Lançada Rede de Resposta Integrada em Emergência Social

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Uma novidade que surgiu no mês em que assinalou 20 anos de funcionamento.

A Linha Nacional de Emergência Social (LNES), disponível através do 144 e que funciona 24 horas por dia e 365 dias por ano, assinalou 20 anos de existência e vai passar a contar com uma Rede de Resposta Integrada em Emergência Social que lhe vai permitir ser ainda mais eficaz, nomeadamente nos períodos da noite e de fins-de-semana.

Esta rede vai agora ser implementada, de forma piloto, nos distritos de Faro e Braga, para futuramente se alargar aos restantes distritos com maior número de ativações.

Esta Linha, que este mês assinala 20 anos de funcionamento, está disponível para todos os cidadãos que se encontrem em situação de desproteção e vulnerabilidade e que necessitem de apoio social, por não estarem asseguradas as condições mínimas de sobrevivência ou por estarem expostos a um perigo real, atual ou iminente, para a sua integridade física e psíquica.

A linha funciona 24 horas por dia e o profissional que atende as chamadas está habilitado e capacitado para elaborar o diagnóstico e definir a melhor estratégia de atuação. A capacidade efetiva de resposta, que passa pela implementação da referida estratégia de atuação mais adequada, depende da possibilidade de mobilizar atempadamente os recursos e meios adequados, aspeto que assume ainda mais importância à noite, feriados e fins-de-semana.

Com a Rede hoje lançada, esta capacidade de atuação será reforçada nestes períodos através da mobilização de um conjunto de instituições com intervenção no terreno, passando a ser possível dar uma resposta imediata, incluindo de alojamento, em todos os momentos do dia e da semana. Passará assim a ser possível, em todos os momentos, ir ao encontro das pessoas no local em que elas se encontram.

Em 2020, a LNES tratou mais de 15 mil situações que envolveram 20 800 pessoas. Em 2021, e até final de agosto, já foram tratadas mais de 10 mil situações que envolveram 13 600 pessoas. A maioria das sinalizações à LNES é feita pelo próprio cidadão, havendo também sinalizações feitas pelas autoridades policiais e por outras pessoas ou instituições.

Na sua maioria, os pedidos que chegam à LNES estão relacionados com ausência e perda de autonomia (por motivos de saúde ou motivos económicos), seguindo-se situações de despejo e desalojamento. As pessoas em situação de sem abrigo e as vítimas de violência doméstica estão também entre os públicos que mais recorrem à Linha. Contactam a linha, essencialmente, mulheres entre os 31 e os 64 anos.

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