Castelo Branco recebe este mês de outubro a 24.ª loja da Action em Portugal

A cadeia Action abre a primeira loja em Castelo Branco, juntando-se às 23 já existentes no país. Espaço terá 862 m² e 16 novos postos de trabalho.

A cadeia de retalho não alimentar Action vai abrir, no próximo dia 9 de outubro, a sua primeira loja no distrito de Castelo Branco. Este espaço será o 24.º da insígnia em Portugal, país onde está presente há pouco mais de um ano.

A nova unidade, situada na Zona Industrial de Castelo Branco conta com 862 m2 e, no interior, os clientes vão encontrar cerca de seis mil produtos organizados em 14 categorias, que incluem artigos para o lar, brinquedos, jardinagem, bricolage e ainda algumas referências alimentares. A cada semana são introduzidos cerca de 150 novos artigos, mantendo-se o preço médio abaixo dos dois euros.

“Estamos muito satisfeitos por abrir em Castelo Branco, pouco mais de um ano depois de termos apresentado a nossa primeira loja em Portugal. Os clientes receberam-nos calorosamente e estamos muito felizes por podermos trazer a fórmula Action para mais perto deles. O nosso sucesso assenta na nossa fórmula forte e no empenho e compromisso das nossas equipas, de que muito nos orgulhamos. Quero agradecer a todos os que contribuíram para esta conquista: os nossos clientes, os nossos colegas, os nossos fornecedores e todos os que nos apoiaram”, afirmou Sofia Mendoça, diretora-geral da Action em Portugal.

A expansão da insígnia é acompanhada por uma política de sustentabilidade que visa reduzir a pegada ambiental da empresa. Entre as medidas implementadas estão a eliminação de sistemas a gás nas lojas e a utilização exclusiva de iluminação LED. A Action mantém ainda critérios exigentes junto dos seus fornecedores, garantindo matérias-primas mais sustentáveis e promovendo a circularidade dos produtos.

Segundo dados divulgados pela marca, 99% do algodão presente nos artigos de marca própria provém do programa Better Cotton, enquanto os restantes 1% têm origem em algodão orgânico. Toda a madeira utilizada é certificada FSC ou PEFC, proveniente de florestas geridas de forma sustentável. Já o cacau incluído nos produtos de marca Action é, desde 2022, integralmente certificado Fairtrade.

Com a abertura em Castelo Branco, a Action reforça a sua presença no mercado português, onde tem vindo a crescer de forma consistente desde a chegada em 2022.

De resto, recorde-se que a marca tem também planeadas aberturas em Porto de Mós, Amadora, Oeiras e Covilhã.

Stellar Blade recebe três novos epílogos na mais recente atualização

A atualização 1.4.1 de Stellar Blade acrescenta mais conteúdos à história, correções e melhorias.

Stellar Blade recebeu uma nova atualização substancial, que acrescenta três novos epílogos ao final do jogo, que serão apresentados de acordo com as escolhas dos jogadores. A atualização 1.4.1, permite assim aos jogadores ficarem a saber o que acontece a Eve e aos habitantes de Xion após o final do jogo, algo que originalmente não era muito detalhado, ou revelado de todo, dependendo do final.

Esta atualização chegou à versão PC e PlayStation 5 e inclui uma série de afinações muito especificas para, por exemplo, para utilizadores de monitores Samsung Odyssey 3D Hub, que ao usarem o modo de fotografia, as suas capturas passam a ser guardadas automaticamente numa nova pasta chamada “Screenshots”, criada no diretório do executável de Stellar Blade. E há também afinações, destacando-se a resolução de um erro de progressão na missão “Strange Signal”, que impedia a interação com o dispositivo de rede no ferro-velho depois da conclusão da história do Elevador Orbital. Para além disso, foram ainda aplicadas outras correções menores.

Esta atualização faz parte do programa continuo de suporte de Stellar Blade, que ao chegar ao PC trouxe mais uma expansão, com crossover de Goddess of Victory: Nikke, ao mesmo tempo que aShift Up se prepara para avançar na produção da sua sequela que está prevista para o lançamento em 2027.

Pepco abre nova loja em Felgueiras e reforça expansão em Portugal

A Pepco inaugurou a sua 22.ª loja em Portugal, no Retail Park de Felgueiras. O espaço, com 380m2, oferece vestuário, decoração e utilidades a preços acessíveis.

A Pepco voltou a reforçar a sua aposta no mercado português com a inauguração de uma nova loja em Felgueiras. O espaço abriu portas no final de setembro no Nova Terra Felgueiras Retail Park, juntando-se agora aos 21 já existentes em território nacional desde que a cadeia polaca se estreou em Portugal, em maio de 2023, com a primeira loja em Coimbra.

Com 380 m2, a loja reúne a oferta diversificada que caracteriza a marca, pensada para responder às necessidades do dia a dia de diferentes perfis de consumidores. Entre vestuário, calçado, artigos de cosmética e higiene, brinquedos, papelaria ou utilidades para a casa, a Pepco apresenta-se como uma alternativa prática e acessível para famílias que procuram variedade sem comprometer o preço.

A chegada a Felgueiras confirma o ritmo de crescimento acelerado da marca em Portugal, sobretudo no norte do país, e acompanha a estratégia europeia do grupo. Fundada em 2004, na Polónia, a Pepco ultrapassou recentemente as quatro mil lojas distribuídas por 18 países, consolidando a sua posição como uma das grandes rivais da Primark no segmento do retalho a preços baixos.

Comando DualSense da PlayStation 5, pode estar prestes a receber uma nova versão com bateria removível

O DualSense pode estar prestes a ser atualizado com uma novidade inédita para a PlayStation: a capacidade de trocar a bateria dos seus comandos oficiais

Em breve, os jogadores da PlayStation poderão trocar as baterias dos seus comandos oficiais. Pelo menos, é o que aponta o portal polaco PPE, que afirma que a Sony estará a preparar o chamado DualSense V3, que deverá chegar ao mercado em simultâneo com uma revisão da atual PlayStation 5 Pro já em novembro. E o grande destaque deste modelo seria a introdução de baterias removíveis.

A veracidade deste rumor depende de uma confirmação oficial, no entanto, no passado o a mesma fonte já tinha avançado com informações de The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered e de Microsoft Flight Simulator para a PlayStation 5, quando estes eram ainda considerados rumores.

A confirmar-se o DualSense V3 poderá ser um marco histórico para a própria PlaySation, que ao longo dos seus 30 anos nunca teve um comando oficial que permitisse a alteração de componentes como a bateria, ou que recorresse a pilhas – uma estratégia adotada pela concorrente direta, a Xbox, que desde a Xbox 360 oferece comandos a pilhas que podem ser adaptados a baterias, uma solução com vantagens, mas frequentemente criticada por serem lançados por defeito com recurso apenas a pilhas.

