Twinless – Review: James Sweeney e Dylan O’Brien transformam a dor em arte

Twinless é uma obra que não tem medo de mergulhar nas zonas mais ambíguas do sofrimento, transformando a dor em cinema impactante e inspirador.

Não era familiar com o trabalho de James Sweeney (Straight Up), mas há sempre algo de fascinante quando um cineasta decide acumular tantas funções num mesmo projeto: escrever, realizar, produzir e, ainda por cima, interpretar uma das personagens principais. Esse risco de exposição total desperta imensa curiosidade, sobretudo quando o elenco conta também com Dylan O’Brien (Maze Runner) e Aisling Franciosi (The Nightingale). Que mais poderia pedir?

Em Twinless, Sweeney dá vida a Dennis, um jovem que, tal como Roman (O’Brien), perdeu o seu irmão gémeo. Os dois conhecem-se num grupo de apoio para gémeos em luto e rapidamente constroem uma amizade peculiar, marcada tanto por momentos de ternura como por dinâmicas de substituição que vão crescendo à medida que a narrativa avança. Marcie (Franciosi), a rececionista sempre doce e disponível, entra como elemento externo à bolha de dor partilhada pelos protagonistas, trazendo um contraponto de normalidade e esperança, mesmo sem possuir um arco tão desenvolvido como os restantes.

O primeiro destaque de Twinless vai naturalmente para O’Brien. É surpreendente como continua a ser um ator tão subvalorizado em Hollywood – quase chocante como ainda não lidera uma grande franquia – quando demonstra aqui uma versatilidade impressionante. As suas linhas cómicas até fazem lembrar Liam Neeson no recente The Naked Gun, aquela comédia slapstick em que a personagem interpreta erradamente situações óbvias, arrancando risos genuínos pelo absurdo da cena. No entanto, O’Brien vai muito além do humor básico: é capaz de sustentar monólogos de profunda carga emocional, nos quais transmite a dor incomparável de perder um irmão, questionando a sua identidade e expondo fragilidades íntimas. Essa capacidade de alternar entre riso e melancolia torna a sua prestação memorável, a par do melhor trabalho da sua carreira.

Franciosi, mesmo com uma personagem mais secundária, encontra o tom certo em Twinless. Marcie é uma mulher simples de bom coração, que anseia por alguém a quem dar amor e cuidado. Pode parecer um papel banal, mas Franciosi injeta-lhe humanidade e autenticidade, funcionando como uma âncora emocional numa obra em que tudo o resto é instabilidade e perda. Por seu lado, o próprio Sweeney mostra-se competente como Dennis, encarnando a timidez e a insegurança de alguém que apenas deseja ser aceite. Não posso revelar muito sobre o arco da personagem sem estragar potenciais surpresas, mas basta dizer que algumas das revelações mais trágicas da narrativa estão ligadas a ele, elevando o impacto dramático da história.

Contudo, por mais sólido que seja o seu trabalho enquanto ator, fiquei ainda mais impressionado com Sweeney atrás das câmaras. A colaboração com o seu diretor de fotografia, Greg Cotten, revela um grande domínio da linguagem cinematográfica. Desde a decisão de prolongar planos sobre os rostos dos intérpretes – permitindo-lhes trabalhar as emoções em tempo real – até às transições visuais criativas, como o uso de ecrãs divididos em composições lado a lado, existe uma frescura e uma ousadia na constituição de cada cena que capturam imediatamente a atenção. Uma sequência em que o ecrã se divide em dois, sobrepondo diferentes momentos num só fluxo visual, é particularmente fascinante. O trabalho de montagem de Nikola Boyanov complementa a imaginação do cineasta, garantindo ritmo mas também folgas necessárias para que as emoções não se percam.

Mas talvez o aspeto mais surpreendente de Twinless seja o equilíbrio entre humor e temas sombrios. Raramente senti dissonância: as piadas e observações cómicas fluem naturalmente, sem quebrar a seriedade das questões abordadas. Twinless consegue falar de luto, solidão, amizade, amor, medo, arrependimento e muito mais com uma delicadeza invulgar, explorando todas estas dimensões através de uma lente genuína. Nunca cai em sentimentalismos fáceis, mas também não se refugia em distanciamentos frios. A vida, aqui, é apresentada como ela é: ridícula num instante, devastadora no seguinte.

É precisamente essa recusa em simplificar a experiência do luto que distingue Twinless de tantas outras histórias centradas na perda. A obra não procura oferecer uma cura milagrosa aos seus protagonistas nem os encaminhar para um final redentor. Pelo contrário, aceita a instabilidade como parte inevitável do processo, permitindo que o público sinta as oscilações entre humor, ternura e tragédia. Roman não lamenta apenas a morte do seu irmão, Rocky, mas tenta recompor uma identidade que perdeu metade do seu reflexo. Dennis não é apenas um companheiro de infortúnio, mas também a materialização do risco de projetar no outro aquilo que já não existe. A relação entre os dois é simultaneamente um gesto de sobrevivência e uma ameaça de autodestruição.

O papel de Marcie reforça essa tensão. Ao surgir como alguém que pertence ao “mundo real”, funciona como uma lembrança de que a vida continua, de que é possível criar vínculos baseados na verdade e na reciprocidade, e não apenas na substituição. No entanto, a sua presença acaba por expor as fragilidades dessa amizade construída sobre a dor, mostrando que a tentativa de replicar uma ligação perdida nunca pode ser totalmente autêntica.

Por fim, a escolha de O’Brien interpretar tanto Roman como Rocky aprofunda ainda mais os temas centrais de Twinless. É impossível não sentir que Roman vive em constante comparação com a ausência do irmão, procurando desesperadamente preencher esse vazio através da relação com Dennis. A dualidade interpretação/ausência espelha na perfeição a sensação de incompletude que atravessa todo o filme, enfatizando a ideia de que o luto raramente é apenas sobre a pessoa perdida, mas também sobre a versão de nós que desaparece com ela.

VEREDITO

Twinless é uma obra que não tem medo de mergulhar nas zonas mais ambíguas do sofrimento, transformando a dor em cinema impactante e inspirador. James Sweeney demonstra uma voz autoral distinta, Dylan O’Brien assina uma das melhores interpretações da sua carreira e o resultado é uma reflexão poderosa sobre identidade, memória e sobrevivência. É um daqueles raros filmes que lembram que o verdadeiro mistério do luto não se encontra em resolvê-lo, mas em aprender a viver com o mesmo. Sussurrando, por vezes gritando, que não é sobre encerramentos, mas sobre descoberta.

Lost Soul Aside: Review – Ambições falhadas

Com inspirações claras noutros jogos de ação e aventura, Lost Soul Aside até encontra uma identidade própria, mas fá-lo pelos piores motivos, resultando numa experiência enfadonha e amadora.

