A estreia de Forza na PlayStation é um extraordinário sucesso.
Por várias vezes temos visto Forza Horizon 5 a cimentar-se como um fantástico lançamento de um jogo da Xbox na plataforma rival principal, mas a febre pelo jogo de corridas originalmente lançado nas plataformas da Microsoft, não mostra sinais de abrandar.
Os dados mais recentes partilhados por Rhys Elliott, analista na Alinea Analytics, dão conta de que Forza Horizon 5 já superou os 5 milhões de cópias vendidas na PlayStation 5. Um número muito superior, que se aproxima do dobro das vendas anunciadas durante o verão, quando o jogo já tinha ultrapassado os 3 milhões de cópias vendidas, ao mesmo tempo que ocupava a liderança das tabelas de vendas da primeira metade de 2025, ultrapassando colossos como Monster Hunter Wilds da Capcom.
Lançado na PlayStation 5 em abril de 2025, o jogo da Playground Games foi um dos primeiros e mais importantes lançamentos da Xbox Game Studios na PlayStation, desde a decisão da Microsoft em redefinir a sua estratégia, ao abraçar o modelo multiplataformas.
O sucesso de Forza Horizon 5 impressiona não só pela “estranheza” de termos um jogo Xbox na PlayStation, mas também pelo facto de ser um jogo já com alguns anos, lançado originalmente em 2021, e por surgir na nova plataforma a uns preços premium, começando nos 69,99€, em edições exclusivamente digitais.
O futuro dos jogos da Xbox passa cada vez mais pela PlayStation 5, com 2026 a ter já confirmada a chegada de Halo: Campaign Evolved à consola da Sony e, posteriormente, Forza Horizon 6, que chegará depois de uma exclusividade temporária na Xbox Series X|S e PC.
Conhece melhor Mario Tennis Fever, num trailer focado na jogabilidade, no elenco de personagens e nos vários modos.
Em antecipação ao seu lançamento marcado para 12 de fevereiro, a Nintendo lançou um novo vídeo de apresentação de Mario Tennis Fever, exclusivo para a Nintendo Switch 2. O trailer, com quase seis minutos, funciona como um olhar geral do jogo que se confirma a entrada da série Mario Tennis com o maior elenco de personagens jogáveis.
Mario Tennis Fever contará no lançamento com 38 personagens, incluindo, obviamente, Mario e Luigi, mas também personagens mais obscuras como Dry Bones e Baby Waluigi. O número aumentado de personagens é acompanhado pela introdução de 30 Fever Rackets, que são raquetes inéditas na série que atribuem a cada personagem habilidades específicas e influenciam a forma como as partidas se desenrolam.
De acordo com o trailer, estas raquetes estão associadas a um sistema chamado Fever Shot, no qual os golpes especiais podem ser devolvidos pelo jogador adversário antes de tocarem no campo, invertendo os seus efeitos. Entre os exemplos apresentados estão a Ice Racket, que torna partes do campo escorregadias, a Mini Mushroom Racket, que reduz temporariamente o tamanho do adversário, e a Shadow Racket, cria clones da personagem atacante.
No que toca a modos, confirma-se o modo a solo, com o Adventure Mode, uma campanha em que criaturas misteriosas transformam Mario, Luigi, Princess Peach, Wario e Waluigi em bebés, obrigando-os a reaprender as mecânicas do jogo para recuperar a forma original. O jogo também contará com o Trial Towers, composto por um conjunto de desafios sucessivos, e o Mix It Up, que introduz regras alternativas como Ring Shot, onde o jogador tem que atirar a bola por aneis, ou partidas em campos com elementos interativos.
Entre os modos já conhecidos, regressa o Tournament, agora com comentários da Talking Flower de Super Mario Bros. Wonder, assim como várias opções online, incluindo Online Room, com regras personalizáveis, e Ranked Matches, para partidas competitivas. Trailer confirma ainda a inclusão de um Swing Mode que utiliza os movimentos dos Joy-Cons da Nintendo Switch 2.
Mario Tennis Fever será lançado em exclusivo para a Nintendo Switch 2 no dia 12 de fevereiro.
A Maxis garante que os valores de The Sims permanecem inalterados após a aquisição da Electronic Arts por um consórcio com o fundo soberano saudita.
A Maxis, a equipa de produção da série The Sims, reagiu publicamente à mudança acionista da Electronic Arts (EA), prometendo que o desenvolvimento da série continuará a ser orientado pelos mesmos valores que a têm marcado ao longo das últimas décadas. De acordo com a equipa, o controlo criativo permanece intacto e promete que não haverá interferências externas na identidade ou no conteúdo dos jogos.
Esta reação surge através de uma publicação no blogue oficial da série, onde a equipa afirma que os valores de inclusão, liberdade de escolha, criatividade, comunidade e expressão pessoal continuam a ser aspetos centrais no desenvolvimento atual e futuro da franquia. A Maxis refere que estes princípios se refletem diretamente na forma como os jogadores podem criar personagens, contar histórias e explorar diferentes identidades dentro dos jogos.
O estúdio garante ainda que continuará a desenvolver sistemas que permitam aos jogadores criar Sims com os quais se identifiquem e experimentar diferentes formas de autoexpressão sem qualquer tipo julgamento. Uma visão de extrema importância num momento em que a aquisição da EA por um fundo soberano saudita tem gerado debate e muita preocupação entre as comunidades de jogadores e de criadores de conteúdo.
No comunicado, a Maxis aproveitou também para clarificar o futuro da série, reafirmando que The Sims irá permanecer enquanto jogo de simulação de vida single-player para PC e consolas. A vertente a solo não será abandonada e atualmente com metade da equipa da Maxis dedicada a trabalhar em mais conteúdos para The Sims 4 e na próxima fase da franquia.
Para além da experiência principal, a Maxis partilhou novos detalhes de Project Rene, descrito como um projeto orientado para a experiência em dispositivos móveis e com forte componente multijogador, surgindo como uma experiência complementar e não como um substituto do modelo tradicional que define a série desde a sua origem.
A aquisição da Electronic Arts foi anunciada em setembro de 2025 e aprovada pelos acionistas no final do mesmo ano. Com a conclusão do negócio, a Public Investment Fund, prevista para o primeiro trimestre do ano fiscal de 2027,passará a deter 93,4% da editora norte-americana. Desde o anúncio desta aquisição, o CEO da EA, Andrew Wilson, tem reiterado que a empresa manterá controlo criativo e que a nova estrutura acionista não implicará mudanças nas estruturas, missões e valores dos estúdios que detém.
A curto-médio prazo, a EA prepara um conjunto de jogos internos, entre os quais se destacam um novo Mass Effect na BioWare, o terceiro capítulo da saga Star Wars Jedi na Respawn e Iron Man na Motive, mas dos quais pouco se sabe.
A rede de mobilidade elétrica da Iberdrola | bp pulse chega à Madeira com o primeiro hub ultrarrápido, destinado a residentes e turistas.
A Iberdrola | bp pulse inaugurou na Madeira o seu primeiro hub de carregamento ultrarrápido, localizado no Caniço. O espaço dispõe de carregadores com potência até 300 kW, permitindo reduzir o tempo de carregamento e evitando paragens prolongadas para residentes e turistas. O hub permite ainda pagamentos via TPA, simplificando o processo para os utilizadores.
A inauguração integra a expansão da rede da Iberdrola | bp pulse, que já conta com mais de 2.000 pontos de carregamento públicos na Península Ibérica, alcançados em apenas dois anos, consolidando a posição da empresa no setor de carregamento rápido e ultrarrápido em Portugal.
