Dan Houser, co-criador de Grand Theft Auto, acusa promotores de inteligência artificial de falta de humanidade

O co-criador de Grand Theft Auto comentou o uso da inteligência artificial na sociedade e nas indústrias criativas, com palavras duras a quem defende e promove o seu uso.

Em entrevista à Virgin Radio UK, Dan Houser, co-criador de Grand Theft Auto fez questão de comentar as tendências do uso de inteligência artificial na sociedade e em campos criativos, como os videojogos, com palavras duras dirigidas a algumas das pessoas que procuram definir o futuro da criatividade destas tecnologias, referindo mesmo que estas podem ser precisamente as menos qualificadas para o fazer. Houser afirma que o setor está a ser orientado por indivíduos que, no seu entender, não apresentam uma visão humana ou criativa suficientemente sólida, considerando ainda que esta dinâmica alimenta um avanço tecnológico desequilibrado, marcado por riscos éticos e limitações técnicas.

Algumas destas pessoas que estão a tentar definir o futuro da humanidade, criatividade ou outras coisas com IA não são as pessoas mais humanas ou criativas (…) Estão a dizer que são um ser humano melhor que tu e obviamente que não é verdade. Essa é uma das outras coisas de que a humanidade está a ser empurrada numa certa direção por um grupo de pessoas que não são completamente humanas.” afirmou House.

Houser também acredita que os modelos linguísticos de larga escala dependem de grandes volumes de dados oriundos da Internet, mas enfrentam um ambiente onde o conteúdo gerado pela própria IA está a contaminar as fontes, criando um ciclo fechado que compromete a qualidade e a fiabilidade das respostas. Para ilustrar o problema, comparou o processo ao episódio da doença das vacas loucas, onde animais acabaram alimentados com proteínas derivadas da mesma espécie.

Noutras intervenções recentes, House já tinha afirmado que a inteligência artificial não é tão útil quanto algumas empresas sugerem, descrevendo o seu resultado como “genérico”, dependente de padrões passados e incapaz de gerar resultados novos e genuína. Estas críticas contribuem para uma discussão crescente sobre o papel da tecnologia no desenvolvimento criativo e cultural, entre os quais também se destacam as palavras de Strauss Zelnick, da Take-Two Interactive – a editora de Grand Theft Auto 6 -, que têm defendido que a inovação artística continua dependente da intervenção humana.

Estes comentários de Houser foram feitos durante o circuito de promoção do seu novo romance, A Better Paradise, cuja premissa se passa num mundo onde uma poderosa inteligência artificial ficou fora do controlo.

Depois do Rock in Rio Lisboa, Ne-Yo regressa a Portugal em nome próprio

O músico norte-americano Ne-Yo vai voltar ao nosso país para um concerto na MEO Arena, num espetáculo que irá revisitar as várias fases da carreira.

Ne-Yo vai voltar a Lisboa na primavera para um concerto único marcado para 19 de abril, na MEO Arena, num regresso em nome próprio depois da estreia em território nacional no ano passado, integrado no cartaz do Rock in Rio Lisboa.

Com 46 anos e três Grammys no currículo, o cantor e compositor norte-americano é uma das figuras centrais do R&B contemporâneo. A projeção internacional chegou em 2005 com “So Sick”, tema incluído no álbum de estreia In My Own Words, que rapidamente o colocou nas tabelas de vendas e o apresentou a um público global. A partir daí consolidou um percurso feito de canções que marcaram a década seguinte, como “Sexy Love”, “Because of You”, “Closer”, “Miss Independent” ou “Push Back”, temas que ajudaram a definir um estilo assente em melodias fortes e na forma como cruza soul, pop e R&B moderno.

O reconhecimento da indústria não tardou. Because of You, editado em 2007, valeu-lhe o primeiro Grammy na categoria de Melhor Álbum de R&B. No ano seguinte, Year of the Gentleman reforçou esse estatuto: “Miss Independent”, um dos singles desse disco, rendeu-lhe mais dois Grammys, para Melhor Canção R&B e Melhor Performance Vocal R&B, fixando o seu nome entre os principais intérpretes do género.

Para além da carreira em nome próprio, Ne-Yo construiu também um percurso sólido como autor para outros artistas. Assina vários êxitos de Rihanna, como “Unfaithful”, “Russian Roulette” e “Take a Bow”, bem como “Irreplaceable”, um dos maiores sucessos de Beyoncé. Jennifer Hudson, Usher, Carrie Underwood, Celine Dion e Mario contam-se igualmente entre os nomes que já recorreram à sua escrita.

O oitavo álbum de estúdio, Self Explanatory, chegou em 2022 e é o registo de longa duração mais recente. Este ano, Ne-Yo apresentou o single “Simple Things”, apontado como avanço de um novo trabalho que ainda não tem data anunciada.

Quanto aos bilhetes, são postos à venda esta quinta-feira, dia 4 de dezembro, com preços entre 35 e 85€.

Sonic vai expandir o seu universo cinemático com um quinto filme em 2028

Com Sonic the Hedgehog 4 já confirmado para os cinemas, 2028 marcará a estreia de outro filme de Sonic completamente novo.

A Paramount Pictures e a SEGA vão explorar novos cantos do universo de Sonic com um filme novo, após Sonic the Hedgehog 4, que tem data de estreia para março de 2027.

O título mistério é referido como um filme dentro do “universo Sonic”, sugerindo que não será Sonic the Hedgehog 5, mas uma espécie de spin-off, tornando-se no segundo se contarmos com a série televisiva Knuckles.

De acordo com o portal Deadline, o quinto filme terá estreia em dezembro de 2028 e será produzido novamente pela Original Film e pela Sega Sammy Group, mas desconhece-se para já quem será o realizador, ou quem irá fazer parte do elenco, tanto em vozes como personagens.

A aventura mais recente da mascote da SEGA, foi Sonic the Hedgehog 3, que teve estreia a 26 de dezembro do ano passado, naquela que foi a adaptação mais da série até agora, tendo introduzido uma das personagens favoritas dos fãs, Shadow, com voz de Keanu Reeves.

Para além do novo filme de Sonic, a Paramount Pictures revelou que tem planos para mais um filme das Tartarugas Ninja (Teenage Mutant Ninja Turtles) diferente do mais recente filme de animação – que também tem uma sequela planeada -, que irá misturar live-action com personagens animadas, em novembro de 2028.

Novo Modo Rua da Revolut acrescenta proteção extra contra furtos de telemóvel

A Revolut passa a disponibilizar o Modo Rua, uma proteção sensível à localização que atrasa transferências e exige verificações adicionais fora de locais seguros.

A Revolut introduziu um novo sistema de segurança pensado para responder ao aumento de furtos de telemóveis e às técnicas de fraude que costumam intensificar-se nesta altura do ano. O chamado Modo Rua funciona como uma camada adicional de proteção nas operações realizadas fora de locais assinalados pelo utilizador como seguros, limitando o acesso imediato ao dinheiro sempre que o dispositivo é utilizado em zonas de maior risco. A funcionalidade chega ao Reino Unido e ao Espaço Económico Europeu, incluindo Portugal, num período em que o movimento nas ruas e os eventos festivos servem muitas vezes de oportunidade para abordagens oportunistas.

A criação deste mecanismo decorre de episódios em que assaltantes aproveitam o facto de o telemóvel permanecer desbloqueado, obrigando por vezes as vítimas a concluir verificações no próprio aparelho antes de fugirem com ele. Perante este cenário, o Modo Rua recorre à localização para ajustar automaticamente o nível de proteção aplicado às transferências. Quando o utilizador se encontra fora dos locais previamente definidos como confiáveis, qualquer operação acima de um valor estabelecido passa a exigir validações de identidade adicionais e fica sujeita a um atraso de uma hora. Esse intervalo funciona como margem de segurança para travar transações potencialmente forçadas.

A equipa responsável destaca que a evolução constante das táticas de fraude exige respostas igualmente adaptáveis. A ferramenta foi concebida para que cada cliente configure o seu próprio perímetro de segurança e ajuste limites de transferência, permitindo que a aplicação reaja ao contexto específico de cada utilização. Dentro dos locais definidos, as operações continuam a ser concluídas de imediato após a verificação habitual. Fora deles, só avançam depois de um segundo controlo biométrico, realizado no final do período de atraso.

