A JYSK apresenta novidades de outono que combinam conforto, ergonomia e arrumação, pensadas para melhorar o regresso ao trabalho e às aulas.
Com a chegada do outono, a JYSK apresenta uma seleção de novidades que prometem tornar o regresso ao trabalho e às aulas mais confortável e funcional. Entre opções de mobiliário ergonómico e soluções de arrumação, é possível criar espaços de trabalho mais organizados e harmoniosos, adaptados às necessidades do dia a dia.
Para quem passa longas horas em teletrabalho ou a estudar, a escolha de uma estação de trabalho adequada é determinante para a concentração e o conforto. A JYSK disponibiliza secretárias elétricas de vários tamanhos e estilos, assim como modelos com elevador a gás. A nova secretária LUNDTOFT, por exemplo, mede 70 × 130 cm e está disponível em branco, preto e bege. O seu mecanismo a gás permite ajustar a altura de forma silenciosa, sem necessidade de eletricidade, alternando facilmente entre a posição sentada e de pé.
No que respeita a cadeiras, a mais recente FJELSTED da LEGEND destaca-se pelo mecanismo de inclinação contínua, pensado para manter o conforto durante longos períodos de utilização, seja em contexto de trabalho ou lazer. O assento combina pele sintética preta com detalhes cinzentos, unindo estética e funcionalidade.
Manter um espaço organizado é outro ponto essencial para a produtividade, especialmente em casas com áreas reduzidas. Prateleiras de parede e estantes altas e abertas permitem aproveitar a altura do espaço, criando zonas para cestos e caixas. Bancos e pufes com arrumação incorporada oferecem soluções práticas para guardar pequenos objetos, contribuindo para um ambiente visualmente mais equilibrado.
A iluminação também desempenha um papel importante na criação de um espaço agradável e funcional. Candeeiros de pé, como o modelo HANSSON, ou de mesa, como o PATRIK, ajudam a prolongar a luz natural nos dias mais curtos, garantindo que as tarefas possam ser realizadas com conforto e atenção.
Estes artigos, pensados para o regresso ao trabalho e às aulas, assim como outras opções de mobiliário e acessórios, estão disponíveis em todas as lojas JYSK e também na plataforma online da marca.
Clientes surdos passam a ter acesso autónomo aos serviços do Millennium bcp nas sucursais através de intérpretes de Língua Gestual Portuguesa, promovendo inclusão e autonomia.
O Millennium bcp tornou-se o primeiro banco em Portugal a disponibilizar atendimento a clientes surdos nas suas sucursais através de intérpretes de Língua Gestual Portuguesa (LGP). Esta iniciativa, desenvolvida em parceria com a Serviin, permite que pessoas surdas realizem operações bancárias de forma autónoma, representando um marco na acessibilidade do setor financeiro nacional.
O serviço, gratuito, encontra-se disponível em qualquer sucursal do Millennium bcp ou do ActivoBank durante o horário de atendimento. Um colaborador do banco realiza uma videochamada com um intérprete de LGP, assegurando um atendimento acessível e equitativo. Numa fase posterior, o banco prevê expandir o serviço ao canal telefónico, destinado sobretudo a informações gerais.
A Serviin oferece um serviço de vídeo-interpretação em tempo real, permitindo a comunicação entre utilizadores surdos e ouvintes através de intérpretes de LGP. A plataforma está acessível através da aplicação móvel para Android e iOS ou via navegador em qualquer computador.
Preparados para adicionar mais um comando muito especial à vossa coleção?
A PlayStation revelou uma nova edição limitada do comando DualSense, dedicado à sua adorável mascote, Astro Bot. Chama-se DualSense – Edição Limitada ASTRO BOT Joyful, e é muitíssimo parecido, para não dizer igual, ao modelo anterior lançado originalmente a par com o jogo da PlayStation 5, no ano passado.
Em tons de branco futurista, com acentos azuis cromados nas pegas, e com detalhes mecânicos, reminiscentes do adorável robô, o que distingue o novo modelo do anterior é o padrão apresentado seu trackpad, que em vez de dois olhos abertos, agora surgem meio cerrados, a evocar emoções como alegria e satisfação – dai o seu nome “Joyful”.
Com Astro Bot a celebrar esta semana o seu primeiro aniversário, o DualSense – Edição Limitada ASTRO BOT Joyful “atrasa-se” por um mês, com lançamento marcado para o dia 30 de outubro, data em que chega às lojas.
Os interessados em adquiri o novo comando, poderão garanti-lo com uma reservas nos pontos de venda habituais e na loja PlayStation Direct, a partir das 17 horas do dia 12 de setembro. Quanto ao preço, para já não foi divulgado, mas poderá custar entre 79,99€ (o preço base dos comandos DualSense) e os 84,99€ (o preço comum dos comandos temáticos de Edição Limitada).
Comboio especial da CP leva os visitantes à Quinta da Avessada para vivenciar a colheita das uvas e degustar os sabores da região do Douro.
A CP assinala a época da vindima com viagens que combinam vinhas, sabores e tradições durienses. Nos sábados de 20 e 27 de setembro, o comboio especial da Festa das Vindimas do Douro leva os participantes numa experiência que alia turismo, cultura e gastronomia, numa imersão na região do Alto Douro. O programa inclui não apenas a viagem ferroviária, mas também a colheita das uvas e um almoço típico numa quinta local, proporcionando um contacto direto com as práticas e tradições vinícolas da região.
A jornada inicia-se na estação de Porto-Campanhã, seguindo pela linha do Douro até ao Pinhão, num percurso que permite apreciar a paisagem reconhecida como Património Mundial da UNESCO. Ao chegar à Quinta da Avessada, os visitantes são recebidos com música e iguarias tradicionais, entre as quais se destacam o pão e a bola de carne. Durante a manhã, têm ainda a oportunidade de participar na vindima, recebendo explicações sobre as castas e a história da região, enquanto vivenciam na prática as tradições ligadas à colheita das uvas.
O almoço, servido na própria quinta, inclui uma variedade de pratos típicos, desde entradas como pataniscas de bacalhau e enchidos regionais, sopa à lavrador e naco de vitela estufado em vinho tinto, até aos doces locais, acompanhados pelos vinhos do Douro. A tarde prossegue com a visita aos lagares, iniciando-se a lagarada com a tradicional pisa das uvas e uma prova comentada de vinhos licorosos na Enoteca da quinta. O regresso faz-se de autocarro até à estação da Régua, de onde parte o comboio de regresso ao Porto.
O comboio especial dispõe de carruagens Corail de primeira e segunda classe, com serviço de cafetaria e bar, e tem capacidade para 200 passageiros. Os bilhetes podem ser adquiridos nas bilheteiras ou online, com preços que variam consoante a classe e a idade, incluindo condições especiais para grupos. A viagem prevê paragens intermédias em Rio Tinto, Ermesinde, Paredes, Penafiel, Caíde e Mosteirô.
