ARC Raiders vende mais de 12 milhões de cópias em três meses

ARC Raiders já havia sido um dos maiores lançamentos de 2025, ao atingir 2,5 milhões de unidades na sua primeira semana.

ARC Raiders, o novo shooter de extração da Embark Studios, atingiu um novo marco de vendas impressionante, ao ultrapassar os 12 milhões de unidades vendias, mais precisamente 12,4.

Em comunicado, a Embark Studios e a editora NEXON revelam também números de utilizadores ativos, ao indicar que o jogo atingiu quase um milhão de jogadores ativos em simultâneo, cerca de 960 mil jogadores, já em janeiro, dez semanas depois do lançamento original do jogo, a 30 de outubro de 2025.

Estamos extremamente satisfeitos com a forte retenção e com o entusiasmo duradouro que os jogadores, em todos os principais mercados a nível mundial, têm demonstrado por ARC Raiders. Tão satisfeitos quanto ficámos com o lançamento em outubro, alcançar mais de 12,4 milhões de unidades e estabelecer um recorde de 960 mil utilizadores em simultâneo em janeiro demonstra o potencial de ARC Raiders para se tornar mais um pilar no portefólio de franquias de grande sucesso da Nexon,” afirmou em comunicado Junghun Lee, presidente e CEO da Nexon, referindo-se aos valores apresentados.

Atingir os 12,4 milhões de unidades é um marco enorme – e não teria sido possível sem os nossos jogadores”, afirma Patrick Söderlund, fundador e CEO da Embark Studios, ao juntar-se ao comentário. “A comunidade de raiders faz parte desta jornada desde o início, e as suas ideias e entusiasmo continuam a orientar o futuro do jogo.”

ARC Raiders já havia ultrapassado os 10 milhões em dezembro, altura em que o jogo se encontrou em preços mais baixos, parte de várias promoções, um aspeto que também ajudou a alcançar este marco.

Vencedor de prémios como o Melhor Jogo Multijogador nos The Game Awards e jogo com Jogabilidade Mais Inovadora nos Steam Awards, ARC Raiders pode ser atualmente jogado no PC via Epic Games Store e Steam, e nas consolas PlayStation 5 e Xbox Series X|S.

Preços da DIGI mantêm-se em 2026 apesar da expansão da rede

Apesar da expansão da rede 4G, 5G e fibra, a DIGI garante que os preços dos seus serviços não sofrerão alterações este ano.

A DIGI Portugal confirmou que, em 2026, não haverá aumentos nos preços dos seus serviços, abrangendo TV, internet, voz e telemóvel.

A empresa mantém o foco na melhoria contínua da experiência dos clientes, com investimentos na expansão da rede e na qualidade do apoio ao utilizador. Durante 2025, a DIGI concentrou esforços na ampliação das áreas cobertas, no reforço da robustez das redes de fibra e móvel e na diversificação da oferta de conteúdos televisivos, planos que continuarão em 2026.

A expansão da rede móvel e o aumento da sua capacidade foram prioridades no último ano. Em 2025, a operadora ultrapassou os 4.600 sites com tecnologia 4G, dos quais cerca de 2.600 já ofereciam cobertura 5G. Para 2026, está previsto acrescentar mais 500 sites, complementados por sistemas destinados a melhorar a cobertura em interiores, garantindo uma navegação mais consistente para os utilizadores de serviços móveis.

A DIGI aumentou a sua presença no país, abrindo 55 pontos de venda e reforçando a contratação em todas as áreas de operação, contando atualmente com mais de 1.500 colaboradores dedicados aos clientes. No final do terceiro trimestre, a operadora registava 813.000 serviços ativos, incluindo 443.000 números móveis e 150.000 clientes de fibra, dos quais 128.000 com serviço de TV integrado.

Empresas ligadas à marca Ana Sousa acumulam 12 milhões de euros de dívida ao Estado

A rede de lojas Ana Sousa deverá ficar apenas com quatro lojas em funcionamento em Portugal, dando trabalho a apenas oito pessoas.

A têxtil Flor da Moda, que emprega 144 pessoas, e a MJJS, responsável pela exploração das lojas de moda feminina da estilista Ana Sousa, encontram-se a negociar planos de recuperação junto dos credores no âmbito de Processos Especiais de Revitalização (PER), avança o Jornal de Negócios. Ambas as empresas são presididas por João Sousa, marido da designer, e enfrentam graves dificuldades financeiras, com dívidas que se aproximam dos 12 milhões de euros ao Estado e a outros credores.

A pandemia de covid-19 provocou uma quebra acentuada na atividade da empresa. A queda abrupta das vendas e a acumulação de resultados negativos levaram a que a faturação do braço industrial da Flor da Moda se reduzisse para um terço, fixando-se em 5,7 milhões de euros em 2024. No retalho, a MJJS registou vendas de apenas 1,7 milhões de euros no último exercício, acumulando prejuízos de 3,4 milhões de euros entre 2020 e 2024.

O recurso contínuo ao endividamento bancário aumentou os encargos financeiros e deteriorou a margem operacional, agravando a situação com o crescimento das dívidas à Segurança Social e ao Fisco. Sem capacidade de cumprir as suas obrigações, ambas as empresas recorreram ao PER.

A Flor da Moda entrou no processo com uma dívida de 8,9 milhões de euros junto de 234 credores, sendo o Estado o principal, com créditos de 4,239 milhões de euros resultantes da Segurança Social (1,166 milhões), do Fisco (144.000€) e do Fundo Imobiliário Especial de Apoio às Empresas. Entre os credores seguem-se bancos como BCP (1,1 milhões de euros), Bankinter (572.000€) e Santander (471.000€). A MJJS deve cerca de três milhões de euros, com o Estado também no topo da lista de 115 credores, incluindo a Segurança Social com 383.000€ e o Fisco com 83.000€. A Flor da Moda detém ainda um crédito subordinado de 402.000€.

Os planos de recuperação apresentados preveem negociações detalhadas com credores. A Flor da Moda propõe uma carência de dois anos, seguida de amortizações em 144 prestações mensais para os bancos e credores comuns, 60 para créditos laborais, 150 para a Segurança Social e 140 para o Fisco. Já a MJJS sugere 120 prestações para bancos e credores comuns, 60 para créditos laborais, 150 para a Segurança Social e 80 para a Autoridade Tributária.

