Hotéis Solverde lançam programas de Páscoa com caças aos ovos, menus especiais e spa

Hotéis Solverde apresentam programas de Páscoa com pacotes de alojamento, caças aos ovos, buffets temáticos e rituais de spa, com preços diferenciados para adultos e crianças em várias unidades do grupo.

A Solverde Casinos & Hotéis preparou um conjunto de programas para a Páscoa que combinam estadia, refeições temáticas e atividades para famílias em várias unidades do grupo. As propostas incluem caças aos ovos para crianças, almoços e jantares buffet com menus especiais e, em alguns casos, tratamentos de spa associados à época, com condições e preços definidos para adultos e crianças.

No Hotel Solverde Spa & Wellness Center, junto ao mar, a programação de Páscoa integra um desconto de 25% em reservas efetuadas diretamente no site do hotel e a oferta de um presente doce de boas-vindas à chegada. O domingo de Páscoa, 5 de abril, é marcado por uma atividade dirigida às famílias: às 11h, crianças dos 3 aos 12 anos participam numa caça aos ovos, em equipas de dois ou três elementos, em que um dos participantes tem de ser obrigatoriamente um adulto. No final do percurso, todos recebem um diploma de participação. Segue-se o almoço de Domingo de Páscoa, servido em regime de buffet, com uma mesa composta por várias propostas de pratos frios, quentes e sobremesas.

No buffet de frios, o hotel destaca sugestões como Carpaccio de polvo com pimenta, Ostras ao natural, Presunto pata negra com romã e citrinos, Leitão à moda da Bairrada com trio de batatas, Salada de bacalhau com migas de broa, Salada de ovas com cebola roxa e ovos de codorniz, Sapateira recheada com tostas de broa e vieiras gratinadas, entre outras opções. Na secção de pratos quentes, o alinhamento é assente em especialidades tradicionais portuguesas, como Cozido à portuguesa, Bacalhau lascado com broa e Cabrito de leite assado no forno. O capítulo das sobremesas apresenta um conjunto de doces típicos da época e da doçaria conventual, entre eles Pudim Abade de Priscos, Pão de ló de Alfeizeirão, Morgados do Bussaco, Mousse de chocolate, Leite creme e Folar da Páscoa. O preço do almoço é de 78€ por adulto, com bebidas incluídas, e 39€ por criança dos 3 aos 12 anos.

Em Chaves, o Hotel Casino Chaves organiza programas de Páscoa com estadia e jantares incluídos, para as noites de 3 e 4 de abril. Estão disponíveis dois pacotes: um com 2 noites e 2 jantares e outro com 2 noites e 1 jantar. Em ambos os casos, o programa inclui pequeno-almoço buffet no restaurante, tratamento de boas-vindas no quarto à chegada, acesso ao Spa & Wellness Center, estacionamento exterior e possibilidade de late check-out até às 15h, mediante disponibilidade. As refeições noturnas assumem a forma de jantares buffet temáticos de Páscoa, com algumas especialidades da região.

Os hóspedes que optem por prolongar a estadia podem celebrar o domingo com uma caça aos ovos às 11h e um almoço em buffet. O almoço inclui um buffet de saladas simples e compostas, um buffet de frios com propostas como Carpaccio de abacaxi com presunto, Polvo à galega, Ovos recheados ou Gaspacho de frutos vermelhos, entre outras, um buffet de pratos quentes com Bacalhau em crosta de broa, Cabrito assado no forno com alecrim ou Vitela assada à transmontana com batata assada e legumes salteados, e um buffet de sobremesas. O menu infantil apresenta opções como mini pizzas e mini hambúrgueres. O preço do almoço é de 57,50€ por adulto, com bebidas incluídas, e 28,75€ por criança dos 3 aos 12 anos. No mesmo hotel, em plena época de amêndoas e chocolates, o spa propõe ainda o ritual Cacau Therapy, uma massagem com fragrância de cacau e foco no relaxamento do corpo e da mente. A sessão dura 50 minutos, custa 55€ por participante e está disponível apenas entre 1 e 6 de abril.

Em Espinho, o Hotel Apartamento Solverde apresenta preços especiais de Páscoa a partir de 106€ por noite em quarto duplo, para estadias mínimas de três noites. O programa inclui alojamento e pequeno-almoço buffet servido no restaurante.

Mais a sul, o Hotel Algarve Casino, no Algarve, disponibiliza dois programas completos: um pacote de 2 noites com 2 jantares, com o preço de 472€ em quarto duplo com vista mar, e um pacote de 2 noites com 1 jantar, referente apenas à noite de 4 de abril. No primeiro caso, está incluído o jantar buffet Noite de Mar, com bebidas incluídas, na noite de 3 de abril, e um jantar buffet com bebidas incluídas e música ao vivo na noite de 4 de abril. Quem pretender pode estender a estadia com noites extra, a partir de 124€ por noite, em quarto duplo vista mar. Em ambos os programas está incluído o pequeno-almoço buffet, a oferta de doces de Páscoa à chegada, o acesso à sala de fitness e o late check-out até às 16h, sujeito a disponibilidade.

Os menus especiais deste hotel para a Sexta-Feira Santa e para o sábado de Páscoa são servidos em regime de buffet. Na Sexta-Feira Santa, o jantar começa com uma seleção de entradas frias ligadas ao mar, como Camarão ao natural, Salada tropical, Pinha de lagostins, Salada de búzios, Salada de polvo, Massada de mexilhões, Sapateira natural e Salada de marisco em spaghetti de tinta de choco. Nas entradas quentes, surgem Vieiras gratinadas, miniaturas salgadas e Camarão à la Guilho. Como pratos principais, além da sopa, são servidos Bacalhau espiritual, Bifes de atum em molho de amêijoas e coentros e Arroz de marisco. O capítulo doce inclui Torta de amêndoa, Éclair de chocolate e cenoura, Pudim Abade de Priscos, um Doce de abóbora e nozes em versão vegan, entre outras propostas.

No sábado, o jantar buffet de Páscoa apresenta entradas frias como Salada de bacalhau, Salada de jardineira de legumes com miolo de camarão e tomate cherry, Salada de couscous com frutos secos, Salada montanheira, Roti de peru com molho de chanterelle e uma seleção de queijos, entre várias outras opções. Nos pratos quentes, o alinhamento inclui sopa, Tranche de salmão em crosta de ervas, Arroz de pato, Cabrito assado com arroz de grelos e Tomatada de courgettes. A mesa de sobremesas junta Toucinho do céu, Pavlova de Páscoa, Cheesecake de frutos vermelhos, Crème brûlée de laranja e louro, Creme de caramelo em versão vegan e fruta da época. Estes dois menus podem ser adquiridos também por clientes que não estejam hospedados no hotel, com um preço de 50€ por adulto e 25€ por criança dos 3 aos 12 anos.

Google Search Live chega oficialmente a Portugal e em português

A nova funcionalidade permite conversas por voz com a inteligência artificial, uso da câmara em tempo real e integração direta com o Google Lens.

A Google lançou o Search Live em Portugal, após semanas de especulações e de testes limitados. A funcionalidade, lançada inicialmente no verão passado, funciona como uma versão integrada do Gemini Live dentro da própria pesquisa, aproveitando as capacidades do Projeto Astra para oferecer interações mais naturais e contextuais.

O Google Search Live permite conversas de voz bidirecionais com a inteligência artificial, que responde em áudio e apresenta links relevantes no ecrã. O utilizador pode continuar a conversa com perguntas adicionais, pedir esclarecimentos ou aprofundar um tema, tudo sem interromper o fluxo da interação. A experiência funciona em segundo plano, permitindo alternar para outras aplicações enquanto a IA continua ativa. Um dos aspetos mais interessantes é a possibilidade de usar a câmara do smartphone para mostrar ao Search Live exatamente o que está à nossa frente. A IA analisa o contexto visual, seja um objeto, um local, um produto ou uma situação, e oferece respostas, sugestões e links úteis com base no modelo Gemini 3.1 Flash Live. Quem já estiver a utilizar o Google Lens pode iniciar o Search Live diretamente a partir da interface, bastando tocar no novo ícone que aparece na parte inferior do ecrã.

