Free Now aumenta tarifas e deixa de ser a “única plataforma a não oferecer tarifas low cost”

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Boas notícias para a sustentabilidade do setor.

Uma das lutas diárias dos trabalhadores do setor TVDE tem sido a melhoria das condições, neste caso fazer com que os clientes paguem mais para que eles, condutores, possam receber mais no final do mês.

Em outubro do ano passado, a Free Now, já depois de ter subido os preços da categoria principal – foi a primeira plataforma a fazê-lo em mais de dois anos, prometendo que o preço iria voltar a subir quando existisse mais procura e motoristas – aumentou o preço mínimo das viagens de 2,5€ para 3€, na categoria Ride e Electric.

Ora, estamos já em 2022 e, antes de fevereiro terminar, eis que é anunciada uma nova subida de tarifas. Num email enviado aos motoristas, a Free Now diz que, apesar de ter implementado um conjunto de medidas que visam melhorar as condições de todos os motoristas, ainda mantinha uma tarifa com preço reduzido entre as 10h e as 17h dos dias úteis. Esta situação, sabe o Echo Boomer, fazia com que muitos motoristas desligassem a app nesses períodos.

Mas tudo muda a partir de hoje, com a Free Now a anunciar que vai subir as tarifas em todos os períodos horários, aplicando uma tarifa única. Diz a empresa que, desta forma, passa a ser “a única plataforma a não oferecer tarifas low cost”.

A partir desta segunda-feira, dia 28 de fevereiro, o preço mínimo de cada viagem será sempre de 3€, com o preço base a fixar-se nos 0,90€. Já o preço por minuto é de 0,08€ e o preço por cada quilómetro percorrido fixa-se nos 0,55€.

“Reforçamos ainda que a nossa comissão é de 20%. Contudo, como temos sede fiscal em Portugal, é cobrado mais 4,6% (aplicação da taxa de IVA a 23%). Esta diferença será, contudo, potencialmente toda devolvida ao parceiro e, com o acordo destes, também ao motorista”, diz ainda a plataforma no mesmo email.

Naturalmente, em períodos de maior procura, serão aplicadas tarifas dinâmicas.

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1 Comentário

  1. Valor km (55 cent.) e minuto (8 cent.) é inferior ao valor base da concorrência, para alem da questao confusa com o IVA. As viagens de valor minimo, que não sabemos a que distancias máximas se referem, serão alegadamente de valor superior, mas o valor das restantes viagens é inferior à base da concorrencia, ou seja, temos um ‘low cost’ de base. Isso não é acabar com o ‘low cost’, é apenas chamar-lhe outra coisa.
    Portugal tem os custos fixos e variaveis da atividade muito superiores à média europeia, mas o custo do serviço muito inferior. A livre concorrência sem que o agente da equaçao que tem o maior custo (os donos das empresas) possam interferir nos preços praticados e a falta de regulaçao das entidades competentes, por ex. balizar atuações, ditam o aparecimento e desaparecimento acelerador de empresas no setor e, com isso, questoes sociais muito desfavoraveis.

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