UE fecha acordo histórico com o Mercosul apesar da oposição de vários países

A União Europeia aprovou o acordo comercial com o Mercosul, abrindo um mercado de 700 milhões de consumidores e aprofundando divisões entre governos, indústria e agricultores.

Depois de um quarto de século de avanços e recuos, a União Europeia desbloqueou finalmente o acordo comercial com o Mercosul, que será assinado a 17 de janeiro, no Paraguai. A decisão passou com a maioria qualificada exigida no Conselho Europeu, apesar da oposição firme de França, Polónia, Áustria, Irlanda e Hungria e da abstenção da Bélgica, deixando claro que o consenso europeu ficou longe de ser total. Ainda assim, o entendimento avança e cria uma das maiores zonas de livre comércio do mundo, envolvendo mais de 700 milhões de consumidores dos dois lados do Atlântico.

O núcleo do acordo assenta na eliminação progressiva de tarifas aduaneiras. O Mercosul compromete-se a retirar direitos sobre a maioria das exportações europeias ao longo de um período até 15 anos, enquanto a União Europeia fará o mesmo para os produtos sul-americanos num prazo máximo de 10 anos. Na prática, a Europa ganha acesso facilitado a um mercado onde hoje enfrenta barreiras elevadas, sobretudo para bens industriais, enquanto aceita uma maior abertura à entrada de produtos agrícolas provenientes do Brasil, da Argentina, do Paraguai e do Uruguai.

O acordo é também visto em Bruxelas como uma peça estratégica para reduzir dependências externas e reforçar a presença europeia na América Latina, numa altura em que a China se afirma como o principal parceiro comercial do Mercosul e os Estados Unidos procuram recuperar influência na região.

Do ponto de vista económico, países como a Alemanha surgem entre os maiores beneficiários. A indústria automóvel, a maquinaria, os produtos químicos e os serviços alemães passam a enfrentar menos obstáculos num mercado com o qual Berlim já mantém relações comerciais intensas. Para a economia europeia no seu conjunto, a Comissão estima poupanças anuais significativas com a redução de tarifas, com impacto potencial nos preços finais.

Por cá, o Governo, o Presidente da República e parte do setor empresarial sublinham as oportunidades, sobretudo para produtos agroalimentares de valor acrescentado. O vinho e o azeite poderão destacar-se num mercado onde ainda existe margem de crescimento, em especial no Brasil, que já é um destino central para estas exportações. A proteção de várias indicações geográficas portuguesas é apresentada como uma salvaguarda relevante e como um instrumento de diferenciação num espaço altamente competitivo.

Do lado sul-americano, os agricultores e exportadores do Mercosul ganham acesso mais amplo ao mercado europeu para produtos como carne bovina, aves, açúcar ou soja. Para países como o Brasil, maior economia do bloco, o acordo é encarado como uma forma de diversificar destinos de exportação e reduzir riscos num comércio internacional cada vez mais fragmentado.

No entanto, os agricultores europeus ficam mais expostos à concorrência direta. Em vários países, o acordo foi recebido com protestos intensos, bloqueios de estradas e forte pressão política, alimentados pelo receio de competir com produtos produzidos em grande escala e sob regras ambientais e sanitárias menos exigentes do que as da União Europeia. Apesar da inclusão de cláusulas de salvaguarda e de quotas para alguns bens sensíveis, muitos produtores consideram-nas insuficientes e veem no acordo uma ameaça aos rendimentos, ao emprego rural e à soberania alimentar.

No balanço final, o acordo UE-Mercosul não distribui ganhos de forma homogénea. Favorece indústrias exportadoras, grandes economias e setores orientados para mercados globais, ao mesmo tempo que coloca pressão acrescida sobre segmentos vulneráveis da agricultura europeia. Trata-se de um compromisso que reforça a projeção externa da União Europeia, mas que deixa tensões internas por resolver, sobretudo no mundo rural, onde o custo da abertura comercial continua a ser visto como demasiado elevado.

Alterações no Subsídio Social de Mobilidade permitem pedidos automáticos e pagamentos mais céleres

A partir de 15 de janeiro, o Subsídio Social de Mobilidade passa a ter pedidos mais rápidos e verificação automática de dados, mantendo pagamentos nas lojas CTT até junho.

As novas regras do Subsídio Social de Mobilidade entram em vigor a 15 de janeiro e introduzem mudanças no acesso, no pagamento e no funcionamento do regime, com o objetivo de tornar o processo mais rápido e uniforme.

Uma das principais alterações prende-se com a simplificação dos requisitos administrativos. Deixa de ser exigida aos beneficiários a apresentação de certidões comprovativas da situação contributiva perante a Autoridade Tributária e a Segurança Social, passando essa verificação a ser assegurada de forma automática pela plataforma eletrónica até ao final de janeiro. Durante esta fase de transição, o pagamento do subsídio continuará a poder ser feito nas lojas dos CTT, opção que se manterá até que todas as funcionalidades da plataforma estejam plenamente operacionais, o que está previsto para junho de 2026.