Lost Soul Aside é um mau jogo. Com esta afirmação sinto que esgotei o resto da energia e da vontade que tinha em lhe dar atenção, mas sentiria um enorme peso na consciência se não tentasse elaborar a minha opinião e explicar porque sinto que Lost Soul Aside é um mau jogo. Como a Internet é um oceano de piadas e memes, que se enche sempre que um novo jogo vira alvo de chacota, é preciso remar contra a maré, por mais que me custa. A “fava” saiu agora a Lost Soul Aside, as opiniões são conhecidas, os vídeos já se espalharam pelas redes sociais e o tribunal da opinião pública chegou à sua conclusão.

Eu joguei Lost Soul Aside até me fartar por completo dele. Não vi os créditos finais, não penso sequer ver os restantes capítulos no YouTube ou na Twitch. O que eu quero é escrever este texto e desinstalar o jogo. Mas também não escondo que passei mais tempo a rir do jogo do que a jogá-lo. Uma quantidade saudável de gargalhadas, não porque Lost Soul Aside tenha elementos humorísticos, mas porque o resultado final e as escolhas de produção são acidentalmente hilariantes e insólitas. No entanto, Lost Soul Aside também me mete pena. Genuína pena. Porque é um projeto de alguém que, tal como eu, adora jogos, e que, diferente de mim, tem o mínimo de conhecimento e aptidões para brincar e materializar as suas visões, de alguma forma. Um processo que, ao longo da última década, permitiu que Yang Bing atraísse a atenção da comunidade e de investidores, e levasse à criação de uma pequena equipa que o ajudou a criar este jogo, a UltiZeroGames. Histórias e projetos destes têm algo de ternurento, que admiro e apoio.

No que toca a Lost Soul Aside, é um jogo que, apesar de muitas inspirações claras, tem definitivamente uma alma. Este transporta-nos para um mundo bem atmosférico, com uma fantástica banda sonora a embalar-nos na navegação e no combate, e com uma legião de inimigos com designs e animações absolutamente fantásticas. Infelizmente, é um jogo onde as ambições e as suas qualidades objetivas são atropeladas por um camião TIR de amadorismo e de falta de experiência, onde sentimos que existia uma visão muito mais ambiciosa e que foi recortada ao longo de anos de produção, tornando Lost Soul Aside naquilo que defini ao abrir este artigo: um mau jogo. E porque é mau, eu decidi não terminá-lo. Joguei o tempo suficiente para me sentir confortável a largá-lo com uma impressão sólida. Diria até que joguei mais tempo de Lost Soul Aside do que aquilo que este projeto merecia. Joguei até duas vezes as suas primeiras horas, nas duas versões lançadas, PlayStation 5 e PC, e logo desde o início do jogo houve muitíssimo pouco que me convencesse que Lost Soul Aside merecia o meu tempo.

Lost Soul Aside começa com uma sequência muito rápida e caótica, que tenta apresentar um conflito milenar com entidades divinas, ao mesmo tempo que nos coloca ao controlo de uma personagem muito poderosa. E faz absolutamente nada com isso. O que poderia servir de tutorial compreensivo das mecânicas centrais do jogo, reduz-se a uma sequência de button smashing de cinco segundos a despachar, uma tentativa de nos apresentar um pouco do seu lore. Este início não ajudou sequer a contextualizar a narrativa ou o worldbuilding do jogo, e posso dizer isto depois de ter repetido a sequência duas vezes: pouco deu para reter, além de clichés e tropes do género.

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Lost Soul Aside (UltiZeroGames)

Recordo-me, no entanto, da introdução do nosso protagonista, que é igualmente vazia. Kaser simplesmente surge num barco, com a personalidade de uma tábua e o aspeto de um emo giga chad, que se destaca hilariantemente dos restantes NPCs, com o seu longo casaco e trajes sombrios, e é recebido por uma jovem que, pela descrição no códice do jogo, adotou Kaser e tornou-se na sua “big sister”. E, meus amigos, eu já vi anime suficiente para perceber quais são as inspirações desta escrita. Rapidamente, somos apresentados a Louisa, também irmã de Kaser, mas desta vez real. Embora, pela forma como ela trata o irmão, chamando-lhe repetidamente de “mano” com imenso entusiasmo, eu ache que ela desejaria ser a sua irmã adotada. É estranho!

Certo, gigante tangente no último parágrafo, mas acho que ajuda a estabelecer a estranha relação que criei com este jogo, onde desde o início quase tudo parecia ser digno de uma observação jocosa. O problema é que não se fica por aqui, ao demonstrar a sua escrita, direção e restante execução extremamente amadoras. Poderia dar mais exemplos, mas aqui relembro que as redes sociais já estão cheias de bons exemplos: com vídeos de cinemáticas mal realizadas, onde a câmara não para um momento, onde a edição tem cortes que não fazem grande sentido, onde as personagens são mal colocadas e estão a olhar para o vazio – para não falar do horrível (tão mau que é bom) trabalho de vozes, pelo menos na dobragem em inglês, e do texto tanto nas cinemáticas como nas expressões repetidas durante o combate.

A história também parece extremamente desinteressante, numa colagem de conceitos e ideias resgatadas de outras produções, apresentando uma sociedade com um regime opressivo e os temas básicos do “bem contra o mal”. Isto, por si só, não é propriamente mau, mas, se nas primeiras horas Lost Soul Aside não cria oportunidades para nos convencer a ficar no seu mundo e descobrir os seus mistérios, tem logo aqui um problema. E toda a apresentação já mencionada, obviamente, ofusca tudo isso. O que fiquei a saber é que Kaser parte numa aventura para acordar a irmã de um coma e salvar o mundo (acho eu).

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Lost Soul Aside (UltiZeroGames)

O que há de positivo em Lost Soul Aside não faz o suficiente para satisfazer. Quero com isto dizer que consigo ver aqui coisas boas à distância, ideias que acabam por ser mal-amanhadas. Até porque Lost Soul Aside tinha um potencial enorme para ser a lufada de ar fresco necessária dentro do género de jogos de ação e aventura, saturados por RPGs expansivos e por soulslike. Lost Soul Aside não é nem um nem outro, o que é essencialmente bom, e tão-pouco procura cativar a nossa atenção com exploração de cenários com objetivos redundantes ou com confrontos que vão testar a nossa paciência com dificuldades imperdoáveis. Mas não se livra de oferecer uma experiência enfadonha.

Lost Soul Aside é um jogo com uma falta enorme de noção de ritmo, com um equilíbrio entre uma navegação linear ao estilo de um platformer e momentos de ação com arenas e bosses. Ora, volta e meia temos um trecho dedicado à navegação de ponto A a ponto B, terminando com um boss, como rapidamente o jogo coloca a quinta e parece que temos bosses atrás de bosses, quase sem tempo para “descansar”. Esta é a fórmula que popularizou séries como Devil May Cry e Ninja Gaiden, que foram fortes influências para Yang Bing, mas Lost Soul Aside não encontra um bom equilíbrio entre a exploração e os combates, ao ponto de tentar compensar esta falha com combates visualmente ricos e frenéticos. Os efeitos visuais que lhe trouxeram tanta atenção há 9 anos, durante a sua revelação, são agora um dos seus maiores inimigos, criando uma sensação de desgaste que nunca supera.