A implementação está a ser distribuída gradualmente para Android e iOS, provavelmente através de uma atualização no servidor. Para verificar se a funcionalidade já chegou, basta abrir a aplicação Google e procurar pelo novo ícone ao lado do botão do Modo IA. É possível alternar livremente entre escrever no Modo IA e conversar com o Search Live, bem como ativar a câmara durante a interação para fornecer contexto visual adicional. Nas definições, o utilizador pode ativar ou desativar a opção Continuar em segundo plano, que determina se a conversa permanece ativa quando a aplicação é minimizada ou o ecrã é bloqueado.

Google Search Live
Google Search Live

Se o recurso ainda não aparecer no dispositivo dos utilizadores, basta aguardar algumas horas, uma vez que a distribuição é progressiva, e garantir que a aplicação Google está devidamente atualizada.

WhatsApp para iOS já permite ter 2 contas no mesmo iPhone

O WhatsApp recebe suporte a duas contas no iPhone, transferência de conversas entre ecossistemas, gestão melhorada de armazenamento e novas ferramentas inteligentes.

O WhatsApp anunciou um conjunto de novidades que começa a chegar aos utilizadores e que prometem maior flexibilidade e integração entre plataformas. A mudança mais aguardada é, sem dúvida, a possibilidade de utilizar duas contas no mesmo iPhone, algo que até agora estava limitado ao Android. A alternância entre perfis torna‑se imediata e a foto do utilizador aparece na barra inferior, facilitando a identificação da conta ativa.

Outra melhoria prática é a nova ferramenta de gestão de armazenamento, que permite localizar e eliminar ficheiros de grandes dimensões diretamente a partir das conversas. Ao aceder ao menu Gerir Armazenamento, o utilizador pode apagar apenas os ficheiros multimédia, preservando as mensagens e libertando espaço sem comprometer o histórico. Outra das adições mais relevantes é o recurso que permite transferir conversas entre iOS e Android, incluindo mensagens, fotos e vídeos. E a migração entre ecossistemas, que durante anos foi um processo complicado, torna‑se agora mais simples e transparente, acompanhando a evolução recente da transferência de eSIM entre plataformas.

A aplicação passa ainda a sugerir figuras com base nos emojis usados, tornando o uso de stickers mais natural. Para isso, basta tocar na sugestão para substituir o emoji pela figurinha correspondente. A integração com a Meta AI também avança, os utilizadores podem agora editar fotos diretamente na conversa antes de envia‑las, removendo elementos, alterando fundos ou aplicando estilos e filtros sem recorrer a aplicações externas, e a assistência de escrita foi melhorada e pode sugerir respostas adequadas ao contexto da conversa, agilizando interações rápidas.

Xbox Partner Preview confirma Hades II para o Game Pass em abril e revela sete novos jogos

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A Xbox apresentou 19 jogos num evento de 30 minutos inteiramente dedicado a parceiros terceiros, chegadas ao Game Pass e várias revelações.

A Xbox realizou mais uma edição do Xbox Partner Preview, um evento de 30 minutos dedicado a novidades de parceiros terceiros onde foram apresentados 19 jogos e 14 dos quais chegam ao Xbox Game Pass Ultimate. Entre as chegadas ao serviço, destaca-se Hades II, a sequela do roguelike da Supergiant Games que já havia ficado disponível no PC e Nintendo Switch. Este chega a 14 de abril à Xbox Series X|S, PC e Cloud com acesso incluído no Game Pass desde o primeiro dia, expandindo a fórmula do original com novas localizações, sistemas de progressão e desafios num Submundo mitológico mais vasto. Para além do ecossistema Xbox, Hades II ficará disponível também na PlayStation 5. Outra grande novidade para o serviço é a chegada de Super Meat Boy 3D a 31 de março, que transporta o platformer de precisão extrema da série para três dimensões, mantendo os obstáculos brutais e a progressão cada vez mais exigente que definem a franquia.

Para o verão ficou também confirmada a primeira grande expansão de S.T.A.L.K.E.R. 2: Heart of Chornobyl, cahamada Cost of Hope, com mais de 20 horas de campanha e novas regiões da Zona, incluindo a central nuclear de Chornobyl. Ainda em 2026 chegam Ascend to Zero, um roguelike de ação em pixel art com mecânicas de manipulação do tempo, previsto para 13 de julho com Game Pass, e Wuthering Waves, um RPG de ação em mundo aberto com estética anime em que o jogador acorda sem memórias e parte à procura do seu passado, também em julho, mas sem dia ainda definido.

Entre os jogos revelados pela primeira vez, destacou-se Alien Deathstorm, da Rebellion (Atomfall, Sniper Elite). Trata-se de um FPS passado numa colónia extraterrestre onde tempestades violentas e criaturas alienígenas em constante mutação definem as condições de sobrevivência. Há também um novo Serious Sam, chamado Serious Sam: Shatterverse que coloca cinco versões alternativas de Sam em modos de combate cooperativo para salvar o multiverso.

Entre as novidades, Dispatch marcou também presença, confirmando o lançamento da série episódica da AdHoc Studio na Xbox. Nesta aventura animada e visual, o jogador gere uma equipa de ex-vilões reconvertidos em super-heróis a partir de uma secretária, alternando entre mecânicas de gestão e escolhas de diálogo durante as cinemáticas.

A transmissão também serviu para abrir as portas para jogos do futuro, mais precisamente para 2027. Entre eles destacou-se The Expanse: Osiris Reborn, um RPG de ação na terceira pessoa passado no universo criado por James S.A. Corey, altamente inspirado em Mass Effect. Apesar de ter uma beta marcada para 22 de abril o lançamento ficou confirmado para a primavera de 2027. Para o mesmo ano estão previstos Hunter: The Reckoning – Deathwish, um jogo de ação em primeira pessoa no universo de terror World of Darkness; Moosa: Dirty Fate, um jogo de ação em terceira pessoa passado na Coreia feudal; e Artificial Detective, que encerrou a transmissão, com um trailer cinemático que deixa antever uma aventura de ação terceira pessoa ao controlo de um detetive robô.

Não menos importante foi também a presença de Stranger Than Heaven, o próximo jogo da RGG Studio, que promete uma história que decorre ao longo de cinco períodos históricos em cinco cidades distintas. Os jogadores poderão conhecer melhor esta aposta numa transmissão especial a 6 de maio.

Para conhecerem todas as novidades e detalhes, podem seguir até ao blog oficial da Xbox, ou rever a transmissão na integra, em baixo:

Do Alma ao Time Out Market Lisboa: Henrique Sá Pessoa explica a “porta de entrada” para o seu universo gastronómico

O Time Out Market Lisboa condensa o universo Henrique Sá Pessoa com técnica apurada, cozinha portuguesa cosmopolita e consistência em grande escala.

12 anos depois de se estrear no Time Out Market, em Lisboa, Henrique Sá Pessoa regressou ao espaço com uma relação diferente: a operação é agora totalmente sua, assente numa cozinha de produção em Marvila e num conceito afinado ao milímetro para responder ao fluxo constante de centenas de pessoas por dia. A propósito desta novidade, o Echo Boomer esteve esta semana num almoço que serviu não só para provar alguns dos novos pratos, como para perceber o que mudou, o que se mantém e como é que este projeto se articula com o restante universo Henrique Sá Pessoa.

