Museu da Covilhã é inaugurado no final de junho

Permitir conhecer e compreender melhor o passado do concelho da Covilhã é a prioridade deste espaço expositivo.

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Vivem na Covilhã ou irão passar pela cidade em breve? Então há algo novo para conhecer muito em breve.

A 29 de junho, praticamente no fim do mês, é inaugurado o Museu da Covilhã. Após um vasto conjunto de intervenções destinadas a resolver problemas estruturais do edifício, tais como infiltrações ou dificuldades ao nível da acessibilidade, o centro histórico da Covilhã volta assim a contar com este espaço museológico.

Permitir conhecer e compreender melhor o passado do concelho da Covilhã é a prioridade deste espaço expositivo no qual estão representadas todas as épocas de ocupação do território em questão, fomentando ainda uma reflexão sobre a atualidade e o futuro. O Museu, localizado na Rua António Augusto de Aguiar, junto à Praça do Município, no edifício histórico que acolheu a sede do Banco Nacional Ultramarino e em cuja fachada se destaca o trabalho de cantaria e a decoração em azulejos com temas alusivos ao comércio e aos Descobrimentos, pretende ser um instrumento divulgativo e lúdico que, utilizando recursos variados, acessíveis e inclusivos, ensine a história da Covilhã à diversidade da população visitante – locais e turistas, pessoas com diversas condições físicas e psíquicas, de diferentes idades.

O espaço apresenta uma organização cronológica dos conteúdos, distribuídos da seguinte forma: da Pré-história à Romanização (piso 3), Idade Média e Moderna (piso 2), Época Contemporânea (piso 1) e uma visão global da história da cidade e uma reflexão sobre o futuro, com recurso a interativos (piso 0).

O percurso expositivo é de tipologia fechada, começando no piso 3 e descendo até o piso 0; todavia, o piso 0 poderá funcionar autonomamente com visitação livre, servindo de ponto de partida para grupos e visitas guiadas na cidade. O piso -1 será utilizado como espaço multiusos, capacitado para acolher exposições temporárias, palestras ou concertos, entre outras atividades. Cada núcleo temático é diferenciado por uma cor de destaque de modo a permitir a compreensão da evolução cronológica e histórica por piso.

As peças museológicas, pertencentes ao espólio da cidade ou cedidas por terceiros, são expostas em mobiliário acessível (permitindo a sua visualização por visitantes independentemente da sua altura e do seu ângulo de visão) e assegurando as melhores condições de conservação.

Outro grande objetivo passa por dotar o museu de conteúdos apresentados em diversas formas sensoriais. O discurso expositivo articula-se por meio de peças/objetos e de outros recursos como textos, fotografias, ilustrações, maquetes, cenografias, audiovisuais, interativos acessíveis, textos em braille, réplicas e imagens tácteis, áudio-descrição, legendagem e interpretação em língua-gestual portuguesa. Os textos expositivos são escritos com base em “linguagem clara”, com o objetivo de facilitar a leitura.

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