O Modo Rua amplia o que já existia no Wealth Protection, lançado no ano anterior e destinado a travar o acesso às poupanças em situações de roubo físico do dispositivo. Esta funcionalidade reforçada integra um conjunto mais vasto de ferramentas criadas para reduzir riscos associados ao uso quotidiano da aplicação. A Revolut indica que mais de um milhão de clientes na Europa ativaram o Wealth Protection desde o seu lançamento, sinalizando a crescente procura por mecanismos de defesa adicionais num ambiente em que as ameaças digitais e físicas se cruzam com frequência crescente.

O mundo mágico de Harry Potter recebe um espaço dedicado na LEGOLAND Deutschland Resort

O Harry Potter LEGOLAND Deutschland vai ser o primeiro do género, mas ainda não tem dada de inauguração anunciada.

Preparem as varinhas, porque há um novo parque temático de Harry Potter a chegar à Europa. E, desta vez, não apela apenas aos fãs do mundo mágico, mas também aos fãs de LEGO. A Merlin Entertainments e a Warner Bros. Discovery Global Experiences anunciaram a criação da primeira área temática LEGO Harry Potter do mundo. Esta colaboração inesperada irá resultar na criação de uma terra temática totalmente nova dedicada à coleção mágica dos pequenos blocos, no LEGOLAND Deutschland Resort, na Alemanha.

Esta expansão representa o maior investimento individual da Merlin Entertainments num local existente, e marca a primeira vez que a popular linha de brinquedos e videojogos LEGO Harry Potter ganha vida com um parque temático dedicado. Mas não só, em comunicado, a empresa refere que, além do parque temático, o projeto inclui ainda hotéis temáticos inspirados no Mundo Mágico criado por J. K. Rowling.

Ainda não há data de abertura marcada, mas estão prometidos mais detalhes sobre o LEGOLAND Deutschland Resort ao longo do próximo ano.

Starbucks quer abrir lojas drive-thru em 2026 na Península Ibérica

A Starbucks atingiu 225 lojas na Península Ibérica após 16 novas aberturas e prepara formatos como drive-thru e unidades compactas.

A Starbucks reforçou a sua presença na Península Ibérica ao longo deste ano, abrindo 16 novas lojas entre Portugal e Espanha e elevando a rede para 225 espaços, dos quais 32 em território português. Para Antonio Romero, diretor-geral da Alsea Iberia, que opera a marca nos dois países, a expansão que está a acontecer agora é para continuar nos próximos anos.

Num encontro com jornalistas no novo café instalado no renovado Estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, Romero explicou que a estratégia passa por diversificar formatos. Entre os planos está a estreia das lojas drive-thru em 2026 e a abertura de unidades mais pequenas em centros comerciais e aeroportos, adaptadas a rotinas de consumo cada vez mais rápidas.

Com 23 anos de presença em Espanha, a Starbucks continua a expandir-se: só em 2025 terão sido acrescentadas 13 lojas próprias e três franchisadas na Península. A par da expansão, a empresa reforçou as equipas, integrando 260 novos trabalhadores ao longo deste ano, ultrapassando assim os 3.000 colaboradores na Alsea Iberia.

Num mercado onde as cafetarias de especialidade se tornam mais competitivas, Romero destaca que uma das prioridades passa por fortalecer a relação com quem frequenta a marca. O programa de fidelização desempenha um papel central, contando com mais de um milhão de membros e superando as seis milhões de transações anuais.

Tingus Goose Review: O milagre da vida

Gansos.

A vida é um mistério. O ato de criar vida, a junção das células, o choque entre botão embrionário e o trofoblasto, a conceção de ossos, músculos, veias, órgãos é belo. Um pequeno ovo, minúsculo, aparentemente igual a tantos outros, é o epicentro da vida. Células ganham traços únicos, dentes, impressões digitais e uma personalidade. Um ovo transforma-se num ser vivo. O início é a fusão de dois corpos, duas entidades, que dão origem a algo novo. A mim, a vocês, a nós. O início é idêntico para todos. O processo é igual, imutável, até mesmo com os avanços da ciência. Um ovo é fecundado, a vida acontece. Mas levanta-se a questão. Uma questão que a Sweaty Chair e o artista Master Tingus decidiram materializar na nossa realidade. E se o mistério da vida fosse, na verdade, um ganso?

Em Tingus Goose, tudo são gansos. O mistério da vida são gansos. As pessoas são gansos. Órgãos são transformados em gansos, tornam-se sencientes, ganham asas e voam até encontrarem o local perfeito para criarem um ninho. O ninho é uma pessoa, onde nascem novos gansos. O processo de fertilização é representado como um espetáculo de horror absurdista, onde corpos são transformados em objetos e animais, fundindo-se para dar origem a uma nova vida. A vida é como uma patologia, uma infeção viral que se apodera dos corpos à sua volta, mutando-os até ficarem irreconhecíveis. Uma pessoa é literalmente feita de gansos e explode.

A realidade seria impossível sem gansos. Esta é a mensagem da Sweaty Chair e de Master Tingus. Uma mensagem clara, sem metáforas ou artifícios desnecessários, que se constrói através de cinemáticas que processam e reinterpretam o mistério da vida, o processo de fecundação e o nascimento como algo grotesco. Entre cinemáticas, entre o horror corporal e desconfortável, tão cómico como nojento, encontra-se um Idle Game. A fecundação requer tempo, as células precisam multiplicar-se para dar origem a uma nova vida e Tingus Goose necessita também de tempo para que a sua jogabilidade cresça e evolua. Tudo é tempo, dinheiro, gansos, vida.

Tingus Goose abraça o surrealismo através da sua imagética e das metáforas que ousa utilizar para representar a gestação humana e animal, muito graças ao trabalho de Master Tingus. Esta escolha é figurada através do objetivo principal do jogo, o acasalamento de dois gansos e a angariação de dinheiro. Os dois gansos estão separados pelo espaço e tempo, e para se reencontrarem, nós precisamos de dinheiro. Este é o objetivo principal. Quanto mais dinheiro utilizarmos, mais o ganso cresce, regado como uma planta que procura a vida, cujo pescoço se estende pelo céu até alcançar o seu companheiro, que se mantém suspenso no espaço como uma entidade divina. O jogo não procura ser subtil. A imagética é bastante frontal, peculiar, abstrata e bizarra, ao ponto de se tornar grosseira – e funciona.

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Tingus Goose (Sweaty Chair)

Enquanto o pescoço do ganso cresce, como uma flor a brotar, a vida acontece. O ganso vomita fetos, que caem ao longo do pescoço, à procura de repouso. Os fetos representam dinheiro, talvez numa queda livre até à morte – se a simbologia fizer algum sentido -, e é durante a sua queda que começa a nossa corrida por rentabilidade. Se prolongarmos a queda, se garantirmos que os fetos não chegam rapidamente ao solo, geramos mais dinheiro. Com mais dinheiro, podemos continuar a regar o ganso para que cresça até ao seu companheiro. Isto é o jogo. Para rentabilizarmos os fetos e suavizarmos a sua queda, numa metáfora ao capitalismo desenfreado que nos comanda – ou talvez um simples e mero acaso, quem sabe –, temos de posicionar apêndices, ou bolbos, ao longo do pescoço do ganso para que os fetos possam baloiçar até chegarem ao solo. Quanto mais baloiçarem, mais dinheiro fazemos. O nosso ganso cresce, os fetos desaparecem, a rentabilidade aumenta. Mas para onde vão os fetos? Para o interior de um mealheiro em forma de porco, que poderá não ser um mealheiro, mas um humano transformado em porco que, por sua vez, foi transformado em recipiente de bebés mutantes. A alegoria para o milagre da vida está aqui.

Para garantirmos o reencontro dos dois gansos, nós precisamos de uma máquina funcional, rentável e implacável. Uma máquina-ganso, onde crianças são o combustível para o futuro. Para que a máquina funcione, nós temos de saber utilizar os apêndices, compreender como funcionam e onde posicioná-los. Cada apêndice tem uma funcionalidade específica, seja um pescoço adicional de ganso, que saltita as crianças; uma linha de pessoas sentadas, como se estivessem na sala de espera de um hospital; olhos que podem lacrimejar; portais que movimentam as crianças entre vários pontos do pescoço; rampas e escada rolantes; gansos que devoram e depois defecam as crianças; entre outros. O que importa é saber como combinar estes apêndices, onde posicioná-los e depois manipular o seu comprimento, direção e tamanho para que possam baloiçar eficazmente as crianças que caem na sua direção.