“Estou cá há 12 anos, mas numa vertente diferente da de agora”, começa por contextualizar o chef, explicando que, até há pouco tempo, tinha apenas 50% do projeto no mercado. Com a transição para uma operação totalmente sua, sentiu necessidade de fazer um corte claro com o passado: “Quando o espaço passou para mim a 100%, senti que tinha de haver um corte entre o Henrique Sá Pessoa com a plataforma durante 12 anos e o Henrique Sá Pessoa de agora.”

Esse corte é visível não só na estética do balcão – com peças de madeira assinadas por Mário Belém e o azul que replica o azulejo da cozinha do restaurante Henrique Sá Pessoa -, mas sobretudo na forma como a cozinha está organizada. O estúdio que o chef mantinha em Marvila foi transformado numa cozinha de produção com cerca de 250 m2, equipada “do melhor” e com uma equipa dedicada exclusivamente a preparar as bases de todos os pratos.

Tudo o que chega à bancada do Time Out Market – desde o puré de grão ao húmus, do choco cortado em tiras ao porco preto laminado – é feito em Marvila, chega de manhã numa carrinha e, se for preciso, é reposto à tarde. No espaço, com apenas 15 m2, a equipa dedica‑se à finalização. É, para o chef, a única forma de garantir consistência num sítio que pode servir entre 600 e 700 pessoas num único dia e onde “um cozinheiro que aguenta seis meses é um herói”.

Henrique Sá Pessoa - Time Out Market

Henrique Sá Pessoa define o conceito do espaço no Time Out Market como um compromisso entre conforto e identidade: “Isto não é street food, mas também não é fine dining, tens de arranjar ali um compromisso.” Gosta de comida de conforto, gosta de comida portuguesa e quis que essa vertente estivesse bem marcada, ainda que sem cair na ortodoxia da cozinha tradicional.

Cerca de 80% da carta é “muito portuguesa”, com alguns toques de outras geografias, da Coreia ao Norte de África. A sazonalidade, admite, não é o eixo central da oferta: a carta antiga esteve 12 anos praticamente igual e agora o objetivo é ter uma base estável que permita ler com clareza o que funciona e o que não funciona. Há, contudo, um prato do dia rotativo, pensado para períodos de três meses, onde o chef se permite ser mais literal na tradição – feijoada, arroz de pato, pratos “de inverno” que, mais perto do verão, serão inevitavelmente revistos.

Esse prato do dia é assumidamente “muito português”, com propostas como Alheira com ovo e puré de batata, sem grandes invenções. Os restantes pratos cruzam referências: a delicadeza espanhola dos croquetes, a técnica japonesa aplicada ao choco frito, ecos norte‑africanos na couve‑flor, e o inevitável bacalhau com grão, que acompanha o chef desde 2006.

Um menu de best sellers: da bifana ao bacalhau confitado

Durante o almoço, Henrique Sá Pessoa decidiu apresentar aqueles que considera, até agora, os best sellers da carta. Começa pelos Croquetes de presunto, “não típico português, mas típico de Espanha”, cremoso por dentro, herdeiro direto do Tapisco, restaurante anterior do chef.

Seguiu‑se a Bifana de Secretos de Porco Preto & Molho da casa, que o próprio descreve como “a loucura”: “Andamos a vender 100, 150 bifanas por dia.” Para chegar a este resultado, o chef cruzou duas matrizes de sabor: uma marinada ao estilo kimchi, com tempero coreano fermentado, e a tradicional vinhadalhos portuguesa. A carne fica 24 horas em marinada, é frita como uma bifana normal e depois mantida dentro do molho, “como nas tascas”, até ser pedida. É um prato assumidamente guloso, que rapidamente se tornou no best seller da casa e que os comensais, à mesa, elogiam em coro.

O Choco Frito em Bolo do Caco & Maionese de Coentros é outro momento forte da refeição, descrito pelo chef como resposta à “lotaria” que é, muitas vezes, o choco de Setúbal. Para evitar o risco de chegar rijo ao prato, é cozinhado a baixa temperatura e, depois, dado um acabamento “ao estilo japonês”, resultando numa textura mais crispy do que a versão tradicional setubalense. Chega à mesa com maionese de zest de lima e pão bolo do caco com tinta de choco, num prato que cruza Portugal, Japão e Madeira.

Para vegetarianos (ou simplesmente curiosos), há uma proposta em torno da Couve-flor assada com hummus, pinhão tostado & chilli, paixão assumida de Henrique Sá Pessoa. Vem acompanhada de húmus e de um vinagrete de grão; por cima, um picadinho de pinhão com alho e malagueta, embora o chef garanta que não é excessivamente picante – e efetivamente não é. É um dos exemplos de pratos em que entra a influência do Norte de África, pensados também para responder à crescente procura de opções vegetarianas.

Chegou também à mesa um clássico: o Bacalhau confitado com grão-de-bico & tomate seco, prato que acompanha o chef desde 2006, quando foi criado no Sheraton, numa versão mais “fancy”. Este bacalhau atravessou o primeiro Alma, passou para o segundo e instala‑se agora no balcão do Time Out Market, como um dos pilares portugueses da carta. “Este é muito português”, sublinha‑se à mesa.

Ainda nos deliciámos com as Bochecas de Vitela com puré de batata, couve & bacon e, para finalizar em beleza, uma maravilhosa Mousse de Chocolate com azeite & flor de sal e um Bolo de Banana e Caramelo com gelado de baunilha, este último a fazer uma conjugação sublime entre o toque ligeiramente amargo/tostado do caramelo e a doçura da fruta.

O espaço no Time Out Market é, nas palavras do próprio chef, “o irmão” do restaurante Henrique Sá Pessoa noutro ponto da cidade. A base da cozinha é a mesma: caldos, molhos e técnicas são replicados, ainda que a finalização e o enquadramento sejam diferentes. A ideia é clara: para muitos, o restaurante de fine dining não é acessível; aqui, há uma “porta de entrada” para o universo do chef, mais abrangente e mais acessível em preço e formalidade.

Esta relação entre projetos torna‑se ainda mais relevante se pensarmos na forma como o chef olha para o ecossistema Michelin e para o impacto económico de um restaurante estrelado. Henrique Sá Pessoa insiste que as estrelas não são apenas um galardão elitista, mas um motor que faz mexer hotéis, companhias aéreas e outros restaurantes da cidade. Dá o exemplo recente de um cliente que voou de Madrid apenas para almoçar no restaurante e regressar no mesmo dia. Ou de muitos outros que organizam fins de semana em Lisboa centrados no Belcanto, no Ramiro ou no Solar dos Presuntos.

O Time Out Market como palco e laboratório

O Time Out Market é quase como uma “galinha dos ovos de ouro”, mas com muitas condicionantes. O fluxo turístico é massivo – fala‑se em mais de 4 milhões de pessoas a entrarem por ano, que considera “o espaço mais visitado de Lisboa” -, o que garante movimento, mas obriga a logística apertada. Um erro de 30 segundos numa estação de cozinha pode atrasar oito cozinheiros; a pressão é constante, apesar da música, da “onda” e do ambiente aparentemente descontraído.

Ao mesmo tempo, o mercado funciona como montra internacional. Há quem venha ao restaurante de fine dining e, no dia seguinte, passe pelo Time Out; e o contrário também acontece: turistas que descobrem o balcão no mercado e, ao saberem que existe um restaurante de alta cozinha do mesmo chef, marcam mesa para outra ocasião. O espaço é, assim, uma espécie de hub que alimenta e é alimentado pelo resto da constelação Henrique Sá Pessoa – em Lisboa, no Porto (responsável pela carta do Vinha, do Vinha Boutique Hotel, também com uma estrela Michelin) e no estrangeiro, em Amesterdão, Londres e Macau.

