Macieira relança edição limitada de licor Pistáchio & Chocolate para a Páscoa

O licor Macieira Cream Pistáchio & Chocolate regressa nesta Páscoa, mantendo a base de aguardente vínica portuguesa e a cremosidade característica da marca.

A Macieira voltou a lançar, nesta Páscoa, a edição limitada do licor Macieira Cream com sabor a pistáchio e chocolate. O produto, introduzido no mercado em 2025, regressa agora às lojas durante o período festivo, mantendo as mesmas características que marcaram a sua estreia.

Trata-se de um licor produzido a partir de aguardente vínica portuguesa, ao qual se junta a textura cremosa habitual da gama Macieira Cream. A fórmula combina o sabor do pistáchio torrado com o chocolate de leite, apresentando uma cor naturalmente esverdeada e um teor alcoólico de 15%. Segundo a marca, o objetivo é oferecer uma variação sazonal que se enquadre nas celebrações pascais, período tradicionalmente associado a sabores doces e à partilha à mesa.

Macieira Cream com sabor a pistáchio e chocolate

O Macieira Cream Pistáchio & Chocolate é apresentado como uma proposta versátil para acompanhar sobremesas ou ser consumido simples, fresco ou em cocktail. A marca sugere uma receita composta por 50 mililitros do licor, 70 mililitros de leite de coco, 20 mililitros de mel e gelo, servida num copo decorado com coco ralado.

A edição está disponível em hipermercados e supermercados, com um preço de venda recomendado de 20,49€. A gama Macieira Cream inclui ainda as versões original e caramelo salgado, mantidas em comercialização ao longo do ano.

As consolas PlayStation 5 vão ficar mais caras a partir de 2 de abril

Se não aproveitaram as promoções no passado, vai ficar muito mais difícil comprar uma PlayStation 5.

Apesar de fazer promoções recorrentes com preços mais acessíveis a jogos e consolas, a PlayStation prepara-se para redefinir a sua tabela de preços com valores mais elevados para as consolas PlayStation 5, PlayStation 5 Pro e PlayStation Portal.

No caso das consolas, todas elas passam a somar mais 100€ por modelo. Assim, a PlayStation 5 com leitor de discos passa a custar 649,99€ (antes seria 549,99€); a PlayStation 5 Edição Digital passa a custar 599,99€ (antes seria 499,99€); e a PlayStation 5 Pro – que não inclui leitor de discos – passa a custar 899,99€ (antes o seu preço era de 799,99€). Já o PlayStation Portal sofre um aumento de apenas 30€, ficando agora a custar 249,99€.

Sem grandes surpresas, a justificação da PlayStation para estes aumentos está em linha com aumentos noutros setores da indústria tecnológica. Em comunicado a marca refere a pressão existente na economia global, afetada pelos atuais conflitos bélicos e pelos desafios de produção e distribuição de componentes de fabrico. “Com as pressões que persistem no panorama económico global, tomámos a decisão de aumentar os preços da PS5, PS5 Pro e PlayStation Portal remote player a nível mundial. Sabemos que alterações de preços têm impacto na nossa comunidade e, após uma avaliação cuidadosa, concluímos que este era um passo necessário para garantir que podemos continuar a oferecer experiências de jogo inovadoras e de alta qualidade aos jogadores em todo o mundo.”

Quem quiser aproveitar os valores atuais, terá até 2 de abril para comprar um destes dispositivos, ou aguardar por futuras promoções que poderão, ou não, repor temporariamente os valores atuais.

Cozinha Continente apresenta menu temático para a celebração da Páscoa

O Continente apresentou o seu menu de Páscoa com propostas tradicionais e novas opções criadas pelo chef André Matos, disponíveis em loja e online até 5 de abril.

O Continente anunciou a sua campanha de Páscoa para este ano, centrada em sugestões gastronómicas tradicionais e em novas opções para diferentes gostos alimentares. A iniciativa decorre nas lojas da marca e online até 5 de abril, e inclui um menu especial da Cozinha Continente, assinado pelo chef André Matos, bem como uma ampla oferta de produtos sazonais.

O menu pascal inclui diversas confeções tradicionais. Entre os principais pratos, destacam-se o Cabrito Assado com Batatas e o Borrego com Batatas Assadas e Grelos Salteados. Para quem prefere peixe, estão disponíveis opções como Lombos de Bacalhau e Polvo à Lagareiro. O catálogo prevê ainda alternativas vegetarianas, entre as quais o Tofu com Broa, Batata a Murro e Grelos Salteados.

O catálogo da Cozinha Continente apresenta também uma seleção de entradas e sobremesas. Nas entradas, incluem-se os Rissóis de Amêijoa à Bulhão Pato e a Empada de Fumeiro e Maçã. Entre as sobremesas, destacam-se o Pão de Ló Cremoso e a Mousse de Chocolate com Noz. A fruta tem igualmente lugar à mesa, com o Ananás dos Açores Continente Bio, conhecido pela polpa sumarenta e pela riqueza em vitaminas e proteínas.

A Cozinha Continente disponibiliza menus completos de take-away, criados para permitir refeições festivas sem necessidade de longas preparações domésticas. As encomendas podem ser efetuadas até 29 de março, presencialmente nos balcões de take-away das lojas, através do número de telefone 210155555 ou online. As recolhas decorrem entre 2 e 5 de abril, às 12h, sendo possível optar por entrega ao domicílio ou levantamento via Click&Go.

No segmento de produtos de confeitaria e doçaria, a feira de Páscoa do Continente reúne uma grande variedade de amêndoas Bem Me Quer, em versões tradicionais e combinações mais recentes. Às variedades de chocolate de leite e chocolate negro juntam-se sabores como Amêndoas de Chocolate Branco com Maracujá ou Pistácios com Chocolate de Leite. A oferta inclui ainda opções sem açúcar, tanto em chocolate de leite como em chocolate negro. A par destas, mantêm-se disponíveis os ovos temáticos destinados ao público infantil, como o Ovo de Chocolate As Guerreiras do K-Pop.

