Revisitámos o Boshq, restaurante do Hotel Mercure em Almada, por um dos melhores motivos: provar a nova carta!
Oferecendo-se à vista de quem passa junto ao Hotel Mercure Almada de Almada, o Boshq, restaurante do hotel, é um bom lugar para quem procura uma refeição confortável num ambiente moderno e descontraído. Agora com nova carta, ainda bastante recente, e depois de uma primeira experiência que achámos, no mínimo, interessante, tivemos a certeza de que valia a pena revisitar este ponto relativamente acessível – em preços e localização – dentro do trajeto gastronómico da Grande Lisboa.
O Hotel Mercure Almada fica num enquadramento bastante oportuno, junto aos grandes acessos a Lisboa, mas também é privilegiado pela localização contígua ao pulmão verde da cidade, o bonito Parque da Paz. No geral, há uma sensação de refúgio assim que se atravessam as portas do Mercure. Mais do que um hotel, o empreendimento, vizinho de um dos principais pulmões verdes da cidade, posiciona-se como um ponto de encontro, um espaço de passagem e de pausa para quem procura tranquilidade e, ao mesmo tempo, proximidade a empresas e serviços.
É neste cenário, literalmente contíguo a uma das maiores áreas verdes urbanas do concelho, que o restaurante Boshq opera, assumindo-se como uma proposta gastronómica de eleição não só para os hóspedes, mas para todos os que procuram uma refeição capaz de surpreender pela sua qualidade em todas as vertentes: qualidade e variedade dos pratos, ambiente, comodidades, excelente nível de atendimento….
Enquanto ali estivemos sentados à mesa, observámos o andamento da carruagem. Entravam grupos de estudantes universitários que se sentavam pacatamente a degustar pratos do menu do Boshq (deu para confirmar ocularmente, e não só, que os Smash Burguers são o ex-libris da casa). Famílias com crianças escolheram o Boshq para um almoço descontraído, numa atmosfera tão de sábado. Turistas e outra gente em viagem, pessoas não hospedadas no hotel, pararam por ali, num magnífico momento descontraído e de boa degustação.
Quanto a nós, um dos traços mais curiosos da sala de refeições do Boshq, que por acaso dispõe de uma esplanada envidraçada, é a impressão bucólica causada pelos verdes suaves. Foi muito bem-sucedida esta decoração que, além do tom, opta pelo toque ornamental da vegetação e das frutas e flores silvestres, cujo apontamento final está no carrinho decorativo ao canto da sala que se torna um pouco evocativo daquele ambiente de histórias tradicionais, envolvendo elementos característicos dos bosques e da sua natureza.
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Claro que esses detalhes acabam por interagir com uma atmosfera cosmopolita e moderna, tanto no mobiliário, como na iluminação, na amplitude e luminosidade dos espaços, na alternância entre as madeiras e a pedra, nas diferentes texturas dos materiais, na oferta, ao fim e ao cabo, de uma sala confortável e elegante onde, apesar de tudo, vibra a patine de alguns detalhes que não deixam de ir acusando a passagem do tempo. Portanto, com uma identidade que remete para um bosque moderno e acolhedor, o Boshq, agora sob a alçada do chefe de sala Diogo Ganchas, apresenta uma carta recentemente unificada que integra e assimila o anterior conceito de brunch a um elenco de pratos robustos, cheios de personalidade e sabor. A ementa foi pensada para agradar a diferentes paladares, equilibrando o conceito de comfort food com toques de fusão que revelam um pouco mais de ambição.
A experiência no Boshq iniciou-se com o Couvert, um prelúdio promissor que foge ao convencional: pão nórdico de sementes, de miolo denso e húmido, acompanhado por uma mistura de beterraba, sedosa e ligeiramente adocicada, e por uma manteiga de ervas, fresca e aromática. É um primeiro aviso de que a atenção ao detalhe aqui é regra.
Para abrir o apetite, a escolha recaiu sobre três das novidades destacadas pelo chefe de sala do Boshq. Os Croquetes de Bolonhesa, que se revelaram uma reinterpretação bem-sucedida: crosta fina e crocante a guardar um recheio cremoso e saboroso da clássica carne moída – uma combinação de texturas que funciona muito bem.
Depois o Tataki de Atum com Puré de Pastinaga e Abacate, que foi uma grande revelação. Tem tido, aliás, grande sucesso. O atum é servido em tenras postas, acompanhado por um puré de abacate cremoso. Um prato vibrante pela sua cor e apresentação (que os olhos também comem, como diz o ditado) e bem equilibrado.
Já o Pica-Pau da Vazia à Bulhão é uma demonstração de como se pode dar literalmente a volta a um petisco tradicional, pois é uma novidade que resume as características daquilo que é, afinal, um petisco bastante conhecido mas que, nesta abordagem, se traduz numa intensificação dos seus elementos. As tiras de vazia, tenras e saborosas, são salteadas no azeite, alho e coentros, e acompanhadas por um aioli de alho confitado. Note-se que, aqui, o azeite tem uma presença régia (numa próxima, eu diria só uma palavrinha de “menos molho, por favor”, à cozinha). O toque de frescura é adicionado por um puré de abacate cremoso. Um prato vibrante pela sua cor e apresentação (que os olhos também comem, como diz o ditado) e bem equilibrado.
Quanto a bebidas a acompanhar refeição, uma das opções foi um sumo natural do dia, neste caso, melancia e maracujá: refrescante, sem se notar presença de açúcar. Pessoalmente, prefiro bebidas mais Free Spirit, e por isso optei por um mocktail, um Marac-ojito, esse sim, repleto de gelo mas com um sabor espetacular graças à conjugação de ingredientes tão fantásticos quanto a lima e, neste caso, o maracujá.
Nos pratos principais, há muitas e excelentes opções. A ementa faz as honras à apresentação de uma das suas secções mais importantes e preferidas do público, os Smash Burguers, e citamos: “Um tributo aos anos de experiência a virar hambúrgueres no wild. Opções decadentes e ideais para ser comido sem cerimónias”.
A coisa passa pelo American Burger (Novilho 2x80g), que leva alface iceberg, queijo cheddar, tomate, cornichons e molho especial; o Wild Burger (Novilho 2x80g), com alface iceberg, cheddar, bacon de vitela, ovo estrelado e molho especial; o Crispy Chicken, que leva, além de frango crocante, queijo cheddar, alface iceberg, bacon crocante de perú, cornichons e molho Caesar; e o VG Burger (Vegetariano), com carne de perú, grão com cogumelo portobello, queijo cheddar e compota de cebola caramelizada.
Mas, segundo os testemunhos, já sabíamos que a estrela era o Oklahoma Burger (Novilho 2x80g), o que se confirmou como ponto alto das nossas preferências: uma delícia de queijo cheddar, cebola caramelizada, cogumelo portobello e molho especial. Vendo ao pormenor: são dois discos de novilho, finos e caramelizados, cobertos por queijo cheddar derretido, cebola caramelizada doce e cogumelo portobello carnudo, unidos por um molho especial picante-ácido.
Não admira que este hambúrguer tenha suscitado muita adesão por parte de quem visita o Boshq, a que temos que juntar o sabor daquele pãozinho redondo de batata doce, uma aposta de fabrico próprio que, quanto a nós, é uma aposta ganha. Não bastando isto, é ainda acompanhado por batatas fritas caseiras com um dos temperos que se lhe colam melhor, o orégão. Outros principais que têm tido grande saída são a Poke Bowl de Atum/Camarão, o Polvo Assado com Mil Folhas, ou o reconfigurado Risotto de Cogumelos Selvagens, agora com espinafres e mais camadas de cogumelos!
Servem-se, também, Linguini Verde com Burrata, Bife da Vazia, ou o Entrecôte.
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Couvert
Croquetes de Bolonhesa
Tataki de atum com puré de pastinaga e abacate
Pad Thai de Camarão
Sumo natural do dia e Marac-ojito
Pica-Pau da Vazia à Bulhão
Oklahoma Burger e Pad Thai de Camarão
Caju Cake e Wild Fudge Brownie
A nossa segunda opção foi para um principal que mencionamos agora, o Pad Thai de Camarão. Apesar de ser também um prato saboroso, não marcou os mesmos pontos que o hambúrguer, o que não quer dizer que não tenha boas pernas para andar. Se os camarões estavam saborosos e cozinhados no ponto, o acompanhamento deixou, desta vez, um pouco a desejar. A massa de arroz vinha acompanhada de rebentos de feijão, amendoim triturado, chalota e ovo – até aqui tudo bem -, elementos clássicos do prato. O problema residiu na textura: as fibras dos rebentos e, sobretudo, a chalota, apresentavam-se um pouco abaixo do ponto ótimo de cozedura, ou seja, demasiado rijas mesmo para um apreciador de vegetais “al dente”, na nossa opinião, quebrando a harmonia do conjunto e dando uma sensação de falta de acabamento. O equilíbrio de sabores, embora presente, foi prejudicado pelo facto de não se poder fruir do prato inteiramente.
A finalizar, as sobremesas alisaram o terreno. O Caju Cake é, no mínimo, interessante: base densa de bolo de caju contrastando com uma cobertura cremosa e ligeiramente salgada, num conjunto sofisticado que evita a doçura excessiva. Já o Wild Fudge Brownie é bastante intenso, como se quer. Extremamente húmido, quase fudgy no centro, com pedaços de chocolate que derretem na boca, é intenso, rico e indulgente, perfeito para os amantes de chocolate.
Outras opções igualmente atrativas estão disponíveis, na carta, desde o famoso doce persa Rose Malabi, até aos gelados artesanais.