O diploma agora publicado clarifica também conceitos relevantes no âmbito do regime, nomeadamente as definições de passageiros estudantes e de passageiros residentes equiparados. Desde o passado dia 8 de janeiro, todos os pagamentos do Subsídio Social de Mobilidade foram retomados nos CTT. Permanecem igualmente neste circuito, até indicação em contrário a divulgar no portal oficial ssm.gov.pt, os pedidos submetidos por empresas, associações ou outras entidades em nome de passageiros que viajem por conta própria, bem como os pedidos enquadrados no Programa Estudante Insular, aplicável apenas à Região Autónoma da Madeira, e os processos associados a viagens adquiridas até 14 de janeiro.

Entre as novidades introduzidas está a possibilidade de o pedido do subsídio ser apresentado logo após a compra da viagem, deixando de ser necessário aguardar pela sua realização, desde que o voo principal entre regiões seja efetuado por transportadoras aéreas integradas num sistema automático de verificação. O novo regime altera também a lógica aplicada às viagens de ida, permitindo que o beneficiário suporte apenas metade do valor anteriormente exigido, recebendo o subsídio até perfazer metade do montante máximo elegível. Caso venha a adquirir posteriormente a viagem de regresso, poderá associá-la ao processo inicial e atingir o valor total elegível. Esta regra aplica-se apenas a viagens compradas a partir de 15 de janeiro.

Na prática, um residente nos Açores passará a suportar 59,5€ numa viagem de ida para o continente, sendo o subsídio atribuído até um custo elegível de 300€. Se mais tarde emparelhar esta viagem com o regresso, o valor total elegível poderá chegar aos 600€, com um encargo global de 119€. No caso da Madeira, o custo suportado numa viagem de ida para o continente será de 39,5€, com o subsídio a perfazer um máximo elegível de 200€, podendo atingir os 400€ com a inclusão da viagem de regresso, num total de 79€ pagos pelo beneficiário.

O acesso à nova plataforma será feito exclusivamente através do sistema Autenticação.gov, permitindo aos beneficiários submeter pedidos em nome próprio e dos membros do seu agregado familiar. As faturas das viagens terão de ser emitidas em nome do beneficiário ou de um elemento do agregado, e as lojas dos CTT continuarão disponíveis para prestar apoio aos cidadãos que revelem maiores dificuldades na utilização da plataforma eletrónica, mantendo este serviço até ao final de junho de 2026.

Hisense apresenta os projetores laser XR10 e PX4-PRO na CES 2026

A Hisense apresentou os projetores laser XR10 e PX4-PRO, dois novos modelos de Laser Home Cinema com formas diferentes de instalação e para utilização doméstica.

A Hisense apresentou na CES 2026 os projetores laser XR10 e PX4-PRO, dois novos modelos de Laser Home Cinema bem distintos, de fácil instalação e para utilização doméstica.

O XR10 é um projetor laser RGB triplo baseado na tecnologia TriChroma, com um brilho máximo de 6.000 lumens ANSI. O equipamento utiliza um motor laser digital LPU 3.0, um chipset atualizado e um sistema ótico composto por 16 lentes totalmente em vidro, concebido para reduzir perdas de luz e assegurar maior estabilidade térmica.

Este modelo integra um sistema IRIS dinâmico, responsável pelo ajuste automático da abertura da lente em função do conteúdo e das condições de iluminação, permitindo um contraste de até 6000:1. Para controlo térmico, o XR10 recorre a um sistema de refrigeração líquida microcanal selado, uma solução habitualmente reservada a equipamentos de maior dimensão.

Ao nível da instalação, o XR10 inclui um sistema automático de correção de imagem baseado em quatro câmaras e sensores ToF, apoiado por software. De acordo com a marca, este sistema permite correções geométricas em projeções laterais até cerca de 15 graus. Para já, a Hisense não avançou com preço nem com data de lançamento para o mercado português.

Já o PX4-PRO é um projetor de ultra-curta distância destinado a utilização em salas de estar. O equipamento permite projeção até 200 polegadas, apresenta brilho de até 3.500 lumens ANSI, resolução 4K e um contraste máximo de 6000:1, também suportado por um sistema IRIS.

Este modelo sucede ao PX3-PRO e mantém uma configuração orientada para instalação próxima da parede, posicionando-se como alternativa a televisores de grande formato. O lançamento do PX4-PRO em Portugal está previsto para o segundo semestre de 2026.

TCL anuncia os novos NXTPAPER 70 Pro e Note A1 com ecrãs tipo papel

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O novo smartphone e o novo tablet chegam com tecnologia que alterna entre cores e modo e‑paper para maior conforto visual.

A TCL ampliou a sua família de dispositivos NXTPAPER com dois novos equipamentos, o smartphone NXTPAPER 70 Pro e o tablet NXTPAPER Note A1

Os novos dispositivos destacam-se pelo recurso aos ecrãs capazes de funcionar como painéis coloridos tradicionais ou como um ecrã monocromático ao estilo e‑paper, ideal para leitura prolongada. No caso do TCL NXTPAPER 70 Pro, trata-se de um smartphone Android com ecrã de 6,9 polegadas, de resolução FullHD+ e uma nova camada anti-reflexo. O desempenho fica a cargo do MediaTek Dimensity 7300, acompanhado por até 16GB de RAM e uma bateria de 5200mAh. O dispositivo oferece três modos de visualização, com Color Paper, Ink Paper e Max Ink, que adaptam o ecrã ao tipo de conteúdo, reduzindo consumo energético e proporcionando uma experiência mais próxima do papel. O modelo também integra o Gemini e outras ferramentas inteligentes.

