O icónico marsupial poderá finalmente ter uma série própria, quase trinta anos depois da estreia nos videojogos, na PlayStation 1.
Crash Bandicoot pode estar prestes a receber a sua primeira série de animação com estreia na Netflix. A informação, ainda por confirmar, foi divulgada pelo site What’s on Netflix que afirma que o projeto tem estado em desenvolvimento discreto nos últimos meses.
Sem detalhes sobre a história, elenco ou equipa criativa, a confirmar-se, este poderá ser a primeira série dedicada exclusivamente a Crash Bandicoot, até porque oicónico marsupial já marcou presença em forma animada em Skylanders Academy, também para a Netflix.
A fonte valida esta especulação com a iniciativa estratégica da Netflix em adaptar vários universos de jogos a séries de animação, onde se encontram já propriedades bastante populares, como League of Legends, com Arcane, Cyberpunk: Edgerunners, Castlevania, Tomb Raider: The Legend of Lara Croft e Splinter Cell: Deathwatch e Devil May Cry. A estes podemos adicionar uma segunda temporada de Devil May Cry, outra de Cyberpunk e até um live-action de Assassin’s Creed atualmente em desenvolvimento.
Criado pela Naughty Dog e publicado originalmente pela Sony, Crash Bandicoot tornou-se um dos rostos mais reconhecíveis da era PlayStation. A trilogia original foi relançada em 2017 na coleção N. Sane Trilogy, seguida de Crash Bandicoot 4: It’s About Time em 2020. Desde a aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft, a marca e a mascote passou para a alçada da Xbox.
De acordo com Bergstresser, o encontro aconteceu na sede da Konami no Japão, pouco depois da estreia norte-americana de The Matrix. As Wachowski, acompanhadas pelo artista conceptual Geof Darrow, contactaram o estúdio para propor diretamente a Kojima a criação de um jogo oficial do filme. “As Wachowski eram grandes fãs do Kojima”, recordou Bergstresser. “Vieram com o seu artista e disseram-lhe: ‘Queremos muito que sejas tu a fazer o jogo de Matrix. Podes fazê-lo?’”.
A resposta veio de Kazumi Kitaue, produtor sénior da Konami na altura, que rejeitou de imediato a proposta. A decisão deveu-se ao facto de Kojima estar concentrado no desenvolvimento de Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty, ainda em fases iniciais de produção. A prioridade da empresa era garantir que a sequela de Metal Gear Solid cumpria o calendário previsto para a PlayStation 2, tornando inviável qualquer outro projeto externo, mesmo algo com a dimensão de Matrix, que se tornou num fenómeno imediato crítico e comercial.
Apesar da recusa, a relação entre os dois lados manteve-se cordial. Kojima e parte da equipa da Konami foram convidados para a estreia japonesa do filme e para a festa de lançamento em Tóquio. Na altura, a imprensa especializada já especulava sobre a possibilidade de uma adaptação de Matrix desenvolvida pela equipa japonesa, mas a confirmação nunca tinha sido feita por ninguém presente nas reuniões.
De acordo com o mesmo testemunho, Hideo Kojima também mostrou grande entusiasmo pela ideia, e vários membros da sua equipa ficaram desiludidos com a decisão da Konami. Um antigo funcionário, que preferiu manter o anonimato, reforçou que “houve imensa frustração interna” e que Kojima continuou a manifestar interesse em trabalhar num jogo inspirado no universo de Matrix, mesmo depois do projeto ter sido travado.
Esta sucessão de eventos coincide com os registos do diário de desenvolvimento de Metal Gear Solid 2, onde Kojima menciona um encontro com as Wachowski e Geoff Darrow a 25 de agosto de 1999, no Hyatt Park de Shinjuku, no dia da estreia japonesa do filme, confirmando que o contacto existiu e que o interesse era mútuo. Para já, apenas podemos imaginar o que seria um jogo de Matrix assinado por Kojima e como seria a indústria atualmente, se o lendário produtor tivesse dado prioridade a esse projeto em vez da restante saga Metal Gear.
Os planos para jogos de Matrix não se ficaram por aqui e, eventualmente, a adaptação oficial acabou por ser entregue à Shiny Entertainment, que viria a lançar Enter the Matrix em 2003 e The Matrix: Path of Neo em 2005, que são hoje recordados como jogos de culto com interessantes histórias de desenvolvimento.
O novo posicionamento do departamento de jogos da Microsoft pretende limitar o uso de inteligência artificial a funções de segurança e moderação, afastando a sua aplicação criativa obrigatória.
Phil Spencer afirmou que a Xbox não tem qualquer política que obrigue os estúdios internos a recorrer à inteligência artificial no desenvolvimento de jogos. O responsável pelo departamento de jogos da Microsoft explicou agora que a tecnologia está a ser usada apenas em tarefas operacionais, sobretudo para reforçar a segurança do Xbox Live e controlar as interações entre jogadores.
Estas afirmações de Spencer foram feitas durante o Paley International Council Summit, realizado na Califórnia, onde explicou a forma como as suas equipas têm usado tecnologias baseadas em inteligência artificial, nomeadamente na moderação de texto e voz nas plataformas da Xbox, garantindo a proteção de contas infantis e a gestão das permissões de comunicação. Spencer acredita que esta aplicação, embora discreta, é essencial para criar ambientes online seguros e supervisionados por responsáveis parentais.