No plano de reestruturação operacional, a Flor da Moda pretende reforçar a produção para marcas de terceiros, que deverá representar cerca de 70% do volume de negócios em 2026, e reduzir a equipa para 127 funcionários através de despedimentos coletivos. No retalho, a MJJS prevê manter apenas quatro lojas Ana Sousa – em Barcelos, Viana do Castelo, Vila Real e Setúbal –, reduzindo o quadro para oito trabalhadores e estimando uma faturação de 722.000€ para este ano.

Petroprix quer mais de 35 postos de abastecimento de combustível até ao final de 2026

Para isso, a Petroprix prevê um investimento de 10 milhões de euros, com o objetivo de abrir 25 novos postos até ao final do ano.

No final de 2025, a rede de combustíveis low-cost Petroprix contava com 10 estações a funcionar no país, sendo que a última inauguração foi em Oliveira de Azeméis. Pois bem, está previsto mais que duplicar o número de estações em funcionamento até ao final de 2026.

Em entrevista ao Jornal de Negócios, Manuel Santiago, CEO da Petroprix, disse que o grupo está a preparar um investimento adicional de 10 milhões de euros em Portugal em 2026, com o objetivo de alcançar mais de 35 postos em operação ainda este ano. Já até ao final de 2027, a empresa pretende ter mais de 50 unidades no país.

Desde a chegada a Portugal, a empresa investiu entre 9 e 10 milhões de euros, valor que incluiu o lançamento da primeira rede de postos e a avaliação da aceitação do modelo junto dos consumidores portugueses. Para breve, estão planeadas novas estações em Massamá e Castanheira do Ribatejo, como parte de uma presença mais marcada na Grande Lisboa. De acordo com a empresa, cerca de 600.000 clientes abasteceram nos postos da Petroprix em Portugal no ano passado.

No entanto, e pelo menos para já, a empresa não planeia investir em infraestruturas de carregamento de veículos elétricos, uma vez que o mercado ainda não tem dimensão suficiente para justificar esse tipo de investimento.

ASUS revela o primeiro router Wi-Fi 8

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O ASUS ROG NeoCore, é o primeiro router Wi-Fi 8, introduzido melhorias de desempenho, menor latência e maior estabilidade face ao Wi-Fi 7.

A ASUS apresentou na CES 2026 o ROG NeoCore, um protótipo de um router com tecnologia Wi-Fi 8. Com a sua apresentação, partilhou também os resultados dos primeiros testes deste protocolo em cenários reais, antecipando assim a chegada da próxima geração de redes sem fios, que não está longe de chegar aos consumidores.

O ROG NeoCore surge como protótipo destinado a validar o comportamento do Wi-Fi 8 fora de condições controladas em laboratório, trocando as tradicionais antenas por um formato compacto em forma de diamante. Em vez de se focar em velocidades máximas, o Wi-Fi 8 é trambém apresentado como uma melhoria no que toca à fiabilidade de ligações. De acordo com a ASUS, esta nova geração foi concebida para reduzir a degradação abrupta de desempenho à medida que os utilizadores se afastam do router, mantendo ligações mais estáveis em casas de maiores dimensões e em espaços exteriores.

Os primeiros testes realizados já revelaram várias melhorias face ao Wi-Fi 7, por exemplo, o Wi-Fi 8 permite até duplicar a taxa de transferência em médio alcance, alargar para o dobro a cobertura destinada a dispositivos IoT e reduzir a latência P99 até seis vezes. Esta última métrica reflete os piores picos de atraso, frequentemente responsáveis por interrupções percetíveis em videojogos online, chamadas em tempo real e serviços baseados na nuvem.

Outro aspeto de destaque do Wi-Fi 8 é a gestão de interferências em ambientes densos, como, por exemplo, em zonas urbanas com várias redes sobrepostas. Este novo padrão introduz mecanismos de coordenação inteligente, permitindo que os routers ajustem a utilização das bandas de forma mais eficiente, reduzindo conflitos e melhorando a estabilidade global da rede.

A ASUS destaca ainda melhorias na comunicação bidirecional com dispositivos de baixa potência, como sensores, luzes inteligentes e controladores domésticos, que tendem a apresentar maiores dificuldades em redes congestionadas. O objetivo da nova tecnologia passa, assim, por garantir ligações consistentes para todos os equipamentos ligados, independentemente do consumo energético ou do volume de tráfego.

Como seria de esperar, o ROG NeoCore integra ainda tecnologias proprietárias da ASUS como o AiMesh e o AI Network Engine, concebidas para gerir múltiplos pontos de acesso e clientes de forma dinâmica.

Apesar dos resultados apresentados, a ASUS afirma que o Wi-Fi 8 ainda permanece numa fase inicial de testes e que as velocidades teóricas máximas não representam saltos significativos face ao Wi-Fi 7. No entanto, espera-se que os primeiros equipamentos, como routers domésticos e sistemas mesh com esta tecnologia cheguem aos consumidores já em 2026.

Madalena Vila Mar é o novo condomínio fechado de luxo em Vila Nova de Gaia

O novo condomínio Madalena Vila Mar destaca-se pela baixa densidade, localização em primeira linha de praia e moradias pensadas para a vida familiar contemporânea.

Está a surgir em Vila Nova de Gaia o único condomínio fechado de moradias em primeira linha de praia, o Madalena Vila Mar. Desenvolvido pela Edimarip, empresa do M2O Group, o empreendimento representa um investimento de 25 milhões de euros e é composto por 20 moradias V4 de luxo, distribuídas por apenas dois pisos e ocupando cerca de 25% dos 9.692 m² do terreno, garantindo amplos espaços verdes e zonas de lazer.

A comercialização está a cargo da Predial Mar, com metade das unidades já vendidas e 50% da obra concluída. A construção acompanha o declive natural do terreno, criando patamares que favorecem vistas panorâmicas sobre o mar e máxima exposição solar. Cada moradia, com cerca de 240 m² de área bruta total, integra jardim privativo, garagem, estacionamento exterior e alpendre, num desenho pensado para a vida familiar contemporânea.