Em conclusão, a revisita ao Boshq revela uma cozinha com potencial e ideias claras. A nova ementa acerta em cheio nos pratos de raiz mais europeia e nos hambúrgueres, demonstrando boa técnica na execução de sabores robustos. No entanto, a incursão por cozinhas asiáticas, como provou o Pad Thai, carece do mesmo rigor no detalhe. Vale pela qualidade dos produtos e pela clara intenção de agradar, sendo uma opção bastante válida em Almada, especialmente para quem procurar os pratos mais bem conseguidos.
Aberto de segunda a sexta-feira das 12h às 15h e das 19h às 22h30, e aos sábados e domingos das 12h às 15h e das 19h às 23h, podem reservar a vossa mesa diretamente através do site oficial do Boshq ou ligando para o 211548648.
A nova revisão da PlayStation 5 Digital Edition apresenta agora um acabamento totalmente mate, eliminando as zonas em plástico brilhante do modelo anterior.
A mais recente revisão da PlayStatiuon 5 Digital Edition já começou a chegar ao mercado europeu e traz uma alteração visual ao design exterior, que não era conhecida até agora. O novo modelo abandona as superfícies em plástico brilhante na parte superior e na secção central preta, passando a apresentar um acabamento integralmente mate.
Num vídeo comparativo publicado por Austin Evans, é possível ver lado a lado a diferença entre o modelo anterior e o atual. Evans revela-se surpreso com esta alteração, admitido que apesar de um aspeto “mais barato”, considera que o novo acabamento contribui para um aspeto mais uniforme e menos propenso a riscos e marcas de utilização.
Para além da mudança estética, a consola está cerca de 120 gramas mais leve do que a versão anterior, devido a um dissipador redesenhado com metal mais fino. No entanto, os testes feitos pelo criador de conteúdos confirmam que tanto o consumo energético como a dissipação térmica permanecem equivalentes.
Os Huawei Freebuds 7i surpreendem pelo cancelamento de ruído ativo, pelos controlos intuitivos e pela clareza nas chamadas, num conjunto acessível.
Num mercado claramente saturado de soluções áudio, a Huawei lançou recentemente um novo par de auriculares sem fios, os Freebuds 7i, que apontam para um equilíbrio entre funções úteis para o utilizador moderno e um preço considerado bem acessível que ronda os 100€.
Uma constante em auriculares de marcas chinesas é o facto dos seus designs não arrojarem muito e de se colarem ao aspeto de outros equipamentos já no mercado, e os Huawei Freebuds 7i seguem essa tendência simples no aspeto e ao toque. A caixa de carregamento é sólida, em formato oval ao estilo dos AirPods, com apenas um LED discreto na parte da frente a indicar o nível de bateria. Já as hastes dos auriculares têm um acabamento suave e arredondado, agradável ao manusear. Visualmente, também não escondem a inspiração nos AirPods. E, tal como acontece com muitos outros dispositivos vêm com pontas de silicone ovais que assentam bem, são firmes e permitem utilizar durante horas sem desconforto.
Em termos de especificações, também não há nada de verdadeiramente surpreendente nos Freebuds 7i. Destacando-se a certificação IP54 que garante alguma resistência à chuva e ao suor, e a autonomia varia entre 5 e 8 horas por carga, dependendo de o Cancelamento Ativo de Ruído (ANC) estar ligado ou não. São no entanto, números que, no fundo, estão alinhados com quase todos os rivais diretos. Pode não ser um produto que brilhe pela originalidade, mas a verdade é que se percebe logo como funciona, já que encaixam bem, são práticos e cumprem aquilo que prometem, e sem complicações.
Huawei Freebuds 7i
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Huawei Freebuds 7i
Huawei Freebuds 7i
No que toca aos controlos, a Huawei optou por um detalhe raro em auriculares mais acessíveis, com a possibilidade de deslizar na parte superior da haste para subir ou baixar o volume. Normalmente, este gesto é problemático e tende a falhar demasiadas vezes na sua resposta, mas, felizmente, aqui não verifica esse problema. Durante o tempo que passei com os Freebuds 7i, o gesto funcionou sempre de forma impecável, sem falhas nem atrasos. Estes gestos complementam um esquema de controlos muito bem pensado, em que dois toques (Esquerdo ou Direito) reproduzirem/pausam conteúdo; três toques no auricular direito avançam faixas; três toques no auricular esquerdo retrocedem faixas; e a pressão longa (Esquerdo ou Direito) alternar entre os modos de transparência, ANC desligado e ANC ligado. Para além disso, a reprodução para automaticamente quando tiramos um auricular do ouvido, retomando assim que o voltamos a colocar. Pequenas coisas que tornam a utilização diária mais natural.
Os Huawei Freebuds 7i suportam ligação multi-ponto, que permite estar ligado a dois dispositivos em simultâneo. Este sistema funciona bem, bastando parar a música num dispositivo e iniciar no outro, ou atender uma chamada, que a transição é imediata. Já o processo de emparelhamento inicial é simples, basta premir duas vezes o botão da caixa de carregamento, procurar os auriculares no menu Bluetooth do seu equipamento e pronto, nas próximas vezes a ligação é efetuada automaticamente.
Outro ponto a favor é o suporte para a aplicação Huawei AI Life, disponível para Android e iOS. No entanto, quem utilizar o Android tem de descarregar a aplicação fora da Play Store (há um QR code na caixa que encaminha para o download). Não é propriamente grave, mas dá sempre aquela sensação estranha de estar a instalar algo “por fora”. Dentro da aplicação, podemos atualizar o firmware, verificar a bateria, localizar os auriculares perdidos, rever os controlos e até ativar o modo de jogo de baixa latência. Também é lá que se escolhem os níveis de cancelamento de ruído (ANC) e algumas predefinições de som, mas já lá vamos. No geral, a aplicação é simples, direta e sem confusões.
Huawei Freebuds 7i
Os Huawei Freebuds 7i demoram sensivelmente um segundo a adaptar-se ao ambiente durante chamadas de voz ou vídeo, mas rapidamente se focam na nossa voz. E a verdade é que a nossa voz soa sempre nítida, com um tom completo e volume equilibrado, mesmo no meio de conversas paralelas, portas a bater, trânsito ou numa mistura caótica de ruídos nos transportes públicos. Os sons de fundo não desaparecem totalmente, mas nunca chegam a comprometer a clareza das chamadas. Com o vento, o comportamento é semelhante, leva um ou dois segundos a ajustar-se, mas depois a voz volta a estar em primeiro plano e o ruído do vento é atenuado de forma eficaz. Claro que, se juntarmos vento forte a outros sons altos em simultâneo, os auriculares já ficam mais vulneráveis, mas ainda assim oferecem uma qualidade de chamada difícil de igualar na sua faixa de preço.
Na reprodução de vídeo, não há falhas, quer seja no YouTube, Netflix ou outras aplicações, a latência é aparentemente impercetível nos vários equipamentos em que testei. E para quem gosta de jogar, há o modo de baixa latência, que a reduz ainda mais, que só pode ser ativado através da aplicação. O seu desempenho é muito bom, com apenas um atraso quase impercetível nos efeitos sonoros. Ainda assim, em jogos mais exigentes como o PUBG Mobilie, é difícil localizar com precisão a direção dos disparos.
Huawei Freebuds 7i
Mas onde os Huawei Freebuds 7i realmente surpreendem é no Cancelamento Ativo de Ruído (ANC), rivalizando soluções bem mais caras. Assim que coloquei os auriculares, o ANC entra em ação e “apaga” rapidamente uma quantidade impressionante do ruído envolvente. Durante os meus testes utilizei-os em viagens de avião e consegui notar que abafava a grande parte dos tons mais pesados do que muitos dos auriculares topos de gama que já utilizei. O Freebuds 7i pode exercer um pouco mais de pressão nos ouvidos, que por exemplo os Freebuds Pro 4, mas nunca chegam a ser desconfortáveis. E se for demais, basta ajustar na aplicação e escolher entre os modos Acolhedor, Geral, Ultra ou Dinâmico. Este último é particularmente interessante, pois adapta o ANC à quantidade de vento, atenuando-o ligeiramente para evitar distorções. Para desligar o cancelamento de ruído, basta mudar para o modo Transparência (ou “som ambiente”, como a Huawei lhe chama) e funciona muito bem, transmitindo conversas e sons de trânsito de forma clara, sobretudo quando se ouve música a volume moderado.
Para além disso, os Freebuds 7i oferecem um som cheio e confortável, com destaque para as frequências baixas, com bateria, graves eletrónicos ou vozes masculinas mais profundas a ganhar algum protagonismo. As vozes mais agudas, tanto masculinas como femininas, mantêm sempre uma vibração calorosa e encorpada, sem nunca soar agressivas. Por outro lado, os instrumentos de registo mais agudo, como violinos, trompetes ou pratos, podiam efetivamente ter mais brilho e textura. A Huawei optou claramente pelo conforto auditivo em vez de uma apresentação mais vibrante e detalhada. Nos médios-graves, há impacto, mas não chega a ser aquele “murro” no ouvido. Os subgraves também aparecem com rapidez e controlo, mas não têm tanta presença em faixas mais densas, em parte porque se misturam demasiado com os médios reforçados. A separação entre frequências podia ser maior. Ou seja, o seu palco sonoro não é particularmente amplo, mas há uma boa separação esquerda/direita em sons centrais, como guitarras e palmas. O que realmente impressiona é a sua consistência, já que estes auriculares da Huawei nunca soam a desequilibrados. É um som noturno, quente, mas não demasiado escuro.
Na aplicação Huawei AI Life é possível brincar com algumas predefinições, como o reforço de graves ou de agudos, intensificador de vozes, e até criar um equalizador personalizado. No entanto, as diferenças são mínimas, a base sonora mantém-se sempre equilibrada e confortável. O Áudio Espacial também está presente, e personalizável na aplicação.