É fácil influenciar positiva ou negativamente a produtividade da nossa máquina-ganso. Basta mudarmos a posição de um apêndice para alterarmos o ritmo, direção e rentabilidade dos bebés, se não conseguirmos prever os efeitos que um único ajuste tem na produtividade do ganso. Temos de equacionar que o tempo é dinheiro, mas também que o baloiçar aumenta a rentabilidade de cada criança. Quanto mais baloiçarem, maior será o multiplicador por criança quando chegar ao homem-mealheiro. Então é preciso posicionar os apêndices para que possam auxiliar-se ao longo do pescoço. Uma criança que baloiça, por exemplo, entre uma das escadas rolantes, o focinho de um porco ou o ganso que devorador acabará por ser mais rentável a longo prazo. A máquina-ganso tem de funcionar constantemente e ser o mais eficiente possível porque sempre que é regada, o valor da água aumenta. Sem dinheiro, a máquina-ganso não cresce e o nível nunca terminará.

Este seria um desafio interessante e mais predominante se o tempo não estivesse do nosso lado. Sem um relógio ou metas por cumprir, Tingus Goose é um Idle Game e essa faceta do seu design está presente através da forma como gerirmos o nosso tempo. Podemos jogar com uma meta pessoal ao tentarmos terminar os níveis o mais depressa possível, mas podemos deixar o jogo seguir o seu curso. É possível montar os apêndices, garantir um certo fluxo de dinheiro e deixar o jogo acumular dinheiro enquanto terminamos outras tarefas. Enquanto escrevo este texto e tento fazer sentido do mundo, imagética e temas de Tingus Goose, o jogo continua a sua marcha de vida, morte e dinheiro. Enquanto escrevo este parágrafo, dois milhões de notas foram gerados e isto com uma máquina-ganso pouco eficiente. O valor não é alto, ainda mais para uma fase final, onde precisamos de centenas de milhares de notas para regarmos o ganso, mas é demonstrativo do impacto do tempo neste género de videojogos. Um género que se quer mais relaxante, sem grandes imposições e que aqui funciona perfeitamente – ainda que dependa da mentalidade e disposição dos jogadores para que estes sistemas consigam viver sem a pressão e necessidade de metas por cumprir.

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Tingus Goose (Sweaty Chair)

O milagre da vida é constantemente desafiado em Tingus Goose. Outra faceta da existência é o envelhecimento. Se existir é um milagre, viver e envelhecer é a afirmação desse milagre. Tingus Goose representa o envelhecimento como mais uma mecânica, onde fetos podem fundir-se ao longo dos níveis para darem lugar a crianças mais desenvolvidas. Se três ou mais crianças entrarem em contacto enquanto caem, o processo de fusão inicia-se e as três passam a ser uma. Os fetos transformam-se em crianças, depois em jovens, adolescentes e, por fim, adultos funcionais. O ciclo de vida fica completo enquanto crianças caem ao longo do enorme pescoço do ganso, apenas para serem transformadas em notas que alimentam a máquina que lhes deu vida. Quanto mais crescidos, mais valiosos são. O humano cuja carne é feita de dinheiro. Um dinheiro sagrado, já dizia Michael Gira.

Apesar das mecânicas e sistemas acessíveis, Tingus Goose oferece alguma progressão ao longo da campanha. Os níveis ficam mais complexos, com plataformas, entradas e saídas que temos de equacionar enquanto construímos a máquina-ganso e posicionamos os seus apêndices. A eficiência é sempre a grande meta de Tingus Goose. Se encontramos um obstáculo sobre a forma de um buraco, que obriga os bebés a andarem até que encontrem um caminho para os níveis inferiores, uma caminhada que é pouco lucrativa, então temos de descobrir os apêndices que tornem a mobilidade mais rápida e imediata. Podemos, por exemplo, adicionar o apêndice em forma de portal, onde uma entrada e uma saída movem instantaneamente os bebés. Também podemos utilizar a escada rolante para aumentar o ritmo dos bebés e garantir que chegam mais depressa ao seu destino. Por fim, é possível construir uma escadaria com vários apêndices que saltitam os bebés entre pontos e direções diferentes, como olhos, filas de pessoas ou os famigerados gansos que devoram e defecam bebés. Os obstáculos são sempre inicialmente frustrantes devido ao tempo que nos roubam, mas não só o jogo apresenta as ferramentas certas para darmos aso à nossa imaginação, como não podemos esquecer que o tempo nunca é o nosso inimigo em Tingus Goose. A imaginação é o verdadeiro inimigo.

Também existem acontecimentos aleatórios que procuram condicionar o funcionamento da máquina-ganso. A qualquer momento podemos ser atacados por um bebé-meteorito que incapacita um dos apêndices que temos posicionados em campo. Não sabemos qual será o apêndice a ser influenciado por este acontecimento aleatório, mas sabemos que é inevitável que fique incapacitado, ao ponto de ser difícil livrar-nos dele para que possamos colocar outro apêndice mais rentável no seu lugar. Um pequeno desafio que pode afetar rapidamente a rentabilidade da máquina que construímos ao longo de vários minutos ou até horas, já que retira parte do lucro que dávamos já como garantido. Em Tingus Goose, basta um apêndice ficar incapacitado para que o fluxo de dinheiro seja condicionado até que encontremos uma solução.

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Tingus Goose (Sweaty Chair)

Menos aleatório são as aparições do médico, que servem como ponto de venda para novos apêndices e habilidades temporárias. Com gemas, que colecionamos ao longo dos níveis, podemos adquirir estas ajudas para melhorarmos o baloiçar das crianças, a rentabilidade das mesmas, a sua resistência ao toque (que nos dá dinheiro adicional) ou então termos acesso a apêndices mais raros e com habilidades únicas. Por exemplo, o famigerado ganso que devora crianças tem uma versão incomum que lhe dá a capacidade de defecar duas ou três crianças por cada criança devorada. É o milagre da vida representado através de sistemas interativos!

Também existe uma árvore de habilidades permanentes, com melhorias incrementais, muito semelhante a outros Idle Games que já jogaram. É através desta árvore de habilidades que temos acesso a algumas das funcionalidades mais importantes do jogo, como as visitas de médico ou o mordomo que ocasionalmente entrega dinheiro de bandeja, mas também podemos aumentar permanentemente a resistência das crianças, a rentabilidade mesmo quando saímos do jogo – nunca esquecer que estamos a falar de um Idle Game – ou a possibilidade de nascer um apêndice aleatoriamente e outras opções por descobrir.

A Sweaty Chair adotou o estilo peculiar, cómico e surreal de Master Tingus para dar vida a este grotesco ciclo de vida. Talvez esteja a ler demasiado e a subentender temas e metáforas que afinal procuram ser apenas absurdas e pouco mais, mas há uma mensagem, uma ideia concreta e uma visão artística que é percetível através das cinemáticas que interligam os vários níveis de Tingus Goose. O ganso que procura um companheiro, a fecundação, o nascimento de uma nova pessoa que é, inadvertidamente, transformada em ganso. Uma nova existência que continuará o milagre da vida enquanto tantas outras células são absorvidas, assimiladas e transformadas em dinheiro. A imaginação é forte e desconcertante e existe profundidade mecânica na forma como Tingus Goose gere o crescimento da máquina-ganso e concilia os seus vários apêndices. É um jogo para se jogar com calma, onde o tempo passa lentamente, sem pressões ou metas por cumprir. Podia ser mais, fazer e querer mais com a fórmula Idle, mas sabe o que é: um jogo resiliente e com mau humor, tal como um ganso. Tudo é um ganso. A vida é um ganso.

Um ganso.

Cópia para análise (versão PC) cedida pela JF Games

O impacto dos jogos mobile na geração digital

Os jogos mobile transformaram profundamente a rotina da geração digital. Deixaram de ser apenas uma forma rápida de entretenimento e tornaram-se espaços de interação social e de aprendizagem contínua.

Crianças, jovens e adultos partilham agora desafios virtuais, desenvolvem competências cognitivas e criam ligações através de comunidades integradas nos próprios jogos.

O fenómeno ultrapassa o simples lazer. Os jogos mobile impulsionam criatividade, estimulam colaboração e influenciam a comunicação digital no quotidiano das pessoas conectadas.

Neste artigo, analisamos de que forma estes jogos estão a moldar comportamentos, tendências culturais e avanços tecnológicos em 2025, uma chave essencial para acompanhar as mudanças do universo digital atual.