O executivo rejeitou também qualquer imposição de natureza criativa e garantiu que o uso de ferramentas baseadas em inteligência artificial depende inteiramente da vontade de cada equipa. De acordo com Spencer, a experiência mostra que os criadores adotam naturalmente as tecnologias que lhes simplificam o trabalho, e que a pressão executiva nestes casos raramente gera resultados positivos.
Spencer reconhece, no entanto, algum potencial destas tecnologias para apoiar a descoberta de novos conteúdos e personalizar recomendações aos jogadores, mas esclareceu que não existem planos para a usar em processos de produção, apesar de no passado a Microsoft ter apresentado protótipo de ferramentas como a Muse, uma ferramenta generativa capaz de criar pesadelos visuais, com ações interativas, algo que preocupou a industria e a comunidade, que antevê a aplicação destes recursos para a criação de jogos reais.
Resta agora saber, por quanto tempo esta posição se mantém, especialmente numa altura em que a Microsoft tenta recuperar retorno, depois de um investimento pornográfico de 80 mil milhões de dólares na criação de datacenters e de ferramentas dedicados à inteligência artificial ainda em 2025.
O STAY, no Upon Lisbon, aposta em menus de Natal 2025 que unem tradição, sabor e convivência à mesa.
Com o mês de outubro quase a terminar, chega o momento em que famílias e empresas começam a organizar as celebrações natalícias. Antecipando a época festiva, o restaurante STAY, localizado no Stay Upon Lisbon, apresentou, no dia 24 de outubro, num almoço no qual o Echo Boomer esteve presente, os menus especiais preparados para as festas de Natal de 2025.
A proposta do espaço aposta em menus concebidos para diferentes tipos de celebrações, desde jantares entre amigos e encontros familiares até eventos corporativos ou momentos de convívio entre equipas. O STAY convida a sentar-se à mesa e a brindar à época mais festiva do ano, num ambiente descontraído e pensado para celebrar.
O menu de grupos para o Natal de 2025 apresenta várias combinações que vão do tradicional ao mais criativo. As refeições iniciam-se com um couvert de pão, manteiga e azeitonas, seguindo-se entradas como Ovos mexidos com farinheira, presunto e espargos, ou Camarão em massa kadaif acompanhado de chutney de manga e malagueta.
Nos pratos principais, a escolha é comum a todo o grupo e divide-se entre opções de peixe e carne. Entre as propostas de peixe, destacam-se o Filete de robalo com risoto de camarão e espargos e o Bacalhau grelhado à Brás com azeitonas. Na carne, sobressaem a Coxa de pato confitada com cogumelos, legumes baby e molho de frutos vermelhos, e a Presa de porco preto com puré de batata, azeite de trufa e abacaxi grelhado.
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Restaurante STAY
Ovos mexidos com farinheira, presunto e espargos
Camarão em massa kadaif acompanhado de chutney de manga e malagueta
Coxa de pato confitada com cogumelos, legumes baby e molho de frutos vermelhos
Bacalhau grelhado à Brás com azeitonas
Filete de robalo com risoto de camarão e espargos
Presa de porco preto com puré de batata, azeite de trufa e abacaxi grelhado
Cheesecake de maracujá
Fatia dourada com creme inglês e gelado de baunilha
As sobremesas mantêm o tom tradicional e festivo, com Cheesecake de maracujá ou a Fatia dourada com creme inglês e gelado de baunilha, além do indispensável café e bolo-rei.
Para quem prefere uma refeição sem proteína animal, o menu vegetariano inclui opções completas, como Peixinho da horta em panko, Croquetes de feijão e cogumelos, Seitan à portuguesa e Portobello recheado com grão-de-bico, tofu, mozarela vegan, arroz de castanha e espargos. A sobremesa mantém o espírito natalício com fatia dourada e sorbet de framboesa.
O restaurante disponibiliza dois formatos: o Menu 1, a 29€ por pessoa, que inclui uma entrada, um prato principal, sobremesa e couvert; e o Menu 2, a 34€, oferece duas opções de prato principal. Ambos incluem bebidas, como água, refrigerantes, cerveja (duas por pessoa) e vinho branco.
Para reservas, aconselha-se a que façam diretamente via email ou, então, ligando para o 211549646.
O novo BMW iX3 chega a Portugal como o primeiro modelo da Neue Klasse, com tecnologia desenvolvida pela portuguesa Critical TechWorks.
A BMW Portugal apresentou em Lisboa o novo BMW iX3, o primeiro modelo de produção baseado na plataforma Neue Klasse. O evento assinalou o início de uma nova fase na estratégia elétrica da marca e destacou o contributo português através da Critical TechWorks, responsável por parte da tecnologia integrada no veículo.
A Neue Klasse representa uma viragem estrutural na engenharia do BMW Group, concebida para responder aos desafios da mobilidade elétrica e digital. A plataforma, desenvolvida de raiz, servirá de base a futuros modelos e a evoluções dos atuais, incorporando melhorias no chassis, na gestão de motores e na estrutura das baterias. A bordo, quatro unidades de processamento asseguram a coordenação do ecossistema digital, grande parte dele desenvolvido em Portugal. Sim, leram bem.
A Critical TechWorks (CTW), uma parceria entre o BMW Group e a empresa portuguesa Critical Software, tornou-se o principal centro europeu de desenvolvimento de software do grupo. Com mais de 3.300 profissionais nos escritórios de Lisboa, Porto e Braga, a CTW é responsável por uma parte significativa das soluções tecnológicas aplicadas aos novos modelos BMW e MINI, com implementação progressiva também nas motos da BMW Motorrad.