O programa completo contempla a partida de Porto-Campanhã às 8h, chegada ao Pinhão às 10h17 e transfer de autocarro para a Quinta da Avessada. A experiência inclui receção com música e degustação de iguarias, vindima nos vinhedos, almoço tradicional, visita aos lagares, lagarada e prova de vinhos licorosos. O regresso inicia-se de autocarro às 17h, com chegada prevista a Porto-Campanhã às 20h29.
O novo Google Chrome 140 chega para corrigir seis falhas de segurança.
A Google lançou o novo Chrome 140 para Windows, macOS e Linux, e que está a ser disponibilizado gradualmente através do Canal Estável para todos os utilizadores. Embora esta atualização traga melhorias gerais de desempenho e correções de bugs, o destaque vai para as correções de segurança, consideradas prioritárias.
No total, o Chrome 140 corrige seis vulnerabilidades, quatro das quais identificadas e reportadas por investigadores externos. A falha mais crítica incidia sobre o motor JavaScript V8, com um problema de “uso após libertação” que poderia ser explorado por atacantes para comprometer o sistema. As restantes correções visam áreas como a barra de ferramentas do navegador, o sistema de extensões e a secção de downloads.
A edição Estável Estendida também recebeu a atualização, passando agora para a versão 140.0.7339.81 no Windows e no macOS. A recomendação é que os utilizadores façam uma verificação manual para ver se a atualização já está disponível e instalá-la o mais rápido possível, de modo a reduzir riscos de segurança. Caso contrário, o próprio Chrome encarregar-se-á de notificar o utilizador e aplicar a atualização automaticamente.
CTT e EDP ampliam a presença de energia solar em Portugal, permitindo que unidades logísticas beneficiem de eletricidade renovável gerada localmente.
A parceria entre a EDP e os CTT – Correios de Portugal entrou numa nova fase, com a integração de cerca de 200 lojas e centros de distribuição postal como vizinhas dos Bairros Solares da EDP, permitindo que unidades dos CTT, mesmo sem capacidade para instalar painéis solares próprios, usufruam da eletricidade produzida por outros membros da comunidade.
Ao tornarem-se vizinhas destes bairros solares, as lojas e centros de distribuição passam a beneficiar economicamente e ambientalmente da energia gerada localmente, em colaboração com empresas parceiras da EDP, muitas das quais PME que dispõem de espaço para instalação de painéis solares. Este modelo evidencia o compromisso das duas entidades com a descarbonização e a transição energética em Portugal.
A iniciativa prolonga uma colaboração que remonta a 2022, quando foram instaladas mais de 20 centrais solares em diferentes localizações dos CTT, do Norte ao Sul do país. Estas infraestruturas não apenas geram energia para os próprios CTT, mas também contribuem para as comunidades locais, alcançando potencialmente mais de 4.000 famílias e pequenos negócios.
Com esta expansão, os CTT assumem um duplo papel de produtores e vizinhos dos Bairros Solares, consolidando a ideia de comunidades de energia como instrumento de inclusão. Este modelo permite que empresas e cidadãos, independentemente da localização ou da capacidade de investimento, possam aceder a energia solar de forma simples e eficiente.
Além de aumentar o acesso à energia renovável, o modelo dos Bairros Solares oferece vantagens financeiras: os produtores de energia solar podem reduzir até 60% do custo da eletricidade que autoconsumem, enquanto os vizinhos beneficiam de uma diminuição aproximada de 30% nas suas faturas mensais.
A app MEO TV passa a estar disponível nas Smart TVs da LG mais recentes, eliminando a necessidade da tradicional box.
A LG anunciou a integração do serviço de televisão do MEO nas suas Smart TVs mais recentes, através de uma parceria estratégica com a popular operadora. Desta forma, os utilizadores de televisores compatíveis, poderão aceder a todos os conteúdos e funcionalidades do serviço diretamente na televisão, sem recurso à MEOBox.
A MEO TV já se encontra disponível na LG Content Store, mas apenas no os modelos lançados desde 2024 com a versão mais recente do sistema operativo webOS. Os utilizadores poderão assim ver os canais subscritos, aceder às gravações automáticas dos últimos sete dias, utilizar serviços premium e explorar o videoclube, mantendo todos os recursos habitualmente disponíveis na boxes da MEO. Para mais informações sobre modelos e compatibilidade, podem visitar o site oficial da LG.
Springs – At the Els Club vai surgir em Vilamoura com 78 residências exclusivas e vistas sobre o campo de golfe assinado por Ernie Els.
A Norfin SGOIC anunciou o lançamento do Springs – At the Els Club, um projeto residencial exclusivo localizado em Vilamoura, no coração do Algarve, concebido para integrar de forma harmoniosa luxo, privacidade e lifestyle. Localizado junto ao campo de golfe assinado por Ernie Els, o empreendimento reúne 78 unidades habitacionais, entre villas independentes e moradias geminadas, destacando-se pela vista privilegiada e pelos serviços associados a um padrão elevado de habitação.
O projeto apresenta duas tipologias arquitetónicas distintas. As Cluster Units incluem 17 moradias T3, cinco T3 duplex e sete T4, com áreas que variam entre os 158 e os 221 m2, oferecendo espaços amplos e integrados com a envolvente natural. As Row Units apresentam uma configuração vertical, com 39 T2 duplex e 10 T3 duplex, cada uma com áreas entre 137 e 162 m2, pensadas para maximizar privacidade e conforto. Todas as residências contam com terraços privativos, piscina, jardins de uso exclusivo, estacionamento e acesso a serviços de receção e concierge, proporcionando uma experiência residencial semelhante à de um resort de luxo.
O Springs – At the Els Club inclui ainda um country club com restaurante, ginásio, piscina interior, spa e campos de ténis, complementado por um lazy river, uma característica única na região algarvia destinada a momentos de lazer familiar.
A proximidade com o The Els Club Vilamoura, primeiro Els Club europeu e clube de golfe privado da região, reforça o carácter singular do empreendimento. Com um campo de 18 buracos de assinatura e um clubhouse de nível internacional, o clube oferece uma experiência desportiva única e cria uma comunidade exclusiva.
A Odisseias conta com um catálogo de mais de cinco mil experiências e presença em 12 mil parceiros por todo o país, tendo já vendido mais de seis milhões de vouchers.
A Odisseias está a assinalar 20 anos de atividade, destacando a evolução da marca e a sua presença no mercado português de experiências. Desde 2005, ano em que realizou a primeira experiência com um voo de balão, já foram vendidos mais de seis milhões de vouchers. Atualmente, o catálogo conta com mais de 5.000 experiências e uma rede de 12.000 parceiros distribuídos por todo o território nacional. Todos os dias, cerca de 1.200 pessoas vivem momentos Odisseias, transformando atividades simples em memórias duradouras.