A chegada do carregamento ultrarrápido à ilha representa um contributo direto para a transição energética, oferecendo soluções de mobilidade mais limpas e acessíveis. Com este hub, a empresa passa a dispor de 360 pontos de carregamento rápidos e ultrarrápidos em todo o território nacional, reforçando a rede para responder às necessidades actuais e futuras dos veículos eléctricos.
One Battle After Another e Adolescence foram os grandes vencedores dos Globos de Ouro 2026
Los Angeles foi novamente o palco dos Globos de Ouro (Golden Globe Awards 2026) que distinguiram o melhor que se faz no cinema e televisão, agora dominado pela presença das grandes plataformas de streaming. Os Globos de Ouro 2026 ficaram marcados por vencedores de vários prémios, com destaque para de One Battle After Another no cinema e de Adolescence na televisão, ambos com quatro prémios cada.
A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood consagrou assim One Battle After Another com os prémios de Melhor Filme – Musical ou Comédia, Melhor Realização e Melhor Argumento, ambos para Paul Thomas Anderson, e ainda Melhor Atriz Secundária, com Teyana Taylor. Também no cinema, Hamnet destacou-se ao vencer o prémio de Melhor Filme – Drama e ao garantir a Jessie Buckley o Globo de Ouro de Melhor Atriz, enquanto Sinners foi distinguido como Conquista Cinematográfica e de Bilheteira e pela Melhor Banda Sonora Original de Ludwig Göransson. Já o fenómeno KPop Demon Hunters somou igualmente duas vitórias, com os prémios de Melhor Filme de Animação e Melhor Canção Original.
Na televisão, a minissérie da NetflixAdolescence foi a produção mais premiada da noite, ao conquistar quatro Globos de Ouro, o de Melhor Minissérie, Melhor Ator em Minissérie para Stephen Graham, Melhor Atriz Secundária para Erin Doherty e Melhor Ator Secundário para Owen Cooper. Entre as séries regulares, The Pitt destacou-se com dois prémios, nas categorias de Melhor Série – Drama e Melhor Ator – Drama, com Noah Wyle. Enquanto The Studio também recebeu dois prémios no campo da comédia, com o de Melhor Série – Comédia ou Musical e Melhor Ator com Seth Rogen.
Em baixo, poderão conhecer a lista completa dos vencedores dos Globos de Ouro 2026, juntamente com os restantes nomeados.
Cinema:
Melhor Filme – Drama
Hamnet – Vencedor
Frankenstein
It Was Just an Accident
The Secret Agent
Sentimental Value
Sinners
Melhor Filme – Musical ou Comédia
One Battle After Another – Vencedor
Blue Moon
Bugonia
Marty Supreme
No Other Choice
Nouvelle Vague
Melhor Filme em Língua Não-Inglesa
The Secret Agent – Vencedor
It Was Just an Accident
No Other Choice
Sentimental Value
Sirât
The Voice of Hind Rajab
Melhor Filme de Animação
KPop Demon Hunters – Vencedor
Arco
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba Infinity Castle
Elio
Little Amélie or the Character of Rain
Zootopia 2
Melhor Atriz – Drama
Jessie Buckley – Hamnet – Vencedora
Jennifer Lawrence – Die, My Love
Renate Reinsve – Sentimental Value
Julia Roberts – After the Hunt
Tessa Thompson – Hedda
Eva Victor – Sorry, Baby
Melhor Ator – Drama
Wagner Moura – The Secret Agent – Vencedor
Joel Edgerton – Train Dreams
Oscar Isaac – Frankenstein
Dwayne Johnson – The Smashing Machine
Michael B. Jordan – Sinners
Jeremy Allen White – Springsteen: Deliver Me From Nowhere
Melhor Atriz – Musical ou Comédia
VENCEDORA: Rose Byrne – If I Had Legs I’d Kick You
Cynthia Erivo – Wicked: For Good
Kate Hudson – Song Sung Blue
Chase Infiniti – One Battle After Another
Amanda Seyfried – The Testament of Ann Lee
Emma Stone – Bugonia
Melhor Ator – Musical ou Comédia
Timothée Chalamet – Marty Supreme – Vencedor
George Clooney – Jay Kelly
Leonardo DiCaprio – One Battle After Another
Ethan Hawke – Blue Moon
Lee Byung-Hun – No Other Choice
Jesse Plemons – Bugonia
Melhor Atriz Secundária
Teyana Taylor – One Battle After Another – Vencedora
Emily Blunt – The Smashing Machine
Elle Fanning – Sentimental Value
Ariana Grande – Wicked: For Good
Inga Ibsdotter Lilleaas – Sentimental Value
Amy Madigan – Weapons
Melhor Ator Secundário
Stellan Skarsgård – Sentimental Value – Vencedor
Benicio Del Toro – One Battle After Another
Jacob Elordi – Frankenstein
Paul Mescal – Hamnet
Sean Penn – One Battle After Another
Adam Sandler – Jay Kelly
Conquista Cinematográfica e de Bilheteira
Sinners – Vencedor
Avatar: Fire and Ash
F1
KPop Demon Hunters
Mission: Impossible – The Final Reckoning
Weapons
Wicked: For Good
Zootopia 2
Melhor Realizador
Paul Thomas Anderson – One Battle After Another – Vencedor
Ryan Coogler – Sinners
Guillermo del Toro – Frankenstein
Jafar Panahi – It Was Just an Accident
Joachim Trier – Sentimental Value
Chloe Zhao – Hamnet
Melhor Argumento
Paul Thomas Anderson – One Battle After Another – Vencedor
Ronald Bronstein, Josh Safdie – Marty Supreme
Ryan Coogler – Sinners
Jafar Panahi – It Was Just an Accident
Eskil Vogt, Joachim Trier – Sentimental Value
Chloé Zhao, Maggie O’Farrell – Hamnet
Melhor Canção Original
Golden – KPop Demon Hunters – Vencedor
Dream as One – Avatar: Fire and Ash
I Lied to You – Sinners
No Place Like Home – Wicked: For Good
The Girl in the Bubble – Wicked: For Good
Train Dreams – Train Dreams
Melhor Banda Sonora Original
Ludwig Göransson – Sinners – Vencedor
Alexandre Desplat – Frankenstein
Jonny Greenwood – One Battle After Another
Kanding Ray – Sirât
Max Richter – Hamnet
Hans Zimmer – F1
Televisão:
Melhor Série – Drama
Pitt – Vencedor
The Diplomat
Pluribus
Severance
Slow Horses
The White Lotus
Melhor Série – Comédia ou Musical
The Studio – Vencedor
Abbott Elementary
The Bear
Hacks
Nobody Wants This
Only Murders in the Building
Melhor Minissérie
Adolescence – Vencedor
All Her Fault
The Beast In Me
Black Mirror
Dying for Sex
The Girlfriend
Melhor Atriz – Drama
Rhea Seehorn – Pluribus – Vencedora
Kathy Bates – Matlock
Britt Lower – Severance
Helen Mirren – Mobland
Bella Ramsey – The Last of Us
Keri Russell – The Diplomat
Melhor Ator – Drama
Noah Wyle – The Pitt – Vencedor
Sterling K. Brown – Paradise
Diego Luna – Andor
Gary Oldman – Slow Horses
Mark Ruffalo – Task
Adam Scott – Severance
Melhor Atriz – Comédia ou Musical
Jean Smart – Hacks – Vencedora
Kristen Bell – Nobody Wants This
Ayo Edebiri – The Bear
Selena Gomez – Only Murders in the Building
Natasha Lyonne – Poker Face
Jenna Ortega – Wednesday
Melhor Ator – Comédia ou Musical
Seth Rogen – The Studio – Vencedor
Adam Brody – Nobody Wants This
Steve Martin – Only Murders in the Building
Glen Powell – Chad Powers
Martin Short – Only Murders in the Building
Jeremy Allen White – The Bear
Melhor Atriz – Minissérie
Michelle Williams – Dying for Sex – Vencedora
Claire Danes – The Beast in Me
Rashida Jones – Black Mirror
Amanda Seyfried – Long Bright River
Sarah Snook – All Her Fault
Robin Wright – The Girlfriend
Melhor aAtor – Minissérie
Stephen Graham – Adolescence – Vencedor
Jacob Elordi – The Narrow Road to the Deep North
Paul Giamatti – Black Mirror
Charlie Hunnam – Monster: The Ed Gein Story
Jude Law – Black Rabbit
Matthew Rhys – The Beast in Me
Melhor Atriz Secundária (Televisão)
Erin Doherty – Adolescence – Vencedora
Carrie Coon – The White Lotus
Hannah Einbinder – Hacks
Catherine O’Hara – The Studio
Parker Posey – The White Lotus
Aimee-Lou Wood – The White Lotus
Melhor Ator Secundário (Televisão)
Owen Cooper – Adolescence – Vencedor
Billy Crudup – The Morning Show
Walton Goggins – The White Lotus
Jason Isaacs – The White Lotus
Tramell Tillman – Severance
Ashley Walters – Adolescence
Melhor Espetáculo de Stand-up Comedy
Ricky Gervais – Mortality – Vencedor
Bill Maher – Is Anyone Else Seeing This?