A dependência por efeitos de partículas, relâmpagos, cristais que rebentam e outros elementos visuais brilhantes que, em teoria, são belos, acaba por criar demasiado ruído à ação que vemos no ecrã porque afeta a leitura e fluidez de combate. Para o bem ou para o mal, há uma linguagem visual muito bem definida em Lost Soul Aside, que quer que cada confronto seja espetacular e cinemático, mas o polimento deixa a desejar. Adicionalmente, por muito espetacular que a ação queira ser, também é afetada por uma falta enorme de impacto e feedback nos ataques, em inimigos que são autênticas esponjas e demoram a cair. O que poderiam ser combates incríveis e divertidos, salvando o pouco que Lost Soul Aside tem para oferecer, acaba por ser um tédio, o qual nenhuma das habilidades especiais ou armas que vamos desbloqueando parecem eliminar.

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Lost Soul Aside (UltiZeroGames)

E, claro, temos todo o aspeto técnico de Lost Soul Aside, que reflete muito melhor aquela sensação de um jogo que necessitava de muito mais tempo no forno. Não se trata de um desastre técnico como muitas dezenas de jogos AAA se revelam. Trata-se, sim, de um jogo com uma clara falta de polimento, dando a sensação de que estamos a jogar um produto inacabado, prestes a desmoronar-se com glitches e bugs que raramente chegam a acontecer – onde voltamos a sentir, mais uma vez, como o jogo parece ter sido recortado e encolhido ao longo dos anos. Felizmente, não me confrontei com muitos problemas que considere significativos, mas confrontei-me com um jogo com problemas de fluidez, com quebras constantes, estranhas pausas entre jogo e menus e, por vezes, ausência de sons que parece que não carregam. Estes problemas estão inerentes ao jogo em si e encontrei-os tanto na versão da PlayStation 5 como na versão para PC, onde tive alguns crashes.

Com quase uma década de desenvolvimento, Lost Soul Aside parece que merecia, pelo menos, mais meia no forno. É um jogo que, noutro contexto, enquanto projeto independente e em early access, se calhar era passível de críticas severas e escrutínio. Mas, com a antecipação alimentada ao longo dos anos e o desejo da comunidade em receber um jogo que, pelos trailers, parecia espetacular, polido e a transbordar de paixão pelo género, é infeliz que acabe por não fazer justiça às suas ambições. As atualizações podem chegar, polir alguns aspetos e tornar o jogo melhor, mas temo que nada altere a sua essência extremamente amadora. Quem tiver curiosidade em experimentar Lost Soul Aside antes de o comprar pelo seu preço premium de 69,99€, pode sempre passar os olhos e as mãos pela demo.

Cópia para análise (versão PC e PlayStation 5) cedida pela PlayStation Portugal.

LG vai lançar o ThinQ AI no mercado europeu

A LG vai demonstrar as capacidades do ThinQ AI no Zero Labor Home, um espaço especial que será criado na IFA 2025.

A LG Electronics vai utilizar a IFA 2025, em Berlim, para demonstrar a plataforma LG ThinQ AI que será lançada no mercado europeu, marcando um passo decisivo na forma como os eletrodomésticos se integram no quotidiano. Esta nova proposta da marca, pretende posicionar a plataforma como um verdadeiro ecossistema inteligente, capaz de atualizar, diagnosticar e adaptar-se continuamente às necessidades dos utilizadores.

Em destaque encontram-se os serviços ThinQ UP e ThinQ Care. O primeiro garante um fluxo constante de atualizações de software, que prolonga a vida útil de aparelhos já instalados em casa. Já o segundo aposta em diagnósticos proativos, capazes de antecipar falhas e sugerir soluções rápidas e práticas. A ideia passa por reduzir as preocupações com a manutenção, evitar obsolescência precoce e assegurar que cada aparelho consegue acompanhar o ritmo de vida em constante mudança. A sustentabilidade, preocupação cada vez mais central no mercado europeu, surge também no centro da plataforma. Funcionalidades como o Modo de Economia de Energia para máquinas de lavar ou o Modo de Economia com IA para frigoríficos permitem cortes de consumo sem comprometer o desempenho. E pequenos extras, como o Fresh Keeper (que previne odores em roupas esquecidas na máquina) ou o Smart Fill (que otimiza a distribuição de água nos dispensadores dos frigoríficos), reforçam a ideia de conveniência inteligente.

A LG revela ainda a importância da participação dos próprios utilizadores no futuro da plataforma. Através da aplicação ThinQ, será possível propor novas funcionalidades através de uma opção de partilha de ideias, abrindo espaço a melhorias que poderão chegar sob a forma de atualizações regionais.

Na IFA, a empresa vai contar com um espaço especial dedicado à LG AI Home, onde vai demonstrar a chamada Zero Labor Home, ou seja, um ambiente doméstico em que os aparelhos reconhecem a voz do utilizador e aplicam automaticamente preferências e configurações, tornando a interação quase invisível. De acordo com Lyu Jae-cheol, presidente da LG Home Appliance Solution Company, o objetivo é oferecer uma experiência “alimentada por inteligência artificial, que evolui em sintonia com cada cliente”. A visão é ambiciosa e passa por transformar os eletrodomésticos de simples ferramentas em parceiros ativos do dia-a-dia, capazes de aprender, adaptar-se e tornar a casa não apenas mais conectada, mas também mais sustentável e personalizada.

Como pequenos hábitos podem fortalecer a saúde financeira

A gestão das finanças pessoais é frequentemente negligenciada na rotina diária, mas pequenas alterações nos hábitos podem ter efeitos significativos no controlo do dinheiro e na preparação para o futuro. Ajustes simples permitem maior clareza sobre os gastos, ajudam a poupar e contribuem para uma relação mais equilibrada com o dinheiro.

Ter uma boa saúde financeira é um componente importante do bem-estar geral, mas nem sempre recebe a atenção que merece. A verdade é que não é necessário alterar radicalmente o estilo de vida para notar diferenças. Hábitos consistentes, ainda que modestos, podem transformar a forma como se gerem dívidas, poupanças e investimentos. Até mesmo setores como o do entretenimento digital, onde plataformas como a Mostbet Portugal se inserem, mostram como o comportamento financeiro diário pode influenciar decisões e impactar o orçamento.

Monitorizar os gastos diários

Registar diariamente as despesas é um passo fundamental para perceber para onde vai o dinheiro. Não precisa de ser um processo complicado: uma aplicação de gestão financeira ou até um registo num caderno ajuda a monitorizar os gastos e a identificar padrões. Este conhecimento é essencial para definir prioridades e ajustar comportamentos.