O uso de bateria removível, apresentará, assim, duas vantagens aos jogadores, a curto e a longo prazo. Caso o jogador tenha mais do que uma bateria à mão, poderá substitui-la para continuar a jogar, sem colocar o comando à carga ou ligado a um cabo. Já a longo prazo, o jogador poderá atualizar a bateria, caso esta comece a mostrar sinais de desgaste natural com a idade.

Também se prevê que este novo DualSense, com lançamento previsto em novembro, passará a ser o modelo padrão, substituindo a atual gama de comandos.  

Halo Studios promete dar novidades sobre o futuro da série num painel no Halo World Championship

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O Halo World Championship acontece a 24 de outubro e terá uma sessão dedicada ao próximo capítulo da saga, que se espera que seja um remake de Halo original.

A Halo Studios confirmou que o Halo World Championship 2025 vai incluir um painel dedicado ao futuro da saga Halo, numa apresentação que é descrita como um olhar aprofundado a vários projetos atualmente em desenvolvimento, entre os quais poderá estar o antecipado remake de Halo: Combat Evolved – o primeiro jogo da saga lançado originalmente na Xbox.

Este painel servirá como continuação direta do vídeo A New Dawn, lançado durante a edição do ano passado do campeonato, no qual a Halo Studios deu apresentou vários visuais conceptuais recorrendo ao Unreal Engine 5, para recriar áreas inspiradas nos Forerunners, zonas gélidas, locais infestados pela Flood e até uma nova versão da armadura do Master Chief. Tudo isto a aludir à tal expectativa de um remake Halo: Combat Evolved.

Para além do remake de Halo: Combat Evolved especula-se da existência de outros dois projetos, um dedicado inteiramente à vertente competitiva, ou seja, multi-jogador, e outro que será uma continuação de Halo: Infinite, num formato de “pacote completo”, com campanha, multi-jogador, forge, etc, embora este seja um projeto com um lançamento mais distante.

Nesta apresentação também se espera saber mais detalhes sobre o lançamento de jogos Halo em multi-plataforma, que poderá acontecer com a chegada de Halo: The Master Chief Collection à PlayStation 5, outro lançamento muito antecipado que carece de confirmação e de detalhes, mas que daria continuidade à nova estratégia multi-plataforma da Microsoft.

No ano passado a Halo Studios apresentou-se como a responsável da franquia, após um rebranding do estúdio anteriormente conhecido como 343 Industries. Na altura partilhou a sua visão alegando um recomeço – dai o mote A New Dawn – onde também revelou uma pareceria com a Epic Games para o uso do Unreal Engine 5 para futuros projetos, dando a oportunidade às equipas de se focarem mais na criação artística dos jogos e menos nas tecnologias de suporte.

Novo condomínio Jardins da Vinha na Trofa terá 76 apartamentos e espaços comerciais

Grupo GABRIEL COUTO constrói o Jardins da Vinha, empreendimento do grupo VIGENT que combina habitação, comércio e lazer na Trofa.

O grupo de construção GABRIEL COUTO vai executar a obra do novo empreendimento residencial Jardins da Vinha, promovido pelo fundo SAPORE, detido pelo grupo VIGENT e gerido pela Point Capital Partners. O projeto, localizado no concelho da Trofa, contempla a construção de dois blocos habitacionais de seis pisos, inseridos num condomínio fechado com zonas ajardinadas.

No total, o empreendimento terá 76 apartamentos de tipologias T1 a T4, todos com varandas e amplas janelas para potenciar a entrada de luz natural, bem como sete espaços comerciais. O projeto arquitetónico, assinado pelo gabinete um + um Arquitetos, distingue-se pelo traço contemporâneo e pela utilização de materiais de elevada qualidade e durabilidade, valorizando acabamentos cuidados e a integração de áreas verdes e de lazer.

A localização central é um dos principais atributos deste empreendimento. Situado nas imediações do interface de transportes e dos principais acessos rodoviários, o condomínio encontra-se ainda próximo de escolas, hospitais, zonas comerciais e de restauração. A conjugação entre o quotidiano urbano e a presença de espaços verdes está no centro da proposta deste novo projeto habitacional, que procura dar resposta à procura crescente por soluções diferenciadas no concelho da Trofa.

Almedina inaugura nova livraria na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa

Com 200 m2, a livraria Almedina abre no coração de Lisboa, numa operação mediada pela Cushman & Wakefield.

A Livraria Almedina abriu portas na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa, numa operação apoiada pela consultora Cushman & Wakefield. O espaço, situado no número 41 de uma das principais avenidas da capital, tem cerca de 200 m2 e integra-se no plano de expansão do grupo livreiro e editorial.

A nova livraria surge num ano simbólico para o Grupo Almedina, que assinala sete décadas de atividade. Fundado em Coimbra, o grupo consolidou a sua presença nacional com a abertura de 14 livrarias distribuídas por várias cidades, entre as quais Lisboa, Porto, Gaia, Almada, Braga e Coimbra, mantendo igualmente uma forte aposta no comércio online através do site oficial.

No setor editorial, a Almedina é responsável por diferentes chancelas que cobrem áreas distintas do conhecimento. A Edições Almedina tem forte presença nas publicações jurídicas e técnicas, enquanto a Edições 70 mantém uma linha editorial ligada às ciências sociais e humanas. Já a Actual Editora centra-se nas ciências económicas e a Minotauro dedica-se à ficção e à literatura infantojuvenil.

Daniel Ek abandona o cargo de SEO do Spotify ao fim de 20 anos

Após duas décadas como CEO, Daniel Ek prepara-se para assumir funções de presidente executivo, entregando a gestão diária a dois sucessores de confiança.

Daniel Ek, fundador do Spotify, anunciou que vai deixar o cargo de presidente executivo da empresa a 1 de janeiro de 2026, após vinte anos no comando. Esta transição não significa um afastamento completo da empresa, já que Ek vai passar a exercer o cargo de presidente executivo, focando-se na orientação da plataforma de streaming de música. Ao seu lugar atual, ascendem os atuais vice-presidentes, Alex Norström e Gustav Söderström, vão assumir em conjunto a liderança operacional da empresa, enquanto co-CEOs.

Esta alteração de pastas foi apresentada como uma situação natural de de evolução da empresa, com Ek a referir que deseja dedicar mais energia à visão de longo prazo, à estratégia e às decisões que vão moldar a próxima década do Spotify. Norström, responsável pela vertente comercial, e Söderström, líder das áreas de produto e tecnologia, irão trabalhar lado a lado e continuar a reportar diretamente ao fundador. Já o Conselho de Administração do Spotify elogia as escolhas, lembrando que ambos acumulam mais de quinze anos de experiência dentro da empresa e já provaram a sua relevância no crescimento do serviço.

Doravante, o Spotify procura reforçar a sua posição de liderança num setor considerado competitivo, e numa altura em que já soma 696 milhões de utilizadores mensais, dos quais 276 milhões pagam uma subscrição. Para Daniel Ek, a mudança abre também espaço para reforçar o seu envolvimento noutros projetos empresariais. Adicionalmente, através da sua investidora Prima Materia, o empresário sueco tem apostado em empresas que desenvolvem tecnologias de ponta para enfrentar desafios estratégicos da Europa. Um dos exemplos mais recentes foi um investimento de 600 milhões de euros para a Helsing, fabricante alemã de drones, onde ocupa o cargo de presidente.