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Entre os sistemas com contributo português presentes no iX3 encontram-se o Panoramic iDrive – interface digital com elementos de realidade aumentada -, sistemas avançados de condução assistida, como o Modelo Digital da Estrada e a Previsão de Mudança de Faixa, e mecanismos de aprendizagem contínua baseados em dados em tempo real. A infraestrutura técnica, assente em módulos como POSIX, Safe POSIX e Node 0, sustenta a segurança e modularidade do sistema operativo. Inclui ainda a nova geração da aplicação MyBMW e o sistema de atualizações remotas de software, que prolonga a relevância tecnológica dos veículos ao longo do tempo.
O trabalho da CTW não se limita ao software embarcado. A empresa participa também no desenvolvimento de soluções digitais aplicadas à produção e à logística do grupo, contribuindo para maior eficiência industrial e coordenação de processos.
O BMW iX3 é o primeiro modelo da plataforma Neue Klasse. Tem 469 cavalos de potência, 645 Nm de binário e autonomia até 805 quilómetros (WLTP). A arquitetura elétrica de 800 volts permite carregamentos até 400 kW. O sistema central “Heart of Joy” gere tração, regeneração, direção e travagem de forma integrada, enquanto o Panoramic iDrive, desenvolvido em Portugal, assume o papel central na interface entre condutor e veículo.
O novo BMW iX3 chegará ao mercado nacional em março de 2026, com um preço recomendado de 72.900€.
Como se previa, o Primavera Sound Porto 2026 confirmou nomes como the xx, Gorillaz, Massive Attack, IDLES, Slowdive e muitos outros.
Foi em setembro que ficámos a conhecer o cartaz do Primavera Sound Barcelona 2026, com nomes que agradam a muitos. The Cure, Doja Cat, The xx, Gorillaz, Massive Attack, Addison Rae, My Bloody Valentine, PinkPantheress, Skrillex, Peggy Gou, Lola Young, Mac DeMarco, Bad Gyal, Little Simz, Big Thief, Wet Leg, entre tantos outros, estarão aqui ao lado, no país vizinho. Mas e quanto ao Primavera Sound Porto?
Tal como prometido, foi há minutos que a organização revelou o cartaz da edição portuense do festival, com um vídeo que podem ver aqui em baixo.
Entre os cabeças de cartaz destacam-se The xx, Gorillaz e Massive Attack. Romy, Oliver Sim e Jamie xx preparam o regresso ao Parque da Cidade 14 anos depois da última passagem; a banda virtual liderada por Damon Albarn traz The Mountain, o novo álbum; e o duo de Bristol estende ao Porto a estreia no universo Primavera Sound. A acompanhá-los surgem os IDLES, a engrenagem folk-rock dos Big Thief, a narrativa confessional de Ethel Cain e a colecionadora de êxitos Bad Gyal, a par da revelação pop JADE, do coletivo militante KNEECAP e dos shoegazers Slowdive.
A amplitude estética estende-se ao resto do programa: a dança negra orquestral de Sudan Archives convive com o noise-rock de Melt-Banana; o black metal de Agriculture cruza-se com o rap digital de fakemink; o fado de Gisela João encontra o piscadelismo de Panda Bear; o hiper-rock de Water From Your Eyes dialoga com a folk contra-corrente de Annahstasia. Há ainda afro-jazz com Criolo, Amaro & Dino, rock argentino por Bestia Bebé, nostalgia hip-hop via Joey Valence & Brae, pulsação punk-funk dos Viagra Boys, EDM deconstruída por Ninajirachi e pós-hardcore de Texas Is The Reason. Esta abertura programática liga Porto e Barcelona, sem impedir singularidades locais: a edição portuguesa contará com atuações de IDLES, Black Country, New Road, Nation of Language e Model/Actriz, quatro bandas que só estarão no próximo ano no Primavera Sound Porto.
Desde 2012 que o festival promove trocas musicais entre cenas ibéricas e internacionais, e em 2026 não será diferente. Bad Gyal e rusowsky reforçam a representação espanhola, tal como Triángulo de Amor Bizarro e Aiko el grupo. O palco nacional volta a ter presença robusta, com NAPA, PAUS, emmy Curl, Rita Vian, Capicua e Inês Marques Lucas a mostrarem novos capítulos da música feita em Portugal.
A programação estende-se a domingo com a Primavera Bits, que encerra o evento a 14 de junho transformando o Parque da Cidade numa pista de dança ao ar livre. Peggy Gou, Dixon, Xinobi e SuM assinam as sessões que fecham a 13.ª edição com um dia dedicado à eletrónica, após as jornadas principais de quinta, sexta e sábado.
Quanto aos bilhetes, os passes gerais estão agora disponíveis por 180€, mais taxas, bem como os bilhetes VIP (275€ mais taxas), através da Fever. Mantém-se também a campanha da Revolut: quem aderir através da compra do bilhete para o Primavera Sound Porto 2026 recebe um bónus de 20€.
O novo Spotify para Apple TV foi redesenhado, aproximando a experiência do utilizador à do Apple Music.
O Spotify lançou uma nova versão da sua aplicação para tvOS, nos dispositivos Apple TV, com uma apresentação redesenhada e aproximada à linguagem visual do ecossistema Apple.
Esta atualização surge, vem validar as expectativas do anúncio para breve de uma nova geração da Apple TV 4K, juntando-se aos recentes anúncios do iPad Pro M5, o Vision Pro M5 e o MacBook Pro M5.
