Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros reabre ao público

Estava fechado há cerca de dois anos e meio.

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O Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros (NARC), um espaço arqueológico único em Lisboa, reabre hoje, após um intenso trabalho de renovação e modernização. A abertura ao público ocorrerá amanhã, dia 24 de novembro, com os visitantes a poderem marcar visitas guiadas gratuitas, diariamente (exceto domingos e feriados).

Fechado ao público desde junho de 2019, o NARC reabre agora com uma nova experiência museológica. concebida por especialistas em cenografia museográfica do ATELIER BRÜCKNER, de Estugarda, um dos mais prestigiados no mundo da arquitetura expositiva e cenográfica da atualidade.

Principais mudanças no novo NARC

O visitante entra no museu, a partir da Rua dos Correeiros. A sala no rés-do-chão dispõe de diversos meios de comunicação e oferece um panorama cronológico das épocas que marcaram Lisboa, bem como uma antevisão das peças expostas na exposição: vão desde vestígios de paredes de uma casa fenícia da idade do ferro a um forno de padaria que permaneceu em uso até o século XIX. As exposições icónicas do museu incluem um fragmento de cerâmica do século III a.C. que mostra uma imagem estilizada de um barco – hippos. Vitrines dinâmicas convidam o visitante a explorar o espaço museológico.

A partir da sala, os visitantes descem ao passado. Numa visita guiada, descobrem o que as escavações arqueológicas deixaram à vista e alguns dos achados in situ – no local original – onde foram encontrados. Usando um iPad, a guia da visita controla a configuração encenada, com camadas de luz, som e informações que são projetadas nas exposições e transmitem o significado original dos achados e o seu uso na vida quotidiana.

No chão, há antigos tanques de preparados de peixe, como ilustra um gráfico projetado e animado. Esses peixes, nomeadamente as sardinhas, transformados em molho, o garum, eram exportados por navio para todo o IImpério Romano. Antigas ânforas, também expostas, serviam de meio de armazenamento e transporte. Assim, a pesca, a preservação do peixe, a produção de sal e a olaria foram as bases económicas da antiga Olissipo.

O programa da visita inclui, no prólogo, conteúdos desenvolvidos para visitantes com mobilidade reduzida. Neste espaço, o visitante tem possibilidade de visionar os conteúdos e ter uma visão de todo o espaço arqueológico.

As visitas guiadas podem ser reservadas através da Fundação Millennium bcp, via site oficial ou ligando para o 211131044. O horário de funcionamento é de segunda a sábado, das 10h às 12h e das 14h às 17h.

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