Jogos mobile: acessibilidade e influência no dia a dia digital

Poucas evoluções tecnológicas tiveram um impacto tão evidente no quotidiano como a ascensão dos jogos mobile. Hoje, basta um smartphone para aceder a uma quantidade praticamente ilimitada de títulos e géneros, sem necessidade de consolas caras ou computadores potentes.

A democratização do entretenimento digital tornou-se ainda mais evidente com plataformas como o casinomovel-pt.com, que permitem experimentar vários jogos com apenas alguns toques no ecrã. A barreira de entrada diminuiu drasticamente, tornando esta forma de jogo acessível a pessoas de todas as idades e perfis.

Na prática, jogar deixou de ser algo limitado ao tempo livre em casa. Os jogos acompanham o ritmo acelerado do dia a dia: partidas curtas enquanto se espera numa fila, desafios partilhados durante o percurso no transporte público ou pequenos torneios entre amigos fora de horas.

Para além do entretenimento imediato, muitos jogos incluem recursos sociais que incentivam o contacto e a cooperação entre jogadores. Chats integrados, rankings e eventos online criam ambientes de interação constante, aproximando comunidades e formando novas amizades digitais.

No atual cenário tecnológico, os jogos mobile consolidaram-se como parte integrante da experiência digital diária, oferecendo diversão adaptada ao tempo disponível e promovendo ligações reais em ecossistemas virtuais dinâmicos.

Transformações comportamentais e sociais impulsionadas pelos jogos mobile

Os jogos mobile não mudaram apenas a forma como as pessoas se divertem, mas também a maneira como se relacionam e aprendem no quotidiano.

A geração digital integrou estes jogos na rotina, influenciando hábitos, dinâmicas sociais e até a forma como os grupos se estruturam online.

Estas transformações ultrapassam o entretenimento: reforçam colaboração, criatividade e um novo sentido de comunidade digital entre diferentes faixas etárias.

Formação de comunidades e interação social online

Os jogos mobile desempenham um papel central na criação de laços digitais. Servem como ponto de encontro para grupos com interesses comuns, seja em fóruns, chats ou redes sociais específicas dos jogos.

A troca de dicas, estratégias e experiências aproxima jogadores e gera amizades que muitas vezes ultrapassam o ecrã.

O relatório Mobile Game Communities mostrou que, em 2024, a interação comunitária dentro destes jogos aumentou tanto o valor percebido do entretenimento como o valor social, elevando a satisfação e incentivando o envolvimento contínuo.

Desenvolvimento de competências cognitivas e emocionais

Muitos jogos mobile desafiam o raciocínio lógico ao exigirem soluções rápidas para problemas complexos ou puzzles exigentes. Esta dinâmica estimula a tomada de decisões sob pressão, reforçando foco e agilidade mental.

A gestão de derrotas virtuais contribui também para desenvolver resiliência emocional, ensinando a aceitar perdas e a procurar melhorar, uma aprendizagem facilmente transferível para contextos reais, seja na escola, seja no trabalho.

Influência nos padrões de comunicação digital

A cultura dos jogos mobile tem impacto direto na linguagem usada nas conversas online. Expressões específicas do universo gamer, memes e gírias partilhadas durante as partidas rapidamente entram no vocabulário quotidiano, sobretudo entre jovens, mas não só.

Este fenómeno aproxima gerações através do humor e cria códigos comuns que reforçam ligações dentro das comunidades digitais. Em Portugal, é frequente ver adolescentes misturarem gírias inglesas no discurso após participarem em chats globais durante partidas, um reflexo da crescente influência cultural destes ambientes.

Tendências tecnológicas e inovação no universo mobile

Os jogos mobile estão em constante evolução, impulsionando tecnologias que vão muito além do entretenimento.

A procura por experiências mais envolventes leva fabricantes e programadores a investir em gráficos de alta qualidade, maior conectividade e sistemas de inteligência artificial capazes de adaptar cada experiência ao perfil do utilizador.

Esta tendência responde às exigências dos utilizadores e, ao mesmo tempo, acelera a evolução de tecnologias que rapidamente se tornam padrão para toda a geração digital.

Gráficos e desempenho aprimorados nos dispositivos móveis

A evolução visual dos jogos mobile é facilmente percetível. Os smartphones atuais oferecem imagens comparáveis às de consolas, graças ao avanço das GPUs dedicadas e de ecrãs com taxas de atualização elevadas.

A concorrência entre fabricantes impulsiona a criação de chips gráficos mais eficientes, inclusive em gamas intermédias.

Segundo o relatório de 2024 da Growth Market Reports, o mercado global de GPUs para jogos mobile tem crescido de forma acentuada devido à procura por dispositivos capazes de entregar desempenho gráfico superior.

O papel do 5G e da computação na nuvem

A chegada do 5G marcou uma viragem nas partidas online em dispositivos móveis. As ligações mais rápidas e estáveis reduziram atrasos, permitindo confrontos competitivos sem interrupções.

A adoção da computação na nuvem tornou mais simples atualizar e armazenar jogos, libertando espaço nos dispositivos e permitindo que utilizadores com equipamentos mais modestos tenham acesso a experiências completas.

Esta tecnologia tem aproximado pessoas que, por motivos de distância física, jogam agora com fluidez praticamente idêntica.

Personalização e inteligência artificial

A inteligência artificial tornou a experiência dos jogos mobile mais dinâmica. Sistemas inteligentes identificam preferências, ajustam o nível de dificuldade e criam adversários virtuais mais realistas.

Alguns jogos sugerem eventos, desafios ou recompensas com base no histórico de cada jogador, oferecendo sessões únicas e personalizadas. Isso reforça a ligação entre o utilizador e o jogo e reduz a sensação de repetição que afastava muitos jogadores no passado.

Desafios e oportunidades para a geração digital

Os jogos mobile abriram portas a novas formas de entretenimento acessível, mas trazem também desafios relevantes para quem cresce num ambiente digital permanente.

A facilidade de acesso pode dificultar o equilíbrio entre lazer digital e responsabilidades diárias, levantando questões sobre uso responsável, privacidade e inclusão.

Ao mesmo tempo, surgem oportunidades valiosas: estas plataformas podem servir como ferramentas educativas, espaços de socialização ou laboratórios de criatividade para uma geração que vive ligada ao digital.

Equilíbrio entre entretenimento e bem-estar digital

Manter uma relação equilibrada com os jogos mobile tornou-se prioridade para famílias, escolas e até jogadores adultos.

A ausência de limites pode afetar concentração, rotina e descanso, razão pela qual práticas como pausas regulares, horários definidos e diversificação do lazer – incluindo atividades offline – se revelam essenciais.

Experiências de grupos escolares mostram que a gestão estruturada do tempo de jogo melhora tanto o desempenho académico como o ambiente familiar, reforçando a autonomia digital desde cedo.

Inclusão digital e acesso democrático ao entretenimento

Os jogos mobile têm-se mostrado aliados importantes para aproximar diferentes grupos sociais do mundo digital.

Com um smartphone básico, qualquer pessoa consegue aceder a centenas de opções gratuitas ou de baixo custo, algo menos comum em consolas ou computadores mais caros.

Em Portugal, o relatório Jogos Mobile e Inclusão Digital aponta iniciativas que usam estes jogos como porta de entrada para a cidadania digital em comunidades com menor acesso tecnológico. Nas escolas públicas de Lisboa e Porto, minijogos educativos são usados para estimular a aprendizagem colaborativa, tornando o entretenimento móvel uma ferramenta de inclusão social.

Reflexão final

Os jogos mobile ocupam um lugar central na vida da geração digital. Influenciam a forma como nos divertimos, como aprendemos, como comunicamos e até como trabalhamos.

A sua influência vai muito além do entretenimento, alimentando avanços tecnológicos, criando novas comunidades e estimulando competências essenciais para o século XXI.

O grande desafio passa por garantir que estes benefícios sejam acessíveis a todos, promovendo ao mesmo tempo equilíbrio, inclusão e inovação contínua.

Com abordagens conscientes e políticas centradas no bem-estar digital, os jogos mobile continuarão a desempenhar um papel relevante numa sociedade cada vez mais conectada.

Como não perder a qualidade das fotos no Instagram Story

Quantas vezes tiraram uma foto perfeita, com luz ideal e cores vibrantes, mas, ao publicar no Story, ficou desfocada, granulada ou “lavada”? É um problema comum, e frustrante, para quem quer manter um perfil bonito e profissional no Instagram. O algoritmo da plataforma comprime ficheiros de imagem e vídeo para poupar dados e acelerar o carregamento, o que reduz a nitidez.