Numa partilha nas redes sociais, o novo Spotify para Apple TV apresenta-se completamente redesenhado, mais rápido, fluido e visualmente mais integrado com o sistema. A empresa refere que as melhorias foram desenvolvidas com base no feedback dos utilizadores, aproximando-se da linguagem visual do tvOS, em contraste com a versão anterior, que resultava de uma adaptação da aplicação móvel.
Entre as novidades mais relevantes desta versão encontra-se o controlo remoto através do Spotify Connect, a exibição de letras das músicas em tempo real, recomendações de DJs do Spotify, gestão de filas de reprodução e a possibilidade de ajustar a velocidade de vídeos e podcasts.
A Rice Risoteria Urbano abriu no ViaCatarina Shopping e aposta em risottos preparados no momento, com opções sem glúten e sabor italiano.
O Porto tem agora um novo destino para os apreciadores de risottos preparados com autenticidade e atenção ao detalhe. Chama-se Rice Risoteria Urbano e abriu no ViaCatarina Shopping, apresentando-se como uma proposta que alia o sabor tradicional da cozinha italiana à agilidade das refeições urbanas. Aqui, cada prato é confecionado no momento e pode ser servido sem glúten, sem comprometer o sabor ou a textura.
Com cerca de 31 m2, o espaço aposta numa atmosfera acolhedora e descontraída, ideal para quem procura uma refeição saborosa e rápida, sem abdicar da qualidade. O conceito é simples: provar que é possível comer bem mesmo no ritmo acelerado do quotidiano. O segredo está na seleção rigorosa dos ingredientes e na execução precisa de receitas que reinterpretam a tradição italiana num registo contemporâneo.
A carta dá destaque ao risotto, preparado com grão Arbório e finalizado com notas que evocam os aromas de Itália – o parmesão a derreter, o toque cítrico do limão siciliano e o perfume subtil do vinho branco. Entre as opções mais procuradas encontram-se o Risotto de camarão e alho-francês, o de Vazia e cogumelos e o de Chouriço com chips de mandioca. Para quem prefere uma alternativa sem carne, o Risotto de cogumelos, espargos e queijo da ilha mantém o equilíbrio entre cremosidade e intensidade de sabor.
Embora o risotto seja o protagonista, o menu vai além disso. Há também massas como Carbonara ou Pesto com tomate-cereja, grelhados que incluem Picanha, Vazia e Peito de frango, além de opções vegetarianas, como o Pad thai de vegetais. Todos os pratos são preparados no momento, reforçando a ideia de uma cozinha simples, mas cuidada.
Com mais de quatro mil Lockers e novos sistemas automáticos, a InPost prepara-se para a maior campanha de comércio eletrónico do ano.
A InPost anunciou um aumento de 220% na sua capacidade operacional para o período de maior atividade do comércio eletrónico, permitindo-lhe gerir até 500.000 encomendas por dia. Este reforço surge num contexto em que o volume de compras online atinge o pico entre novembro, com a Black Friday, e o final do período de saldos.
Ao longo de 2025, a InPost expandiu a sua rede e ajustou as operações para responder ao aumento da procura, nomeadamente através da ampliação da sua rede de Lockers, que conta agora com quase quatro mil pontos na Península Ibérica. Cerca de 55% destes estão disponíveis 24 horas por dia, enquanto 99,38% funcionam seis dias por semana. Durante a época alta, muitos destes pontos são reabastecidos várias vezes ao dia, de forma a maximizar a capacidade de entrega.
Com o objetivo de assegurar uma experiência consistente aos utilizadores, a empresa implementou um plano de qualidade focado na monitorização contínua do serviço e na resolução rápida de incidentes. A equipa foi reforçada em 60%, com a contratação de 88 novos profissionais e a criação de 13 postos permanentes. Foram também introduzidas novas automatizações no chat e nas comunicações sobre o estado das encomendas, disponíveis a qualquer hora. Para facilitar o processo de recolha, os clientes podem agora solicitar o reenvio do PIN sempre que necessário.
No que respeita às opções de entrega, a empresa disponibiliza este ano três alternativas: Locker, Punto Pack ou entrega ao domicílio, abrangendo todos os códigos postais da Península Ibérica e das ilhas. A integração, em julho, da empresa Sending, especializada em entregas expresso ao domicílio, consolidou a InPost como um operador logístico integral de última milha. A Sending assegura ainda transporte diário a partir de países como a Bélgica, França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Reino Unido, reforçando a ligação internacional da rede.
A nova Unidade de Saúde promete reforçar a oferta de cuidados de saúde primários no concelho.
Já foi inaugurada a nova Unidade de Saúde de São Cipriano, que passa a funcionar como polo da Unidade de Saúde Familiar (USF) de Resende. As novas instalações pretendem melhorar o acesso e a qualidade dos cuidados de saúde primários prestados à população local e das freguesias vizinhas.
A cerimónia contou com a presença de José Luís Gaspar, presidente do Conselho de Administração da ULS do Tâmega e Sousa, e de Garcez Trindade, presidente da Câmara Municipal de Resende, que destacaram o trabalho conjunto entre as instituições na melhoria das condições de saúde do concelho.
As novas instalações incluem gabinetes médico e de enfermagem, sala de espera, instalação sanitária adaptada a pessoas com mobilidade reduzida, fraldário, secretaria, copa, arrumos, vestiários e depósito de lixo, garantindo um espaço moderno, funcional e adaptado às necessidades atuais. A intervenção contemplou ainda arranjos exteriores e a criação de um novo acesso que liga diretamente o edifício ao espaço público, tornando a unidade mais autónoma e acessível à população.