EA Sports FC 26 – Review: O culminar de uma década

EA Sports FC 26 é, finalmente, o jogo de futebol que todos temos pedido ao longo da última década, num culminar de atualizações e melhorias adicionadas ano após ano.

Se nos últimos anos cada novo FIFA, que eventualmente passou a ser EA Sports FC, se faz sentir como uma cópia melhor ou pior que a edição anterior, EA Sports FC 26 apresenta-se com confiança suficiente para alterar esse sentimento. Talvez o ano passado tenha sido o ano de transição que a Electronic Arts precisava, mas a verdade é que finalmente o estúdio decidiu ouvir os fãs e mudar o que precisava de ser mudado, trazendo alterações a modos que pareciam esquecidos e uma jogabilidade que realmente beneficiar quem quiser fazer boas jogadas ao invés de andar a dançar em cima da bola.

Mas antes de avançar com uma opinião mais aprofundada, é importante perceber o que EA Sports FC 26 realmente incluiu de novo nos seus modos, do popular Ultimate Team, ao modo carreira e sem esquecer o excelente Clubes Pro, algo que a própria EA parece fazer.

Na carreira destaca-se a adição dos live challenges ao modo de treinador, onde os jogadores terão que enfrentar cenários inspirados no mundo real, ou fictícios, para progredir na carreira. Já no modo de jogador foram adicionados 13 arquétipos baseados em jogadores icónicos que poderão ser desenvolvidos, algo que vem substituir o datado sistema de crescimento do jogador. E no novo Live Hub do modo carreira é possível ainda enfrentar alguns destes desafios com amigos.

No Clubes Pro, para além dos mesmos arquétipos, este modo recebe ainda o modo rush e novos desafios. Foram também introduzidos, no modo rush, novos controlos e níveis de assistência para quem escolhe seguir carreira como guarda-redes. Importa referir que o adicionar dos arquétipos faz com que a progressão do vosso jogador também seja agora vista de diferente forma. O modo apresenta-se com novos checkpoints para impedir que os jogadores fiquem presos numa divisão em que talvez precisem de mais treino para ficar. E, aqui, ao perderem alguns jogos poderão ser mandados de volta para a divisão inferior. O número de jogos vai sempre depender do checkpoint onde estão e o jogo avisa-vos quantos podem perder antes de descer de divisão.

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EA Sports FC 26 (Electronic Arts)

O Ultimate Team, composto por eventos e torneios em tempo real, inclui mudanças nos modos rivals e FUT Champions, onde agora se o adversário desligar o jogo durante um empate provavelmente a vitória cai para o vosso lado. Há novas evoluções também para guarda-redes e, claro, evoluções cosméticas, pois afinal de contas quem é que não gosta de cartas bonitas? Em Rivals passam a existir desafios que dão recompensas dependendo do resultado do jogo seguinte, não importando se é altura de receber as recompensas semanais ou não. É possível ganhar packs, pontos de qualificação para FUT Champions ou até saltar alguns dos patamares no caminho para o topo. Experienciar estas recompensas tem sido bastante positivo já que entrega outro tipo de motivação para fazer outro jogo, especialmente se com esse jogo vier um pack só porque ganha por dois golos ou mais.

Importa ainda referir que os playoffs para o FUT Champions deixaram de existir, agora ganham-se pontos e ao chegar ao valor necessário estamos automaticamente qualificados para a competição maior do modo Rivals. Foram também introduzidos o um novo modo Rush (4v4), onde através de objetivos semanais se podem ganhar recompensas, assim como alguns desafios fora do modo Champions, para que todos os jogadores possam usufruir de uma vertente mais competitiva mesmo quando não conseguem a qualificação para a competição de fim de semana.

Mas o melhor de tudo – e algo que me tem vindo a irritar profundamente desde há uns anos – são as melhorias na jogabilidade. A cada atualização/edição que passa, a jogabilidade tem vindo a mudar e a torna-se mais rápida, mais stressante e, por consequência, menos divertida. No entanto, a equipa da EA Sports decidiu agora oferecer, não um, mas dois modos de jogabilidade, quem podem ser alterados fora do modo Ultimate.

No modo Ultimate joga-se com o chamado Competitve Gameplay, onde os passes são mais rápidos, os remates de primeira também respondem de forma mais imediata, os jogadores tem maior controlo sobre a sua equipa, há necessidade de defender quando é preciso defender e de arranjar oportunidades para conseguir fazer jogadas com direito a golo. Do outro lado, temos o Authentic Gameplay, um modo de jogo concebido para quem se quer dedicar ao modo carreira, por exemplo, onde os defesas controlados por IA são mais inteligentes, conseguindo posicionar-se melhor, e os cantos, por exemplo, vão depender da taxa de sucesso – convertida com dados do mundo real. Tudo pode acontecer com este tipo de jogabilidade, com uma imprevisibilidade muito semelhante aos jogos na vida real.

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EA Sports FC 26 (Electronic Arts)

O que vou dizer agora vai certamente deixar alguns de vocês com pouca vontade de serem meus amigos, mas a verdade é que foi a primeira vez, desde que jogo Ultimate Team, que consegui construir uma equipa competitiva passado uma semana. Packs com Heroes, um Icon, cartas de 89 e, quase todas neste momento, são 85+ ou cartas com ratings mais baixos mais que atuam melhor que muitas das mais altas. Não partilho isto não para esfregar na vossa cara que tenho uma equipa decente, mas porque me parece que a probabilidade de cair uma boa carta nos packs é agora mais elevada que em anos anteriores. Para terem noção, um pack ouro normal, daqueles que custam 7500 moedas, conseguir tirar um hero que depois vendi por mais de 60 mil. Claro que a minha experiência não invalida o facto de que a EA deveria procurar outras alternativas aos jogadores sem que estes sintam necessidade de meter dinheiro real no jogo para abrir packs, mas fazendo de advogado do diabo, existem mais objetivos para fazer ao longo de cada uma das épocas, resultando assim em mais packs e tendo uma maior probabilidade de conseguir boas cartas. Só é pena todos estes packs que ganhamos através de objetivos nos deem cartas que não podem ser vendidas. Há que as usar em desafios de construção de plantel para então ganhar packs com cartas que podem ser vendidas.

Voltando à jogabilidade, parece-me que EA Sports FC 26, no seu modo competitivo, está a dar mais destaque a quem cria jogadas, a quem pensa o futebol e a quem consegue controlar cada um dos jogadores da sua equipa de forma perfeita. Embora ainda seja muito complicado defender passes longos nas costas da defesa, está menos complicado de o fazer, e correr pela ala já não resulta como no passado, pelo menos com a mesma percentagem de sucesso. Os movimentos atacantes pedem triangulações, mudanças de flanco e – embora as fintas bonitas ainda estejam bem presentes e sejam difíceis de defender, são agora menos necessárias para marcar golos. Já na defesa, e focando-me também no modo competitivo, é tudo muito mais manual. Há maior necessidade mudar de jogador e puxar mais ajuda para o movimento defensivo. E o jogo ajuda, claro, mas ou aprendem a defender, ou podem ver os vossos jogadores meio desnorteados. Finalmente, com as táticas pré-definidas, consegue-se ver diferença na forma como a inteligência do jogo controla e faz com que os vossos jogadores se mexam em campo, caso estejam a defender ou a atacar, ou a jogar tiki-taka ou pelas alas.