E não são apenas influenciadores e fotógrafos que lidam com isto. Qualquer pessoa que queira mostrar conteúdo de qualidade – seja para partilhar momentos do dia, vender produtos ou até comprar conta Instagram e começar um novo projeto – precisa de entender como evitar esta perda.

Neste guia, mostramos de forma clara e prática o que realmente causa a queda de qualidade nos Stories, como configurar corretamente a aplicação e quais os ajustes simples que fazem as vossas fotos parecerem profissionais, mesmo depois do upload.

Instagram

Por que razão as fotos perdem qualidade ao serem publicadas nos Stories

A perda de qualidade resulta de vários fatores técnicos. O principal vilão é o sistema de compressão automática do Instagram. Quando publicam uma imagem, a aplicação reduz o tamanho do ficheiro para poupar espaço e acelerar o carregamento. Nesse processo, corta detalhes, reduz a nitidez e ajusta brilho e contraste automaticamente.

Outro fator é o redimensionamento incorreto. Se a imagem não estiver nas proporções ideais – 1080 x 1920 px, formato 9:16 – o Instagram adapta a foto, distorcendo-a ou reduzindo a resolução. Isto nota-se especialmente em fotos horizontais, que acabam esticadas ou com bordas cortadas.

Também existe diferença entre dispositivos. No iPhone, a compressão tende a ser mais suave, enquanto em muitos Android a compactação é mais agressiva. Por isso, duas pessoas a publicar a mesma foto podem obter resultados diferentes.

Filtros e efeitos também pesam. Cada sticker, GIF ou camada extra aumenta o processamento necessário, e o algoritmo responde aplicando ainda mais compressão. Assim, imagens com muitos elementos visuais podem ficar borradas.

A qualidade da ligação também influencia. Publicar Stories com internet instável – sobretudo por dados móveis – pode levar a aplicação a reduzir a qualidade para completar o upload mais rápido.

Em resumo, a perda de qualidade ocorre por três motivos principais: compressão automática, redimensionamento e má configuração de upload. A boa notícia é que todos têm solução simples.

Instagram

Configurações e preparações antes de publicar – o passo a passo essencial

Antes de culpar a aplicação, vale a pena verificar como estão a preparar as vossas fotos. Um dos segredos para manter a nitidez é trabalhar bem antes do upload: capturar, editar e exportar corretamente.

Checklist de preparação

  1. Usem a câmara nativa do telemóvel. A câmara interna do Instagram tem limitações de resolução e compressão. Tirem a foto com a aplicação principal da câmara e só depois é que devem publicar no Story.
  2. Respeitem as dimensões ideais. O tamanho perfeito é 1080 x 1920 px, proporção 9:16. Se a foto for menor, será ampliada e perderá nitidez; se for maior, será reduzida e comprimida.
  3. Evitem filtros exagerados. Cada filtro altera brilho, contraste e cor, levando o Instagram a comprimir mais. Prefiram ajustes leves e naturais.
  4. Iluminação é tudo. Mesmo com uma boa câmara, sem luz adequada a foto perde definição. Usem luz natural sempre que possível, evitem contra-luz e mantenham o foco no rosto ou objeto principal.
  5. Evitem reenviar por outras apps. Enviar fotos por WhatsApp ou semelhantes destrói a qualidade. Publica diretamente a partir da galeria.

Configurações dentro da aplicação: como ajustar o Instagram para máxima qualidade

Muita gente não sabe, mas o Instagram tem opções internas que influenciam diretamente o resultado final.

Ativem o envio em alta qualidade: Definições → Utilização de dados e qualidade dos conteúdos multimédia → Carregar com qualidade mais elevada.

Desativem o modo de poupança de dados: Quando ativo, reduz automaticamente a resolução dos uploads.

Prefiram Wi-Fi estável em vez de 4G/5G instável: Em ligações fracas, a plataforma dá prioridade à velocidade e não à qualidade.

Atualizem a aplicação regularmente: Atualizações trazem melhorias no algoritmo de compressão.

Usem formatos compatíveis. JPEG de alta qualidade é ideal. Evitem PNG e HEIC, pois podem ser convertidos automaticamente e perder nitidez.

Instagram

Boas práticas adicionais e erros comuns a evitar

Erros comuns:

  • Publicar fotos tiradas com zoom digital.
  • Usar demasiados stickers, emojis animados e GIFs.
  • Fazer uploads por aplicações de terceiros.
  • Não verificar a pré-visualização antes de publicar.

Boas práticas:

  • Capturar em modo retrato ou profissional.
  • Evitar mexer no telemóvel durante o clique.
  • Ajustar brilho e contraste manualmente.
  • Exportar sempre em alta resolução.

E se querem resultados ainda mais consistentes, podem atentar, em baixo, na seguinte tabela com as configurações ideias para stories de alta qualidade:

Situação / AjusteRecomendadoEvita / Corrige
Resolução da imagem1080 × 1920 px (9:16)Redução e distorção
Formato do ficheiroJPEG de alta qualidadePerda de nitidez
Upload na aplicação“Upload em alta qualidade” ativoCompressão automática
Conexão de redeWi-Fi estávelCompressão extra
Edição da fotoApp externa antes de publicarDegradação por filtros pesados

Estas práticas resolvem a maioria dos casos de perda de qualidade nos Stories.

O que dizem os especialistas

A diferença entre uma foto amadora e uma imagem com aspeto profissional está nos detalhes. O editor Guilherme Haas, do Canaltech, comentou numa entrevista: “Ativar a opção de upload em alta qualidade no Instagram faz toda a diferença – sem isso, até a foto mais bem tirada pode parecer borrada ou pixelada ao ser publicada.”

Fotógrafos reforçam que o Instagram é uma plataforma de consumo rápido, onde a compressão é inevitável – mas pode ser controlada. A imagem perfeita resulta de equilíbrio: bom clique, edição subtil e upload inteligente.

Instagram

Como melhorar a qualidade no Instagram: técnicas práticas e ajustes avançados

Ajustem o modo de captura. Ativem o modo HDR quando disponível, equilibrando luz e sombra.

Evitem o modo de “embelezamento automático”. Muitos telemóveis suavizam a pele e reduzem o ruído de forma artificial, perdendo textura.

Editem com moderação. Apps como Lightroom, Snapseed ou VSCO permitem controlo preciso e boa exportação.

Otimizem o upload. Usem Wi-Fi estável e evitem publicar muito conteúdo de seguida.

Evitem publicar capturas de ecrã. Prints têm resolução inferior. Se precisarem de repostar, redimensionem a imagem original.

Como melhorar a qualidade dos Stories no dia a dia

Para manter um padrão visual constante, importa cuidar de todo o processo: captura, edição e publicação.

Criar uma conta secundária para testar Stories é uma ótima forma de evitar cortes ou alterações inesperadas.

Quanto à iluminação, a luz natural continua a ser imbatível. Em ambientes internos, posicionem-se de frente para a fonte de luz. Evitwm luzes amareladas que distorcem o tom de pele.

Mantenham também uma identidade visual consistente – fontes, cores e filtros suaves. Isso reforça profissionalismo e ajuda o algoritmo a identificar o teu estilo.

Conclusão: qualidade é questão de atenção e hábito

Manter a qualidade das fotos no Instagram Story não é mistério. A plataforma vai sempre aplicar algum nível de compressão, mas quem conhece as regras consegue contorná-las.

Preparação correta da imagem, exportação no tamanho ideal, upload em alta qualidade e edição moderada fazem toda a diferença. Para quem trabalha com redes sociais, cada Story é uma vitrine.

Para quem está a começar – seja a criar conteúdo, divulgar uma marca ou até a pensar comprar uma conta de Instagram para iniciar do zero -, entender estes princípios é crucial.

O Instagram é uma plataforma visual, e quem se preocupa com a qualidade destaca-se naturalmente.