Huawei Freebuds 7i
Os Huawei Freebuds 7i não revolucionam em particularmente nada mas talvez por isso funcionem tão bem. O design é seguro e familiar, os controlos são dos mais completos e fiáveis que já testei nesta gama, a qualidade das chamadas surpreende, e o cancelamento de ruído é simplesmente brilhante para o preço, rivalizando com modelos que custam mais do dobro. No som, não é o mais entusiasmante ou detalhado, mas aposta num perfil equilibrado, quente e encorpado, que resulta sempre confortável para ouvir durante horas. Não vai impressionar quem procura graves estrondosos ou agudos super detalhados, mas convence pela consistência e pelo prazer de uso diário. Claro que há pequenos pontos menos positivos, como o download da aplicação fora da Play Store que pode não inspirar confiança, e a sonoridade podia ser um pouco mais vibrante. Mas, pesando tudo, os Huawei Freebuds 7i oferecem um pacote muito difícil de bater com o seu preço, já que os auriculares estão a ser vendidos pela marca por 99,99€.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Huawei.
O iOS 26.0.1 foca-se em correções e ajustes a vulnerabilidades de segurança, com especial atenção para os novos iPhones.
A Applelançou a primeira atualização corretiva do iOS 26, duas semanas após a sua chegada. A atualização abrange ainda o iPadOS 26, macOS 26 Tahoe, watchOS 26, tvOS 26 e visionOS 26, estando disponível para todos os dispositivos compatíveis. Como é habitual neste tipo de lançamento, não há novas funcionalidades, mas sim um reforço da estabilidade e da segurança.
Os iPhones recebem especial ateção com a compilação 23A345 a substituir a versão inicial 23A341, corrigindo falhas que afetavam em particular os modelos mais recentes, como os iPhone 17, 17 Pro e iPhone Air. Entre os problemas resolvidos no iOS 26.0.1 contam-se quebras intermitentes de Wi-Fi e Bluetooth, dificuldades na ligação às redes móveis, artefactos indesejados nas fotografias em certas condições de luz, ícones que ficavam em branco após personalização de cor e falhas no VoiceOver após a atualização para a versão 26 do sistema operativo.
A instalação da atualização varia conforme o modelo e a versão de origem. Para além das correções nos novos dispositivos, a Apple disponibilizou ainda pequenas atualizações para versões anteriores, como o iOS 18.7.1 e o iPadOS 18.7.1, ambos com a compilação 22H31, sucedendo à build 22H20 lançada a 15 de setembro.
Os tablets acessíveis da série Samsung Galaxy Tab A11 recebem um design premium, funcionalidades inteligentes e bateria melhorada.
A Samsung apresentou oficialmente os Galaxy Tab A11 e A11+, dois novos modelos da linha mais acessível da Samsung, que introduzem um novo design e novas funcionalidades, algumas já presentes em dispositivos topo de gama da marca.
O Galaxy Tab A11+ conta com um ecrã de 11 polegadas, já o modelo base, o Tab A11, é mais compacto com ecrã 8,7 polegadas. Ambos contam com ecrã de 90hz e suporte para áudio Dolby Atmos, assumindo-se como soluções preparadas para utilização de consumo multimédia. No armazenamento, foram anunciadas opções de até 256GB com suporte para cartões microSD de até 2TB, mas um dos grandes destaques desta nova geração é a autonomia, com o modelo base equipado com uma bateria de 5100mAh, e o A11+ por uma uma bateria de 7040mAh e com carregamento rápido de 25W.
A nova linha chega com One UI 8.0 (Android 16) pré-instalado, acompanhado pelo Galaxy AI, o assistente de inteligência artificial da Samsung. Adicionalmente conta com funções DeX, que ajuda a transformar o tablet numa estação de trabalho portátil mais versátil. A Samsung reforça ainda a promessa de durabilidade, já que os novos tablets terão direito a sete gerações de atualizações de sistema e segurança, um compromisso até agora mais associado à linha premium. Quanto ao preço, o Galaxy Tab A11 já está disponível a partir de 180€ (versão 4+64 GB). Enquanto que o A11+ só deverá chegar ao mercado no final de 2025.
O preço de lançamento do Logitech MX Master 4 é de 129,99€ e cada compra inclui uma subscrição de um mês do Adobe Creative Cloud.
A Logitech apresentou na semana passada, num eventon no qual o Echo Boomer esteve presente, o MX Master 4, a mais recente geração da sua linha de ratos premium destinada a profissionais criativos, programadores e utilizadores empresariais.
O dispositivo destaca-se pela integração de feedback tátil, conetividade reforçada e ferramentas digitais que visam agilizar fluxos de trabalho exigentes, tendo sido concebido para responder à necessidade de maior rapidez e precisão no dia a dia profissional.
O MX Master 4 inclui um sistema de vibrações subtis que acompanham a rolagem, a navegação e a seleção, proporcionando maior precisão em tarefas como edição de vídeo, design gráfico ou análise de dados. Trata-se do primeiro rato da marca a disponibilizar este tipo de resposta háptica personalizável. Complementarmente, o Actions Ring, uma sobreposição digital acionada pelo software Logi Options+, permite criar atalhos específicos para diferentes aplicações, colocando as ferramentas mais usadas diretamente no ecrã. De acordo com testes levados a cabo pela marca, esta funcionalidade pode reduzir movimentos repetitivos até 63% e poupar até um terço do tempo em determinados fluxos de trabalho.
O modelo foi desenhado para ligações estáveis e rápidas, com um chip de alto desempenho, antena otimizada e dongle USB-C que assegura maior fiabilidade entre computadores portáteis, desktops ou tablets, com a Logitech a afirmar que a conetividade é agora duas vezes mais forte do que nas gerações anteriores. O rato mantém um design robusto, com materiais resistentes a manchas e de fácil manutenção, preparados para utilização intensiva em ambientes profissionais.
O MX Master 4 apresenta uma roda de rolagem MagSpeed capaz de percorrer até mil linhas por segundo e um sensor de 8.000 DPI com rastreamento em diversas superfícies, incluindo vidro. Os cliques são silenciosos, reduzindo em 90% o ruído face ao modelo anterior, e o carregamento rápido via USB-C garante três horas de utilização com apenas um minuto de carga, enquanto a autonomia chega a 70 dias com carga completa. O rato permite emparelhar até três dispositivos em simultâneo, alternando entre eles através do Actions Ring ou do Easy-Switch, e suporta a transferência de ficheiros via Logi Options+.
O rato foi também concebido com atenção à sustentabilidade, utilizando 48% de plástico reciclado pós-consumo, uma roda de alumínio de baixo teor de carbono e uma bateria fabricada com cobalto 100% reciclado. A embalagem, em papel proveniente de fontes certificadas pelo FSC, inclui componentes fáceis de desmontar para simplificar a reciclagem.
O MX Master 4 estará disponível em várias cores, incluindo Graphite e Pale Grey, e para Mac em White Silver e Space Black. O preço de lançamento é de 129,99€ e cada compra inclui uma subscrição de um mês do Adobe Creative Cloud.
Os CMF Headphone Pro contam com cancelamento ativo de ruído e certificação Hi-Res.
A CMF revelou o seu primeiro par de auscultadores over-ear com cancelamento ativo de ruído, os Headphone Pro. O novo modelo apresenta-se com um design modular e personalizável com um preço competitivo de 99€.
Os Headphone Pro chegam nas cores cinzento-claro, cinzento-escuro e verde-claro, e distinguem-se pela possibilidade de trocar almofadas, não só para variar o visual, mas também para ajustar o conforto ao gosto de cada utilizador. Recorre tanto a controlos táteis como físicos, o que é pouco habitual neste segmento. Conta com um “Roller” mecânico que permite ajustar o volume, pausar ou avançar faixas e ativar o cancelamento de ruído, enquanto o “Energy Slider” dá ao utilizador a possibilidade de calibrar graves e agudos em tempo real, de acordo com o tipo de música. E existe ainda um botão configurável para acesso rápido a diferentes funcionalidades, como o uso de um assistente.
Os CMF Headphone Pro aposta em drivers de 40 mm com diafragmas revestidos a niquel, prometendo áudio de alta fidelidade com menor distorção e maior clareza. Tem certificação Hi-Res e compatibilidade com LDAC via através do Bluetooth, e cancelamento ativo de ruído híbrido que atinge os 40 dB, sendo capaz de se adaptar automaticamente ao ambiente, alternando entre três níveis de intensidade.
Mas um dos principais destaques dos CMF Headphone Pro diz respeito à sua autonomia prometida de até 100 horas de reprodução ou 50 horas de chamadas, reduzindo para 50 horas em utilização contínua com ANC ligado. Conta com carga rápida de 5 minutos para 4 horas de música, enquanto que a carga completa da bateria demora menos de duas horas. Para o efeito, recorre a ligação USB-C.
Os CMF Headphone Pro já estão disponíveis através do site oficial da marca e de revendedores selecionados.
A sequela de The Simpsons Movie tem estreia marcada para julho de 2027, vinte anos depois do primeiro filme.
A Disney e a 20th Century anunciaram que a sequela de The Simpsons Movie vai mesmo acontecer e terá estreia nos cinemas em julho de 2027, ocupando a vaga daquele que seria, inicialmente um projeto da Marvel sem título, que acabou por ser retirado da agenda do estúdio.
Esta pequena alteração terá impacto direto no calendário do Universo Cinematográfico da Marvel, uma vez que entre Avengers: Doomsday, marcado para dezembro de 2026, e Avengers: Secret Wars, previsto para dezembro de 2027, deixa de haver novas estreias da Marvel Studios nos cinemas.
Ainda sem enredo revelado, a sequela de The Simpsons Movie, recebeu, para já, um primeiro cartaz promocional partilhado nas redes sociais, com o donut cor-de-rosa associada à série, polvilhado com o número 2 e o slogan “Homer’s coming back for seconds”.
Woohoo! The Simpsons are coming to theaters with an all-new movie on July 23, 2027!