Ao longo destes 20 anos, a marca consolidou a sua presença em diversos canais de distribuição. Em 2007, lançou o site oficial e iniciou as vendas em retalho com a Viagens Abreu. Cinco anos depois, começou a marcar presença em grandes superfícies como Fnac, Worten e Continente, reforçando a visibilidade junto dos consumidores. A expansão para o mercado empresarial ocorreu em 2014, através de soluções de incentivo e fidelização para empresas, enquanto a integração no grupo internacional Smartbox, em 2017, abriu novas oportunidades de crescimento. Mais recentemente, a Odisseias diversificou para áreas como bilhética e casamentos, fortalecendo a reserva online em hotéis e experiências de lazer.
O impacto da Odisseias no setor do turismo e do retalho é evidente. A distribuição offline permitiu vender mais de 2,5 milhões de vouchers nos últimos 10 anos, enquanto a expansão da rede de agências de viagens e parcerias com operadores turísticos consolidou a marca como um ator central no ecossistema do lazer em Portugal. Com uma equipa que ultrapassa os 80 colaboradores, a empresa contribui diretamente para a dinamização da economia local, ligando consumidores a milhares de parceiros em hotéis, restaurantes e espaços de entretenimento.
O canal digital tem sido um pilar estratégico. No último ano, mais de 20.000 vouchers foram vendidos para parques como Zoomarine, Jardim Zoológico de Lisboa e Aquashow Park, e mais de 15.000 pessoas reservaram estadias no Alambique Hotel Resort, no Fundão, muitas das quais com acesso ao recém-inaugurado Golden Rock Spa, o maior spa de Portugal. No setor de spa e bem-estar, a faturação em 2024 atingiu 1,5 milhões de euros, evidenciando a procura por experiências de relaxamento.
Em 2025, a Odisseias prepara um rebranding completo, com novo logótipo, site e comunicação omnicanal. A digitalização tornou possível reservar de forma imediata e direta uma grande diversidade de experiências, eliminando barreiras que antes dificultavam a marcação. A empresa vai também lançar vídeos tutoriais para tornar o processo de reserva mais acessível e transparente, reforçando a experiência desde o primeiro contacto.
Além do impacto económico, a Odisseias assume um papel social relevante, apoiando instituições como a Cruz Vermelha, Banco Alimentar, Operação Nariz Vermelho, Make-A-Wish e Fundação do Gil. Projetos próprios, como a Loja Solidária – Presentes para Ajudar, surgida durante a pandemia, continuam a apoiar quem mais necessita, combinando responsabilidade social com a missão da marca de gerar experiências positivas.
A funcionalidade é ativada através do botão “Clip”, disponível durante a reprodução de conteúdos na aplicação móvel. Nele, é possível ajustar a duração do excerto e guardá-lo na aba “My Netflix”, onde fica acessível para rever ou partilhar em serviços de mensagens como WhatsApp, Instagram ou iMessage. No entanto, quem receber esses clipes, terá que ter uma conta para aceder à Netflix para os visualizar. Não permitindo ainda guardar localmente, para editar posteriormente fazer outro tipo de partilhas, não se torna muito diferente do que o Moments já oferecia.
Esta nova função, coincide com a estreia da segunda parte da segunda temporada de Wednesday, uma série bastante popular e com um potencial viral, que nos novos episódios introduz Lady gaga no seu elenco principal.
Leggings, tops, macacões e garrafas personalizadas integram a coleção Crivit x Carolina Carvalho, disponível nas lojas Lidl a partir de 8 de setembro.
O Echo Boomer esteve esta manhã no espaço Casa da Guia, em Cascais, para assistir à apresentação oficial da coleção de desporto Crivit x Carolina Carvalho, composta por 18 peças exclusivas.
A linha, que chegará às lojas da insígnia a partir de 8 de setembro, integra leggings, tops, macacões, t-shirts, calções, saias-calção e ainda garrafas personalizadas, concebidas para diferentes estilos e momentos do dia, aliando conforto, funcionalidade e design contemporâneo.
O final do verão e o regresso às rotinas são, muitas vezes, uma oportunidade para retomar hábitos saudáveis e recuperar a motivação para a prática de atividade física. Nesse enquadramento, o Lidl apresenta esta colaboração com Carolina Carvalho, que viajou até à Alemanha para participar no processo criativo – seja no formato, tamanho e padrões, etc – da coleção, acrescentando uma dimensão internacional ao projeto.
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Com uma paleta de cores vibrantes, onde se destacam o roxo, o azul e o verde, a coleção transmite energia e dinamismo. As peças foram concebidas para serem versáteis e adequadas a diferentes modalidades desportivas, mas também a momentos do quotidiano. Entre as propostas, encontram-se modelos mais arrojados e coloridos, mas também opções mais sóbrias, como o macacão preto ou conjuntos básicos, garantindo diversidade e adaptação a vários gostos.
As garrafas autografadas por Carolina Carvalho complementam a linha como elemento distintivo, surgindo em várias tonalidades e reforçando o carácter motivador do projeto.
Para a atriz, que recebeu o convite por parte do Lidl há quase dois anos, trata-se de uma coleção muito relacionada com a sua personalidade, não tivesse a própria Carolina Carvalho desenhado a coleção, “com um ótimo fitting”. O melhor de tudo? “Os preços muito acessíveis”, pois as peças variam entre os 4,99€ e os 14,99€.
A próxima revisão da PlayStation 5 Slim Digital na Europa, identificada como Chassis E, mantém o preço de 499€, mas reduz o armazenamento do SSD de 1 TB para 825 GB.
Desde o seu lançamento original em 2020, que a PlayStation 5 tem sofrido várias revisões internas conhecidas como “chassis”, cada uma delas com pequenas alterações técnicas, relativamente subtis.
Já em novembro de 2023, a Sony introduziu o “Chassis D”, marcado pela chegada da PlayStation 5 Slim, sendo mais arrojado, apresentado alterações profundas com um design mais compacto e um aumento do armazenamento para 1 TB em ambas as versões, Digital e Standard com leitor amovível, dado que o modelo original era apenas de 825 GB.
Agora, de acordo com o portal francês Dealabs, surgiram documentos de certificação registados no Japão em junho de 2025, onde a Sony prepara um “Chassis E”, com a referência CFI-2100, e em particular a versão CFI-2116 destinada ao mercado europeu. O documento indica que design se mantém praticamente idêntico ao da Slim atual, mas com alterações internas direcionadas para a redução de custos de produção.
A principal mudança foca-se na PlayStation 5 Slim Digital, que recebe um downgrade no armazenamento desce para os anteriores 825 GB da consola original, em vez dos 1 TB oferecidos pelo modelo anterior. Esta regressão afeta apenas a edição sem leitor, uma vez que a PlayStation 5 Slim Standard baseada no mesmo Chassis E continuará equipada com SSD de 1 TB.
