O Salgado Faz Anos Fest! 22 (reportagem)

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A última edição tinha acontecido em 2020.

Depois de não se ter realizado no ano passado, o Salgado voltou a festejar o seu aniversário, que também é um festival, no passado sábado, dia 29 de janeiro, no Maus Hábitos, no Porto.

Foi sem grandes surpresas que os bilhetes para o Salgado Faz Anos Fest! 22 esgotaram a poucos dias do evento. As saudades eram mais que muitas de um grande evento no Maus Hábitos e a última edição desta festa parece ter acontecido já noutra vida.

Já passava pouco das 21 horas quando uma imensa fila começou a formar-se pela rua Passos Manuel abaixo, uma vez que se ia cumprindo todos os requisitos impostos para aceder ao espaço em segurança. Mas foi já com o pátio composto de espetadores que as CRUA subiram ao palco Rooftop e envolveram o ambiente com as suas canções tradicionais onde os adufes e as vozes pulsantes foram protagonistas. Estava dado o mote de entrada para uma noite repleta de bons concertos.

O trio que forma os 10000 Russos foi o primeiro a entrar no Palco Salgado. João Pimenta (bateria), Pedro Pestana (guitarra) e Nils Meisel (eletrónica) trouxeram o mais recente e quinto álbum de longa duração, Superinertia (editado em 2021). A banda que tem conquistado o estatuto de culto em vários países dentro do seu estilo neo-psicadelia atuou perante uma sala praticamente lotada.

Passando para o Palco Super Bock, Summer Of Hate e Tiago e os Tintos foram baixas confirmadas, pelo que a programação neste espaço ficou a cargo do jazz jamba core dos The Rite Of Trio, do rock progressivo/folk psicadélico dos Unsafe Space Garden e dos espanhóis oriundos de Vigo Kings of the Beach. Por aqui circulava-se mais livremente comparando com o palco Salgado, a sala de espetáculos habitual do Maus Hábitos, e que ficou completamente cheia para receber Um Gajo Com Pés de Roque Enrole, ou seja, Samuel Úria, presença habitual e um pouco discreta em edições anteriores da festa do Salgado, e que desta vez trouxe consigo a sua banda para tocar alguns temas mais roque, não esquecendo, claro está, dos temas mais intimistas e melódicos.

O frenesim pela espera dos Pluto foi crescendo. A banda portuense formada em 2002 e composta por Manel Cruz, Ruca, Peixe e Eduardo deixou toda uma plateia em êxtase com os êxitos dos singles “Só Mais Um Começo” e “Entre Nós”, retirados de Bom Dia, único álbum da banda, editado em 2004. Foi, sem dúvida, o momento alto da noite e que, devido à ausência dos 800 Gondomar, se prolongou para gáudio de todos.

No Palco Stockhausen, o mais reservado, atuaram Montes, Colectores, Gãrgoola, Tatsuru Arai e Manipulador.

Os DJs Sets ficaram a cargo de DJ Karpet e DJ Lynce no Palco Salgado e DJ Gókiko e Claptrap no Palco Super Bock.

Começa-se a sentir, aos poucos, a normalidade desejada para este tipo de espetáculos, e esta edição do Salgado Fest foi prova disso. Agora resta-nos esperar pela retoma de todos os festivais, que têm ficado em stand-by neste vazio de tempo dos últimos dois anos.

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