O condomínio, cujo projeto foi assinado pelo atelier Adriano Pimenta Architects, inclui ainda piscina aquecida com deck, ginásio, jardim central, zonas de convívio e um parque pet-friendly, oferecendo um ambiente seguro e exclusivo. Duas moradias são isoladas – uma já vendida – e as restantes dezoito são geminadas, com valores de venda entre 1,1 e 1,25 milhões de euros. O andar modelo, composto por duas moradias geminadas – uma delas totalmente mobilada e decorada – estará disponível no início de 2026, com conclusão prevista para o final do mesmo ano e escrituras no primeiro semestre de 2027.

Madalena Vila Mar

As moradias recorrem a materiais de baixa pegada ambiental, energia renovável e estratégias de design passivo, assegurando luz natural, ventilação eficiente e conforto térmico durante todo o ano. A decoração e os interiores foram desenvolvidos pelo gabinete Ding Dong, reconhecido no setor, que selecionou cuidadosamente materiais e acabamentos, valorizando cada espaço do condomínio.

Localizado entre a Rua do Campismo e a Rua dos Combatentes, o Madalena Vila Mar situa-se numa zona reconhecida pela qualidade de vida, junto a praias e a um dos passadiços costeiros mais extensos do país, com cerca de 15 quilómetros. A proximidade da Marina da Afurada, o crescimento da oferta escolar, um futuro parque desportivo municipal, comércio e restauração em expansão, e o acesso rápido ao Porto reforçam o potencial da localização.

Apple foi a líder do mercado de smartphones em 2025

A disputa entre a Apple e a Samsung continua renhida enquanto outras marcas emergentes crescem. Mas analistas alertam para um ano mais difícil devido à escassez de componentes.

Há anos que a Apple e a Samsung vão trocando de lugar no pódio do mercado de smartphones, numa rivalidade que perdurou ao longo de 2025. E no ano que passou, foi a Apple que se distinguiu ao manter a vantagem, algo que foi impulsionado pelo lançamento da série iPhone 17 e pelo desempenho consistente do iPhone 16 em regiões tradicionalmente dominadas pelo Android.

De acordo com os dados da Counterpoint, a Apple fechou o ano de 2025 com 20% de participação de mercado, apenas um ponto percentual acima da Samsung, que registou 19%. A diferença é mínima, mas suficiente para consolidar a liderança da empresa ao longo do ano. A análise destaca ainda que a procura no quarto trimestre foi determinante para este resultado, especialmente em mercados como Japão, Índia e Sudeste Asiático, onde a Apple tem vindo a conquistar terreno.

Entre as fabricantes chinesas de smartphones, a situação é mais equilibrada. A Xiaomi manteve-se firme na terceira posição, enquanto a Vivo apresentou um crescimento de 3%, garantindo o quarto lugar. Já a OPPO enfrentou uma retração de 4%, fechando o grupo das cinco maiores marcas. No total, o mercado global cresceu apenas 2% em relação ao ano anterior, refletindo um ritmo mais moderado de recuperação.

Para 2026, os analistas antecipam uma desaceleração significativa no setor, motivada sobretudo pelo aumento dos custos de componentes e pela crescente escassez de chips de memória DRAM e NAND, recursos cada vez mais disputados por data centers dedicados à inteligência artificial. As projeções de remessas foram revistas em baixa, com uma queda estimada de 3%. A expectativa é de que Apple e Samsung consigam manter um desempenho mais estável, enquanto vários fabricantes chineses, especialmente os focados em segmentos de entrada e intermediários, poderão enfrentar maiores dificuldades.

Lezíria do Tejo terá frota de transportes renovada com mais de 100 autocarros novos até 2027

A Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo vai criar uma empresa de transportes públicos com 146 veículos, incluindo 16 elétricos, com início previsto em 2027.

A Lezíria do Tejo prepara-se para transformar o transporte público na região com a criação de uma empresa intermunicipal que deverá entrar em funcionamento no ano letivo de 2027. O projeto, liderado pela Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT) – que agrega os 11 municípios de Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos e Santarém -, prevê a aquisição de 146 veículos, dos quais mais de 100 serão novos e 16 elétricos, permitindo reduzir significativamente a idade média da frota, atualmente de cerca de 18,5 anos, para menos de três anos no arranque. Os transportes urbanos de Santarém serão totalmente eletrificados, enquanto várias ligações intermunicipais também passarão a contar com veículos elétricos, num esforço de modernização e sustentabilidade que deverá cortar cerca de 800 toneladas de CO₂ por ano.

O investimento total ronda os 21 milhões de euros, financiado por empréstimos de longo prazo e pelo programa governamental Incentiva + Transportes, que atribui seis milhões de euros anuais à CIMLT para modernização da rede e redução tarifária. A empresa será detida integralmente pelos 11 municípios da região, com um capital social de 3,8 milhões de euros.

O arranque da empresa contempla a integração da maior parte dos atuais motoristas, garantindo a continuidade laboral de 183 trabalhadores, incluindo 148 condutores, além de pessoal técnico e administrativo. A operação anual está estimada em quase cinco milhões de quilómetros, com investimentos em sistemas de bilhética em tempo real e software de planeamento, assegurando um serviço mais eficiente e coordenado.

A aposta na empresa pública surge após anos de impasses com operadores privados e concursos desertos. A CIMLT defende que esta solução é mais vantajosa do que a concessão a privados, oferecendo custos por quilómetro inferiores aos praticados na Área Metropolitana de Lisboa, com uma média de 2,34€. A oferta tarifária será simplificada, com três passes mensais: urbano em Santarém (10€), intermunicipal na Lezíria do Tejo (20€) e rede com ligação a Lisboa (40€).

A constituição da empresa já recebeu luz verde da maioria dos municípios, estando pendente apenas a aprovação de Rio Maior e o parecer final do Tribunal de Contas, com a execução dos primeiros investimentos prevista para o segundo trimestre de 2026.

Google Home foi atualizado com novas opções de automação

A atualização introduz novas condições de ativação no editor de rotinas e melhora o controlo de dispositivos e o feedback das funcionalidades inteligentes do Google Home.

O Google Home recebeu uma nova atualização que promete tornar a automação doméstica mais flexível e intuitiva. A nova versão do editor de rotinas passa a oferecer um conjunto mais amplo de condições de ativação e ações, permitindo que os utilizadores configurem o comportamento da casa inteligente com maior precisão. Em paralelo, o sistema de feedback associado ao reconhecimento de imagem baseado em inteligência artificial também foi alvo de melhorias.