O primeiro filme, estreou em julho de 2007 e foi realizado por David Silverman, veterano da série. Nesse episódio em tamanho grande, os espetadores visitavam Springfield sob uma enorme cúpula de vidro depois de Homer ter poluído o lago local. Sem grandes surpresas, o projeto foi um enorme sucesso comercial, arrecadando 536 milhões de dólares em todo o mundo, a partir de um orçamento de 75 milhões. Desde então que se esperava por uma sequela, dado o seu sucesso, mas só agora é que foi dada a conhecer.
Criada por Matt Groening, Os Simpsons continua a ser a série animada e sitcom mais longa da televisão. A produção já foi renovada até à 40ª temporada, que será ser transmitida em 2028 e 2029. Ao longo de mais de três décadas, estabelecendo-se como um auténtico fenómeno cultural global.
A CP lançou novas funcionalidades digitais no site e na App, incluindo bilhetes sem login, Cartão CP digital e informação em tempo real sobre viagens.
A CP – Comboios de Portugal lançou um conjunto de novas funcionalidades digitais, tanto na sua plataforma online como na App CP, com o objetivo de simplificar e tornar mais intuitiva a experiência dos passageiros.
Entre as atualizações, passa a ser possível adquirir bilhetes através do site sem necessidade de criar uma conta, enquanto a área de cliente myCP foi completamente renovada, permitindo gerir viagens e pedidos de forma mais personalizada e prática.
O site da CP permite agora solicitar o Cartão CP ou o Navegante apenas com a Chave Móvel Digital, agilizando o processo e reforçando a segurança. O Cartão CP encontra-se também disponível em formato digital na App CP, juntamente com o Passe Ferroviário Verde, oferecendo mais conveniência aos utilizadores.
Para quem planeia deslocações, a aplicação passou a fornecer informação em tempo real sobre os serviços ferroviários, permitindo aos passageiros poupar tempo e tomar decisões mais informadas sobre os seus trajetos.
Criada em 2012, a Casa Independente despede-se em 2026, encerrando um ciclo de 13 anos de programação artística e comunitária no Intendente.
A Casa Independente vai encerrar em dezembro de 2026, depois de um último período autorizado pelo proprietário do edifício. O acordo recente prolongou a atividade do espaço por mais um ano, sem deixar margem para a continuidade do projeto.
Foram várias as tentativas de encontrar alternativas que permitissem à Casa Independente permanecer aberta para além deste prazo, mas as negociações não tiveram sucesso. O proprietário alinhou-se com a tendência predominante em Lisboa, onde hotéis e condomínios geram mais rendimento do que projetos culturais com impacto comunitário. Mesmo a hipótese de arrendar um espaço municipal, com apoio da autarquia, não se concretizou, evidenciando a falta de respostas estruturadas para proteger os espaços independentes na cidade.
Lisboa enfrenta atualmente um desgaste urbano significativo. A pressão imobiliária e os aumentos de renda transformam edifícios históricos em empreendimentos de luxo, enquanto a vida cultural e comunitária se vai enfraquecendo. O caso da Casa Independente não é isolado: reflete uma cidade cujo centro, outrora vibrante e marcado pela cultura independente, se encontra cada vez mais esvaziado.
Inaugurada em 2012 por Inês Valdez e Patrícia Craveiro Lopes, a Casa Independente instalou-se num edifício com mais de 150 anos, no Largo do Intendente, então em plena revitalização. Desde cedo afirmou-se como um espaço de encontro, criação e partilha, acolhendo associações ligadas à defesa de direitos civis e à solidariedade. A programação variada do projeto, que incluiu concertos, exposições, festas e residências artísticas, contribuiu para revitalizar o Largo e consolidar o Intendente como ponto de convergência entre residentes, artistas e visitantes.
Ao longo de 13 anos, a Casa Independente tornou-se um pilar da transformação cultural da cidade. O encerramento previsto para dezembro de 2026 resulta da impossibilidade de garantir um novo espaço num contexto urbano marcado pela especulação imobiliária, que prioriza o lucro em detrimento da comunidade. Não se trata de falta de interesse ou relevância cultural, mas de um modelo urbano insustentável que coloca os projetos independentes à margem.
O fecho do espaço evidencia igualmente sinais de abandono do Intendente, com a redução de investimento público e a expansão de empreendimentos de luxo que afastam a função comunitária e cultural histórica da zona.
Até ao último dia, a Casa Independente manterá a sua programação, reforçando o papel de resistência e diversidade que caracterizou o espaço.
PlayStation: The First 30 Years chega em 2026 e reúne protótipos, esboços e documentos raros da história da consola.
A Sony Interactive Entertainment está a celebrar três décadas desde o lançamento da primeira PlayStation à Europa e à América do Norte, em setembro de 1995, um ano depois de se estrear no Japão. Para este marcar o aniversário, a empresa anunciou o lançamento do PlayStation: The First 30 Years, um livro de grande formato que reúne 400 páginas recheadas de imagens de protótipos e documentos inéditos que traçaram a evolução da marca desde a sua génese.
Descrito como uma viagem visual pela história da PlayStation, o livro promete mostrar ao público materiais de bastidores raramente revelados, incluindo protótipos de consolas e de comandos que nunca chegaram ao mercado, e até esboços conceptuais que serviram de base a alguns dos produtos mais icónicos do catálogo da Sony Interactive Entertainment. Esta será uma oportunidade para observar o processo criativo que deu origem a máquinas como a PlayStation original ou o comando DualShock e também para compreender de que forma o design acompanhou a cultura dos videojogos ao longo dos últimos 30 anos.
Livro PlayStation: The First 30 Years
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PlayStation: The First 30 Years
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PlayStation: The First 30 Years
A publicação, tem lançamento previsto na primavera de 2026, em duas edições e deverá tornar-se uma peça de coleção procurada pelos fãs e pelos que acompanham o impacto cultural da PlayStation, que desde 1994 já passou por cinco gerações de consolas principais. A primeira edição chamada Standard, custará 115€, já a Deluxe Edition, limitada a 1994 unidades, com mais extras e uma caixa exclusiva sobre para 290€. Podem garantir as vossas edições através do seu site oficial, aqui.
Para além do livro, as comemorações incluem uma colaboração com a Reebok que resultou numa coleção limitada de ténis inspirados no design da consola original, com modelos distintos para o Japão, Estados Unidos e Reino Unido. Cada par será acompanhado por embalagens especiais que evocam a estética da primeira PlayStation, com a cor cinzenta e detalhes nostálgicos.
Infelizmente, não há para já indicação do lançamento em território nacional. Estes novos produtos juntam-se à Coleção do 30º Aniversário da PlayStation 5, uma edição limitada com visual inspirado na consola de 1994, e a linha Shapes of Play, composta por produtos dedicados às formas icónicas do logótipo, às quais se juntaram o lançamento de bandas sonoras digitais de jogos clássicos, a versão gratuita My First GT de Gran Turismo 7, pensada para novos jogadores e, claro as edições comemorativas e limitadas das consolas PlayStation 5 e seus acessórios, que ainda podem ser encontrados em lojas como a PS Direct.
A nova parceria entre a Vodafone e a Netflix reforça o portefólio de entretenimento da operadora, que já inclui HBO Max, Disney+ e Amazon Prime.
A Vodafone Portugal anunciou a integração da Netflix nos seus pacotes de fibra, reforçando a aposta no entretenimento televisivo. Com esta adição, a Vodafone destaca-se no mercado nacional como a única operadora a disponibilizar, em simultâneo, os quatro principais serviços de streaming – Netflix, HBO Max, Disney+ e Prime Video – no mesmo pacote de fibra.
Indo ao site da Vodafone, repara-se logo que, agora, os clientes podem escolher ter de oferta a Netflix em detrimento de outros serviços de streaming. No entanto, a adição da Netflix não é grátis nos pacotes fibra3 Plus e fibra4 Infinity, uma vez que custa 4,5€/mês – ainda assim metade dos 8,99€ cobrados originalmente pela plataforma. Ou seja, estamos a falar do plano Base, o de 720p.
Já o plano Fibra4 Super Séries, que custa 74,9€/mês, inclui todos os serviços de streaming durante 24 meses, inclusive a Netflix, mas lá está, têm direito “apenas” ao plano mais barato, com qualidade HD. Tal como todos os outros serviços oferecidos.
Infelizmente, este desconto na mensalidade da Netflix, caso tenham o pacote fibra3 Plus ou fibra4 Infinity, apenas é aplicado à versão Base. Ou seja, se quiserem alterar para o plano Standard ou Premium, irão pagar os valores originais de 12,99€/mês e 17,99€/mês, respetivamente.
Quer isto dizer que, no Fibra4 Super Séries, se quiserem ter acesso ao plano Standard ou Premium, terão sempre de pagar mensalidade de acesso ao serviço.
A série portuguesa Lua Vermelha regressa 16 anos depois, trazendo de volta Isabel e Afonso, agora com a filha Sofia no centro de uma nova ameaça sobrenatural.
A Prime Video e a OPTO SIC confirmaram a data de estreia de Lua Vermelha: Nova Geração, que chega ao pequeno ecrã a 31 de outubro. A proposta mantém a essência original, mas introduz uma abordagem mais atual, procurando igualmente destacar novos rostos da ficção nacional e, claro, recuperar o imaginário da série transmitida em 2010.
A narrativa decorre 16 anos após os acontecimentos originais. Afonso e Isabel vivem agora em Sintra, afastados das tensões do passado, mas a tranquilidade é abalada quando a filha de ambos, Sofia, se torna o centro de uma nova ameaça sobrenatural. Dotada de dons especiais e ligada a um conflito ancestral que desconhece, a jovem é forçada a enfrentar segredos ocultos e uma força obscura capaz de pôr em risco a humanidade. A história acompanha o momento em que os pais deixam de conseguir esconder-lhe a verdade, obrigando-a a confrontar o destino que lhe está reservado.