Orçamento e poupança automática

Elaborar um orçamento mensal realista permite dar propósito ao dinheiro sem impor restrições extremas. Ao distinguir entre despesas essenciais e opcionais, definir valores para lazer e estabelecer metas de poupança, é possível reduzir o risco de endividamento e aumentar a sensação de controlo sobre as finanças.

Automatizar a poupança é outra prática eficaz. Transferir uma parte do salário automaticamente para uma conta de poupança, assim que o dinheiro entra, evita gastos impulsivos e cria um hábito de segurança financeira. Começar com valores modestos e aumentar progressivamente conforme a capacidade permite consolidar a prática sem esforço excessivo.

Planeamento e controlo das compras

Planear as compras ajuda a evitar decisões impulsivas. Criar listas, definir períodos de reflexão antes de adquirir bens mais caros e analisar cada despesa face aos objetivos financeiros contribui para escolhas mais conscientes e alinhadas com a realidade económica pessoal.

Evitar dívidas de curto prazo com juros elevados é essencial para a estabilidade financeira a longo prazo. Cartões de crédito e créditos pessoais podem parecer soluções rápidas, mas os juros acumulados comprometem o orçamento. Avaliar alternativas, manter uma reserva de emergência e recorrer a aconselhamento especializado, se necessário, ajuda a minimizar riscos.

Aprender sobre finanças

Investir tempo em aprender sobre finanças complementa estas práticas. Consultar artigos, ouvir podcasts ou recorrer a formações específicas permite compreender melhor conceitos financeiros e aplicar estratégias eficazes na vida quotidiana. Plataformas educativas têm desempenhado um papel importante ao fornecer informação clara e acessível sobre gestão do dinheiro.

Melhorar a saúde financeira não depende exclusivamente do rendimento, mas da consistência nas decisões. Pequenos hábitos mantidos ao longo do tempo podem gerar diferenças consideráveis, permitindo sair de dívidas, poupar e atingir objetivos financeiros de forma sustentável. Reconhecer progressos, mesmo os mais pequenos, ajuda a consolidar comportamentos positivos e a manter a motivação.

Área 1 da Carris Metropolitana com 106 reforços de horários

A Área 1 da Carris Metropolitana recebe reforços de horários e novas paragens para melhorar as ligações entre Amadora, Lisboa, Oeiras e Sintra durante o ano escolar.

Com o início do período escolar, no dia 11 de setembro, as linhas da área 1 da Carris Metropolitana vão sofrer ajustes significativos. Serão implementados 106 reforços de horários, introduzidas novas paragens e realizadas algumas alterações nos percursos. Estas mudanças têm como objetivo melhorar a cobertura do serviço e responder de forma mais eficaz às necessidades dos passageiros.

Ao longo do próximo mês, vinte linhas que ligam a Amadora, Lisboa, Oeiras e Sintra vão registar um aumento de frequência, facilitando as deslocações entre estes municípios. Entre as novidades está também a criação de uma nova paragem.

Nos dias úteis escolares, várias linhas da Carris Metropolitana terão horários adicionais. A linha 1206, que liga Algueirão-Mem Martins à Portela de Sintra via Hospital, terá reforços ao início da manhã e à noite. A 1209, entre Bairro da Felosa e Mira Sintra via Cemitério, terá um novo horário às 6h15, enquanto a 1218, entre Agualva-Cacém e Mira Sintra via Avenida Bomb Vol, acrescenta viagens às 16h20 e 16h40. Linhas como a 1219, 1245, 1525, 1703, 1706, 1709 e 1715 também registam reforços em vários períodos do dia, tanto de manhã como ao final da tarde, ajustando-se às rotinas escolares e profissionais da região.

Para todos os dias úteis do ano, as linhas 1212, 1215, 1220, 1226, 1523, 1603, 1719 e 1720 terão horários adicionais, aumentando a regularidade do transporte em trajetos chave entre Amadora, Agualva-Cacém, Massamá, Oeiras e Casal de Cambra. Estas alterações procuram garantir uma melhor distribuição das viagens ao longo do dia, evitando períodos de maior concentração e reduzindo tempos de espera.

Durante os fins de semana, algumas linhas da Carris Metropolitana terão reforços específicos. A linha 1115, que liga Caxias a Paço de Arcos, vai contar com 22 viagens adicionais distribuídas entre sábados e domingos. Também a linha 1601, entre Amadora Este e Carcavelos, e a 1706, entre Colégio Militar e UBBO via Brandoa, terão horários acrescidos durante todo o ano. A linha 1717 terá um reforço adicional apenas aos sábados, às 8h50, no sentido Colégio Militar.

Uma das novidades é a introdução de uma nova paragem na Avenida José Elias Garcia, número 68, em Queluz. Esta será servida pelas linhas 1230, 1510, 1511, 1512, 1513, 1515, 1518, 1519, 1601, 1715, 1716, 1717, 1720, 1721 e 1740, oferecendo maior acessibilidade aos passageiros da zona.

Marvel Zombies estreia a 24 de setembro e recebe um primeiro trailer sangrento

O primeiro trailer da série animada para adultos Marvel Zombies, serve de portal para um universo Marvel onde heróis e vilões são mortos-vivos.

Marvel Zombies estreia oficialmente no dia 24 de setembro no Disney Plus, numa mini-temporada composta por quatro episódios. Para além do anúncio da data, a Marvel revelou o primeiro trailer oficial da série, que faz justiça ao tom de animação orientado para adultos, com muita violência gráfica.

No trailer, acompanhado pelo frenético tema “from me to u” de Babymetal e Poppy, conhecemos o elenco principal desta história, que traz consigo várias vozes das versões live-action dos filmes do Universo Cinemático da Marvel, entre elas temos Elizabeth Olsen, Paul Rudd, Florence Pugh, David Harbour, Tessa Thompson, Simu Liu, Awkwafina, Hailee Steinfeld, Wyatt Russell, Randall Park, Iman Vellani e Dominique Thorne.

Marvel Zombies serve de spin-off de um dos episódios de What If?, também disponível no Disney Plus, que apresentou este conceito, onde uma pandemia foi despoletada quando Janet van Dyne regressou com um vírus do Quantum Realm, atingindo primeiro Hank Pym, Hope van Dyne e Scott Lang.

O conceito original de Marvel Zombies foi criado por Robert Kirkman em 2005 em forma de banda desenhada, onde apresentou num universo alternativo de heróis e vilões dominado por mortos-vivos. Já a série é criada por Bryan Andrews e Zeb Wells, com produção executiva de Kevin Feige e Louis D’Esposito, entre outros.

McDonald’s inaugura primeiro restaurante em Oliveira de Azeméis

É o 215º restaurante McDonald’s a nível nacional e criou cerca de 70 postos de trabalho diretos, dos quais 60 são novas contratações provenientes da área local.