Já o TCL Note A1 NXTPAPER é um tablet com ecrã de 11,5 polegadas, suporte a caneta stylus, processador MediaTek G100, memória RAM de 8GB e uma bateria de 8000mAh. Também aqui, o painel adapta-se automaticamente à utilização, e ativa cores em aplicações multimédia e mantém o modo de tinta digital em tarefas como escrita ou anotações.

A marca não revelou o preço dos seus novos dispositivos, mas informou que ambos terão películas protetoras dedicadas e têm o seu lançamento previsto para o mês de fevereiro.

Google limita a disponibilização do código-fonte do Android a duas versões por ano

Esta mudança procura simplificar o desenvolvimento e aumentar a estabilidade do ecossistema Android.

A Google anunciou uma alteração na forma como gere o Android Open Source Project (AOSP). A partir deste ano, o código‑fonte do sistema operativo passará a ser disponibilizado apenas duas vezes por ano, abandonando o modelo trimestral que vigorou durante vários ciclos de desenvolvimento.

Até agora, cada nova versão do Android tinha o seu código disponibilizado quase simultaneamente ao lançamento para os dispositivos Google Pixel, algo que acontecia cerca de quatro vezes por ano. Esse ritmo permitia que fabricantes e programadores independentes adaptassem rapidamente o sistema às suas próprias necessidades, criando versões personalizadas. Com a nova estratégia, a Google vai concentrar as publicações em dois momentos: no segundo trimestre, quando costuma ocorrer a principal atualização do Android, e no quarto trimestre, dedicado à atualização secundária. De acordo com a empresa, são nesses períodos que se concentram as mudanças técnicas mais relevantes para quem trabalha diretamente com o código.

A mudança já está anunciada no site oficial do projeto, onde um aviso orienta os colaboradores a utilizarem a branch “android‑latest‑release” em vez do “aosp‑main”. A empresa afirma que a decisão acompanha o seu novo modelo de desenvolvimento, que procura reduzir a fragmentação e simplificar o processo de manutenção do sistema. A empresa argumenta ainda que a redução na frequência de lançamentos vai permitir oferecer uma base mais estável e segura para todo o ecossistema Android, diminuindo a complexidade associada à gestão de diversas ramificações de código. Contudo, a empresa garante que o compromisso com o código-aberto permanece inalterado.

As atualizações de segurança continuarão a ser disponibilizadas mensalmente, mantendo o protocolo já atualmente adotado.

Portugal 2030 abre 100 concursos até abril com dois mil milhões de euros

O calendário do Portugal 2030 prevê 171 concursos em 2026, com destaque para os programas Compete2030, Pessoas2030 e Sustentável 2030, totalizando 3,7 mil milhões de euros.

O Portugal 2030 vai abrir 100 concursos nos primeiros quatro meses do ano, totalizando dois mil milhões de euros, destinados a projetos em áreas estratégicas como inovação produtiva, descarbonização, eficiência energética, digitalização, mobilidade sustentável e gestão da água. Estes concursos distribuem-se por diferentes fundos europeus: 45 do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), com cerca de 1,4 mil milhões de euros, 23 do Fundo Social Europeu Mais (FSE+), 15 do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, das Pescas e da Agricultura (FEAMPA), 12 do Fundo de Coesão e três do Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração (FAMI).

Os projetos apoiados abrangem investigação em biotecnologia e tecnologias digitais, infraestruturas e equipamentos tecnológicos, habitação social energeticamente eficiente, mobilidade sustentável e conservação de recursos hídricos.

Ao longo de 2026, estão planeados 171 concursos, no âmbito dos programas Compete2030, Pessoas2030 e Sustentável 2030, com uma dotação total de 3,7 mil milhões de euros. O Compete2030 contará com cerca de 1,3 mil milhões de euros, o Pessoas2030 com quase 1,1 mil milhões e o Sustentável 2030 com mais de 920 milhões. Considerando ainda os Programas Operacionais Regionais dos Açores e da Madeira, o total sobe para 220 concursos e 3,9 mil milhões de euros.

No final do ano, cerca de 82% dos fundos do PT2030 deverão estar disponíveis em concursos, o que representa 17,3 mil milhões de euros. Em comparação, em dezembro de 2025, tinham sido colocados a concurso 13,5 mil milhões de euros, correspondendo a 64% do envelope global do Portugal 2030.

Viseu aprova estudo urbanístico para transformar as Repeses

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Projeto para as Repeses muda acessos, cria quase cinco hectares de espaços verdes e prepara expansão habitacional e comercial.

A Câmara Municipal de Viseu aprovou um novo estudo urbanístico que vai permitir avançar com operações de investimento e requalificação na zona Centro de Repeses, uma área estratégica com cerca de 15 hectares situada nas traseiras da Escola Básica Infante D. Henrique. A decisão, enquadrada no Plano Diretor Municipal, pretende desbloquear limitações antigas relacionadas sobretudo com a falta de acessos adequados, que bloqueiam o desenvolvimento urbanístico da zona.