O elenco reúne atores que participaram na produção inicial, como Mafalda Luís de Castro, Rui Porto Nunes, António Camelier e Catarina Mago, que regressam aos papéis de Isabel, Afonso, Henrique e Beatriz. A estes juntam-se novos protagonistas: Inês Pires Tavares como Sofia, Bia Wong no papel de Sun, Rui Pedro Silva como Tomás e Henrique Mello como Lucas. A produção integra ainda intérpretes já bem conhecidos do público, entre os quais Sofia Arruda, Carolina Carvalho, André Leitão, Rui Unas e Oceana Basílio.
Lua Vermelha: Nova Geração é uma produção da SPi e terá todos os episódios disponíveis em exclusivo na Prime Video e na OPTO SIC. O título junta-se, assim, ao catálogo de produções portuguesas já presentes na plataforma internacional, onde se encontram também ficções como Morangos com Açúcar, Vizinhos Para Sempre, Tony, Sr. Rui, Operação Maré Negra, Pôr do Sol, O Clube, PRAXX, A Lista ou Os Eleitos, bem como documentários como Os Convocados, MARIA, Senhor Presidente – O Campeonato de Uma Vida, Fábrica de Sonhos: Benfica, Eu Amo o Benfica e Quintana: Um Guerreiro Extraordinário.
Doja Cat traz a Ma Vie World Tour a Portugal, com um concerto marcado para 2 de junho de 2026, na MEO Arena, em Lisboa.
A artista norte-americana Doja Cat, vencedora de um Grammy e uma das figuras centrais da música pop contemporânea, vai regressar a Portugal no próximo ano. O concerto está agendado para 2 de junho de 2026, na MEO Arena, em Lisboa, e integra a extensa digressão Ma Vie World Tour, que a cantora levará a várias cidades da América Latina, Europa, Reino Unido e América do Norte.
A tournée acompanha o lançamento do quinto álbum de estúdio da artista, intitulado Vie. Sobre este novo trabalho, Doja Cat explica que a escolha do título Vie – palavra francesa para “vida” – está ligada ao número cinco, representado por uma tatuagem que tem na clavícula e que, na numerologia, simboliza curiosidade, mudança e aventura. O álbum, segundo a cantora, desenvolve-se em torno de temas como amor, desejo, romance e dor, inspirando-se ainda em sonoridades das décadas de 70, 80 e 90, reinterpretadas num registo contemporâneo.
A venda de bilhetes para os concertos da digressão terá várias fases. Estão previstas pré-vendas exclusivas para fãs e para clientes Mastercard em determinados mercados, a partir de 1 de outubro. A venda geral começa no dia 3 de outubro, através do site oficial da artista.
A nova lei ECA Digital, assinada pelo presidente Lula da Silva, estabelece regras inéditas de proteção de crianças e adolescentes no espaço digital, com o bloqueio de venda de loot boxes.
O Brasil aprovou a sua primeira legislação dedicada a proteger crianças e adolescentes em espaços digitais, chama-se ECA Digital e foi assinada este mês pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre as várias medidas, a de maior destaque é a proibição da venda de loot boxes a menores de 18 anos, que entrará em vigor em março de 2026.
As loot boxes, também chamadas caixas de recompensa, são mecanismos presentes em muitos videojogos que permitem ao jogador pagar para receber itens virtuais ou vantagens. Estes pacotes de conteúdo são por norma aleatórios, o que significa que os jogadores não sabem o que vão obter nem se terá utilidade prática dentro do jogo – um mecanismo que recentemente ganhou popularidade com lojas reais de revenda de produtos não levantados da Amazon, Temu, AliExpress, etc. No mundo dos videojogos esta imprevisibilidade tem sido comparada por especialistas a formas de jogo de azar, levantando preocupações sobre o impacto psicológico e financeiro nos mais jovens.
O artigo 20 da nova lei determina que as loot boxes em jogos dirigidos a menores ou com elevada probabilidade de serem usados por crianças e adolescentes deixarão, portanto, de ser permitidas. A própria definição de “provável acesso” é bastante abrangente, bastando que o jogo seja atrativo para menores, de fácil utilização ou represente riscos para o seu desenvolvimento, para ficarem ao abrigo da nova lei. Assim, mesmo jogos sem classificação indicativa inferior a 18 anos poderão estar abrangidos, desde que apresentem estas características.
A nova legislação vai mais para lá das loot boxes. O artigo 21, por exemplo, impõe obrigações adicionais a jogos que permitem interação entre utilizadores, como conversas por voz, mensagens de texto ou partilha de conteúdos. Nestes casos, as editoras e produtoras terão de oferecer mecanismos de denúncia, sistemas de resposta a queixas de abuso e ainda publicar dados de transparência sobre incidentes reportados. Esta medida aproxima-se de iniciativas semelhantes no Reino Unido, como a Online Safety Act.
Estas novas legislações coloca o Brasil em linha com outros países que já legislaram sobre o tema. Em 2018, a Bélgica proibiu totalmente as loot boxes, considerando-as ilegais por violarem a legislação de jogos de apostas. Os Países Baixos chegaram a discutir uma proibição, mas nunca a concretizaram. Já no Reino Unido, apesar de pressões políticas, não houve proibição formal, apenas advertências a empresas que não identificaram corretamente loot boxes nas suas práticas comerciais.
Com a entrada em vigor marcada para março de 2026, as editoras que operam no Brasil têm pouco mais de um ano para adaptar os seus jogos. Resta perceber se esta lei terá impacto internacional, dado que o país é um dos maiores mercados de videojogos da América Latina e uma referência para a região.
Depois da série Galaxy S25 e S24, chegou a altura de alguns dispositivos mais antigos da Samsung receberem o software mais moderno.
A Samsung lançou oficialmente o One UI 8, a interface baseada no Android 16, para os smartphones da série Galaxy S23. Depois de chegar primeiro às séries Galaxy S25 e Galaxy S24, a versão mais recente do seu sistema operativo começa agora a chegar aos modelos lançados em 2023.
Como é habitual, os utilizadores que participaram no programa beta são os primeiros a beneficiar da versão estável. A compilação, identificada pelos códigos S918NKSU6EYI7 / S918NOKR6EYI7 / S918NKSU6EYI7, ocupa cerca de 470MB. Para os restantes utilizadores, que não fizeram parte da fase beta, a atualização deverá ultrapassar os 3GB, integrando todas as novidades e correções preparadas pela marca. Ao mesmo tempo, o Galaxy S23 FE também começou a receber a atualização estável, com a compilação S711NKSU9DYI5 inicialmente distribuída na Coreia do Sul.
A expansão internacional deverá ocorrer nos próximos dias, seguindo o habitual ritmo faseado da Samsung. Assim que a versão estiver disponível em cada mercado, os dispositivos irão mostrar uma notificação automática. Quem preferir não esperar pode verificar manualmente através das definições, navegando até às atualização de software e depois carregar em transferir e instalar.
De acordo com a Konami, o novo capítulo da série Silent Hill já superou o ritmo de vendas do remake de Silent Hill 2.
A Konami anunciou que Silent Hill f, lançado no dia 25 de setembro, ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas ao fim do primeiro dia de chegada às lojas. Este lançamento tornou-se ainda maior que o registado pelo remake de Silent Hill 2, lançado em 2024.
De acordo com a Konami, o remake a cargo da Bloober Team, na altura necessitou de três dias após o lançamento para atingir o mesmo marco. No caso de Silent Hill f, a editora refere que o crescimento nas vendas foi ainda mais expressivo por se verificar em todas as regiões, incluindo o Japão.
Desenvolvido pelo estúdio taiwanês NeoBards, Silent Hill f apresenta-se como uma experiência de terror psicológico passada no Japão da era Shōwa. A história acompanha Shimizu Hinako, uma estudante que vê a sua cidade natal, Ebisugaoka, ser engolida por um nevoeiro denso que transforma o local em algo irreconhecível e ameaçador. Entre enigmas complexos e criaturas grotescas, Hinako terá de encontrar forma de sobreviver ao pesadelo em que a sua vida se tornou.
O Viwoods AiPaper destaca-se pela experiência global de escrita e leitura, pela personalização e pela fluidez de utilização, sendo uma opção bastante sólida neste nicho de mercado dos paper tablets.
O mercado de tablets E‑Ink tem registado um crescimento assinalável, tornando-se cada vez mais diversificado e tecnologicamente sofisticado. Hoje, estes dispositivos vão muito além da simples leitura de e-books: permitem escrever à mão, organizar notas, estudar, planear tarefas e, até, integrar funcionalidades digitais inteligentes que aumentam a produtividade. Esta diversidade é extremamente positiva, pois oferece a cada utilizador a possibilidade de escolher a ferramenta mais adequada às suas necessidades, seja para estudar, trabalhar, estruturar ideias ou simplesmente ler com conforto e sem fadiga visual.
Foi neste contexto que a Viwoods, empresa dedicada ao desenvolvimento de soluções E‑Ink, lançou em 2024 o Viwoods AiPaper. Este dispositivo combina um design ultrafino com tecnologia de ponta, oferecendo uma experiência de escrita digital que se aproxima da sensação do papel. E nós, aqui no Echo Boomer, como fãs que somos deste tipo de dispositivos, quisemos compreender de que forma este produto se posiciona num setor cada vez mais competitivo.
Ao receber o AiPaper, a primeira impressão é marcada pela apresentação cuidada: o dispositivo vem acondicionado numa caixa elegante, em tons de cinzento claro, transmitindo uma sensação de minimalismo. No interior, além do tablet, encontram-se vários acessórios úteis, como uma caneta com recargas extra, uma capa protetora, um guia rápido para configuração inicial e um cabo USB-C para carregamento e ligação ao computador.