Oliveira de Azeméis recebeu hoje o seu primeiro restaurante McDonald’s, tornando-se no 215.º a nível nacional. Localizado junto à entrada central da cidade, com fácil acesso pelo IC2 e pela variante que liga Oliveira de Azeméis à A32 e a Vale de Cambra, o restaurante inclui um serviço McDrive com duas posições de atendimento, destinado a agilizar o serviço e aumentar a conveniência para os clientes. A sala de refeições oferece 143 lugares sentados, complementados por 80 lugares na esplanada.

A decoração segue um conceito moderno e arrojado, com áreas amplas e modulares. O espaço integra tecnologias como quiosques multimédia, que permitem realizar e pagar pedidos de forma autónoma, Menuboards Digitais, tomadas USB e carregadores wireless.

O estacionamento subterrâneo conta com 37 lugares, incluindo zonas reservadas para famílias, pessoas com mobilidade reduzida e veículos elétricos com pontos de carregamento rápido. O restaurante disponibiliza ainda dois lugares específicos para a recolha de pedidos realizados através da aplicação móvel da McDonald’s, facilitando a experiência para quem utiliza a app da cadeia de fast food.

O restaurante implementou também novos ecopontos destinados à separação seletiva de resíduos, incluindo indiferenciados, orgânicos, plásticos e metais, papel e líquidos, reforçando a gestão ambiental no local.

A abertura do McDonald’s em Oliveira de Azeméis representa ainda um impulso económico para a região, criando cerca de 70 postos de trabalho diretos, dos quais 60 são novas contratações provenientes da área local.

Repsol alcança 530 estações em Portugal e cria mais de 100 empregos

A Repsol prevê ainda inaugurar mais 10 estações, que deverão criar cerca de 50 postos de trabalho adicionais.

A Repsol continua a expandir a sua rede em Portugal, atingindo atualmente mais de 530 estações de serviço distribuídas por todos os distritos, incluindo as ilhas. Desde janeiro de 2024, a empresa inaugurou 22 novas unidades, criando 110 postos de trabalho diretos e indiretos.

Mas a multinacional espanhola não se fica pelo tradicional abastecimento: as estações oferecem combustíveis renováveis, cerca de 200 pontos de carregamento para veículos elétricos e diversos serviços complementares, como lojas de conveniência, cafetarias, lavagens, parques de estacionamento, caixas multibanco e pontos de recolha de encomendas. Entre os destaques estão também um restaurante na área de serviço de Loures e uma farmácia aberta 24 horas.

Para além destas inaugurações, a Repsol já prepara a abertura de mais 10 estações, que deverão criar cerca de 50 postos de trabalho adicionais, reforçando o compromisso com o desenvolvimento económico e social das comunidades onde opera.

A Paramount e a Activision vão levar Call of Duty aos cinemas

É oficial, Call of Duty está a caminho dos cinemas.

A Paramount e a Activision anunciaram que vão desenvolver um filme live-action baseado em Call of Duty. Com um vasto leque de histórias e sub-séries, não se conhece, para já, que histórias serão adaptadas, ou se será algo completamente original, mas fica a promessa da recriação da intensidade das suas campanhas, com elementos icónicos que marcaram a identidade da série.

Em comunicado, a Paramount afirma que esta será uma forma de levar a série Call of Duty a um publico mais vasto, nomeadamente o não-jogador, e deixa-nos até com algumas expectativas do que esperar, referindo que quer aplicar neste projeto a mesma disciplina e exigência criativas que caracterizaram produções recentes como Top Gun: Maverick, também da Paramount. Este projeto também faz parte de um plano de longa data da Activision, na sua vontade de levar a série Call of Duty a outros meios.

Com mais de década e meia de história, Call of Duty é uma saga marcada por jogos de extremo sucesso, outros mais desapontantes, mas continua a ser uma série de peso na indústria, que centenas milhões de jogadores todos os anos com novos lançamentos.

Para já, ainda não se conhecem mais detalhes sobre esta adaptação, que pode estar a anos de distância de ser projetada no grande ecrã. Até lá, os fãs poderão entreter-se com Call of Duty: Black Ops 7, o próximo capítulo da saga, que tem lançamento marcado para 14 de novembro no PC, Xbox Series X|S e PlayStation 5.

Ubisoft confirma um novo projeto de Rayman durante a celebração dos 30 anos da série

A Ubisoft Montpellier e a Ubisoft Milan estão a trabalhar em conjunto no futuro da série.

Durante a celebração dos 30 anos de Rayman, a Ubisoft anunciou que os estúdios Ubisoft Montpellier e Ubisoft Milan estão a desenvolver um novo projeto dedicado aquela que foi, em tempos, a sua maior mascote. Este anúncio foi feito por Loic Gounon, produtor da marca, através de um vídeo nas redes sociais dirigido aos fãs.

Na mensagem, Gounon destacou o papel da comunidade ao mesmo tempo que confirmou que a Ubisoft está ativamente empenhada a trabalhar na série, com um projeto, que se especula ser um remake: “Temos uma equipa muito talentosa entre a Ubisoft Montpellier e a Ubisoft Milan que está atualmente a trabalhar em conjunto no futuro de Rayman. Não esperem por notícias em breve. Mas garanto que (Rayman) está em boas mãos.”

Rayman chegou pela primeira vez à PlayStation original a 1 de setembro de 1995 e desde então contou com vários jogos que foram marcando várias gerações, com os mais recentes Rayman Origins e Rayman Legends, a receberem aclamação critica e entre os jogadores. Em outubro de 2024, a Ubisoft já havia confirmado que os dois estúdios tinham iniciado uma fase de exploração criativa em torno da série, com um projeto ainda em fase inicial. Pouco depois, foi avançado que esse trabalho se traduziria num remake, embora ainda não haja pormenores oficiais.

Sabe-se ainda que nos últimos meses, a Ubisoft Milan publicou ofertas de emprego para funções como animador de jogabilidade 3D e designer sénior, referindo tratar-se de “um título AAA de prestígio dedicado à marca Rayman”.

Com a celebração dos 30 anos da série, a Ubisoft promete ainda várias iniciativas ao longo do ano, como entrevistas com produtores, partilha de artes e memórias dos bastidores, mas não é esperado nenhum anúncio ou revelação de próximos jogos.

Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery estreia na Netflix a 12 de dezembro

O novo filme de Rian Johnson terá uma estreia limitada nos cinemas dos Estados Unidos em novembro, antes de chegar ao streaming.

A Netflix anunciou que Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery tem estreia marcada para dia 12 de dezembro a nível global. Já nos Estados Unidos, o filme terá antes uma exibição limitada de duas semanas nos cinemas, com início a 26 de novembro, não se sabendo, para já se tal acontecerá noutras regiões como em Portugal, sendo pouco provável que tal aconteça.