Entre as novidades mais relevantes do Google Home estão quatro novas categorias de condições que podem ser utilizadas para ativar rotinas. O volume dos dispositivos passa agora a poder funcionar como condição de ativação, abrindo possibilidades como acionar uma ação quando a televisão atinge um determinado nível sonoro. O estado de reprodução de equipamentos multimédia também pode ser utilizado, distinguindo entre reprodução, pausa e carregamento, o que permite, por exemplo, ajustar automaticamente a iluminação quando a televisão é ligada. O brilho das lâmpadas surge igualmente como uma nova variável. Caso a intensidade luminosa ultrapasse ou fique abaixo de um valor definido, a automação é ativada. Já no campo dos eletrodomésticos, a atualização é mais significativo, com máquinas de lavar, de secar e máquinas de café a conseguirem comunicar o seu estado em tempo real, indicando se estão em funcionamento, em pausa, concluídas ou se registaram algum erro.

A página de funcionalidades também foi revista, passando a ser possível ligar e desligar dispositivos de forma seletiva, bem como ativar sistemas de alarme, embora a desativação continue indisponível. Persianas e estores podem agora ser integrados em rotinas, permitindo que abram ao amanhecer ou fechem automaticamente ao anoitecer. Os aspiradores robô recebem igualmente maior controlo, podendo ser iniciados, pausados ou enviados de volta à base. O mesmo se aplica às máquinas de lavar e secar, que passam a aceitar comandos de pausa e desligamento dentro das rotinas.

Outra melhoria relevante incide sobre o feedback das descrições de imagens geradas por IA nas câmaras de segurança. Os utilizadores com acesso a esta funcionalidade passam a dispor de um botão dedicado para avaliar a precisão das descrições. No reconhecimento facial, é possível indicar se o sistema identificou corretamente um rosto conhecido através de uma simples avaliação positiva ou negativa.

As novas funcionalidades do Google Home já estão a ser disponibilizadas de forma gradual e deverão chegar a todos os utilizadores nos próximos dias.

YouTuber alega ter descoberto a fórmula secreta da Coca-Cola

Após meses de investigação laboratorial, um criador de conteúdos diz ter alcançado uma versão quimicamente idêntica da Coca-Cola.

O canal de YouTube LabCoatz afirma ter conseguido reproduzir a fórmula secreta da Coca-Cola, um dos segredos comerciais mais antigos e protegidos da indústria alimentar, após cerca de um ano de investigação laboratorial.

A abordagem seguida afastou-se das tentativas caseiras habituais e recorreu a métodos científicos, como espectrometria de massa, cromatografia e testes cegos de sabor. O objetivo foi analisar de forma detalhada a composição química da bebida e perceber o que está por detrás da designação genérica de aromas naturais, presente no rótulo da Coca-Cola há décadas.

Segundo o canal, a maior parte da bebida é composta por ingredientes amplamente conhecidos, como açúcar, ácido fosfórico e cafeína. A diferença estaria concentrada numa combinação complexa de óleos essenciais e compostos aromáticos específicos. A análise identificou, entre outros elementos, moléculas associadas a citrinos, canela, noz-moscada e coentros, que em conjunto constroem o perfil aromático característico da cola.

Um dos pontos centrais da investigação foi a tentativa de compreender a origem do final seco e ligeiramente adstringente da bebida. O criador defende que esse efeito poderá resultar da utilização de taninos semelhantes aos do vinho e de um extrato de folha de coca sem cocaína, uma hipótese que há muito circula, mas que raramente foi sustentada com dados laboratoriais. Uma tentativa de obtenção direta desse extrato não terá sido bem-sucedida, o que levou à procura de alternativas legais capazes de reproduzir o mesmo perfil químico.

Com base nos resultados obtidos através dos equipamentos de análise e após meses de ajustes sucessivos, o dono do canal afirma ter chegado a um xarope cuja composição química corresponde à da Coca-Cola comercial. Para testar o resultado, foram realizados ensaios de prova às cegas, nos quais vários participantes não conseguiram distinguir a versão recriada da original, havendo até quem demonstrasse preferência pela réplica.

A Coca-Cola nunca patenteou a sua fórmula, precisamente para evitar a divulgação pública dos seus componentes, optando por mantê-la como segredo industrial. Esse facto é referido no vídeo como a razão pela qual a recriação da bebida, enquanto exercício científico, não viola a legislação em vigor, ainda que a empresa nunca tenha confirmado nem comentado publicamente as conclusões apresentadas.

Revolut passa a alertar clientes sobre chamadas fraudulentas em tempo real

A nova ferramenta da Revolut deteta chamadas em curso e indica se o contacto é legítimo, ajudando a prevenir fraudes telefónicas.

A Revolut anunciou o lançamento de uma nova funcionalidade de identificação de chamadas integrada na aplicação, com o objetivo de reforçar o combate aos esquemas de usurpação de identidade. A fintech passa a alertar os utilizadores sempre que estes acedem à app enquanto estão numa chamada telefónica, indicando de forma clara se estão, ou não, a falar com um representante legítimo da empresa.

A ferramenta funciona também com aplicações de chamadas de voz e foi concebida para atuar no momento em que o risco é mais elevado. Ao detetar uma chamada em curso, a aplicação apresenta um aviso em tempo real que confirma a legitimidade do contacto quando este é efetuado pela Revolut ou, em alternativa, alerta o utilizador de que a chamada não tem origem na empresa. A partir desse aviso, o cliente pode aceder diretamente a mecanismos de proteção e a orientações específicas para lidar com uma possível tentativa de fraude.

A introdução desta funcionalidade surge num contexto de crescente sofisticação das burlas baseadas em engenharia social, potenciadas pelo uso de inteligência artificial. Segundo a Revolut, a nova funcionalidade pretende responder a este cenário ao acrescentar uma camada de proteção contextual, pensada para situações em que os utilizadores podem ser pressionados a agir rapidamente durante uma chamada.

Esta novidade integra uma estratégia mais ampla de proteção ao cliente. Em 2024, os sistemas de prevenção de fraude da Revolut impediram perdas superiores a 600 milhões de libras associadas a esquemas fraudulentos. Entre as medidas já implementadas estão as chamadas realizadas diretamente dentro da aplicação, que reduzem a dependência de contactos externos, funcionalidades de proteção de transferências com recurso a verificação biométrica e atrasos intencionais em situações de risco, bem como sistemas avançados de aprendizagem automática capazes de bloquear operações suspeitas antes de estas serem concluídas.