Para os consumidores que preferem chocolate simples, o Continente introduziu uma nova gama de chocolate negro em três intensidades: 72% cacau, 72% cacau com flor de sal e 85% cacau. Todas as novidades estão disponíveis em loja física e online durante o período da feira de Páscoa, que decorre até 5 de abril.

Degustação Pedaços & Sentidos chega à 37.ª edição com cinco combinações inéditas na Pedaços de Cacau

A 37.ª edição do Pedaços & Sentidos, da Pedaços de Cacau, apresenta um chocolate de inspiração conventual e um alvarinho numa prova às cegas em Vila Nova de Gaia.

A degustação Pedaços & Sentido, promovida pela chocolateria Pedaços de Cacau, regressa com a sua 37.ª edição no dia 2 de abril, às 18h45, em Vila Nova de Gaia. O evento, conhecido pelas provas às cegas que desafiam os participantes a identificar combinações de chocolate e vinho, apresenta este ano duas novidades: um novo chocolate de inspiração conventual e uma harmonização inédita com alvarinho.

O formato mantém-se fiel ao conceito que distingue esta iniciativa desde o início – a descoberta sensorial sem referências visuais ou descritivas -, convidando o público a interpretar aromas, texturas e sabores de forma intuitiva. Desta vez, os participantes terão acesso a cinco harmonizações diferentes, uma delas protagonizada por um alvarinho que será apresentado ao público pela primeira vez. A introdução deste vinho resulta de uma parceria com a Rotas de Baco, entidade dedicada à divulgação de produtores e marcas vínicas nacionais, entre as quais se encontra a Casa da Urra.

Localizada nas imediações de Portalegre, a Casa da Urra é uma propriedade agrícola e vinícola com cerca de 180 hectares, integrando vinhas, pastagens e uma paisagem marcada pela Serra de São Mamede. Criado em 2013 por um casal de médicos, o projeto combina produção vitivinícola, agroturismo e enoturismo, oferecendo alojamento e experiências que cruzam a gastronomia regional e o contacto com a natureza.

A aposta num alvarinho proveniente desta herdade pretende reforçar o caráter diversificado das provas promovidas pela Pedaços de Cacau, enquanto o novo chocolate – cuja receita foi desenvolvida pela Mestre Chocolateira da marca – recupera elementos tradicionais dos doces conventuais portugueses. Esta criação, apresentada pela primeira vez ao público, foi testada sob a forma de protótipo numa edição anterior e recebeu aprovação positiva dos participantes, facto que levou à sua inclusão oficial nesta sessão.

A degustação, de participação gratuita, realiza-se na própria Chocolataria Pedaços de Cacau, em Vila Nova de Gaia. A inscrição é obrigatória.

Hotel Meliá Lisboa Oriente assinala a Páscoa com programa de estadia e brunch temático

O Meliá Lisboa Oriente vai assinalar a Páscoa com um programa que inclui duas noites de alojamento e brunch no domingo, entre 3 e 5 de abril.

O Hotel Meliá Lisboa Oriente, situado no Parque das Nações, vai assinalar a Páscoa com um programa que junta estadia e brunch temático entre 3 e 5 de abril. A iniciativa decorre durante o fim de semana da festividade e combina alojamento, gastronomia e momentos de lazer num dos bairros mais movimentados de Lisboa.

O pacote proposto pelo hotel tem um preço a partir de 199,90€ por pessoa, incluindo duas noites de alojamento em quarto duplo, pequeno-almoço diário e um tratamento de boas-vindas no quarto. O programa culmina com o brunch de domingo de Páscoa, centrado em sabores tradicionais da época.

O menu preparado para a ocasião inclui variedade de saladas, seleção de pães, enchidos portugueses e queijos, a que se juntam vários pratos quentes. Entre as opções principais constam Polvo à lagareiro, Perna de borrego assada com ervas frescas, Arroz de enchidos tradicionais e Guisado de ervilhas com ovos escalfados. Como acompanhamento, serão servidas batatas à padeiro, grelos salteados ao alho e massa à carbonara.

A componente doce inclui sobremesas típicas e sazonais, como o Folar de Páscoa, junto de uma seleção de doces variados e fruta fresca.

Para quem pretenda apenas participar na refeição, o brunch de domingo de Páscoa está disponível pelo valor de 29,90€ por pessoa. As reservas podem ser feitas online, através do site oficial do Meliá Lisboa Oriente, ou pelo número 218930000.

Nacon cancela lançamentos físicos de vários jogos ainda em desenvolvimento

A editora francesa Nacon cancelou vários lançamentos físicos de jogos ainda por lançar, incluindo títulos previstos para PlayStation 5 e Xbox Series X.

A Nacon cancelou vários lançamentos físicos de jogos ainda em desenvolvimento, incluindo Dragonkin, Cthulhu: The Cosmic Abyss, Gear Club Unlimited 3 e Edge of Memories, que estavam previstos para PlayStation 5 e Xbox Series X, de acordo a distribuidora Video Games Plus. A informação foi partilhada pela própria distribuidora, que refere ter sido informada de que todas as cópias físicas com classificação ESRB destes títulos foram anuladas e já não chegarão ao mercado.

Apesar do cancelamento das edições físicas, os jogos continuam em desenvolvimento e, para já, não há indicação de alterações aos lançamentos em formato digital. A Video Games Plus indica ainda que irá proceder ao reembolso de todas as pré-reservas efetuadas, após contacto direto com os clientes afetados.

A lista de cancelamentos inclui também GreedFall: The Dying World, outro projeto associado ao catálogo da editora. A informação disponível aponta exclusivamente para o cancelamento das versões físicas destinadas ao mercado norte-americano, não sendo, nesta fase, claro se a medida será alargada a outras regiões.