Hoje, no universo Henrique Sá Pessoa, há uma regra interna: nenhum cozinheiro entra no restaurante de fine dining sem passar primeiro pelo balcão do Time Out Market. Não é castigo, sublinha, mas uma escola de resiliência: “Se aguentares aqui seis meses, com 2 m² e esta pressão, lá vais aguentar de certeza.”

No final, fica a impressão de que o balcão do Time Out Market condensa, em formato de mercado, muitas das linhas de força do universo Henrique Sá Pessoa: a procura de conforto sem abdicar da técnica, a afirmação da cozinha portuguesa num contexto cosmopolita, a preocupação com a consistência numa escala de serviço quase industrial e uma reflexão cada vez mais consciente sobre o que significa liderar equipas num setor historicamente marcado pela violência e pela pressão extrema.

O croquete cremoso à espanhola, a bifana em kimchi de vinha d’alhos, o choco crispy em bolo do caco de tinta de choco, a couve‑flor assada com húmus e o bacalhau confitado com grão são, neste contexto, mais do que pratos de mercado: são pequenos capítulos de uma história longa, feita de cozinhas de hotel, restaurantes Michelin, estúdios em Marvila e agora um balcão no espaço mais visitado de Lisboa. Uma história que, pelo que se ouviu e provou neste almoço, está longe de ter chegado ao fim.

Sky Lounge leva experiências gastronómicas às alturas em várias cidades portuguesas

Lisboa recebe a primeira sessão do Sky Lounge, uma refeição nas alturas com vista sobre Belém e menu criado pelo chef Chakall.

A iniciativa portuguesa Sky Lounge vai promover, a partir de maio, uma série de experiências gastronómicas que decorrem a 50 metros de altura, em várias cidades do país. O projeto, que passará por Lisboa, Porto, Algarve e Aveiro, propõe jantares e almoços num espaço suspenso, com vista panorâmica sobre locais emblemáticos de cada região.

A primeira edição está marcada para Lisboa, entre 29 e 31 de maio, na zona de Belém. A estrutura será erguida com recurso a gruas especialmente adaptadas para este tipo de eventos, garantindo uma plataforma segura capaz de acolher 22 participantes por sessão. Em cada uma das datas, o chef argentino Chakall assume a condução do serviço, preparando ao vivo um menu de degustação composto por várias etapas, acompanhado por uma seleção de vinhos escolhida para o efeito.

Durante a refeição, os participantes permanecem sentados em cadeiras que podem rodar até 180 graus, o que lhes permite observar a paisagem envolvente, incluindo a Torre de Belém, o Palácio Nacional de Belém e o Padrão dos Descobrimentos. A experiência decorre num ambiente restrito, com capacidade limitada a 180 pessoas ao longo de cada evento.

A Sky Lounge define cada encontro como uma Chef Sky Session, conduzida por um chef convidado. Depois da estreia em Lisboa, o formato tem passagens previstas por outras regiões do país, com a direção de Ricardo Costa (The Yeatman, Porto), Noélia Jerónimo (Cabanas de Tavira, Algarve) e Tony Martins (Vagos Sensation Gourmet, Aveiro). As datas serão divulgadas posteriormente.

Segundo o fundador e diretor executivo da Sky Lounge, Francisco C. Mendonça, a proposta combina gastronomia e espetáculo em edições limitadas, com vista a proporcionar “uma experiência sensorial completa” nas principais cidades portuguesas.

Para além das sessões abertas ao público, a estrutura poderá ser adaptada a iniciativas empresariais e eventos privados. A organização refere que a plataforma pode integrar ativações de marca ou ações corporativas em qualquer cidade portuguesa.

Os valores definidos para a edição de estreia variam entre 145€ (almoços) e 175€ (jantares), com reservas disponíveis através do site oficial da Sky Lounge.

Chef Hans Neuner cria novo menu de degustação Essência para o Ocean

O restaurante Ocean, com duas estrelas Michelin, reabre no Vila Vita Parc com o Essência, o novo menu de Hans Neuner que reflete cinco anos de investigação sobre as raízes da gastronomia portuguesa.

Depois de um ciclo de cinco anos dedicado à exploração das origens e influências da gastronomia portuguesa, o restaurante Ocean, distinguido com duas estrelas Michelin e situado no resort Vila Vita Parc, no Algarve, reabre com um novo menu de degustação assinado pelo chef austríaco Hans Neuner. Chamado Essência, o menu representa simultaneamente um ponto de chegada e de reinício: uma síntese do percurso que o chef tem seguido desde 2021, quando decidiu percorrer as rotas históricas que moldaram a culinária portuguesa e a projetaram no mundo.

Entre 2021 e 2025, os menus do Ocean serviram-se dessas viagens como fio condutor, recriando os intercâmbios culturais e gastronómicos que ligaram Portugal a África, à Ásia e às Américas. As criações inspiraram-se em produtos e técnicas provenientes de locais tão diversos como os Açores, o Brasil, Moçambique, Macau, o Havai e o Japão. Tal trajeto pretendia compreender a identidade culinária portuguesa no seu contexto global.

Ocean

Com Essência, Neuner encerra esse percurso e regressa simbolicamente “a casa”, com um menu que interpreta de forma pessoal e depurada a cozinha portuguesa contemporânea. A proposta inclui cerca de quinze pratos centrados em ingredientes e tradições locais, revisitados com a maturidade técnica acumulada em duas décadas de experiência e com o olhar adquirido durante cinco anos de pesquisa internacional.

O chef descreve o momento como o fecho de um ciclo: “Viajámos por todo o lado, mas o maior luxo é compreender mais profundamente a nossa terra. Agora regressamos a Portugal com tudo o que aprendemos.” Esta ideia traduz-se num conjunto de criações que reinterpretam receitas emblemáticas. A Francesinha surge reinventada com camarão carabineiro, chouriço leve e trufas; o Frango piri-piri mantém o caráter intenso, mas ganha estrutura e precisão; a Moreia da costa de Sagres adquire textura crocante, lembrando o leitão da Bairrada; e o Linguado, agora acompanhado por feijão‑de‑lima e pata negra, retoma uma combinação que o chef havia explorado há quinze anos.

O menu inclui ainda uma referência à infância de Neuner: um consomé Tafelspitz, prato tradicional austríaco, que marca a primeira vez em quase duas décadas que o cozinheiro introduz um elemento das suas origens pessoais na carta do Ocean.

Coala Festival confirma que edição em Cascais é para durar

Em maio, o Coala Festival regressará a Cascais para aquela que é, até à data, a maior edição do festival em território nacional.

A consolidação do Coala Festival em Portugal ganhou novos contornos com a confirmação de que Cascais se manterá como a sede internacional primordial do evento. Durante a apresentação da terceira edição, Pedro Neto, sócio-diretor e produtor do festival, clarificou que, embora existam convites e a possibilidade de expansão para outras geografias, qualquer movimento nesse sentido exigirá a preservação integral da identidade concetual e cultural do projeto. A edição deste ano afigura-se como a maior e mais madura realizada em território nacional. Este crescimento reflete-se não apenas num cartaz artístico classificado como expressivo, mas também numa reestruturação profunda da infraestrutura, que contempla novas zonas e alterações logísticas concebidas para elevar a experiência do público em relação aos anos transatos.

O alinhamento do festival com a estratégia local foi detalhado por Nuno Piteira Lopes, presidente da Câmara Municipal de Cascais. O autarca enquadrou o acolhimento do evento na visão a longo prazo do município, que estabeleceu em outubro passado a meta de se afirmar como a capital da qualidade de vida em Portugal no espaço de uma década. Atualmente a ostentar o título de Capital Europeia da Democracia, Cascais rege-se pela assinatura institucional de ser um local concebido “para toda a vida”, aplicável tanto a residentes como a visitantes. A autarquia assume uma postura altamente criteriosa na seleção de eventos, condicionada pelas limitações de espaço físico do concelho, mas mantém a ambição inequívoca de atrair as melhores produções realizadas no país, apoiando-se no alinhamento e na colaboração das equipas municipais para viabilizar estes projetos.

