FEVIP apela aos portugueses para a importância de não consumirem conteúdos audiovisuais pirateados

Neste dias em que o tempo de leitura cresceu substancialmente, muitos são os diretores de vários jornais e revistas em Portugal que têm apelado para que os cidadãos não descarreguem os conteúdos que têm circulado em formato pdf e que assinem as publicações que querem receber.

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Mas o mesmo princípio aplica-se ao setor audiovisual nacional, e é para este mercado que a FEVIP – Associação Portuguesa de Defesa de Obras faz uma chamada de atenção.

FEVIP

“Esta atividade já era bastante lesiva dos setores da criação intelectual, mais frequentemente nas camadas mais jovens da população, antes de surgir a imensa oportunidade que representam milhões de espectadores “fechados” em casa e com disponibilidade de tempo para ver conteúdos de televisão”, explica António Paulo Santos, diretor da FEVIP.

Existem no mercado vários produtos, muitos deles disponibilizados em linha, alguns até fornecidos por distribuidores conceituados, que oferecem o acesso gratuito, ou a preço reduzido, a todo o tipo de conteúdos de televisão e cinema.

Alguns são até disponibilizados com melhor qualidade de imagem e som do que os próprios operadores legítimos, em particular, porque o tráfego de dados para entretenimento perde prioridade para as comunicações de emergência, não afetando linhas dedicadas para onde o tráfego é desviado.

Só uma atitude responsável da parte dos consumidores poderá impedir que esta crise determine o fim da produção audiovisual, da televisão e do jornalismo sério e profissional.

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