A decisão surge num momento particularmente sensível para a Nacon, que entrou recentemente em processo de reorganização judicial em França, após dificuldades financeiras que levaram a um incumprimento associado à sua acionista maioritária, a Bigben Interactive. O procedimento visa permitir à empresa manter operações enquanto tenta reestruturar a sua dívida e garantir continuidade.

A pressão financeira já se fez sentir também nas subsidiárias do grupo, com vários estúdios internos, incluindo a Spiders, a Kylotonn e a Cyanide, a avançarem igualmente com processos de reorganização judicial. Em paralelo, a Nacon optou por adiar o evento Nacon Connect, originalmente marcado para 4 de março, apontando agora para uma realização em maio, com o objetivo de dar mais tempo ao desenvolvimento dos seus projetos.

Programa de fidelização Yums do TheFork passa a ter novo valor mínimo de consumo

Ou seja, e se utilizam os yums do TheFork para refeições à borla, isso vai acabar.

A partir de 21 de abril, entram em vigor novas regras na utilização dos Yums, o sistema de pontos de fidelização do TheFork. A plataforma justifica a alteração com a necessidade de reforçar a segurança das transações e prevenir práticas fraudulentas, assegurando, segundo explica, uma utilização mais equilibrada entre utilizadores e restaurantes.

As reservas efetuadas até 20 de abril continuam abrangidas pelas condições atuais, mesmo que a refeição decorra posteriormente a essa data. Já as reservas feitas a partir de 21 de abril passam a obedecer aos novos critérios.

Entre as principais alterações está a introdução de um valor mínimo de consumo. De acordo com o novo regulamento, a conta final do cliente deverá ser, no mínimo, 10€ superior ao valor do desconto aplicado através dos Yums. Assim, por exemplo, um desconto de 25€ só poderá ser utilizado em refeições cujo total atinja pelo menos 35€. É uma grande diferença face ao modelo ainda em vigor, que permite, por exemplo, utilizar 25€ em Yums numa refeição de 25€, fazendo com que, na prática, a refeição fica de borla.

De resto, mantêm-se inalteradas as restantes condições do programa. O valor dos descontos continua a ser de 10€ por cada 1000 Yums e de 25€ por cada 2000 Yums acumulados. Também se mantém a regra que limita a utilização de um único desconto de fidelização por mesa nas reservas elegíveis.

Nova campanha da Primark apresenta coleção de primavera Incrivelmente Chique

Com a coleção Incrivelmente Chique, a Primark reforça o foco em peças de qualidade e estilo contemporâneo, sem afastar-se da sua política de preços reduzidos.

A Primark apresentou a nova campanha global de moda feminina para a primavera, centrada na ideia de que a elegância e o estilo não dependem de preços elevados. Sob o mote Incrivelmente Chique, a marca procura sublinhar a conjugação entre peças sofisticadas e preços acessíveis, reforçando a imagem que construiu como retalhista de moda com uma relação qualidade-preço competitiva.

A campanha destaca dez coordenados completos que privilegiam silhuetas modernas, tecidos de aspeto cuidado e uma abordagem visual simples e elegante. Entre as peças incluídas encontram-se modelos em linho, calças de corte barrel e vestidos de cetim, com preços a partir de 16€.

De acordo com Mary Lucas, diretora de compras de moda feminina da Primark, a iniciativa pretende reforçar a ideia de que é possível sentir-se bem e confiante com peças de qualidade a preços reduzidos. A responsável afirma que a coleção reflete “o momento de descoberta” associado à compra de artigos elegantes e que o objetivo passa por oferecer vestuário acessível sem sacrificar o estilo ou os materiais. Entre as propostas incluem-se peças em linho integral, o vestido de cetim característico da marca e básicos adaptados ao quotidiano.

Wendy Duggan, diretora de marketing da Primark, refere que a campanha procura desafiar a perceção de que a moda de qualidade implica um investimento elevado. Segundo a responsável, esta estratégia prolonga o caminho iniciado com In Denim We Can, a primeira campanha integrada da marca, e reforça o posicionamento da Primark como uma empresa focada em combinar estilo, qualidade e preço competitivo.

Entre as propostas da estação podem encontrar-se vestidos longos com folhos, disponíveis por cerca de 20€, e modelos de inspiração lingerie em cetim com o mesmo preço. A coleção integra ainda peças leves e texturadas, como camisas de manga comprida (16€) conjugadas com bermudas (18€). Outras opções incluem tops de corte largo (14€) com calças a condizer (16€), blusas com folhos e jeans “barrel” (20€).

A linha Primark Edit mantém a aposta em tecidos naturais, com coordenados em linho 100%, entre os quais um conjunto de colete e saia (28€) e um vestido no mesmo material (34€). Segundo a marca, cada look foi concebido de forma integral, reunindo num só local peças essenciais para compor um guarda-roupa de primavera de estilo simples e contemporâneo.

Custos de desenvolvimento de jogos AAA já ultrapassam em média os 275 milhões de euros

O jornalista Jason Schreier partilhou novos dados no Bluesky sobre os custos médios de produção de jogos AAA na América do Norte, que atingem atualmente os 275 milhões de euros ou mais.

O jornalista e informador da indústria Jason Schreier revelou numa publicação no Bluesky que os custos de desenvolvimento de jogos AAA nos Estados Unidos da América e no Canadá atingem hoje em média os 275 milhões de euros (e muitas vezes consideravelmente mais). Em modo de desabafo Schreier também diz que seria mais simples se os estúdios publicassem os seus orçamentos com transparência, mas os valores que tem ouvido giram em torno desta fasquia ou acima dela.

O jornalista clarifica ainda que os dados dizem respeito exclusivamente a produções norte-americanas e que jogos com orçamentos substancialmente mais baixos foram “provavelmente feitos noutro lugar“, acrescentando que os números refletem apenas salários e custos operacionais, sem qualquer relação com a compensação de executivos, que consiste maioritariamente em ações.