Esta alteração surge num contexto de aumentos de preço registados nos últimos tempos. Lançada a 399€ em 2020, a PS5 Digital passou para 449€ e, mais tarde, para 499€ em abril de 2025. Com esta nova revisão, a consola mantém-se nos 499€, mas perde alguma da capacidade de armazenamento, um dos pontos que diferenciava a versão Slim da anterior geração.
Por enquanto, a redução de espaço no SSD está confirmada apenas para a Europa, sendo inclusive identificada no novo packaging, ao lado dos logótipos 4K e HDR. Contudo, não há informação sobre se esta alteração será aplicada noutras regiões.
A PlayStation 5 Slim Digital Edition Chassis E (CFI-2116) ficará disponível na Europa a partir de 13 de setembro, enquanto a versão Standard com leitor deverá chegar numa fase posterior, mantendo-se com 1 TB.
Parte do valor dos sacos solidários da Missão Continente reverte para organizações que atuam na saúde, infância, educação e apoio social.
A Missão Continente lançou uma nova edição dos Sacos com Missão, uma iniciativa solidária que combina a utilidade quotidiana com o apoio direto a instituições sociais. O projeto, criado há cinco anos, já destinou mais de um milhão de euros a mais de 40 organizações de diferentes áreas de intervenção.
Por cada saco vendido, 0,50€ revertem para instituições parceiras, escolhidas de acordo com o seu trabalho em setores como a saúde, o apoio a crianças e jovens, a educação e a resposta a situações de vulnerabilidade social. A coleção é apresentada em pares mensais, permitindo que, ao longo do ano, sejam apoiadas diversas causas.
Durante o mês de setembro chegam às lojas dois novos modelos, dedicados à saúde e ao apoio à infância e juventude. Entre as entidades que beneficiam desta iniciativa encontram-se organizações de reconhecida relevância nacional, como o Banco do Bebé, os Palhaços d’Opital, o Refúgio Aboim Ascensão, a Cáritas Portuguesa e o CDI Portugal.
A vertente solidária é acompanhada de uma preocupação ambiental. Os sacos são produzidos a partir de redes de pesca e cordas navais recolhidas na costa portuguesa, dando nova vida a materiais que, de outra forma, permaneceriam como resíduos a poluir os oceanos.
Disponíveis em todas as lojas Continente, os Sacos com Missão refletem o compromisso da Missão Continente com as comunidades locais e com áreas como a alimentação saudável, os estilos de vida ativos, o bem-estar e a inclusão social. O programa mantém o foco na redução do desperdício alimentar e no reforço do apoio às populações mais vulneráveis, procurando contribuir para um futuro mais equilibrado e justo.
A Mercadona trouxe para Portugal a linha Sisbela Reafirm, um sucesso de vendas em Espanha graças a uma fórmula com silício orgânico e eficácia comprovada.
O creme anti-idade da Mercadona transformou-se num dos maiores fenómenos de cosmética em Espanha, depois de ter ultrapassado os 10 milhões de unidades vendidas desde o seu lançamento em 2016. Desenvolvida pela empresa Silicoderm, a linha Sisbela Reafirm ganhou destaque na secção de perfumaria dos supermercados da cadeia espanhola… e encontra-se agora também disponível em Portugal.
A fórmula que sustenta este êxito tem como base o silício orgânico, um ingrediente conhecido pelas suas propriedades reafirmantes e reestruturantes. Estudos indicam que a utilização deste composto pode melhorar a textura e a elasticidade da pele em cerca de 12% num período inferior a um mês, o que explica em parte a notoriedade conquistada pela marca.
O envelhecimento da pele manifesta-se sobretudo no rosto, através da perda de luminosidade, da desidratação, da flacidez, das rugas e das irregularidades no tom. A manutenção de uma rotina de cuidados é considerada essencial para travar estes sinais, e é nesse contexto que a gama Sisbela Reafirm foi criada. A linha apresenta-se como um conjunto de soluções complementares, destinadas a atenuar os efeitos da idade e a devolver à pele uma aparência mais uniforme e saudável.
Entre os produtos mais procurados está o creme facial revitalizante (5€), que associa o complexo exclusivo RNA/DNA ao silício orgânico. A formulação, enriquecida ainda com ácido hialurónico, tem como objetivo suavizar rugas, melhorar a firmeza e reforçar a hidratação. Ensaios laboratoriais apontam para um aumento da firmeza superior a 2% e da elasticidade acima dos 12% ao fim de 28 dias de utilização, sendo um produto adequado a todos os tipos de pele e recomendado tanto para aplicação diurna como noturna.
Outro dos artigos da linha é o contorno de olhos (4,50€), criado para atuar numa das zonas mais delicadas do rosto. A sua composição inclui silício orgânico, argireline e vitamina E, ingredientes que reduzem sinais de cansaço, suavizam rugas finas e conferem luminosidade imediata ao olhar.
A gama completa-se com o sérum facial potenciador (5,50€), concebido para intensificar a ação reafirmante dos restantes produtos. Combinando ácido hialurónico, colagénio, elastina e um elevado teor de silício orgânico, o sérum hidrata em profundidade, tem efeito antioxidante e ajuda a redefinir o contorno do rosto.
Mas, para já, só pode ser adquirido com outros sets.
A LEGO tem uma nova recriação inspirada em videojogos, que surgiu de surpresa na sua loja oficial. Chama-se LEGO Comando SEGA Genesis e, como o nome propõe, é uma recriação do icónico comando das consolas da SEGA de 16-bit, que por cá era conhecida como Mega Drive.
Dirigido para miúdos e graúdos, o LEGO Comando SEGA Genesis é um conjunto de coleção, composto por com 260 peças, e com dimensões próximas ao icónico comando original de três botões e um D-pad. Conta com um stand de apresentação e, na sua traseira, esconde um easter egg, com um pequeno diorama 2D à microescala que recria uma cena de um dos seus jogos mais icónicos, o nível de Green Hill Zone, de Sonic The Hedgehog. Apesar do seu nome, Genesis, o set faz-se acompanhar também por autocolantes regionais, para os fãs poderem ter a sua versão da Mega Drive.
LEGO Comando SEGA Genesis
Com data de lançamento prevista para breve, há, no entanto, um pequeno senão. O LEGO Comando SEGA Genesis só pode ser adquirido juntamente na compra de outros sets, pelo menos para já, uma vez que também surge listado com um preço de 19,99€.
No que toca ao universo de videojogos, o LEGO Comando SEGA Genesis não é a única novidade neste outono. Em outubro, os fãs de videojogos vão poder colecionar o LEGO Game Boy, que recria a icónica consola da Nintendo, à escala.
A Google aposta na aprendizagem orientada com o Gemini e novos recursos visuais para transformar o regresso às aulas.
Com o regresso às aulas, a Googleanunciou um reforço significativo no Gemini introduzindo funcionalidades concebidas especificamente para estudantes. O objetivo passa por transformar a forma como os jovens aprendem, ajudando-os a compreender matérias complexas de forma mais profunda e a preparar-se de modo mais eficaz para testes e exames.
