foram impostas limitações a pagamentos via PayPal, ligadas à polémica pressão de processadores de pagamento em jogos para adultos.

A Valve confirmou que um dos bancos adquirentes utilizado pelo PayPal, deixou de processar transações na Steam em várias moedas, numa situação que faz parte de um contexto mais amplo de restrições sobre conteúdo adulto nas plataformas digitais. O problema começou em julho, quando alguns jogadores e a própria Valve notaram que a PayPal estava a encerrar imediatamente qualquer transação, independentemente do jogo adquirido. De acordo com a Valve, não é a PayPal a bloquear os pagamentos diretamente, mas sim um dos bancos adquirentes que processa os cartões. Isto afetou moedas que não são o euro, a libra britânica, o iene japonês ou os dólares australiano, canadiano e norte-americano.

Em declarações ao portal Rock Paper Shotgun, a Valve explicou que estas restrições estão relacionadas com preocupações sobre conteúdo adulto na Steam, ligadas a alertas transmitidos por intermediários de processadores de pagamento, incluindo questões previamente levantadas sobre a Mastercard. “Um dos bancos adquirentes da PayPal decidiu parar de processar qualquer transação na Steam, o que cortou o suporte da PayPal para várias moedas,” afirmou a empresa.

A polémica começou quando a Mastercard negou ter pressionado diretamente a Steam para remover jogos adultos, mas a Valve confirmou que a operadora comunicou preocupações através de processadores e bancos adquirentes. A Valve respondeu apontando a política da Steam desde 2018 de distribuir apenas jogos legais, mas os intermediários invocaram a regra 5.12.7 da Mastercard, citando risco para a marca.

A regra 5.12.7 proíbe transações ilegais ou que possam prejudicar a imagem da marca, incluindo vendas de produtos ou serviços considerados ofensivos, mesmo que legais. Entre os exemplos mencionados estão imagens de comportamento sexual não consensual, exploração sexual de menores, mutilação e bestialismo.

Este é mais um capítulo que surge também depois da itch.io ter desindexado todo o conteúdo NSFW pago e gratuito, também seguindo pressões de processadores de pagamento. A decisão ocorreu na sequência de uma carta aberta da organização conservadora Collective Shout, que pediu às empresas PayPal, Mastercard, Visa, Discover e JCB para deixarem de processar pagamentos em plataformas que alojem jogos com temáticas de abuso sexual.

A luz destas situações, organizações da indústria, como a IGDA, alertam que estas restrições podem levar a autocensura entre criadores, especialmente da comunidade LGBTQ+, e afetar a diversidade de conteúdos disponíveis nas plataformas.

Vodafone Paredes de Coura 2025, Dia 3 – A sala de aulas da música no meio da natureza

Neste 3º dia de Vodafone Paredes de Coura 2025, destacou-se o regresso de King Krule, que recebeu ovações do público festivaleiro.

Em mais um dia rico em escolhas, os portugueses/lusófonos ficaram, como de costume, para as primeiras horas da tarde, com os bem criticados Memória de Peixe e Dino d’Santiago a trazerem as suas sonoridades. Pelo menos este último magicamente recebido, de acordo com relatos locais de confiança.

Cassandra Jenkins faz lembrar muitas vezes os Low (elogio), sempre a soar bem sem deixar os recados de intervenção da praxe de 2025. Folk etérea com destaque para o mais recente My Light, My Destroyer. Música bonita ainda com o sol alto.

Minutos depois, Geordie Greep chega ao anfiteatro em frente ao rio Coura com um relógio a dar as horas por trás dele. Assim será numa atuação em que o antigo membro dos Black Midi (banda sombra do dia, igualmente com conecções aos Black Country, New Road) levou a sua voz inclassificável a um público algo mortiço. Essa moleza de quem se espraia pela colina não afetou o britânico, que dá concerto esforçado no seu jazz rock matemático. Passagem que não ficará marcada a letras douradas, mas competente e demonstrativa da liberdade criativa que tem sido nota forte desta edição do Vodafone Paredes de Coura.

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Geordie Greep no Vodafone Paredes de Coura 2025 – Foto: Emanuel Canoilas

Após o cancelamento à 23ª hora no ano passado, foi a vez dos bar italia (se é apenas referência a um café, ou também a uma bela faixa dos Pulp, seria engraçado de validar) subirem a palco. Finalmente tivemos direito a “Nurse” e o riff hipnótico de “punkt” na voz polida e tranquilizante de Nina Cristante, numa atuação que foi também ela discreta.