A longa-metragem marca o regresso de Daniel Craig como o detetive Benoit Blanc, agora envolvido num caso descrito como “o mais perigoso da sua carreira”. A história acompanha a chegada do jovem padre Jud Duplenticy, interpretado por Josh O’Connor, para auxiliar o carismático Monsenhor Jefferson Wicks, interpretado por Josh Brolin. O que parecia ser uma comunidade tranquila rapidamente se transforma em palco de um crime impossível, onde cada personagem esconde segredos.

O elenco conta ainda com Glenn Close, Kerry Washington, Jeremy Renner, Mila Kunis, Andrew Scott, Cailee Spaeny, Daryl McCormack e Thomas Haden Church. Rian Johnson regressa como realizador, argumentista e produtor, naquela que será a terceira parte de uma espécie de antologia interligada, de investigação, suspense e humor, que caracterizaram Knives Out original e a sua sequela Glass Onion.

She Past Away regressam a Portugal em 2026 com concertos no Porto e em Lisboa

A dupla turca She Past Away apresenta-se no Hard Club e no Lisboa ao Vivo em janeiro de 2026, trazendo o seu post-punk e darkwave a Portugal.

A dupla turca She Past Away, referência internacional do universo post-punk e darkwave, regressa a Portugal em janeiro de 2026 para dois concertos organizados pela promotora At The Rollercoaster. O duo atua a 23 de janeiro no Hard Club, no Porto, e no dia seguinte, 24 de janeiro, sobe ao palco do Lisboa ao Vivo.

Formados por Volkan Caner (voz, guitarra e composição) e Doruk Öztürkcan (bateria, sintetizadores e produção), os She Past Away construíram ao longo dos anos uma identidade sonora marcada pela fusão entre guitarras densas e paisagens sintéticas minimalistas. O resultado é uma sonoridade envolvente, sustentada por letras em turco de registo poético e minimal, que transformam cada atuação ao vivo numa experiência intensa e contínua.

O percurso da banda começou em 2009 com a edição do EP Kasvetli Kutlama, lançado pela editora Remmov, que conquistou atenção imediata da crítica. Três anos depois, o álbum de estreia Belirdi Gece foi apresentado em formato digital e, já em 2013, a parceria com a Fabrika Records permitiu o lançamento em vinil. O disco, que inclui temas como “Rituel”, “Ruh” e “Kasvetli Kutlama”, seria mais tarde destacado por portais especializados como um dos melhores trabalhos da década de 2010.

Seguiu-se Narin Yalnızlık, em 2015, que consolidou o estatuto da dupla como uma das forças mais relevantes da cena darkwave, levando o grupo a uma extensa digressão internacional. Quatro anos depois, em 2019, surgiu Disko Anksiyete, álbum que aprofundou ainda mais a estética sombria e melódica que caracteriza o duo.

Para assinalar dez anos de atividade, em 2020, os She Past Away lançaram X, um disco de remixes que contou com colaborações de nomes como Boy Harsher, The Soft Moon, Clan of Xymox, Front 242 e Lebanon Hanover. No mesmo ano, foi editada Part Time Punks Session, a primeira gravação ao vivo em estúdio da banda.

A música dos She Past Away é frequentemente descrita como uma manifestação hipnótica de melancolia e energia, cruzando referências clássicas da cultura gótica com uma abordagem contemporânea que continua a conquistar novas gerações de ouvintes.

Os bilhetes para os concertos em Portugal já estão à venda através da BOL e Masqueticket, com preço único de 25€.

Battlefield 6 não vai suportar ray tracing, com o estúdio a dar prioridade ao desempenho

Ao contrário de títulos anteriores, Battlefield 6 não vai incluir suporte de uma das técnicas visuais mais taxativas da atualidade.

A Battlefield Studios confirmou que Battlefield 6 não terá suporte a ray tracing no lançamento e que não existem planos próximos para a sua inclusão. A decisão foi explicada por Christian Buhl, diretor técnico da Ripple Effect, um dos estúdios envolvidos no projeto, que afirmou que o objetivo principal passa por garantir estabilidade e otimização em todas as plataformas: “Não, não vamos ter ray tracing quando o jogo for lançado e não temos nenhum plano para tal num futuro próximo.” Buhl acrescenta que todo o trabalho na produção do jogo foi feito de forma a tornar a experiência o mais estável possível em todas as plataformas, privilegiando as definições base e a acessibilidade para jogadores com hardware menos exigente.

A ausência da tecnologia fez-se notar nas fases betas, onde milhares de jogadores já testaram uma versão do título em PC e consolas. De acordo com o estúdio, uma parte significativa do público correu o jogo em equipamentos abaixo dos requisitos mínimos, algo que veio reforçar este argumento e decisão de não apostar numa opção que beneficiaria apenas sistemas de topo.

Historicamente, a saga Battlefield sempre esteve na vanguarda tecnológica, com alguns dos seus jogos a servirem de veículos de promoção de técnicas como o ray tracing, suportadas por placas gráficas de última geração da NVIDIA – que foi também parceira promocional em lançamentos anteriores. A ausência desta funcionalidade visual pode também ser um reflexo da inexistência de pressão contratual das tecnológicas parceiras.

Apesar de não integrar técnicas de ray tracing, a versão de PC aposta numa grande variedade de opções gráficas e de acessibilidade, contando com mais de 600 definições ajustáveis. O jogo suporta ainda resoluções 4K, monitores ultrawide, FPS desbloqueados, bem como as mais recentes tecnologias da NVIDIA, incluindo DLSS 4 com Multi Frame Generation, DLSS Super Resolution, DLAA e Reflex.

A Electronic Arts revelou, entretanto, os requisitos de Battlefield 6 no PC, que confirmam a preocupação em tornar o jogo acessível a uma base alargada de jogadores. A configuração mínima pede uma GeForce RTX 2060, com o objetivo de correr o jogo em 1080p a 30 FPS, acompanhada de um Intel Core i5-8400 ou AMD Ryzen 5 2600, 16 GB de RAM e 55 GB livres em HDD.

As especificações recomendadas sobem para uma GeForce RTX 3060 Ti ou uma AMD Radeon RX 6700 XT, capazes de atingir 1440p a 60 FPS em Balanced, ou mais de 80 FPS em 1080p em Performance, com um Intel Core i7-10700 ou AMD Ryzen 7 3700X e 90 GB em SSD. Já o perfil Ultra está pensado para quem pretende jogar em 4K a 60 FPS em Balanced ou 1440p a 144 FPS em Performance, exigindo uma GeForce RTX 4080 ou AMD Radeon RX 7900 XTX, processadores de topo como o Intel Core i9-12900K ou o AMD Ryzen 7 7800X3D, 32 GB de RAM e 90 GB livres em SSD.

Para além do PC, Battlefield chega à PlayStation 5 e Xbox Series X|S onde, obviamente, não inclui também técnicas de ray-tracing, prometendo um desempenho igualmente otimizado para todos os jogadores.

Hollow Knight: Silksong é, obviamente, o destaque do Xbox Game Pass em setembro

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Com Hollow Knight: Silksong no catálogo há espaço para mais novidades? A Xbox garante que sim.

