Análises de videojogos: Adeus Notas

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Porque opiniões são mais do que notas e números.

O entretenimento digital e os videojogos são um dos grandes pilares do que é o Echo Boomer. A cobertura de alguns dos maiores e mais importantes lançamentos para PC e consolas tem feito parte do Echo Boomer, desde a sua génese em 2017, através de críticas e análises com o objetivo de recomendar ou aconselhar os nossos leitores a aventurarem-se por novos mundos digitais.

O formato da cobertura tem evoluído para uma postura cada vez mais pessoal e focada na projeção dos gostos e experiências dos seus autores. É, portanto, cada vez mais difícil justificar uma postura objetiva, livre de tendências e, por vezes, de opiniões injustas ou que ficam aquém da opinião dos nossos críticos. Não é esse o objetivo do Echo Boomer, e é isso que queremos continuar a destacar com a evolução da nossa cobertura.

Os primeiros passos foram dados durante esta caminhada de quatro anos. Começámos com uma métrica de 5 estrelas, pontuações de 1 a 10 e, mais recentemente, adotámos selos qualitativos. Cada uma destas soluções apresenta as suas valências e, não querendo desvalorizar estes métodos de avaliação, sentimos que as suas limitações prejudicam a nossa transparência e vontade em comunicar com o público do Echo Boomer. Por isso, decidimos abandonar a avaliação qualitativa ou quantitativa dos jogos. É necessário dar o próximo passo.

Tal como já fazemos com produtos tecnológicos, a partir de agora iremos concluir as nossas coberturas com um selo de recomendação. Os textos serão focados na experiência do jogo, que poderá incluir uma apreciação geral da campanha ou uma primeira impressão, tal como os seus pontos mais positivos ou negativos. O olhar manter-se-á analítico, mas igualmente livre e mais assente na experiência personalizada dos nossos críticos numa aproximação à experiência do consumidor e dos leitores do Echo Boomer: sem a barreira invisível que os separa de um crítico.

Neste momento, o Echo Boomer é um dos meios nacionais incluídos em aglomeradores como o Open Critic. A nossa comunicação e cobertura serão, desta forma, alteradas e deixarão de incluir uma avaliação numérica ou quantitativa. Esta é, acima de tudo, uma aposta na criatividade, na liberdade de expressão e um romper das exigências impostas por uma área amarrada ao seu tradicionalismo. Seremos mais transparentes, sempre com a nossa própria forma de comunicar e com o intuito de vos informar e entreter.

Para mais informações sobre críticas e análises do Echo Boomer, podem ficar a saber tudo, aqui.

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