Brett Goldstein – The Second Best Night of Your Life
Com a nova incubadora da Agência Espacial Europeia, o Taguspark tem como objetivo criar um cluster de inovação e empreendedorismo no setor espacial.
O Taguspark passou a acolher a ESA BIC Tagus+, o novo Business Incubation Centre da Agência Espacial Europeia. A iniciativa é coordenada pelo Instituto Superior Técnico, através do Técnico Venture Lab (TVL), e envolve um consórcio que integra universidades, incubadoras, parceiros industriais e instituições, com o objetivo de impulsionar a criação e o crescimento de startups ligadas ao Espaço.
Instalada no campus do IST em Oeiras, a ESA BIC Tagus+ pretende desenvolver um cluster de empreendedorismo espacial na Grande Lisboa, em articulação com outros polos estratégicos em Portugal, incluindo os Açores. O programa ambiciona consolidar Oeiras como território de referência na economia espacial, promovendo a valorização do conhecimento científico, a inovação tecnológica e a criação de emprego altamente qualificado.
Nos primeiros três anos, a incubadora prevê apoiar pelo menos 18 startups, oferecendo até 24 meses de incubação, acesso a financiamento, mentoria especializada, apoio técnico e jurídico, bem como ligação a infraestruturas e redes internacionais, incluindo a rede da Agência Espacial Europeia.
A fritadeira Iconic da Cosori alia estética e funcionalidade, com estrutura em aço inoxidável, fácil limpeza e integração com a aplicação VeSync.
A Cosori, marca de electrodomésticos de cozinha da VeSync, lançou a Iconic, uma fritadeira elétrica de 6,5 litros em aço inoxidável que combina desempenho fiável, design premiado e materiais duradouros.
Vencedora do Red Dot Design Award 2025, a Iconic apresenta uma construção esculpida em aço inoxidável com mínima presença de plástico. Este design, pensado para integrar-se em cozinhas modernas, combina com outros eletrodomésticos de bancada e oferece resistência à corrosão, bem como durabilidade prolongada.
Quanto à utilização, a Iconic baseia-se na plataforma de motor DC da Cosori, já utilizada na linha TurboBlaze, reconhecida por oferecer controlo preciso de temperatura e circulação de ar. A airfryer permite cozinhar entre 32°C e 232°C, adaptando-se a vários processos, e a circulação de ar foi redesenhada para otimizar o controlo térmico, reduzir o aquecimento externo e minimizar ruído, mantendo a superfície do aparelho relativamente fria, mesmo durante longos períodos de utilização. Um sistema automático desliga o aparelho quando a cuba é removida, acrescentando segurança sem necessidade de passos adicionais.
O cuidado com os materiais prolonga-se às superfícies de contacto com alimentos, todas livres de PFAS e BPA e revestidas com cerâmica antiaderente, garantindo fácil libertação dos alimentos e limpeza simples. O cesto e a placa de crocância podem ser lavados na máquina de lavar loiça, e o design plano da placa facilita a limpeza manual.
A Iconic integra-se com a aplicação VeSync, permitindo monitorizar e controlar remotamente as funções de cozedura, aceder a uma biblioteca de receitas criadas por chefs e guardar configurações personalizadas. É também compatível com Amazon Alexa e Google Assistant, oferecendo controlo por comando de voz.
Para quem quiser, a Cosori Iconic está já disponível através da loja espanhola da Amazon, por 253,12€.
O Qira irá funcionar em segundo plano, compreendendo o contexto do utilizador e oferecendo suporte integrado entre diferentes dispositivos e aplicações.
A Lenovo revelou, na CES 2026, que decorreu na semana passada em Las Vegas, nos Estados Unidos, uma novidade à qual chamou de Qira, apresentando-se como um sistema de inteligência integrada disponível em múltiplos dispositivos não só da Lenovo, mas também da Motorola. Este sistema funciona em segundo plano, compreende o contexto das tarefas do utilizador e permite, portanto, uma experiência contínua entre diferentes dispositivos.
O Qira funciona de forma consistente em PCs, tablets, smartphones, dispositivos vestíveis e outros equipamentos das marcas, podendo sugerir ações, reagir quando for solicitado pelo utilizador ou permanecer discreto. Pode ser ativado por comando de voz, tecla dedicada ou interação direta com um ícone persistente.
O sistema utiliza capacidades do próprio dispositivo, incluindo modos offline, para coordenar ações entre aplicações e equipamentos. O objetivo é reduzir a intervenção direta do utilizador, sendo que a perceção deste sistema é construída com base numa fusão de dados selecionados pelo utilizador, tais como interações, documentos e memórias, sempre com consentimento e foco na privacidade.
No entanto, e para que tudo isto realmente funcione, a Lenovo conta com a ajuda de diversas empresas para as capacidades do Qira, tais como a Microsoft para coordenação entre dispositivos Windows; a Stability AI para criação de imagens no PC; a Notion para integração segura de notas e documentos; a Perplexity para respostas contextualizadas e aprofundadas; e a Expedia para sugestões de viagens com transição direta para reservas.
O Qira será lançado primeiro em equipamentos Lenovo no primeiro trimestre de 2026, estendendo-se posteriormente aos smartphones Motorola, com atualizações automáticas para utilizadores da Lenovo AI Now e expansão gradual para outros dispositivos compatíveis.
O diploma define condições para a operação de pontos de carregamento de veículos elétricos e embarcações, assegurando compatibilidade técnica e acesso universal.
O Governo aprovou uma nova Portaria que estabelece os critérios técnicos e processuais para a operação de pontos de carregamento de veículos elétricos e embarcações elétricas, no âmbito da reforma do regime jurídico da mobilidade elétrica. O objetivo é simplificar o acesso ao mercado e garantir a segurança das instalações, através de uma fiscalização contínua por parte do Estado.