O presidente da autarquia, João Azevedo, revelou que a aprovação representa “um passo muito importante no ordenamento do território”, permitindo que investidores privados possam agora atuar de acordo com um plano claro e definido. Para o autarca, trata‑se de uma oportunidade para revitalizar um espaço que permanecia estagnado e sem utilização adequada.

O estudo coloca no centro da intervenção a criação de espaços verdes públicos, valorizando o curso de água que atravessa a área. No total, estão previstos 4,8 hectares de parques e zonas naturais, correspondentes a cerca de 48.000 m2. Ao mesmo tempo, o documento abre portas à construção de novos edifícios, maioritariamente destinados a habitação, com cerca de 24.000 m2, e em menor escala, a comércio, serviços e equipamentos, num total aproximado de 3.700 m2.

Mas uma das vertentes mais relevantes da proposta é mesmo a reorganização dos acessos viários e pedonais, com o objetivo de melhorar a fluidez da circulação e integrar a zona na malha urbana envolvente. Entre as medidas previstas estão a abertura de dois novos acessos, um pela Rua do Campo de Futebol e outro que liga a Rua do Fôjo à Avenida do Fôjo, e a redefinição da Rua das Barrocas, criando uma ligação direta entre a Avenida Luís Martins e a Avenida do Fôjo. O plano contempla ainda o alargamento das vias existentes e a criação de novos percursos pedonais.

A Escola Básica Infante D. Henrique será igualmente beneficiada, com a criação de um acesso pela Avenida do Fôjo e a implementação de uma faixa arbórea de proteção, reforçando a segurança da comunidade escolar e a preservação dos equipamentos.

ALDI vai abrir supermercado em Mangualde com investimento de 4 milhões de euros

A nova loja ALDI em Mangualde irá criar cerca de 20 postos de trabalho e tem abertura prevista para o final do primeiro semestre deste ano.

O Município de Mangualde formalizou a assinatura do contrato para as obras de urbanização que vão permitir a instalação de um novo supermercado da cadeia ALDI no centro da cidade, na Rua Combatentes da Grande Guerra.

O projeto prevê um espaço comercial com cerca de 2.000 m2 de área de venda e um investimento a rondar os quatro milhões de euros. Numa fase inicial, a nova superfície deverá criar cerca de 20 postos de trabalho, com impacto direto na economia local.

Durante a cerimónia de assinatura, que decorreu nos Paços do Concelho, o presidente da Câmara Municipal de Mangualde, Marco Almeida, destacou a importância do investimento para o desenvolvimento do concelho, sublinhando a criação de emprego e a dinamização da atividade económica como sinais claros de crescimento. Da parte da ALDI, o representante João Teixeira explicou que Mangualde se destacou, a nível distrital, como uma das localizações com maior potencial, tendo pesado na decisão os indicadores económicos e a cooperação com a autarquia.

A abertura do novo supermercado está prevista para o final do primeiro semestre de 2026.

Casa de Sada Algarve Beach Resort da Hilton abre em Armação de Pêra este ano

O Casa de Sada Algarve Beach Resort, da Curio Collection by Hilton, vai abrir em Armação de Pêra no segundo trimestre de 2026, com 183 quartos e acesso direto à praia.

A cadeia Hilton vai voltar a crescer em Portugal com a abertura de um novo resort no Algarve, prevista agora para o segundo trimestre de 2026. O Casa de Sada Algarve Beach Resort, integrado na Curio Collection by Hilton, ficará localizado em Armação de Pêra, em frente à praia, e resulta de um acordo de franchising com a Crimson Hotels, anunciado pela primeira vez em 2024. Nessa altura, a cadeia apontava a inauguração para a segunda metade de 2025, calendário que entretanto foi revisto.

O hotel terá um total de 183 quartos, concebido para tirar partido da proximidade ao mar e de uma envolvente pensada para o descanso. A maioria das unidades terá varanda ou terraço com vista para o oceano, numa aposta clara na relação direta entre o edifício e a paisagem costeira. As áreas comuns seguem a mesma lógica, com piscinas, bares e restaurantes orientados para o mar.

Entre as infraestruturas previstas estão um spa, ginásio, sala de cinema e um simulador de golfe, além de um bar no último piso, concebido como espaço privilegiado para observar o pôr do sol. O acesso direto à praia é um dos elementos centrais do conceito do resort, permitindo uma ligação imediata à frente marítima de Armação de Pêra.

A localização insere-se numa zona com forte oferta turística e desportiva, com mais de uma dezena de campos de golfe nas proximidades e ligação rápida a destinos como Vilamoura e Quinta do Lago. O Aeroporto de Faro fica a cerca de 40 quilómetros.

Este investimento junta-se a outros projetos recentes da Hilton no país. Entre eles está o Hampton by Hilton Lisbon Baixa, um hotel urbano com 157 quartos no centro da capital, cuja abertura está apontada para o terceiro trimestre de 2026.

Royal Beach Club Paradise Island abre portas em Nassau e estreia novo conceito da Royal Caribbean

A Royal Caribbean inaugurou o Royal Beach Club Paradise Island, um novo espaço com tudo incluído para passageiros que fizerem escala em Nassau. No entanto, esta experiência não está incluída no preço base de cada cruzeiro.