FAQ

  1. Por que razão as minhas fotos perdem tanta qualidade no Instagram mesmo estando boas na galeria? O Instagram reduz o tamanho dos ficheiros para carregar mais rápido. A compressão aumenta se a ligação for instável ou se o ficheiro for muito grande.
  2. Como garantir que a foto não será cortada ou distorcida no Story? Criem e exportem as imagens no formato 9:16, com 1080 x 1920 px.
  3. Existe diferença entre publicar no Android e no iPhone? Sim. No iOS, a compressão tende a ser mais suave. Em alguns Android, a compressão é maior. Testem sempre o envio em alta qualidade.
  4. Usar aplicações de edição ajuda ou prejudica? Ajuda, desde que exportem em alta resolução. Lightroom, Snapseed e VSCO são boas opções.
  5. É possível evitar completamente a compressão? Não. Mas é possível reduzi-la bastante seguindo as recomendações deste guia.
  6. Adicionar música ou stickers afeta a qualidade? Afeta um pouco, porque aumenta o tamanho do ficheiro e força nova compressão.
  7. Qual é o melhor horário para publicar Stories com mais qualidade? A compressão não muda com o horário, mas publicar em períodos com menos tráfego (manhã cedo ou tarde da noite) pode tornar o upload mais rápido e estável.

Evanescence regressam a Lisboa em 2026 com Poppy e Nova Twins

A MEO Arena prepara-se para a passagem dos Evanescence em outubro de 2026, numa noite marcada por diferentes vozes do rock atual.

Depois de, em 2024, terem atuado no Rock in Rio Lisboa, os Evanescence vão novamente regressar a Lisboa, desta vez em nome próprio, num concerto integrado na digressão mundial que o grupo prepara para 2026. O espetáculo está marcado para 4 de outubro, terá lugar na MEO Arena e, além da própria banda, contará com a estreia de Poppy em território português e com a presença das Nova Twins como convidadas especiais.

O regresso coincide com as duas décadas de Fallen, o álbum que, no início dos anos 2000, rendeu à banda vários GRAMMYs e deu origem a temas que se tornaram incontornáveis, como “Bring Me to Life” e “My Immortal”. 20 anos depois, o grupo liderado por Amy Lee continua a encher arenas e a conquistar novos ouvintes.

Em Lisboa, os Evanescence apresentarão uma produção renovada que recupera momentos marcantes da carreira e incorpora canções recentes, entre elas “Afterlife”, criada para a banda sonora de Devil May Cry. A noite arranca com Poppy num primeiro contacto com o público português e prolonga-se com a energia das Nova Twins, num alinhamento que atravessa várias expressões do rock atual.

A pré-venda de bilhetes decorre a 2 de dezembro, ao meio-dia, no site oficial da banda, e a 4 de dezembro, às 10h00, através do Spotify. A venda geral abre a 5 de dezembro na MEO Blueticket e nos pontos de venda habituais. Os preços variam entre 41€ e 56€, dependendo da zona da sala, existindo ainda bilhetes com merchandise incluído, com valores entre 165€ e 215,50€.

O concerto associa-se à iniciativa PLUS1, através da qual 1 euro de cada bilhete será destinado a organizações que prestam apoio humanitário e assistência médica a comunidades em situação vulnerável em várias regiões do mundo.

Natal chega mais cedo com as novidades mais baratas na Instant Gaming

Transforma o carrinho de compras em sapatinho de prendas com as novidades e descontos da Instant Gaming.

O Natal já está quase ai e a busca por boas prendas com os preços mais acessíveis na Instant Gaming. Para ajudar a encher o sapatinho, a loja de jogos digitais e o Echo Boomer apresentam agora uma lista de novidades a não perder.

Entre as novidades encontram-se as conversões de Assassin’s Creed Shadows e de Red Dead Redemption para a Nintendo Switch 2; o lançamento da nova expansão Destiny 2: Renegade inspirada em Star Wars;o  aguardado regresso de Samus em Metroid Prime 4: Beyond; e as aventuras retro de Terminator 2D: No Fate.

A lista de novidades é longa, mas em baixo podem encontrar estes e outros destaques a não perder, que podem já comprar, reservar ou guardar na vossa lista.

red dead redemption
Red Dead Redemption (Nintendo Switch 2)

Lançamentos de destaque de dezembro na Instant Gaming:

pokemon legends z a
Pokémon Legends: Z-A (Nintendo Switch)

Mais grandes jogos:

Para além destes lançamentos, a Instant Gaming conta com outras promoções também a não perder de jogos aclamados, tais como:

Estas são apenas algumas escolhas no catálogo sempre expansivo da Instant Gaming, que, para além de jogos e de cartões presente para poderem comprar jogos digitais em lojas como a PlayStation Store e Nintendo eShop, assim como subscrições do Xbox Game Pass Ultimate e da Nintendo Switch Online a preços acessíveis, tem também descontos na compra de licenças oficiais softwares como o Windows 11, Office ou o popular 3DMark para benchmark dos vossos PCs.

S.T.A.L.K.E.R. 2 – Heart of Chornobyl Review : Sonhos Radioativos

A ressurreição da série S.T.A.L.K.E.R. é forte e uma demonstração da fé que a GSC Game World sempre depositou no universo criado pelos irmãos Grygorovych. Na estreia na PlayStation 5, Heart of Chornobyl assume-se como um jogo de ação e sobrevivência único.

Em vários sentidos, a experiência de jogar S.T.A.L.K.E.R. 2 – Heart of Chornobyl é um reflexo da própria demanda dos mercenários que se aventuram pela Zona. O risco da morte, a incerteza dos perigos que nos esperam, as monstruosidades que nos caçam e as anomalias que vão além da compreensão humanas não são dissuasões suficientemente fortes para suplantarem o chamamento da aventura que acompanha esta série. Na Zona está o mistério, a glória do descobrimento e um mundo aparentemente normal que se molda a cada dia que passa. Um fac-simile de um mundo próximo ao nosso, mas que se transformou e evoluiu graças à influência de anos de experiências e acontecimentos sobrenaturais que esculpiram o que é agora uma zona de morte.

Esta é a sensação de jogar S.T.A.L.K.E.R., esta luta constante contra a morte, onde podemos ser eliminados a qualquer momento, seja pela natureza corrompida da Zona ou pelos bandidos que vasculham os campos em busca de artefactos e saque para venderem. Cada missão é uma incerteza, uma luta por sobrevivência, até quando pensamos que estamos preparados para tudo. Esta sensação de perigo constante mantém-se presente na sequela, Heart of Chornobyl, que aposta num formato mais moderno e acessível, com vários sistemas que associamos atualmente ao género open world – pontos de interesse, missões secundárias, melhores checkpoints, mapa extenso e dividido por zonas principais –, mas a dificuldade é uma constante e por mais que a GSC Game World tenha simplificado partes da jogabilidade da série, o desafio continua assente na compreensão das regras que regem o mundo de Chornobyl e a forma como decidimos abordar cada desafio que encontramos enquanto exploramos o extenso mapa.

As armas continuam a falhar, os inimigos são capazes de acertar a metros de distância e as criaturas podem cercar-nos em segundos sem que possamos fazer nada, mas é possível sentir que Heart of Chornobyl não depende tanto de RNG e más decisões de design para criar tensão, tal como os títulos anteriores. Existe aqui um maior polimento que joga a favor da exploração e até das mecânicas RPG da sequela, apostando mais na liberdade de abordagens que encontramos em cada momento da ação do que na injustiça do seu código inacabado. A tensão continua presente, os checkpoints não são propriamente uma ajuda constante e o inventário foi melhorado, mas ainda é difícil de navegar na versão para consolas, e, ainda assim, a sequela conseguiu melhorar o sistema de mira, dar-nos um mundo mais vasto e variado, com imensa beleza natural, uma boa iluminação e ciclo de dia e noite que revelam como a sequela é uma evolução da fórmula popularizada pelos títulos anteriores.

No entanto, jogar S.T.A.L.K.E.R. 2: Heart of Chornobyl não é propriamente uma experiência divertida ou livre de percalços, antes pelo contrário, é um jogo que depende da dicotomia entre desafio e recompensa. É normal necessitarem de uma pausa depois de perderem vários minutos de progresso ou quando surge uma barreira de progresso durante uma missão para qual ainda não estão preparados. A experiência nutre a frustração que sentimos porque sabe que a recompensa não está longe, mas é exigente e isso afasta os jogadores menos pacientes. Para mim, Heart of Chornobyl funcionou dentro da sua frustração, mas fica o aviso: este não é um mundo aberto como todos os outros, é um mundo aberto que vos odeia e que vos quer desafiar até aos vossos limites.

reviews 2021 recomendado

Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Renaissance PR.

Smart Hanhan é o novo peluche inteligente da Huawei

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A Huawei estreia-se no mundos dos brinquedos inteligentes com um peluche interativo capaz de reconhece emoções.