O projeto foi financiado através do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito do aviso Investimento RE-C01-i01 – Cuidados de Saúde Primários com mais respostas, uma iniciativa que visa reforçar a rede nacional de cuidados de saúde de proximidade.
A obra, avaliada em 595.000€, vai criar uma ligação ciclável entre o Polo Universitário e o Bairro de Rebordãos.
Já começaram as obras da Ciclovia Asprela–Campanhã, um novo eixo de mobilidade que vai permitir, dentro de um ano, pedalar desde a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) até à rotunda de articulação com a Rua de Currais. O projeto, lançado pela Câmara Municipal do Porto, através da empresa municipalGO Porto, representa um investimento de 595.000€ e terá um prazo de execução de 365 dias.
Com cerca de 3,5 quilómetros de extensão, a nova ciclovia ligará o Polo Universitário da Asprela ao Bairro de Rebordãos, atravessando zonas residenciais e escolares que atualmente se ligam sobretudo por vias automóveis. O percurso desenvolver-se-á pelas ruas Frei Vicente de Soledade e Castro, Henrique Sousa Reis, Bairro da Areosa, Professor António Cruz, Santa Justa, Dr. Lopo de Carvalho, Porto Feliz, Travessa Nova de Currais e Rua de Currais, integrando-se com troços cicláveis já existentes.
O projeto prevê ciclovias segregadas, zonas de partilha com peões e automóveis, reorganização do estacionamento, melhoria da iluminação pública e nova sinalização horizontal e vertical, com o objetivo de reforçar a segurança e o conforto dos utilizadores. Serão ainda implementados pavimentos drenantes e relocalizadas algumas infraestruturas, para melhorar a gestão das águas pluviais.
Durante a execução dos trabalhos, haverá condicionamentos temporários de trânsito e estacionamento em várias artérias da zona oriental da cidade. A primeira fase incidirá sobre a Travessa Nova dos Currais, Rua de Currais, Rua do Porto Feliz, Rua de Santa Justa e Rua Dr. Lopo de Carvalho, prolongando-se até início de fevereiro de 2026.
HARO é a nova aposta da Wells no setor ótico, com modelos desenvolvidos em Portugal e foco em qualidade e autenticidade.
A Wells apresentou a HARO, uma marca exclusiva de óculos graduados e de sol que pretende afirmar-se no panorama do design português pela conjugação entre qualidade, estética e acessibilidade. Esta nova proposta nasce como uma proposta que valoriza a autenticidade e procura redefinir a noção de luxo, associando-a à capacidade de fazer escolhas conscientes e equilibradas, onde o design e a durabilidade se sobrepõem ao consumo imediato.
Inspirada na vida urbana e na arquitetura contemporânea, a marca reflete o ritmo e a atitude das cidades, traduzindo-se em modelos pensados para quem encara a moda como uma forma de expressão pessoal. O seu conceito parte da ideia de que “saber escolher é o novo luxo”, defendendo que o verdadeiro valor está na combinação entre estética e funcionalidade. Assim, cada peça da HARO procura equilibrar sofisticação e conforto, adaptando-se a diferentes estilos e personalidades.
A Coleção Outono/Inverno 2025 concretiza esta filosofia através de mais de 50 modelos, desenvolvidos com materiais de elevada qualidade e acabamentos detalhados. As armações dos óculos graduados são produzidas em acetato Mazzucchelli, um material italiano amplamente reconhecido pela resistência e elegância, enquanto os óculos de sol incorporam lentes polarizadas com proteção UV, assegurando uma utilização confortável e segura. Todo o design é concebido em Portugal, o que reforça a ligação da marca à criatividade e ao saber-fazer nacionais.
Com opções que vão desde as linhas clássicas até propostas de caráter mais arrojado, a coleção destaca-se pela versatilidade e pela atenção às tendências atuais. As tonalidades variam entre o verde-oliva, o bordeaux e o padrão tartaruga, conferindo diversidade e personalidade às peças. No total, são apresentados 32 modelos de óculos graduados, com preços a partir de 119€ (incluindo armação e lentes), e 18 modelos de óculos de sol, disponíveis a partir de 69€. Cada compra inclui ainda um totebag HARO, elemento que complementa a identidade visual da marca.
O novo paradigma de gestão passa por concentrar os processos num único sistema para reduzir retrabalho e acelerar a tomada de decisão.
A fragmentação de informação continua a ser um dos maiores impedimentos à eficiência nas empresas. Quando dados sobre assiduidade, avaliações, férias e pagamentos circulam por folhas de cálculo, mensagens e aplicações independentes, perde-se tempo e aumenta-se o risco de erro. Centralizar esses processos num sistema único responde a esse problema de raiz ao garantir que toda a organização trabalha sobre a mesma base de informação.
Plataformas de software de gestão, como a Factorial, são um exemplo prático desta abordagem. Ao concentrar num único local de acesso funções administrativas e de recursos humanos, tais ferramentas tornam os fluxos de trabalho mais claros e rastreáveis. A consequência não é apenas operacional, é também cultural, porque a coerência de dados facilita a responsabilização e a comunicação entre equipas.