Estes dados complementam uma reportagem publicada por Schreier no início do ano passado, na qual o jornalista já havia detalhado os fatores por detrás da escalada de custos na indústria. Os orçamentos são canalizados principalmente para salários, onde, por exemplo, cada colaborador numa cidade cara como Los Angeles pode custar entre cerca de 13.800 e 18.400 euros por mês (considerando remuneração, benefícios e custos operacionais), o que significa que uma equipa de 300 pessoas pode representar uma despesa anual de cerca de 66 milhões de euros. Ao longo dos anos, os ciclos de produção alargaram-se também de forma significativa, dando o exemplo da Naughty Dog a demorar dois anos entre Uncharted 1 e Uncharted 2, quatro anos entre Uncharted 4 e The Last of Us Part II, sem esquecer Intergalactic: The Heretic Prophet que poderá chegar sete anos ou mais, após The Last of Us Part II. E, claro, os orçamentos acompanharam essa tendência, pois o primeiro custou cerca de 18 milhões de euros e o segundo ultrapassou os 200 milhões.

Schreier apontou igualmente a má gestão dos projetos como um fator determinante, com exemplos recorrentes como equipas a trabalhar em funcionalidades que serão canceladas sem que a comunicação chegue a todos os departamentos, diretores criativos que alteraram a visão do projeto a meio do desenvolvimento, ou estúdios com experiência em jogos single-player obrigados a converte-los para títulos multi-jogador como serviço (os GaaS). Alguns dados revelados num processo judicial indicam que a série Call of Duty registou custos crescentes, de cerca de 415 milhões de euros em Black Ops III (2015) para 590 milhões em Modern Warfare (2019) e 645 milhões em Black Ops Cold War (2020), valores que incluem alegadamente os conteúdo pós-lançamento e que se enquadram em equipas com mais de três mil pessoas a trabalhar na franquia.

O contexto em que os dados de Schreier surgem é também revelador. Recentemente um analista para o portal polaco Strefa Inwestorów, estimou recentemente que a CD Projekt Red poderá gastar cerca de 740 milhões de euros no desenvolvimento e marketing de The Witcher IV, e foi avançado que ARC Raiders já custou cerca de 69 milhões de euros a produzir. O impacto desta realidade não se fica pela indústria AAA, estendendo-se também a produções AA e independentes, que para além de também terem custos e tempos de desenvolvimento elevados (como por exemplo Silksong) são frequentemente inspiradas ou influenciadas pelos grandes títulos, ou financiadas por estúdios de altas produções, com responsabilidades e alvos de desempenho financeiro elevados que podem colocar em causa a sobrevivência de jogos mais modestos.

Delta Air Lines inaugura voo direto diário entre o Porto e Nova Iorque

A partir de 22 de maio, o Aeroporto do Porto passa a contar com uma ligação direta diária da Delta Air Lines a Nova Iorque, integrando o plano de expansão transatlântica da companhia.

A Delta Air Lines vai estrear um novo voo direto diário entre o Porto e Nova Iorque-JFK, a partir de 22 de maio. O lançamento do serviço, que ligará de forma contínua as duas cidades durante o verão, foi assinalado num evento realizado no Porto, com a participação da companhia norte-americana, da ANA/VINCI Airports e do Turismo do Porto e Norte. A cerimónia contou também com a presença de representantes do grupo Air France-KLM, parceiro da Delta na joint venture transatlântica.

De acordo com Matt Long, diretor-geral da Delta para a Europa e África, a nova ligação faz parte da estratégia de expansão da rede europeia da companhia. O responsável sublinhou que a rota reforça o objetivo de oferecer aos passageiros mais opções de viagem entre os Estados Unidos e a Europa, complementando os voos diários já existentes entre Nova Iorque-JFK e Lisboa, bem como a ligação a Boston. Long destacou ainda a importância da cooperação com os parceiros europeus da Air France-KLM, que asseguram a conectividade da rede em todo o continente.

Para a ANA Aeroportos de Portugal, a operação representa um passo relevante na consolidação das ligações intercontinentais do Aeroporto do Porto. Karen Strougo, diretora comercial da gestora aeroportuária, afirmou que o tráfego proveniente dos Estados Unidos duplicou desde 2019 e que a nova rota confirma o crescimento do interesse da região norte portuguesa neste mercado. Acrescentou que o resultado é fruto de um trabalho conjunto com a companhia aérea e outras entidades envolvidas.

Com esta operação, a Delta expande a sua presença em Portugal e reforça a ligação entre o país e os Estados Unidos. O voo será operado com aeronaves Boeing 767-300, configuradas com quatro classes de serviço – Delta One, Delta Premium Select, Delta Comfort e Delta Main – e capacidade para responder à procura da época alta.

A partir do Aeroporto JFK, principal base da companhia em Nova Iorque, os passageiros terão acesso a uma rede com mais de duas centenas de partidas diárias para cerca de uma centena de destinos. Assim, a nova rota Porto–Nova Iorque integra-se num plano mais amplo da transportadora norte-americana, que prevê para este verão o seu maior programa transatlântico de sempre.

Produtora portuguesa Alecrim Vagabundo distinguida por fundo internacional de documentário científico

O Sundance Institute | Sandbox Fund distinguiu pela primeira vez uma produtora portuguesa com um apoio internacional.

A produtora portuguesa Alecrim Vagabundo foi uma das 16 equipas selecionadas pelo Sundance Institute | Sandbox Fund, um programa internacional que apoia documentários de cariz científico e cultural. Trata-se da primeira vez que uma produtora portuguesa é distinguida por este fundo, criado em 2017 pelo Sundance Institute, fundado por Robert Redford, em parceria com a Sandbox Films.