Uma das novidades é aquilo que a empresa chama de Aprendizagem Orientada, um modo que vai além das respostas rápidas e procura fomentar o raciocínio crítico. Através de explicações passo a passo e adaptadas às necessidades de cada utilizador, esta ferramenta funciona como um companheiro de estudo digital, capaz de criar guias personalizados a partir de materiais das disciplinas ou até de simplificar conceitos densos com recursos visuais e comparações práticas.
Outra novidade é a integração automática de conteúdos multimédia. Ao pesquisar por temas como a fotossíntese ou a anatomia celular, os estudantes passam a receber, juntamente com o texto explicativo, imagens, diagramas e vídeos do YouTube, num esforço para tornar a aprendizagem mais clara e apelativa. Já a pensar nos exames, o Gemini ganha ainda a capacidade de gerar cartões de memorização e resumos, facilitando a revisão de conceitos-chave.
Recentemente, um inquérito feito a sete mil adolescentes europeus revelou que mais de dois terços já utilizam ferramentas inteligentes no estudo semanal. Este dado reforça a urgência de criar soluções que vão além da simples automatização, oferecendo métodos que apoiem o desenvolvimento intelectual e preparem os alunos para os desafios do futuro. Como tal, estas novas funcionalidades do Gemini foram apresentadas como um marco no caminho da Google para democratizar o acesso a uma educação de qualidade. A empresa sublinha, contudo, que o avanço da inteligência artificial no ensino exige responsabilidade partilhada, investigação contínua e parcerias sólidas, de forma a garantir que estas tecnologias beneficiam todos os estudantes de forma justa e eficaz.
No topo do Hyatt Regency, em Alcântara, o ICON Bar & Rooftop oferece cocktails exclusivas, petiscos para partilhar e uma das melhores vistas para o pôr do sol em Lisboa.
Inaugurado em novembro de 2022, o Hyatt Regency Lisboa marcou a estreia da marca em Portugal, posicionando-se como uma unidade de referência no segmento de luxo. Classificado com cinco estrelas superior, o hotel dispõe de 204 quartos e suites de design contemporâneo, distinguindo-se pela localização estratégica junto ao rio Tejo e pelas amplas vistas sobre a capital. A proximidade a alguns dos ícones culturais e históricos mais emblemáticos, como o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o Palácio de Belém e a Cordoaria Nacional, reforça o seu enquadramento privilegiado.
Com acesso pedonal direto à frente ribeirinha, através de uma ponte, o hotel integra-se numa área requalificada com jardins e passeio marítimo, concebida para promover lazer e bem-estar. A poucos minutos de carro do centro histórico, a ligação entre a Lisboa tradicional e a Lisboa cosmopolita torna-se facilmente acessível.
Entre os principais destaques da unidade encontra-se um SPA com cerca de mil metros quadrados, gerido pela Serenity – The Art of Well Being, marca de renome internacional. O espaço inclui ainda um ginásio equipado com tecnologia de ponta e programas personalizados de saúde e bem-estar, o restaurante Viseversa e, ainda, um rooftop, que oferece uma vista panorâmica sobre o Tejo, acompanhada por uma proposta gastronómica de elevado nível. E foi precisamente este rooftop que fomos conhecer recentemente.
Situado num dos pontos mais altos da cidade, o espaço, com o nome ICON Bar & Rooftop, oferece uma vista privilegiada sobre o Tejo e a Ponte 25 de Abril, transformando-se num local de eleição para assistir ao pôr do sol e viver o ambiente estival lisboeta.
O bar combina sofisticação e descontração, afirmando-se como um dos rooftops mais procurados da capital – algo que pudemos testemunhar com o tempo a passar, mesmo tendo sendo um fim de tarde bastante ventoso. Há, até, uma piscina decorativa que serve quase como divisória para a área VIP do espaço – a entrada custa 200€ não consumíveis que dão direito a uma garrafa de champanhe Veuve Clicquot, e ficam também com uma vista mais “livre”, digamos assim.
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Enquanto o verão não termina, o rooftop recebe as ICONIK Yellow Hour, em parceria com a Veuve Clicquot – histórica casa de champagne francesa que estreou este ano, no Algarve, o seu primeiro Sun Club Veuve Clicquot em território português. Todas as quintas-feiras, entre as 17h e as 23h, o espaço assume um carácter festivo, com DJ ao vivo e uma atmosfera criada para acompanhar o espetáculo natural do entardecer.
A Veuve Clicquot é, neste momento, a patrocinadora do ICON Bar & Rooftop – chegaram a trabalhar com a Laurent Perrier -, e daí surgiram algumas mudanças, como usar o champagne da marca francesa e almofadas, chapéus e cadeiras com assinatura Veuve Clicquot.
Aberto diariamente a partir das 16h, o ICON Bar & Rooftop apresenta uma carta de cocktails de assinatura desenvolvida pela sua equipa de bartenders. Entre as propostas destacam-se o Exotic Porn Star (leva vodka Belvedere, maracujá, baunulha e espuma de espumante) e o Gin Basil (com Hendrick’s gin e cordial lima e manjericão), a par das Sangria Bowls, ideais para grupos, com especial relevo para a versão Apple Blossom, preparada com Veuve Clicquot e maçã verde. Já nós quisemos pedir o Mystic Mule (com vodka Belvedere, ginger beer, limão e espuma de gengibre), bem docinho por sinal.
Além dos variados cocktails e sangrias, têm também mocktails, várias referências de vinhos e outras bebidas brancas.
Quanto à oferta gastronómica, e se por acaso quiserem aconchegar o estômago, ou mesmo jantar no ICONIK Yellow Hour, isso é perfeitamente possível. Atenção, no entanto, que todas as opções são partilhar, sendo que o que vão encontrar neste menu são clássicos reinventados, personalizados com ingredientes frescos e técnicas modernas.
O menu atual – entrou em vigor ainda antes do verão – não é vasto, nem sequer é isso que se pretende, e é por isso que tem um total de nove opções: Gyosas de vegetais e camarão (com molho teriyaky, wakame e sésamo), Trilogia de Dips e Totopos (com guacamole, creme de trufa e molho tzatziki), Tábua de queijos nacionais com tostas caseiras, Taco de atum (com maionese de wasabi, ovas e cebola crocante), Presunto Pata Negra (presunto de porco ibérico com pistáchios), Focaccia de rosbife e creme trufado (com mostarda), Tiger bun de brioche com camarão e maionese de kimchi, Bão de leitão à Bairrada (com maionese de pimenta) e Mini hamburguéres de foie gras (com cereja e chutney de cebola roxa). Importante também dizer que o menu refere o número de unidades em cada prato pedido, precisamente para reforçar a ideia de partilha.