Os benefícios operacionais são palpáveis. A eliminação de duplicações e a automatização de tarefas rotineiras reduzem o tempo gasto em verificações e aprovações. O acesso imediato a relatórios consolidados permite identificar rapidamente desvios de despesa, sobrecarga de trabalho em equipas ou necessidades de formação. Estes ganhos traduzem-se numa capacidade maior de resposta a imprevistos e numa redução de custos ocultos que, acumulados, prejudicam a competitividade.
As evidências estatísticas corroboram a tendência. O Eurostat aponta que 59 % das pequenas e médias empresas na União Europeia atingiram um nível básico de intensidade digital, recorrendo a ferramentas integradas e serviços em nuvem. Já um estudo da SD Worx mostra também que mais de metade das empresas europeias tem vindo a aumentar o investimento na digitalização dos processos de recursos humanos. Estes dados confirmam que a centralização deixou de ser apenas uma opção tecnológica e passou a ser parte integrante da organização operacional.
A centralização modifica também a gestão de pessoas. Quando o histórico de desempenho e os registos de formação são acessíveis e fiáveis, a avaliação torna-se mais consistente e a definição de percursos profissionais mais objetiva. Ferramentas integradas apoiam processos de avaliação contínua e tornam mais simples o planeamento de carreiras e a identificação de lacunas de competências. Isto resulta num ambiente de trabalho onde as decisões sobre progressão e formação assentam em informação verificável.
Do ponto de vista financeiro, a consolidação de dados melhora a previsibilidade orçamental. A integração de registos de horas, despesas e salários permite elaborar previsões com maior rigor e reduzir oscilações inesperadas no fluxo de caixa. Assim, uma visão conjunta das despesas e da produção ajuda a alinhar recursos com prioridades estratégicas e a eliminar desperdícios operacionais.
A implementação exige, contudo, cuidados metodológicos. Antes de migrar, é recomendável mapear os processos críticos para identificar pontos de duplicação e dependências. Segue-se um período piloto para avaliar ganhos em tempo e diminuição de erros. A formação das equipas e a definição de regras claras de governação da informação são passos essenciais para que a tecnologia produza efeitos reais.
A já mencionada Factorial serve de exemplo para quem pretende observar um caso concreto de centralização, com módulos que cobrem desde a gestão de assiduidade até a avaliação de desempenho.
Desta forma, centralizar processos num único sistema melhora a eficiência porque reduz redundâncias, aumenta a fiabilidade da informação e cria condições para decisões mais rápidas e fundamentadas. E tecnologias destas são instrumentos, cuja a sua eficácia depende de um mapeamento prévio, de uma implementação faseada e da adoção pelos utilizadores.
A circulação na Linha do Douro entre Marco e Régua será suspensa por cinco meses devido às obras de eletrificação e reforço de túneis.
A circulação ferroviária entre Marco de Canaveses e Peso da Régua será suspensa a partir de 3 de novembro e permanecerá interrompida durante cinco meses, no âmbito das obras de eletrificação e modernização da Linha do Douro. A retoma do serviço ferroviário está prevista para o início de abril de 2026. Durante este período, será disponibilizado um serviço rodoviário alternativo para garantir a mobilidade dos passageiros.
A suspensão do tráfego deve-se à necessidade de executar trabalhos de reforço estrutural e de rebaixamento da plataforma ferroviária nos seis túneis existentes neste troço, com destaque para o Túnel do Juncal, o segundo maior da Rede Ferroviária Nacional, com 1.624 metros de extensão. Estas intervenções exigem um elevado grau de precisão técnica e uma complexa coordenação logística, uma vez que decorrem em zonas confinadas, com espaço limitado para maquinaria pesada e acesso condicionado à instalação de equipamentos.
De acordo com a Infraestruturas de Portugal (IP) e a CP – Comboios de Portugal, a interrupção foi planeada para coincidir com os meses de menor procura, entre novembro e março, de forma a reduzir o impacto sobre os passageiros e o turismo regional. O serviço rodoviário de substituição será articulado com as autarquias locais e contará com percursos e paragens ajustados às necessidades dos utilizadores.
O novo modelo topo de gama da OnePlus aposta num design ultrafino e numa bateria de 7.300 mAh com carregamento rápido de 120 W.
A OnePlus apresentou oficialmente o OnePlus 15, o seu novo smartphone topo de gama, que introduz um design mais fino e um conjunto de melhorias técnicas em relação à geração anterior. O modelo marca também o fim da colaboração com a Hasselblad, passando a utilizar tecnologia de imagem desenvolvida internamente pela marca e pela OPPO.
Com margens laterais de apenas 1,15 mm e a promessa de uma distribuição de peso equilibrada, o OnePlus 15 foi concebido para oferecer maior conforto de utilização. Inclui o sistema de arrefecimento Glacier, 43% superior em área e com o dobro da capacidade de dissipação térmica face ao modelo anterior, concebido para reduzir a temperatura durante sessões prolongadas de jogo.
O OnePlus 15 vem equipado com o processadorQualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5, que promete melhor desempenho em 20% no CPU e em 23% no GPU, com reduções de consumo energético que podem atingir 35% e 20%, respetivamente, face à geração passada. O seu ecrã é um AMOLEDplano de 6,78 polegadas com resolução de 2772×1272 pixeis, taxa de atualização variável entre 1 e 120 Hz – podendo atingir 165 Hz em jogos – e brilho máximo de 1800 nits. Já a taxa de amostragem ao toque é de 330 Hz, permitindo tempos de resposta imediata.
OnePlus 15
No que toca a autonomia, a bateria utiliza dois módulos de 3650 mAh, totalizando 7.300 mAh, e é compatível com carregamento rápido Super Flash Charge de 120 W e carregamento sem fios de 50 W.