A génese do Coala Festival e a sua transposição para a Europa foram aprofundadas por Gabriel Andrade, sócio-fundador. O projeto nasceu no Brasil como resposta à proliferação de festivais de marcas estrangeiras que subvalorizavam a produção musical interna, assumindo a missão de resgatar a autoestima da música brasileira ao longo de uma década. A expansão para Portugal obedeceu à identificação de um contexto cultural análogo e à perceção de Lisboa e da sua periferia como um ponto de confluência natural para as comunidades de matriz africana e brasileira. A estratégia internacional visa transformar Portugal numa base europeia permanente, funcionando como um eixo de comunicação e exportação da produção musical em língua portuguesa para o resto do mundo, num esforço consciente para cruzar o Atlântico e contrariar o consumo exclusivo de produtos culturais externos.

A diferenciação do festival no competitivo mercado europeu assenta em múltiplos fatores operacionais e de vivência, conforme expôs Fernanda Pereira, sócia e diretora de operações. A curadoria musical é complementada por uma forte sinergia com o local, com Cascais a traduzir de forma eficaz a energia idealizada pela organização. A atenção ao detalhe nos serviços prestados constitui um pilar fundamental da operação, abrangendo desde o acolhimento nas portas do recinto até à eficiência e qualidade da oferta de restauração e bebidas. A organização encara a evolução do festival como um processo contínuo, rejeitando a ideia de uma consolidação estática, de modo a garantir uma resposta adequada às crescentes exigências do público.

No plano artístico e curatorial, o festival assume o compromisso de alimentar e projetar uma nova geração de talentos, promovendo o cruzamento de diferentes estilos e geografias. Kalaf Epalanga, músico e escritor envolvido na programação, sublinhou a importância de colocar no palco principal expressões como a música eletrónica, o hip hop, a música popular brasileira, o samba e matrizes africanas, utilizando o ritmo como elemento agregador de uma história partilhada entre continentes. Uma das apostas distintivas é a inclusão de um espaço dedicado à cultura de clube. Este palco é desenhado com uma identidade própria para espelhar a efervescência da música eletrónica em Portugal e proporcionar visibilidade a sonoridades e a DJ que frequentemente operam à margem dos palcos de maior dimensão noutros eventos de massas.

A conferência de apresentação culminou com o anúncio de novas confirmações para o alinhamento musical. O artista Branko está garantido no cartaz do dia 30 de maio, data que contará também com a atuação de Zeca Veloso, que subirá ao palco acompanhado pela sua banda completa, bem como Caetano Veloso, Slow J e Bonga. No dia seguinte, 31 de maio, atuam Lulu Santos, João Gomes, Marina Sena, Ana Frango Elétrico e Zé Ibarra.

Os bilhetes podem ser adquiridos por 60€ (bilhete diário) ou 105€ (passe de fim de semana). Há, ainda, bilhetes VIP disponíveis.

Rock in Rio Lisboa 2026 prepara plano de mobilidade reforçado

À semelhança de 2024, os transportes públicos são a melhor opção para chegar ao Rock in Rio Lisboa.

A organização responsável pelo Rock in Rio Lisboa, que acontecerá novamente no Parque Tejo, delineou a estratégia de mobilidade e as operações logísticas para a próxima edição, que se realiza já em junho.

Durante um encontro com entidades e parceiros, foram partilhadas as aprendizagens consolidadas a partir do primeiro evento realizado naquele recinto. Um dos eixos centrais da operação assenta no serviço de transporte em autocarro, o qual será assumido pela Carris, assegurando a ligação direta entre a Gare do Oriente e o recinto do festival. A medida surge na sequência da elevada procura registada, contrariando o ceticismo inicial sobre a utilização deste tipo de vaivém, um trajeto que chegou a movimentar 25.000 passageiros por dia.

O plano de mobilidade estruturado abrange múltiplas vias de acesso e integra parcerias com a CP, a Fertagus, o Metropolitano de Lisboa, a Soflusa, a FlixBus e a Rede Expressos. Estas operadoras vão aplicar tarifários específicos e estender os seus horários de funcionamento. De forma a evitar constrangimentos nas zonas circundantes ao Parque Tejo, as autoridades competentes vão implementar medidas restritivas de trânsito com o objetivo de bloquear e penalizar o estacionamento irregular na região.

Para o público que opte por utilizar viatura própria em direção a Lisboa, foi estabelecido um acordo com a rede Telpark, permitindo o estacionamento de veículos durante 24 horas por um valor fixo de 4,90€.

Foto: Simão Alves

Google afirma que o Android é a plataforma móvel mais rápida para navegação web

A Google assume que o seu sistema operativo móvel é o mais rápido graças à integração entre hardware, sistema e Chrome, surgindo no topo dos benchmarks Speedometer e LoadLine.

De acordo com a própria Google, o seu sistema operativo móvel, o Android, passou a liderar o desempenho de navegação web no segmento móvel. Esta posição é atingida graças à integração profunda entre o hardware dos dispositivos, o Android e o motor do Chrome, os smartphones mais recentes, conseguindo assim a alcançar resultados inéditos em testes de velocidade. Nos benchmarks Speedometer e LoadLine – considerados testes de referência na indústria -, os modelos Android de topo superam todos os concorrentes diretos.

A empresa sublinha que o desempenho web é também um elemento central da experiência diária, para lá de se apresentar como uma métrica técnica. A maioria das interações dos utilizadores é feita por pesquisas rápidas a compras online, consumo por conteúdos web, e isso inclui também aplicações que utilizam WebView, presentes em mais de 90% das aplicações Android. O uso destas tecnologias tem crescido especialmente em tablets e dispositivos dobráveis.

O Speedometer mede a capacidade de resposta de aplicações web, simulando ações reais como adicionar itens a listas. Já o LoadLine, desenvolvido em parceria entre as equipas do Chrome e do Android, avalia o tempo total de carregamento de páginas reais. De acordo com a Google, os melhores smartphones Android apresentam resultados até 47% superiores aos de plataformas concorrentes, reforçando a aposta da empresa em otimizar a navegação em todos os cenários.

Kimpton Atlântico Algarve organiza três dias de atividades de Páscoa em família

O Kimpton Atlântico Algarve celebra a Páscoa com três dias de bem‑estar, gastronomia e atividades familiares junto à Praia de São Rafael.

O hotel Kimpton Atlântico Algarve, integrado no portefólio da Highgate Portugal, vai assinalar a Páscoa com um programa de três dias dedicados ao bem-estar, à gastronomia e à partilha em família. A iniciativa decorre entre 3 e 5 de abril e inclui atividades distribuídas por vários espaços da unidade hoteleira, com vista para o Atlântico e acesso direto à Praia de São Rafael.

O programa arranca na sexta-feira, 3 de abril, com um workshop de energia subtil, seguido, durante a tarde, por uma sessão criativa de pintura e bebidas no terraço do restaurante Sombra, com participação limitada e custo associado. O dia termina no Zénite Rooftop Bar, onde está previsto um jogo de bingo ao pôr do sol.

No sábado, 4 de abril, a manhã é dedicada a um passeio pela natureza que parte do acesso à praia. Durante a tarde, o restaurante Marés recebe um workshop de bombons artesanais e, ao final do dia, o rooftop do Zénite acolhe um jantar temático de tapas servidas às cegas, com combinação de pratos inspirados em sabores locais e internacionais.