A regulamentação obriga os operadores a utilizar plataformas informáticas compatíveis com a rede elétrica de serviço público e a contar com técnicos habilitados para assegurar a integridade das infraestruturas. Os pedidos de operação devem ser acompanhados de prova de seguro de responsabilidade civil, memória descritiva dos meios técnicos e um compromisso formal de instalação e exploração de, pelo menos, um ponto de carregamento.
Os operadores ficam obrigados a fornecer informação clara e detalhada sobre preços, tarifas de carregamento e eventuais custos de serviços adicionais, em conformidade com o Regulamento da Infraestrutura de Combustíveis Alternativos (AFIR), garantindo que todos os utilizadores tenham acesso a dados precisos sobre as condições comerciais e técnicas dos pontos de carregamento.
O diploma estabelece ainda regras sobre a permanência no mercado. As licenças de operador terão validade de 10 anos, mas caducarão automaticamente se, no prazo de 12 meses, não houver instalação de pontos de carregamento por responsabilidade do titular, evitando que entidades inactivas bloqueiem a expansão do setor. Para acelerar o crescimento da rede, o regime de comunicação prévia permite que operadores de pontos de potência normal ou até 150 kW iniciem a atividade de forma imediata, incluindo projetos de investigação e desenvolvimento em ambiente real.
Oeiras passa a contar com novas rotas de Bike Bus e Pedi Bus, envolvendo nove escolas e dezenas de crianças em deslocações escolares organizadas.
O concelho de Oeiras vai passar a contar com novas rotas de Bike Bus e Pedi Bus, alargando a rede de percursos que permitem às crianças deslocarem-se para a escola de bicicleta ou a pé. A expansão do projeto é assinalada a 14 de janeiro, na Escola Básica de Porto Salvo, num evento simbólico promovido pelo Município de Oeiras e pela Parques Tejo, que marca o início de uma nova linha de Bike Bus naquela escola e reforça a consolidação da iniciativa no território.
Com a entrada destas novas rotas em funcionamento, sobe para nove o número de escolas do concelho com soluções organizadas de mobilidade escolar ativa, concebidas para garantir segurança, promover hábitos saudáveis e reduzir o impacto ambiental. Em dias definidos e ao longo de percursos previamente estabelecidos, ajustados às áreas de residência dos alunos inscritos, as crianças juntam-se em pontos próximos de casa e seguem em grupo até à escola, seja de bicicleta ou a pé. Os trajetos são planeados de forma a evitar grandes distâncias e níveis elevados de dificuldade, permitindo uma experiência acessível e apelativa para os participantes. Cada grupo é acompanhado por adultos com formação específica, assegurando o cumprimento das regras de trânsito e um acompanhamento contínuo, numa proporção de um responsável por cada quatro crianças.
A nova linha de Porto Salvo integra uma fase de crescimento que passa a abranger quatro novas comunidades escolares: Escola Básica de Porto Salvo, Escola Básica de São Bruno, Escola Básica Samuel Johnson e Escola Básica Pedro Álvares Cabral. Estas juntam-se às escolas que participaram no projeto-piloto no ano letivo de 2024/25, neste caso a Escola Básica Manuel Beça Múrias, Escola Básica Conde Ferreira, Escola Básica Gomes Freire de Andrade, Escola Básica Sá de Miranda e Escola Básica António Rebelo de Andrade.
O desenvolvimento do Bike Bus e do Pedi Bus em Oeiras surge como resposta a um padrão de mobilidade escolar fortemente dependente do automóvel. De acordo com o estudo Estratégia de Mobilidade Escolar de Oeiras, realizado em 2024 pela consultora TIS por iniciativa da Parques Tejo, mais de 60% dos alunos do concelho deslocam-se diariamente para a escola em viatura particular. Este modelo tem impactos ambientais conhecidos, mas também consequências na saúde, na autonomia e no desenvolvimento das crianças. Foi neste contexto que, a 26 de maio de 2025, teve lugar a primeira viagem do Bike Bus na Escola Básica Conde Ferreira, dando início a um projeto que rapidamente ultrapassou a fase experimental.
Desde então, a rede tem registado um crescimento contínuo. Em dezembro de 2025 estavam ativas 23 linhas, distribuídas por 11 percursos de Bike Bus e 12 de Pedi Bus, envolvendo mais de uma centena de crianças. Esta adesão traduz-se numa redução equivalente do número de automóveis nas imediações das escolas, com efeitos diretos na circulação rodoviária e na qualidade do espaço público. A ambição passa por alargar progressivamente o projeto a todos os agrupamentos escolares do concelho.
O Barra Shopping começa 2026 com a abertura da loja NORMAL, localizada no Piso 0, alargando a oferta de produtos de uso quotidiano.
Desde novembro do ano passsado que sabemos que a NORMAL se preparava para abrir uma nova loja no Barreiro, com uma abertura prevista para o inverno. Pois bem, já é conhecida a data de abertura.
A marca dinamarquesa vai inaugurar o novo espaço no Barra Shopping no dia 14 de janeiro, ou seja, na próxima quarta-feira, com várias iniciativas previstas para assinalar a chegada ao centro comercial no início de 2026.
Localizada no Piso 0, a nova loja passa a integrar a oferta permanente do Barra Shopping, com uma seleção diversificada de produtos para o quotidiano. Entre as categorias disponíveis encontram-se artigos de decoração, papelaria, pequenos gadgets, utensílios domésticos, produtos de beleza, acessórios e propostas ligadas ao lifestyle, num conceito que combina funcionalidade, design e preços acessíveis.
A inauguração será marcada por diferentes ações ao longo do dia. Uma delas é o Jogo da Palete, que desafia os participantes a adivinhar o valor total dos produtos expostos, com a possibilidade de levar todos os artigos caso acertem. Está também prevista a Roda da Sorte, que atribui prémios em cada participação, mediante levantamento de cupão na loja. Serão também disponibilizados cartões presente da NORMAL no valor de 50€, através de passatempos promovidos nas redes sociais do centro comercial.
No dia da abertura, os visitantes poderão ainda receber ofertas como goodie bags com produtos, sacos de grandes dimensões e vouchers para utilizações futuras.
A chegada da NORMAL integra o processo de rebranding em curso no Barra Shopping, que tem vindo a apostar na renovação dos espaços e na diversificação da oferta comercial. Nos últimos meses, o centro recebeu novas marcas, entre as quais Wells, Portugália, A Padaria Portuguesa e Celeiro. A abertura da NORMAL, a par da H3, prevista para o início de 2026, reforça esta estratégia, acrescentando novas opções nas áreas do consumo diário, beleza, lifestyle e restauração.
O Amendoal Retail Park está em desenvolvimento junto ao Algarve Shopping, prevendo também a construção de uma unidade hoteleira.
Depois do Nova Vila Retail Park, inaugurado em 2025, a região do Algarve prepara-se para receber um novo retail park, desta vez na freguesia da Guia, no concelho de Albufeira. Irá chamar-se Amendoal Retail Park e ficará implantado numa zona já marcada por uma elevada concentração de espaços comerciais, nas imediações da EN 125, onde se localizam infraestruturas como o Algarve Shopping, o Algarve Retail Park e o Lanka Park.
O futuro complexo será construído num terreno adjacente à loja Leroy Merlin da Guia, onde decorrem atualmente os trabalhos de escavação e preparação do solo, fase prévia ao início da construção dos edifícios. De acordo com a informação disponibilizada no site do projeto, o Amendoal Retail Park terá uma área de construção de 44.408 m2 acima da cota de soleira, não sendo ainda conhecidos o número de lojas previstas nem as marcas que ali se irão instalar. O plano não se limita à componente comercial, prevendo igualmente a construção de uma unidade hoteleira contígua, com 102 quartos e capacidade para 204 camas, além de pelo menos 21 lugares de estacionamento para hóspedes.