E o sistema de câmaras, desenvolvido com tecnologia LUMO Condensed Light Imaging, inclui três câmaras de 50 MP: uma principal com estabilização ótica de duplo eixo e sensor Sony, ultra grande angular com campo de visão de 116° e uma teleobjetiva de 80 mm com zoom ótico de 3,5x. Adicionalmente, este conjunto suporta gravação de vídeo em 8K a 30 fotogramas por segundo. Já a câmara frontal é de 32 MP com foco automático.
Com lançamento nas cores nas cores Original Sand Dune, Absolute Black e Mist Purple, o OnePlus 15 estará disponível com até 16 GB de RAM LPDDR5X e 1 TB de armazenamento UFS 4.1, com o ColorOS 16 (Android 16) já instalado. O equipamento inclui ainda Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, NFC, USB-C 3.2, certificação IP69K e sensor de impressão digital ultrassónico integrado no ecrã.
O lançamento do OnePlus 15 teve início no mercado chinês, sem data confirmada para a chegada à Europa.
Português antevê reconfiguração da indústria, com pressão chinesa e desafios estruturais nos grandes grupos.
O antigo CEO da Stellantis, Carlos Tavares, antecipou mudanças profundas que poderão alterar de forma duradoura o equilíbrio atual entre os principais fabricantes da indústria automóvel .
Em declarações ao jornal francês Les Echos, o gestor português alertou para a fragilidade do “triplo equilíbrio” dentro do grupo Stellantis, que envolve Itália, França e Estados Unidos, e admitiu que esse modelo poderá romper-se face aos desafios internos e às pressões externas. Entre as hipóteses colocadas, Tavares mencionou uma divisão entre as operações europeias e norte-americanas da Stellantis.
De acordo com o ex-líder do grupo, não seria impensável que um fabricante chinês viesse a adquirir os negócios europeus, enquanto a vertente norte-americana poderia retomar a independência e operar de forma autónoma.
Mas as previsões de Carlos Tavares não se ficaram pela Stellantis. O gestor também abordou o futuro da Tesla, de Elon Musk, sugerindo que a empresa poderá abandonar o setor automóvel nos próximos anos. Essa análise baseia-se na forte concorrência da fabricante chinesa BYD, que já ultrapassou a Tesla em volume de vendas globais. De acordo com Tavares, esta pressão crescente poderá levar Musk a redirecionar o foco da empresa para outras áreas, como a robótica humanoide, a exploração espacial com a SpaceX ou a inteligência artificial desenvolvida pela xAI.
“Não se pode descartar que, a certa altura, a Tesla decida deixar a indústria automóvel”, afirmou Carlos Tavares, acrescentando que não tem a certeza se a Tesla ainda existirá daqui a 10 anos. Apesar de reconhecer a Tesla como um grupo inovador, o gestor considera que será ultrapassada pela eficiência da BYD.
O Grupo LeYa instalou bibliotecas nos hospitais de Santa Cruz, São Francisco Xavier e Egas Moniz, em Lisboa, disponibilizando 1.500 livros para pacientes, profissionais e visitantes.
O Grupo LeYa está a instalar bibliotecas nos hospitais de Santa Cruz, São Francisco Xavier e Egas Moniz, em Lisboa, no âmbito de uma parceria com a Unidade Local de Saúde de Lisboa Ocidental (ULSLO). A iniciativa disponibiliza 1.500 livros a pacientes, profissionais e visitantes, promovendo a leitura como forma de bem-estar e de humanização dos cuidados de saúde. As bibliotecas de Santa Cruz e de São Francisco Xavier já se encontram em funcionamento, estando a conclusão da de Egas Moniz prevista até ao final deste mês de outubro.
Cada hospital recebe 500 livros de géneros variados, destinados a diferentes faixas etárias. A colaboração entre a LeYa e a ULSLO será também alargada a cinco serviços do Hospital de Santa Maria, cuja implementação está prevista para novembro. O objetivo passa por transformar os hospitais em espaços onde a cultura e a saúde se cruzam, oferecendo momentos de pausa e reflexão a quem os frequenta.
A criação destas bibliotecas integra o programa de responsabilidade social LeYa para Cuidar, que reúne várias iniciativas de impacto comunitário e interno. A montagem das bibliotecas conta com o envolvimento direto de mais de uma centena de colaboradores da LeYa, responsáveis pela seleção, entrega e organização dos livros.
O projeto inclui ainda a iniciativa Os Contadores de Histórias LeYa, lançada no Dia Mundial da Criança, quando a editora ofereceu 150 livros infantis ao Hospital de Santa Maria e promoveu sessões de leitura com crianças internadas. A experiência evoluiu para uma prática semanal: todas as sextas-feiras, um grupo de voluntários da editora regressa ao hospital para ler histórias, contando atualmente com mais de vinte participantes regulares.
Em 2025, a LeYa já ultrapassou a marca dos 11.500 livros doados a instituições de diferentes regiões.
A noite intimista, em dia de aniversário de Manel Cruz, prometia ser de proximidade e de conforto e… foi tudo isto!
A riqueza das pequenas canções (como o próprio intitula que tem as duas músicas mais pequenas da Europa) fizeram diminuir a sala esgotada para um almoço de domingo à tarde em família. A prática concertada de Manel Cruz estende-se a qualquer palco através de pequenas histórias a meio de cada canção, ou então é a desculpa perfeita para a afinação de cada instrumento.