O Domingo de Páscoa começa com uma sessão de yoga no Jardim das Oliveiras e prossegue com um almoço barbecue ao ar livre, junto ao restaurante Marés. A refeição, com curadoria gastronómica do coletivo Chef’s On Fire, decorre entre as 12h30 e as 15h e inclui um jogo de trivia a meio do almoço. O menu apresenta várias entradas e pratos principais, como Polvo grelhado com pimentão, Lombo de bacalhau “pil-pil” e Pica-pau de novilho no carvão, acompanhados por batatas assadas, arroz de limão e saladas sazonais. As sobremesas incluem especialidades regionais e doces tradicionais, entre os quais Folhar de Olhão, Pão de ló de Ovar e Pudim de ovos. O menu está disponível por 65€ para adultos e 30€ para crianças.

Durante a manhã de domingo, realiza-se também a tradicional caça aos ovos nos jardins do hotel, uma das atividades pensadas para famílias com crianças. À tarde, está prevista música ao vivo e, pelas 18h, o encerramento do programa com o lançamento de lanternas flutuantes junto à piscina, num momento simbólico de celebração da primavera.

Jamie Lee Curtis vai ser a nova protagonista de Murder, She Wrote

A nova versão de Murder, She Wrote, com estreia em 2027, vai contar com Jamie Lee Curtis no papel da detetive Jessica Fletcher.

Murder, She Wrote vai regressar num reboot para os cinemas, com Jamie Lee Curtis no papel principal, enquanto a detetive da popular série televisiva, Jessica Fletcher, originalmente protagonizada por Angela Lansbury.

De acordo com o portal Variety, este projeto será em formato de filme, para os cinemas, com estreia em 2027. Será realizado por Jason Moore, com guião de Lauren Schuker Blum e Rebecca Angelo, responsáveis pela adaptação de Dumb Money. Amy Pascal, Phil Lord e Christopher Miller assintam como produtores pela Amazon MGM, através de um contrato de exclusividade da produtora Lord Miller com a Universal Pictures.

Para já, ainda não se sabe como será a nova versão da clássica série policial, originalmente protagonizada, nem há data de estreia fechada. A série original deu-nos a conhecer Jessica Fletcher, uma brilhante escritora de mistérios e detetive amadora britânica que ajudava as autoridades a resolver homicídios na fictícia e pitoresca cidade de Cabot Cove, no Maine.

Murder, She Wrote ganhou vários Emmys e Globos de ouro, esteve em exibição entre 1984 e 1996 e teve 12 temporadas e quatro telefilmes. Passou em Portugal na RTP, e atualmente pode ser vista no canal Star Crime.

Utilização de inteligência artificial leva ao cancelamento de livro de terror Shy Girl

O novo livro de Mia Ballard foi suspenso no Reino Unido e não chega aos EUA. Já a autora defende-se e diz que a culpa é do revisor da obra.

A editora norte-americana Hachette Book Group retirou de circulação o livro Shy Girl no Reino Unido e cancelou o lançamento nos Estados Unidos da America depois de surgirem suspeitas de que o texto foi alegadamente gerado com recurso a inteligência artificial. O caso ganhou dimensão após o jornal The New York Times apresentar provas à editora.

A Hachette tomou a decisão após uma análise interna ao livro, que tinha sido originalmente publicado de forma independente por Mia Ballard em fevereiro de 2025 e mais tarde editado pela própria no mercado britânico. No Reino Unido, onde vendeu cerca de 1.800 cópias, o título tornou-se entretanto difícil de encontrar depois de ser removido da Amazon e do site oficial da editora.

Em declarações ao The New York Times, a editora confirmou que o lançamento nos Estados Unidos, previsto para o próximo mês, foi cancelado na sequência de “uma análise minuciosa e extensa do texto“. A decisão incluiu também a retirada imediata do livro de todos os canais de venda no mercado britânico.

A autora Mia Ballard já rejeitou as acusações e aponta responsabilidades a um terceiro envolvido na edição da versão auto-publicada. A autora afirma que contratou um conhecido para esse trabalho e sustenta que a polémica afetou a sua reputação, dizendo que o seu nome ficou associado a algo que garante não ter feito. Ainda assim, recusa revelar detalhes sobre o eventual uso de ferramentas de inteligência artificial, referindo que está envolvida num processo judicial.

Shy Girl acompanha Gia, uma jovem em dificuldades financeiras que aceita a proposta de um homem rico que conhece online, acabando por ser mantida em cativeiro. O livro reuniu milhares de avaliações positivas em plataformas como o Goodreads, embora tenham surgido críticas negativas após o início da polémica.

O caso surge numa altura em que cresce a tensão entre o setor editorial e a utilização de inteligência artificial. Por exemplo, recentemente na London Book Fair 2026, um grupo de cerca de 10.000 escritores subscreveu uma iniciativa contra o uso não autorizado das suas obras para treinar sistemas deste tipo.


Última temporada de Hacks estreia na HBO em abril

Lançada em 2021, a série Hacks, que arrecadou mais de 100 prémios, entre eles 12 Emmy, vai chegar ao fim.

A premiada série de comédia Hacks, vencedora de vencido de mais de uma centena de prémios, entre os quais 12 Emmys, está quase de regresso para a quinta e última temporada, com estreia marcada para 10 de abril na HBO Max.

Com a data a aproximar-se, a HBO lançou um novo trailer da nova temporada, onde reencontramos a lendária comediante Deborah Vance (Jean Smart) e a jovem argumentista Ava Daniels (Hannah Einbinder). Como nos conta a sinopse, “depois de notícias erradas e pouco abonatórias sobre a sua morte, Deborah Vance e Ava regressam a Las Vegas mais determinadas do que nunca a garantir o legado de Deborah como comediante“.

Para além de Smart e Einbinder, a quinta temporada de Hacks vai ver o regresso de Paul W. Downs, Megan Stalter, Carl Clemons-Hopkins, Mark Indelicato e Rose Abdoo, para além de Christopher Briney. O elenco conta ainda com os atores convidados Robby Hoffman, Tony Goldwyn, Kaitlin Olson, Christopher McDonald, Jane Adams, Lauren Weedman, Poppy Liu, Johnny Sibilly, Luenell, Angela E. Gibbs e Caitlin Reilly.

Criada por Lucia Aniello, Paul W. Downse Jen Statsky, Hacks tornou-se uma das comédias de maior destaque da plataforma da Warner Bros., ao combinar humor mordaz e momentos de forte carga emocional. A temporada final promete encerrar a história com a mesma audácia e sensibilidade que definiram a série desde a estreia, que soma quatro temporadas já disponíveis na HBO.

InterContinental Lisbon assinala a Páscoa com brunch temático a 5 de abril

O InterContinental Lisbon organiza um brunch de Páscoa no dia 5 de abril com menu sazonal, sobremesas tradicionais e atividades para crianças.

O InterContinental Lisbon prepara-se para assinalar a Páscoa com um brunch temático no domingo, 5 de abril. A proposta, servida entre as 12h e as 15h, procura reunir famílias numa refeição que combina pratos tradicionais da época com algumas criações contemporâneas.

A ementa foi concebida para refletir os sabores da primavera e da celebração pascal. O serviço inicia-se com uma seleção variada de saladas frias, onde se destacam combinações de ingredientes sazonais. Seguem-se diversas opções de pratos frios, incluindo Ceviche de pampo com manga picante, Quiche Lorraine e diferentes mousses, acompanhadas por tábuas de queijos e enchidos e uma estação de sushi.

Entre os pratos quentes, sobressaem o Cabrito assado a baixa temperatura, a Corvina com molho à Bulhão Pato e o Pappardelle com ragù de cogumelos selvagens e trufa. A estação de carving acrescenta Pato recheado, com guarnições pensadas para uma refeição de Páscoa completa.

A sobremesa assume especial destaque com uma mesa de doces variados, onde se incluem o Folar tradicional, pão-de-ló de Ovar, Farófias com molho de baunilha e fava tonka, Pavlova de manga, tangerina e mirtilos, e Eclairs de abóbora kabocha com especiarias. Estarão também disponíveis cupcakes, ovos de chocolate com amêndoas e as sobremesas designadas como Flowerpots de chocolate e crumble de cacau.