São pequenas alterações como esta última que apontei, que fazem com que EA Sports FC 26 seja um jogo muito melhor que as últimas edições de FIFA e, claro, do mais recente melhor FIFA que os últimos FIFAs que saíram e um muito melhor jogo de futebol que a entrada anterior, EA Sports FC 25. Resta agora saber se a EA Sports consegue segurar a bola daqui para a frente, com atualizações que efetivamente melhorem a experiência e não estraguem o que foi feito até agora, cujo resultado final é, sem dúvida, alguma o melhor jogo de futebol desta década, digno de ficar na história como um dos melhores jogos de futebol da EA Sports.

Echo Boomer Recomendado

Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Electronic Arts.

WhatsApp introduz fotos em movimento, mais personalização e digitalização de documentos

O WhatsApp recebeu novas atualizações no iOS e Android que incluem novidades na partilha de imagens interativas, novos stickers e ferramentas para gestão de ficheiros.

O WhatsApp anunciou um conjunto de novidades que já começaram a chegar aos utilizadores. Entre elas estão o suporte para Live Photos no iOS e fotos em movimento no Android, compatíveis entre plataformas, permitindo partilhar imagens com som e movimento nas conversas.

A aplicação passa também a integrar funções de inteligência artificial ligadas à personalização, que permitem gerar temas para conversas, aplicar fundos em video-chamadas e inserir efeitos em fotos e vídeos, embora a distribuição esteja a ser feita de forma gradual. Foram ainda adicionados novos pacotes de stickers — Passarinho Destemido, Dias de Escola e Férias — foi e melhorada a organização de grupos, onde ao pesquisar por um contacto, é agora possível ver de imediato os grupos em comum.

Por fim, o WhatsApp expandiu a digitalização de documentos. No Android é agora possível digitalizar, recortar, guardar e enviar ficheiros diretamente na aplicação, funcionalidade que já estava presente no iOS.

Nothing revela a sua plataforma inteligente que vai servir de base para o Essential OS

Os Essential Apps marcam o início de uma era de software personalizado, construído por e para os utilizadores.

A Nothing revelou o Essential, a sua nova plataforma de inteligência artificial que servirá de base para o futuro Essential OS, um sistema operativo concebido de raiz a pensar em tecnologias inteligentes. O ponto de partida começa com os Essential Apps, aplicações personalizadas criadas instantaneamente através de linguagem natural, e o Playground, uma comunidade aberta para partilhar, descarregar e recriar aplicações e outras experiências digitais.

lançamento, a Nothing defende uma abordagem com tecnologia adaptativa, pessoal e controlada pelo utilizador. Com as Essential Apps, os utilizadores de dispositivos Nothing poderão gerar aplicações de acordo com as suas necessidades, descrevendo simplesmente o que pretendem, através de comandos de texto naturais, como se usa atualmente em agentes inteligentes. A promessa é que o telemóvel deixe uma compilação de ícones e aplicações e que se molde a utilização do utilizador. Este novo ecossistema é suportado no Playground, um espaço comunitário que substitui as lojas de aplicações tradicionais. Nele, qualquer pessoa pode construir, remisturar e partilhar as suas criações.

Para Carl Pei, fundador e CEO da Nothing, o Essential representa um ponto de viragem: “Com o Essential começamos a desmantelar o sistema antiquado e elitista criado pelos líderes de mercado. O futuro do software será de acesso livre, inovação coletiva e hiper-personalização. Os muros do passado serão derrubados para abrir caminho a um futuro conduzido pelos utilizadores.”

A ideia ganha ainda mais relevância com redução de tempo, custo e complexidade que a inteligência artificial tem trazido para o desenvolvimento de software, algo que também é visto como algo negativo, devido aos perigos no que toca à empregabilidade em áreas de desenvolvimento e à falta de moderação na criação de conteúdos.

Terminator 2D: NO FATE adiado para novembro

A Reef Entertainment e a Bitmap Bureau adiaram o lançamento de Terminator 2D: NO FATE para 26 de novembro, devido a atrasos na distribuição das edições físicas.

Inicialmente previsto para 31 de outubro, Terminator 2D: NO FATE, um novo jogo de ação em 2D inspirado em Terminator 2: Judgment Day vai chegar mais tarde a todas as plataformas previstas. O adiamento deve-se a alterações globais de comércio e tarifas recentemente implementadas que atrasaram o envio dos componentes das edições físicas Day One e Collector’s Edition. Como a editora pretende lançar simultaneamente as versões físicas e digitais, a nova data aplica-se a todas as regiões e plataformas, como se pode ler no comunicado oficial:

“Olá a todos. Queremos partilhar uma atualização importante sobre o lançamento de Terminator 2D: NO FATE. O jogo será agora lançado a 26 de novembro de 2025. Este ajuste deve-se a mudanças globais no comércio e tarifas que atrasaram o envio dos componentes das nossas edições Day One e Collector’s Edition. Como estamos comprometidos em lançar todas as edições em simultâneo, esta nova data aplica-se tanto às versões físicas como digitais em todo o mundo. Agradecemos sinceramente a vossa paciência e compreensão, e lamentamos este novo adiamento. A equipa está a trabalhar arduamente para garantir que a espera valha a pena e estamos ansiosos por partilhar Terminator 2D: NO FATE convosco já em novembro. Com os melhores cumprimentos, Reef Entertainment”

Esta aposta coloca os jogadores no papel de Sarah Connor, John Connor e o T-800, em missões que recriam cenas icónicas do filme de James Cameron, mas também introduzem cenários originais e diferentes finais. A jogabilidade combina tiroteios, ação furtiva e confrontos com o T-1000, alternando entre o presente e o futuro da guerra contra as máquinas.

Com uma direção artística em pixelart detalhada, o projeto da Bitmap Bureau procura evocar os clássicos de 16 bits, recriando momentos emblemáticos de Terminator 2, incluindo uma banda sonora que mistura novas composições com versões recriadas da música do filme. Para além da campanha principal, estão também confirmados vários modos de jogo, incluindo Arcade, Infinite Mode, Boss Rush e Level Training.

As edições físicas incluem conteúdos extra como manuais ilustrados, pósteres em tecido e um SteelBook, com a Collector’s Edition a acrescentar um livro de arte, um flipbook animado e outros objetos de colecionador.

Terminator 2D: NO FATE tem lançamento na PlayStation 5, Xbox Series, PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC através da Steam e da Epic Games Store.