A equipa da Xbox revelou os jogos que se juntam ao catálogo do Xbox Game Pass durante a primeira metade de setembro, com especial destaque para Hollow Knight: Silksong, RoadCraft e I Am Your Beast.

A partir de hoje, os subscritores podem já experimentar I Am Your Beast, um FPS frenético onde os jogadores perseguem forças militares no meio de uma floresta a velocidades vertiginosas. Amanhã, dia 3 de setembro segue-se Nine Sols, um jogo de ação 2D com combate muito desafiante. O dia 4 celebra o antecipado lançamento de Hollow Knight: Silksong, com entrada direta no serviço, juntamente com Cataclismo, um jogo de estratégia em tempo real focado na construção de fortalezas e defesa contra hordas de criaturas. Já no dia 10, regressa ao catálogo PAW Patrol World, dedicado aos mais novos, e a 16 de setembro há RoadCraft, onde o jogador opera máquinas de construção para recuperar infraestruturas afetadas por desastres naturais.

Em baixo, poderão conhecer todas as adições e plataformas disponíveis nesta primeira vaga do mês:

  • I Am Your Beast – já disponível (Cloud, Consola e PC)
  • Nine Sols – 3 de setembro (Xbox Series X|S)
  • Hollow Knight: Silksong – 4 de setembro (Cloud, Consola e PC)
  • Cataclismo – 4 de setembro (PC)
  • PAW Patrol World – 10 de setembro (Cloud, Consola e PC)
  • RoadCraft – 16 de setembro (Cloud e Xbox Series X|S)

Como sempre, há também saídas agendadas. No dia 15 de setembro, abandonam o serviço os seguintes jogos:

  • All You Need is Help (Cloud, Consola e PC)
  • Wargroove 2 (Cloud, Consola e PC)
  • We Love Katamari Reroll+ Royal Reverie (Cloud, Consola e PC)

Estes títulos podem ser adquiridos com 20% de desconto até à data de remoção, para quem quiser mantê-los na biblioteca.

Pixel 10 revela problemas de compatibilidade com smartwatches Galaxy Watch8

Ao que parece, os utilizadores do Google Pixel 10 não conseguem utilizar os novos Samsung Galaxy Watch8

Para além de incompatibilidade com alguns carregadores sem fios, o Google Pixel 10 parece ser também incompatível com acessórios bem atuais, como é o caso da série de smartwatches da série Galaxy Watch8, da Samsung. Na página comunitária de suporte Google, começam a surgir vários relatos que indicam problemas sérios de compatibilidade, entre os quais, em vários casos, o smartwatch deixa de funcionar corretamente após a sincronização com o novo smartphone.

Entre os problemas reportados, destacam-se falhas persistentes na ligação, consumo anormal de bateria com cargas a cair de 100% para 8% em apenas quatro horas e dificuldades no emparelhamento inicial. A situação parece estar relacionada ao facto de o relógio tentar comunicar exclusivamente por dados móveis, mesmo quando a ligação Bluetooth está ativa. Outros acessórios, como os Galaxy Buds3 Pro, também têm sido afetados, apresentando quedas de ligação repetidas e repentinas.

As tentativas de encontrar uma solução por parte dos utilizadores não têm tido sucesso. Redefinir o relógio para as definições de fábrica ou reinstalar a aplicação Galaxy Wearable não parece resolver o problema, e o suporte da Samsung ainda não forneceu respostas eficazes. Muitos enfrentam falhas durante a configuração inicial, com códigos de emparelhamentos inválidos ou bloqueios em cerca de 80% do processo.

No momento em que este artigo está a ser escrito, a situação permanece em investigação tanto pela Google como pela Samsung, e uma resolução oficial ainda não foi comunicada.

Xiaomi atualiza o Watch 2 Pro para o Wear OS 5

A Xiaomi apanhou os utilizadores do Watch 2 Pro de surpresa, que já não tinham esperança por novas atualizações.

A Xiaomi surpreendeu os utilizadores do Xiaomi Watch 2 Pro, ao lançar uma nova atualização com o Wear OS 5. A série para lançada em 2023, já parecia abandonada aos olhos dos dos utilizadores, sobretudo porque a marca nunca se destacou pela consistência nas suas políticas de suporte de software em smartwatches, deixando muitos clientes sem garantias claras quanto ao futuro dos seus dispositivos.

Esta novidade representa um novo fôlego a um modelo que, apesar de já não ser o mais recente no catálogo, mantém popularidade graças à relação de qualidade e preço. No entanto, a atualização não deixa de expor o atraso da Xiaomi face à concorrência, já que a Samsung e a Google já preparam os seus relógios para o Wear OS 6, enquanto que a Xiaomi limitou-se a acompanhar o que os rivais fizeram no passado.

Ainda assim, a chegada do Wear OS 5 inclui benefícios reais para os utilizadores. Entre eles contam-se melhorias de desempenho, maior eficiência energética e compatibilidade alargada com as versões mais recentes das aplicações Google para smartwatch. Os primeiros relatos de quem já recebeu a atualização dão conta de um sistema mais fluido e responsivo, o que representa uma evolução importante para um dispositivo com dois anos de utilização.

A atualização também ajuda a suavizar o ceticismo da comunidade, que até há poucas semanas temia que a marca tivesse abandonado prematuramente o Watch 2 Pro. A data para um lançamento mais alargado, contudo, ainda não é conhecida, e embora haja indicações de que o Xiaomi Watch 2 base também esteja prestes a receber o Wear OS 5, a atualização não parece estar disponível em todos os países.

Pixel 10 enfrenta problemas de compatibilidade com carregadores sem fios

De acordo com vários utilizadores do novo Pixel 10, o novo smartphone da Google não tem compatibilidade total com vários carregadores sem fios. Falhas e lentidão do carregamento são as queixas mais comuns.

As primeiras unidades do Google Pixel 10 já começaram a chegar às mãos dos utilizadores, e com isso, as primeiras queixas, sobretudo de quem depende de carregadores sem fios. Nas redes sociais e comunidades como o Reddit, são várias as queixas de que alguns carregadores não funcionam corretamente com os novos dispositivos, com alegadas falhas de carregamento e velocidades muito abaixo do esperado.

Os utilizadores afetados descrevem um comportamento intermitente quando o Pixel 10 inicia o carregamento, vibrando, mostrando o ícone verde e, segundos depois, interrompendo o processo, mudando para vermelho e desligando-se da base. O problema é mais frequente com carregadores Qi antigos ou integrados em veículos, obrigando a constantes reposicionamentos do dispositivo. Outro aspeto frustrante é a lentidão no carregamento, já que com muitos acessórios não conseguem passar dos 5W, bem abaixo dos 15W anunciados pela Google com o novo padrão Qi2. Mesmo em testes com o Pixel Stand de 2ª geração ou carregadores MagSafe (não Qi2), a potência fica aquém do esperado. Há até quem relate que o Pixel 10 Pro XL perdeu bateria durante uma viagem, apesar de estar ligado a um carregador automóvel com Android Auto.