O galardão foi atribuído ao documentário The Mammoths that Escaped the Kingdom of Erlik Khan, realizado por Tamara Kotevska, cineasta nomeada ao Óscar em 2019 por Honeyland. A estreia está prevista para 2027. Produzido pela Alecrim Vagabundo, o filme foi rodado nas zonas mais remotas da tundra de Yakut, na Sibéria, e explora o quotidiano e os dilemas de Vladik, um jovem pastor de renas da etnia dolgan, dividido entre as tradições ancestrais e a atração por caçadores modernos de presas de mamute.

A obra acompanha o confronto entre o legado espiritual de uma comunidade nómada e a pressão económica criada pela comercialização de ossos e presas congeladas, considerados restos amaldiçoados pelos mais velhos. O pai do protagonista, Roma, simboliza essa resistência à mudança, alertando para as consequências espirituais e ecológicas da exploração do subsolo gelado. A narrativa apresenta a tensão entre herança cultural, sobrevivência e a intervenção humana num dos ecossistemas mais sensíveis do planeta.

Tamara Kotevska descreveu a colaboração com o produtor Enrico Saraiva, fundador da Alecrim Vagabundo, como o prolongamento natural de uma parceria criativa já consolidada. “Quando o Enrico me apresentou o projeto, percebi que era algo inevitável”, afirmou a realizadora. Segundo Kotevska, esta é a segunda longa-metragem que desenvolvem em conjunto, depois de The Tale of Silyan, lançada pela National Geographic.

O Sundance Institute | Sandbox Fund apoia filmes em vários estágios de criação, desde o desenvolvimento até à pós-produção, com o objetivo de incentivar novas formas de contar histórias que articulem ciência e cultura. De acordo com a organização, os 16 projetos escolhidos nesta edição envolvem 47 cineastas de 11 países, entre eles Portugal, Dinamarca, Guatemala, Islândia, Índia, Cazaquistão, Quénia, Macedónia do Norte, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos.

As candidaturas de 2026 registaram um aumento significativo de propostas internacionais, representando 56% das submissões. Metade dos documentários apoiados são assinados por realizadores na sua primeira ou segunda longa-metragem, e cinco deles correspondem a estreias no formato.

Os temas abordados pelos projetos incluem a memória e a identidade, as respostas de cientistas e comunidades indígenas às alterações ambientais e o impacto da tecnologia nos limites biológicos e ecológicos da humanidade.

A diretora executiva da Sandbox Films, Jessica Harrop, sublinhou o papel do fundo na promoção de novas vozes na área da não-ficção científica. “Os cineastas apoiados por este programa trabalham na interseção entre arte e ciência. As suas perspetivas ampliam a compreensão do mundo e mostram que há um público disposto a ouvir estas histórias”, afirmou.

Fox McCloud junta-se ao elenco de The Super Mario Galaxy Movie

Poderá The Super Mario Galaxy Movie abrir as portas a um Super Smash Bros.?

Em antecipação à estreia de The Super Mario Galaxy Movie, a Nintendo e a Universal Pictures confirmaram a presença emocionante de mais uma personagem da Nintendo no filme, mas desta fez alguém fora das aventuras principais da franquia Mario.

Nas redes sociais e quase em modo surpresa, Fox McCloud, foi confirmado, juntamente com um poster que apresenta o seu design cinemático numa pose heroica, aludindo assim a uma presença do protagonista de Star Fox muito mais extensa do que um mero cameo.

As especulações de que Fox McCloud estaria presente no filme não são recentes, num trailer anterior os fãs já haviam espreitado a silhueta parcial de uma personagem mistério, com muitos a apontarem que seria mesmo McCloud.

A confirmação de McCloud também apela aos desejos de muitos fãs dos jogos da Nintendo, que aguardam pela possibilidade de os filmes de Mario se expandirem para uma espécie de universo cinemático com outras personagens icónicas dos videojogos, resultando numa adaptação de Super Smash Bros. E com um catálogo de personagens agora tão extenso entre dois filmes, onde se inclui Donkey Kong e amigos, Pikmin, e outros, essa possibilidade ganha ainda mais força.

Entretanto, também já se conhece quem dará a voz a McCloud, sendo assim protagonizado por Glen Powell. Recentemente, após a revelação de Yoshi como companheiro nas aventuras de Mario, Luigi e Peach, foram apresentados outros novos nomes ao elenco do filme, com Luis Guzman enquanto Wart, Issa Rae como Honey Queen e, mais surpreendente de todos, Donald Glover enquanto o adorável Yoshi.

Com estreia marcada para os cinemas nacionais da 1 de abril, na versão original o filme introduz também Brie Larson enquanto Rosalina e Benny Safdie enquanto Bowser Jr., que se juntam ao elenco da primeira aventura já composto por Chris Pratt (Mario), Anya Taylor-Joy (Peach), Charlie Day (Luigi), Jack Black (Bowser), Keegan-Michael Key (Toad) e Kevin Michael Richardson (Kamek).

Charles de Vilmorin assina coleção exclusiva de T-shirts para a La Redoute

Seis T-shirts exclusivas ilustram a colaboração entre a La Redoute e o designer francês Charles de Vilmorin, numa edição que une moda e experimentação artística.

O designer francês Charles de Vilmorin, conhecido pelo seu trabalho expressivo e pela fusão entre ilustração, pintura e moda, é o autor da mais recente colaboração exclusiva com a La Redoute. A coleção de edição limitada é composta por seis T-shirts com grafismos originais que procura traduzir o universo visual e poético do criador, conhecido pela exploração de cores intensas e pela abordagem artística às formas e à figura humana.

Vilmorin tornou-se uma das figuras centrais da nova geração de criadores franceses após ter revelado, em 2020, a sua primeira coleção através do Instagram, em plena pandemia. As suas propostas iniciais, sobretudo bombers pintados à mão, rapidamente chamaram a atenção do público e da crítica, abrindo-lhe portas para colaborações de maior escala, nomeadamente com as Galeries Lafayette. Em Paris, apresentou também coleções de pronto-a-vestir e, em 2024, assinou parte dos figurinos utilizados na cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos, consolidando o reconhecimento internacional do seu trabalho.