O Royal Beach Club Paradise Island, o novo espaço balnear da Royal Caribbean, abriu oficialmente portas em Paradise Island, em Nassau, nas Bahamas, e já começou a receber visitantes. Trata-se de um conceito inédito para a companhia, assente num modelo de beach club com tudo incluído, pensado para proporcionar um dia completo de praia que cruza a paisagem natural das Bahamas com elementos característicos da experiência Royal Caribbean.

Isto signifca, portanto, que os passageiros que fizerem escala em Nassau podem adquirir passes diários através do site da companhia, garantindo acesso a todas as infraestruturas e serviços disponíveis no espaço.

O Royal Beach Club Paradise Island foi concebido para responder a diferentes perfis de visitantes, combinando zonas de animação, áreas mais tranquilas e espaços orientados para famílias. O clube dispõe de duas praias de águas turquesa e três piscinas, incluindo uma área dedicada à animação com o Floating Flamingo, descrito como o maior bar aquático do mundo, uma piscina de ambiente mais calmo e outra pensada para utilização familiar. A oferta integra ainda restauração ilimitada em vários espaços junto à praia, múltiplos bares, música ao vivo e contacto com a cultura local através de artesanato e animação de inspiração bahamiana.

Royal Beach Club Paradise Island - Floating Flamingo

Todos os serviços essenciais para um dia de praia estão incluídos no passe, como espreguiçadeiras, chapéus-de-sol, toalhas, cacifos, acesso à internet sem fios e transporte de ida e volta em ferries que ligam Nassau ao clube. A experiência foi desenhada para permitir que os visitantes permaneçam no espaço durante todo o dia sem necessidade de recorrer a serviços adicionais fora do complexo.

O Royal Beach Club Paradise Island resulta de uma parceria público-privada com o Governo das Bahamas e contribuiu para a criação de centenas de postos de trabalho e envolve empresas, profissionais e criadores locais.

Este novo destino junta-se ao Perfect Day at CocoCay, já operado pela Royal Caribbean nas Bahamas, e integra uma estratégia mais ampla de expansão em terra. A companhia prevê a abertura de novos Royal Beach Club em Cozumel e Santorini em 2026, em Lelepa no início de 2027, e do projeto Perfect Day Mexico no final desse mesmo ano.

Governo dá luz verde à construção do novo Hospital Central do Algarve

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Investimento superior a 420 milhões de euros marca um momento aguardado há duas décadas na região.

A construção do tão esperado Hospital Central do Algarve recebeu finalmente aprovação do Governo, encerrando um ciclo de duas décadas marcado por sucessivas promessas e várias primeiras pedras que nunca avançaram para obra. O anúncio foi feito pelo ministro da Presidência, António Leitão Amaro, após a reunião do Conselho de Ministros, em Lisboa, sublinhando o caráter histórico da decisão para a região algarvia.

De acordo com o governante, o projeto será desenvolvido através de uma Parceria Público‑Privada (PPP), representando um investimento inicial superior a 420 milhões de euros. Ao longo dos 26 anos de vigência do contrato, o Estado prevê um encargo global que poderá atingir cerca de 1.100 milhões de euros, valor que inclui custos financeiros associados ao modelo de parceria. Para o ministro, trata‑se de “um dia histórico para os algarvios, para o Algarve e para o país”, reforçando que a região há muito reivindicava melhores condições hospitalares e maior capacidade de resposta no Serviço Nacional de Saúde.

A aprovação do novo Hospital Central do Algarve representa, assim, um compromisso político com a modernização da infraestrutura de saúde no sul do país, prometendo aliviar a pressão sobre as unidades existentes e melhorar o acesso dos cidadãos a cuidados especializados. A obra, agora oficialmente autorizada, deverá transformar o panorama da saúde pública no Algarve e dar resposta a uma reivindicação que se arrastava há mais de 20 anos.

Canoco de Ul dá passo decisivo rumo ao estatuto de Indicação Geográfica Protegida

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O produto tradicional de Oliveira de Azeméis avança para avaliação europeia após decisão nacional favorável.

Depois do pão/pada e da regueifa, está concluída a fase nacional para a atribuição da Indicação Geográfica Protegida (IGP) ao Canoco de Ul, no concelho de Oliveira de Azeméis. A documentação foi já remetida para a Comissão Europeia, que terá agora a palavra final sobre a inscrição do Canoco de Ul no registo europeu das indicações geográficas.

Rui Luzes Cabral, vereador da Câmara Municipal, revelou que o percurso “não foi simples”, mas que o resultado abriu portas a uma nova visibilidade para os produtos tradicionais de Ul, reforçando o seu papel como símbolos da identidade local.

Com esta aprovação preliminar, os produtores passam a poder utilizar a menção Indicação Geográfica na rotulagem, desde que cumpram rigorosamente o Caderno de Especificações e estejam sujeitos ao controlo do organismo certificador reconhecido. A designação completa de IGP, contudo, só será atribuída após a decisão favorável da Comissão Europeia.

A obtenção da Indicação Geográfica Protegida poderá representar um passo importante para a economia local, reforçando a confiança dos consumidores e abrindo novas oportunidades de promoção nacional e internacional.

