João Canelo

Crítico de videojogos, Guionista, Professor e o responsável pelo melhor mortal nas aulas de Educação Física em 2002. Um aficionado por jogos peculiares.

João Canelo

João Canelo
536 POSTS0 Comentários
Crítico de videojogos, Guionista, Professor e o responsável pelo melhor mortal nas aulas de Educação Física em 2002. Um aficionado por jogos peculiares.

Mais recentes

Moonlighter 2: Endless Vault Review: Altos e baixos

Ao reinventar a sua estrutura e ao focar-se ainda mais nas mecânicas e sistemas roguelikes, Moonlighter 2: Endless Vault perdeu o foco naquilo que o tornava tão especial: a gestão da loja e o dia a dia de um mercador à procura de tesouros.

Angeline Era Review: Corpo a Corpo

Um sistema de combate esquecido e uma aposta forma na exploração, que obriga os jogadores a desvendar as zonas escondidas pelos mapas, tornam Angeline Era num dos títulos mais interessante, mas igualmente desafiantes deste ano nas consolas.

Sprawl Zero Review: O melhor dos anos 2000s

Em Sprawl Zero a MAETH regressa ao género dos FPS com uma homenagem ao passado, repleta de ação frenética, boas habilidades e uma dificuldade que obriga a uma mobilidade constante através de cenários que podiam ser mais criativos no seu design.

Serious Sam: Shatterverse Review: Um sério caso de perda de identidade, Sam

É difícil acreditar que a Devolver Digital decidiu investir num projeto tão mediano, previsível e vazio como este, que força uma série clássica a ser o que não é: um roguelike cooperativo com uma progressão lenta, dificuldade desequilibrada e uma jogabilidade sem imaginação que nos dá poucos motivos para regressarmos a este multiverso da tanga.

Gothic Remake Review: Não sou eu, és mesmo tu

Gothic Remake mantém intacta a alma do jogo original, ao ponto de não se preocupar se o jogador está ou não consigo. Este é um RPG clássico, mas com gráficos modernos, capaz de nos castigar pelo mais pequeno erro e ficar feliz por nos ver falhar. E ainda bem.

Twisted Tower Review: Entra na torre, Vincent

Apesar das suas semelhanças estéticas e ocasionalmente mecânicas com a série da 2K Games, Twisted Tower destaca-se pelo seu sistema de ação e um saudável foco numa estrutura linear, mas repleta de surpresas que agarram o jogador até ao final.

Aggelos II Review: Entre o bom e o mau

A WONDERBOY BOBI fez algumas escolhas arrojadas nesta sequela improvável de Aggelos, com dois mundos para explorar e a troca entre poderes angélicos e demoníacos, mas com um level design pobre e uma exploração confusa que limita a curiosidade dos jogadores, Aggelos II é um metroidvania que dá dois passos em frente e um atrás.

Blue Reflection Quartet Review: O poder da amizade

Se ainda não jogaram Blue Reflection, esta coleção é um ponto de partida perfeito. São quatro jogos numa só coletânea, encapsulando toda a série, desde o primeiro jogo, lançado em 2017, até à sequela mais recente, que chegou às consolas em 2021. No entanto, Quartet tem poucas novidades para os fãs e não é uma coleção obrigatória.

Echoes of Aincrad Review – De regresso a 2004

Por mais expansivo que sejam os cenários, por mais acessível que seja a sua narrativa e por mais que se apoie na popularidade de géneros como os soulslikes, Echoes of Aincrad é um aglomerado de ideias que se fica pelos lugares comuns, sem um pingo de imaginação, ocasionalmente divertido, mas também extremamente limitado quando devia ser uma lufada de liberdade para os fãs da saga.

Verho: Curse of Faces Review: Um enorme ódio a barris

Enquanto os soulsbornes gozam de uma popularidade invejável, têm surgido aos poucos videojogos que procuram captar a experiência única de King’s Field e Verho: Curse of Faces é um bom exemplo do que podemos esperar deste género em crescimento.

Cultic Review: Um dos melhores

Depois da estreia no PC e do lançamento do segundo e último capítulo, Cultic chega finalmente às consolas e comprova uma vez mais que é um dos melhores FPS dos últimos anos.

House Flipper Remastered Collection Review: A mesma coisa, nem sempre melhor

A nova coleção traz melhorias interessantes a House Flipper, como um novo foco narrativo e um mapa-mundo que traz maior variedade de trabalhos, mas os problemas mantêm-se e a Frozen District não nos traz aquela que poderia ser a versão definitiva do seu jogo de simulação.