O traço de Vilmorin caracteriza-se pelo diálogo constante entre o figurativo e o abstrato, explorando a emoção como matéria criativa. Nas T-shirts agora lançadas, o criador utiliza a peça como suporte de experimentação estética, onde a arte assume o mesmo peso que o vestuário.

Charles de Vilmorin - La Redoute

Esta colaboração insere-se num ciclo de iniciativas especiais promovidas pela La Redoute no contexto de Un Temps D’Avance, exposição recentemente inaugurada no Museu La Piscine, em Roubaix, cidade de origem da marca. A mostra, que decorre até 5 de julho, traça a história da empresa desde o século XIX, quando a sua atividade se centrava na fiação de lã, até à consolidação como uma das principais referências europeias no comércio de moda por catálogo.

A exposição inclui documentos, imagens e peças que ilustram quase dois séculos de evolução económica, social e cultural, assim como as colaborações da marca com nomes emblemáticos da moda, entre eles Karl Lagerfeld e Yves Saint Laurent. O percurso proposto reflete também a transformação dos hábitos de consumo e o papel da La Redoute na democratização da moda e na afirmação da mulher como protagonista nesse processo.

Para além da exposição, a empresa apresenta três coleções cápsula exclusivas. A primeira, intitulada Blanchemaille, revisita a herança da marca através de uma abordagem nostálgica. Seguem-se as colaborações com Charles de Vilmorin e com o designer Kévin Germanier, este último com lançamento previsto para o verão. Estas edições limitadas somam-se ao programa comemorativo que antecipa o 190.º aniversário da marca, a celebrar em 2027.

Crise das memória também já afeta o mercado de processadores

A escassez de componentes impulsionada pela IA que encarece módulos de memória, armazenamento e placas gráficas também já afeta a disponibilidade de processadores.

A crise global de componentes de memória, causada pela procura elevada no setor de inteligência artificial, está a desencadear uma reação em cadeia que já ultrapassa o grupo inicial composto por módulos de memória e armazenamento, que têm sido os principais afetados pela alta procura e preços altos. Em consequência, produtos que incluam este tipo de componentes, como computadores, smartphones e outros dispositivos viram os preços a aumentar e podem ficar ainda mais caros, agora que os processadores também já começam a revelar alguma escassez no mercado.

De acordo com informações divulgadas pelo portal Nikkei, os preços dos processadores já registam aumentos médios entre 10% e 15%, afetando tanto o consumo doméstico como o segmento de servidores. A Intel já tinha alertado para o problema e os relatos da cadeia de fornecimento indicam que tanto Intel como AMD, comunicaram aos parceiros que haveria novos aumentos a entrarem em vigor entre março e abril. Ao mesmo tempo, os prazos de entrega, que antes eram de algumas semanas, estão a estender‑se para vários meses, sinalizando que a oferta não acompanha a procura.

Alguns executivos dentro do setor descrevem e alertam para um segundo trimestre de 2026 particularmente difícil, com o volume de processadores disponíveis para PCs deverá ser significativamente inferior ao do início do ano. O risco, portanto, não é apenas pagar mais caro, mas também a incapacidade de adquirir hardware novo, mesmo com preços inflacionados. A origem do problema continua a ser a mesma, com a produção de memória, que é essencial para treinar e operar modelos de IA, a não conseguir acompanhar a procura. Adicionalmente, vários analistas estimam que a escassez de memória poderá prolongar‑se até 2028, embora ainda não haja consenso sobre se o mercado de processadores seguirá o mesmo caminho.

eSIM da NOS já permite ativação de tarifários sem cartão físico

A NOS passa a disponibilizar adesão digital aos seus tarifários móveis, com ativação imediata via eSIM e sem necessidade de cartão físico.

A NOS introduziu novas funcionalidades associadas ao cartão digital eSIM, com o objetivo de simplificar os processos de adesão e transferência de número nos serviços móveis. A partir de agora, os clientes podem ativar tarifários pós-pagos e pré-pagos diretamente através do site da operadora, sem necessidade de recorrer a cartões físicos ou deslocações a pontos de venda. O processo é integralmente digital e, segundo a empresa, permite iniciar o serviço em menos de um minuto.

A operadora acrescentou ainda a função designada Quick-Transfer, atualmente disponível para dispositivos Apple, como iPhones e iPads. Esta funcionalidade possibilita converter um cartão SIM físico em eSIM, sem a instalação de aplicações externas e sem custos adicionais. A transferência de um eSIM entre equipamentos também passa a poder ser efetuada de forma imediata: basta aproximar os dois dispositivos para que o processo seja concluído, garantindo continuidade no serviço durante a troca de aparelhos.

A NOS sublinha que esta atualização acompanha a tendência crescente de equipamentos sem suporte para cartões físicos e pretende reduzir a utilização de plástico associada à produção desses cartões.

Air France e KLM reforçam operação em Portugal com mais 11% de capacidade no verão de 2026

A Air France-KLM aposta em aviões de nova geração e mais voos a partir de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada este verão.

A Air France e a KLM vão reforçar a operação em Portugal durante o verão de 2026, prevendo um aumento global de 11% na capacidade face ao mesmo período do ano anterior. O grupo franco-holandês, que integra também a companhia de baixo custo Transavia, prevê assegurar um total de 29 rotas e até 346 frequências semanais, a partir dos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada, com destino a França, Países Baixos e Bélgica.

No caso da Air France, uma das principais novidades do próximo verão incide sobre o reforço da operação a partir do Porto. A companhia francesa vai assegurar até 46 voos por semana entre o Aeroporto Francisco Sá Carneiro e o hub de Paris-Charles de Gaulle. Um dos voos passará a incluir paragem noturna no Porto, o que permitirá partidas nas primeiras horas da manhã e uma maior flexibilidade de ligações com a rede internacional da transportadora através de Paris.