A funcionalidade de identificação de chamadas já se encontra ativa para todos os clientes da Revolut que utilizem dispositivos iOS. No caso dos utilizadores Android, a ativação exige autorização manual através do centro de segurança da aplicação. A empresa esclarece que, embora represente um reforço relevante, esta ferramenta é opcional no Android e não garante proteção total contra todos os tipos de fraude.

Negócios sem fronteiras e novas formas de pensar o crescimento

Já pensaram porque hoje tantas ideias de negócio nascem num lugar e crescem noutro sem esforço visível?

Muitas pessoas fazem esta pergunta no dia a dia, sobretudo quem trabalha com projetos digitais, serviços ou ideias criativas.

O modo de pensar negócios mudou com o tempo e hoje fala-se mais de visão aberta, adaptação cultural e valor humano do que de limites físicos.

A nova forma de olhar para os negócios

Quando falamos de negócios atuais, já não se trata apenas de mapas, países ou regras fixas. O foco está nas pessoas, nas ideias e na forma como se criam ligações reais entre diferentes culturas e mercados. Esta mudança traz mais liberdade para criar e crescer com sentido.

Depois de entender esta base, faz sentido olhar para como esta mentalidade funciona na prática.

Ideias que atravessam fronteiras

Muitas ideias nascem pequenas e ganham espaço porque respondem a necessidades reais. Não importa o local de origem, importa a clareza da proposta e a forma simples como chega às pessoas. Quando uma ideia é clara, ela viaja com facilidade e encontra espaço em diferentes lugares. Isto ajuda profissionais e equipas a trabalharem juntos mesmo estando longe uns dos outros.

Pessoas no centro das decisões

Hoje em dia, negócios bem vistos colocam as pessoas no centro. Isto inclui clientes, parceiros e até equipas internas. A atenção ao lado humano cria relações mais próximas e resultados consistentes ao longo do tempo.

Após esta introdução, vale a pena aprofundar como esta atenção humana se reflete no dia a dia.

Comunicação simples e direta

Falar de forma clara ajuda a criar confiança. Mensagens diretas, sem palavras difíceis, aproximam pessoas de contextos diferentes. Uma conversa simples resolve mais do que longos textos confusos. Esta prática é comum em equipas que trabalham além das fronteiras físicas e culturais.

Modelos flexíveis e pensamento aberto

Os modelos de negócio também mudaram. Já não existe uma única fórmula certa. Cada projeto adapta-se à realidade onde atua, respeitando hábitos locais e necessidades reais.

Depois desta visão geral, é útil observar como esta flexibilidade funciona na prática.

Ajuste constante ao contexto

Projetos atuais crescem porque sabem ouvir. Ajustam serviços, horários e formas de contacto conforme o público. Esta atenção cria proximidade e mostra respeito pelas diferenças culturais, algo muito valorizado hoje.

Aprender com diferentes culturas

Trabalhar com pessoas de vários lugares traz aprendizagem diária. Cada cultura ensina algo novo, seja na forma de negociar, comunicar ou resolver situações.

Após este ponto, podemos falar sobre o impacto pessoal desta troca cultural.

Crescimento pessoal através da troca

Quem trabalha em ambientes diversos aprende a ouvir mais e a falar melhor. Esta troca melhora relações profissionais e também a forma de ver o trabalho e a vida. O crescimento pessoal anda lado a lado com o crescimento do projeto.

Liderança com visão humana

A liderança atual não se baseia apenas em ordens. Baseia-se em diálogo, escuta e apoio. Um líder atento cria um ambiente onde todos se sentem parte do processo.

Depois desta ideia, vale a pena explicar como isso se nota no dia a dia.

Confiança como base do trabalho

Quando existe confiança, as pessoas trabalham com mais calma e clareza. Sabem que a sua opinião conta. Isto ajuda a criar soluções simples e eficazes, mesmo em contextos internacionais.

Histórias reais que inspiram

Existem exemplos de profissionais que mostram como é possível pensar negócios além da geografia e dos modelos fixos. Uma dessas histórias pode ser lida através do percurso partilhado por Elvira Paterson, onde se fala de visão aberta, adaptação e foco humano no trabalho. Este tipo de partilha ajuda outras pessoas a refletirem sobre os seus próprios caminhos profissionais.

Depois de conhecer este tipo de experiência, é natural pensar como aplicar estas ideias.

Aplicação prática no dia a dia

Não é preciso mudar tudo de uma vez. Pequenos ajustes na forma de comunicar, ouvir e planear já criam diferença. Pensar no outro lado da conversa ajuda muito, seja cliente ou parceiro.

Tecnologia como apoio diário

A tecnologia ajuda a ligar pessoas e ideias. Ferramentas simples permitem reuniões, partilha de documentos e contacto rápido entre equipas distantes.

Após esta introdução, é útil ver como usar isso com equilíbrio.

Uso consciente das ferramentas

Usar tecnologia com calma e foco ajuda a manter relações saudáveis. Não se trata de estar sempre ligado, mas de usar os meios certos no momento certo. Isto mantém o trabalho organizado e humano.

Valor do tempo e do ritmo

Cada lugar tem o seu ritmo. Respeitar horários, pausas e costumes mostra atenção e cuidado. Isto melhora relações e evita mal entendidos.

Depois deste ponto, fica mais claro o papel do respeito mútuo.

Respeito cria ligações duradouras

Quando existe respeito, as ligações duram mais. Pessoas sentem-se à vontade para partilhar ideias e resolver situações de forma tranquila. Isto fortalece projetos e relações profissionais.

Visão de longo prazo

Pensar além do imediato ajuda a criar projetos sólidos. Uma visão calma e aberta permite crescer com estabilidade e sentido.

Após esta reflexão, podemos resumir os pontos principais de forma simples.

Caminho baseado em pessoas e ideias

Negócios atuais ganham força quando colocam pessoas em primeiro lugar e ideias claras no centro. Não se trata de limites físicos, mas de como se constrói valor real com atenção, diálogo e adaptação constante.

Comparação simples de mentalidades

Abaixo está uma visão simples para entender a mudança de pensamento ao longo do tempo.