A Huawei apresentou o Smart Hanhan como o primeiro peluche emocional com inteligência artificial da marca, revelado durante o evento de lançamento da série Huawei Mate 80 e colocado à venda na plataforma Vmall por um valor equivalente a 50€, esgotando de imediato nas três cores disponibilizadas.

O dispositivo, com 80 x 68 x 82 mm e um peso de 140 gramas, combina tecido macio, silicone, plástico e componentes eletrónicos para construir um brinquedo concebido para interações de curta distância, recorrendo ao modelo de inteligência artificial Xiaoyi para interpretar voz, reconhecer emoções e manter diálogos simples, além de reagir a estímulos físicos como toque ou movimento.

Smart Hanhan
Smart Hanhan

A integração com smartphones Huawei que utilizem HarmonyOS 5.0 ou superior permite estabelecer ligação ao telemóvel para registar padrões de humor e cronologias de interação, criando um arquivo associado ao uso diário do peluche. Esta funcionalidade expande o alcance do produto dentro do ecossistema da marca, permitindo ao sistema identificar tendências de comportamento ao longo do tempo sem depender exclusivamente das reações em tempo real.

Neste momento, não existe confirmação de lançamento do Smart Hanhan fora da China, apesar do interesse crescente em mercados internacionais. A expectativa centra-se no eventual anúncio de disponibilidade europeia, numa altura em que o segmento de dispositivos assistidos por inteligência artificial começa a diversificar-se para categorias tradicionalmente associadas ao entretenimento infantil.

Casa Yes lança ferramenta que expõe a diferença entre preços anunciados e transações reais no mercado imobiliário

A Casa Yes lançou a primeira plataforma portuguesa com dados reais de vendas, permitindo comparar preços anunciados com valores finais.

A Casa Yes apresentou uma ferramenta que promete mexer com a forma como o mercado imobiliário português trabalha os números. Chama-se Casa Yes Data e distingue-se por algo que, até agora, parecia difícil de encontrar numa única plataforma: valores reais de transação cruzados com os preços anunciados pelos mediadores. A empresa descreve-a como a primeira solução nacional capaz de mostrar, de forma sistemática, quanto se pediu e quanto foi efetivamente pago por um imóvel.

A base de informação resulta da colaboração de cerca de 1.000 agências espalhadas pelo país. A partir desses dados, a plataforma permite observar comportamentos por zona e tipologia, perceber o tempo médio necessário para fechar uma venda e acompanhar a evolução dos preços ao longo do tempo.

O impacto prático faz-se sentir em vários pontos. A ferramenta facilita a comparação imediata entre o valor anunciado e o preço final de venda, reforça a credibilidade de quem apresenta propostas, oferece uma transparência inédita e organiza a informação de forma intuitiva, funcionando quase como um analista disponível em permanência. Permite ainda mostrar, com exemplos concretos, que imóveis aparentemente semelhantes, anunciados por valores idênticos, podem ter sido transacionados por preços bastante diferentes. Esse acesso rápido a dados reais reduz margens de especulação, encurta o tempo de decisão e ajuda a criar relações de confiança assentes em factos.

A direção da empresa destaca que a plataforma consegue, em segundos, indicar quanto se vendeu, em quanto tempo e com que desvio face ao preço inicialmente anunciado.

Obras relâmpago transformam camarotes e zonas VIP do Estádio do Dragão

Modernização das áreas premium do Estádio do Dragão abrange camarotes, Camarote Presidencial e Bancada Central, com obra concluída antes da nova época.

Após o último jogo para o campeonato nacional de futebol, a Tétris, empresa de design & build da JLL, tinha um desafio em mãos: aproveitar a janela curta até julho para concluir uma renovação importante no Estádio do Dragão. Nesse período, a empresa tratou de reconfigurar quatro zonas de acolhimento nas alas Nascente e Poente, onde se distribuem 84 camarotes privados, ao mesmo tempo que avançou com a modernização do Camarote Presidencial e a renovação da Bancada Central da Ala Nascente, pensada para os associados.

A obra não se limitou à vertente construtiva. Toda a componente de mobiliário, das zonas de estar às áreas de receção e bar, foi concebida, testada e produzida pela própria Tétris, que venceu o concurso internacional conduzido pela Legends, entidade responsável pela coordenação global do projeto de renovação. A pressão do calendário foi constante: os trabalhos tinham de começar imediatamente após o fecho da época e terminar antes da apresentação oficial da equipa para 2025/2026. O plano foi cumprido à risca, com a entrega a acontecer precisamente na véspera do início da nova temporada.

Carlos Cardoso, que lidera a JLL e a Tétris em Portugal, descreveu o projeto como um marco para a empresa, tanto pelo desafio técnico como pelo simbolismo de intervir num dos espaços mais emblemáticos da cidade. Sublinhou que o Estádio do Dragão, enquanto referência desportiva e cultural, impôs um elevado grau de exigência, tanto no rigor da execução como no cumprimento dos prazos e orçamentos, fatores que acabaram por definir o ritmo intenso da obra.

Do lado do FC Porto, o vice-presidente João Borges salientou que a modernização destas áreas privadas integra uma estratégia mais ampla de tornar o estádio um espaço mais atrativo para dirigentes, parceiros, sócios, adeptos e visitantes.

Foto: Eduardo Montenegro

Netflix retira suporte à transmissão móvel para a maioria das TVs

A Netflix deixou de permitir o envio de conteúdos a partir da aplicação móvel para a maioria das smart TVs e dispositivos de streaming de forma oficial.

A Netflix removeu a funcionalidade de transmissão de conteúdos a partir de dispositivos móveis para TVs e boxes de streaming. A decisão foi confirmada pela plataforma, que esclarece que a aplicação já não suporta o envio direto de títulos através do botão Cast, levando muitos clientes a descobrir a ausência do atalho apenas ao abrir a aplicação no smartphone, sobretudo em equipamentos com Google Chromecast com Google TV e Google TV Streamer.

De acordo com a página de suporte da Netflix, esta alteração não corresponde a uma falha, mas sim a uma mudança deliberada nas opções de utilização. A Netflix indica que a navegação deverá passar a ser feita através do comando do televisor ou do dispositivo de streaming, deixando de fora a transmissão a partir do telemóvel salvo em dois casos específicos: os Chromecast tradicionais e alguns televisores mais antigos com suporte nativo para Google Cast, onde a funcionalidade continua ativa. A empresa sublinha ainda que, nos planos com anúncios, o ecrã do televisor não pode ser utilizado como destino para reprodução a partir do dispositivo móvel, o que abrange tanto o casting como o mirroring.

Esta remoção tornou-se rapidamente assunto de discussão em comunidades online, com vários relatos a apontar que o apoio da Netflix justificou a decisão como uma forma de melhorar a experiência de utilização, explicação que não convenceu a maioria dos subscritores afetados. Nas publicações mais partilhadas, a remoção é encarada como um retrocesso inesperado numa funcionalidade associada ao serviço há vários anos, levantando dúvidas sobre o impacto desta alteração na utilização diária das aplicações móveis e na relação da plataforma com os dispositivos de streaming mais recentes.

Felgueiras acende a magia do Natal com um mês de festividades

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Iluminação inaugurada na Praça da República, em Felgueiras, marca o arranque de uma programação que inclui mercado, pista de gelo, parada de Natal e passagem de ano.

Felgueiras deu no passado domingo, dia 30 de novembro, o pontapé de saída para a época mais festiva do ano, com a inauguração oficial da Iluminação de Natal na Praça da República. Centenas de pessoas reuniram-se junto aos Paços do Concelho para assistir às atuações da Banda de Música de Felgueiras, da cantora Ana Martins e da Academia de Dança Clarisse, num momento que marcou o início de um programa cheio de brilho, música e animação.

As celebrações prolongam-se até 4 de janeiro de 2026 e têm como objetivo transformar o centro urbano num espaço de encontro, promovendo o comércio de proximidade e reforçando a atratividade turística do concelho.

Este ano, o coração das festividades será a iniciativa Natal na Praça, que decorre entre 13 e 28 de dezembro na Rua Prof. Francisco José de Assis Freitas, nas Portas da Cidade. Ali, os visitantes poderão encontrar um Mercado de Natal, o tradicional Trono do Pai Natal, carrosséis para os mais pequenos, uma pista de gelo e várias barraquinhas com artesanato e gastronomia. Diariamente, entre as 14h e as 22h, o espaço ganhará ainda mais vida com atuações de dança, circo, música e teatro, apenas com horários reduzidos na véspera de Natal e total encerramento no dia 25.