O foco das festas do dias ia ser inevitavelmente os Black Country, New Road (BC, NR para os amigos). Aquele que pode ser o sexteto menos habanero do mundo – Tyler Hyde, Lewis Evans, Georgia Ellery, May Kershaw, Charlie Wayne, e Luke Mark – deu uma aula de música em pleno couraíso.

Com o desafio complicado que foi a saída de Isaac Wood, vocalista/guitarrista que marcou indelevelmente os dois primeiros discos do agrupamento, a solução foi um trio vocal feminino que vai rodando conforme as composições.

Há a certa altura uma festa de pop orquestral (“The Big Spin”), há música de câmara (“Besties”), e um desenrolar de troca de instrumentos muito reminiscente de aulas numa escola superior de música – dá sempre estilo passar um arco numa guitarra elétrica. O pináculo chegou com “Forever Howlong”, lição crescente com flautas a ser até à elevação coletiva. Disto não se vê todos os dias, mundos de distância para aquilo que Andre 3000 apresentou no ano passado.

A certa altura, já a caminho do fim, declara-se que a partir daquele momento teríamos “no more sadness” e chegam “Goodbye (Don’t Tell Me)” e “For the Cold Country” para terminar. O agradecimento plácido de “You guys are awesome, wow”, é um mundo de distância dos discursos de Lola Young na noite anterior, mas parece espelhar o mesmo sentimento.

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Lambrini Girls no Vodafone Paredes de Coura 2025 – Foto: Emanuel Canoilas

Lambrini Girls são inaudíveis, não por falta de volume mas por pura gritaria e falta de destreza a manter o compasso, com alguns pedidos de retirada aos que não concordam com as suas opiniões. O punk não é bar aberto para tudo, mas espera-se e confia-se que a galera das primeiras filas tenha tido uma experiência intensa.

King Krule faz um regresso em tamanho maior ao Vodafone Paredes de Coura, e dá mais do que o suficiente para receber ovações do povo. Há um fundo vermelho estático, guitarras em barda e, a certa altura, tentam-se alguns malabarismos, como uma guitarra que não passa assim tão bem pelas costas, mas toda essa meia trapalhice acaba por dar origem a ternura por um talentoso autor, desde o início com “Cellular”, à dedicação a Diogo Jota de “Tortoise of Independency”.

A certa altura emite gritos porque sim, enquanto nas últimas filas estendidas nas toalhas estão famílias tranquilamente a jogar às cartas. Dali a pouco um mano está em palco a dançar de forma aleatória. Tudo convive e está bem a ouvir as guitarradas de “Stoned Again”, numa lógica de quem é da casa. E é bastante.

Por último, outras vozes dizem que Mk.Gee cumpriu, e muito bem, a seguir. Fica a nota, e a curiosidade de seguir.

Falha no 7-Zip permite instalação de malware, mas atualização já corrige o problema

Uma vulnerabilidade no popular software de compressão 7-Zip, pode ser explorada para substituir ficheiros do sistema, comprometendo a segurança de Windows e Linux.

O investigador Gordon Lyon, responsável pelo portal de recursos de segurança online Seclists, revelou uma falha no 7-Zip, identificada como o código CVE-2025-55188, e à qual atribuiu uma pontuação de 2,7 no sistema CVSS (Common Vulnerability Scoring System). Apesar de não ser considerada uma vulnerabilidade grave (Nível Baixo), a sua exploração pode ter um impacto nefasto

De acordo com Lyon, através desta vulnerabilidade, um ficheiro que tenha sido comprimido no formato 7-Zip pode ser manipulado para extrair conteúdo em qualquer diretório, incluindo pastas críticas de sistemas operativos como o Windows ou o Linux. Esta situação, abre assim a porta para a possível substituição de ficheiros legítimos por versões maliciosas, instalação de malware ou a obtenção de acessos não autorizados.

No Windows, a exploração ainda exige determinadas condições, mas no Linux a ausência de barreiras equivalentes torna a ameaça mais séria, permitindo que ficheiros aparentemente inofensivos sejam colocados em locais sensíveis, interrompam serviços ou até concedam controlo total ao invasor. A vulnerabilidade é semelhante a uma outra recentemente identificada no WinRAR.

Entretanto, os programadores do 7-Zip já publicaram a atualização 25.01, que vem corrigir a falha, por isso é recomendado que todos os utilizadores atualizem para esta versão o mais depressa possível para reduzir o risco.

Vodafone Paredes de Coura 2026 já tem datas

Em conferência de impresa de rescaldo a esta edição, a organização do Vodafone Paredes de Coura revelou que já tem duas bandas praticamente confirmadas.

Hoje, 16 de agosto, é o último dia do Vodafone Paredes de Coura 2025. E à semelhança do que acontece com outros festivais, foi também neste dia que se fez o rescaldo desta edição.