Pensamento antigoPensamento atual
Foco no localFoco nas pessoas
Regras fixasAjuste contínuo
Comunicação formalComunicação clara

Considerações finais

Pensar negócios além da geografia é, no fundo, pensar com abertura e respeito. É falar simples, ouvir com atenção e agir com calma. Esta forma de trabalhar aproxima pessoas, cria confiança e permite que ideias circulem com facilidade. No dia a dia, isso traduz-se em relações mais leves, trabalho com sentido e crescimento constante, tudo feito de forma humana e próxima, como uma boa conversa entre pessoas que se entendem.

Comissão Europeia prepara medidas contra a X se falhas do Grok persistirem

Ursula von der Leyen avisou que Bruxelas poderá avançar com medidas legais contra a plataforma X caso a empresa não trave a criação de deepfakes sexuais e conteúdos ilegais através do chatbot Grok.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou este domingo que a União Europeia está preparada para intervir ao abrigo da Lei dos Serviços Digitais caso a X (a plataforma anteriormente conhecida como Twitter) não atue de forma eficaz para travar a utilização do Grok, o chatbot de inteligência artificial integrado na rede social, na criação e disseminação de imagens sexuais manipuladas, incluindo conteúdos envolvendo mulheres e crianças.

Em declarações a um grupo restrito de jornalistas europeus em Bruxelas, Ursula von der Leyen admitiu estar “chocada” com o facto de uma plataforma tecnológica como uma rede social tão influente permitir que os utilizadores “dispam digitalmente mulheres e crianças online”, classificando essa prática como “impensável”. A presidente sublinhou também que os danos causados por deepfakes sexuais são reais e advertiu que a União Europeia não irá confiar a proteção de menores e a exigência de consentimento nas empresas tecnológicas sediadas nos Estados Unidos. “Se não agirem, agiremos nós”, afirmou.

A posição de Bruxelas enquadra-se na aplicação da Lei dos Serviços Digitais, que entrou em vigor em agosto de 2024 e tornou a União Europeia a primeira jurisdição a impor obrigações abrangentes às grandes plataformas digitais. A legislação exige a remoção célere de conteúdos ilegais, a adoção de medidas de mitigação de riscos e a proteção reforçada de menores. As plataformas classificadas como de muito grande dimensão, com mais de 45 milhões de utilizadores ativos mensais na União Europeia, ficam sujeitas a deveres adicionais de avaliação e controlo de riscos sistémicos, e as empresas que violem estas regras podem enfrentar coimas proporcionais à sua dimensão económica. Apesar da oposição expressa por Washington e do apoio da administração norte-americana às grandes tecnológicas, a Comissão Europeia já avançou com multas ao abrigo deste novo quadro legal.

A pressão sobre a plataforma X não se limita ao espaço europeu. No Reino Unido, a Ofcom, regulador independente das comunicações e responsável pela aplicação do Online Safety Act, já abriu uma investigação formal para apurar se a plataforma falhou na prevenção da disseminação de conteúdos ilegais, incluindo material de abuso sexual de menores e imagens íntimas não consensuais geradas através do Grok. A investigação avalia, entre outros aspetos, os mecanismos de prevenção, a rapidez na remoção de conteúdos e as medidas de proteção de menores.

Fora da Europa, países como a Malásia e a Indonésia tornaram-se os primeiros a bloquear o acesso ao Grok, alegando falta de medidas e de salvaguardas eficazes para impedir a criação e difusão de deepfakes sexuais. As autoridades indonésias apontam riscos graves para os direitos de imagem, a privacidade e a segurança das vítimas, enquanto que o regulador malaio aponta para casos repetidos de utilização do chatbot na criação de conteúdos explícitos envolvendo mulheres e crianças.

Por enquanto, ignorando as acusações sobre a criação de material ilegal e questionável, a plataforma X defende-se apenas ao afirmar que as funcionalidades de geração e edição de imagens do Grok estariam limitadas a utilizadores pagos, algo que já foi invalidado através de relatos que afirmam ser possível gerar imagens por utilizadores não subscritores.

Nova Passagem Inferior Rodoviária na Linha da Beira Baixa vai substituir passagem de nível existente

Obra de 2,2 milhões de euros na Linha da Beira Baixa vai criar nova passagem inferior, melhorando acessibilidade e reduzindo sinistralidade.

Foi oficialmente lançada a empreitada para a construção de uma nova Passagem Inferior Rodoviária (PIR) na Linha da Beira Baixa, ao km 2,528, numa intervenção que vai eliminar a passagem de nível atualmente existente ao km 2,488.

Com um investimento de 2,2 milhões de euros, a obra visa reforçar a segurança de peões e automobilistas, alinhando-se com a estratégia da Infraestruturas de Portugal para reduzir a sinistralidade em cruzamentos ferroviários.

A nova PIR permitirá um atravessamento mais seguro e eficiente da linha ferroviária, garantindo melhores condições de acesso aos terrenos e habitações situados em ambos os lados do canal ferroviário. A conclusão da empreitada está prevista para o início do quarto trimestre de 2026, após um período de execução estimado em 270 dias.

A supressão desta passagem de nível insere-se num plano mais amplo da Infraestruturas de Portugal, que tem como objetivo reduzir acidentes em cruzamentos de vias públicas ou privadas com linhas ferroviárias. Este plano contempla quatro eixos de ação: eliminação de passagens de nível, automatização de sistemas, campanhas de sensibilização e reforço da fiscalização.

Até 2030, está previsto um investimento global de cerca de 300 milhões de euros nesta estratégia, refletindo o compromisso contínuo com a segurança nas infraestruturas ferroviárias.

Foto: IP – Infraestruturas de Portugal

Action vai abrir uma loja em Almada

Não há, para já, uma data de abertura prevista, mas a Action encontra-se a contratar para este espaço que irá abrir na cidade de Almada.

Action, discount store de produtos não alimentares que chegou a Portugal em fevereiro de 2024, tem vindo a crescer de forma consistente em território nacional. De momento, a empresa conta com 25 lojas no país, sendo que o mais recente espaço foi inaugurado em outubro do ano passado, neste caso em Porto de Mós.

Mas como seria de esperar, estão mais lojas na calha, como por exemplo em Almada. Será a segunda loja da cadeia na Margem Sul, onde tem um espaço a funcionar na Moita desde 19 de junho de 2025. Não se sabe, para já, onde ficará localizada a Action Almada, nem para quando está prevista a inauguração, mas sabe-se, isso sim, que a empresa está a contratar para esta abertura.