Fibra ótica chega a Porto Covo, Cercal e Sonega pela primeira vez

NOS torna-se o primeiro operador a cobrir todo o Litoral Alentejano com fibra ótica.

Porto Covo, Cercal e Sonega passam a dispor de cobertura de fibra ótica, resultado da expansão da rede da NOS. Estas localidades, que até agora não tinham acesso a serviços de internet fixa por fibra, integram-se agora na lista de zonas com ligações de nova geração. A operadora é a primeira a assegurar este tipo de serviço em todas as freguesias do Litoral Alentejano, permitindo às populações melhores condições para o uso de plataformas digitais, ensino à distância, trabalho remoto e atração de investimento turístico e empresarial.

Nos últimos quatro anos, a empresa destinou mais de seis milhões de euros à região, duplicando o número de habitações servidas por fibra ótica e garantindo cobertura superior a 90% no Litoral Alentejano. A nível nacional, a infraestrutura da NOS chega a cerca de 5,9 milhões de casas, correspondendo a 86,3% das habitações em Portugal.

Nuno Mascarenhas, presidente da Câmara Municipal de Sines, destacou a importância deste passo, referindo que o acesso à internet é hoje essencial para o desenvolvimento local. Na sua opinião, o investimento em Porto Covo confere à freguesia uma nova competitividade, tornando-a mais atrativa para viver, estudar, trabalhar e criar projetos.

Já o presidente da Junta de Freguesia de Porto Covo, José Pedro Arsénio, frisou que a chegada da fibra vai aproximar a localidade do resto do país e do mundo. Considera que a infraestrutura terá impacto direto no quotidiano das famílias, na prática do teletrabalho e no turismo, setor que classifica como vital para a economia local.

Cinemas NOS Amoreiras reabrem com salas renovadas e novo Lounge VIP

Os Cinemas NOS Amoreiras voltam a receber público com salas modernizadas e Lounge VIP, reforçando o lugar do cinema na cidade.

40 depois da abertura ao público, em 1985, os Cinemas NOS Amoreiras voltam a receber espetadores a partir de amanahã, dia 1 de outubro, agora com um espaço completamente remodelado e a estreia de um Lounge VIP. A reabertura será assinalada com a exibição de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, um clássico contemporâneo que se tornou referência para várias gerações.

O complexo passa a contar com sete salas equipadas com tecnologia de projeção a laser e um total de mais de 600 lugares. A principal sala, designada Sala 1 XVision, integra também sistema de som Dolby Atmos, proporcionando uma experiência imersiva. A renovação contemplou ainda a substituição das cadeiras, agora mais espaçosas e dispostas de forma a garantir maior conforto entre filas.

A renovação introduziu igualmente um espaço VIP no piso -1, pensado como um ponto de encontro para antes ou depois das sessões. Neste lounge, os espectadores podem usufruir de um ambiente descontraído e sofisticado, que acrescenta uma nova dimensão social à ida ao cinema.

Novo Angeiras Beach Hostel nasce no Mercado de Angeiras

Situado em Lavra, no piso superior do Mercado de Angeiras, o Angeiras Beach Hostel oferece alojamento para 70 pessoas e aposta na sustentabilidade.

O Mercado de Angeiras, em Lavra, Matosinhos, passou a contar com uma nova valência. O piso superior do edifício histórico acolhe agora o Angeiras Beach Hostel, inaugurado no passado dia 27 de setembro, coincidindo com o Dia Mundial do Turismo. O espaço, que ocupa cerca de 1.000 m2, surge como uma proposta de alojamento pensada para visitantes, surfistas e peregrinos que percorrem os Caminhos de Santiago.

Com capacidade para 70 pessoas, o hostel disponibiliza várias tipologias de estadia. Entre as opções encontram-se seis dormitórios para oito hóspedes – três deles com casa de banho privativa, incluindo um adaptado a pessoas com mobilidade reduzida –, um dormitório para 12 ocupantes e ainda cinco cabines privadas para duas pessoas. Estas cabines foram inspiradas nas tradicionais barracas de praia de Matosinhos, reinterpretadas através de um design contemporâneo. A luminosidade natural, proporcionada pelos amplos envidraçados circulares da fachada, contribui para criar um ambiente de convívio informal e acolhedor.

A localização do Angeiras Beach Hostel, é considerada estratégica: junto ao limite norte do concelho de Matosinhos, a escassos quilómetros do Aeroporto do Porto e a poucos passos da costa atlântica. Este enquadramento permite aos visitantes explorar a frente marítima, o património piscatório e a reconhecida gastronomia local, conhecida sobretudo pelos pratos de peixe e marisco fresco.

O projeto arquitetónico esteve a cargo de Adriana Miranda, que recorreu a materiais de elevada durabilidade, como o cimento, em alusão à atividade piscatória do mercado, e a madeira, que confere conforto térmico e acústico, reforçando a vertente sustentável.

Mercadona inaugura supermercado em Palmela no final de outubro

Palmela recebe o primeiro supermercado Mercadona a 30 de outubro, reforçando a presença da cadeia no distrito de Setúbal.

Tal como esperado, a Mercadona vai inaugurar o seu supermercado em Palmela no final do mês de outubro, no dia 30. As portas da loja abrem às 09h, na Rua de São Julião, n.º 3, reforçando a presença da empresa no distrito de Setúbal.

A nova unidade comercial, concebida segundo o modelo de loja eficiente já aplicado noutras localidades da Península, dispõe de uma área de vendas de aproximadamente 1.900 m2. O espaço inclui corredores amplos e está organizado em várias secções: Charcutaria, Peixaria, Pastelaria e Padaria, Perfumaria, Talho, Frutas e Legumes, bem como a zona de Pronto a Comer.

Com esta abertura, a Mercadona cria cerca de 90 postos de trabalho permanentes, com contratos sem termo desde o primeiro dia, contribuindo para o emprego e a dinamização económica da região.

Duas semanas antes, a cadeia espanhola irá inaugurar uma loja em Frielas, Loures. Já em 2026 irá chegar pela primeira vez ao Algarve.

Moto X70 Air poderá ser o novo smartphone ultra-fino da Motorola

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A Motorola vai lançar o Moto X70 Air, um novo smartphone com 5,6 milímetros de espessura.

Depois da Samsung e Apple apresentarem os seus smartphones mais finos até agora, a Motorola junta-se à corrida com o Moto X70 Air, que sucede a uma das séries mais conhecidas da marca.

Através de um teaser promocional, o modelo é designado como “Air With AI” aludindo à sua espessura esperada de 5,6 milímetros e à integração de funcionalidades inteligentes.
Adicionalmente, espera-se que o novo smartphone recorra ao novo processador Qualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5, que integra a arquitetura Oryon de 64 bits e promete frequências de até 3,8 GHz, prometendo também ganhos significativos em eficiência energética, uma vantagem crucial para um equipamento tão fino, onde a gestão energética é fundamental.

O Moto X70 Air deverá ser lançado inicialmente no mercado chinês, com chegada prevista até ao final de outubro. Quanto ao lançamento europeu, para já nada parece confirmado.