O programa inclui ainda atividades destinadas às crianças, como um castelo insuflável, pinturas faciais e uma caça aos ovos.

O brunch será servido no restaurante do InterContinental Lisbon, com o preço de 80€ por pessoa. As crianças até aos 12 anos beneficiam de um desconto de 50%, e o estacionamento está incluído. As reservas podem ser realizadas através do telefone 213818700, via e-mail ou no site oficial do hotel.

Corsair lança linha MM de tapetes de rato e estreia modelo em vidro

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A nova linha de tapetes de rato MM inclui três gamas distintas e introduz o primeiro tapete de rato em vidro da marca, com diferentes superfícies e níveis de controlo.

A Corsair lançou uma nova linha de tapetes de rato chamada MM, composta por três gamas com características distintas e orientadas para diferentes tipos de utilizações. A principal novidade é o MM Glass Large, que se apresenta como o primeiro modelo em vidro da marca, juntando-se aos MM PRO Control e aos MM Anti-Fray.

O MM Glass Large é construído em vidro e utiliza uma superfície microgravada de 0,2 micrómetros, concebida para leitura precisa dos sensores e movimentos rápidos. Inclui um tratamento mate para reduzir o ruído durante o uso e extremidades arredondadas produzidas por CNC, que evitam interferências no movimento. E a base em poliuretano com 1 mm de espessura assegura fixação à superfície. Este modelo está disponível em preto e cinzento, com dimensões de 400 por 500 mm.

Já os tapetes MM PRO Control utilizam uma superfície em tecido micro-texturizado, orientada para movimentos mais controlados e maior precisão. Integram uma base em poliuretano com 4 mm de espessura, que acrescenta amortecimento e estabilidade, e uma construção lavável. Estão disponíveis em tamanhos M e L, nas cores preto e cinzento.

Por fim, os MM Anti-Fray são também em tecido e apresentam uma superfície equilibrada entre deslizamento e controlo. Utilizam uma base em borracha natural para aderência e incluem bordas reforçadas para reduzir o desgaste ao longo do tempo. Apresentam-se em vários tamanhos, entre M e 3XL, nas cores preto e cinzento.

A nova linha MM está disponível através da loja oficial da Corsair e de retalhistas autorizados.

Oito novos pratos marcam o regresso do Midori à cozinha japonesa com alma portuguesa

O restaurante Midori, no Penha Longa Resort, reabre com uma nova temporada e oito pratos inéditos que reforçam o encontro entre técnica japonesa e ingredientes portugueses.

O restaurante Midori, situado no Penha Longa Resort, em Sintra, reabriu para uma nova temporada com uma renovação profunda dos seus menus de degustação. A cozinha liderada pelo chef Tiago Santos, distinguida com uma estrela Michelin desde 2018, apresenta agora oito novos pratos que reforçam o equilíbrio entre a técnica japonesa e a herança gastronómica portuguesa.

A atualização incide sobre os menus Kiri, composto por 10 momentos, e Yama, com 12, ambos disponíveis também numa versão vegetariana mediante reserva antecipada. As novas propostas mantêm o foco na precisão e na simplicidade próprias da cozinha japonesa, valorizando o produto e a origem dos ingredientes, mas aprofundam a integração de sabores e tradições de várias regiões de Portugal.

De acordo com o chef Tiago Santos, a decisão de reformular os menus do Midori acompanha o regresso da equipa ao serviço e reflete o propósito de continuar a desenvolver uma “cozinha japonesa com alma portuguesa”. O trabalho incluiu o uso intensivo de técnicas tradicionais nipónicas – como o kombujime, o temaki, o processo de maturação do peixe e a preparação shime – aplicadas a produtos locais e combinações inspiradas na gastronomia portuguesa. Entre os exemplos apontados pelo chef encontra-se o lírio kombujime com salada algarvia de cenoura ou o sukiyaki de porco preto temperado com pimentão.

Shiizakana

A nova carta inclui oito pratos estreantes: o Sakizuke, um amuse-bouche de hortelã da ribeira, yuzu e sake; o Omiotsuke, uma versão de misoshiro à Bulhão Pato; o Mukozuke, sashimi de lírio kombujime com salada de cenoura algarvia; o Shiizakana, sukiyaki de porco ibérico e pimentão; o Temaki de sapateira com yuzu kosho e caviar; o Sakana, cherne preparado em sakamushi com edamame; o Ramu Niku, borrego com ameixa e esparregado de shiso; e o Yasai, um ochazuke de cogumelos e trufa, destinado ao menu vegetariano.

Apesar das novidades, o Midori preserva alguns dos momentos emblemáticos da sua experiência gastronómica, como o Hassun, uma seleção de pequenos aperitivos que abre a refeição, e o conjunto de Sushi com três nigiri – akami fumado, chutoro em conserva e otoro na brasa. A sobremesa Sakura, amêndoa e cereja mantém-se no menu Yama, assim como os Mizumono, pequenos petits fours servidos no final, com combinações que vão de líchia e hibisco ao caramelo de miso com kurozato e pimenta sansho com amêndoa.

Os menus estão disponíveis aos seguintes preços: o Kiri custa 158€ por pessoa, com opção de harmonização de vinhos por 263€ ou de sakês por 348€; o Yama tem o valor de 192€, com harmonização de vinhos a 328€ e de sakês a 412€. A versão vegetariana, semelhante ao menu Kiri, requer reserva com 48 horas de antecedência e tem preços idênticos.

Leapmotor lança em abril o B10 REEV Hybrid em Portugal

A Leapmotor reforça a sua gama em Portugal com o B10 REEV Hybrid, um modelo que privilegia a propulsão elétrica e oferece quatro modos de energia.

A Leapmotor vai lançar em Portugal, durante o mês de abril, o B10 REEV Hybrid, um novo SUV compacto equipado com tecnologia de extensor de autonomia. A marca, que entrou no mercado português há cerca de um ano, reforça assim a gama com um modelo que assenta numa arquitetura de propulsão elétrica apoiada por um motor a gasolina de 1,5 litros destinado a gerar eletricidade quando necessário.

O B10 REEV Hybrid recorre a uma bateria de 18,8 kWh, que permite uma autonomia em modo elétrico de 86 quilómetros. O sistema inclui ainda um gerador de 50 kW e um depósito de combustível de 50 litros, números que, segundo a Leapmotor, podem elevar a autonomia combinada até 900 quilómetros. A proposta segue a mesma lógica tecnológica já aplicada no C10, outro modelo da gama da marca.

A arquitetura do veículo foi desenhada para privilegiar sempre a tração elétrica. Neste sistema, são as rodas que recebem movimento exclusivamente do motor elétrico, enquanto o motor a gasolina não intervém diretamente na propulsão. A sua função é apenas produzir energia para recarregar a bateria quando o nível de carga o justificar. A marca enquadra esta solução como uma alternativa aos híbridos convencionais, nos quais o motor de combustão participa de forma mais direta na movimentação do automóvel.

Na prática, a Leapmotor afirma que este princípio permite uma condução com comportamento semelhante ao de um elétrico, com entrega imediata de binário, funcionamento silencioso e aceleração contínua, sem mudanças de caixa. A gestão energética é feita automaticamente pelo sistema, sem necessidade de intervenção do condutor.

O modelo dispõe de quatro modos de condução e gestão de energia: EV+, EV, Fuel e Power+. Nos dois primeiros, o B10 funciona em modo totalmente elétrico, com o motor de combustão desligado. O modo EV+ privilegia ao máximo a utilização da bateria, sendo pensado para percursos urbanos e deslocações curtas. Já o modo EV mantém a propulsão elétrica como referência, ativando o extensor de autonomia apenas quando necessário.