A criação de mais um equipamento desta dimensão na zona da Guia tem vindo a suscitar debate quanto ao seu impacto na dinâmica local, nomeadamente ao nível do tráfego rodoviário, da pressão sobre o comércio tradicional e da adequação da nova oferta às necessidades efetivas da região.
O Strava conta agora com Treinos Instantâneos para subscritores Premium, com sugestões semanais adaptadas ao histórico do utilizador e a mais de 40 modalidades.
O Stravalançou os Treinos Instantâneos, uma nova funcionalidade integrada no serviço Premium que passa a apresentar sugestões de treino personalizadas com base nas atividades recentes e nos objetivos definidos pelo utilizador.
A funcionalidade surge no topo do feed da aplicação, sob a forma de cartões interativos, e começa pela definição de uma intenção semanal. O utilizador pode escolher entre Manter, Desenvolver, Explorar ou Recuperar, opções que determinam o tipo de esforço e variedade das atividades sugeridas ao longo da semana.
Com base nessa escolha, o Strava apresenta cinco propostas de treino ajustadas ao perfil individual, abrangendo mais de 40 modalidades. Cada cartão indica a modalidade, a duração estimada, o grau de dificuldade adaptado ao nível do utilizador e uma explicação resumida sobre o nível adequado da atividade ao objetivo selecionado.
Nas modalidades que recorrem a GPS, como corrida ou ciclismo, a aplicação gera automaticamente percursos sugeridos a partir da localização atual. Estes percursos são construídos com base no mapa de calor do Strava, que recorre aos trajetos mais utilizados pela comunidade, eliminando a necessidade de planear previamente o treino.
Os Treinos Instantâneos não substituem planos de treino estruturados nem estão associados a provas específicas. E abordagem debruça-se em particular na regularidade, na redução da indecisão e na adaptação do esforço físico do utilizador, incluindo sessões de recuperação ativa quando aplicável.
A personalização do novo sistema depende do volume de dados recentes, sendo necessário ter registado pelo menos três atividades no último mês para resultados mais precisos. Embora não exista personalização manual direta, o utilizador pode avaliar os treinos propostos, permitindo ao sistema ajustar progressivamente as recomendações.
Se a iRobot já era uma referência do mercado, com o Roomba Max 705 Combo a marca mostra que não está disposta a desistir.
A iRobot e a sua marca de aspiradores Roomba já são há muito tempo, sinónimos do popular conceito de aspirador robô. Esteticamente são fáceis de identificar, a sua aplicação continua a ser das mais simples e fiáveis que já utilizei, e o algoritmo de navegação mantém-se atual. E a marca foi mesmo pioneira ao introduzir coisas como rodas de borracha pensadas para casas com animais de companhia. No entanto, a iRobot tem ficado atrás noutros aspetos, já que o boom dos aspiradores de marcas asiáticas mostrou que é possível ganhar na batalha da relação preço-qualidade e, mais importante, apresentando cada vez mais novidades e funcionalidades competitivas.
A empresa tem, no entanto, acertado com algumas funcionalidades, como a base de limpeza automática a destacar-se como um bom exemplo, mas também deu alguns passos em falso, como a Mopa elevatória do Roomba Combo J9+, que me pareceu mais um teste falhado do que uma solução prática face aos avanços das plataformas de esfregão. Por esse motivo, a marca não vive o seu melhor momento, mas conta agora com um trunfo na manga, o novo Roomba Max 705 Combo.
Roomba Max 705 Combo
Um aspirador com uma base que “faz tudo” não é, à primeira vista, o objeto mais sedutor para a sala de estar, a menos que se chame Roomba. E quando estamos perante um modelo de topo como este Roomba Max 705 Combo, a coisa muda de figura. À primeira vista, o aparelho é apelativo, o único senão é que, se se encostar o robô ou a base com a ponta dos dedos, ficam marcas visíveis. Nada grave mas incomodativo num equipamento com um acabamento tão cuidado. A base tem linhas elegantes e um tamanho moderado, com um acabamento mate que lhe confere um ar sofisticado. Na face superior há uma tampa que dá acesso aos três compartimentos – resíduos sólidos, água limpa e água suja, tudo bem pensado para reduzir intervenções constantes. Quanto ao robô em si, segue a fórmula habitual de “disco” em plástico, mas com uma construção em preto mate com uma metade com textura e um canto com aspeto metálico que resulta num visual minimalista. Na frente encontramos uma câmara e um LED que acende em ambientes mais escuros, e uma ranhura lateral por onde o sensor LiDAR integrado faz o seu trabalho. É ligeiramente maior e mais pesado do que os outros Roomba que já testei, o que indica capacidade para ultrapassar pequenos obstáculos, mas também pode dificultar a passagem por espaços muito estreitos. Ao virar o Roomba Max 705 Combo de cabeça para baixo vêm-se ainda mais soluções bem pensadas, como um rolo de limpeza que oscila lateralmente e que consegue deslocar-se um pouco fora do seu eixo para melhor alcançar os cantos. Esse rolo está protegido por uma cobertura em plástico que é útil, por exemplo, quando se quer só aspirar e evitar molhar um tapete. A novidade mais óbvia é a função de esfrega/aspiração, mas a marca não se esqueceu da dupla escova em borracha para diversos tipos de superfície, ideal para casas com animais, e duas escovas laterais rotativas, relativamente compridas para empurrar a sujidade para a sucção.
Roomba Max 705 Combo
Para se orientar pela casa, este Roomba recorre à clássica câmara da marca, agora numa versão mais competente no reconhecimento e desvio de objetos, combinada com um sensor LiDAR. A ausência da típica “torre” do laser poderia ser uma boa notícia se tornasse o aparelho mais baixo, permitindo-lhe passar por baixo de mais móveis, mas não é o caso. É mais alto e mais largo do que o padrão, o que faz com que simplesmente não consiga entrar em certos espaços. No meu caso, não passa debaixo de uma cama de um dos quartos.
Com dimensões mais volumosas e as rodas avantajadas poderiam sugerir uma capacidade acima da média para superar obstáculos, mas a verdade é outra, já que fica preso nos tapetes felpudos, com pelos com 4 a 5 centímetros. Para além disso, não estamos perante um robô que “sobe degraus”, e tal também não seria expectável. Apesar das rodas grandes, não possui qualquer mecanismo extra que lhe permita saltar desníveis, como já vi em outros modelos. A solução é simples, e pouco elegante, já que passa por remover esse tipo de tapetes antes de iniciar o processo de limpeza, ou simplesmente marcar na aplicação os mesmos como zona proibida.
Roomba Max 705 Combo
Tenho acompanhado a evolução dos Roomba ao longo dos anos e continuo a acreditar que o algoritmo da iRobot é o mais consistente do mercado. As câmaras, porém, têm limitações óbvias em cenários de fraca luminosidade, como debaixo da cama. Por isso estava particularmente curioso para ver como a marca integraria o LiDAR nesta equação. A minha impressão é que a combinação ainda não está totalmente afinada, já que por vezes o robô apresenta erros sem explicação, ficando preso e aparentemente “encurralado” em zonas onde, teoricamente, não deveria ter qualquer dificuldade. Conhecendo o histórico da iRobot no que toca a software, não ficarei surpreendido se surgir uma atualização para corrigir estes pequenos lapsos. E tirando esses episódios pontuais, a experiência tem sido bastante satisfatória. Podemos escolher exatamente que divisões limpar, a ordem de limpeza e até quantas passagens queremos. O robô segue depois um percurso metódico e coerente, cobrindo a área sem redundâncias e percebendo com precisão onde cabe e onde não cabe. No mapa da aplicação, vê-se a casa a ficar gradualmente “pintada” de verde à medida que o Roomba Max 705 Combo avança, uma forma simples, mas eficaz, de acompanhar todo o processo em tempo real.