Boshq tem nova carta que acerta em cheio nos pratos de raiz mais europeia e nos hambúrgueres

Revisitámos o Boshq, restaurante do Hotel Mercure em Almada, por um dos melhores motivos: provar a nova carta!

Oferecendo-se à vista de quem passa junto ao Hotel Mercure Almada de Almada, o Boshq, restaurante do hotel, é um bom lugar para quem procura uma refeição confortável num ambiente moderno e descontraído. Agora com nova carta, ainda bastante recente, e depois de uma primeira experiência que achámos, no mínimo, interessante, tivemos a certeza de que valia a pena revisitar este ponto relativamente acessível – em preços e localização – dentro do trajeto gastronómico da Grande Lisboa.

O Hotel Mercure Almada fica num enquadramento bastante oportuno, junto aos grandes acessos a Lisboa, mas também é privilegiado pela localização contígua ao pulmão verde da cidade, o bonito Parque da Paz. No geral, há uma sensação de refúgio assim que se atravessam as portas do Mercure. Mais do que um hotel, o empreendimento, vizinho de um dos principais pulmões verdes da cidade, posiciona-se como um ponto de encontro, um espaço de passagem e de pausa para quem procura tranquilidade e, ao mesmo tempo, proximidade a empresas e serviços.

É neste cenário, literalmente contíguo a uma das maiores áreas verdes urbanas do concelho, que o restaurante Boshq opera, assumindo-se como uma proposta gastronómica de eleição não só para os hóspedes, mas para todos os que procuram uma refeição capaz de surpreender pela sua qualidade em todas as vertentes: qualidade e variedade dos pratos, ambiente, comodidades, excelente nível de atendimento….

Enquanto ali estivemos sentados à mesa, observámos o andamento da carruagem. Entravam grupos de estudantes universitários que se sentavam pacatamente a degustar pratos do menu do Boshq (deu para confirmar ocularmente, e não só, que os Smash Burguers são o ex-libris da casa). Famílias com crianças escolheram o Boshq para um almoço descontraído, numa atmosfera tão de sábado. Turistas e outra gente em viagem, pessoas não hospedadas no hotel, pararam por ali, num magnífico momento descontraído e de boa degustação.

Quanto a nós, um dos traços mais curiosos da sala de refeições do Boshq, que por acaso dispõe de uma esplanada envidraçada, é a impressão bucólica causada pelos verdes suaves. Foi muito bem-sucedida esta decoração que, além do tom, opta pelo toque ornamental da vegetação e das frutas e flores silvestres, cujo apontamento final está no carrinho decorativo ao canto da sala que se torna um pouco evocativo daquele ambiente de histórias tradicionais, envolvendo elementos característicos dos bosques e da sua natureza.

Claro que esses detalhes acabam por interagir com uma atmosfera cosmopolita e moderna, tanto no mobiliário, como na iluminação, na amplitude e luminosidade dos espaços, na alternância entre as madeiras e a pedra, nas diferentes texturas dos materiais, na oferta, ao fim e ao cabo, de uma sala confortável e elegante onde, apesar de tudo, vibra a patine de alguns detalhes que não deixam de ir acusando a passagem do tempo. Portanto, com uma identidade que remete para um bosque moderno e acolhedor, o Boshq, agora sob a alçada do chefe de sala Diogo Ganchas, apresenta uma carta recentemente unificada que integra e assimila o anterior conceito de brunch a um elenco de pratos robustos, cheios de personalidade e sabor. A ementa foi pensada para agradar a diferentes paladares, equilibrando o conceito de comfort food com toques de fusão que revelam um pouco mais de ambição.

A experiência no Boshq iniciou-se com o Couvert, um prelúdio promissor que foge ao convencional: pão nórdico de sementes, de miolo denso e húmido, acompanhado por uma mistura de beterraba, sedosa e ligeiramente adocicada, e por uma manteiga de ervas, fresca e aromática. É um primeiro aviso de que a atenção ao detalhe aqui é regra.

Para abrir o apetite, a escolha recaiu sobre três das novidades destacadas pelo chefe de sala do Boshq. Os Croquetes de Bolonhesa, que se revelaram uma reinterpretação bem-sucedida: crosta fina e crocante a guardar um recheio cremoso e saboroso da clássica carne moída – uma combinação de texturas que funciona muito bem.

Depois o Tataki de Atum com Puré de Pastinaga e Abacate, que foi uma grande revelação. Tem tido, aliás, grande sucesso. O atum é servido em tenras postas, acompanhado por um puré de abacate cremoso. Um prato vibrante pela sua cor e apresentação (que os olhos também comem, como diz o ditado) e bem equilibrado.

Já o Pica-Pau da Vazia à Bulhão é uma demonstração de como se pode dar literalmente a volta a um petisco tradicional, pois é uma novidade que resume as características daquilo que é, afinal, um petisco bastante conhecido mas que, nesta abordagem, se traduz numa intensificação dos seus elementos. As tiras de vazia, tenras e saborosas, são salteadas no azeite, alho e coentros, e acompanhadas por um aioli de alho confitado. Note-se que, aqui, o azeite tem uma presença régia (numa próxima, eu diria só uma palavrinha de “menos molho, por favor”, à cozinha). O toque de frescura é adicionado por um puré de abacate cremoso. Um prato vibrante pela sua cor e apresentação (que os olhos também comem, como diz o ditado) e bem equilibrado.

Quanto a bebidas a acompanhar refeição, uma das opções foi um sumo natural do dia, neste caso, melancia e maracujá: refrescante, sem se notar presença de açúcar. Pessoalmente, prefiro bebidas mais Free Spirit, e por isso optei por um mocktail, um Marac-ojito, esse sim, repleto de gelo mas com um sabor espetacular graças à conjugação de ingredientes tão fantásticos quanto a lima e, neste caso, o maracujá.

Nos pratos principais, há muitas e excelentes opções. A ementa faz as honras à apresentação de uma das suas secções mais importantes e preferidas do público, os Smash Burguers, e citamos: “Um tributo aos anos de experiência a virar hambúrgueres no wild. Opções decadentes e ideais para ser comido sem cerimónias”.

A coisa passa pelo American Burger (Novilho 2x80g), que leva alface iceberg, queijo cheddar, tomate, cornichons e molho especial; o Wild Burger (Novilho 2x80g), com alface iceberg, cheddar, bacon de vitela, ovo estrelado e molho especial; o Crispy Chicken, que leva, além de frango crocante, queijo cheddar, alface iceberg, bacon crocante de perú, cornichons e molho Caesar; e o VG Burger (Vegetariano), com carne de perú, grão com cogumelo portobello, queijo cheddar e compota de cebola caramelizada.

Mas, segundo os testemunhos, já sabíamos que a estrela era o Oklahoma Burger (Novilho 2x80g), o que se confirmou como ponto alto das nossas preferências: uma delícia de queijo cheddar, cebola caramelizada, cogumelo portobello e molho especial. Vendo ao pormenor: são dois discos de novilho, finos e caramelizados, cobertos por queijo cheddar derretido, cebola caramelizada doce e cogumelo portobello carnudo, unidos por um molho especial picante-ácido.

