Charlie vs. the Chocolate Factory vai passa-se numa Londres moderna e traz Willy Wonka recém saído da prisão, numa sequela inesperada do clássico infantil.
A Netflix prepara-se para revisitar o universo de Roald Dahl com Charlie vs. the Chocolate Factory, uma longa‑metragem de animação que funciona como uma espécie de continuação moderna da história original. A produção é da responsabilidade da Sony Pictures Imageworks, que já nos habitou ao espetáculo visual em filmes da saga Spider-Verse e KPop Demon Hunters, e terá estreia em 2027, quatro anos depois de termos tido mais uma produção inspirada na obra de Dahl, mais precisamente, Wonka, o filme que transformou Timothée Chalamet no excêntrico chocolateiro e que, na altura, serviu de prequela ao clássico conto infantil.
Charlie vs. the Chocolate Factory irá passar-se numa cidade de Londres moderna como fundo e apresenta um conceito ainda não explorado nestas adaptações, ao acompanhar o regresso de Willy Wonka à sua fábrica determinado a “adoçar um mundo amargo“, depois de sair da prisão, onde cumpriu pena por ter transformado uma criança num mirtilo – episódio que acontece no conto original. Ao projeto já foram revelados alguns nomes, destacando-se Taika Waititi que emprestará a voz a Willy Wonka e Kit Connor, de Heartstopper, a Charlie Paley, o principal “antagonista” da história que, juntamente com o seu grupo de amigos, planeiam invadir a fábrica e roubar uma barra de chocolate de valor incalculável. Mas, como tantos antes deles, acabam por descobrir que o interior do famoso edifício guarda mais surpresas do que imaginavam.
Para além de dar a voz à personagem principal, Waititi assina o projeto como produtor executivo. Já a realização fica a cargo de Jared Stern (The Lego Batman Movie) e Elaine Bogan (Trollhunters: Tales of Arcadia). A produção é ainda assinada por Aron Warner (Shrek) e Timothy Yoo.