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A caneta que acompanha o AiPaper é a Viwoods W1 Stylus Pen, e é um dos elementos que mais me agradou na experiência de utilização do tablet. Com apenas 16 gramas, e um comprimento de 15,7cm e 0,9cm de diâmetro, é incrivelmente leve e, ao manusear, transmite uma sensação de naturalidade, quase como se fosse uma extensão da mão. O seu acabamento em cinzento claro combina na perfeição com o design minimalista do tablet e com a capa protetora incluída, criando um conjunto visualmente harmonioso e extremamente estético.
A W1 Stylus Pen tem uma forma cilíndrica, com uma única face lisa, evitando que a caneta deslize quando pousada numa superfície, reduzindo assim o risco de quedas ou danos. Já tinha experimentado outras canetas com uma face lisa semelhante, mas, na prática, não eram tão eficazes: ao pousar sobre a mesa, ainda rolavam uma ou duas vezes antes de parar. E a verdade é que a W1 Stylus Pen foi a única que se revelou verdadeiramente estável nesse aspeto, permanecendo firme desde o primeiro instante em que é pousada sobre qualquer superfície. Além disso, conta ainda com um sistema magnético bastante prático: caso não estejamos a usar a capa, a caneta pode ser acoplada diretamente ao AiPaper, tanto no lado esquerdo como no direito. No entanto, é importante posicionar a face lisa voltada para o tablet, garantindo uma ligação mais forte e evitando que a caneta se solte inadvertidamente, visto que o magnetismo não é dos mais fortes.
O material que reveste a W1 Stylus Pen, de toque liso e suave, poderia à partida levantar dúvidas quanto à aderência, mas o acabamento fosco dá-lhe equilíbrio, tornando-a agradável de segurar, mesmo durante longas sessões de escrita.
Na extremidade superior da caneta encontra-se uma borracha embutida, sensível à pressão: aplicando menor pressão apaga-se uma área mais reduzida, enquanto uma pressão maior remove uma área mais extensa. Logo abaixo da borracha, surge discretamente o logótipo da Viwoods em cinzento escuro.
Mais abaixo, a caneta possui um botão lateral que funciona como borracha digital: basta mantê-lo pressionado para apagar com precisão, de forma contínua e intuitiva. Para além desta função, o botão pode ser configurado nas definições do tablet para outras ações, como alternar entre ferramentas ou ativar funcionalidades específicas, tornando a experiência mais adaptada às preferências de cada um.
A ponta de escrita, fina e bem calibrada, proporciona uma experiência natural e bastante responsiva. A sua maciez, em combinação com o ecrã igualmente suave do tablet, permite escrever sem grande fricção, com traços que deslizam de forma confortável, embora sem reproduzir totalmente a resistência de escrever em papel. É natural que, com o uso frequente, a ponta da caneta acabe por se desgastar ao final de alguns meses de uso. Felizmente, a substituição das pontas da caneta é simples e rápida: basta retirar a ponta desgastada e inserir uma nova, aproveitando as nove recargas incluídas no pack da Viwoods. Entre estas recargas encontram-se pontas mais macias e pontas mais duras. Pessoalmente, prefiro escrever com as pontas macias, que oferecem maior conforto ao escrever, enquanto as pontas mais duras têm a vantagem de serem mais duráveis, ideal para quem escreve com frequência.
Outro detalhe interessante da W1 Stylus Pen é que utiliza tecnologia Wacom, que se baseia na ressonância eletromagnética (EMR 2.5), em que a ponta da caneta comunica diretamente com o ecrã. Esta interação permite ao tablet reconhecer até 4096 níveis de pressão, bem como o ângulo e os movimentos da caneta, resultando numa escrita de baixa latência, que é extremamente fluida. Por isso, a W1 Stylus Pen não precisa de ser carregada, eliminando a necessidade de cabos adicionais ou preocupações com a bateria. Esta tecnologia permite ainda a compatibilidade com outros tablets que utilizem tecnologia semelhante à Wacom, aumentando assim a versatilidade da caneta, já que pode ser usada em vários dispositivos, o que é excelente.
No entanto, reparei que, durante a escrita, a W1 Stylus Pen emite um som subtil, proveniente do movimento interno da própria caneta. Para algumas pessoas, este ruído pode ser ligeiramente incómodo. No meu caso, confesso que até gostei, pois trouxe-me à memória algumas canetas tradicionais que também produziam um som semelhante. No entanto, é fácil perceber que para alguns utilizadores este pormenor poderá não ser tão agradável.
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Para além da W1 Stylus Pen, o AiPaper inclui uma capa elegante, também em tons de cinzento, criando uma harmonia visual muito coesa com o tablet e caneta. A capa é confeccionada com um tecido ecológico de textura suave e elegante, transmitindo desde logo uma sensação de qualidade superior. O interior é forrado com um tom escuro e aveludado, proporcionando uma proteção eficaz contra riscos e impactos, e o exterior apresenta um acabamento que imita o linho ou o algodão, conferindo-lhe um toque agradável. Além disso, é resistente a salpicos e riscos, garantindo a durabilidade e a estética da capa.
Um dos aspetos que mais apreciei nesta capa é o seu peso reduzido, de apenas 154 gramas, e o facto de ser fina sem comprometer a robustez, garantindo que o AiPaper continua portátil, mas sem perder a proteção necessária. No canto inferior direito, o símbolo e o nome da Viwoods surgem discretamente em cinzento.
Na parte traseira, existe uma aba fixa que aloja a caneta mecanicamente, mantendo-a sempre no sítio. Pessoalmente, não sou grande fã deste sistema, pois exige um esforço maior do que simplesmente acoplar a stylus magneticamente ou usar uma aba móvel por cima, mas cumpre o objetivo de manter a caneta segura durante o transporte.
No interior, a capa possui uma aba em cinzento claro com sistema magnético muito potente, onde o AiPaper se encaixa de forma segura. Graças a este magnetismo, é possível manusear o tablet com total tranquilidade dentro da capa, sem qualquer risco de ele se soltar ou cair. Nesta mesma aba, no seu interior, podemos armazenar até duas pontas de substituição da caneta, prontas para uso posterior sempre que necessário.
No geral, considero que se trata de uma capa muito bem concebida, pois oferece uma proteção eficaz ao AiPaper sem acrescentar peso ou volume desnecessário.
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Mas falemos então da estrela deste texto, o Viwoods AiPaper, que apresenta dimensões de 247 x 178 x 4,5 mm e pesa apenas 370g. Quando combinado com a caneta e a capa, o conjunto totaliza apenas 535g, o que é fantástico. Estas características conferem ao AiPaper uma ótima portabilidade, tornando-o extremamente fácil de utilizar no dia a dia. Mesmo com a capa, continua a transmitir uma sensação de leveza e sofisticação.
No que diz respeito ao design do Ai Paper, a traseira mantém a estética simples e minimalista que tenho falado deste equipamento, com uma tonalidade cinzento claro e um logótipo prateado discreto no centro, acompanhado da inscrição “AiPaper” mais abaixo. Em relação às suas laterais, o tablet é contornado por uma moldura metálica cinzenta, com os cantos suavemente arredondados, o que lhe confere um aspeto sólido e reforça a robustez do dispositivo. Na parte superior do AiPaper existe o botão de ligar/desligar, botão esse que é muito fácil de encontrar e onde está integrado um sensor biométrico capaz de registar até cinco impressões digitais, permitindo um desbloqueio rápido e seguro, que funciona na perfeição mesmo com a capa colocada. Na zona inferior, temos uma entrada tipo USB-C, com uma luz LED que indica o estado da bateria durante o carregamento e dois microfones, que capturam o som com clareza e precisão.
Na zona frontal, o AiPaper destaca-se pelo generoso ecrã de 10,65 polegadas, rodeado por margens finas ligeiramente mais claras que o próprio painel, o que contribui para criar uma área de visualização ampla e confortável. Na parte inferior do ecrã encontram-se três botões tácteis: o botão de “Voltar” (representado por uma seta), o botão “Home” (representado por um círculo) e o botão “IA” (com o símbolo AI). Este último permite abrir um chat integrado do ChatGPT, mas que também pode recorrer a outros modelos como o Gemini ou o DeepSeek, oferecendo respostas rápidas e interativas diretamente no tablet. Ao carregar um pouco mais neste botão, é possível ativar uma funcionalidade adicional: o comando de voz com a IA, permitindo interações sem recorrer ao teclado. Se também mantivermos o botão Home pressionado durante alguns segundos, abre-se o gestor de tarefas, permitindo alternar rapidamente entre aplicações ou fechá-las.
Além disso, este ecrã do AiPaper vem com a tecnologia Carta 1300, oferecendo uma densidade de 300 ppi e uma alta resolução de 1920 x 2560 pixels. Este painel não se destaca apenas pela nitidez e contraste do texto e imagens, mas também pela excelente legibilidade, mesmo sob luz intensa, sem reflexos. O AiPaper incorpora ainda a tecnologia Mobius, que utiliza um substrato plástico leve e flexível, tornando o ecrã mais leve e resistente a impactos e quedas. Esta flexibilidade revela-se particularmente percetível durante a escrita: com a capa colocada, especialmente na zona central do tablet, é possível notar um ligeiro afundamento do ecrã à medida que a caneta aplica pressão. Sem a capa, este efeito acaba por ser quase praticamente impercetível.
Já em termos de desempenho, o AiPaper tem um processador octa-core a 2,0GHz e 4GB de RAM. No geral, o tablet responde de forma satisfatória e permite uma utilização fluida na maioria das tarefas. No entanto, nalgumas situações pontuais, pode revelar alguma lentidão: por vezes, os toques no ecrã ou nos botões abaixo do painel demoram um pouco a ser registados. Apesar disso, estes pequenos “soluços” não comprometem significativamente a experiência de utilização, sendo mais notórias em operações que exigem maior processamento. Importa referir que, com as atualizações de software entretanto lançadas, esta resposta tem vindo a melhorar progressivamente.