A iRobot continua a não divulgar valores concretos de potência, mas este é claramente um dos melhores robôs aspiradores que testei até hoje. Os Roomba sempre foram fortes na aspiração, mas com este Max 705 Combo a marca resolveu finalmente a sua fragilidade histórica, a limpeza com pano húmido. E quando tudo corre bem a nível de navegação, o resultado é uma casa irrepreensivelmente limpa. No que toca a opções, na aplicação podemos definir se queremos só aspirar, só passar pano, aspirar e passar pano, ou aspirar primeiro e lavar depois. Há dois caminhos possíveis, um mais simples, com perfis de limpeza (ligeira, padrão, profunda ou inteligente), e outro mais completo, divisória a divisória, escolhendo a potência de aspiração (económica, normal, alta ou máxima) e a intensidade da lavagem (ligeira, padrão ou alta). Podemos ainda optar por uma ou duas passagens e ativar, ou não, o Smartscrub, que faz o rolo “esfregue” o chão. Na potência máxima, recolhe praticamente tudo, desde areia, migalhas de pão e até pequenas sementes de chia que espalhei propositadamente no chão para testar. A verdade, porém, é que na potência média os resultados são muito idênticos ao da potência máxima, tanto o sistema de sucção como o desenho da escova trabalham a favor do robô. Destaca-se ainda a remoção de cabelo, que é feito de forma especialmente boa.
Não tenho cães nem gatos em casa, pelo que não pude testar nesse ambiente mais “extremo”, mas nos meus testes o Roomba Max 705 Combo retira toda a sujidade do chão sem esforço, mesmo sem potência máxima ou dupla passagem, e nos cantos, desde que consiga lá chegar, é igualmente competente. Com a escova dupla central e lateral, basta uma passagem para um resultado convincente. Para casas com animais de estimação, promete ser uma escolha praticamente infalível. Em tapetes finos, é excelente. O modo inteligente ajusta a potência ao detetar mais sujidade, levantando pelos presos nas fibras e aspirando a poeira que vemos habitualmente ao sacudir os tapetes. E a meu ver, é tão eficaz que o aspirador tradicional começa mesmo a perder utilidade. E, já agora, podemos aspirar tapetes sem receios, já que se estiver configurado para lavar, ele evita molhar o seu tecido. Se estiver no modo “aspirar primeiro e lavar depois”, o rolo fica protegido durante a fase inicial para impedir qualquer contacto com a humidade. E a evolução no lado do “esfregão” é evidente. Esta geração do Roomba finalmente oferece lavagem a sério, algo que já tinha presenciado nos testes ao Roomba Combo 505 Plus, com os seus esfregões rotativos que parecem seguir na mesma direção. No Roomba Max 705 Combo, o rolo assemelha-se a um rolo de pintura que gira e também gira para alcançar melhor os cantos. O material, semelhante a microfibra com textura, aumenta o atrito e é perfeito para remover, mesmo a sujidade mais agarrada. Já com o Smartscrub ativo, o desempenho melhora ainda mais. Fiquei mesmo surpreendido com a capacidade para retirar pequenas manchas secas utilizando pouquíssima água. E mesmo quando há várias marcas no chão, o rolo limpa-as sozinho, mantendo o nível de eficácia. Em pequenas situações de derrame, meio copo de leite no meu teste, o robô resolveu facilmente o problema. Obviamente que para acidentes maiores é melhor utilizar uma esfregona. Mas ainda assim, impressiona o facto de usar tão pouca água e, mesmo assim, limpar tão bem.
Roomba Max 705 Combo
A iRobot raramente revela a capacidade exata das baterias dos seus dispositivos, mas posso dizê-lo com toda a segurança, a bateria do Roomba Max 705 Combo é mais do que suficiente para casas grandes. Durante as semanas que o tive em testes, no andar superior da minha casa, com cerca de 80 metros quadrados, consegui realizar limpezas exigentes sem qualquer limitação evidente. Para efeitos de medição, utilizei sempre o mesmo critério, com a aspiração contínua na potência máxima. Nesse cenário extremo, o consumo foi de 41% em 70 minutos. Claro que, no dia a dia, ninguém utiliza apenas a potência máxima. O normal é optar por aspirar e passar pano, ou por ambos em simultâneo, e como já referi, o modo inteligente é o mais sensato. Numa limpeza completa da zona, com primeiro a aspirar e depois a lavar, o robô utilizou apenas 32% da bateria. No fundo, aguenta três sessões sem voltar à base. Quando decidi gastar a bateria até ao fim em modo inteligente, o Roomba trabalhou durante pouco mais de três horas sem interrupções, um resultado realmente impressionante. Para quem vive numa casa maior ou com mais sujidade acumulada, o habitual sistema de “recarregar e retomar” continua presente. E se o robô precisar de energia a meio de uma tarefa, ele regressa à base, carrega o suficiente e retoma exatamente no ponto onde ficou. Ou seja, a autonomia nunca será um problema.
No campo do software, embora seja possível pôr o robô a funcionar através de um botão físico, o ideal é instalar a aplicação Roomba Home, disponível gratuitamente na App Store e na Google Play Store. Depois de criar conta, iniciar sessão e emparelhar o dispositivo, percebe-se que a aplicação continua tão simples e direta de usar.
Aplicação Roomba Home
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Aplicação Roomba Home
Aplicação Roomba Home
Aplicação Roomba Home
Enquanto eletrodoméstico, este equipamento que deve ser acessível a qualquer pessoa. Com isto em mente, a verdade é que a maioria das aplicações de aspiradores é tão carregada de opções e menus obscuros que rapidamente se tornam intimidantes para os menos entendidos em tecnologia. Felizmente, qualquer pessoa que saiba mexer minimamente num smartphone, vai-se sentir confortável a utilizar a aplicação da Roomba. Com um design colorido, a sua comunicação é clara e a organização lógica fazem com que tudo pareça natural. A iRobot mantém a simplicidade à vista e guarda as opções mais avançadas para menus discretos. Ao abrir a aplicação, vê-se de imediato “A Minha Casa” com os mapas que temos. Toca-se no mapa, escolhe-se um dos botões na parte inferior, e a limpeza começa.
Por defeito, existem já algumas programações pronta a utilizar, mas quem quiser pode personalizar praticamente tudo, desde divisões incluídas, divisões excluídas, sequências de limpeza, intensidade da aspiração, intensidade da lavagem. É ótimo quando se pretende, por exemplo, uma passagem rápida geral seguida de uma limpeza mais profunda na cozinha ou na casa de banho. No menu inferior há ainda acesso ao estado do robô (componentes, manuais, assistência), às automações, à ajuda e à loja online da iRobot. E, tocando nos três pontos da secção “Robôs”, surgem as definições gerais, onde se pode configurar desde bloqueios para crianças ou animais até à frequência de esvaziamento e lavagem. Ou seja, quem percebe minimamente de tecnologia vai encontrar aqui um conjunto impressionante de opções avançadas, e quem não percebe, não se vai sentir perdido. E, como nota final, tenho um dos modelos da marca mais antigos há sensivelmente de cinco anos e ainda hoje recebe atualizações. Para além disso, a aplicação indica quando cada componente do Roomba Max 705 Combo começa a degradar-se, quando deve ser substituída e que manutenção precisa, mas, na prática, o contacto com o robô é mínimo.