Pokémon TCG recebe expansão Mega Evolução – Perfect Order com novas Mega Evoluções ex

A nova coleção de cartas Pokémon chega às lojas a 27 de março de 2026, com destaque para Mega Zygarde ex, Mega Starmie ex e a introdução da Cidade de Lumiose no jogo.

A The Pokémon Company revelou a Mega Evolução – Perfect Order, uma nova expansão para Pokémon Trading Card Game, com lançamento marcado para 27 de março de 2026.

A Mega Evolução – Perfect Order marca a introdução de mais Pokémon Mega Evolução em Pokémon TCG, apresentados inicialmente no mais recente jogo da saga, Pokémon Legends: Z-A. Esta é também a primeira expansão da Série Mega Evolução que usa a Cidade de Lumiose como pano de fundo.

Entre as principais novidades estão quatro Pokémon Mega Evolução ex que surgem pela primeira vez em Pokémon TCG. São Mega Zygarde ex, Mega Starmie ex, Mega Clefable ex e Mega Skarmory ex. Estas cartas distinguem-se por valores elevados de HP e dano de ataque, mantendo o risco característico desta categoria, ao concederem três cartas de prémio quando são derrotadas.

A expansão inclui ainda nove Pokémon ex adicionais, bem como um conjunto alargado de cartas raras e ultra raras, com 11 Pokémon de ilustração rara, 18 cartas de Treinador e Pokémon ultra raras e seis cartas de Apoiante e Pokémon com ilustração especial rara.

A Mega Evolução – Perfect Order será lançada com booster packs, Elite Trainer Boxes e várias coleções distribuídas em lojas aderentes. Antes do lançamento oficial, os jogadores poderão experimentar a expansão em torneios de pré-lançamento integrados no programa Play! Pokémon, agendados para 14 de março de 2026 em várias lojas independentes.

Hooded Horse não aceita a publicação de jogos com uso de IA generativa

A editora independente Hooded Horse passou a recusar projetos que recorram a inteligência artificial generativa, proibindo formalmente o uso de quaisquer conteúdos criados com esta tecnologia nos jogos que publica.

A Hooded Horse, editora conhecida por títulos como Manor Lords, alterou os seus contratos de publicação para impedir que estúdios utilizem conteúdos gerados por inteligência artificial. Esta posição foi tomada pública pelo CEO da editora, Tim Bender, numa entrevista à Kotaku, onde classificou a tecnologia como “cancerígena” para os processos de desenvolvimento.

Chegámos a um ponto onde também falamos com produtores e recomendamos que não usem nenhum tipo de IA generativa durante o processo”, comenta Bender, justificando esta posição a dar o exemplo que muitos produtores recorrem à IA generativa como solução rápida para placeholders de arte, texto ou outros elementos, com a intenção de os substituir mais tarde, mas sublinha que basta um único ficheiro esquecido para criar problemas legais e editoriais. Bender aponta casos recentes na indústria em que alguns conteúdos gerados por IA passaram despercebidos até fases avançadas de produção, obrigando editoras a intervir para evitar consequências legais ou danos na reputação dos estúdios e editoras, por vezes tarde demais.

A posição da Hooded Horse surge num contexto de grandes discussões e divisões na indústria dos videojogos em torno da adoção da IA generativa. Enquanto grandes grupos como Ubisoft, EA, Square Enix ou Embracer defendem o uso da tecnologia como forma de aumentar eficiência e acelerar produção, vários estúdios independentes e profissionais continuam a manifestar reservas, tanto devido a questões legais, mas também éticas e morais.

A Hooded Horse não é a única editora independente a adotar uma posição semelhante, já a Pocketpair, responsável por Palworld, também já tinha anunciado que não pretende estabelecer parcerias com estúdios que utilizem IA generativa.

Sandisk Optimus é a nova marca SSDs NVMe que substitui a WD Blue e e WD_BLACK

A Sandisk apresentou nova marca Optimus para SSDs NVMe internos, que substitui as marcas WD Blue e WD_BLACK, dividida em três gamas orientadas a criadores, jogadores e profissionais.

A Sandisk anunciou na CES 2026, uma reorganização completa da sua oferta de SSDs NVMe internos, com a criação da família Sandisk Optimus, marcando também o fim das marcas WD Blue e WD_BLACK neste segmento. A nova marca subdivide-se três linhas distintas, a Optimus, a Optimus GX e a Optimus GX PRO, cada uma associada orientada a diferentes tipos de utilizações específicas.

Assim, a linha Sandisk Optimus passa a ocupar o espaço anteriormente reservado à WD Blue, dirigindo-se sobretudo a criadores de conteúdos e utilizadores avançados. Nesta categoria enquadram-se modelos que já existiam no catálogo da Sandisk, como o antigo WD Blue SN5100, agora integrado na nova designação.

A Sandisk Optimus GX substitui a WD_BLACK orientada para jogos, mantendo o foco em tempos de carregamento reduzidos, eficiência energética e um desempenho consistente. Modelos como o WD_BLACK SN7100 transitam para esta nova linha, mas para já sem alterações técnicas face a modelos anteriores.