A Action, conhecida pelo seu modelo de loja de desconto de produtos não alimentares, aposta numa oferta diversificada distribuída por 14 categorias, que incluem brinquedos, artigos para a casa, jardinagem, bricolage e alimentação. A empresa destaca-se pela sua política de preços acessíveis – o valor médio dos produtos é inferior a 2€ – e pela constante renovação do sortido, com cerca de 150 novos artigos a chegar semanalmente às prateleiras.

A empresa tem vindo a reforçar o compromisso com a sustentabilidade e a eficiência energética. Todas as lojas utilizam iluminação LED e operam sem ligações de gás, contribuindo para a redução das emissões de gases com efeito de estufa. A Action mantém critérios rigorosos de fornecimento, privilegiando materiais e processos de produção responsáveis. Toda a madeira utilizada nos produtos é proveniente de florestas geridas de forma sustentável (FSC ou PEFC), e o algodão é obtido de forma sustentável, com 99% proveniente do programa Better Cotton e 1% de algodão orgânico. Além disso, desde 2022, todo o cacau utilizado nos produtos da marca própria é certificado Fairtrade.

De resto, relembrar também que a Action está a preparar o seu primeiro centro de distribuição em território português. O projeto, integrado no Panattoni Park Porto South, ficará situado no LUSOPARK, em Santa Maria da Feira, e marca o quarto investimento da Panattoni em Portugal, além de constituir a quarta operação desenvolvida para a retalhista não alimentar na Europa.

O armazém terá 60.000 m² de área bruta locável e será implantado num terreno com 109.000 m², numa zona onde se encontram várias empresas industriais de referência. A localização assegura ligação imediata à A1, eixo responsável por grande parte do fluxo económico nacional, e coloca o empreendimento a curta distância do nó da A47. Estas condições garantem conectividade com os principais corredores logísticos do país, permitindo à Action operar com maior fluidez na região do Porto.

A construção ficará a cargo da EIGO Construcciones e seguirá um modelo totalmente ajustado às necessidades da retalhista. O edifício contará com três áreas climatizadas, uma altura útil de 10,65 metros e mais de 2.600 m² destinados a escritórios. Estão previstos 48 cais de carga distribuídos por três fachadas, assim como estacionamento para 87 veículos pesados, pontos de carregamento para veículos elétricos e 469 lugares para ligeiros. A configuração foi concebida para facilitar a circulação no interior do parque e reduzir a pressão sobre a envolvente, sobretudo nos períodos de maior tráfego.

O projeto inclui ainda um elemento associado à identidade local. A região é reconhecida internacionalmente pela produção de cortiça e, por esse motivo, o material será incorporado na fachada da área administrativa, numa referência direta a uma das indústrias mais emblemáticas de Santa Maria da Feira. Em termos energéticos, está prevista uma potência instalada de 5 MW, complementada por uma unidade fotovoltaica de 500 kW integrada na cobertura.

A vertente de sustentabilidade é outro ponto central. O empreendimento alcançará o nível BREEAM Outstanding, o grau mais elevado desta certificação, ao ultrapassar de forma consistente os requisitos definidos para gestão, bem-estar, energia, mobilidade, água, materiais, resíduos, impacto no uso do solo e ecologia, poluição e inovação.

Sora 70 da Beatbot promete cobertura total e filtração avançada na limpeza de piscinas

O Sora 70 da Beatbot integra tecnologia de flutuação inteligente e filtração fina, permitindo a remoção eficaz de folhas, pólen e detritos da superfície e do fundo da piscina.

A Beatbot apresentou recentemente o Sora 70, o primeiro modelo da nova série Sora, concebida para oferecer uma limpeza completa e consistente de piscinas. O equipamento destaca-se pela capacidade de recolher detritos na superfície, ao mesmo tempo que garante cobertura total do espaço aquático, incluindo zonas rasas e plataformas de difícil acesso.

O Sora 70 incorpora o sistema JetPulse, uma tecnologia de jactos de água duplos que direciona os detritos flutuantes para a entrada de sucção, melhorando a remoção de folhas, pólen e pequenos insetos antes que se depositem no fundo. Já a estrutura HydroBalance integra uma bomba central de alta eficiência, desenvolvida pela própria Beatbot, suficiente para levantar areia fina, folhas inteiras e algas resistentes. Este design distribui o peso de forma uniforme, permitindo ao robot mover-se com agilidade em todas as zonas da piscina, eliminando pontos mortos onde normalmente se acumulam algas.

O equipamento dispõe de um depósito de detritos com capacidade de seis litros, conseguindo comportar até 800 folhas, o que representa aproximadamente o dobro da capacidade de robots convencionais. Para melhorar a filtragem, é possível optar por um filtro ultra-fino de 3 mícrons, capaz de capturar partículas diminutas e manter a água cristalina.

O Sora 70 apresenta também um sistema de flutuação inteligente, inspirado em princípios de engenharia de submarinos, que permite ao robot subir à superfície ao concluir a limpeza. Quatro câmaras de flutuação internas ajustam a densidade do robot, enquanto o sistema SmartDrain esvazia a água residual, facilitando a recolha sem esforço. A autonomia é assegurada por uma bateria de 10.000 mAh, que permite até cinco horas de limpeza do fundo ou sete horas na superfície, cobrindo piscinas de até 300 metros quadrados num único ciclo.

O lançamento do Beatbot Sora 70 está previsto para a primavera de 2026, com preços a anunciar posteriormente.

Croissantíssima é a nova massa da Domino’s Pizza inspirada no croissant

Com a Croissantíssima, a Domino’s Pizza combina a textura crocante do croissant com os sabores tradicionais da pizza.

Depois de ter estreado a novidade noutros mercados, a Domino’s Pizza fez chegar a Portugal a Croissantíssima, uma massa que combina a leveza e o estaladiço característicos de um croissant com os ingredientes tradicionais de pizza.

Já disponível, a Croissantíssima pode ser encomendada em qualquer sabor do menu Domino’s, adaptando-se a refeições em família, encontros entre amigos ou simplesmente para quem quer experimentar algo diferente. No fundo, a nova massa oferece uma outra forma de experienciar sabores conhecidos, expandindo a experiência da pizza para além do formato clássico.