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A nível de armazenamento interno, temos aqui 128GB, mais do que suficiente para o tipo de utilização a que este dispositivo se destina, seja para livros, documentos, notas ou, até, alguns ficheiros multimédia. Em termos de espaço de armazenamento efetivamente disponível, há entre 104 a 106 GB, já que uma parte é ocupada pelo sistema operativo e pelas aplicações pré-instaladas. Importa ainda referir que o AiPaper não dispõe de slot para cartão MicroSD, pelo que não é possível expandir a memória. Para além disso, também não possui colunas integradas, pelo que não reproduz som por si só. No entanto, com a entrada USB-C na parte inferior, podemos ligar auscultadores com fio, e como também suporta Bluetooth, podemos ligar auscultadores ou colunas sem fios.
Quanto à autonomia, vem equipado com uma bateria de 4100 mAh, que garante energia suficiente para cerca de uma semana de utilização, mesmo com uso diário. Durante os meus testes, utilizei-o cerca de duas horas e meia por dia, e a autonomia durou praticamente a semana inteira antes de ser necessário recarregar. Esta eficiência deve-se, em grande parte, ao facto de o tablet não ter luz frontal, o que reduz significativamente o consumo de energia, aliado à tecnologia E Ink, que consome muito pouca energia. E também não me queixo da velocidade de carregamento: em cerca de 2/2h30m a bateria atinge a carga completa.
Tal como outros produtos do género que já testei, o AiPaper vem pré-instalado com uma versão adaptada do sistema operativo Android, aqui na versão 13, o que lhe oferece uma grande flexibilidade e abre um vasto leque de possibilidades. Podem, por exemplo, instalar apps como o Evernote, mas também aplicações de leitura, como Kindle e Kobo, oferecendo aos utilizadores a liberdade de personalizar o tablet de acordo com as suas necessidades. Basta que o dispositivo em si suporte as apps, porque certamente não suportará todas num universo de milhões.
A interface do AiPaper é extremamente fácil de navegar e demonstra que foi concebida para maximizar a produtividade de quem a utiliza. Na página inicial, ao carregar durante dois segundos na área “Home”, são apresentadas três opções (padrão, mínimo e modo de combinação) que permitem escolher como queremos que a página inicial seja exibida. Optei pela opção “mínimo”, que transforma a página inicial num layout minimalista, agradável à vista e muito intuitivo.
Neste modo, a página organiza-se em três colunas horizontais: na primeira, encontramos o “Paper”, a zona dos blocos de notas, onde é possível aceder rapidamente aos blocos já criados ou criar novos em segundos. A segunda coluna é o “Daily”, o calendário mostra, lado a lado, todas as tarefas, notas e eventos associados aos dias. Esta função é fantástica, pois permite ter um resumo completo do meu dia, com compromissos e documentos importantes sempre à mão. A terceira coluna é o “Learning”, onde está organizada a biblioteca digital, tema que explorarei mais adiante.
Na lateral esquerda da página existe um menu vertical que duplica o acesso a estas três áreas e adiciona funcionalidades extras, como configurações do dispositivo, aplicações de terceiros, caixa de correio e o “Discussion Viwoods”, um suporte direto ao cliente. Esta organização faz da homepage do AiPaper uma das mais fáceis de explorar que já vi, sem necessidade de curva de aprendizagem, tornando o dia a dia com o tablet muito mais eficiente e agradável.
Em todo o caso, e se quisermos ajustar rapidamente a experiência de utilização, basta fazer um swipe de cima para baixo no canto superior direito para abrir o Centro de Controlo. Aqui podemos ativar o Wi-Fi e o Bluetooth, atualizar o sistema, ajustar o contraste, colocar o tablet em modo avião, entre outras opções, tudo sem sair da interface principal.
Uma das funcionalidades mais úteis neste menu é o controlo do modo de atualização do ecrã. O Best Display, definido por defeito, oferece a melhor qualidade visual, ideal para leitura detalhada de textos ou imagens, embora com uma taxa de atualização ligeiramente mais lenta, podendo surgir algum ghosting. O Fast Mode sacrifica um pouco da qualidade em troca de maior rapidez, mas, desta vez, reduz o ghosting, sendo por isso ideal para navegação na internet. Por fim, o Ultra Fast Mode acelera ainda mais a taca de atualização, perfeito para mudanças rápidas de interface.
Posso dizer que escrever no AiPaper é, no geral, uma experiência bastante satisfatória. Como já expliquei, o ecrã não possui uma película que aumente a fricção da ponta da caneta, como acontece noutros dispositivos que procuram simular o atrito do papel. Ainda assim, a escrita revela-se muito suave e fluida, o que para mim é uma vantagem: gosto da leveza com que a caneta desliza, sem causar desconforto, e com uma resposta imediata, sem atrasos ou quebras.
Outro aspeto que valorizei foi a possibilidade de personalização. Nas definições da caneta, é possível ajustar a sensibilidade à pressão, algo que me permitiu adaptá-la facilmente ao meu estilo mais leve. Para quem escreve com mais força, também existe a opção de configurar a resposta de forma adequada. No mesmo menu pode ainda ser ativada a função de anti-aliasing, que suaviza os traços e os torna mais contínuos e naturais. Apesar disso, em linhas muito finas ou tracejados específicos, noto por vezes uma ligeira pixelização, embora não seja algo que comprometa a experiência no dia a dia.
A personalização estende-se também ao botão lateral da caneta, que pode ser programado para diferentes funções. No meu caso, configurei-o para que, ao afastar a ponta mais de um centímetro do ecrã, ele apague, e quando mais próximo sublinhe. É uma função interessante, mas que exige habituação: no início dei por mim a apagar quando queria sublinhar, ou a sublinhar quando queria apenas continuar a escrever. Por vezes, até acionava o botão sem querer, o que tornava a experiência um pouco confusa até ganhar prática.
Um detalhe menos prático acontece quando, ao escrever na parte inferior do ecrã, acabo por tocar inadvertidamente nos botões tácteis da moldura, o que me leva para a homepage ou para outras secções. Felizmente, existe no centro de controlo a opção de desativar cada botão individualmente, sendo uma solução simples para quem prefere evitar estas interrupções.
Como o ecrã do AiPaper não integra luz frontal, praticamente não existe distância entre a ponta da caneta e o traço que surge no ecrã. Este detalhe pode parecer pequeno, mas faz toda a diferença: elimina a sensação de espaçamento que alguns utilizadores acham desconfortável. Pessoalmente, valorizo bastante este pormenor e gosto de reparar nestas nuances enquanto escrevo. Aliás, uma das funcionalidades que mais me agrada é a possibilidade de escolher diferentes estilos de caneta, sendo a caneta caligráfica a minha preferida. É com ela que costumo escrever quase sempre no AiPaper e, ouso dizer, é neste tablet que a minha letra me parece mais bonita até hoje.
Para além desta, o dispositivo disponibiliza várias outras opções de escrita, como a caneta de tinteiro, a esferográfica, o fineliner, o lápis, o marcador de texto e, até, a ferramenta “thinkers”, cada uma pensada para diferentes estilos de utilização. Em todas estas ferramentas, é ainda possível ajustar a espessura do traço em cinco níveis distintos. No caso específico do lápis, a experiência é particularmente interessante: graças à sensibilidade à pressão e à inclinação da caneta, é possível simular efeitos muito próximos de um desenho a carvão, com linhas mais suaves ou mais marcadas consoante a forma como se segura e aplica a caneta sobre o ecrã.
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Uma ferramenta que acabei por usar bastante no AiPaper foi a de bloco de notas, que oferece um menu bastante completo, com múltiplas opções para personalizar e potenciar a experiência de escrita. A ferramenta da borracha, por exemplo, permite escolher entre três modos diferentes de apagamento, assim como três espessuras distintas, adaptando-se a diferentes estilos e necessidades. É possível escrever texto à mão e, através da inteligência artificial integrada, convertê-lo automaticamente em texto digital, que pode ser copiado, enviado por e-mail, sincronizado na cloud ou transferido para aplicações de terceiros. Existe também a funcionalidade de gerar e-mails a partir do conteúdo das notas, agilizando tarefas diárias. Outra funcionalidade particularmente prática é a possibilidade de associar notas a compromissos no calendário. Por exemplo, ao marcar um compromisso, podemos anexar todas as notas relevantes, tendo acesso rápido a elas no momento certo.
O que torna este sistema ainda mais interessante é a forma como a IA analisa o conteúdo: consegue resumir, organizar por tópicos ou executar outras tarefas conforme solicitado, oferecendo uma interação verdadeiramente inteligente e personalizada. Para complementar a escrita, é possível gravar som, que pode ser ouvido posteriormente através de auscultadores ou colunas, e adicionar imagens às notas. Isto faz do AiPaper uma ferramenta poderosa para estudo, trabalho ou organização pessoal.
Também na leitura, a experiência revelou-se bastante satisfatória. A ausência de luz frontal acaba por ser uma limitação em contextos específicos: em ambientes com pouca iluminação, como quando quero ler à noite na cama sem nenhuma luz acesa, torna-se impossível continuar. Para mim, que valorizo muito esse hábito, é claramente um ponto negativo. Ainda assim, quando lido em condições adequadas, a leitura no AiPaper é viciante. O ecrã Carta 1300 apresenta uma nitidez impressionante, com texto muito definido e extremamente confortável para os olhos, um verdadeiro alívio para quem, como eu, lê com muita frequência. A resposta ao virar de página é praticamente imediata, tanto para a frente como para trás, e raramente notei falhas ou atrasos.