Não admira que este hambúrguer tenha suscitado muita adesão por parte de quem visita o Boshq, a que temos que juntar o sabor daquele pãozinho redondo de batata doce, uma aposta de fabrico próprio que, quanto a nós, é uma aposta ganha. Não bastando isto, é ainda acompanhado por batatas fritas caseiras com um dos temperos que se lhe colam melhor, o orégão. Outros principais que têm tido grande saída são a Poke Bowl de Atum/Camarão, o Polvo Assado com Mil Folhas, ou o reconfigurado Risotto de Cogumelos Selvagens, agora com espinafres e mais camadas de cogumelos!

Servem-se, também, Linguini Verde com Burrata, Bife da Vazia, ou o Entrecôte.

A nossa segunda opção foi para um principal que mencionamos agora, o Pad Thai de Camarão. Apesar de ser também um prato saboroso, não marcou os mesmos pontos que o hambúrguer, o que não quer dizer que não tenha boas pernas para andar. Se os camarões estavam saborosos e cozinhados no ponto, o acompanhamento deixou, desta vez, um pouco a desejar. A massa de arroz vinha acompanhada de rebentos de feijão, amendoim triturado, chalota e ovo – até aqui tudo bem -, elementos clássicos do prato. O problema residiu na textura: as fibras dos rebentos e, sobretudo, a chalota, apresentavam-se um pouco abaixo do ponto ótimo de cozedura, ou seja, demasiado rijas mesmo para um apreciador de vegetais “al dente”, na nossa opinião, quebrando a harmonia do conjunto e dando uma sensação de falta de acabamento. O equilíbrio de sabores, embora presente, foi prejudicado pelo facto de não se poder fruir do prato inteiramente.

A finalizar, as sobremesas alisaram o terreno. O Caju Cake é, no mínimo, interessante: base densa de bolo de caju contrastando com uma cobertura cremosa e ligeiramente salgada, num conjunto sofisticado que evita a doçura excessiva. Já o Wild Fudge Brownie é bastante intenso, como se quer. Extremamente húmido, quase fudgy no centro, com pedaços de chocolate que derretem na boca, é intenso, rico e indulgente, perfeito para os amantes de chocolate.

Outras opções igualmente atrativas estão disponíveis, na carta, desde o famoso doce persa Rose Malabi, até aos gelados artesanais.

Em conclusão, a revisita ao Boshq revela uma cozinha com potencial e ideias claras. A nova ementa acerta em cheio nos pratos de raiz mais europeia e nos hambúrgueres, demonstrando boa técnica na execução de sabores robustos. No entanto, a incursão por cozinhas asiáticas, como provou o Pad Thai, carece do mesmo rigor no detalhe. Vale pela qualidade dos produtos e pela clara intenção de agradar, sendo uma opção bastante válida em Almada, especialmente para quem procurar os pratos mais bem conseguidos.

Aberto de segunda a sexta-feira das 12h às 15h e das 19h às 22h30, e aos sábados e domingos das 12h às 15h e das 19h às 23h, podem reservar a vossa mesa diretamente através do site oficial do Boshq ou ligando para o 211548648.

Nova PlayStation 5 Digital Edition chega com acabamentos completamente em mate

A nova revisão da PlayStation 5 Digital Edition apresenta agora um acabamento totalmente mate, eliminando as zonas em plástico brilhante do modelo anterior.

A mais recente revisão da PlayStatiuon 5 Digital Edition já começou a chegar ao mercado europeu e traz uma alteração visual ao design exterior, que não era conhecida até agora. O novo modelo abandona as superfícies em plástico brilhante na parte superior e na secção central preta, passando a apresentar um acabamento integralmente mate.

Num vídeo comparativo publicado por Austin Evans, é possível ver lado a lado a diferença entre o modelo anterior e o atual. Evans revela-se surpreso com esta alteração, admitido que apesar de um aspeto “mais barato”, considera que o novo acabamento contribui para um aspeto mais uniforme e menos propenso a riscos e marcas de utilização.

Para além da mudança estética, a consola está cerca de 120 gramas mais leve do que a versão anterior, devido a um dissipador redesenhado com metal mais fino. No entanto, os testes feitos pelo criador de conteúdos confirmam que tanto o consumo energético como a dissipação térmica permanecem equivalentes.

A nível técnico, esta revisão corresponde ao Chassis E da PS5 Slim Digital Edition, como já tínhamos mencionado no passado, que substitui o modelo de 1 TB por uma versão com 825 GB de armazenamento interno. O modelo de 1TB poderá, no entanto, ser encontrado a venda, numa promoção em várias lojas com redução de preço de 100€, até ao dia 9 de outubro.

Huawei Freebuds 7i – Review: Quase tudo bom, até o preço

Os Huawei Freebuds 7i surpreendem pelo cancelamento de ruído ativo, pelos controlos intuitivos e pela clareza nas chamadas, num conjunto acessível.

Num mercado claramente saturado de soluções áudio, a Huawei lançou recentemente um novo par de auriculares sem fios, os Freebuds 7i, que apontam para um equilíbrio entre funções úteis para o utilizador moderno e um preço considerado bem acessível que ronda os 100€.

Uma constante em auriculares de marcas chinesas é o facto dos seus designs não arrojarem muito e de se colarem ao aspeto de outros equipamentos já no mercado, e os Huawei Freebuds 7i seguem essa tendência simples no aspeto e ao toque. A caixa de carregamento é sólida, em formato oval ao estilo dos AirPods, com apenas um LED discreto na parte da frente a indicar o nível de bateria. Já as hastes dos auriculares têm um acabamento suave e arredondado, agradável ao manusear. Visualmente, também não escondem a inspiração nos AirPods. E, tal como acontece com muitos outros dispositivos vêm com pontas de silicone ovais que assentam bem, são firmes e permitem utilizar durante horas sem desconforto.

Em termos de especificações, também não há nada de verdadeiramente surpreendente nos Freebuds 7i. Destacando-se a certificação IP54 que garante alguma resistência à chuva e ao suor, e a autonomia varia entre 5 e 8 horas por carga, dependendo de o Cancelamento Ativo de Ruído (ANC) estar ligado ou não. São no entanto, números que, no fundo, estão alinhados com quase todos os rivais diretos. Pode não ser um produto que brilhe pela originalidade, mas a verdade é que se percebe logo como funciona, já que encaixam bem, são práticos e cumprem aquilo que prometem, e sem complicações.