Em conferência de imprensa, João Carvalho, diretor do Vodafone Paredes de Coura, anunciou que, este ano, o festival recebeu mais de 120.000 pessoas, o que dá uma média de 30.000 por dia. E aproveitou também para revelar as datas para 2026: 12, 13, 14 e 15 de agosto.

O diretor referiu ainda que já tem duas bandas praticamente fechadas, pelo que mais novidades serão anunciadas em breve. Além disso, e segundo a Rádio Vale do Minho, a 32ª edição do evento promete ser especial, uma vez que está previsto um eclipse solar quase total para o dia 12 de agosto.

Visitando o site Time and Date AS, constatamos que o evento irá começar às 18h33, atingindo o seu máximo às 19h31, momento em que o sol ficará quase inteiramente “tapado” pela Lua. Naturalmente, este é um fenómeno que durará apenas alguns minutos.

Condições de trabalho no Hotel Vila Galé Estoril levantam preocupações sobre saúde e segurança

O Sindicato de Hotelaria do Sul denuncia práticas laborais no Hotel Vila Galé Estoril que expõem os trabalhadores a temperaturas extremas e a oito horas de trabalho contínuo ao sol.

O Hotel Vila Galé Estoril está no centro de críticas por práticas laborais que, segundo o Sindicato de Hotelaria do Sul, colocam em risco a saúde e a segurança dos seus trabalhadores. Na passada quinta-feira, 13 de agosto, o sindicato realizou uma ação de denúncia pública junto à unidade hoteleira, alertando para situações que considera inaceitáveis e prejudiciais ao bem-estar da equipa.

De acordo com a denúncia, os funcionários do bar da piscina são sujeitos a oito horas diárias expostos a temperaturas que frequentemente ultrapassam os 40 °C, sem acesso a equipamento de proteção individual adequado, fardamento apropriado ou qualquer sistema de climatização. Além disso, não existem pausas regulares que permitam aliviar o impacto do calor extremo, expondo os trabalhadores a riscos significativos para a saúde.

O sindicato aponta ainda outras práticas problemáticas, como a alteração unilateral dos horários de trabalho, que dificulta a conciliação entre a vida profissional e pessoal, e os elevados ritmos de serviço resultantes da falta de funcionários permanentes. Acresce o recurso frequente a contratos precários e à contratação de trabalhadores temporários para suprir necessidades que deveriam ser cobertas por pessoal do quadro, medidas que, segundo a organização, comprometem a estabilidade laboral e a dignidade dos colaboradores.

Apesar das tentativas de diálogo com a direção do Vila Galé Estoril, não foram identificadas soluções que garantam o cumprimento da legislação laboral e a proteção dos direitos dos trabalhadores. Perante este cenário, o sindicato apresentou queixas formais e solicitou a intervenção da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e do Delegado de Saúde Pública de Cascais, exigindo ações que fiscalizem a situação no local.

O Sindicato de Hotelaria do Sul sublinha que a segurança e a saúde no trabalho constituem direitos fundamentais e não podem ser tratados como uma opção da gestão. A organização exige que o Hotel Vila Galé Estoril cumpra de imediato todas as obrigações legais, garantindo condições dignas e seguras para os seus trabalhadores.

Nova tecnologia coreana promete mudar a forma como medimos a pressão arterial

Uma equipa de Investigadores da Universidade Nacional de Seul desenvolveu adesivo flexível capaz de monitorizar a pressão arterial em tempo real com precisão hospitalar.

Uma equipa da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul, criou um dispositivo vestível que mede a pressão arterial de forma contínua e com a mesma precisão dos aparelhos usados em ambiente hospitalar. A novidade pode ter grande impacto na sociedade, considerando que, segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 1,3 mil milhões de pessoas vivem com hipertensão e apenas uma em cada cinco consegue controlá-la. Conhecida como “assassina silenciosa”, esta condição aumenta o risco de enfarte e AVC, tornando o acompanhamento regular essencial para a prevenção.

Ao contrário dos tradicionais medidores de braçadeira, volumosos e pensados para medições pontuais, este sensor é aplicado diretamente na pele, como um penso. Funciona através da medição do intervalo entre o sinal elétrico do coração, detetado quase de imediato no pulso, e a chegada da onda de pressão mecânica, que ocorre frações de segundo depois. Quando a pressão arterial sobe, o intervalo encurta; quando desce, prolonga-se.