A base do Roomba Max 705 Combo é uma unidade três-em-um. Aspira a sujidade recolhida pelo robô através de um sistema ruidoso – mas extremamente eficaz -, armazena a água limpa para a lavagem e recolhe a água suja após cada ciclo. Mas o destaque vai para uma função que, durante anos, foi o ponto fraco dos robôs com esfregão, a manutenção do rolo. Quem já teve, ou tem, um aparelhos deste género sabe bem que se não retirarmos a mopa ou o rolo no fim de cada limpeza, ele fica húmido, sujo e rapidamente ganha um cheiro desagradável. Aqui a iRobot disponibilizou uma solução elegante, com a base que limpa automaticamente o rolo e, depois, seca-o com ar quente. É um detalhe que faz toda a diferença na utilização diária e que, honestamente, considero essencial para que esta categoria de produtos seja realmente prática. De acordo com a iRobot, esta base permite até 75 dias sem trocar o saco (dependendo do ritmo de aspiração e da presença de animais) e fornece água suficiente para cerca de oito semanas de lavagens. E posso confirmar que esses números estão muito perto da realidade, já que utilizei o Roomba Max 705 Combo todos os dias, durante várias semanas, e quase não precisei de lhe tocar. Nunca me aconteceu nada semelhante com outro robô de limpeza, e é precisamente este tipo de conveniência que me faz sentir que estamos, finalmente, perante um aspirador robô verdadeiramente autónomo.
Roomba Max 705 Combo
Com este Roomba Max 705 Combo, a iRobot deu um passo claro em frente, corrigindo fragilidades já conhecidas pela marca e apresentando um robô capaz de competir pelo titulo de melhor aspirador que já testei. E fez isso sem abdicar das qualidades que tornaram a marca famosa, com design premium tanto no aparelho como na interface, uma capacidade de aspiração que continua a servir de referência e um preço competitivo de 699€. É verdade que a navegação ainda precisa de algum melhoramento para atingir um nível verdadeiramente exemplar, mas a qualidade da limpeza é difícil de contestar. Enquanto muitas marcas fazem publicidade agressiva a números que pouco dizem na prática, o Roomba Max 705 Combo chega equipado para aspirar e lavar com uma competência incrível. Nenhum outro modelo no mercado combina dois rolos de borracha com duas escovas laterais, uma configuração que, na minha experiência, torna-o particularmente eficiente em casas com animais de estimação, ou com maiores necessidades de limpeza.
A evolução da iRobot na função de passar pano é digna de nota. Durante anos, ignoraram a lavagem (numa altura em que, para ser justo, quase todos os robôs eram fracos nesse aspeto) e, quando finalmente aderiram, os primeiros esforços ficaram aquém das expectativas. Desta vez, o salto qualitativo é real, e o seu grande rolo giratório que se move lateralmente lava de forma eficaz e consistente. E o facto de utilizar tão pouca água, mantendo ainda assim um excelente desempenho, revela a habitual atenção ao detalhe que caracteriza a marca.
Este dispositivo foi cedido para análise pela iRobot.
A Google confirmou que a transição para o Aluminium OS não irá abranger todos os Chromebooks, mas assegura a continuidade do Chrome OS e das atualizações previstas.
De acordo com as declarações de Maletis, não existe qualquer plano para descontinuar o Chrome OS, contrariando assim os rumores recorrentes sobre o futuro da plataforma. O responsável sublinhou que milhões de consumidores e organizações dependem diariamente dos Chromebooks, o que torna inviável qualquer abandono da plataforma a curto ou médio prazo.
Assim, a migração para o Aluminium OS dependerá das capacidades de hardware de cada dispositivo. Alguns modelos mais antigos já não reúnem os requisitos necessários para a nova plataforma, enquanto que outros Chromebooks lançados mais recentemente já contam com configurações suficientes para suportar o novo sistema operativo que se aproxima de forma mais direta do ecossistema Android.
Para quem não proceder à atualização para o Aluminium OS, seja por incompatibilidade ou necessidade, a Google garante que o Chrome OS continuará a ser suportado nos moldes atuais, continuando a sua missão de alargamento do período de atualizações automáticas de sete para dez anos, política que, segundo Maletis, se mantém inalterada com a introdução do Aluminium OS, prevendo-se assim a coexistência de dois sistemas operativos por alguns anos.
O novo Opel Astra foi apresentado em estreia mundial no Salão Automóvel de Bruxelas, com atualizações ao nível do design, da tecnologia e da autonomia elétrica.
O novo Opel Astra foi apresentado em estreia mundial no Salão Automóvel de Bruxelas, servindo de principal novidade da marca alemã na abertura do calendário automóvel internacional de 2026.
Concebido, desenvolvido e produzido em Rüsselsheim, na Alemanha, o novo Astra surge com uma linguagem estética mais depurada e tecnológica. Pela primeira vez, o modelo integra o logótipo Opel Blitz permanentemente iluminado, bem como a assinatura Opel Compass, ambos incorporados no Vizor frontal. A iluminação passa a assumir um papel central na identidade visual do automóvel, substituindo totalmente os elementos cromados exteriores. Entre as principais novidades técnicas destacam-se os faróis Intelli-Lux HD, compostos por mais de 50.000 elementos luminosos, capazes de adaptar o feixe de luz em tempo real sem encandear outros condutores, uma solução até agora pouco comum no segmento dos compactos.
A atualização estende-se ao interior, onde a Opel mantém a sua abordagem centrada na redução do impacto ambiental, recorrendo exclusivamente a materiais reciclados. Mesmo nas versões de entrada, o Astra passa a oferecer de série os bancos Intelli-Seats, com desenho ergonómico desenvolvido pela marca. A gama de motorizações inclui versões a combustão, híbridas de 48 volts, híbridas plug-in e uma variante totalmente elétrica. No caso do Astra Electric, a autonomia atinge agora até 454 quilómetros em ciclo WLTP, graças a uma bateria de 58 kWh, passando também a dispor da função Vehicle-to-Load, que permite alimentar dispositivos externos diretamente a partir do veículo.
Mais detalhes sobre o novo Opel Astra serão divulgados em breve, assim como preços e disponibilidade no mercado.
A atualização final vai tornar o sistema totalmente local, mantendo funções essenciais mas dá término aos serviços integrados.
A Boseadiou o fim do suporte da nuvem da sua linha de colunas SoundTouch, após ter recebido várias críticas por parte dos utilizadores que foram levadas em consideração. Assim, o encerramento dos serviços online inicialmente previsto para fevereiro de 2026, foi adiado para 6 de maio de 2026.
Nessa data, a aplicação SoundTouch irá receber automaticamente uma atualização que a vai tornar independente da infraestrutura na nuvem. A nova versão irá funcionar exclusivamente através da rede local, sem necessidade de qualquer intervenção manual. Basta que o dispositivo esteja ligado à mesma rede Wi‑Fi para que a atualização seja aplicada ao abrir a aplicação.