Segundo Laurent Perrier, diretor-geral da Air France-KLM para Portugal e Espanha, o mercado português tem sido uma aposta consistente do grupo. Desde 2019, a capacidade conjunta das duas companhias em Portugal aumentou 44%, tendo ambas recuperado os níveis operacionais anteriores à pandemia em 2022. O responsável destaca ainda a importância histórica da relação entre o grupo e Portugal, recordando que a KLM iniciou voos para o país em 1940 e a Air France em 1946.

A operação deste verão decorre igualmente no âmbito da parceria transatlântica com a Delta Air Lines. No quadro dessa joint-venture, os passageiros terão acesso a voos diretos operados pela Delta a partir de Lisboa para Nova Iorque-JFK e Boston, bem como a partir do Porto para Nova Iorque-JFK, com inauguração desta última rota marcada para 22 de maio.

Este aumento de oferta será acompanhado pela introdução de aeronaves mais recentes e eficientes. Os Airbus A220 da Air France e os A321neo da KLM, ambos de nova geração, vão assumir um papel mais relevante nas rotas portuguesas em 2026, contribuindo para reduzir o consumo de combustível e as emissões de dióxido de carbono até 20% por passageiro-quilómetro, além de oferecerem melhorias em conforto e eficiência operacional.

A ligação histórica entre as duas companhias e Portugal mantém-se como um dos pilares da presença do grupo no país. A KLM foi a primeira das duas a operar em território português, iniciando voos em 1940. Dois anos depois, em 1942, um avião DC-3 da KLM marcou o arranque do serviço comercial no então recém-inaugurado Aeroporto da Portela. A Air France seguiu-se em 1946 e, a 15 de maio de 2026, assinalará oito décadas de operação na rota Lisboa-Paris, uma ligação contínua desde o pós-guerra que contribuiu para consolidar o tráfego aéreo entre Portugal e França.

Requalificação da Unidade de Saúde de Fátima reforça rede de cuidados primários em Ourém

A requalificação da Unidade de Saúde Familiar de Fátima, financiada pelo PRR, representa um investimento de 1,7 milhões de euros e reforça a resposta dos cuidados primários em Ourém.

A requalificação da Unidade de Saúde Familiar (USF) de Fátima foi inaugurada esta quarta-feira, após uma intervenção financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) no valor de 1,7 milhões de euros. A obra, considerada prioritária para o reforço dos cuidados de saúde primários no concelho de Ourém, modernizou as instalações e ampliou os serviços disponíveis à população.

O edifício concentra a USF de Fátima, a Unidade de Cuidados na Comunidade da Cova da Iria — que inclui serviços de medicina dentária e equipas de cuidados continuados — e o Departamento de Saúde Pública. A intervenção permitiu melhorar as condições de funcionamento e a capacidade de resposta das equipas, num momento em que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) procura consolidar a rede de proximidade.

A Unidade Local de Saúde da Região de Leiria, que assegura cuidados primários a mais de 415.000 utentes, reforçou no último ano as suas equipas com 33 novos especialistas em medicina geral e familiar. Na USF de Fátima, encontram-se inscritos mais de 16.000 utentes, dos quais cerca de dois mil ainda não dispõem de médico de família atribuído. Segundo o Ministério da Saúde, estes cidadãos mantêm acompanhamento regular através de uma equipa clínica dedicada.

Foto: ULS Região de Leiria

Região de Setúbal adota modelo regional para urgências de Obstetrícia e Ginecologia

A centralização das urgências obstétricas em Almada e Setúbal visa garantir maior estabilidade clínica e resposta contínua face à escassez de profissionais.

A partir de 15 de abril, a Península de Setúbal passa a dispor de um modelo regional de urgências externas de Ginecologia e Obstetrícia, com funcionamento centralizado, resultado da reorganização dos serviços ditada pela escassez de profissionais e pela instabilidade registada nos últimos anos.

A nova estrutura ficará dividida em dois polos principais. O Hospital Garcia de Orta, em Almada, pertencente à Unidade Local de Saúde (ULS) de Almada-Seixal, assume o papel de unidade-sede. Dispõe de bloco de partos e de apoio perinatal diferenciado, concentrando cerca de 80% do funcionamento em equipas da própria ULS de Almada-Seixal e o restante em profissionais da ULS Arco Ribeirinho.

O segundo polo estará instalado no Hospital de São Bernardo, em Setúbal, integrado na ULS da Arrábida. Este serviço prestará atendimento a utentes provenientes dos concelhos de Setúbal, Alcácer do Sal, Grândola, Palmela, Santiago do Cacém, Sesimbra e Sines. O funcionamento será assegurado maioritariamente por equipas da ULS da Arrábida, mantendo-se a maternidade do Hospital de Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, em atividade regular, uma vez que a centralização se aplica apenas ao atendimento de urgência.

As três unidades locais de saúde manterão a atividade programada de ginecologia e obstetrícia, garantindo continuidade nos cuidados não urgentes. O modelo prevê ainda uma articulação operacional entre as ULS envolvidas, de forma a assegurar o serviço de urgência centralizada e resposta coordenada nas áreas respetivas de influência.

O modelo de urgências centralizadas foi desenvolvido pela Direção Executiva do SNS e enquadra-se na estratégia nacional para responder à falta de recursos humanos, sobretudo de especialistas em obstetrícia e anestesiologia. O decreto-lei que regula esta reorganização determina uma avaliação semestral do funcionamento, a cargo do SNS.

A primeira experiência deste tipo entrou em vigor a 16 de março, no Hospital Beatriz Ângelo, que serve a área da ULS de Loures-Odivelas. O serviço funciona de forma contínua, 24 horas por dia, com equipas conjuntas das ULS de Loures-Odivelas e do Estuário do Tejo.