Antes do início, coube ao público a primeira canção, sem direito a bolo de chocolate neste dia de festa. Apresentou-se sozinho, em palco, ora com guitarras, ora com o seu cavaquinho.
“Beija-flôr” abriu o reportório conhecido e as primeiras boas impressões com o público, segundo o próprio. De seguida, a sua versão da versão do amigo de uma música sua (“Quem sabe”) transformada em bom pelos Foge Foge Bandido.
Seguem-se “Constelação” e “Ginger Lynn”, que fazem parte da setlist, sendo que uma é um single e a outra nunca foi editada. “Pode Beijar a Noiva” junta-se às músicas tocadas ao vivo que nunca foram editadas, quer em single, quer em álbum, isto porque, depois do confinamento, o autor português fez muitas músicas só para ele e para o público ter uma razão lógica para assistir aos seus concertos.
Pouco depois, “Mal nenhum”, uma música sobre o julgamento das pessoas em tudo o que está a ocorrer no nosso país, na sociedade em geral e, claro, nos problemas relacionados com as diferenças entre todos nós. Já “Falso Graal” é uma das músicas que o próprio tem maior prazer em tocar ao vivo, visto que foi inicialmente rejeitada pelos Ornatos Violeta, e fala sobre o lado negro que todos temos e que nos une.
Por sua vez, “Acordou” foi a primeira canção escrita durante a pandemia, durante a qual estávamos todos confinados e fechados, falando sobre a ilusão de que iríamos sobreviver mais fortes e mais unidos do que nunca.
“Lua de Fogo” e “Reencontro” deram o mote final para o momento mais desconcertante e cómico da noite, a “Aldeia do Maluco”, com o artista a colocar uma espécie capacete de basebol americano com um pára-raios em chapa de latão.
Foi, acima de tudo, uma noite de partilha de histórias sinceras em ambiente pacífico e de comunhão entre o artista e público.
O primeiro concerto da noite esteve a cargo de Maria Roque com o seu projeto MaZela, vencedores do festival Termómetro de 2024. Um concerto melódico entre a aceitação da dor e a forma de encontrarmos novas formas de a diminuir (fuga, isolamento, tristeza e mágoa).
A cantora islandesa-chinesa Laufey atua pela primeira vez em nome próprio em Lisboa, apresentando o álbum A Matter of Time no Coliseu dos Recreios.
A cantora e compositora islandesa-chinesa Laufey vai subir ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no dia 21 de março de 2026, para o seu primeiro concerto em nome próprio na capital. A artista apresenta-se com o espetáculo de divulgação do seu mais recente álbum, A Matter of Time, o terceiro da sua carreira.
Com uma estética que funde jazz, música clássica e pop contemporâneo, Laufey alcançou reconhecimento internacional ao reinterpretar influências de nomes como Chet Baker e Carole King, transportando-as para uma linguagem atual e emocionalmente envolvente. A sua abordagem ao romantismo e à nostalgia sonora transformou-a num fenómeno global, tendo esgotado salas icónicas e colaborado com artistas como Norah Jones e Beabadoobee.
O novo álbum marca uma viragem na sua trajetória artística. Laufey descreve-o como um espaço de liberdade criativa onde permitiu que “o coração vagueasse”, explorando temas como a vulnerabilidade, o amor e a descoberta pessoal. A Matter of Time sucede a Bewitched (2023), disco que lhe valeu o GRAMMY de Melhor Álbum Vocal de Pop Tradicional e que a tornou a mais jovem artista de sempre a vencer nessa categoria.
Entre as novas composições destacam-se “Silver Lining”, “Tough Luck” e “Lover Girl”, canções que revelam uma artista mais confiante e introspectiva, capaz de equilibrar a delicadeza do romance com a intensidade da emoção em palco. O registo combina arranjos orquestrais, influências de bossa nova e um apurado sentido cinematográfico, consolidando Laufey como uma das compositoras mais inventivas do panorama atual.
Quanto aos bilhetes, são postos à venda dia 31 de outubro, variando entre os 22 e os 95€.
O sistema operativo baseado no Android 16 introduz melhorias de desempenho e maior integração no ecossistema da marca.
A Xiaomi começou a distribuir a versão final do HyperOS 3 para os modelos da série Xiaomi 15T, introduzindo assim o Android 16 aos dispositivos.
O sistema introduz uma interface mais limpa, tempos de resposta otimizados e uma integração mais fluida entre os diferentes equipamentos do ecossistema Xiaomi, onde se incluem smartphones, tablets, relógios e produtos domésticos inteligentes.
A atualização do Xiaomi 15T surge na versão OS3.0.3.0.WOEEUXM, que inclui também a correção de segurança de outubro de 2025. No Xiaomi 15T Pro, a versão disponibilizada é a OS3.0.4.0.WOSEUXM, com o mesmo conjunto de melhorias e correções.
Numa publicação nas redes sociais da marca, a equipa responsável pelo desenvolvimento do sistema confirmou que a série 15T é uma das primeiras a receber o HyperOS 3, adiantando que o processo de expansão para outros modelos já está em curso e deverá acelerar nas próximas semanas. A série 15T, posicionada no segmento intermédio, recebeu a atualização antes de equipamentos de topo como o Xiaomi 15 Ultra.
De acordo com o calendário de lançamento partilhado pela Xiaomi no mês passado, o HyperOS 3 deverá chegar à maioria dos modelos recentes até ao final do primeiro trimestre de 2026.