Para assinalar o lançamento, a novidade chega com um preço especial desde 9,99€, por tempo limitado, tornando a experiência ainda mais apelativa. Atenção que, e pelo menos para já, a massa Croissantíssima somente está disponível para pizzas médias.

Foto: miguelToledano

LumiSleep é o novo equipamento que permite monitorização do sono em tempo real através de EEG

O LumiSleep monitoriza a atividade cerebral em tempo real para acompanhar o processo de adormecer, usando sinais sonoros personalizados.

A LumiMind revelou, na CES 2026, que decorreu em Las Vegas, nos Estados Unidos, o LumiSleep, um equipamento que visa acompanhar e modular o sono em tempo real com precisão de milissegundos. O dispositivo combina monitorização contínua da atividade cerebral com estímulos sonoros ajustados a cada utilizador, orientando o cérebro no padrão natural de adormecimento sem recurso a métodos invasivos. Ao contrário dos rastreadores de sono convencionais ou de aplicações que reproduzem sons pré-gravados, o LumiSleep promete adaptar-se imediatamente à atividade cerebral, oferecendo orientação acústica ajustada à transição de cada pessoa para o sono.

O sistema funciona através da observação direta do cérebro, respondendo aos seus ritmos naturais em vez de tentar forçar o sono com estímulos externos ou medicamentos. Identificando o padrão de adormecimento à medida que surge, permite uma intervenção precisa e ajustada durante toda a noite.

A tecnologia do LumiSleep assenta em estudos do INSIDE Institute for NeuroAI, com investigadores de instituições como Harvard, Max Planck Society e Imperial College London. O modelo de sinais neurais permite detetar o início do sono e modular a atividade cerebral em tempo real, traduzindo estes conhecimentos num dispositivo portátil. Sensores EEG de alta fidelidade e algoritmos de análise em milissegundos asseguram monitorização precisa, sem necessidade de ligação a telemóveis ou à cloud.

LumiSleep

O equipamento utiliza uma combinação de pulsos rítmicos de baixa frequência e sons de fundo selecionáveis, acompanhando a atividade cerebral do utilizador e facilitando a transição natural da vigília para o sono. Inclui ainda o modo Resleep, que orienta o regresso ao sono após despertares noturnos, sincronizando-se em tempo real com os sinais cerebrais. Diz a empresa que os dados recolhidos pelos sensores EEG são mais fiáveis do que os obtidos por relógios ou pulseiras inteligentes, fornecendo uma medida direta da atividade cerebral.

O design ergonómico e os sete eletrodos secos permitem conforto e adaptação a diferentes formas de cabeça e orelhas, mantendo monitorização contínua durante toda a noite. A bateria suporta até 12 horas de utilização, cobrindo sessões completas de orientação sonora e registo do sono. Todos os dados são armazenados em servidores criptografados nos Estados Unidos, em conformidade com normas rigorosas de segurança e proteção da informação.

A disponibilização comercial do LumiSleep está prevista para a primeira metade de 2026.

Royal Opera House regressa aos cinemas NOS com ópera e bailado a partir desta semana

A programação 2026 da Royal Opera House traz ao grande ecrã clássicos e criações contemporâneas, oferecendo experiências culturais sem sair do país.

A Royal Opera House regressa aos cinemas NOS em 2026 com uma seleção renovada de ópera e bailado, mantendo o padrão de excelência que caracteriza estas transmissões. A partir de 14 de janeiro, o público português poderá acompanhar algumas das produções mais icónicas da temporada, interpretadas por elencos de destaque e captadas com a qualidade cinematográfica habitual destas exibições.

A programação cultural deste ano leva ao grande ecrã obras que vão de La Traviata a Giselle, incluindo produções contemporâneas e clássicos consagrados. As exibições ocorrerão em diferentes centros comerciais de referência, entre eles NorteShopping, GaiaShopping, Centro Vasco da Gama, CascaiShopping e Parque Atlântico, com bilhetes já disponíveis e lugares limitados.

A temporada inicia-se com La Traviata, de Giuseppe Verdi, no dia 14 de janeiro às 18h45 (17h45 nos Açores), uma das óperas mais conhecidas do repertório clássico, reconhecida pela intensidade da narrativa e pela riqueza da partitura. Segue-se Siegfried, de Richard Wagner, com transmissão agendada para 31 de março às 17h15, e A Flauta Mágica, de Mozart, que será exibida em 21 de abril às 18h45, numa produção que combina elementos de fantasia, humor e profundidade musical.

No domínio do bailado, a programação inclui propostas de relevo. A criação contemporânea Woolf Works, inspirada na obra de Virginia Woolf, será exibida a 9 de fevereiro às 19h15, enquanto o clássico romântico Giselle, peça central da história do ballet, sobe ao grande ecrã a 3 de março às 19h15.

Google Gemini vai ser implementado na Siri

A Apple confirmou que o Google Gemini será o “motor” inteligente da Siri, já este ano.

A Apple vai abrir as portas à Google, que irá ajudar a marca da maçã a explorar as capacidades inteligentes da sua popular agente, a Siri. Naquela que será uma parceria para vários anos, o Google Gemini será o novo pilar tecnológico da Siri, através dos seus modelos inteligentes, tecnologias cloud e outros serviços. O anúncio foi feito pela própria Google ao CNBC, onde a marca mostrou entusiasmo pela futura colaboração.

Após uma avaliação cuidada, determinámos que a tecnologia da Google oferece a melhor fundação para os Apple Foundation Models e estamos entusiasmados pelas inovadoras novas experiências que vamos desbloquear aos nossos utilizadores”, lê-se no anúncio.

A integração do Google Gemini na Siri não é uma ideia nova. Já no final de 2025, o jornal Bloomberg dava conta dos planos da Apple em recorrer a uma versão personalizada do Gemini, a partir de servidores privados da marca.

Como já se previa, esta implementação irá ocorrer já no início de 2026, com possibilidade de acontecer já entre março e abril, com o lançamento do iOS 26.4. Não é, no entanto, ainda claro, como é que esta implementação irá apresentar-se ao lado da Apple Intelligence e se, como essa, haverá requisitos especiais de hardware. Espera-se, ainda assim, que algumas das capacidades potenciadas pelo Gemini na Siri passem por compreensão contextual de informações dadas pelo utilizador, reconhecimento de informação no ecrã, e pela exploração mais aprofundada e natural da interação do utilizador com a Siri.