Nos modos Fuel e Power+, o gerador a gasolina passa a ter um papel mais relevante. O primeiro privilegia a preservação da energia da bateria para utilização posterior, por exemplo em contexto urbano ou em zonas de emissões reduzidas. O segundo combina a potência disponível do motor elétrico com a capacidade geradora do extensor de autonomia, para responder a exigências superiores de aceleração, ultrapassagem ou circulação em subidas mais acentuadas.

No interior, o B10 REEV Hybrid aposta numa configuração digital centrada no sistema operativo LEAP OS 4.0 Plus e no processador Qualcomm 8155. O destaque vai para um ecrã central de 14,6 polegadas com resolução 2,5K HD, que concentra funções de conectividade, entretenimento e controlo do veículo. O habitáculo inclui ainda um sistema de som com 12 altifalantes.

As atualizações OTA mais recentes introduzem suporte para Apple CarPlay e Android Auto, com ligação por cabo e também sem fios. A marca refere igualmente a integração da condução com um pedal, através da função One Pedal Driving, que permite controlar aceleração e desaceleração com maior recurso ao pedal direito, beneficiando a recuperação de energia.

Em matéria de segurança e assistência à condução, o modelo passa a contar com avisos revistos de deteção de presença de pessoas, além de melhorias no Controlo de Velocidade Adaptativo e no Controlo de Centração na Faixa de Rodagem. Segundo a Leapmotor, estas afinações tornam a desaceleração mais progressiva em aproximações a curvas, contribuindo para uma condução mais fluida. O veículo inclui também uma carroçaria de elevada resistência, sete airbags e 17 funções avançadas de assistência ao condutor.

Em termos de dimensões, o B10 REEV Hybrid mede 4.530 milímetros de comprimento, 1.885 milímetros de largura, 1.655 milímetros de altura e tem uma distância entre eixos de 2.735 milímetros. A marca sublinha o espaço interior como um dos argumentos do modelo, destacando o bom espaço para a cabeça e a presença de bancos dianteiros em couro ecológico, aquecidos e ventilados.

A gama será composta por duas versões, Life REEV Hybrid e Design REEV Hybrid, e estará disponível com seis cores exteriores e três opções de ambiente interior. A Leapmotor posiciona este modelo para condutores urbanos, famílias jovens ou em crescimento e também para clientes que vêm do segmento B-SUV e procuram uma solução eletrificada sem avançar ainda para um elétrico a bateria puro.

PlayStation Store recebe Promoções de Primavera com mais de 5.000 jogos em desconto até 75%

A campanha Promoções de Primavera traz milhares de jogos com preços reduzidos para PlayStation 4 e PlayStation 5 até 8 de abril.

A PlayStation deu início a mais uma campanha na sua loja digital dedicada às Promoções de Primavera, com mais de 5.000 conteúdos disponíveis para PlayStation 4 e PlayStation 5 a preços reduzidos, com descontos que podem chegar aos 75%, até ao próximo dia 8 de abril.

Entre os destaques, há reduções particularmente grandes em alguns dos jogos mais populares. Por exemplo, EA SPORTS FC 26 desce dos 79,99€ para 23,99€, enquanto NBA 2K26 passa também de 79,99€ para 19,99€. Já Red Dead Redemption 2 atinge um dos preços mais baixos da lista, ao cair de 59,99€ para apenas 14,99€. Também Marvel’s Spider-Man 2 Edição Digital Deluxe regista uma descida significativa, de 89,99€ para 49,49€, e Gran Turismo 7 reduz para metade o seu preço, ficando nos 39,99€.

Há ainda espaço para outras descidas relevantes, como F1 2025, que passa de 79,99€ para 31,99€, ou Marvel’s Spider-Man Remastered, agora disponível por 34,79€ face aos anteriores 59,99€. Há ainda outros jogos acarinhados em promoção, mas com quedas menos acentuadas, como ASTRO BOT ou Helldivers 2, mantendo-se próximos do preço original apesar do desconto aplicado.

Em baixo, ficam alguns dos principais jogos incluídos na campanha, disponíveis diretamente na PlayStation Store:

  • ASTRO BOT para PlayStation 5: 49,69€ (Antes: 69,99€)
  • Dispatch para PlayStation 5: 27,99€ (Antes: 34,99€)
  • EA SPORTS FC 26 para PlayStation 4 & PlayStation 5: 23,99€ (Antes: 79,99€)
  • ARC Raiders para PlayStation 5: 31,99€ (Antes: 39,99€)
  • Avowed para PlayStation 5: 37,49€ (Antes: 49,99€)
  • Clair Obscur: Expedition 33 para PlayStation 5: 39,99€ (Antes: 49,99€)
  • Cyberpunk 2077 para PlayStation 4 & PlayStation 5: 22,49€ (Antes: 19,99€)
  • F1 2025 para PlayStation 5: 31,99€ (Antes: 79,99€)
  • Forza Horizon para PlayStation 5: 41,99€ (Antes: 69,99€)
  • Gran Turismo 7 para PlayStation 4 & PlayStation 5: 39,99€ (Antes: 79,99€)
  • Grand Theft Auto V para PlayStation 5: 19,99€ (Antes: 39,99€)
  • Helldivers 2 para PlayStation 5: 29,99€ (Antes: 39,99€)
  • Marvel’s Spider-Man Remastered para PlayStation 5: 34,79€ (Antes: 59,99€)
  • Marvel’s Spider-Man 2 Edição Digital Deluxe para PlayStation 5: 49,49€ (Antes: 89,99€)
  • NBA 2K26 para PlayStation 4 & PlayStation 5: 19,99€ (Antes: 79,99€)
  • Red Dead Redemption 2 para PlayStation 4: 14,99€ (Antes: 59,99€)
  • Split Fiction para PlayStation 5: 34,99€ (Antes: 49,99€)
  • The Last of Us Parte II Remastered para PlayStation 5: 29,99€ (Antes: 49,99€)

Pepco inaugura primeira loja no concelho de Oeiras

Com a inauguração em Algés, a Pepco chega às 24 lojas em Portugal e prossegue a estratégia de crescimento na Área Metropolitana de Lisboa.

A cadeia de retalho Pepco vai inaugurar, esta sexta-feira, 27 de março, a sua primeira loja no concelho de Oeiras. O novo espaço, instalado no centro comercial New Life Miraflores, em Algés, representa a 24.ª abertura da marca em Portugal e a primeira do atual ano fiscal.

A loja, situada no piso 2 e com uma área aproximada de 421 m2, abrirá ao público a partir das 10h. A Pepco reforça assim a sua presença na Área Metropolitana de Lisboa, onde passa a contar com sete unidades em funcionamento.

De origem europeia e com um modelo assente em preços reduzidos e variedade de oferta, a Pepco tem vindo a apostar na expansão da sua rede nacional desde a chegada ao mercado português. A inauguração em Oeiras insere-se na estratégia de crescimento sustentado do grupo, centrada na Europa Ocidental e em particular nos mercados do sul do continente, entre os quais se incluem Portugal, Espanha e Itália.

Segundo Jorge Barrie, responsável pela Pepco na Península Ibérica, a abertura em Algés reflete a intenção da empresa de reforçar a proximidade com os consumidores locais através de uma gama diversificada de vestuário, artigos domésticos e produtos de uso quotidiano. O gestor sublinha ainda a aposta da marca numa abordagem que combina conveniência, preços acessíveis e integração nas comunidades onde opera.

O novo espaço pretende responder à procura associada à mudança de estação, coincidindo com o período em que os consumidores tendem a renovar vestuário e artigos para o lar. Entre as gamas apresentadas incluem-se coleções sazonais inspiradas na chegada dos meses quentes, com propostas de vestuário leve e têxteis de decoração de inspiração veraneante.