A causa provável está numa mudança de especificação, já que o Pixel 10 adota o perfil magnético MPP (Magnetic Power Profile) do Qi2, que substitui o tradicional EPP (Extended Power Profile). Ambos suportam até 15W, mas o MPP exige ímanes para alinhar corretamente o smartphone ao carregador, algo que muitos acessórios mais antigos não conseguem garantir. No caso do Pixel Stand, a Google integrou o seu protocolo semi-proprietário de carregamento rápido ao Qi2, deixando obsoletos os métodos anteriores. Embora o Wireless Power Consortium não refira restrições específicas para carregadores que não são Qi2, os relatos de incompatibilidade apontam para problemas de hardware que não poderão ser resolvidos através de software.

Até agora, a Google não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, mas é possível que futuras atualizações de firmware atenuem alguns desses problemas. Para já, quem pretende tirar partido do carregamento rápido sem fios nos novos Pixel 10 parece estar limitado ao uso de acessórios Qi2 recentes e certificados.

One UI 8 chega à série Galaxy S23 mas sem o Now Brief

O Now Brief mantém-se exclusivo apenas para os smartphones topo de gama da Samsung lançados em 2024 e 2025.

A Samsung lançou a primeira versão beta do One UI 8.0, com o Androis 16, para os Galaxy S23, S23+ e S23 Ultra, introduzindo aos dispositivos uma série de melhorias visuais e funcionais. A atualização inclui ferramentas melhoradas e algumas funcionalidades do Galaxy AI, presentes em modelos mais recentes, mas nem todas as funcionalidades estarão disponíveis nesta série.

Um dos destaques ausentes é o Now Brief, introduzido no Galaxy S25 e posteriormente integrado no Galaxy S24 através da versão beta do One UI 8.0. Esta ferramenta, desenvolvida pela Galaxy AI, agrega informações personalizadas da Samsung, Google e de aplicações de terceiros, como Spotify e YouTube, permitindo que os utilizadores recebam notificações dinâmicas, com lembretes, previsão do tempo, sugestões de música e até memórias fotográficas. Outra grande vantagem é que pode ser acedido através do painel lateral, widget dedicado ou pela barra contextual Now Bar, centralizando vários elementos sem a necessidade de abrir diversas aplicações.

Por enquanto, a Samsung ainda não comentou sobre um possível suporte futuro ao Galaxy S23, o que significa que os utilizadores desta série terão acesso apenas a uma versão simplificada das suas funcionalidades, enquanto os Galaxy S24 e S25 beneficiam de um ecossistema completo.

Novo iPhone 17 pode não suportar cartões SIM na Europa

O iPhone 17 poderá abandonar o cartão SIM físico por completo.

A Apple pode estar prestes a abandonar o carão SIM físico na Europa com os novos iPhone 17, depois de já ter implementado essa mudança nos Estados Unidos, com o iPhone 14.

Esta possibilidade surge após uma ordem interna que obriga todos os funcionários das Apple Stores e revendedores autorizados, em todo o mundo, a concluírem até 5 de setembro, uma formação sobre gestão de eSIM. Esta formação termina, numa altura pertinente, uma vez que quatro dias depois, a 9 de setembro, está marcado o evento de apresentação da nova geração do iPhone.

Embora inicialmente se pensasse que apenas o hipotético iPhone 17 Air – uma versão o modelo mais fina do próximo modelo -, chegaria sem bandeja para SIM físico, as informações mais recentes indicam que toda a série iPhone 17 deverá chegar à Europa exclusivamente com suporte a eSIM. A única exceção provável será o mercado chinês, onde as legislações locais obrigam a Apple a manter versões com cartão físico. Essa transição poderá contar com várias vantagens práticas e técnicas, desde logo mais espaço interno nos dispositivos que permite a utilização de baterias maiores ou novos componentes, maior resistência a poeira e líquidos, segurança reforçada, gestão de múltiplos perfis (até oito linhas no mesmo equipamento) e facilidade de ativação e troca de operadora sem deslocações a lojas.

Contudo, a Europa apresenta ainda desafios já que a adoção é desigual entre países, algumas operadoras mais pequenas oferecem suporte limitado e os métodos de ativação variam bastante. É por isso que a formação das equipas de venda é considerada essencial para uma transição suave. Ao mesmo tempo, esta aposta confirma uma estratégia histórica da Apple, de forçar o mercado a acompanhar as suas escolhas. Tal como aconteceu com a eliminação da porta áudio de 3,5mm ou do leitor de CD nos MacBooks, a desmaterialização do SIM físico poderá acelerar a difusão do eSIM em todo o setor.

Pingo Doce abre nova loja na Maia e cria 65 empregos

Pingo Doce abriu em São Gemil, na Maia, com 1.330 m², 65 novos postos de trabalho e serviços focados em Comida Pronta, Frescos e eficiência energética.

O Pingo Doce inaugurou hoje uma nova loja na Maia, a terceira no concelho, criando 65 novos postos de trabalho. Com uma área de 1.330 m2, o estabelecimento está localizado na Rua de São Gemil e destaca a Comida Pronta e os frescos como elementos centrais da experiência de compra.

Logo à entrada, os clientes encontram o restaurante Comida Fresca, com 65 lugares, acompanhado por uma cafetaria e uma padaria em regime de livre-serviço, onde o pão é confecionado ao longo do dia. A loja apresenta também secções modernas de Talho e Peixaria, com atendimento personalizado e ecrãs digitais que fornecem informação detalhada sobre os produtos. Para facilitar uma experiência de compra autónoma, estão disponíveis nove caixas self-checkout.

O restaurante Comida Fresca oferece uma variedade de pratos confeccionados com ingredientes frescos, destinados a consumo no local, encomenda ou take-away. Entre as opções destacam-se pratos tradicionais como Arroz de pato, Pataniscas ou Frango assado, mas também alternativas vegetarianas, com menus que podem ser consultados diariamente no site.

A nova loja da insígnia incorpora ainda soluções que promovem uma experiência de compra mais sustentável. Estão disponíveis sacos reutilizáveis e trolleys, bem como um posto de reenchimento de água filtrada ECO, um serviço exclusivo do Pingo Doce que contribui para a redução do uso de plástico descartável. Os clientes podem igualmente trazer embalagens próprias para utilizar na Charcutaria ou no Take Away.

No plano da eficiência energética, o espaço foi equipado com iluminação LED, claraboias, sensores de movimento e sensores crepusculares, sistemas de recuperação de calor, gestão e controlo de energia, sistemas de frio com variadores de velocidade e torneiras eficientes, reduzindo o consumo de água e de eletricidade.

A loja da Rua de São Gemil funciona diariamente entre as 08h e as 21h e dispõe de 88 lugares de estacionamento.