Um dos momentos mais aguardados será a Parada de Natal, agendada para 7 de dezembro ao final da tarde, que desfilará pela Avenida Dr. Leonardo Coimbra. Já a noite de 31 de dezembro promete encher as ruas de festa, com uma celebração de passagem de ano aberta ao público e animada por vários DJ’s. As festividades terminam a 4 de janeiro com o tradicional Encontro de Cantares de Reis, que fecha simbolicamente o ciclo natalício.

Para além das atividades ao ar livre, Felgueiras preparou uma programação cultural robusta, que inclui uma exposição de postais de Natal na Biblioteca Municipal, sessões de cinema temático, oficinas de presépios e diversos concertos. A agenda integra ainda a IX Gala do Desporto, marcada para 3 de janeiro, que reconhece o mérito dos atletas e coletividades locais.

A programação completa pode ser consultada nos canais oficiais do município, garantindo que residentes e visitantes não perdem nenhum momento desta temporada iluminada que promete aquecer o inverno felgueirense.

Holafly lança eSIM com plano de dados global

O novo plano global da Holafly introduz um eSIM que funciona em vários países, alterando a forma como os viajantes acedem à internet.

A Holafly apresentou um plano de dados global bastante diferente do habitual, ao permitir que um único eSIM funcione permanentemente no telemóvel com cobertura internacional.

A novidade difere das outras soluções do mercado, habitualmente dependentes de serviços de roaming ou de cartões temporários adquiridos em cada destino. Neste caso, o eSIM permanece instalado e o utilizador ajusta o plano sempre que necessário, podendo reforçar dados durante uma deslocação ou suspender o serviço entre viagens. Os valores incluem opções diárias de baixo custo e mensalidades que oferecem dados ilimitados, partilha de internet e um número local válido em todos os países abrangidos.

Pedro Maiquez, cofundador da Holafly, descreveu o lançamento como a criação de uma nova categoria no setor, sublinhando que um único plano pode garantir ligação contínua em praticamente todo o mundo. A empresa defende que este modelo simplifica a experiência numa área marcada durante décadas por tarifas incertas, velocidades inconsistentes e custos inesperados decorrentes dos acordos entre operadores nacionais e redes estrangeiras.

Quanto a custos, têm duas opções: o Light Plan, com 25GB de dados móveis mensais, e o Unlimited, com dados ilimitados e número de telemóvel incluído, por 49,90 dólares por mês e e 64,90 dólares por mês, respetivamente. Caso optem por pagar anualmente, terão um desconto de 22%.

UrbanTech Hub by 87 × Sitio abre no Rossio e quer ser mais do que um espaço de cowork

O UrbanTech Hub by 87 × Sitio passa a acolher um espaço que junta startups, corporates e investidores focados em construção sustentável, tecnologia urbana e mobilidade.

O Rossio volta a ganhar protagonismo no mapa da inovação lisboeta com a chegada do UrbanTech Hub by 87 × Sitio, um novo espaço que promete acelerar ideias ligadas ao futuro das cidades. A inauguração, marcada para amanhã, dia 2 de daezembro, representa mais do que o lançamento de um simples local de coworking: trata-se de um ponto de encontro pensado para quem trabalha em construção, imobiliário, mobilidade, sustentabilidade e tecnologia urbana, reunindo empreendedores, empresas e investidores num mesmo núcleo criativo.

O hub ocupa o novo edifício do Sitio no coração do Rossio, onde a arquitectura histórica convive agora com um interior concebido para equipas em diferentes fases de crescimento. O espaço disponibiliza 11 salas privadas e 56 postos de trabalho, mas a ambição vai muito além da partilha de secretárias. A intenção é funcionar como um laboratório vivo, onde soluções tecnológicas e materiais inovadores podem ser apresentados, testados e avaliados em ambiente real, aproximando quem desenvolve das entidades que podem vir a adotar essas soluções.

O novo hub, integrado na rede europeia de inovação promovida pela EightySeven, junta-se ainda a outras iniciativas temáticas que o Sitio tem vindo a desenvolver, incluindo o HealthHub recentemente lançado também no Rossio, consolidando uma estratégia que aposta na criação de comunidades especializadas nos seus espaços.

Black Friday pode ser o ano todo – Truques para pagar tecnologia em prestações

As prestações, ou um pagamento faseado, é cada vez mais uma solução viável para comprar tecnologia, sem causar grandes estragos no orçamento pessoal, mas continuam a se necessários cuidados.

A compra de equipamentos tecnológicos tem-se tornado cada vez mais acessível graças ao alargamento das formas de pagamento, apesar da tendência ser de um constante aumento geral de preços. Este cenário quase de contraste, acontece porque muitos consumidores optam hoje por dividir o valor de equipamentos por computadores, smartphones ou consolas, evitando o peso de uma despesa única. Este popular método, que já não é novidade, é conhecido como pagamento em prestações, e consiste em dividir os preços em frações, para serem pagos ao longo do tempo – normalmente por mês -, com ou sem juros associados.

A popularização deste sistema deve-se à digitalização do comércio e ao crescimento das soluções financeiras integradas nas lojas. Em Portugal, a maioria dos grandes retalhistas já conta tanto com seguros como planos de crédito em loja, enquanto que surgem também plataformas online que oferecem serviços de “comprar agora, pagar depois”.  Em ambos os casos, o cliente escolhe o número de meses, o método de pagamento e, quando possível, o dia em que cada prestação será debitada. É um modelo pensado para quem pretende gerir melhor o orçamento sem abdicar de um equipamento novo, que pode ser tanto um luxo, como uma necessidade real.

Antes de aderir a estes serviços, convém, no entanto, analisar as condições pessoais e, claro, as condições de cada proposta. O valor total a pagar pode variar consoante o número de prestações, a taxa de juros e as comissões aplicadas. Algumas campanhas anunciam prestações “sem juros”, mas mesmo assim ainda incluem taxas de adesão ou seguros obrigatórios que encarecem o custo final. A forma mais segura de comparar é através da TAEG – a taxa anual de encargos efetiva global – que reflete todos os custos associados. O ideal será que o valor mensal caiba no orçamento do consumidor sem comprometer outras despesas fixas.

Os prazos são outro fator importantíssimo a ter em conta. Um plano mais curto pode reduzir o custo total, mas exige prestações mais elevadas. Já um prazo prolongado suaviza o esforço mensal, à custa de um encargo adicional no fim do contrato. Esta escolha deve equilibrar o conforto financeiro do consumidor, com a rapidez de liquidação. E também é importante verificar se é possível antecipar pagamentos sem penalizações, uma opção útil quando surge margem para encurtar o plano.

Felizmente existem formas práticas de tornar esta gestão mais vantajosa. Por exemplo, aproveitar períodos de promoção como a Black Friday, fins-de-semana sem IVA, e outros momentos semelhantes, permitem dividir um valor, que por si só já é reduzido. Usar simuladores de pagamento antes de confirmar a compra também ajuda a prever quanto será pago em cada fase. E algumas lojas online até indicam o valor das prestações logo na página do produto, tornando a comparação mais simples. Em qualquer destas e outras situações, a regra é manter o controlo, pois quem acumular vários planos em simultâneo corre o risco de perder noção do total em dívida.

No mercado português há várias empresas que intermedeiam este tipo de soluções, permitindo pagar em diferentes fases e prazos. Entre elas encontra-se a seQura, que opera vários diversos retalhistas e conta com opções flexíveis adaptadas a cada compra. A plataforma agrega parceiros de confiança e oferece transparência nas condições apresentadas. E quem quiser conhecer exemplos de retalhistas aderentes pode consultar a lista de lojas com pagamento parcelado, onde é possível verificar as modalidades disponíveis.

Para além de tudo isto, há outros cuidados que ajudam a evitar imprevistos. Por exemplo, e algo que muitos se esquecem, é que convém confirmar a validade do cartão usado, ou ativar alertas para lembrar as datas de cobrança e ler as políticas de devolução antes de finalizar a compra, pois em caso de cancelamento, o plano de pagamento pode ter de ser ajustado. É igualmente aconselhável informar-se junto de organismos de defesa do consumidor sobre direitos e deveres em compras a crédito, sobretudo no que toca a taxas máximas e cláusulas de reembolso antecipado.