Museu Nacional de Arte Contemporânea começa a ser ampliado em 2024

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O museu, criado em 1911, possui um acervo de quase 5000 peças de arte, desde 1850 à atualidade.

O Museu Nacional de Arte Contemporânea vai ter obras de ampliação, para duplicar as áreas de reservas e exposições, anunciou o Ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, no ato de doação de duas pinturas, uma de Amadeo de Souza Cardoso e outra de Manuel D’Assumpção, em Lisboa.

“Numa altura em que vamos lançar um novo museu, Museu de Arte Contemporânea – CCB, de perfil mais internacional, fazemos aqui um virar de página, uma ambição mais renovada no Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, com um perfil mais nacional. Para isso, precisamos de alargar, quer o espaço de reservas, quer o espaço expositivo”, disse.

Já a Secretária de Estado da Cultura, Isabel Cordeiro, disse que este ano será lançado o concurso para o projeto de arquitetura, e que em 2024 deverão começar as obras, sem que haja necessidade de encerrar o museu.

O Museu já tinha sido ampliado, para o edifício do Governo Civil, na Rua Capelo, em 2015, estabelecendo-se mais tarde a ligação ao edifício original do museu, na Rua Serpa Pinto, mas havia o objetivo de uma expansão que abrangesse todas as áreas, o que foi tornado possível aproveitando uma área devoluta do antigo Convento de São Francisco que alojava uma esquadra da PSP e que foi transferida para a área da Cultura em 2015.

Um dos principais problemas do museu era a exiguidade do espaço para mostrar uma das mais importantes coleções públicas de arte do País. O MNAC-MC, criado em 1911, possui um acervo de quase 5000 peças de arte, desde 1850 à atualidade.

Arte Contemporânea no CCB

Quanto ao Centro Cultural de Belém, em Lisboa, vai inaugurar o novo museu de arte contemporânea, o MAC-CCB, de forma faseada ao longo deste ano, no espaço até aqui ocupado pelo Museu Coleção Berardo.

Este museu de arte contemporânea no CCB vai acolher obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado, incluindo a Coleção Ellipse, que tinha sido constituída pelo antigo banqueiro João Rendeiro e que passa para a tutela pública, e está aberto à entrada de outras coleções de arte.

No MAC-CCB ficarão ainda depositadas e em exposição as obras do Museu Coleção Berardo que estão arrestadas desde julho de 2019, na sequência de um processo interposto em tribunal pelo Novo Banco, a Caixa Geral de Depósitos e o BCP.

O MAC-CCB terá um perfil internacional em complementaridade e articulação com o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado.

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