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Gyosas de vegetais e camarão
Taco de atum
Focaccia de rosbife e creme trufado
Bão de leitão à Bairrada
Mystic Mule
Sunset Bubbles
Cosmic Margarita
Não pedimos todas as opções como seria de esperar, mas fomos para quatro delas: Gyosas de vegetais e camarão, Taco de atum, Focaccia de rosbife e creme trufado e Bão de leitão à Bairrada. Daqui, a nossa opção preferida foi, claramente, o Taco de atum, com a proteína a revelar-se bem fresca e com a maionese wasabi a dar o toque perfeito, não fosse esta uma mistura muito utilizada pelos chefs para confeção de certas peças de sushi ou como creme de acompanhamento aos pratos de sushi.
O Bão de leitão à Bairrada também não desiludiu, e na verdade é uma opção que revela o cuidado de quem está na cozinha: basicamente cada bão tem várias (e deliciosas) tiras de leitão sem qualquer camada de gordura. Ainda que alguém possa sentir a falta daquela crocância, não foi o nosso caso, e tão depressa chegou à nossa mesa como desapareceu.
As Gyosas de vegetais e camarão também não desiludiram, embora o camarão não estivesse muito evidenciado, mas esperávamos mais da Focaccia de rosbife, pois apesar de bem servida, o creme trufado era praticamente inexistente.
No fundo, o que podemos retirar da experiência é que, se quiserem ótimas bebidas, boa comida para partilhar e uma vista incrível, não precisam de procurar mais. É daqueles programas perfeitos a dois – há mantas para os mais friorentos – ou mesmo entre amigos. E não, o ICON Bar & Rooftop não é sazonal – apesar de não ter uma cobetura ou tejadilho, continuará a funcionar mesmo em dias mais frios. Basta que estejam reunidas as condições para receber clientes.
Com o Tejo em pano de fundo e o pôr do sol a marcar o ritmo da cidade, o ICON Bar & Rooftop assume-se como ponto de encontro onde música, convívio e vistas ímpares se conjugam para celebrar o verão em Lisboa. Aberto todos os dias a partir das 16h, recomenda-se vivamente a reserva – podem também ligar para o 219023205 -, havendo ainda um consumo mínimo de 30€ por pessoa para duas horas.
A Techland confirmou os requisitos necessários para jogar de Dying Light: The Beast em diferentes computadores.
A polaca Techland, que se prepara para o lançamento de Dying Light: The Beast já no dia 19 de setembro para PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S, partilhou agora as especificações necessárias para correr o jogo em diferentes computadores, incluindo requisitos dedicados a computadores portáteis. São os seguintes:
Recomendado (1080p, 60FPS, médio) GPU: RTX 3080 Laptop / Ryzen AI 9 370 (8GB VRAM) CPU: Core i7-12700H / Ryzen 7 6800H RAM: 16GB Armazenamento: 70GB SSD OS: Windows 10 ou mais recente
Alto (1440p, 60FPS, alto) GPU: RTX 4070 Laptop / Ryzen AI Max+ 395 (8GB VRAM) CPU: Core i7-14700HX / Ryzen 9 8940HX RAM: 32GB Armazenamento: 70GB SSD OS: Windows 10 ou mais recente
Dying Light: The Beast contará com suporte de tecnologias de ponta, como ray tracing em iluminação e reflexos, suporte para monitores ultra-wide e HDR. Para obter os melhores resultados, o jogo conta ainda com compatibilidade com os sistemas Intel XeSS 2, NVIDIA DLSS 4 e AMD FSR 3.1 – sendo a versão FSR 4 limitada a equipamentos compatíveis – que ajudam a reconstruir imagens para resoluções mais altas, aumentar a fluidez de jogo com geração de frames e reduzir a latência do jogo.
Dying Light: The Beast é descrito como um spin-off e uma aventura independente da série Dying Light, passada em Castor Woods, uma antiga zona turística transformada em território hostil. Os jogadores assumem novamente o papel de Kyle Crane, que, depois de 13 anos, em cativeiro regressa a um mundo em colapso, dividido entre sobreviventes, fações rivais e um mistério ligado a uma criatura que domina a região. O jogo combina exploração em mundo aberto, parkour, combate corpo a corpo, poderes associados ao ADN do protagonista e uma vertente cooperativa para até quatro pessoas.
Twinless é uma obra que não tem medo de mergulhar nas zonas mais ambíguas do sofrimento, transformando a dor em cinema impactante e inspirador.
Não era familiar com o trabalho de James Sweeney (Straight Up), mas há sempre algo de fascinante quando um cineasta decide acumular tantas funções num mesmo projeto: escrever, realizar, produzir e, ainda por cima, interpretar uma das personagens principais. Esse risco de exposição total desperta imensa curiosidade, sobretudo quando o elenco conta também com Dylan O’Brien (Maze Runner) e Aisling Franciosi (The Nightingale). Que mais poderia pedir?
Em Twinless, Sweeney dá vida a Dennis, um jovem que, tal como Roman (O’Brien), perdeu o seu irmão gémeo. Os dois conhecem-se num grupo de apoio para gémeos em luto e rapidamente constroem uma amizade peculiar, marcada tanto por momentos de ternura como por dinâmicas de substituição que vão crescendo à medida que a narrativa avança. Marcie (Franciosi), a rececionista sempre doce e disponível, entra como elemento externo à bolha de dor partilhada pelos protagonistas, trazendo um contraponto de normalidade e esperança, mesmo sem possuir um arco tão desenvolvido como os restantes.
O primeiro destaque de Twinless vai naturalmente para O’Brien. É surpreendente como continua a ser um ator tão subvalorizado em Hollywood – quase chocante como ainda não lidera uma grande franquia – quando demonstra aqui uma versatilidade impressionante. As suas linhas cómicas até fazem lembrar Liam Neeson no recente The Naked Gun, aquela comédia slapstick em que a personagem interpreta erradamente situações óbvias, arrancando risos genuínos pelo absurdo da cena. No entanto, O’Brien vai muito além do humor básico: é capaz de sustentar monólogos de profunda carga emocional, nos quais transmite a dor incomparável de perder um irmão, questionando a sua identidade e expondo fragilidades íntimas. Essa capacidade de alternar entre riso e melancolia torna a sua prestação memorável, a par do melhor trabalho da sua carreira.
Franciosi, mesmo com uma personagem mais secundária, encontra o tom certo em Twinless. Marcie é uma mulher simples de bom coração, que anseia por alguém a quem dar amor e cuidado. Pode parecer um papel banal, mas Franciosi injeta-lhe humanidade e autenticidade, funcionando como uma âncora emocional numa obra em que tudo o resto é instabilidade e perda. Por seu lado, o próprio Sweeney mostra-se competente como Dennis, encarnando a timidez e a insegurança de alguém que apenas deseja ser aceite. Não posso revelar muito sobre o arco da personagem sem estragar potenciais surpresas, mas basta dizer que algumas das revelações mais trágicas da narrativa estão ligadas a ele, elevando o impacto dramático da história.