Para atingir este nível de sensibilidade, a equipa liderada pelo professor Seung Hwan Ko recorreu a metal líquido, que é um condutor, maleável e fluido à temperatura ambiente, com elasticidade próxima da pele humana. O desafio da elevada tensão superficial, que dificulta a criação de circuitos de precisão, foi ultrapassado com um processo de sinterização a laser, no qual um feixe funde microgotas de metal para formar circuitos ultrafinos e flexíveis, sem químicos. O resultado é um sensor que pode esticar até sete vezes o seu comprimento e resistir a mais de 10 mil ciclos de alongamento sem perda de desempenho. Nos testes feitos, o dispositivo mediu com maior exatidão do que as braçadeiras convencionais as variações rápidas de pressão arterial, como as que ocorrem antes e depois do exercício físico.

De acordo com Ko, esta tecnologia poderá transformar a medição da pressão arterial, deixando de ser uma rotina ocasional no consultório para passar a um acompanhamento contínuo. As aplicações vão desde unidades de cuidados intensivos até ao bem-estar pessoal e segurança no trabalho. Para doentes hipertensos, significaria um controlo constante, sem incómodos; no desporto e fitness, permitiria monitorizar em tempo real o impacto do treino.

Os investigadores Jung Jae Park e Sangwoo Hong, principais autores do estudo, trabalham já em novas versões com materiais mais avançados, ligações sem fios e integração de tecnologias inteligentes, para tornar o sistema mais prático e acessível. A equipa acredita que este projeto é um passo importante para um modelo de saúde inteligente e atento, em que prevenção e monitorização contínua façam parte do dia a dia.

Microsoft 365 recebe novos atalhos na barra de tarefas do Windows 11

Os novos atalhos para Pessoas, Pesquisa de Ficheiros e Calendário passam a estar acessíveis diretamente do ambiente de trabalho.

A Microsoft lançou um conjunto de aplicações complementares do Microsoft 365, integradas diretamente na barra de tarefas do Windows 11. Estas novidades são dirigidas a utilizadores empresariais, tendo sido concebidas para aumentar a produtividade, através do acesso imediato a contactos, documentos e compromissos.

A aplicação Pessoas permite visualizar a estrutura das empresas, procurar colegas e iniciar rapidamente conversas no Teams, via chamada ou um e-mail. A aplicação Pesquisa de Ficheiros, como o nome indica, serve para encontrar documentos armazenados no Microsoft 365, entre os quais o OneDrive, SharePoint, Teams e Outlook, seja através de nome, autor ou palavras-chave, com opções adicionais de filtragem, visualização e partilha. Por fim, o Calendário, igualmente óbvio, serve para gerir verificar eventos próximos, com pesquisa facilitada de compromissos e até a capacidade de entrar diretamente em reuniões a partir da barra de tarefas.

Oficialmente anunciadas na conferência Ignite 2024 e testadas em fase beta nos últimos meses, estas aplicações passam agora a estar disponíveis para todos os clientes corporativos do Microsoft 365. São instaladas automaticamente em sistemas com Windows 11 e com licenciamento ativo do 365, embora os administradores de TI possam bloquear a instalação e os utilizadores possam desativar a sua execução automática.

Os novos pães da Gleba usam sementes pré-fermentadas

A Gleba acredita que pães feitos com os melhores cereais, com respeito e intenção são um alimento completo, saboroso e com impacto positivo na saúde.

A Gleba lançou recentemente dois novos pães surgem agora com uma particularidade que os distingue: a utilização de sementes pré-fermentadas. Esta técnica, aplicada a receitas já conhecidas, permite intensificar o sabor, tornar a digestão mais fácil e aumentar a absorção de minerais essenciais como ferro, zinco, cálcio e magnésio. O resultado é um alimento mais completo e equilibrado, que alia tradição a inovação.

O primeiro destes pães é o de Pão de forma de sementes com quinoa germinada. A combinação entre cereais, sementes e quinoa germinada oferece uma elevada riqueza nutricional, com destaque para a proteína vegetal, as fibras e os minerais. A pré-fermentação das sementes potencia o valor do conjunto, criando um pão de textura suave e sabor marcado, profundo e tostado. Cada unidade custa 4,95€.

A segunda novidade é a Bola de mistura com sementes, que nasce da união entre trigo, centeio e sementes fermentadas. A massa ganha corpo e intensidade, a crosta apresenta-se dourada e crocante, e o interior mantém-se húmido. Este pão revela um perfil rústico, repleto de fibra, antioxidantes e ácidos gordos insaturados, combinando o lado tradicional com uma nova abordagem técnica. Cada unidade de 80g custa 0,80€.

Estas duas novas receitas da conhecida padaria demonstram como a integração de métodos ancestrais e processos inovadores pode resultar em alimentos mais completos e saborosos, respondendo a um público cada vez mais atento ao equilíbrio e à consciência alimentar.