No topo da gama surge a Sandisk Optimus GX PRO, que passa a concentrar os SSDs de maior desempenho da marca. Esta linha é dirigida a profissionais, programadores e utilizadores de workstations, incluindo cenários de desenvolvimento e PCs orientados para cargas de trabalho mais intensivas. O WD_BLACK SN8100 é um dos exemplos de produtos que passam a integrar esta categoria.

De acordo com a Sandisk, a mudança tem como principal objetivo simplificar a leitura do portefólio e facilitar a escolha por parte dos consumidores, concentrando toda a oferta interna de SSDs sob uma única identidade de marca. A introdução da marca Optimus será feita por fases ao longo da primeira metade de 2026, com a coexistência temporária de ambas as marcas até terminar o stock disponível em lojas. A Sandisk indica ainda que garantias, suporte de firmware e compatibilidade NVMe serão mantidos para os modelos anteriores.

Lancia regressa ao rally e revela novos modelos no Salão Automóvel de Bruxelas

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A Lancia revelou no Salão Automóvel de Bruxelas a sua estratégia de expansão internacional e o regresso ao rally competitivo, com novos modelos.

No Salão Automóvel de Bruxelas, a Lancia apresentou a sua visão para o futuro, centrando-se na expansão internacional, no regresso ao rally competitivo e no lançamento de novos modelos orientados para a competição. A marca revelou a sua estratégia para consolidar a presença global, tendo a ambição de alcançar 70.000 pontos de venda em todo o mundo até ao final de 2026, reforçando tanto a densidade da rede em mercados existentes como a entrada em novos mercados.

No âmbito do desporto motorizado, a Lancia destacou o rally como a segunda plataforma mais relevante em termos de audiência e reafirmou o objetivo de retomar a sua posição histórica neste universo. O regresso não é apenas uma homenagem ao passado, mas uma estratégia que visa aproveitar o rally como canal de visibilidade e envolvimento com a comunidade de entusiastas, atraindo também novos públicos. O Trofeo Lancia, conjunto de provas da marca, representa um passo concreto neste regresso ao rally.

Na apresentação, destacou-se Miki Biasion, bicampeão mundial de rally e figura lendária do desporto, que esteve presente para inaugurar o novo Ypsilon Rally2 HF Integrale, o carro de competição que a Lancia prepara para estrear no WRC2 em 2026, começando pelo Rally de Monte‑Carlo. O novo Ypsilon Rally2 HF Integrale combina um chassis desenhado para a categoria Rally2 com tecnologias modernas, refletindo o compromisso da marca com o desporto e a sua herança competitiva.

A preparação para a competição inclui também modelos como o Ypsilon HF Racing, pensado para pilotos em início de carreira, e outros carros orientados para diferentes categorias de rally.

Towerborne sai finalmente de Early Access em fevereiro

Towerborne recebe a sua versão final no PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.

Lançando originalmente em setembro de 2024 num modelo de acesso antecipado, Towerborne prepara-se para o seu lançamento oficial na versão final a 26 de fevereiro.

O lançamento de Towerborne expande-se a mais uma plataforma, sendo assim lançado no PC via Steam e Microsoft Store, na Xbox Series X|S e na PlayStation 5. Adicionalmente, larga o seu formato free-to-play, para jogo completo, acessível com uma compra, podendo ser jogado tanto online como offline, com capacidades co-op. Towerborne ficará também disponível para os subscritores do Xbox Game Pass.

Towerborne é descrito como um RPG de ação numa perspetiva sidescroll, onde os jogadores embarcam numa aventura contra monstros e bosses, com uma jogabilidade algo inspirada em beat-em-ups.

A versão final de Towerborne incluirá assim uma campanha com história completa e recheada de side-quests e de objetivos, novos bosses, níveis de jogabilidade revistos e novos sistemas de progressão e de atributos de habilidades das personagens.

Os jogadores que tenham adquirido o Founders Pack de Towerborne durante o período de acesso antecipado serão migrados para a versão final do jogo, sem necessidade de comprar novamente. E para mais informações sobre a migração de progresso entre as duas versões, a produtora Stoic, lançou uma página dedicada com todas as perguntas respostas importantes.

TAP reforça ligação à produção nacional com nova carta de vinhos portugueses

A TAP Air Portugal apresenta uma nova carta de vinhos portugueses a bordo e inaugura um mapa interativo de enoturismo, com 55 referências de nove regiões.

A TAP Air Portugal reforçou a sua aposta no enoturismo com o lançamento de uma nova carta de vinhos portugueses a bordo, depois de um processo rigoroso de avaliação que envolveu enólogos e o feedback dos passageiros. Ao longo de três fases e quase 1.300 propostas analisadas, foram selecionadas 55 referências que passam a integrar a oferta de vinhos nos voos da companhia.

Em 2026, os passageiros poderão descobrir 43 opções distintas na classe Executiva e 12 na classe Económica. Na Executiva, o serviço inclui um welcome drink de Vinho do Porto branco, 12 vinhos tintos, 12 vinhos brancos, seis espumantes, seis Vinhos do Porto e seis Moscatéis de Setúbal, provenientes de nove regiões diferentes do país. As novidades serão apresentadas de forma periódica, a cada dois meses.