Contudo, por mais sólido que seja o seu trabalho enquanto ator, fiquei ainda mais impressionado com Sweeney atrás das câmaras. A colaboração com o seu diretor de fotografia, Greg Cotten, revela um grande domínio da linguagem cinematográfica. Desde a decisão de prolongar planos sobre os rostos dos intérpretes – permitindo-lhes trabalhar as emoções em tempo real – até às transições visuais criativas, como o uso de ecrãs divididos em composições lado a lado, existe uma frescura e uma ousadia na constituição de cada cena que capturam imediatamente a atenção. Uma sequência em que o ecrã se divide em dois, sobrepondo diferentes momentos num só fluxo visual, é particularmente fascinante. O trabalho de montagem de Nikola Boyanov complementa a imaginação do cineasta, garantindo ritmo mas também folgas necessárias para que as emoções não se percam.
Mas talvez o aspeto mais surpreendente de Twinless seja o equilíbrio entre humor e temas sombrios. Raramente senti dissonância: as piadas e observações cómicas fluem naturalmente, sem quebrar a seriedade das questões abordadas. Twinless consegue falar de luto, solidão, amizade, amor, medo, arrependimento e muito mais com uma delicadeza invulgar, explorando todas estas dimensões através de uma lente genuína. Nunca cai em sentimentalismos fáceis, mas também não se refugia em distanciamentos frios. A vida, aqui, é apresentada como ela é: ridícula num instante, devastadora no seguinte.
É precisamente essa recusa em simplificar a experiência do luto que distingue Twinless de tantas outras histórias centradas na perda. A obra não procura oferecer uma cura milagrosa aos seus protagonistas nem os encaminhar para um final redentor. Pelo contrário, aceita a instabilidade como parte inevitável do processo, permitindo que o público sinta as oscilações entre humor, ternura e tragédia. Roman não lamenta apenas a morte do seu irmão, Rocky, mas tenta recompor uma identidade que perdeu metade do seu reflexo. Dennis não é apenas um companheiro de infortúnio, mas também a materialização do risco de projetar no outro aquilo que já não existe. A relação entre os dois é simultaneamente um gesto de sobrevivência e uma ameaça de autodestruição.
O papel de Marcie reforça essa tensão. Ao surgir como alguém que pertence ao “mundo real”, funciona como uma lembrança de que a vida continua, de que é possível criar vínculos baseados na verdade e na reciprocidade, e não apenas na substituição. No entanto, a sua presença acaba por expor as fragilidades dessa amizade construída sobre a dor, mostrando que a tentativa de replicar uma ligação perdida nunca pode ser totalmente autêntica.
Por fim, a escolha de O’Brien interpretar tanto Roman como Rocky aprofunda ainda mais os temas centrais de Twinless. É impossível não sentir que Roman vive em constante comparação com a ausência do irmão, procurando desesperadamente preencher esse vazio através da relação com Dennis. A dualidade interpretação/ausência espelha na perfeição a sensação de incompletude que atravessa todo o filme, enfatizando a ideia de que o luto raramente é apenas sobre a pessoa perdida, mas também sobre a versão de nós que desaparece com ela.
VEREDITO
Twinless é uma obra que não tem medo de mergulhar nas zonas mais ambíguas do sofrimento, transformando a dor em cinema impactante e inspirador. James Sweeney demonstra uma voz autoral distinta, Dylan O’Brien assina uma das melhores interpretações da sua carreira e o resultado é uma reflexão poderosa sobre identidade, memória e sobrevivência. É um daqueles raros filmes que lembram que o verdadeiro mistério do luto não se encontra em resolvê-lo, mas em aprender a viver com o mesmo. Sussurrando, por vezes gritando, que não é sobre encerramentos, mas sobre descoberta.
Com inspirações claras noutros jogos de ação e aventura, Lost Soul Aside até encontra uma identidade própria, mas fá-lo pelos piores motivos, resultando numa experiência enfadonha e amadora.
Lost Soul Aside é um mau jogo. Com esta afirmação sinto que esgotei o resto da energia e da vontade que tinha em lhe dar atenção, mas sentiria um enorme peso na consciência se não tentasse elaborar a minha opinião e explicar porque sinto que Lost Soul Aside é um mau jogo. Como a Internet é um oceano de piadas e memes, que se enche sempre que um novo jogo vira alvo de chacota, é preciso remar contra a maré, por mais que me custa. A “fava” saiu agora a Lost Soul Aside, as opiniões são conhecidas, os vídeos já se espalharam pelas redes sociais e o tribunal da opinião pública chegou à sua conclusão.
Eu joguei Lost Soul Aside até me fartar por completo dele. Não vi os créditos finais, não penso sequer ver os restantes capítulos no YouTube ou na Twitch. O que eu quero é escrever este texto e desinstalar o jogo. Mas também não escondo que passei mais tempo a rir do jogo do que a jogá-lo. Uma quantidade saudável de gargalhadas, não porque Lost Soul Aside tenha elementos humorísticos, mas porque o resultado final e as escolhas de produção são acidentalmente hilariantes e insólitas. No entanto, Lost Soul Aside também me mete pena. Genuína pena. Porque é um projeto de alguém que, tal como eu, adora jogos, e que, diferente de mim, tem o mínimo de conhecimento e aptidões para brincar e materializar as suas visões, de alguma forma. Um processo que, ao longo da última década, permitiu que Yang Bing atraísse a atenção da comunidade e de investidores, e levasse à criação de uma pequena equipa que o ajudou a criar este jogo, a UltiZeroGames. Histórias e projetos destes têm algo de ternurento, que admiro e apoio.
No que toca a Lost Soul Aside, é um jogo que, apesar de muitas inspirações claras, tem definitivamente uma alma. Este transporta-nos para um mundo bem atmosférico, com uma fantástica banda sonora a embalar-nos na navegação e no combate, e com uma legião de inimigos com designs e animações absolutamente fantásticas. Infelizmente, é um jogo onde as ambições e as suas qualidades objetivas são atropeladas por um camião TIR de amadorismo e de falta de experiência, onde sentimos que existia uma visão muito mais ambiciosa e que foi recortada ao longo de anos de produção, tornando Lost Soul Aside naquilo que defini ao abrir este artigo: um mau jogo. E porque é mau, eu decidi não terminá-lo. Joguei o tempo suficiente para me sentir confortável a largá-lo com uma impressão sólida. Diria até que joguei mais tempo de Lost Soul Aside do que aquilo que este projeto merecia. Joguei até duas vezes as suas primeiras horas, nas duas versões lançadas, PlayStation 5 e PC, e logo desde o início do jogo houve muitíssimo pouco que me convencesse que Lost Soul Aside merecia o meu tempo.