Os consumidores portugueses e a importância do serviço ao cliente

Os consumidores portugueses já não se deixam conquistar apenas pelo preço. Uma promoção pode abrir a porta, um desconto pode despertar curiosidade, mas a permanência junto de uma marca decide-se noutro território: o da experiência.

E quando essa experiência falha, sobretudo no atendimento ao cliente, a relação parte-se com uma facilidade desarmante.

O preço atrai, mas não segura

Em Portugal, esta rutura já deixou de ser uma hipótese remota. Tornou-se comportamento corrente.

Cada vez mais consumidores desistem de uma empresa não porque encontraram algo radicalmente melhor, mas porque se cansaram de esperar, de repetir o mesmo problema ou de sentir que ninguém, do outro lado, quer realmente resolver seja o que for. A fidelidade, afinal, não nasce de campanhas brilhantes. Nasce de interações concretas, muitas vezes em momentos de frustração.

A velha ideia de que o consumidor aceita tudo desde que pague menos está a perder terreno. Um preço apelativo chama a atenção, sem dúvida. Mas quando o percurso se transforma numa sucessão de obstáculos, o barato deixa de parecer vantajoso e começa a soar a desgaste. É esse desgaste que afasta clientes e empurra muitos deles para a concorrência, mesmo quando a diferença de preço não é assim tão grande.

O caso Ryanair e o desgaste da marca

É precisamente aí que o caso da Ryanair ajuda a perceber o peso do atendimento na perceção de uma marca. Um estudo recente da Which colocou a companhia entre as últimas posições em satisfação, com avaliações fracas em dimensões como o apoio ao cliente, o embarque e o processo de reserva. O dado vale mais do que uma curiosidade de ranking. Mostra como um serviço associado a atrito constante pode corroer a imagem de uma empresa, mesmo quando esta continua a atrair passageiros pelo preço base.

Quando o cliente sente fricção a cada passo, quando surgem cobranças que parecem obscuras e quando o apoio falha no momento em que mais faz falta, a marca deixa de ser económica e passa a ser cansativa. E uma marca cansativa, por mais visível que seja, começa a perder espaço na memória afetiva do consumidor.

O que revela o estudo da Foundever

O retrato mais claro desta realidade surge no estudo da Foundever, “Observatório 2025: Tendências do Consumidor em CX”. Segundo essa análise, 52,4% dos consumidores portugueses já abandonaram uma marca, bem como os seus produtos ou serviços, devido a uma má experiência de atendimento. O número impressiona, mas talvez nem devesse surpreender. Basta pensar no quotidiano: quantas vezes uma simples dúvida se transforma num labirinto? Quantas vezes um erro de faturação, um pedido de devolução ou uma reclamação mal gerida deixam no cliente a sensação amarga de ter sido tratado como um incómodo?

O estudo mostra ainda que os portugueses valorizam sobretudo duas coisas: resolução eficaz e empatia. A esmagadora maioria dos inquiridos aponta a capacidade de resolver o problema como o elemento mais determinante, acima da mera rapidez de resposta. Logo a seguir surge a simpatia dos colaboradores. Isto diz muito sobre o que o consumidor espera. Ninguém quer apenas uma resposta célere; quer uma resposta que sirva para alguma coisa. Responder depressa e mal é apenas uma forma mais eficiente de falhar.

A fidelidade constrói-se no momento da verdade

Também por isso o telefone e o email continuam a manter um peso expressivo, enquanto os chatbots ainda geram desconfiança. A tecnologia pode facilitar processos simples, mas continua longe de substituir a segurança de uma interação humana quando há dinheiro em causa, ansiedade acumulada ou um problema que foge ao guião. O cliente quer sentir que há alguém a ouvir, a interpretar e a decidir.

No fundo, é esta a lição que muitas empresas ainda resistem a aceitar: a lealdade do consumidor português constrói-se menos com promessas e mais com prova dada no terreno. Uma marca pode investir fortunas em visibilidade, campanhas e notoriedade. Se falhar no momento em que o cliente mais precisa dela, o resto perde valor.

Wells lança Skinologist, uma nova marca de cuidados de pele aprovados por dermatologistas

A nova marca Skinologist, exclusiva da Wells, propõe cuidados de rosto e corpo com enfoque em hidratação, acne e conforto cutâneo.

A Wells apresentou uma nova marca exclusiva de cuidados de pele, a Skinologist, desenvolvida com a aprovação de dermatologistas. O objetivo é oferecer soluções acessíveis para diferentes tipos e necessidades de pele, tanto do rosto como do corpo, com enfoque inicial em hidratação e controlo da acne.

A marca parte de uma estrutura simples de rotina, centrada em três etapas – limpeza, tratamento e hidratação – com fórmulas que pretendem ser eficazes e de aplicação intuitiva.

A gama de rosto inclui duas linhas de referência. A primeira destina-se à hidratação da pele e é composta por uma água micelar desmaquilhante, um sérum reparador e um creme hidratante. As fórmulas baseiam-se em ingredientes como ácido hialurónico de dois pesos moleculares, niacinamida e ceramidas, com o propósito de reforçar a barreira cutânea e promover uma textura uniforme e confortável.

A segunda linha dedica-se ao tratamento de peles oleosas e com tendência acneica, dispondo de água micelar purificante, gel de limpeza, sérum e creme de controlo de imperfeições. Estes produtos utilizam ativos como niacinamida, ácido salicílico e Sepicontrol, combinando propriedades purificantes e reguladoras da oleosidade com ação hidratante.

Além dos produtos faciais, a Skinologist estende-se ao cuidado corporal, com uma seleção voltada para pele seca, muito seca, sensível e atópica. Entre as opções disponíveis encontram-se o creme gordo hidratante, em vários formatos, e os produtos emolientes – em versão óleo e creme – formulados para peles com tendência atópica.

Os produtos de rosto estão disponíveis a partir de 6,99€ nas lojas Wells e no site oficial.