Com mais de 16 milhões de passageiros e mais de 1.000 voos semanais, a TAP serve anualmente cerca de 500.000 de garrafas de vinho, reforçando a ligação à produção portuguesa e promovendo a variedade regional. A experiência a bordo vai mais além para os interessados em enoturismo: a companhia implementou, no sistema de entretenimento, um mapa interativo que permite explorar o universo do vinho em Portugal. Esta funcionalidade permite aos passageiros conhecer os diferentes produtores e regiões, aceder a informações culturais e turísticas e, através de um QR Code, consultar diretamente os websites de enoturismo, sem custos de internet, incluindo para clientes do programa Portugal Stopover.

Para quem não está a par, o programa Portugal Stopover oferece a possibilidade de visitar dois destinos pelo preço de um, com uma paragem gratuita em Lisboa ou no Porto até dez dias, na ida ou no regresso da viagem, e disponibiliza descontos em mais de 150 parceiros em todo o território nacional, com destaque para experiências ligadas ao enoturismo.

A nova carta de vinhos complementa ainda o programa Local Stars, que promove produtos portugueses selecionados por chefs nacionais, com atenção a uma região e a um produto específico. A gastronomia a bordo da TAP conta com a colaboração de chefes como Ana Moura (Alentejo), Marco Almeida (Coimbra), Lídia Brás (Trás-os-Montes), Ricardo Luz (Algarve), Rita Magro (Porto) e António Galapito (Negrais), garantindo que a oferta gastronómica acompanha a diversidade da carta de vinhos.

Two Door Cinema Club confirmados no MEO Monte Verde 2026

Além dos Two Door Cinema Club, os Calema e Xamã também atuarão na edição de 2026 do MEO Monte Verde.

O MEO Monte Verde regressa este ano para mais uma edição, marcada por três dias de música, tecnologia e cultura na Praia do Monte Verde, na Ribeira Grande, em São Miguel, nos Açores. De 6 a 8 de agosto, o evento assume-se como um ponto de convergência entre experiências culturais e inovação tecnológica, ao mesmo tempo que reforça o compromisso com a sustentabilidade e a inclusão social na região enquanto principal parceiro tecnológico e naming sponsor.

A aposta contínua do MEO no festival traduz-se numa estratégia de valorização da economia e da cultura locais, fortalecendo a coesão social através da música. Para além do apoio direto ao evento, a marca investe em infraestruturas de comunicação avançadas, com cobertura de fibra ótica em praticamente todo o arquipélago, e o 5G com uma taxa de penetração de quase 90%.

Toda a área do MEO Monte Verde, incluindo a zona de campismo, contará com rede de fibra ótica, Wi-Fi e comunicações móveis 2G, 4G e 5G, garantindo conectividade estável e de elevada qualidade. Relativamente ao cartaz em si, temos para já três nomes: Two Door Cinema Club – com a tour que celebra os 15 anos do disco Tourist History -, Calema e Xamã.

Os bilhetes já estão disponíveis nos locais habituais, neste caso o passe geral early bird, por 40,66€ (38€ mais taxas). Assim que esta fase esgotar, o passe irá subir para 44,94€ e 53,50€, à medida que o tempo for passando. Há também passes com campismo e passe VIP. Os bilhetes diários ainda não estão à venda, mas irão custar 32,10€ (30€ mais taxas) cada.

Foto: Carlos Mendes

Botanica: novo empreendimento em Vilamoura aposta na arquitetura sustentável

O Botanica conta com 55 apartamentos em Vilamoura que unem arquitetura contemporânea, conforto e ligação à natureza.

O mais recente desenvolvimento imobiliário em Vilamoura, denominado Botanica, surge como uma proposta residencial que procura integrar o bem-estar e a ligação à natureza no centro urbano da região. O projeto, assinado pelo arquiteto Samuel Torres de Carvalho, contempla 55 apartamentos com tipologias entre T2 e T4, e áreas que variam entre 107 m² e 202 m². A conceção dos espaços combina tradição e contemporaneidade, recorrendo a materiais sustentáveis e promovendo uma ligação fluida entre o interior e o exterior. Varandas ajardinadas e zonas verdes comuns reforçam esta sensação de proximidade com a natureza, enquanto cozinhas e casas de banho de design cuidado e sistemas de domótica completam o perfil moderno das habitações.

O Botanica oferece ainda um conjunto de equipamentos coletivos pensados para um estilo de vida completo. Entre eles destacam-se duas piscinas – uma exterior e outra interior aquecida -, um ginásio, spa e centro de fitness, além de áreas dedicadas a crianças e um espaço de coworking. Os moradores beneficiam de estacionamento privado, enquanto algumas unidades, incluindo as penthouses, disponibilizam terraços, jardins ou piscinas privadas.

A vertente ambiental é outro pilar do projeto. O empreendimento integra uma Comunidade Solar de Autoconsumo Coletivo, com painéis fotovoltaicos que permitem a produção de energia partilhada, e apresenta certificações de referência, como classificação energética A+, eficiência hídrica AQUA+ e sustentabilidade LIDER A.

A Norfin é responsável pela gestão e coordenação do Botanica, cuja construção já está em curso, com conclusão prevista para o início de 2027.