Lost Soul Aside começa com uma sequência muito rápida e caótica, que tenta apresentar um conflito milenar com entidades divinas, ao mesmo tempo que nos coloca ao controlo de uma personagem muito poderosa. E faz absolutamente nada com isso. O que poderia servir de tutorial compreensivo das mecânicas centrais do jogo, reduz-se a uma sequência de button smashing de cinco segundos a despachar, uma tentativa de nos apresentar um pouco do seu lore. Este início não ajudou sequer a contextualizar a narrativa ou o worldbuilding do jogo, e posso dizer isto depois de ter repetido a sequência duas vezes: pouco deu para reter, além de clichés e tropes do género.
Lost Soul Aside (UltiZeroGames)
Recordo-me, no entanto, da introdução do nosso protagonista, que é igualmente vazia. Kaser simplesmente surge num barco, com a personalidade de uma tábua e o aspeto de um emo giga chad, que se destaca hilariantemente dos restantes NPCs, com o seu longo casaco e trajes sombrios, e é recebido por uma jovem que, pela descrição no códice do jogo, adotou Kaser e tornou-se na sua “big sister”. E, meus amigos, eu já vi anime suficiente para perceber quais são as inspirações desta escrita. Rapidamente, somos apresentados a Louisa, também irmã de Kaser, mas desta vez real. Embora, pela forma como ela trata o irmão, chamando-lhe repetidamente de “mano” com imenso entusiasmo, eu ache que ela desejaria ser a sua irmã adotada. É estranho!
Certo, gigante tangente no último parágrafo, mas acho que ajuda a estabelecer a estranha relação que criei com este jogo, onde desde o início quase tudo parecia ser digno de uma observação jocosa. O problema é que não se fica por aqui, ao demonstrar a sua escrita, direção e restante execução extremamente amadoras. Poderia dar mais exemplos, mas aqui relembro que as redes sociais já estão cheias de bons exemplos: com vídeos de cinemáticas mal realizadas, onde a câmara não para um momento, onde a edição tem cortes que não fazem grande sentido, onde as personagens são mal colocadas e estão a olhar para o vazio – para não falar do horrível (tão mau que é bom) trabalho de vozes, pelo menos na dobragem em inglês, e do texto tanto nas cinemáticas como nas expressões repetidas durante o combate.
A história também parece extremamente desinteressante, numa colagem de conceitos e ideias resgatadas de outras produções, apresentando uma sociedade com um regime opressivo e os temas básicos do “bem contra o mal”. Isto, por si só, não é propriamente mau, mas, se nas primeiras horas Lost Soul Aside não cria oportunidades para nos convencer a ficar no seu mundo e descobrir os seus mistérios, tem logo aqui um problema. E toda a apresentação já mencionada, obviamente, ofusca tudo isso. O que fiquei a saber é que Kaser parte numa aventura para acordar a irmã de um coma e salvar o mundo (acho eu).
Lost Soul Aside (UltiZeroGames)
O que há de positivo em Lost Soul Aside não faz o suficiente para satisfazer. Quero com isto dizer que consigo ver aqui coisas boas à distância, ideias que acabam por ser mal-amanhadas. Até porque Lost Soul Aside tinha um potencial enorme para ser a lufada de ar fresco necessária dentro do género de jogos de ação e aventura, saturados por RPGs expansivos e por soulslike. Lost Soul Aside não é nem um nem outro, o que é essencialmente bom, e tão-pouco procura cativar a nossa atenção com exploração de cenários com objetivos redundantes ou com confrontos que vão testar a nossa paciência com dificuldades imperdoáveis. Mas não se livra de oferecer uma experiência enfadonha.
Lost Soul Aside é um jogo com uma falta enorme de noção de ritmo, com um equilíbrio entre uma navegação linear ao estilo de um platformer e momentos de ação com arenas e bosses. Ora, volta e meia temos um trecho dedicado à navegação de ponto A a ponto B, terminando com um boss, como rapidamente o jogo coloca a quinta e parece que temos bosses atrás de bosses, quase sem tempo para “descansar”. Esta é a fórmula que popularizou séries como Devil May Cry e Ninja Gaiden, que foram fortes influências para Yang Bing, mas Lost Soul Aside não encontra um bom equilíbrio entre a exploração e os combates, ao ponto de tentar compensar esta falha com combates visualmente ricos e frenéticos. Os efeitos visuais que lhe trouxeram tanta atenção há 9 anos, durante a sua revelação, são agora um dos seus maiores inimigos, criando uma sensação de desgaste que nunca supera.
A dependência por efeitos de partículas, relâmpagos, cristais que rebentam e outros elementos visuais brilhantes que, em teoria, são belos, acaba por criar demasiado ruído à ação que vemos no ecrã porque afeta a leitura e fluidez de combate. Para o bem ou para o mal, há uma linguagem visual muito bem definida em Lost Soul Aside, que quer que cada confronto seja espetacular e cinemático, mas o polimento deixa a desejar. Adicionalmente, por muito espetacular que a ação queira ser, também é afetada por uma falta enorme de impacto e feedback nos ataques, em inimigos que são autênticas esponjas e demoram a cair. O que poderiam ser combates incríveis e divertidos, salvando o pouco que Lost Soul Aside tem para oferecer, acaba por ser um tédio, o qual nenhuma das habilidades especiais ou armas que vamos desbloqueando parecem eliminar.
Lost Soul Aside (UltiZeroGames)
E, claro, temos todo o aspeto técnico de Lost Soul Aside, que reflete muito melhor aquela sensação de um jogo que necessitava de muito mais tempo no forno. Não se trata de um desastre técnico como muitas dezenas de jogos AAA se revelam. Trata-se, sim, de um jogo com uma clara falta de polimento, dando a sensação de que estamos a jogar um produto inacabado, prestes a desmoronar-se com glitches e bugs que raramente chegam a acontecer – onde voltamos a sentir, mais uma vez, como o jogo parece ter sido recortado e encolhido ao longo dos anos. Felizmente, não me confrontei com muitos problemas que considere significativos, mas confrontei-me com um jogo com problemas de fluidez, com quebras constantes, estranhas pausas entre jogo e menus e, por vezes, ausência de sons que parece que não carregam. Estes problemas estão inerentes ao jogo em si e encontrei-os tanto na versão da PlayStation 5 como na versão para PC, onde tive alguns crashes.
Com quase uma década de desenvolvimento, Lost Soul Aside parece que merecia, pelo menos, mais meia no forno. É um jogo que, noutro contexto, enquanto projeto independente e em early access, se calhar era passível de críticas severas e escrutínio. Mas, com a antecipação alimentada ao longo dos anos e o desejo da comunidade em receber um jogo que, pelos trailers, parecia espetacular, polido e a transbordar de paixão pelo género, é infeliz que acabe por não fazer justiça às suas ambições. As atualizações podem chegar, polir alguns aspetos e tornar o jogo melhor, mas temo que nada altere a sua essência extremamente amadora. Quem tiver curiosidade em experimentar Lost Soul Aside antes de o comprar pelo seu preço premium de 69,99€, pode sempre passar os olhos e as mãos pela demo.
Cópia para análise (versão PC e PlayStation 5) cedida pela PlayStation Portugal.