No que toca aos controlos, a Huawei optou por um detalhe raro em auriculares mais acessíveis, com a possibilidade de deslizar na parte superior da haste para subir ou baixar o volume. Normalmente, este gesto é problemático e tende a falhar demasiadas vezes na sua resposta, mas, felizmente, aqui não verifica esse problema. Durante o tempo que passei com os Freebuds 7i, o gesto funcionou sempre de forma impecável, sem falhas nem atrasos. Estes gestos complementam um esquema de controlos muito bem pensado, em que dois toques (Esquerdo ou Direito) reproduzirem/pausam conteúdo; três toques no auricular direito avançam faixas; três toques no auricular esquerdo retrocedem faixas; e a pressão longa (Esquerdo ou Direito) alternar entre os modos de transparência, ANC desligado e ANC ligado. Para além disso, a reprodução para automaticamente quando tiramos um auricular do ouvido, retomando assim que o voltamos a colocar. Pequenas coisas que tornam a utilização diária mais natural.

Os Huawei Freebuds 7i suportam ligação multi-ponto, que permite estar ligado a dois dispositivos em simultâneo. Este sistema funciona bem, bastando parar a música num dispositivo e iniciar no outro, ou atender uma chamada, que a transição é imediata. Já o processo de emparelhamento inicial é simples, basta premir duas vezes o botão da caixa de carregamento, procurar os auriculares no menu Bluetooth do seu equipamento e pronto, nas próximas vezes a ligação é efetuada automaticamente.

Outro ponto a favor é o suporte para a aplicação Huawei AI Life, disponível para Android e iOS. No entanto, quem utilizar o Android tem de descarregar a aplicação fora da Play Store (há um QR code na caixa que encaminha para o download). Não é propriamente grave, mas dá sempre aquela sensação estranha de estar a instalar algo “por fora”. Dentro da aplicação, podemos atualizar o firmware, verificar a bateria, localizar os auriculares perdidos, rever os controlos e até ativar o modo de jogo de baixa latência. Também é lá que se escolhem os níveis de cancelamento de ruído (ANC) e algumas predefinições de som, mas já lá vamos. No geral, a aplicação é simples, direta e sem confusões.

Huawei Freebuds 7i
Huawei Freebuds 7i

Os Huawei Freebuds 7i demoram sensivelmente um segundo a adaptar-se ao ambiente durante chamadas de voz ou vídeo, mas rapidamente se focam na nossa voz. E a verdade é que a nossa voz soa sempre nítida, com um tom completo e volume equilibrado, mesmo no meio de conversas paralelas, portas a bater, trânsito ou numa mistura caótica de ruídos nos transportes públicos. Os sons de fundo não desaparecem totalmente, mas nunca chegam a comprometer a clareza das chamadas. Com o vento, o comportamento é semelhante, leva um ou dois segundos a ajustar-se, mas depois a voz volta a estar em primeiro plano e o ruído do vento é atenuado de forma eficaz. Claro que, se juntarmos vento forte a outros sons altos em simultâneo, os auriculares já ficam mais vulneráveis, mas ainda assim oferecem uma qualidade de chamada difícil de igualar na sua faixa de preço.

Na reprodução de vídeo, não há falhas, quer seja no YouTube, Netflix ou outras aplicações, a latência é aparentemente impercetível nos vários equipamentos em que testei. E para quem gosta de jogar, há o modo de baixa latência, que a reduz ainda mais, que só pode ser ativado através da aplicação. O seu desempenho é muito bom, com apenas um atraso quase impercetível nos efeitos sonoros. Ainda assim, em jogos mais exigentes como o PUBG Mobilie, é difícil localizar com precisão a direção dos disparos.

Huawei Freebuds 7i
Huawei Freebuds 7i

Mas onde os Huawei Freebuds 7i realmente surpreendem é no Cancelamento Ativo de Ruído (ANC), rivalizando soluções bem mais caras. Assim que coloquei os auriculares, o ANC entra em ação e “apaga” rapidamente uma quantidade impressionante do ruído envolvente. Durante os meus testes utilizei-os em viagens de avião e consegui notar que abafava a grande parte dos tons mais pesados do que muitos dos auriculares topos de gama que já utilizei. O Freebuds 7i pode exercer um pouco mais de pressão nos ouvidos, que por exemplo os Freebuds Pro 4, mas nunca chegam a ser desconfortáveis. E se for demais, basta ajustar na aplicação e escolher entre os modos Acolhedor, Geral, Ultra ou Dinâmico. Este último é particularmente interessante, pois adapta o ANC à quantidade de vento, atenuando-o ligeiramente para evitar distorções. Para desligar o cancelamento de ruído, basta mudar para o modo Transparência (ou “som ambiente”, como a Huawei lhe chama) e funciona muito bem, transmitindo conversas e sons de trânsito de forma clara, sobretudo quando se ouve música a volume moderado.

Para além disso, os Freebuds 7i oferecem um som cheio e confortável, com destaque para as frequências baixas, com bateria, graves eletrónicos ou vozes masculinas mais profundas a ganhar algum protagonismo. As vozes mais agudas, tanto masculinas como femininas, mantêm sempre uma vibração calorosa e encorpada, sem nunca soar agressivas. Por outro lado, os instrumentos de registo mais agudo, como violinos, trompetes ou pratos, podiam efetivamente ter mais brilho e textura. A Huawei optou claramente pelo conforto auditivo em vez de uma apresentação mais vibrante e detalhada. Nos médios-graves, há impacto, mas não chega a ser aquele “murro” no ouvido. Os subgraves também aparecem com rapidez e controlo, mas não têm tanta presença em faixas mais densas, em parte porque se misturam demasiado com os médios reforçados. A separação entre frequências podia ser maior. Ou seja, o seu palco sonoro não é particularmente amplo, mas há uma boa separação esquerda/direita em sons centrais, como guitarras e palmas. O que realmente impressiona é a sua consistência, já que estes auriculares da Huawei nunca soam a desequilibrados. É um som noturno, quente, mas não demasiado escuro.

Na aplicação Huawei AI Life é possível brincar com algumas predefinições, como o reforço de graves ou de agudos, intensificador de vozes, e até criar um equalizador personalizado. No entanto, as diferenças são mínimas, a base sonora mantém-se sempre equilibrada e confortável. O Áudio Espacial também está presente, e personalizável na aplicação.

Huawei Freebuds 7i
Huawei Freebuds 7i

Os Huawei Freebuds 7i não revolucionam em particularmente nada mas talvez por isso funcionem tão bem. O design é seguro e familiar, os controlos são dos mais completos e fiáveis que já testei nesta gama, a qualidade das chamadas surpreende, e o cancelamento de ruído é simplesmente brilhante para o preço, rivalizando com modelos que custam mais do dobro. No som, não é o mais entusiasmante ou detalhado, mas aposta num perfil equilibrado, quente e encorpado, que resulta sempre confortável para ouvir durante horas. Não vai impressionar quem procura graves estrondosos ou agudos super detalhados, mas convence pela consistência e pelo prazer de uso diário. Claro que há pequenos pontos menos positivos, como o download da aplicação fora da Play Store que pode não inspirar confiança, e a sonoridade podia ser um pouco mais vibrante. Mas, pesando tudo, os Huawei Freebuds 7i oferecem um pacote muito difícil de bater com o seu preço, já que os auriculares estão a ser vendidos pela marca por 99,99€.

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Este dispositivo foi cedido para análise pela Huawei.