Apesar do fim dos serviços online, as colunas SoundTouch não ficarão inutilizáveis. Continuarão a suportar Bluetooth, AirPlay e Spotify Connect, para além das entradas físicas como AUX, e das ligações HDMI e ótica nas soundbars. A aplicação irá manter as funções essenciais, como emparelhamento, configuração de sistemas, controlo de volume e reprodução, bem como a criação de grupos em várias divisões. No entanto, algumas funcionalidades irão desaparecer definitivamente. As populares predefinições deixarão de existir, tanto nos botões físicos como na própria aplicação. Também deixará de ser possível procurar ou reproduzir serviços de música diretamente na aplicação SoundTouch. Para ouvir rádio online, os utilizadores terão de recorrer a aplicações externas enviando o áudio através do AirPlay ou por Bluetooth. Quem utiliza Spotify passará a depender exclusivamente da aplicação oficial do serviço.
A Bose confirmou ainda que não vai lançar novas atualizações de software ou segurança após o encerramento da nuvem. Por isso, recomenda que todos os dispositivos sejam atualizados para a versão mais recente antes de 6 de maio, enquanto o servidor de firmware ainda está ativo. A empresa aconselha igualmente que as colunas sejam utilizadas apenas em redes privadas e seguras. Os dados associados às contas SoundTouch serão eliminados a 15 de maio de 2026.
Um representante da Samsung afirma que poderá ajustar preços em 2026, num contexto de escassez componentes de memória causada pela forte procura dos centros de dados de inteligência artificial.
A Samsung Electronics antecipa que 2026 poderá ser marcado por aumentos de preços em algumas das suas gamas de produtos. A informação foi avançada por Wonjin Lee, presidente e responsável pelo marketing internacional da empresa, citado pelo Bloomberg, que comentou que se prepara para reavaliar os preços ao longo do ano, consoante a evolução dos custos de produção.
De acordo com Lee, a empresa encontra-se numa posição relativamente mais favorável do que outros fabricantes, uma vez que já produz internamente os seus chips de memória através da Samsung Foundry. Ainda assim, admite que a pressão nos custos a nível global tornará inevitável o ajustamento de preços em determinados segmentos.
Este cenário não é exclusivo da Samsung, dado que toda a indústria tecnológica atual enfrenta um contexto semelhante, impulsionado pela crescente procura de memória RAM e armazenamento. E componentes como módulos DDR5 e SSDs tornaram-se essenciais numa vasta gama de dispositivos, incluindo computadores, smartphones, consolas, tablets e televisores inteligentes.
A principal origem desta pressão está na expansão acelerada dos centros de dados dedicados à inteligência artificial, que consomem grandes volumes de memória de alto desempenho. Esta concentração de procura tem provocado escassez ao longo da cadeia de produção. Um sinal dessa tendência foi a decisão da Micron de abandonar a sua marca de consumo Crucial, optando por concentrar recursos no segmento empresarial.
No que toca à Samsung, para já nada está confirmado sobre o aumento de preços, algo que só será observável ao longo do ano. Já outros fabricantes do setor tecnológico, como a Dell e a Lenovo, já anteciparam ajustes de preços dos seus produtos.
O Dolby Vision 2 vai começar a ser adotado por fabricantes como Hisense, TCL e TP Vision, com estreia prevista em modelos MiniLED e OLED lançados em 2026.
A Dolbyanunciou a adoção inicial do Dolby Vision 2 por parte várias marcas de televisores, com implementação prevista em modelos de 2026. O novo padrão HDR será integrado por fases em equipamentos MiniLED e OLED, combinando suporte nativo e atualizações por software, consoante o fabricante.
O protocolo Dolby Vision 2 introduz um novo motor de processamento, designado Content Intelligence, que analisa o conteúdo em tempo real para ajustar brilho, contraste e cor de acordo com as características do painel. A tecnologia inclui ainda o Authentic Motion, um sistema destinado a melhorar a gestão do movimento e a reduzir artefactos, mantendo a intenção original do conteúdo.
A Hisense foi a primeira marca a chegar-se à frente com a introdução do protocolo. Assim, o Dolby Vision 2 estará presente nas TVs MiniLED RGB de 2026, incluindo as séries UX, UR9 e UR8. Outros modelos MiniLED da marca deverão receber o novo formato através de atualizações OTA, em janelas de tempo ainda por anunciar.
A TCL seguirá uma abordagem semelhante. Com as séries MiniLED X QD de 2026 e a série C a receberem suporte para Dolby Vision 2 via atualização de software.
Já a TP Vision vai integrar o Dolby Vision 2 apenas nos seus novos televisores OLED de 2026. As gamas Philips OLED811, OLED911 e OLED951 chegarão ao mercado europeu já com suporte nativo, tornando-se alguns dos primeiros modelos na região a incluir o novo padrão de origem.
Ao longo de 2026, é esperado que mais fabricantes anunciem os seus planos e interesse de atualização das suas ofertas.
A restrição à venda de bebidas alcoólicas no espaço público junta Lisboa a outras cidades portuguesas que adotaram regras semelhantes para controlar o barulho noturno.
A Câmara Municipal de Lisboa prepara-se para votar, a 14 de janeiro, uma proposta que introduz novas regras para o consumo de álcool no espaço público da cidade durante a noite. Em causa está a proibição da venda de bebidas alcoólicas para consumo na via pública em todas as freguesias, mantendo-se permitido apenas o consumo no interior dos estabelecimentos e nas esplanadas com lugares sentados e devidamente licenciadas.
A proposta estabelece horários diferenciados consoante o dia da semana. Entre domingo e quinta-feira, a venda de álcool para consumo no exterior deixa de ser permitida a partir das 23h. Às sextas-feiras, sábados e vésperas de feriado, esse limite passa para a meia-noite. Fora destes períodos, os estabelecimentos poderão continuar a vender bebidas alcoólicas apenas para consumo no interior. O incumprimento das regras poderá resultar em coimas entre os 150 e os 1.000€ para pessoas singulares e entre os 350 e os 3.000€ para pessoas coletivas, ficando a fiscalização a cargo da Polícia Municipal.
O presidente da Câmara, Carlos Moedas, tem associado o problema do ruído noturno ao consumo de álcool na via pública e à aglomeração de pessoas no exterior dos estabelecimentos de restauração e bebidas. Para o autarca, trata-se de uma questão que afeta diretamente o bem-estar e o descanso dos residentes, sobretudo nas zonas com maior concentração de atividades de animação noturna.
Do lado dos comerciantes e empresários da noite, a reação tem sido marcada pela apreensão. Representantes do comércio local consideram a medida desajustada e defendem que a resposta deveria centrar-se na proibição do consumo na via pública, e não na limitação da venda. Já os empresários de bares e discotecas alertam para o impacto económico da proposta, admitindo perdas de faturação e, em alguns casos, o risco de encerramento de estabelecimentos, sobretudo em zonas emblemáticas como o Bairro Alto. Reconhecem que existem espaços que não cumprem as regras, mas defendem que a solução deveria passar por uma fiscalização mais rigorosa e pelo encerramento desses estabelecimentos.
A capacidade de fiscalização é, aliás, uma das principais dúvidas levantadas pelos representantes do setor, que questionam se a autarquia dispõe de meios suficientes para garantir um controlo efetivo, tanto durante o funcionamento dos estabelecimentos como após o seu encerramento. A Câmara sublinha que se trata de uma medida de caráter transitório, destinada a vigorar até à entrada em vigor das alterações ao Regulamento dos Horários de Funcionamento dos Estabelecimentos, um processo iniciado no mandato anterior e já sujeito a consulta pública.
Caso seja aprovada, Lisboa alinhar-se-á com outras cidades portuguesas que avançaram recentemente com restrições semelhantes, como o Porto e Albufeira, onde a limitação da venda e do consumo de álcool na via pública foi apresentada como resposta aos problemas de ruído associados à vida noturna.