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Além disso, a interface é clara e intuitiva, com menus discretos que não interferem na leitura e permitem manter o foco total no conteúdo. A qualquer momento, posso abrir o menu e ter várias opções à mão: fazer anotações rápidas no texto, recorrer à inteligência artificial para traduzir um excerto ou esclarecer uma passagem mais complexa. É também possível consultar o índice do livro, com hiperligações diretas para os capítulos, ou rever as notas feitas ao longo da leitura, o que facilita bastante a organização. Outro ponto muito útil é a possibilidade de ajustar o tipo e o tamanho da letra. Como a minha visão não é perfeita, costumo aumentar a fonte, e fico sempre satisfeita por ver o texto bem formatado, sem desalinhamentos ou quebras estranhas, algo que nem todos os tablets e e-readers conseguem garantir.
Uma das grandes vantagens do AiPaper é a liberdade que o Android proporciona. Não estamos presos a um ecossistema específico, como acontece com alguns leitores de e-books, e isso torna a experiência de leitura muito mais flexível. Posso abrir PDFs, ePUBs ou outros formatos, sem limitações. Para quem gosta de variar os formatos ou tem uma biblioteca digital diversa, é um conforto saber que o dispositivo permite ler os livros exatamente como queremos. E sim, transferir documentos para o AiPaper é também bastante simples e pode ser feito de várias formas. Uma delas é carregar os ficheiros diretamente no site da Viwoods, que se sincroniza automaticamente com o tablet assim que este se liga à internet. Outra opção é ligar o dispositivo ao computador através de um cabo USB tipo C, ou então enviar os documentos por e-mail ou sincronizá-los com serviços de cloud.
No fim de tudo, e apesar de algumas pequenas limitações, como a ausência de luz frontal para leitura em ambientes escuros ou ligeira latência em situações pontuais, o Viwoods AiPaper destaca-se pela experiência global de escrita e leitura, pela personalização e pela fluidez de utilização. Com um preço de 573,18€ que inclui o pack completo – Tablet+Stylus+Folio+Tips -, e que está dentro de outras opções no mercado, este dispositivo revela-se como uma escolha bastante sólida.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Viwoods.
Esta transação é considerada a maior compra privada em dinheiro vivo da história, mas mantem Andrew Wilson como CEO da editora
A Electronic Arts (EA) confirmou que será adquirida por um consórcio de investidores composto pelo Public Investment Fund (PIF) da Arábia Saudita, Silver Lake e Affinity Partners, num negócio avaliado em cerca de 55 mil milhões de dólares. Esta trata-se da maior transação “all-cash” – em dinheiro vivo – de sempre, colocando a editora fora dos mercados públicos.
Com acordo, o grupo vai adquirir 100% da EA, com o PIF a converter a sua atual participação de 9,9% na empresa. Os acionistas da EA irão receber 210 dólares por ação em dinheiro, o que representa um prémio de 25% face ao valor de fecho de 25 de setembro de 2025 e acima do máximo histórico não afetado de 179,01 dólares registado a 14 de agosto. Após a conclusão, as ações deixarão de ser negociadas em bolsa.
A EA continuará a ser liderada por Andrew Wilson, que mantém também o cargo de presidente, e manterá a sua sede em Redwood City, Califórnia. O fecho da transação está previsto para o primeiro trimestre do ano fiscal de 2027, ainda sujeito a aprovações regulatórias e dos acionistas.
O negócio será financiado por cerca de 36 mil milhões de dólares em capital próprio, distribuídos entre os três investidores, e 20 mil milhões de dólares em dívida garantida pelo JPMorgan Chase, dos quais 18 mil milhões deverão ser aplicados no momento do fecho.
A Affinity Partners, envolvida no acordo, é uma firma norte-americana de investimento fundada em 2021 por Jared Kushner, genro do atual presidente dos Estados Unidos da América, e com sede em Miami, que passará a ser um dos detentores da EA.
O anúncio desta compra surge numa altura crítica para a editora, a poucos dias do lançamento de Battlefield 6 e depois de colocar no mercado EA Sports FC 26 e Skate. A curto-médio prazo, a EA prepara um conjunto de jogos internos, entre os quais se destacam um novo Mass Effect na BioWare, o terceiro capitulo da saga Star Wars Jedi na Respawn e Iron Man na Motive. O resto das franquias que se consideram atualmente adormecidas, poderão ter o seu futuro, agora, condicionado.
Com quartos bastante básicos, o Stay Hotel Porto Centro Antas tem na localização o seu trunfo. E nesta altura do ano, os preços são bastante em conta.
Quem já ficou alojado em hotéis certamente conhecerá, ou terá mesmo experimentado, os hotéis da cadeia Stay Hotels, que nasceu com a ambição de oferecer aos viajantes uma experiência que combine conforto, praticidade e uma ligação próxima à cultura de cada cidade.
Desde a sua criação, a cadeia tem expandido a sua presença em Portugal, contando atualmente com 13 unidades distribuídas de norte a sul do país, dirigidas a quem viaja tanto a negócios como a lazer. Cada hotel procura criar um ponto de partida privilegiado para explorar a cidade, incentivando os hóspedes a descobrir os recantos históricos, gastronómicos e culturais de cada destino.
No Porto, onde a identidade cultural e histórica é particularmente forte, a marca reforçou a sua presença na cidade no início deste ano com o Stay Hotel Porto Centro Antas. Anteriormente conhecido como Porto Antas Hotel, surge numa localização estratégica nas imediações do Estádio do Dragão – 8 minutos a pé estão lá -, oferecendo uma ligação prática ao centro da cidade e facilitando o acesso a diversos pontos de interesse urbano e turístico.
De facto, a proximidade ao Estádio do Dragão torna o Stay Hotel Porto Centro Antas uma opção apelativa não só para turistas, mas também para adeptos de futebol e visitantes internacionais que pretendam acompanhar os jogos e viver a atmosfera da cidade durante os dias de partida. A partir desta base, é possível explorar a Baixa do Porto, incluindo a Avenida dos Aliados, a Estação de São Bento, a Rua de Santa Catarina e o Mercado do Bolhão, ou percorrer a Ribeira e admirar as margens do rio Douro e a icónica Ponte Dom Luís I. Para os interessados em história e arquitetura, a Livraria Lello, as caves de Vinho do Porto em Vila Nova de Gaia e o Miradouro da Serra do Pilar, que oferece vistas panorâmicas da cidade, são visitas quase obrigatórias.
Para constatar tudo isto, tivemos oportunidade de ficar alojados duas noites no Stay Hotel Porto Centro Antas, em junho, aquando do Primavera Sound Porto. Chegar ao hotel, localizado na Rua Padre Manuel da Nóbrega 111, é super simples, e caso cheguem de carro, há estacionamento gratuito nas redondezas.
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Por fora, o edifício não tem o melhor aspeto do mundo, fazendo lembrar algo industrial, mas sendo mininamente cuidado. Por dentro, no entanto, está tudo muito mais apresentável. Junto ao balcão do check-in, onde fomos bem recebidos, descem umas escadas e estão logo na zona do pequeno-almoço. Há imensas mesas disponíveis e, ao lado, uma zona de convívio comum, com mais sofás e mesas. Aqui há quem espere pelo check-in, há quem aguarde por amigos e familiares para terminar o check-out, e claro, é uma zona onde quem quiser pode levar o portátil ou um mini PC e trabalhar.
A caminho do nosso quarto, no entanto, e já após subirmos o elevador – de dimensões algo reduzidas -, demos de caras com um ambiente demasiado escuro nos corredores. Um ponto a rever, pois nem sequer se acenderam as luzes automaticamente, como é costume.
Com 41 quartos distribuídos entre as tipologias STAY One, STAY Twin e STAY Double, o Stay Hotel Porto Centro Antas é adequado a diferentes tipos de hóspedes, ainda que a decoração não seja, de todo, o seu forte. No interior temos apenas o básico: cama dupla ou de casal, móveis que parecem saídos do IKEA, uma cadeira junto a uma mesinha onde está a chaleira, um sofá de um lugar, uma televisão Grundig claramente datada e uma cómoda que podia estar na casa da nossa avó. Pelo menos neste quarto onde ficámos a decoração deixa a desejar, com um ambiente claramente pesado e datado, mostrando aqui porque é que é um hotel de 3 estrelas.
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Mesma coisa acontece na casa de banho, com uma oferta de amenities reduzida… e cortinas, coisa que os hotéis deviam abolir. Ainda assim, conseguimos descansar bem, e no fundo é isso que interessa. Ah, há também Wi-Fi gratuito, que funciona bem q.b.
Quanto ao pequeno-almoço do Stay Hotel Porto Centro Antas, servido em formato buffet das 6h30 às 12h, serve perfeitamente para começar o dia da melhor forma, seja com cereais, fruta variada – laranjas (com possibilidade de sumo natural feito na hora), maças, peras, bananas e uvas -, ovo mexido, mini salsichas, feijão, bacon, queijo, fiambre, iogurtes e manteigas. Havia, ainda, vários tipos de pães, croissants, mini pastéis de nata e algo que não comia há anos: bolos de arroz!
Naturalmente há também as bebidas do costume – água, leite e café -, bem como opções sem lactose e para quem não consome produtos de origem animal. Para o resto do dia, há o serviço de bar e snacks, disponível durante 24 horas por dia.
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No fim de tudo, a verdade é que o Stay Hotel Porto Centro Antas permite combinar a comodidade de um alojamento moderno com a vivência intensa da cidade do Porto. A principal característica que o distinguie é mesmo a localização estrátegica, sendo um ponto de partida ideal para descobrir a cidade de forma autêntica e prática, seja através de passeios culturais, visitas gastronómicas ou experiências desportivas junto ao Estádio do Dragão.
O melhor de tudo? O preço. A verdade é que, quando visitámos o Stay Hotel Porto Centro Antas, precisávamos de uma terceira noite, e foi-nos sugerido o preço de 139€ para duas pessoas, um valor manifestamente exagerado para aquilo que oferece e tendo em conta o tipo de hotel que é. No entanto, conseguem agora encontrar noites por 56€ para duas pessoas (sem pequeno-almoço), montante justíssimo e que compensa tudo o resto.